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26/12/2008 - 14:42

A mesma história, conclusões divergentes

Destaquei, na véspera do Natal, com o título “O Brasil em movimento”, alguns depoimentos pessoais enviados a propósito do texto “A nova classe média”, publicado na segunda-feira. Nos comentários ao post dos depoimentos, foram enviados novos depoimentos pessoais.

Considerei dois desses novos depoimentos muitíssimo interessantes. Ambos narram experiências pessoais de vida, com foco na luta pelo progresso material pessoal e familiar. E, partir da rica experiência pessoal de cada um, os dois leitores extraem lições que dão forma a conclusões, digamos, políticas e “sociológicas”.

O mais interessante de tudo é que, partindo de uma história pessoal semelhante, Flavio Correa e Afonso Sena chegam a conclusões bastante divergentes.

Aí estão os depoimentos e as conclusões de cada um, para ajudar cada um de nós a encontrar, reforçar ou modificar as nossas próprias conclusões.

 * * *

Enviado por: flavio correa
 
Gosto de debates e trocas de idéias. Mas tenho de avisar: sou anti-esquerda.
Vim de família humilde, mas digna. Digna apesar de meus pais não terem o 1º grau completo e meu pai ser alcoólatra. Mudaram para Brasília para construir a cidade (1957) e o próprio futuro, sem esperar nada de ninguém.

Decidiram ter apenas um filho para poder criá-lo com dignidade. Cresci num bairro simples; meus amigos eram ladrões, drogados, não gostavam de estudar, só de beber … como os que hoje querem concorrer com os MEUS filhos.

Minha mãe cursou o supletivo à noite, 1º e 2º graus. Com isso pôde fazer concurso público e melhorar a renda familiar. Aguardaram eu completar 18 anos para fazer o desquite; minha mãe optou por não pedir pensão, viver com dignidade própria e preservando a renda e dignidade de meu pai.

Se alguém me invejar por hoje ser funcionário público e ganhar bem, leia a receita acima e suas entrelinhas: dignidade, não depender de nenhum governante nem de nenhum santo milagreiro, muito estudo e trabalho honesto.
Infelizmente não é isso que a grande massa quer. Querem bolsa-isso, bolsa-aquilo, tudo na mão e sem esforço. Isso é preguiça.

Querem cotas para quem é negro, para quem se diz índio, para quem acha que é pobre … isso é auto-discriminação piegas, lei do menor esforço. Seus diplomas deveriam trazer a anotação: “Admitido na faculdade através do expediente de cotas para …”.

Considero-me classe média, apesar de alguns critérios oficiais me incluírem no sopé da classe alta (se é que isso existe).

Classe média porque tenho minhas necessidades básicas atendidas; quando puder atenderei aos meus anseios supérfluos, sem pensar nem olhar pros lados.

Quem me olhar com inveja ou ódio social, que vá culpar seus pais que tiveram tantos filhos, que ponha a mão na consciência e lembre quantas aulas gazeou pra jogar bola ou namorar ou beber ou brigar ou simplesmente poder dizer com orgulho besta “ee estou matando aula”.

Se eu estudei mais, se eu trabalhei mais, se eu tive mais sorte na vida … e com tudo isso formei um patrimônio, esse patrimônio É MEU.

Não vou dividi-lo com preguiçosos, filhos largados de vagabundos e inconseqüentes, com babacas que acham que infringir as leis e códigos morais da sociedade em que vivem é ‘o maior barato’.

* * *

Enviado por: Adolfo Sena
 

Algumas colocações feitas em alguns comentários acima me deixam estarrecido mas não surpreso (uma vez que a internet ainda é um reduto de nossa elite egocêntrica e corrupta). Permita-me contar resumidamente a história de minha ascenção social.

Sou Engenheiro Eletricista, fiz mestrado e estou concluindo o doutorado. Atualmente trabalho em uma importante estatal de geração e transmissão de energia elétrica. Minha renda bruta é de R$ 5.200,00 e da minha esposa é em torno de R$ 3.000,00 o que resulta em uma renda familiar bruta de R$ 8.200,00. Grande parte da nossa renda familiar é comprometida com ajuda aos nossos pais e irmãos.

Meu pai estudou até a quarta série do primário e minha mãe nunca frequentou uma escola. Meu pai tinha um bar e o plano dele para o meu futuro era tocar este bar e, portanto, estudo era algo desnecessário. A minha mãe pensava de forma totalmente oposta. Ela dizia: “Não pude estudar, mas meus filhos vão todos se formar” e foi o que ocorreu.

Para que eu estudasse, eu e minha mãe vendíamos pasteis, vendíamos jaca na janela de casa, minha mãe lavava roupa para fora, etc. Além de todas estas tarefas, minha mãe era obrigada a trabalhar feito uma louca no bar do meu pai.

Sempre estudei em escola pública, quando fui para o ensino médio (em uma escola pública) em uma época em que a secretária de educação do estado era a senhora Terezinha Gueiros e ela havia introduzido o convênio nas escolas do estado o que melhorou consideravelmente a qualidade do ensino. Como conseqüência disso a taxa de aprovação das turmas do convênio nas escolas públicas foram muito altas, em especial na minha, portanto, graças a uma decisão de governo, algumas gerações de jovens foram salvas, inclusive a minha.

Ao entrar na universidade, tive muita dificuldade, pois os livros eram caros e a biblioteca estava sucateada (vivíamos na era Itamar e FHC), não tinha dinheiro para comprar os materiais didáticos necessários, etc. Eu corria o risco de ser um estudante medíocre. No entanto eu tinha a ajuda da minha mãe. Eu e ela vendíamos jaca para comprar ao menos os cadernos e alguns livros.

Aí eu descobri uma tal de “Iniciação Científica” em que o aluno participante pode realizar pesquisas em laboratórios e, desta forma, ganhar experiência e, principalmente, ter um computador a disposição, outra coisa legal era uma ajuda de custo (uma bolsa) de um salário mínimo, ao conseguir esta bolsa, já não precisava mais vender jaca ou qualquer outra coisa, passei a comprar meus livros e até dar dinheiro para minha mãe! Agora era irreversível, eu ia conseguir me formar e ser um Engenheiro Eletricista.

Portanto, meu sucesso se deve aos seguintes fatores:

1) Uma mãe (família) que incentive;
2) Vontade de progredir através do estudo;
3) Políticas públicas que melhorem a qualidade do ensino médio público (convênio pré-vestibular em escolas públicas);
4) Uma ajuda de custo (ou transferência de renda, bolsa de iniciação científica, etc.).

O que depende dos governos são os itens 3) e 4). Infelizmente, o item 3 depende dos governos estaduais que estão na mão de quadrilhas que só pensam em roubar o dinheiro público. O item 4 o governo Lula equacionou com o bolsa família para alunos que estão no ensino fundamental, já existem mecanismos para os alunos do ensino superior em universidades públicas, falta para os alunos do ensino médio. Devido ao problema do item 3) o governo Lula foi obrigado a criar as cotas para alunos de escolas públicas.

Após a conclusão dos meus estudos, as portas da classe média se abriram para mim, dizem até que pertenço à classe dos ricos!

O estudo é a única forma que lhe garante ascensão social, desde que ele seja levado a sério.

Autor: José Paulo Kupfer - Categoria(s): Blog Tags:

112 comentários para “A mesma história, conclusões divergentes”

  1. Zig disse:

    A doutrinação escolar é pior das ignorâncias.
    Partindo do princípio de que só é gente quem frequentou escolas.
    De quê adianta frequentar cuso médio e superior sem aprender nada.
    Manter um ponto de vista mesquinho e raivoso como aquele que vimos aqui?
    Será que passar em concurso público significa algum tipo de cultura superior?

    O mundo de hoje precisa mais de pessoas sociáveis doque de estudocratas improdutivos, até porque as melhores idéias do mundo surgiram de pessoas menos prepotentes e menos egocentricas.

  2. Pedro disse:

    Seu fosse um neo liberal, diria que mesmo com toda esta indignação anti esquerda, o Sr. Flavio é um explorador da sociedade, um funcionário público. Se vc fosse tão bom qto acha, estaria em uma empresa privada. Portanto, trata-se de um incompetente sugador do dinheiro público.
    Mas, não sou neo liberal. Portanto, Sr. Flávio seja mais modesto e abra o seu coração. As histórias são diferentes. Nunca precisei de bolsas, mas, o efeito cascata que elas exercem na economia não pode ser desprezado.
    Feliz 2009 para todos.

  3. Guido disse:

    O sr. Flavio Correa está completamente certo!!! Como ele, todos que não tiveram bolsas isto ou aquilo e que conseguiram, mediante esforço e tenacidade, merecem muitos aplausos. Não é possível que as pessoas esperem que o “governo” lhes de tudo o que precisam, é necessário que essas vão a luta para terem o necessário para sí. O dinheiro dos impostos deve servir, unicamente, para garantir a saúde, a educação, a segurança e para investimentos que melhorem a capacidade do Brasil em se desenvolver. Chega de bolsas isto ou aquilo, as pessoas devem buscar por sí mesmas aquilo que desejam.

  4. Jair Lenzi disse:

    Os exemplos citados acima, bem como a maioria dos comentários tem em si a cunha de colocar numa mesma sacola o que ocorreu com os dois , comparativamente ao que acontece ou aconteceu aos que comentam. Pode ser bom ou ruim. Mas de um modo geral é muito estreito para se considerar ambos como válidos para uma demonstração clara do que esse país precisa além de alguém disposto a comentar sua vida e enfrentar as muitas críticas. Esse país é ainda constituído de um povo sério, que ainda acredita em ser honesto e, lutar para avançar para uma vida melhor. Mas infelizmente se dão bem, e, unicamente eles, os que de algum modo conseguem se aproximar de algum favor do estado, quando o estado existe exatamente para o favor de todos. Em maior ou menor grau somos agredidos por um estado leniente com os mais fortes, pois quem gere o estado não se dá conta de que tem um emprego temporário concedido pelos cidadãos que neles acreditam, e, invariavelmente acabam perdendo de algum modo, pois o eleito cuida de seus interesses mais imediatos e dos que já se estabeleceram anteriormente, garantindo-lhes sempre regalias, favores, concessões, para em termos santos explicar a sociedade se assim não fizerem não governam. Isso não é verdade. Falta ao cidadão que assumiu um emprego desses temporários – 4 anos, se não acrescentarem mais por suas conveniencias imediatas – terem colhões, como se diz no sul, para fazerem o que for necessário, ou o menos aquilo que acreditam e venderam aos que votaram nele. Afora isso é a enganação de sempre, onde se tem mais ou menos privilegiados. Apenas e nada mais que isso. Porque um senador ou deputado que deseja concorrer a uma eleição municipal e perde, pode tranquilamente retornar ao berço de onde saiu. Acho que podem concorrer a outros cargos, mas se perdeu é RUA, o lugar onde deve instalar sua barraca, e não retornar aos braços de morfeu. Perdeu, seguramente porque não cumpriu na função anterior o que havia prometido. Portanto deveria ser seifado. Somente isso e ponto. Afinal o que acontece com um funcionário que não cumpre regularmente sua função: atrapalha o progresso dos demais, intoxica o ambiente com suas safa-sutilezas, até que o patrão o demite e ainda se submete aos rigores das leis do trabalho, pois sempre encontram algo do que reclamar nesse emaranhado de leis e arranjos jurídicos. Mas ao menos está na RUA, com tempo pra pensar no que fez – ou deixou de fazer. Tem todo o tempo do salário desemprego para procurar outra ocupação, mas está na RUA. Uma linguagem simples que todos os que precisam se sustentar sabem como funciona. Agora quem deveria ser exemplo, ser cobrado a devolver o que se paga a eles para prover o país de melhorias, esses estão a salvo dessas agruras e, se agruras vierem dirão que o povo é ingrato. Como pode o mais humilde acreditar ou continuar acreditando quando sabe que um tribunal superior cassou o mandato de um governador e esse tribunal não era tão superior assim, ou o interesse superior eliminou o castigo que o tribunal superior impos. Ou seja, decididamente não vale a pena ser apenas honesto, vender a idéia de conseguir as coisas com honestidade,há que se exigir honestidade em todos os níveis, e quando um tribunal superior julga – todos tem direito a defesa plena – e o julgado não dá em nada, há que se reavaliar até mesmo se honestidade representa o que o nome sugere, ou essa metamorfose ambulante, já confundiu seus efeitos para honestidade de mais ou menos, ou temos outro tipo de honestidade: a que convém.
    Se isso não muda, o resto é puro discurso de intelectual procurando com palavras bem elaboradas dizer que afinal honestidade, ao menos nesse país não existe, e, não há então porque persegui-la ou orgulhar-se dela. Afinal: Sem colhões, não há soluções – apenas pra rimar.
    Tenham um feliz 2.009, e que apareça alguém que os tenha e não se esconda no não sei, não vi, não escutei, pois isso escracha com a pouca honestidade com que ainda pretendemos fazer uma país melhor.
    E, viva Daniel Dantas e o Sr.Gilmar Mendes que do alto de sua incontestável honestidade, seguramente tiveram um natal melhor que o da maioria da nação. Afinal quem não concorda com isso só resta ter colhões para enfrentar mais um ano. Jair

  5. José Paulo Kupfer disse:

    José Paulo Kupfer deve ser gordinho gostoso em , abraços Paulo, ass: Ivo

  6. J L disse:

    Prá passarmos a contar estórias sob outro angulo, eu proponho a criação de mais 2 Leis, já que nós temos poucas por aqui:
    1) Lei do salário-camisinha :
    Toda a mulher que se declarar POBRE e tiver UM ÚNICO FILHO passa a receber do Governo 1 salário mínimo, sob as seguintes condições:
    Estar legalmente CASADA e o registro do NASCIDO deve constar a paternidade.
    Lógica da coisa : por R$ 60 essa gente abre as pernas e multiplica a miséria. Por 400 talvez fechem, se não foi possível educá-los talvez compremo-lhes o juízo.
    Dessa forma, um garanhão não pode sair fazendo filho em todas, afinal, ao registrar em seu nome assume o compromisso da pensão. Vai estar casado e não poderá se casar com outra. Dessa forma, quem sabe, a miséria não pára de se multiplicar.
    Tempos difíceis, né não Kupfer ??!

  7. Inicialmente gostaria de mencionar o prazer de interagir com esta importante coluna que divulga reflexões e posicionamentos de pessoas ilustres e, também de cidadãos comuns, assim como eu. Concordo, quase inteiramente, com o primeiro comentário, em que o Senhor critica, veementemente, a política assistencialista e retrógrada , que lamentavelmente é dirigida pelo governo Lula. Bolsa isto, bolsa aquilo, política de cotas raciais, de cotas sociais… Estas manobras, de cunho nitidamente eleitoreiro, apenas estatuem a miséravel incompetência nacional de atacar o problema em sua gênese, a desprezível política educacional (?) que se mostra historicamente incapaz de tornar a escola uma instituição competente, agradável, contextualizada e competitiva com as demais da iniciativa privada. Chega a ser ridícula a iniciativa do governo Federal de distribuir um notebook para cada professor, e outro para a Escola, mantendo o status daqueles de indivíduo de baixa renda, pouca formação complementar, baixa auto estima, enfim, um cidadão de segunda categoria que não desfruta dos mesmos privilégios, alegrias e confortos daqueles profissionais de outras áreas. Quanto às escolas públicas? fato que todos conhecem, prédios destruídos, bibliotecas ultrapassadas, métodos de ensino centrados apenas nos conteúdos. Em outras palavras, assim como a conhecida “indústria da sêca”, passamos a vivenciar a “indústria da educação”, onde, em ambas, a “vontade política” é apenas manifestação pueril, sem qualquer compromisso com a melhoria da qualidade do ensino, da educação, da vida dos brasileiros. Tenho 47 anos, graduei-me aos 24, conseguindo o curso de mestrado somente aos 40, quando ingressei como professor do ensino superior e, com muita tristeza, não observo qualquer perspectiva em meus alunos. Alguns sequer sabem o que estão fazendo ali, grande parte não consegue elaborar um texto, mas quase todos concordam que: “o Brasil é um país de todos”, “gosto de levar vantagem em tudo, certo?”; “com o jeitinho brasileiro vai que dá”; e “sabe como é o Brasil, né?” até Deus é brasileiro”.
    Onde começa tudo isso?
    prof Paulo Henrique Ribeiro
    phestacio@ig.com.br

  8. João disse:

    O Sr. Flávio não viveu a grandiosa experiencia de ter irmãos, de ter enfim uma família… E se revela preconceituoso desde cedo ao generalizar que seus amigos eram ladrões, drogados, etc… E o preconceito o acompanhou pela vida,a ponto de querer discriminar os alunos advindos de cotas com inscrição na matricula… Para ele eu digo: Caro Sr. Flávio: ninguém é uma ilha… Vivemos em sociedade…
    Para o leitor França, um esclarecimento: O Bolsa escola, projeto de lei original da lavra do deputado do PT gaúcho Paulo Paim, foi adotado pela primeira vez pelo Governador do Distrito Federal Cristovam Buarque, na época também no PT. Da mesma forma que o Plano Real é uma criação do Governo Itamar Franco, na época no PL (o mesmo do José Alencar), a Bolsa Escola não é criação do Fernando Henrique e muito menos do PSDB… (Sociollogia é ciência humana e não exata – Sociólogo não cria Plano Econômico)…

  9. João disse:

    Para o Sr. Flávio e outros que insistem em dizer que o Lula só tem o primário… Assim com a mãe do Sr. Flávio, o presidente Lula também fez o supletivo, ela do primeiro e segundo grau, ele somente o do segundo grau… Eu tenho graduação em direito, mas também completei o segundo grau através de supletivo, em 1974, então com 21 anos… O que o Presidente Lula chamava-se Madureza, que era o nome do Supletivo nos anos 60, também com 20 e poucos anos.

  10. O Crítico disse:

    Pra começar, este Fabio é doente. Seriamente doente.
    Mas será que é Fabio mesmo? Ou será Flávio, ou Flávia…
    Tranparente pra caraca, hein, doente?
    Pois é, otário, eu vou me revelar: O Crítico é o “nick” de Luis Ignácio Lula da Silva, o seu patrono, sim, sou eu, o teu Presidente!
    Valeu, companheiro, gosteu do que escreveu sobre mim!
    LOVE,
    Presidis
    PS: dá uma passadinha lá no Alvorada depois das 6. Vou deixar teu nome na portaria.
    PS: a ABIN descobriu que o nome do O Crítico é Roberto, mas pode ser Joaquim…ou será que é Fábio também? Transparente pra caraca, hein doente?!

  11. fábio disse:

    …Caro,…………………………….” CRETIniCO..”….!?……………………..das
    ………………………………………………………………………………………………………..
    ………………………………………………..23:38
    …………………………………………………………………………………………………………….
    …………………………..Tente,….pelo menos,……escrever,.
    ………………………………………..”CoisacomCoisa,…
    ……………………………………………………OK.??
    ……………………………………………………………………………………………………………..
    ……………………………..Não adianta entrar aqui,….e ……………………………………………….agredir,……………………………..
    ……………………………………………………………………………………………………………..
    …………..Xingar,…maledizer,………………….demonstrar toda sua
    …………………………………………… grosseria
    ,……………………………baixeza,….estupidez e burrice..
    …………………………………….ao mesmo,…tempo..!!!
    …………………………………………………………………………………………………………
    ….Os demais bloguistas,…percebem,…tudo isso,…em vósso,…..
    ……………………………………….” CARÁTER..”….!!……………………………………
    ……………………………………………………………………………………………………….
    …………..Quanto a meu nóme,….é mesmo,…FÁBIO….ok?!…….
    ………………………………………………………………………………………………………..
    ……………..Não estou usãndo,…um “nick..”,….como você,….
    ………………………………………….e tá na cara,..
    ……………………………………….que você não é o
    ……………………………………… presidente LULA,..
    ………………………………………………….pois,
    …………………………………….ele é HOMEM,…..com H,…………
    ………………………………………..e não um vérminho
    ……………………………….covarde como você,..beleza..???
    ……………………………………. Que não tem capacidade
    ………………………………………………..nem prá sê
    …………………………………………………. ASSUMÍ,…..
    ………………………………………………NA INTERNÉT..!
    ………………………………………………………………………………………………………..

  12. Cleide Faccenda disse:

    Vamos todos trabalhar que “os dois” já estão com a vida ganha.
    Cleide

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