Desafios da GM do Brasil
A vida da GM no Brasil, depois da concordata da matriz americana, não vai ser um passeio na brisa do outono, como seus dirigentes estão querendo fazer passar. O pedaço da empresa instalado no Brasil mantém-se saudável e não há sinal de que entrará nos pesados cortes e ajustes que reduzirão o tamanho da antiga controladora, agora nas mãos do governo americano. Mas daí a dizer que rodará numa estrada sem buracos ou asfalto irregular vai uma boa distância.
O primeiro problema é com a demanda. Dúvidas sobre o futuro da empresa e, portanto, dos carros e peças que ela colocará na praça têm tudo para dificultar as vendas. A GM já vinha perdendo terreno, está com uma fatia abaixo de 20% do mercado e dificilmente não cairá ainda mais. Qualquer candidato a um carro novo GM se perguntará quando ele valerá amanhã, se a fabricante cambalear e o sistema de manutenção pós-venda claudicar, inclusive na reposição de peças. Ninguém quer, pelo menos voluntariamente, ficar um mico.
Outro desafio é do lado da oferta. A GM, no Brasil, tem uma linha diversificada de produtos, mas eles são relativamente antiquados, na comparação com as demais marcas e modelos. Embora a montadora esteja construindo uma nova fábrica de motores, em Joinville (SC), precisaria de maciças injeções de inovação para enfrentar a concorrência. Também aqui há dúvidas.
Nas suas oito décadas de operação no Brasil, com raras exceções, a GM só colocou em circulação, no Brasil, modelos adaptados da europeia Opel. A Opel acaba de ser vendida para uma ex-fornecedora, a fabricante de autopeças austro-canadense, em consórcio com empresas e bancos russos. Ainda que mantenha uma parte do capital da nova Opel, a GM não é mais a controladora. E isso significa que, no mínimo, os custos de transferência de tecnologia tendem a aumentar.
Dizer que a engenharia da empresa no Brasil é capacitada a desenvolver produtos refresca, mas não resolve. Desenvolver, no jargão da inovação aplicada, está mais para adaptar do que para criar. A promessa de que, daqui para frente, serão feitos novos lançamentos no Brasil de três em três meses, se confirmada, dificilmente refletirá mais do que um “esquentamento” para o fato de que apenas serão produzidas mais versões para os mesmos modelos.
Há ainda incertezas no lado financeiro. Os dirigentes da GM do Brasil asseguram que a situação da empresa é robusta e que não haverá ataques da nova GM americana aos cofres da subsidiária brasileira. Argumentam com o passado – há anos, dizem, não são feitas remessas de recursos para a matriz – mas não apresentam nenhuma comprovação, além de uma declaração de intenções, de que será assim no futuro. Afinal, o futuro da GM mundial será muito diferente de seu passado e, parece natural, que subsidiárias integrais possam ser chamadas a contribuir com o esforço de recuperação.
É bom não esquecer que a GM do Brasil é uma empresa fechada, que não publica balanços contábeis. Não se sabe, portanto, nada da vida financeira da empresa, exceto o que seus dirigentes informam. Por mais simpáticos, acessíveis e bem intencionados que eles sejam, suas palavras carecem do suporte de números oficiais.
A menção ao atual plano de investimentos, já em execução, de US$ 2,5 bilhões, até 2012, também ajuda, mas, como nos demais aspectos, não elimina as desconfianças e os desafios. Para começar, inversões médias de US$ 400 milhões por ano não chegam a ser assim tão excepcionais, no mercado atual. Além disso, US$ 1 bilhão desse total ainda não está equacionado.
Sabedores de que da fonte de recursos da matriz não sairá um único cent de dólar, os dirigentes da GM do Brasil confiam nas instituições financeiras públicas brasileiras para compor o embornal dos investimentos previstos. Mas aqui também não é líquido e certo de que a torneira se abrirá com facilidade. Mesmo que o governo tenha interesse em limpar o terreno, existem no mínimo limitações institucionais. O BNDES, por exemplo, não pode emprestar a empresas em concordata. Nesse sentido, a situação jurídica formal da subsidiária brasileira da GM é tudo menos simples.
Resumo da história: os planos de independência e eficiência da GM do Brasil podem até dar certo. Mas, ela vai ter de suar muito a camisa – e rezar para as coisas se acomodarem na matriz - para entregar o que está prometendo.
* * *
Vai ser curioso se a GM do Brasil conseguir empréstimos de bancos públicos brasileiros. Neste mundo econômico virado de pernas para o ar, o governo brasileiro emprestar ao governo americano (não é ele o controlador da GM?), no fim das contas, a uma tal situação, absolutamente inimaginável não faz muito tempo, nem soará tão esquisita assim.
Autor: José Paulo Kupfer - Categoria(s): Blog Tags:
Foto: Edu Simões
“o governo brasileiro emprestar ao governo americano”
Já empresta há algum tempo. O Brasil, a China, a Rússia, todos países com reservas em dólares, nada mais fizeram que financiar os EUA, na minha opinião.
Argo
Excelente comentário
NH
Amigos,
Não sejam tão rigorosos com esse pobre escriba. Estamos falando de uma empresa industrial controlada pelo governo americano – a primeira novidade dessa história. Diferente de emprestar ao Tesouro americano, comprando reservas em dólar,
Né mesmo?
Abrs.
Hummm, Argo tem razão.
Kupfer,
“Cum grano salis”.
O que ocorre é que a situação deficitária do governo americano vai se alastrando para suas empresas.
A novidade consiste em, tendo financiado o Tesouro passar a financiar as empresas.
“Não sejam tão rigorosos com esse pobre escriba.”
Longe de mim tal coisa. Acho que voce quis dizer: “emprestar tão declaradamente”. Eu é que tomei ao pé-da-letra um trecho de seu artigo para mostrar que, há tempos e tempos, o Brasil nada mais fez e faz – ainda – que transferir renda de sua população [miserável] para os “tubarões” internacionais. Em resumo: financiar sua ganância e seus desperdícios.
Caro José Paulo,
A coisa não é bem “estamos emprestando” para os americanos…
Nós estamos depositando nossas reservas, num Tesouro que
dá, primeiramente segurança acima de tudo.
Porque o nosso garboso governo não deposita as reservas ao
invés de “emprestar” para os americanos, como gostam de dizer
os de esquerda, num banco do Hugo Chaves, do Evo, ou nas -
mãos dos irmanos Castro? ou mesmo na China..
Não são loucos…..
Então, a diferença entre “emprestar” e “depositar” num país seguro é diferente, pois mesmo com a “quebradeira” nosEUA os
Governos do BRIC (Brasil, Russia, India e China) deixasm seus
dinheirinhos nas mçaos do “Tio Sam”, agora “Tio Obama”.
O resto é falácia das esquerdas (que também tem seus dinheiros
lá nos bancos da Flórida….)
Wilson
Caro
José Paulo,
Não é falência, é concordata, mesmo que visivelmente não goste
dos americanos (uma espécie de fobia dá esta impressão)
Como jornalista renomado, deve usar as palavras certas.
Ou ler a diferença juridica entre “concordata” e “falência”.
Espero retificação,
Wilson
Wilson,
Você comprova o que eu sempre digo: o pior cego é o que quer ver. Onde eu escrevi “falência”, onde? Você “leu” o que quis. Na verdade, se você quer saber, eu relutei em escrever “concordata”. A rigor, é “recuperação judicial”. Mas concordata, eu acho, é um jeito popular que não distorce o conceito. Então, fui de concordata.
Abrs
Olá, até agora esqueceram de falar:
Se, alguem pede concordata….e deve acima de 170 bilhões, quando vale 85 bilhões, isto tudo de US$, significa que NÃO irá pagar ninguém por um bom tempo.
E estes credores… irão viver de quê ?, como irão respirar financeiramente, e ainda terão que fazer novas vendas “fiadas” à GM ?
Simples… parecem que copiaram da Varig , remember?
O passivo fica com os trouxas, digo os credores…. que nada recebem…, criam uma “Nova” empresa… e nada devem.
Xico Xavier
Concordo contigo. No entanto, o Wilson acha que não, que ele está só concordatária, que daqui a pouco ela fica boa, que se deve continuar a emprestar a ela et cetera.
Será que existe ainda alguém tão inocente a esse ponto?
Ola a todos
Eu escute a palabra segurança sera que eu escute bem segurança do que se tam todos corendo pra se salvar da marominha a bolsa pula pra cima e pra baixo quebradeira generalisada perdas em bancos e empresas, do que tam falando que de a poco salvese quem puder e danese a quem devo ,
Dar dineiro pra uma empresa falida ou depositar num pais falido da um tempo que otarios so no brasil capitalista con disfras de socialista.
O Estado estadunidense está comprando empresas problemáticas a partir de um cronograma de processual devolução dessas empresas para o mercado. O Demo (o partido…) iria achar a minha proposta o fim da picada (isso é lá problema deles), mas o Estado brasileiro podia fazer o mesmo com a GM do Brasil, não? Paga a bolada (temos grana), o país passa a ter uma indústria estratégica nacional, num setor sempre sensível (empregos, soberania, marco industrial, etc.). Temos nos notabilizado por desenvolver combustiveis alternativos, pois bem, já passou da hora de produzirmos veiculos alternativos. A GM é uma fabrica de veículos, nem todo veiculo precisa ser individual e torrar petróleo. O veículo que vai sair delá é o veículo que inventarmos. Como nossa indústria de petróleo é (semi) estatal e já investe em combustíveis alternativos, não haveria pressões artificiais de que os veículos produzidos numa GM brasileira “torrassem” petróleo. O Estado brasieiro iria vendendo sua participação para empresários privados ca-te-go-ri-ca-men-te brasileiros num cronograma claro e transparênte, garantiria uma participação do Estado (igual ou menor – provavelmente menor – que a que tem na Petrobrás) e exigiria a criação, na empresa, de uma divisão de veiculos leves de aplicação militar (para polícias, ambulâncias e veiculos militares leves). Não vejo nada de mais. Como contribuinte, digo: ok, pode usar minha grana. A Global Motores do Brasil (GM…) teria um bom mercado em vista (o hemisfério sul) e já tem uma boa estrutura montada. É comprar com a porteira fechada. Qual o empresário brasileiro que teria controle acionário? A mim não me importa, me irrita é remessa de lucros e pagamentos de royalts pra quem não reinveste aqui. Me irrita é não podermos definir nossas estratégias industriais “de dentro para fora”. Me irrita é não termos outra empresa do porte da Petrobrás para financiar a nossa cultura. Me irrita é andar num carro que se chama “Fire” (fogo!) e todo mundo achar a coisa mais natural do mundo, só por que o nome do dito cujo não esta em português. Me mobiliza é que a GM, embora não venha a ser (totalmente) minha, pelo menos não vai ser “deles” e será de um brasileiro. Falei bobagem?
Saldini, me desculpe a intromissão, mas não aguentei e tive que retrucar.
Por incrivel que possa parecer, emprestar para este país que nos brasileiros estamos chamando de “quebrado”, por mais absurdo que possa parecer, é a melhor alternativa que TODOS os países tem. Se não depositarmos grande parte de nossas reservas nos EUA, vamos depositar aonde. Na China, India, Argentina, Inglaterra, aonde…
Este país que agora nos brasileiros estamos chamando de “quebrado”, é um país com um PIB 10 vezes maior que o nosso e sem nunca ter dado calote em ninguem. Infelizmente isto é verdade, gostemos ou não.
Parece que existe um sentimento generalizado de torcida para o EUA quebrar, primeiro, isto seria péssimo para o Brasil e segundo, isto nao resolveria nosso problema. Precisamos trabalhar mais e esquecer um pouco dos outros, vide o que a China ta fazendo, enquanto ta todo mundo encolhendo, eles vão ter outro crescimento gigantesco.
“Parece que existe um sentimento generalizado de torcida para o EUA quebrar…”
No meu caso, caro Alberto, não é “um sentimento generalizado de torcida”; é uma constatação histórica. Eles irão quebrar. É uma certeza inevitável, principalmente se analisarmos – a la Toynbee – a ascensão e queda de impérios.
Uma outra coisa. Eles semearam ódio, estão colhendo o quê, me responda? As trapolinagens e mutretas cometidas pelos Estados Unidos contra os outros povos desde há mais de um século calou fundo em todos (força de expressão), e está tendo retorno, agora.
Caro Argo. V.Sa. está com um vocbulario “supimpa” ! Quanto ao mérito do comentário concordo com voce. O governo brasileiro penaliza o pobre sempre . Não há mudança de mentalidade governamental . Mentalidade curta , da era pré-histórica .
De novo Argo. V.Sa., expressa o sentimeno de bilhões de seres-humanos, muitos destes coagidos a temerem os EUA . Outro torturados ! Obama tenta um novo caminho …. de reconciliação !
Acredto ser tarde demais ! Os seres humanos do mundo todo sofreram muito nas mãos dos EUA . Creio que será muito festejada a queda do Império Americano .
Excelente comentário, Kupfer. Mas, não custa lembrar, a própria “Nova GM” americana, quando recuperada, poderá bem substituir a Opel como provedora de novas plataformas para a GM Brasil. Não custa lembrar que a diretriz que Obama deu para a nova empresa é produzir carros mais modernos e eficientes, o que aumentará o grau de compatibilidade entre as linhas de produtos dos dois países. Eu concordo com você de que os progressos da engenharia nacional da GM estão mais vocacionados à adaptação do que à criação de novos produtos. Mesmo assim, há um potencial grande de que a engenharia nacional participe do esforço de renovação da GM Mundial. É aguardar para ver. Parabéns, Kupfer, por suas contribuições sempre razoáveis e oportunas.
Caro Alberto,
E essa história do subprime, não foi “beiço”?
Nem vou levantar o caso que o Kupfer lembrou sobre o fim do lastro em ouro do dólar ou a intervenção sobre o Iraque.
Tem também a desobediência a ONU pela Coréia do Norte, mas desobedecer a ONU é algo a que os EUA já estão acostumados…
“Ganhe a guerra e conte a história.” Como dizia um professor meu.
Mestre, é sempre uma grata surpresa lê-lo!! Está impecável a análise da situação da GM do Brasil. Bjs
“Onde eu escrevi “falência”, onde?”
Caro Kupfer
Nisso, o Wilson está certo (não que, necessariamente, o erro haja sido seu). Na chamada “mancheteira” na seção de economia do IG lê-se:
“José Paulo Kupfer
Os desafios da GM do Brasil após a falência da matriz”
Como eu frisei – não estou “chaleirando, pode ter acontecido, apenas – necessariamente não precisa ser culpa sua. Pode ter sido um “abestado” (eh, eh) digitador, lá do setor de informática.
Procure averiguar e (mais uma vez, de brincadeirinha) puxe suas orelhas (devem ser bem grandes, não? kkkkk).
No inicio da crise disse o Sr. Delfim Neto “Não é a toa que os EUA são o que são”, ( maior potencia economica e militar do planeta). Disse ele: “eles vão se recuperar”. Claro que vão se recuperar. A inteligencia do planeta mora nos EUA (por exemplo: quantos centros de pesquisa nós temos e quantos eles tem?). A diferença chega a ser um absurdo. Quando passar a crise por lá, estarão mais fortes ainda e o mundo continurá seu rumo.
Zé Kupfer,
Realmente os nºs. que a GM Brasil passam para o mercado são pura fantasia de uma noite de verão.
Eu trabalhei na parte financeira/contábil da GM Brasil,tínhamos balanços mensais quadrimensais e anuais e posso dizer que nada bate com nada, era tanta a bagunça que até mesmo os valores que uma filial da GM devia para outra era muuuuuuuito diferente do valor que a outra tinha a receber, só sei que se fazia uns malabarismos contábeis prá fechar o balanço
Ao ler alguns artigos em site estrangeiros anos atrás e já visualizava que a GM EUA não escaparia da concordata ou mesmo falência.
Apesar de tudo… era uma arrogância enorme dos executivos e funcionários da GM, por trabalharem na “EX MAIOR” empresa do mundo se achavam a nata da nata, prá constatar isto basta andar pelas ruas de São Caetano do Sul na hora do almoço…eles andam com o crachá no pescoço como querendo dizer: simples mortais…saiam do caminho, não veêm que sou crachá azul (da GM)?
A verdade é: a GM EUA é uma empresa falida e inviável e o seu maior controlador (EUA) está ainda mais quebrado.
Quem empresta ou emprestou dinheiro para o Tio Sam, vai receber tudinho até o último centavo, porém tudo em papel pintado de verde e com a frase: In God we trust.
O dólar é uma moeda destinada a não valer nada, o governo americano está imprimindo e vai imprimir trilhões de dólares para evitar a depressão porém o povo americano não tem mais dinheiro e o pouco que tem vai poupar agravando a depressão e levando ao perigo da DEFLAÇÃO, então, o governo americano imprime trilhões de papel verde SEM LASTRO, inflaciona os preço
e obriga o cidadão americano a gastar logo o dinheiro na corrida contra a inflação e ao imprimir as verdinhas ele desvaloriza o dólar e assim consegue pagar a dívida externa americana ( trilhões de US$) sem sacrifício algum, só imprimindo dinheiro.
Por outro lado a dívida interno do governo dos EUA (+/- trilhões de US$) relativos à pensões, saúde pública, financiamento dos déficits gêmeos ( orçamentários e externo) será paga com dólares deflacionados.
Simples não??? trouxa quem comprar os títulos americanos, certamente irão receber o valor de face, com taxa de juro zero e ademais completamente desvalorizados.
Ufa!!!Falei.
Eu sinceramente torço para que os EUA quebrem e experimentem o gosto amargo dos remédios que sempre impuseram aos outros.
Por terem a primazia e o privilégio de emitirem a única moeda reserva mundial, usaram e abusaram, viveram além dos próprios meios, gastando o que não tinham, vivendo do trabalho produtivo dos outros países produtores de matérias primas, energia, alimentos, Brasil no meio, e do trabalho dos países produtores de material industrial, china, Japão e tigres asiáticos.
Agora os americanos terão que trabalhar e produzir algo tangível, e pagar com moeda de verdade e com lastro produtivo, afinal o que os EUA produzem além de filmes, armamentos e engenharia financeira? não conheço nada com a etiqueta: MADE IN USA, tudo é feito no 3º mundo com trabalho e salário de 3º mundo para usufruto do 1º mundo (EUA e Europa).
Por anos eu não entendi como um país que não produzia excendente comercial, torrava bilhões com bases militares e guerras por todo o mundo, exibia déficits orçamentários e comerciais, poderia ser considerado um país rico e atrair investimentos financeiros.
Por 40 anos os EUA viverão de aparência e dinheiro emprestado, exatamente como aquelas pessoas que vivem de cartão de crédito, cheque especial, chega uma hora que a fatura aparece e deve ser paga, sem choro e nem vela, examente como qualquer outra pessoa normal. E se é assim com pessoas, assim deve ser com países, devem viver dentro das possibilidades, sem qualquer privilégio e pagar sua dívidas no vencimento, exatamente como sempre disseram aos países do 3º mundo .
argo deixemos os pobres em paz vamos ajuda-los limbertando-os do nosso querido governo pai dos pobres
Por enquanto não existe alternativa para onde se destinar as reservas brasileiras, qualquer outra opção e o “dito mercado” caira de pau em cima do governo. Mesmo Quebrado!!!!!??? os EEUU ainda ditam a economia mundial ,e eles são ainda a maior potencia militar,haja visto a ultima reunião do G 20 , em que ficou decidido que nada muda , ninguem ainda teem “bala na agulha” para “peitar” o império. E la Nave Vai.
hehe aqueles q acham que sofreram nas maos do imperio. so tenho a dizer que nosso povo sofre muuuito mais nas maos dos nossoS governos doque nas maos do tio sam
e espere os chinezinhos vierem mandar por aqui, vcs vao ter saudades do tio sam.
Caro Kupfer, acredito que competencia tecnológica e engenharia não faltam a GM do Brasil. Com ajuda de algum studio de desenhos da Europa ou EUA eles conseguem colocar bons projetos. Mas trazê-los para o chão de fábrica e fazer com que sejam rentáveis e gerem demanda ou tenham grande aceitação no mercado internacional, isso eu não acredito. Tendo em vista que Coreanos e agora Chineses vão querer avançar neste mercado com poder devastador. Se não bastassem os Japoneses.
“…e espere os chinezinhos vierem mandar por aqui.”
Lala
E qual o motivo de, sempre, se ter gente estrangeira mandando aqui? Somos homens ou ratos?
São entreguistas e derrotistas iguais a voce que fizeram desta nação – até agora, isso está mudando – um país humilhado.
Não foi o povo; sua elite é quem fez isto que está aí. Foi necessário vir um governante do meio mais pobre para que começássemos a levantar a cabeça!
E a minha guerrilheira querida estará continuando o serviço a partir de 2011!!!
E por falar em empréstimos, já começou:
http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2009/06/04/argentina+empresta+us+70+mi+para+novo+modelo+da+gm+6547914.html
Sério, a elite latino-americana é “A ENTREGUISTA”!
Essa prática de emprestar dinheiro ao EUA é uma coisa muito perigosa . Os EUA já congelaram ativos financeios (dinheiro, tutu) de vários países pelo mundo afora unilateralmente. Por questões até mesmo de simpatia . Exemplos , Cuba, Venezuela, Bolivia, Panamá, Coreia do Norte, Irã, Libia, Russia, …. etc, etc. Do Brasil em épocas remotas já confiscaram navios ( abarrotados de containers) , aviões , e outros para pagamento da dívida externa ( vide, governos Sarney, Collor, Itamar ) . Então , o dinheirinho suado que está lá nos cofres do Tio San , não está bem guardadinho assim como pensamos. Outrora os EUA foram um aporte de magnatas do mundo inteiro com seus dinheiros sujos de sangue ; lembremos de Somoza; Xá da Pérsia – Irã , o fantoche de Cuba antes da Revolução que permitia as guangues americanas de atuarem no país a bel prazer e limpar dinheiro sujo na Ilha Caribenha , e muitos e muitos outros. Então , é bom colocar o nosso dinheirinho suado em lugar mais seguro .
Argo,
você diz:
“Foi necessário vir um governante do meio mais pobre para que começássemos a levantar a cabeça!
E a minha guerrilheira querida estará continuando o serviço a partir de 2011!!!”
Quer dizer que o Brasil da era lulalá(drão) começa a levantar a cabeça, é?
Mas, como, se até um indiozinho cocaleiro, cacique de um país chinfrin, tomou refinarias de petróleo do Brasil e o pinguço boçal não fez nada? O presidente tarado do paraguai também quer dar calote no contrato de itaipu (deve ser para pagar as pensões alimentícias), e mais uma vez o valentão do lula baixa a crista. Sem falar no tirano da venezuela que manda e desmanda nesse presidentezinho de m. que nós temos.
Quanto à terroristinha horrorosa, pode até ser que ganhe mesmo. Afinal, como diz o lema do governo: “Brasil – um país de toLos”.
Carlos.
Lada com gravatinha ?
ahahahah
CADA UM, CADA UM . . . Por muitos anos vendi motores diesel da Yanmar, motores diesel e tratores. Eles na época fizeram pesquisa e instalaram a fábrica de motores em INDAIATUBA – SP. Não porque lá tinha muitos descendentes de japoneses, MAS porque lá o clima é melhor, e mais por uma série mais de vantagens, mais para a época de 1970, ESTAR MAIS PERTO DO FORNECER, ESTAR EM SP e de SP.SP. Saber que para fundição, medidas e outras o clima ajuda ou prejudica, se não mais, basta que no custo dá variação. Marcas japonesas, que eu saiba é só em SP. Eles estudam 20, 30 anos, e não fincam prego sem estopa. Quantos anos ficou aquí a TOYOTA ?fabricando utilitários, sem mudar quase nada, para agora jogar no mercado Brasileiro o supra-sumo de sua linha, liderada por um utilitário HILUX… o Carrão chefe. Por estas e outras, agora só uso TOYOTA – COROLLA. ( Tenho um 1999, 180.mi./KM. sem um ruido, parece novo… é uma máquina estupida. Não tem uma pintinha de ferrugem, tudo nele parece mentira. É outra concepção, é muito estudo, muita persistência,muito trabalho… somando tudo isso e mais, o japonez chega e avança.
Do que lí a respeito da GM. me parece que o autor tem bom conhecimento de causa. Parabens.
Tem gente idem o Carlos aí que le o trexo, e rebate com PETETISMO, por acaso já ouviu essa fraza? (BRASIL, UM PAÍS DE TODOS) Como disse aí o kupfer, todos fizeram, mais, ou menos….. Faz muito tempo que o JC passou por aquí e não acredito que estamos vivendo outro JC Nesse terrinha todos passam e tudo passa. Precisa ser coerentes, filósofos o quanto der para se conseguir avaliar cada um em sua época… JÁ NÃO QUISERAM ATÉ TIRAR A COROA DO PELÉ ? Pelé que hoje ainda, valeria a pena colocar ELE(com letraq maiuscula) em campo para animar a garotada, idem fez a França com Zidaene na última copa pp. Cada macaso no seu galho, e a pauta proposta não foi a tua.
Caro(a) Zanella,
Traduza para um português compreensível o seu pensamento porque é impossível entender o que você quis dizer na mensagem acima. Pelé, Zidaene, JC, Petetismo!
Que salada indigesta e confusa!
A começar pela matéria e a seguir os comentários,(se posso qualificar de comentário) não se salvam ninguém.
Um monte de absurdos , bobagens e conversa fiada
O texto mostra a total desinformacao do escritor, que sem ter conhecimentos das transacoes internas da companhia tenta criar um ambiente de tensao e medo.
Caro Jose Paulo
Dizer que os carros GM são relativamente antiquados é uma opinião equivocada, em termos de tecnologia a mesma não deve a nenhuma no mercado nacional, na maioria uzam apenas novos designs , não novas tecnologias , que são duas coisas bem diferentes. Como exemplo a GM do Brasil lançou o motor VHC que é copiado não só pelas nacionais como pelas estrangeiras nos Bicombustíveis (Veiculos Flex). Agora nenhuma montadora nacional é sincronizada com salões de Detroit, Frankfurt e outros , até mesmo porque nosso mercado é cada vez mais popular que tecnológico.
Atenciosamente
Paulo
Conselho ao autor:
Pesquise melhor sobre a GM Brasil e tambem sobre o Mercado Brasileiro de automóveis, a GM não só é a melhor fabricante do país, como possui os melhores modelos, e para conhecimento é um exportador de tecnologia de processos produtivos, e ao contrário da opnião do autor, acredito que podemos desenvolver excelentes veiculos e com tecnologia propria, uma vez que possuimos polos de conhecimento sobre o assunto (FEI e Engenharia Mauá) entre outras, e exportamos esses talentos ano a ano, pois não possuimos mercado para absorve-los.
Quanto a perda de Mercado por parte da GM, se deu não pela falta de qualidade ou de atraso tecnológico, mas sim pela maturidade adquirida pela FIAT que vem aperfeiçoando seus produtos e pela VW e FORD, que finalmente perceberam que o povo Brasileiro é como dito na propaganda dos postos Ipiranga “Apaixonados por carro como todo Brasileiro”, essa frase conota que o Brasileiro, gosta sim de carros, e vem exigindo dos fabricantes produtos de qualidade, o que tornou o mercado mais competitivo e diversificado.
oi paulo sou a valdenira conhecida apenas como valda moro em timon cidadezinha do maranhão, acho que estou no lugar errado,mais sou apenas uma fã enlouquecida da chevrolet especialmente a s10 tenho uma ano 95 e a coisa que mais amo na minha vida,já briguei com muita gente por causa dela,eu a chamo de valente pois ela e muito velinha e eu trabalhei a campanha politica inteira nela carreganda gente pra cima e pra baixo e ela nunca me deixou na maõ,se voce le por favor me responda que na proxima te mando uma foto dela bjos.valda.