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07/03/2009 - 13:16

Tribuna Livre

O fim de semana, para muitos, é mais livre. A Tribuna também está livre no fim de semana. Compareçam.

Autor: José Paulo Kupfer - Categoria(s): Blog Tags:

19 comentários para “Tribuna Livre”

  1. Nelson disse:

    uma pergunta:
    De onde Obama tira tanto dinheiro?

  2. luiz botelho disse:

    Prezado Kupfer e leitores
    Gostaria de fazer um “brain storm”-conforme fazia-se nas discussões estudantis [ com aqueles alunos que queriam realmente aprender e o mestre realmente ensinar ]nas universidades sobre os fatos reais da Sociedade Brasileira em um dado momento histórico e baseado nesta (histórica )Edição da Veja n 10 11/03/2009.Vamos aos pensamentos emitidos por jornalistas em suas reportágens;
    -”Esse é o papel do jornalismo( republicano e cidadâo) , garantir que os cidadãos saibam o que se faz em seu nome e com seu dinheiro ,ser os olhos e os ouvidos da nação e, como resultado disso, um dos esteios da democracia’ pp Carta ao Leitor
    -Sobre os cidadãos Brasileiros : “Vivemos feito bandos de ratos aflitos,recorrendo à droga, à bebida, ao delírio, à alienação e á indiferença , para aguentar uma realidade (polÍtica e cidadã ) cada dia mais confusa (criminosa e impune) pp22
    -”Para resumir, policiais corruptos querem determinados cargos-e pagam por isso-pelo mesmo motivo que políticos do….: para fazer “negócios” muito, muito lucrativos.”(Especialmente com o dinheiro do BNDES para emprendimentos multinacionais) pp73
    -” Covardia. Os arquivos têm documentos com referências até a vida amorosa da ministra…” pp86
    - “…recrutava espiôes com o argumento patriòtico de que eles estavam sendo convocados para uma “missão presidencial”pp87
    - O conceito de “governabilidade”foi interpretado na política brasileira como a necessidade de reservar áreas do governo à livre prática da corrupção”.pp142
    -Conclusão : Será que o Sr Jânio Quadros estava profundamente lúcido ,quando responsabilizou as sabotagens ao seu Governo às forças “ocultas” ? .Sabemos onde tristemente desemboca tais fatos baseados na regra de ouro da impunidade : “Ladrão que rouba Ladrâo tem cem anos de perdâo!, às favas com os interesses da República e dos Direitos Constitucionais dos Cidadãos! “

  3. Carlo Germani disse:

    Re: Nelson 07/3 17:44
    Caro Nelson,
    Obama, o fantoche do momento dos Illuminati, tira dinheiro do
    NADA. O Federal Reserve (banco central dos EUA é uma entidade
    ilegal e privada), empresta dinheiro eletrônico (falso e sem lastro), para o tesouro americano. Quem paga? Os contribuintes,
    com mais dívida no deficit público. Em questão de poucos meses, O FED irá cobrar o juro da dívida com o tesouro, sobre
    US$ 12 trilhões. Neste momento, o tesouro irá rejeitar o pagamento, desmonetarizando o dólar, gerando a maior roubalheira financeira da história. No lugar do dólar ,será lançado
    o Amero, valendo 10 centavos de dólar. Tudo o que estiver atrelado ao dólar, vai virar pó.
    Importante: Onde estão aplicadas as reservas do Brasil ? Em títulos do tesouro americano. Logo, também vão virar pó.
    A China tem um crédito de US$ 3 trilhões com os EUA, em títulos do tesouro, logo, terá a mesma situação.

    Para pensar: ” Se a população do mundo, soubesse como funciona o sistema financeiro (empréstimos de dinheiro falso e sem lastro), haveria uma revolução social imediatamente”.

  4. saldini disse:

    Setembro de 2008 foi um ponto de inflexão no processo recessivo que se iniciara nesse ano nos Estados Unidos: estalou o sistema financeiro e a recessão começou a estender-se rapidamente a nível planetário. Ao mesmo tempo, evidenciavam-se sintomas muito claros de transição global para a depressão e a sua chegada começou a ser admitida em princípios de 2009.

    Agora assistimos a um encadeamento internacional de quedas produtivas e financeiras. Ele é acompanhado por uma mistura de pessimismo e impotência diante da provável transformação da onda depressiva em colapso geral, ao mais alto nível das elites dirigentes.

  5. saldini disse:

    As declarações de George Soros e Paul Volkcker na Universidade de Columbia a 21 de Fevereiro de 2009 assinalaram uma ruptura radical [1] , muito mais séria do que a de Alan Greenspan dois anos atrás quando anunciou a possibilidade de os Estados Unidos entrarem em recessão. Volcker admitiu que esta crise é muito mais grave que a de 1929. Isso significa que a mesma carece de referências na história do capitalismo. O desaparecimento de paralelismos em relação a crises anteriores refere-se também (e principalmente) aos remédios conhecidos. Porque 1929 e a depressão que se seguiu estão associados à utilização com êxito dos instrumentos keynesianos, à intervenção maciça do Estado como salvador supremo do capitalismo. E o que estamos a presenciar agora é a mais completa ineficácia dos Estados dos países centrais para superar a crise. Na realidade, a avalanche de dinheiro que eles lançam sobre os mercados para auxiliar bancos e algumas empresas transnacionais não só não trava o desastre em curso como também está a criar as condições para futuras catástrofes inflacionárias, as próximas bolhas especulativas.

  6. saldini disse:

    Soros, por sua vez, confirmou aquilo que já era evidente: o sistema financeiro mundial desintegrou-se, ao que acrescentou a descoberta de semelhanças entre a situação actual e aquela vivida durante o derrube da União Soviética. Quais são esses paralelismos? Como sabemos, o sistema soviético começou a desmoronar-se em fins dos anos 1980 para finalmente implodir em 1991. O fenómeno foi geralmente atribuído à degradação da sua estrutura burocrática o que o tornava em princípio intransferível para o capitalismo que também alberga uma vasta burocracia (ainda que não hegemónica como no caso soviético). Mas existe um processo, uma doença que não é património exclusivo dos regimes burocráticos, que se desenvolveu no capitalismo tal como nas civilizações anteriores à modernidade: trata-se da hipertrofia parasitária, do domínio esmagador de formas sociais parasitárias que depredam as forças produtivas até um ponto tal em que o conjunto do sistema fica paralisado, não pode reproduzir-se mais e finalmente morre afogado no seu próprio apodrecimento.

    Ao longo do século XX o capitalismo impulsionou estruturas parasitárias como o militarismo e sobretudo as deformações financeiras que marcaram a sua cultura, seu desenvolvimento tecnológico, seus sistemas de poder. As últimas três décadas assistiram à aceleração do processo — adornado com o discurso da reconversão neoliberal, do reinado absoluto do mercado. Talvez o seu ponto mais alto tenha sido alcançado durante o último lustro do século XX, em plena expansão das bolhas bursáteis e quando o poder militar dos Estados Unidos parecia ser imbatível.

    Mas na primeira década do século XXI começou o desmoronamento do sistema. O Império afundou no pântano de duas guerras coloniais, sua economia degradou-se velozmente e bolhas financeiras de todo tipo (imobiliárias, comerciais, de endividamento, etc) povoaram o planeta. O capitalismo financiarizado havia entrado numa fase de expansão vertiginosa esmagando com o seu peso todas as formas económicas e políticas. Em 2008 os Estados centrais (o G7) dispunham de recursos fiscais num montante da ordem de 10 milhões de milhões de dólares contra 600 milhões de milhões em produtos financeiros derivados registados pelo Banco da Basiléia (BIS), ao que é necessário acrescentar outros negócios financeiros. Segundo alguns peritos, actualmente a massa especulativa global supera os 1000 milhões de milhões (cerca de 20 vezes o Produto Bruto Mundial).

  7. saldini disse:

    Essa montanha financeira não é uma realidade separada, independente da chamada economia real ou produtiva. Foi engendrada pela dinâmica do conjunto do sistema capitalista: pelas necessidades de rentabilidade das empresas transnacionais, pelas necessidades de financiamento dos Estados. Não é uma rede de especuladores autistas lançados numa espécie de auto-desenvolvimento suicida e sim a expressão radicalmente irracional de uma civilização em decadência (tanto a nível produtivo como político, cultural, ambiental, energético, etc). Há mais de quatro década o capitalismo global com eixo nos países centrais suporta uma crise crónica de superprodução, acumulando sobrecapacidade produtiva perante uma procura global que crescia mas cada vez menos. A droga financeira foi a sua tábua de salvação, melhorando lucros e impulsionando o consumo nos países ricos, ainda que a longo prazo tenha envenenado totalmente o sistema.

    Foi posto em moda lançar a culpa da crise nos chamados especuladores financeiros. Segundo nos explicam altos dirigentes políticos e peritos mediáticos, as turbulências chegarão ao seu fim quando a “economia real” impuser a sua cultura produtiva submetendo às regras do bom capitalismo as redes financeiras hoje fora de controle. Contudo, em meados da década actual, nos Estados Unidos mais de 40% dos lucros das grandes corporações provinha dos negócios financeiro [2] . Na Europa a situação era semelhante. Na China, no momento do maior auge especulativo (fins de 2007), só a bolha bursátil movia fundos quase equivalentes ao PIB desse país [3] , alimentada por empresários privados e públicos, altos burocratas, profissionais, etc. Não se trata por conseguinte de duas actividades, uma real e outra financeira, claramente diferenciadas, e sim de um só conjunto heterogéneo, real, de negócios. É esse conjunto que agora está a desinchar velozmente, a implodir depois de haver chegado ao seu máximo nível de expansão possível nas condições históricas concretas do mundo actual. Sob a aparência imposta pelos meios globais de comunicação de uma implosão financeira que afecta negativamente o conjunto das actividades económica (algo assim como uma chuva tóxica a atacar as pradarias verdes) surge a realidade do sistema económico global como totalidade a contrair-se de maneira caótica

  8. saldini disse:

    As declarações de Soros e Volcker foram efectuadas poucos dias antes de o governo norte-americano ter dado a conhecer os números oficiais definitivos da queda do Produto Interno Bruto no último trimestre de 2008 em relação a igual período de 2007: a primeira estimativa oficial que fixara a referida queda em 3,8% verificou-se ser uma mentira grosseira. Agora verifica-se que a contracção chegou aos 6,2% [4] — isso já não é recessão e sim depressão. O Japão por sua vez teve no mesmo período uma descida do PIB da ordem dos 12% e em Janeiro de 2009 as suas exportações caíram 45% em comparação com o mesmo mês do ano anterior [5] . Na Europa a situação é semelhante ou talvez pior. Após o derrube financeiro da Islândia, a ameaça da bancarrota económica em vários países da Europa do Leste como a Polónia, Hungria, Ucrânia, Letónia, Lituânia, etc, ameaça de maneira directa os sistemas bancários credores da Suíça e da Áustria, que poderiam fundir-se como o da Islândia. Enquanto isso, os grandes países industriais da região, como Alemanha, Inglaterra ou França, vão passando da recessão à depressão. Os prognósticos sobre a China anunciam para 2009 uma redução da sua taxa de crescimento à metade do de 2088. Suas exportações de Janeiro foram 17,5% inferiores às de Janeiro do ano anterior [6] . Esta brusca deterioração do centro vital do seu sistema económico não tem perspectivas de recuperação enquanto durar a depressão global, pelo que o seu ritmo de crescimento geral continuará a descer.

    Que Soros e Volcker abram a expectativa de um colapso do sistema económico mundial não significa que o mesmo se produza de modo inevitável. Afinal de contas, uma das principais características de uma decadência civilizacional como a que estamos a presenciar é a existência de uma profunda crise de percepção nas elites dominantes. Contudo, a acumulação de dados económicos negativos e a sua projecção realista para os próximos meses estão a indicar que a grande catástrofe anunciada por eles tem probabilidades de realização muito altas. Para esse desenlace contribuem a impotência comprovada dos supostos “factores de controle” do sistema (governos, bancos centrais, FMI, etc) e a rigidez política do Império. Ao ampliar, por exemplo, a guerra no Afeganistão — preservando assim o poder do Complexo Industrial Militar, gigante parasitário cujos gastos reais actuais (aproximadamente pouco mais de um milhão de milhões de dólares por ano) equivale a 80% do défice fiscal dos Estados Unidos.

    A estes sintomas económicos e políticos devemos acrescentar a crise energética e alimentar dela derivada, que certamente voltarão a manifestar-se mal se detenha o processo inflacionário (e talvez antes). Tudo isso num contexto de crise ambiental que passou a ser um factor actual de crise (já não é mais uma ameaça quase intangível localizada num futuro longínquo). E por trás dessas crises parciais encontramos a presença da crise do sistema tecnológico moderno, incapaz de superar – como componente motriz da civilização burguesa – os bloqueios energéticos e ambientais criados pelo seu desenvolvimento depredador.

  9. saldini disse:

    A desintegração-implosão do sistema global não significa a sua transformação num conjunto de subsistemas capitalistas ou blocos regionais com relações mais ou menos fortes entre si, alguns prósperos, outros declinantes (a unipolaridade estado-unidense convertendo-se em multipolaridade, “disjunção” ordenada em torno de novos ou velhos pólos capitalistas). A economia mundial está altamente transnacionalizada, forma um denso emaranhado de negócios produtivos, comerciais e financeiros que penetra profundamente as chamadas “estruturas nacionais”, investimentos e dependências comerciais atam-nas de maneira directa ou indirecta aos núcleos decisivos do sistema global.

    Em termos gerais, para um país ou uma região, a ruptura dos seus laços globais ou o seu enfraquecimento significativo implica uma enorme ruptura interna, o desaparecimento de sectores económicos decisivos com as consequências sociais e políticas que daí decorrem.

    Além disso, até agora o sistema global estava organizado de maneira hierárquica tanto no seu aspecto económico como político-militar (unipolaridade) devido ao fim da Guerra Fria e da transformação dos Estados Unidos no senhor do planeta. Não só no espaço de concentração das decisões comerciais e financeiras (isso já ocorria há mais de seis décadas) como também das grandes decisões políticas.

    O afundamento do centro do mundo [7] em meio à depressão económica internacional significa o desencadear de uma cadeia global de crises (económicas, políticas, sociais, etc) de intensidade crescente.

    Recentemente Zbigniew Brzezinski pôs de lado as suas tradicionais reflexões sobre política internacional para alertar acerca da possibilidade de agravamento dos conflitos sociais dentro dos Estados Unidos que, segundo ele, poderia derivar em distúrbios violentos generalizados [8] . Por sua vez, e a partir de uma perspectiva ideológica oposta, Michael Klare descreveu o mapa dos protestos populares que atravessa todos os continentes, países ricos e pobres, do Norte e do Sul, iniciados em 2008 como consequência da crise alimentar num amplo leque de países periféricos mas que começam a desenvolver-se globalmente em resposta ao agravamento da depressão económica [9] : a multiplicação de crises de governabilidade aguarda-nos a curto prazo.

    A hipótese da implosão capitalista abre o espaço para a reflexão e a acção quanto ao horizonte pós capitalista, onde se misturam velhas e novas ideias, ilusões fracassadas e densas aprendizagens democráticas do século XX, travões conservadores legitimando ensaios neocapitalistas e visões renovadas do mundo a pressionar grandes inovações sociais.

    A agonia da modernidade burguesa com os seus perigos de barbárie senil — mas ruptura de bloqueios ideológicos, de estruturas opressivas e de esperança na regeneração humanista das relações sociais.

  10. saldini disse:

    Da uma idea do esta por vir

  11. Acho que o Saldini está psicografando. Que entidade será que baixou nele?

  12. nelson emanuel levy disse:

    Gostaria de ouvir dos jornalistas e comentaristas econômicos sobre a razão da monopolista Petrobrás, sem qq razão plausível e na contra-mão do mundo inteiro, não baixar os preços dos combustíveis e derivados do petróleo, já que os preços internacionais dessa comoditie caiu de US$150 para US$45 o barril . A Petrobrás está a favor ou contra o Brasil?

  13. José Paulo Kupfer disse:

    Nelson,

    Não sou procurador da Petrobras, muito ao contrário. É claro que com preços mais baixos dos derivados, a margem de redução de custo da economia como um todo cairia – o que, se não resultasse em redução de preços geral dos produtos e serviços, melhoraria a margem de luvcro geral, com vantagens futuras também gerais, se pelo menos uma parte dos ganhos fosse reinvestida.

    Agora, a bem da justiça, dê uma olhada nos aumentos de preços dos derivados durante o período de explosão especulativa dos preços do petróleo. A Petrobras aumentou seus preços na proporção do aumento do insumo, como você quer que ela faça agora na baixa?

    Tire uma média dos dois lados da moeda e volte com a resposta à sua pergunta.

    Abrs.

  14. saldini disse:

    Ola
    Meu caro Francisco Rypl
    E uma reportagem do propio IG :Os dados mais recentes sobre o desempenho da economia brasileira surpreenderam até os pessimistas. Agora, eles não só dizem que aumentou a possibilidade de que o Brasil enfrente uma recessão técnica este ano (dois trimestres seguidos de recuo do Produto Interno Bruto, o PIB), mas também já falam que 2009 pode ser um ano de estagnação ou até retração na economia.

  15. luiz botelho disse:

    Prezado Kupfer e comentaristas
    Penso ainda que assuntos relativos a Defesa Militar do País são de certa relevância para ser únicamente deixado na mâo dos Oficiais Generais . Sabemos que todo planejamento militar sempre se faz através de parametros realìsticos (históricos , políticos ,tecnologia possível,etc…). Forças Armadas de um País em princípio, são constituidas para cumprir com um papel e não representar papéis irrealísticos. Dentro destas premissas , parece um absurdo esqucer que o único cenário militar de defesa real é aquele relacionado as Fronteiras Terrestres Internas Continentais : é preciso aplicar o parco dinheiro alocado as necessidades de Defesa Militar, a imediata Transferência de Forças Terrestres , junto com as unidades de apoio (cavalaria Blindada e Aero-Transportada, Artilharia Anti-Aérea, Depósitos de Munições, Construçõesde Quartéis,etc..) ao front interno . Acho que esta patética estratégia de copiar a estruturação das Forças Armadas Americanas -em número extremamente reduzido-; um erro grotesco .Vejamos : Ainda penso-como cidadão não-especialista sobre o tema-; que o Corpo de Fuzileiros Navais Brasileiros,deveriam ser incorporados como uma moderna divisão anfíbia as forças terrestres e não ter um caráter de forças invasivas terestres como o USS Marines!. É um total absurdo-em minha opinião de não-especialista; se ter um grupo de aviação torpedeira (menos de 20 aviões!) fora da Força Aérea Brasileira ! , como não é feito na Marinha dos USA -onde os aviões da marinha (centenas de intruders e centenas de F-14) pertencem aos Marines e tem um caráter únicamente invasivo!.Ainda é mais contra-producente no cenário militar Latino Americano, responder as palhaçadas de um ditador que grotescamente compra aviôes modernos de caça dos Russos , mas sendo pilotados por Pilotos-que do ponto de vista de habilidades ,provavelmente seriam melhor aproveitados militarmente nos Tucanos e SuperTucanosBrasileiros!.Seria melhor comprar caças usados e que a FAB conheçe bem (F-5, Sky Hawkings, Mirrages,etc) e ter a competencia para fazer os devidos Updates no Brasil e com tecnologia dominada e a um preço certamente muito menor do que literalmente “jogar fora” U$ 2,5 bilhões , dinheiro este que poderia ser efetivamente utilizados nas fronteiras internas ( do Oiapoque ao Chuí – maisde 4.000km de fronteira contínua!) . Hoje a tecnologia stealth (caças Predators, Tornados , Sea Harries,etc ) inutiliza qualquer estratégia de caçãs não stealths em pequeno número para dominar o espaço aéreo de qualquer conflito militar (Relembremos que Saddam Hussein enviou todos os seus caças modernos ao Irã ,antes dos conflitos do Golfo , para que não fossem aniquilados nos primeiros minutos do conflito! ). Quanto a tecnologia de submarinos nucleares de gerações antigas , a história das MarinhasRussa ,Americana, Inglesa ,Francesa, é cheia de desastres ecológicos ainda mantidos em segredo da opinião pública.

  16. saldini disse:

    O meu estimado luiz botelho
    Tudu o equipamento militar indicado por vc e material obsoleto que nada tem a agregar a defensa de um pais e com respecto a sua ironia com venezuela os aviones que eles tem som de uma tecnologia avançada e o piloto e um auxiliar na hora do combate pois ele fas quasi tudu ( por fabor se vc nou entende nou fale besteira ta ) e chaves compro o sistema anti aereo M1 da rusia se vc entende alguna coisa de armamento notara a diferença
    Latino americano tem que se unir e nou ficar latendo como cachorro da um tempo que vc nou e americano e ne europeo vc e latino americano e vc deveria ter orgulho de serlo

  17. luiz botelho disse:

    Meu Caro Saldani
    Esta propaganda de que a Venezuela é o militarmante “forte” é só para fazer os outros Países da America Latina gastarem fortunas em uma corrida armamentista sem objetivo militar definido e com material bélico comprado (quando novo!) a preços exorbitantes ! e em números Rídicularmente reduzidos e ineficientes em relação ao cenário latino americano, além de não passarem corretamente a tecnologia. Esta confiança “cega” na tecnologia militar convencional Russa que é posta a venda a terceiros ,tem uma história no século 20 cheia de problemas ( veja os Migs !-Coréia, Vietnam. Iraque, Líbia.etc…).A propósito, é uma palhaçada achar que caças modernos são robos em que o adestramento e as habilidades dos pilotos não contam. Se fosse o caso ,bastava colocar nas cabines de pilotos decombate destes caças modernos, Chimpanzés adestrados ou comentaristas “Latrino-Americanos Bolivaristas” para atacar a quarta frota dos USA ! . Outra coisa , é um mito que a Russia tem um sistema de defesa anti-aéreo infalivel, por causa do abate do U-2 americano na guerra fria. A potencia militar Russa é somente respeitada pela sua força de suas devastadoras armas nucleares táticas e estratégicas em submarinos, misseis balìsticos móveis e fixos, etc..( lembre-se do Afganistão.nos anos 80 e dos Talibãs à época-incluindo os comandos do BinLaden). O único problema em um confronto real seriam aqueles Pilotos do Primeiro mundo mercenários e que são contratados para o combate , como provavelmente ocorreu nas Malvinas em relação ao único ataque de sucesso da aviação argentina.,depois da desmoralização total da Marinha Argentina por um único torpedo Tiger fisher no costado do Cruzador Belgrano!.

  18. saldini disse:

    Meu estimado luiz botelho

    eu fico asombrado com o seu preconsentos e aire de sabelotudu de nada eu daria um conselho pre vc se informe melhoe antes de falar bobaxem pois e qualquem um fala besteira sem saver o que fala ta ( va vc a se informar um poco e utiliza a internet pra vc se ilustrar pois falar aborinha nou resolve ta pase bem

  19. luiz botelho disse:

    Prezado Saldini
    Eu fico mais assustado com o seu comportamento intelectualmente fraco e que tanto reflete a estulta , arrogante e desatrosa formação intelectual dos toscos-que lêem mas não entendem e somente “ilustram-se” nas sinopses da Internet.e que teimam em não apontar as- caso existentes- falhas nos argumentos apresentados! (ou será que você é Francês, Americano , Sueco ou Russo?) . Para se dialogar e debater-se civilizadamente e produtivamente, faz-se sempre necessário argumentos , e não grunhidos , urros e flatulências para desqualificar o outro debatedor! .

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