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08/12/2008 - 14:41

A Selic (no momento) não serve para nada

O mundo gira, a lusitana roda, mas o pensamento econômico convencional não arreda pé. Por fragilidade conceitual, preguiça intelectual, rigidez ideológica, interesse material ou o que quer que seja, nem mesmo uma crise, como a atual, com poder para virar a economia de cabeça para baixo, consegue romper a muralha das idéias feitas. A discussão sobre a política de juros, às vésperas de mais uma reunião – a última do ano, amanhã e depois – do Comitê de Política Monetária (Copom) é mais um exemplo disso.

Forma-se, entre os chamados “analistas de mercado”, ou seja, entre os economistas convencionais de bancos e consultorias, o consenso de que o Copom deverá manter a taxa Selic na reunião de amanhã e depois, deixando para o início de 2007 o movimento de redução dos juros. “Ainda não é a hora, mas o viés é de baixa”, dizem. Parecem obedecer a uma lei não escrita, mas férrea, segundo a qual a hora de começar a cortar os juros é sempre na próxima reunião do Copom.

De acordo com essa visão, predominante no grupo dos economistas financistas, as razões que recomendariam tal atitude, em lugar de já começar o processo de corte da taxa, seriam, basicamente, três: 1) o momento ainda é de muita incerteza, melhor, portanto, esperar; 2) o câmbio está pressionado e uma redução dos juros poderia pressioná-lo ainda mais; e 3) com a liberação de compulsórios e de gastos públicos, ainda mais em combinação com a desvalorização cambial, a inflação pode recrudescer.

É óbvio, mais do que óbvio, no entanto, que uma economia em processo de desaceleração rápida não pode conviver com taxas de juros altas. Ensina o mero bom senso que, em situações como essa, qualquer taxa do mesmo nível da vigente antes do início da freada brusca deve ser classificada como alta. E, portanto, deve ser cortada.

Também é óbvio que a idéia de reduzir os juros tem a ver com a necessidade de melhorar a liquidez quando uma seca de recursos sobrevém abruptamente. Não é por acaso que, na outras economias, as autoridades monetárias não têm hesitado em derrubar os juros.

Manter os juros para evitar desvalorizações do real é algo que, no momento, não funciona. Quem vai se meter a fazer arbitragem de taxas hoje em dia? Quem vai, no quadro atual, querer apostar numa moeda inconversível? Tanto que, mesmo com o aumento da distância entre a taxa Selic e os juros praticados no resto do mundo, os dólares não só não entram como querem mais é sair.

Falar em pressões inflacionárias em período de corte seco na demanda, inclusive no mercado externo, só pode ser entendido como um vício de outros tempos ainda não inteiramente eliminado. Os viciados no combate à inflação sempre invocam os riscos de descontrole para defender sua obsessão. Mas o que dizer dos riscos de combater o fantasma de uma inflação sem condições de ficar de pé? Tantos os que, no dizer dos críticos neoliberais, querem um pouquinho mais de inflação quanto os que sempre estão querendo um pouquinho menos inflação são perniciosos à boa condução da política econômica;

O fato é que, no caso atual, de crise aguda e profunda, a taxa Selic não serve para muita coisa. Nada do que se fizer com ela mudará o quadro vigente. Por isso mesmo, melhor tirá-la do caminho, ajustando-a, com os devidos cortes, às suas congêneres pelo mundo, que já estão no dedão do pé de tão baixas.  

Autor: José Paulo Kupfer - Categoria(s): Blog Tags:

39 comentários para “A Selic (no momento) não serve para nada”

  1. JOAO DA ROCHA disse:

    JOAO DA ROCHA
    rochas.to@ig.com.br

    O PIB NÃO MERECE COMEMORAÇÃO, PORQUE OS JUROS PROIBIRAM O SEU CRESCIMENTO MAIOR, COM O AUMENTO DA RENDA E DA MASSA ASSALARIADA. Autoridades do governo estão alardeando satisfação pelo crescimento do PIB, mas sem motivo que mereça tanta festa e por que : 01.- Seu crescimento se deu devido ao grande aumento na arrecadação dos Tributos Federais e nao das astronomicas taxas reais de juros, as maiores do planeta. 02.- Os R$ 1,3 trilhoes de juros pagos pelo governo, de 2000 a 2008 evitaram o crescimento maior da economia, da massa salarial e do PIB, porque ainda temos uma das menores rendas percapita do G-20 e grandes desigualdades sociais e regionais. 03.- O endividamento do pais cresceu e muito, do governo de FHC para o governo Lula, mas em decorrencia de juros e nao de investimentos prioritários ou de custos com o funcionalismo e passou de pouco mais de R$ 700 bilhões para mais de R$ 1,4 trilhões, gerando juros anuais de R$ 180 bilhoes ( ou doze PACs ). 04.- Como a dívida não reduziu , mas cresceu mais de R$ 700 bilhões, descontados todos os pagamentos efetuados, é bom que a sociedade civil saiba detalhadamente para onde foram dirigidos tantos recursos do Povo, com tanto aumento das Receitas Federais e do seu sacrifício direto. 05.- A euforia dos brasileiros poderia até justificar, se soubessem porque estamos pagando tantos juros para uma economia com fundamentos tão sólidos, enquanto mais de 50 paises, muitos em crise, pagam tão poucos encargos financeiros e ainda controlam a inflação. Não é justo que se transmita para a socieidade que o crescimento do País e do Endividamente é fundamental para a tranquilidade e satisção do Povo que paga juros mínimos mensais superiores à inflação anual e que não tem um bom serviço de transporte coletivo de massa, serviço médico e educação gratuitos e habitação popular condígna. Não é hora de soltar foquetes para um PIB que deveria ser maior. O povo não pode ser ludibriado em sua boa FÉ, para justificar aumento ou manutençao da Taxa Selic.

  2. Oda Nobunaga disse:

    Agora mesmo vi uma entrevista de um economista na Globo News fazendo contraponto ao discurso do presidente Lula: Não devemos gastar, o BC não deve baixar os juros, etc, etc.
    A mídia, ou pelo menos grande parte dela, ecoou esse discurso liberal durante anos e mesmo agora, nessa crise sem precedentes continua com a velha toada. Como vc disse, Kupfer, essa crise quebrou paradigmas, mas para a mídia a receita continua a mesma…

  3. saldini disse:

    Mientras la economía real está cayendo, la bolsa se está recuperando

  4. saldini disse:

    Comentarios em rebelion
    Petras: Primero hemos terminado dos trabajos sobre Obama; uno es mostrar que es un histórico estafador, como manipuló al público con un doble discurso, uno dirigido al pueblo y otro dirigido al gran capital de las fuerzas de la derecha .Más que nada, desenmascarar todo lo que han hecho desde que ganó las elecciones :nombrando guerreristas, sionistas y funcionarios vinculados con Wall Street,en todos niveles..También las declaraciones sobre como va a aumentar el presupuesto militar.

    En segundo lugar, es analizar como los sionistas pescaron a Obama cuando era todavía senador estatal, no del gobierno federal y después con mucho apoyo lo ganaron como adepto de Israel y a partir de eso los nombramientos de sionistas en puestos claves en la Casa Blanca y también en los asuntos del Medio Oriente.

    Ahora mismo empiezo un proyecto sobre el proceso actual en la crisis económica, la quiebra capitalista y como va a afectar a América Latina y particularmente, que perspectivas abre por una izquierda comprometida.

    Eso ya tengo un esquema y algunas ideas pero voy a elaborar…

  5. saldini disse:

    omentario do site rebelion
    Petras: No lo tengo claro y estoy tratando de informarme porque no estoy muy informado sobre las tendencias reales, porque hay mucha gente en el chavismo que tienen discursos radicales pero en sus prácticas son bastante limitados.

    El cuadro desde la perspectiva mundial en particular con los EEUU también es muy contradictorio, por una parte gracias a la lucha armada en el Medio Oriente, en Asia, en Estados Unidos han bajado su capacidad militar y han desgastado muchas a sus políticas intervencionistas. En este sentido, gracias a la lucha armada sobreviven los centristas. Pero si no existiera la lucha armada estos cretinos políticos, no podrían seguir.

    Ahora mismo estoy leyendo un discurso y un artículo que va a publicar el Secretario de Defensa Gates, que dice; “no debemos gastar tanto dinero en armas sofisticadas. Debemos canalizar el dinero hacia la contrainsurgencia y no los grandes barcos y una nueva flota aérea porque las guerras actuales son guerras de contrainsurgencia. No vamos a tener que enfrentar a Rusia o China que obliga a comprar grandes medios militares. Tenemos que entrenar fuerzas móviles, armas contrainsurgentes”. Eso me parece muy relevante porque es una de las tendencias actuales y quiere profundizar esta guerra.

    Lo que están haciendo Washington en Colombia contra la FARC por ejemplo es canalizar todo el dinero, helicópteros, tecnología de detección y otro medios.

    Eso se va a acentuar en América Latina y en particular porque reconocen que la crisis económica va a debilitar las fuerzas procapitalistas y con esto fortalezar los movimientos populares.La lucha de masa, luchas insurgentes van a crecer en el próximo período. De una forma u otra, entonces, la debilidad económica, la quiebra económica va a limitar la captación de políticos en América Latina, no tienen medios económicos para volver a conquistar grandes sectores económicos.

    Lo que están tratando de hacer es por lo menos mantener las puntas de lanza que ya controlan; los Bancos en Brasil, sectores exportadores en el Cono Sur, petroleo y gas en Bolivia.

  6. saldini disse:

    Se esos comentarios som reais e melhor pegar a mala e sumir em martes la em meio uma cratera.
    Som comentarios feitos em http://www.rebelion.org/

  7. Brasil, a República dos juros

    O Meirelles fez uma lambança no Banco Central ao jogar fora todas as oportunidades de baixar os juros criando armadilhas para o desenvolvimento da economia brasileira. Sua irresponsabilidade foi tamanha ao deixar o Real se valorizar demais prejudicando pequenos exportadores, criando um processo de substituição de insumos nacionais por importados e estimulando os grandes exportadores a apostarem no cassino financeiro.

    Mesmo com a crise chegando, produção industrial caindo, empresas demitindo, o sujeito ameaça subir ou manter os juros na extratosfera para combater uma inflação galopante que só ele e sua diretoria vê. Juro alto no Brasil tem dois efeitos: desestimula investimentos e onera as contas públicas. O Brasil paga R$160 bilhões de juros quando poderia pagar a metade e com o restante reduzir impostos ou investir em infraestrutura.

    Para aqueles que só se informam pelo PIG , informações extras: desde o Plano Real em média o Governo gasta menos que arrecada, essa diferença (superávit primário) se tornou enorme no governo Lula, chegando a mais de 4% do PIB. A dívida pública herdada do Collor era cerca de R$64 bilhões. FHC fez virar mais R$700 bilhões e Lula conseguiu dobrar. Tudo isso sem tomar um centavo emprestado para construir escolas ou hospitais. Isso foi obra dos tecnocratas do Banco Central aplaudidos pela mídia.

    Enquanto parte da classe média fica chocada quando ouve que algum deputado levou um milhãozinho, o BC torra dezenas de bilhões para atender o mercado financeiro e é aplaudido. Onde já se viu injetar dinheiro nos bancos (liberação dos compulsórios) e ao mesmo tempo enxugar estes recursos (pagando juros altíssimos). Com os swaps reversos o BC perdeu mais de R$70 bi, nos swaps cambiais que faz agora possibilidade de perdas do mesmo tamanho. 0,5% de juros a mais ou a menos são mais uns R$10 bi (quase o orçamento do bolsa família).

    No mundo inteiro os juros da dívida pública em moeda local são oscilam entre 1 a 6%. Dificilmente ultrapassam esses valores porque não há risco em emprestar para o governo na moeda que ele emite. No Brasil fizeram a loucura de pagar até 42%! Ficando grande período acima dos 20% e hoje escandalosamente mantido a 13,75% em meio a uma ameaça de recessão mundial.

    É! O sr. Henrique Meirelles preparou uma bomba que vai estourar no colo do seu sucessor e quando ela estourar a nossa imprensa ainda vai dizer que competente era o Meirelles (como ontem li no Globo o Merval Pereira dizer que eficiente era o Palocci).

  8. saldini disse:

    Sgum reportagem de http://www.rebelion.org/
    Lo mismo con Lula. Lula es el hombre garantía de los intereses imperiales en Brasil .Hasta ahora tenían una posición crítica a Evo Morales más que nada porque tenían la opción de la ultraderecha. Últimamente el debate en los círculos de política de Washington es que no hay que simplemente apoyar a la ultraderecha, cuando tienes un político con apoyo popular dispuesto a continuar con los acuerdos con las multinacionales. Lo que más les molesta con Evo Morales, no tiene nada que ver con su política interna Lo que les molesta es su posición favorable a Chávez, Irán y con Cuba.

  9. saldini disse:

    Se o brasil dado a reportagem de rebelion.org tera grandes problemas por a frente de se cosolidar como lider na america do sur se continua a ser o alcaguete dos EEUU

  10. CHIRAC disse:

    Caro J. P. Kupfer ! Com toda licença , vou frizar duas palavras de um todo texto magnífico. Mas estas duas palavras que eu vou frizar merecem uma discussão. “Preguiça Intelectual” . Por causa destas duas palavras estamos sem nenhuma autoridade científica no mundo . Os bons tempos, onde a ciencia de todas as áreas era aplaudida por Imperadores e Reis , hoje descamba para o copismo. Copiar, copiar , tal qual os japoneses e chineses fazem. Copiar e dar uma mão de tinta nas invenções .
    Já não fazem mais um Copernico, ou um Gutemberg (imprensa), um Louis Pasteur ( leite), ou mesmo um Karl Marx (economia) . Sem esquecermos Santos Dumont (avião) , Mozart (música ) , dentre tantos outros . O mote do século XXI será o de copiar ??????? Um dos pecados capitais da religião católica é a preguiça . Serão os copistas de idéias pecadores ??????????

  11. Biquei disse:

    Tó nem aí,né ALí!

    ¿Dónde están nuestros muertos?”
    Una ONG denuncia en la playa de Copacabana la desaparición, en sólo dos años, de más de 9.000 personas en los suburbios de Río de Janeiro

    Os mortos não falam e os vivos me aprovam?

    Una ONG ha denunciado este martes, con una fosa cavada en la playa de Copacabana, la desaparición de más de 9.000 personas en los suburbios y barrios más pobres de Río de Janeiro desde enero de 2007. A esta especie de “fosa común” se han arrojado maniquís pintados de sangre en alusión a las víctimas que el narcotráfico causa en esta ciudad brasileña.

    70%.
    ?
    “¿Dónde están nuestros muertos?”, rezaba una pancarta de los activistas desplegada en la famosa playa. Alrededor, varias personas simbolizaban metidas en neumáticos el modo utilizado por los riminales para quemar vivas a sus víctimas, un método conocido coloquialmente como el “microondas”.

    El presidente de la ONG organizadora, Antonio Carlos Costa, ha señalado que en los últimos años la ciudad ha sufrido “un crecimiento acelerado del número de desaparecidos”, pero “no hay una movilización social eficiente contra la violencia”.

    “Quien muere hoy es gente pobre, que no va a la escuela”, ha explicado Costa al portal on-line del diario O Globo, y ha argumentado que “si la clase media sufriese la violencia en la misma proporción, en Río de Janeiro ya habría parado”.

    Ha denunciado además que “no existen estudios para contabilizar la cifra de desaparecidos, ni lo qué ocurre con ellos” por lo que Río de Paz pondrá en marcha el próximo año una investigación para conocer las causas y el número de personas desaparecidas.

  12. Biquei disse:

    ALÌ,e aquí;
    ¿Debe el gobierno bajar la gasolina?
    10-diciembre-2008
    Cuando el 10 de septiembre pasado el secretario de Hacienda Agustín Carstens nos recetó el ya celebre “gasolinazo”, al anunciar la decisión del gobierno federal de eliminar gradualmente los subsidios presupuestales a la gasolina, el principal argumento esgrimido por el funcionario para tan dolorosa y drástica medida, fue que los mexicanos teníamos que pagar el combustible al mismo precio que se pagaba en otros países, concretamente en Estados Unidos, porque el gobierno ya no podía sostener la inyección de recursos públicos que en ese momento nos hacía tener una de las gasolinas más baratas del mundo.
    ALÍ,ALì,COM 70% NÃO PRECISA CAÍ.

  13. saldini disse:

    Si caros o goberno nos deu uma boa pancada pois os bancos aumentarom os juros a 6,25 % ao mes pra credito pesoal , e quem tem dividas ta nou burco e o goberno enche de lama , tam planejando quanto vai ser o aumento de tarifas publicas? como minimo 10 % selic,indice de inflaçao pinico pra brasileiro e uma piada de mal gosto

  14. Vanderlei Marcon disse:

    Concordo integralmente com a posição do Nobre Cronista.
    De que adiante o governo disponibilizar inúmeras linhas de créditos se os juros praticados no país tornam inviáveis a captação desses recurso?

    O mercada clama por uma imediata redução da SELIC.

  15. Lucinei disse:

    Kupfer,
    se o problema é o fato de não haver empréstimo não é o caso de diminuir o preço do dinheiro para fazer aqueles que estão empoçando o crédito se desfazerem do dinheiro? Parece que lá fora estão fazendo isso, diminuindo juros (o FED está vendendo papéis a juro zero) e despejando dinheiro na economia, não?

    saudações

  16. Clovis disse:

    Jose Paulo, a que horas o COPOM emite seu relatório? Sai ainda hoje?

  17. argo disse:

    E entrando mais dólares via exportação… Quero só ver quem está apostando contra o Real como ficará…

    [

    Exportação

    O crédito aos exportadores dá mais um sinal de recuperação. Dados do BC mostram que a média diária na concessão de Adiantamento de Contrato de Câmbio (ACC) somou US$ 224,43 milhões na primeira semana de dezembro. O ACC é o principal instrumento para financiar exportadores.

    O resultado da semana passada é 20,78% maior que a média verificada em novembro (US$ 184,16 milhões) e 38,45% superior à vista em outubro (US$ 160,67 milhões). Desde o agravamento da crise em meados de setembro, outubro foi o mês que apresentou o pior resultado em termos de crédito ao comércio exterior.

    Ainda de acordo com os números do BC, apesar da recuperação, a média diária de ACC na primeira semana de dezembro ainda é 6,87% menor que a vista em setembro (US$ 238,84 milhões). O resultado, no entanto, é 2,93% superior ao registrado em agosto (US$ 216,11 milhões), antes do agravamento da crise.

    Fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2008/12/10/entrada+de+dolar+na+1+semana+do+mes+atinge+us+7+mi+3188093.html

    ]

  18. José Paulo Kupfer disse:

    Clóvis,

    O Copom costuma divulgar a decisão por volta das 19h30.

    Abrs.

  19. alexandre disse:

    Kupfer, voce tem informação sobre quanto o BC possue em treasuries? esses titulos não esstão sendo vendidos com agio de 150 por cento no mercado??não seria o caso do bc vende-los, aproveitrando para esfriar o cambio??

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