Concentração inevitável, controles indispensáveis
Com a compra da Nossa Caixa pelo Banco do Brasil, o Banco Central terá de melhorar – e muito – sua atuação como agência reguladora do setor bancário, para que os clientes e investidores não sofram ainda mais do que já sofrem nas mãos dos bancos. Com o negócio anunciado hoje, os cinco maiores bancos em operação no País passam a concentrar mais de 80% do total de ativos do sistema. Sem regulação firme e fiscalização ativa, que impeça ações de oligopólio, os consumidores ficarão cada vez indefesos.
A tendência é de que a concentração, com novas e, tudo indica, inevitáveis aquisições, pelo próprio Banco do Brasil e pelo Bradesco, aumente ainda mais. Na América Latina, só no Peru, onde os cinco maiores bancos concentram quase 90% dos ativos totais, a concentração será maior. Na verdade, o Brasil é o único país da região em que o sistema bancário ainda não está inteiramente consolidado.
Depois da fusão do Itaú com o Unibanco, a compra da Nossa Caixa pelo BB era mesmo questão de tempo. Além do interesse do BB em não se distanciar dos novos líderes do setor, a Nossa Caixa, com R$ 15 bilhões em depósitos judiciais, que só podem ser recolhidos em instituições públicas, valeria muito menos se o comprador fosse um banco privado. O banco teria de ser entregue emagrecido da grana dos depósitos judiciais. A MP 443, que permitia a compra do banco paulista pelo BB, selou o destino da operação.
A concentração de mercado é uma tendência natural do capitalismo. Fusões e aquisições ocorrem nos períodos de expansão, quando os mais eficientes engolem os menos competitivos, e nas fases de contração, quando os mais capitalizados absorvem os mais endivididados.
São conhecidos os esforços dos governos em tentar barrar a natureza monopolística do capitalismo. Tais esforços, não por coincidência, são (ou pelo menos, foram, até certo tempo atrás) mais visíveis nos Estados Unidos, exatamente onde o capitalismo é mais poderoso e avançado. São emblemáticos episódios como o das “baby bells” – as sete companhias telefônicas regionais resultantes da divisão da ATT&T, por força da lei antitruste americana, em 1984 – e, mais recentemente, a longa e, afinal, infrutífera, briga judicial para dividir a Microsoft.
De tão natural dentro do sistema econômico, a concentração de mercado deixou, na prática, de ser combatida. As estruturas governamentais de defesa da concorrência foram perdendo musculatura. Deram lugar a agências reguladoras. As agências não combatem diretamente a concentração, mas tentam atuar sobre seus efeitos sobre a sociedade e, em especial, sobre a sociedade na pele de consumidor. Os bancos centrais são, em teoria, as agências reguladoras dos bancos. O que se tem visto, inclusive com bastante nitidez na grande crise global do momento, é que a teoria não se transformou em prática.
No caso brasileiro, o Banco Central, mais preocupado com a supervisão das condições que assegurem a solidez do sistema e das instituições que o formam, nunca mostrou eficiência na defesa do usuário dos bancos. O BC, aliás, resistiu bravamente a dividir à tarefa com os órgãos de defesa do consumidor, lutando, junto com as instituições, para impedir o enquadramento dos bancos nas leis de defesa do consumidor. O lobby dos bancos não funcionou para driblar a decisão de considerá-los prestadores de serviço a consumidores, como outro setor comercial qualquer, mas tem funcionado para dificultar o cumprimento das determinações com origem nas leis do consumidor.
O resultado é que os bancos brasileiros, embora sólidos e tecnologicamente avançados, figuram entre as empresas com mais reclamações nas listas dos Procons. Ninguém gosta dos bancos, nem mesmo os bancos. Tem um que até propagandeia que nem parece banco. De fato, os bancos cobram juros exorbitantes, expõem clientes a filas intermináveis e por um serviço deficiente cobram tarifas em quantidade e valor absurdos.
Dizer que a concentração é boa porque fortalece as instituições e dá mais segurança aos depositantes e investidores é tão verdade quanto dizer que a abertura do mercado a bancos estrangeiros, como vendido na época do Proer pelo governo, favoreceria a concorrência e propiciaria queda nos juros e nas tarifas, além de melhorias nos serviços oferecidos.
Nada contra a presença de estrangeiros no mercado e, mesmo contra algo inevitável, como a concentração bancária. Mas, assim como as marés, que também são inevitáveis, precisam ser controladas, a concentração de mercado, igualmente, deve ser.
Autor: José Paulo Kupfer - Categoria(s): Blog Tags:
Foto: Edu Simões
Só não gostei da comparação com as marés. Faz parecer que é um fenômeno natural quando, na verdade, é feito por gente. É claro: entendo que é uma “segunda natureza”; social.
Saudações
Se não fosse pelo mísero rendimento da caderneta de poupança e pela segurança que ela ainda representa ao guardar nosso dinheiro, porque as pessoas continuam abrindo contas se sabem que um dia certamente serão laçados pelas armadilhas dos banqueiros? Isso não é uma questão de inteligëncia ?
As vezes comparo os bancos como quem fuma.
Sabe que o cigarro dá cancer, mas está tão emperrado no vicio que não o abandona até que a morte venha.
Não fosse pela falta de segurança que existe no país, eu economizaria essa grana em tarifas. $$ no colchão, já !! Esse é o pior cenário pros bancos. Gente que guarda dinheiro fora dos bancos. O melhor cenário é todo mundo devendo aos bancos
Difícil será, num regime plutocrático como se está insinuando atualmente no mundo, um controle efetivo…
A Telemar está há 30 dias protelando o cumprimento de uma medida judicial a nível federal, escudada exatamente na força do dinheiro.
Vide link:
http://www.prpa.mpf.gov.br/noticias/clientes-nao-conseguem-velox-sem-provedor-e-telemar-e-multada-em-r-3-milhoes/
Um banco simplesmente irá descumprir, depois colocará seus batalhões de advogados em ação e conseguirão adiar por 15 anos o acatamento de alguma determinação, o que significa que, na prática, nada foi feito.
O sistema financeiro é uma hipocrisia e o banco central idem. Quando o cidadão comum dá um cheque sem fundos ele comete um crime contra todo o sistema financeiro. Entretanto, quando um banco administra, irresponsavelmente, os recursos de um cliente lhe dando prejuízo, o sistema financeiro não comete nenhum tipo de crime – ver o caso do banco santos – Ninguém foi responsabilizado, nem o dono do banco santos, nem o sistema financeiro e muito menos o banco central. O povo é uma massa falida. O que interessa são os banqueiros e seus asceclas entupidos de dinheiro.
Me parece muita ingenuidade do articulista acreditar que existiria livre competição no mercado bancário.
Assim como as montadoras, os seguros saúde, os fabricantes de cimento, as telefônicas, etc, etc, os bancos sempre fizeram parte de cartéis poderosíssimos, pela simples capacidade de empregar mão de obra ou criar desemprego. E pelo lobby.
E isso não é apenas no Brasil; todo o mundo capitalista é cartelizado. Berra mais quem pode menos, não é mesmo?
Agora, dizer que os EUA é onde existe o capitalismo mais avançado, me desculpe, mas a prova do contrário está nas manchetes dos jornais diários.
Me espanta, um jornalista, dizer tamanho disparate!
Me parece muita falta de ter o que dizer.
Falar em controle parece fácil, do lado do balcão onde não há qualquer tipo de controle, como a imprensa brasileira!
Seus comentários batem no que se refere a venda do Banco para o setor privado. Na verdade essa operação não se molda pela lógica de mercado. Com o aprofundamento da crise e notícias, como as de hoje, ruins no dia a dia: tudo tem um limite. O petróleo caindo muito rapidamente é perigoso. Tudo está muito perigoso. A Bolsa de Moscou caindo quase 8%, Japão quase 8%…..!!!! Só hoje! Não há racionalidade nenhuma e os Bancos Centrais não estão interligados ainda. Muito ruim. Lembro que o planeta tem 6 bilhões de bocas para serem alimentadas, o homem mais poderoso do mundo ainda não assumiu sua cadeira e as coisas caminham em velocidade jamais vista. A crise! Quero dizer que tudo que está sendo feito pelo EUA é um “chute” ou seja nenhum país sabe ao certo onde vai parar tudo que está acontecendo na economia. Um período ímpar e perigoso para o capitalismo. Muito perigoso. Quando o Estado começa a ter um poder diferente das normas de mercado, sem controle do que irá acontecer com as decisões tomadas, parece que de alguma forma, em certos aspectos estamos voltando no tempo economicamente e politicamente. A historia já mostrou isso no passado e depois vieram guerras. Estou preocupado demais com as conseqüências que seriam desastrosas e podem levar o mundo para um abismo, que poderia levar anos para recuperar, infelizmente.
Julio Pegna,
Agradeço a participação, mas acho que você não leu o que escrevi. Ou, então, não consegui transmitir nada do que queria com o escrito. Como os outros parecem ter entendido, a primeira hipótese está predominando.
Quando às suas opiniões sobre o capitalismo nos EUA e outras, discordo, mas respeito. Não diria que são disparatadas.
Abrs.
Caro JP,
No capitalismo, a concentração está diretamente relacionada aos controles e à regulação, ou seja, à intervenção do governo.
Não existe essa estória de tendência ao monopólio. Setores desregulados e sem controles rígidos são normalmente concorrenciais. Por outro lado, naqueles onde os regulamentos e os controles são muitos, o acesso e a permanência de empresas é difícil, causando a famigerada concentração. Não por acaso, quase todos os setores onde existem as tais “concessões de serviços públicos” são concentrados. Governos adoram monopólios e vice-versa.
Regulamentação rígida gera concentração, que gera mais controles e regulações, que geram mais concentração. É como um círculo vicioso… Para romper esse círculo, é preciso desregulamentar. Logo, se o governo pretende defender a concorrência, ele tem todas as ferramentas necessárias, basta querer utilizá-las. O problema é que os governos raramente querem realmente defender a concorrência. Setores concorrenciais são mais difíceis de manipular, logo, representam menos poder para políticos e burocratas
Abrs
Que interessante. Atualmente pode-se falar abertamente da culpabilidade dos banqueiros sem ser perseguido ou cotado como reacionário, comunista, socialista ou toda estas denominações… Me lembrei daquela jornalista Salete Lemos que foi demitida (pelo menos é a informação que tenho) depois de, no horário nobre do programa, mandar ver na atitude do governo em assumir o estrago feito por alguns bancos, citando como exemplo o Bradesco: Internet é uma maravilha mesmo, divirtam-se:
http://www.youtube.com/watch?v=MyMDelhPheI
Sinceramente o que este senhor esta falando de que planeta ele veio….alguem pode me dizer, pois isso ja acontece aqui no Brasil a muito anos, sempre fomos escravo dos bancos. O sera que alguem tem alguma duvida, sobre isso. Os bancos no Brasil sao um cancer. So vivem de juros e agiotagem, nao investem absolutamente nada no pais.
Só espero que estas fusões de bancos na loucura desenfreada pelo poder não venha a sacrificar mais uma vez esse sofrido pov.o, pois na realidade que governa o nosso pais são os banqueiros que fazem o que quer.
ADEMAR
Infelizmente, sou forçado a ter conta bancária. Aliás, o cidadão brasileiro que não possui uma referência bancária, é discriminado pelo mercado. Assim, somos furtados todos os dias por esses banqueiros sanguessugas, que vivem do suor alheio, visto que não produzem qualquer riqueza para o país. Cobram juros altíssimos por um dinheiro que não lhes pertence, cobram taxas exorbitantes por serviços mau e porcamente prestado, tudo sob o olhar permissivo do Estado, que a tudo assiste e nada faz. É óbvio que a concentração elimina a concorrência, e sem poder fiscalizar, o BACEN apenas continuará assistindo a farra da agiotagem que impera no sistema bancário brasileiro.
Esse é o sistema do Capeta, o Capetalismo: Concentração da riqueza e do poder nas mãos de raríssimos; e distribuição de miséria e marginalidade para muitíssimos milhões de humanos!
Atualmente a situação é consequência dos problemas empurrados para debaixo do tapete, instituições públicas não dão lucro, logo qual o melhor jeito de se arrecadar dinheiro para o estado é se livrar desta instituição e consequentemente com seus problemas, tchau dividas, bem vindo monopólio disfarçado, brasileiros coloquem seus narizes de palhaço e peguem seus assobios, o carnaval tá chegando, mas já estamos dançando antes, cadê aquela história que o consumidor é livre para escolher, se correr o bicho pega se ficar o banco te come, afinal ele é mais de trinta horas.
Sr. José Paulo,
Em 1973 Schumacker escreveu o Livro: O negócio é ser pequeno, incentivando os empreendimentos pequenos (que geram mais riqueza e emprego) e suas previsões sobre o futuro.
Infelizmente, suas projeções falharam e o que estamos vendo são as corporações, cada vez mais presentes neste mundo globalizado.
O norte da Itália é um exemplo de que o autor acima descreveu, sendo que possui o maior nr. de empresas por habitantes do planeta.
Concentração sempre é ruim. Para tudo e para todos. Diversidade e diversificação deveria ser a tônica do mercado.
Torço para que as idéias Keynesianas ressurgem como um apelo aos governos a não permitir a “festa do caqui” e incentivem cada vez mais os investimentos e o consumo das famílias.
Estava até confiante nas polítcas econômicas para melhorar a distribuição de renda, mas do jeito que as coisas estão acontecendo, ficará muito mais difícil. E viva os pequenos que conseguirem sobreviver…
abs.
Hércio
Banco é igual político, um mal necessário. Idem a um ladrão, só serve para dar dor de cabeça ao cidadão comum que são os verdadeiros e maiores depositantes do sistema. Quem tem poder aquisitivo neste país estarão sempre blindados com o corporativismo dos órgão, que em teoria, deveria proteger a todos sem distinção. E não há nem necessidade, pois seus dólares e reais andam perambulando por aí, de mala em mala, de mão em mão. Depositar que é bom…
Beleza sr. “Warrior of Freedom”, então me explica esta onde de fusões entre bancos, não caímos na mesma situação conforme sua afirmativa de :”Regulamentação rígida gera concentração, que gera mais controles e regulações, que geram mais concentração. É como um círculo vicioso”…. ou seja, estas fusões também não geram mais concentração, que geram mais concentração (de poder monetário) etc? Uma vez li uma citação interessante em um jornal, que me parece inglês de um famoso investidor: é o socialismo para ricos: socializa-se as perdas e privatiza-se os ganhos.
Realmente, os clientes dos Bancos, são refens dos Banqueiros , que são escudados pelo Bco Central.
Atualmente, recebi um aviso que terei de pagar semestralmente os cadastros, como se meus dados mudassem constantemente.
Nessa ciranda mundial financeira atual, aqueles que querem proteger os seus depósitos nos Bancos, são constrangidos, talvez por política da Direção dos Bancos, na hora de retirar uma quantia razoável.
Sinceramente, não confio nas autoridades monetária do nosso país, e estou prevendo num futuro , um feriado bancário acompanhado com uma medida provisória de um empréstimo compulsório em troca de papeis podres ao invés dos nossos Reais.
Cordiais asudações. Jorge
Em consideração à resposta, reli atentamente seu texto. Acabei concluindo o mesmo: seu comentário sobre a aquisição da Nossa Caixa pelo BB é totalmente infundado.
Vejamos:
- Estamos sendo maltratados pelos bancos, como clientes, desde décadas, mesmo antes da grande concentração que se avizinha. Filas e desrespeito sempre foram motivos de reclamações nos Procons;
- Sua frase: “A concentração de mercado é uma tendência natural do capitalismo”. Óbvio; por esta razão o Itaú comprou o Unibanco, e o Bradesco comprará quem estiver à venda. Isto chama-se MERCADO;
- O “poderoso e avançado” capitalismo americano não foi capaz de regulamentar as “baby bells” de forma satisfatória; a Microsoft continua como dantes. Que poder é esse? Que avanço é esse?
- A cartelização dos agentes produtivos – como os que citei no post acima, e mais diversos outros setores – é consequência do capitalismo. Você, como jornalista, e eu, como empresário, sabemos que, por exemplo, donos de postos de gasolina se reúnem para beber cerveja e decidir preços do litro da gasolina. Ou não é assim que funciona?
Sejamos claros: o Banco Central Brasileiro hoje é um dos mais eficientes no controle dos mercados. Porisso a crise nos afeta tão pouco. A alavancagem dos bancos comerciais brasileiros, hoje, está na casa de 4 vezes os depósitos à vista, enquanto os norteamericanos estão em 16. Para não falar dos bancos de investimento dos EUA que chegam a 36 vezes! Isso é o que se pode chamar de IRRESPONSABILIDADE na maior economia do planeta.
Maior, mas não eficiente.
Reafirmo: a fusão dos bancos em nada mudará a forma de sermos tratados enquanto clientes. Continuará ruim, porque no capitalismo é assim.
Para finalizar: do seu lado do balcão, onde não há qualquer tipo de controle, nem interno, é fácil falar em regulamentação e controle. O jornalismo no Brasil é predatório, desleal, partidário sob o pano. É feito por gente dona de interesses inconfessáveis que bradam em suas colunas o que é certo e o que é errado.
Não me refiro a você. Mas, oras, a esmagadora maioria dos jornalistas brasileiros fingem que escrevem. Eu, finjo que acredito!
Saudações cordiais.
Julio Pegna
jpegna@uol.com.br
O cidadao ja esta refem dos bancos ha muito tempo,acredito que pelo menos 70% dos funcionarios publicos da prefeitura e do estado estao endividados,uma divida cada vez mais impagavel.
A culpa dessa crise, aliás uma das culpas desta crise está na concorrência sem limitações, no capitalismo selvagem que geram subornos, apostas no escuro, falcatruas de todos tipos, cartéis, falências múltiplas, tudo com a conivência dos governos que usa o manto da hipocrisia para sustentar o falso “livre mercado”. Eles querem uma solução para crise? pronto! Ae está uma delas, agora resta conseguir aplicar isso, dentro de um sistema corrupto atolado até o pescoço com em seus conchavos.
“Marx nunca esteve tão certo….”
“Para romper esse círculo, é preciso desregulamentar. Logo, se o governo pretende defender a concorrência, ele tem todas as ferramentas necessárias, basta querer utilizá-las”
Caro Warrior
Como se é possível concorrer com uma concentração desse tamanho? Você conhece alguma coisa sobre o mercado de cimento? O mercado do alumínio? Será que lá existe livre concorrência?
Os bancos concorrem entre si, em se tratando de pequenos clientes? Mesmo quando se trata de grandes negócios, o que eles fazem? Dividem o bolo, criam consórcios, não?
Um consórcio de bancos é livre-concorrência?
Recentemente, quando do anuncio do negócio envolvendo ITAÚ/UNIBANCO, vi com tristeza e nojo, que alguns órgãos da imprensa noticiavam com orgulho, acreditem, que a fusão colocava o novo banco como um dos líderes do sistema bancário mundial. Algum economista de plantão poderia me esclarecer o que isto significa para melhoria de vida do brasileiro? É fácil de entender o que representa o lucro da Petrobrás, da Vale, da Gerdau, da Votorantin…do Mercadinho do Sr. Manoel, da Mecânica do Juca etc…etc… Todos esses geram emprego, renda e riquezas para o país. E os bancos: apenas alguns postos de trabalho, que aos poucos vão sendo substituídos pela informatização. Até quando esses banqueiros, agiotas vagabundos, vão mandar no país
Uma pergunta que diz tudo a ver sobre crescimento e tendência à concentração:
Alguém já jogou Feeding Frenzy? Já viram como o peixe vai crescendo à medida que come os outros? Isso é capitalismo, bem explicadinho…
realmente o jose kaufer está com toda razão ,onde nós consumidores somos vitimas diariamente deste sistema. j´que quem sempre manda é ocapitalista,estamos no selvgerismo camuflado desta crise infinda.., ms!! tennh[ámos certeza que estão todos naretguarda, – trablhador quem paga as contas no final de toda quarentana. suportemossomos nós.
Joceni da Cunha:
Esses vagabundos vão mandar para sempre, desde que o capitalismo se mantenha!
Essa é a regra do jogo. Cabe a nós, mudá-la.
E não só no sistema bancário … você já percebeu que paga 10 vezes mais o que pagava por uma ligação telefônica?
Acredita em livre mercado?
Isso é piada!
Meu Caos: Há 4 anos atrás, entrei com uma ação contra a TIM Maxitel, por descumprimento de contrato de telefonia celular. Em juízo, a TIM reconheceu sua culpa e encerramos o procedimento com a TIM me concedendo um celular novo e um ano de assinatura grátis, digamos, do Modelo “A”. Pois bem: A TIM descumpriu mais uma vez, mudando o modelo acertado em juízo para outro que me permitia menor capacidade de minutos, passando a cobrar o excesso mensal que não existiria se mantivesse o plano acertado em juizo Dei seguimento à ação, juntando todos os documentos, inclusive as mensalidades que me foram cobradas e pagas. Acontece que não obtive nenhuma atenção da justiça e por isso não paguei mas as absurdas cobranças da TIM. Iisso já decorridos 4 anos, num processo simples, de pequenas causa. Encerrei a minha conta na TIM mas ela me cobrou os tais excessos ilegais e como não paguei, hoje estou acionado pelo Serasa. Ou seja, não existe justiça para quem cumpre seus deveres nesse país. Fui cobrado ionjusta e ilegalmente por uma empresa de telefonia, mas me vejo impossibilitado de adquirir algo por causa de uma proteção estúpida de que se cobrem essas instituições, que se postam à margem das leis do país, de maneira desrespeitosa e afrontosa. Mas nada se faz porque temos uma justiça morosa, incapaz em sua atividade pela postura irreponsável do Estado Brasileiro, que nada faz, nada constrói para melhorar esse modelo bizarro em vigencia.
Acredito que o mercado acabará acomodando a crise atual, como ja fez por diversas vezes. Temos que entender que a era do capitalismo predador está com seus dias contados. Os empresários do Mundo tem que começar a repensar seus valores morais, éticos, financeiros e outros. No caso dos banqueiros, nao é de hoje que o Banco Central vem deixando-os soltos, fazendo e cobrando o que bem entendem. O momento é de pura reflexao. Temos que estar atentos e bastante preocupados com o que está acontecendo no Mundo, mas, na minha opiniao esta chamada crise, diga-se de passagem, já esperada, acabará sendo absorvida. O grande risco está nos especuladores, que nao estao nem um pouco preocupados com crescimento economico, mas ganhar por força da chamada crise financeira mundial, milhoes em curto espaço de tempo, nao se importando nem um pouco com a vida humana. Com certeza, os Governo Federal tem a obrigaçao de acompanhar com rigor novas aquisiçoes, controlando de maneira firme os novos conglomerados que surgirem.
Cordialmente.
Luiz Antonio Alves da Silva
“Essa é a regra do jogo. Cabe a nós, mudá-la.”
Uma grande verdade. Falta formarmos organizações que repudiem tudo isso aí. Sozinhos, nada conseguimos.
União é o que importa. O grito continua mais vivo do que nunca:
“Trabalhadores de todos os países, uni-vos!”
Boa Kupfer, … até que enfim alguém se toca de expor a bandalheira do serviço bancário. Ainda acho que sua iniciativa é muito tímida. O brasileiro quer a qualquer custo tirar esse peso absurdo das costas. Sustentar bancos para cidadãos ou empresários é o fim do mundo. Eu sou um cidadão explorado e um empresário já sacrificado na mão destes safados que se aproveitam do poder econômico pra fazer jus às benesses que governo após governo concedem. Por que pagar para ser cliente quando a relação não é bem essa. O banco é que usufrui do meu dinheiro depositado, emprestado ou descontado. O banco é que deveria pagar para que aceitássemos ser seus correntistas. Enfim …. sei que vai ser difícil prosperar a idéia, mas um boicote nervoso contra bancos e políticos ligados a bancos poderia ajudar muito a todos nós. Mas como? .. a mídia faz uso do dinheiro dos bancos, os políticos idem, … e sem contar a justiça, polícia e diabo que os parta! .. ufa!, .,,. falar sobre bancos dá uma raiva danada.
inté+
Caro Argo,
É um equívoco tomar a parte pelo todo. É evidente que alguns setores, principalmente aqueles industriais de capital intensivo, por motivos óbvios tendem a ter poucos concorrentes, principalmente em economias pequenas. Mas isto não é, definitivamente uma tendência do capitalismo em geral, pelo contrário. Setores com baixa regulação, especialmente nas áreas de comércio e serviços (que representam hoje mais de 80% da economia americana, por exemplo), onde o capital não é tão intensivo, tenden a ser desconcentrados.
Mesmo no setor bancário, que lá nos EUA costuma ser bem menos regulamentado que aqui, a concorrência é muito grande, com milhares de bancos regionais e estaduais (e até mesmo municipais).
Ademais, em qualquer economia capitalista, a quantidade agregada de empresas tende a ser sempre crescente, o que demonstra que a tendência capitalista à concentração e ao monopólio, de que vocês tanto falam, não é empiricamente comprovável.
Abrs
Quando me dizem que alguém está com seu nome no Serasa, eu falo prá mim mesmo: Esse é um cidadão honesto! Pois os pilantras, os desonestos, encontram guaridas em procedimentos de autoridades, que de maneira irresponsável e estúpida, lhes concede perdão de dívidas. Fico com a impressão que, ser desonesto no Brasil é status. Parábens ao nosso presidente. Instituiu o calote como algo quase que obrigatório. Lembro-me da frase: Sigam-me os que forem brasileiros….Vamos todos ao calote!
“Ademais, em qualquer economia capitalista, a quantidade agregada de empresas tende a ser sempre crescente, o que demonstra que a tendência capitalista à concentração e ao monopólio, de que vocês tanto falam, não é empiricamente comprovável.”
A tendência à concentração não é empiricamente comprovável? E o que me diz da concentração na indústria automobilística, por exemplo? Quantas montadoras haviam e quantas há hoje?
Prezado Jornalista Kupfer e Leitores
Apresento a minha opinião de que a desigualdade de renda só é combatida através da existência de políticas sérias de desenvolvimento econômico e não destas políticas “passa-moleques” e eleitoreiras ,cujo o único objetivo macro-econômico é encobrir legalmente este peculato econômico sistêmico que se tornou a economia mundial-especialmente a brasileira. Note portanto que a política de cotas no ensino público em todos os seus níveis, é profundamente equivocada, já que é bem sabido de outras experiências similares, que políticas de cotas precisam ser localizadas e ter objetivos políticos bem definidos.Por exemplo: certamente faz-se necessário toda uma política de cotas para o ingresso nas Forças Armadas-especialmente nas Academias Militares, nos concursos de Empregos Públicos e também na área do ensino,especialmente nas Escolas Particulares, como foi feito por J.F.Kennedy nos anos 60.E como diz o saber popular: “ É preciso ensinar a pescar e não ganhar o pescado em troca de votos!”.A história mostra que políticas de combate as desigualdades econômicas planificadas Maoístas-Stalinistas-Castristas tornaram-se anacrônicas e destrutivas. “È preciso hombridade para governar”-já dizia o G.Vargas ao enfrentar a República do Galeão nos anos 50.
PS-Faço a sugestão de que antes de qualquer implantaçãode políticas de cotas impensadas nas Universidades Públicas, que faça-se primeiramente a classificação no vestibular sómente através das notas obtidas nos exames vestibulares.È triste ver um aluno que obtem nota 7.0 em um curso concorrido e que fica fora de qualquer curso universitário por simplesmente não ter conseguido a classificação para aquele curso específico. E um outro estudante com nota 3.0 (quando muito!) é admitido na mesma em um curso menos concorrido. Acho que em um sistema universal de classificação como este,em que o estudante universitário só escolhe definitivamente o seu curso profissional universitário depois da conclusão do curso básico universitário e através de um novo processo classificatório via o respectivo coeficiente de redimento acadêmico auferido nestes cursos básicos unificados´,sera então salutarmente possível reservar uma porcentagem substancial de vagas (40%) e usar os fatores da cota em peso combinado com a nota dos exames vestibulares.È necessario combater aqueles interesses espúrios ao ambiente acadêmico -científico-universitário, tão presentes nos dias de hoje.
Caro Warrior
Continuando… a compra da Brasil-Telecom pela Telemar não significa concentração, não é verdade?
“Ah, é para melhor atender aos clientes…”
‘Tá, me engana que eu gosto”
“Warrior of Freedom”: e no caso da Microsoft, não é monopólio e concentração??? Acho que empiricamente comprovei algo.
Pior do que assaltar um banco é fundar um banco.
Warrior
Aqui, em Pernambuco, tivemos um caso exemplar de capitalismo selvagem, com essa história de privatização.
Havia, até o conchavo que permitiu a compra da Cosinor pelo grupo Gerdau, duas opções para que os sucateiros vendessem o ferro-velho: a Siderúrgica Açonorte e a própria Cosinor.
O grupo Gerdau, amparado em sua montanha de dinheiro, simplesmente arrematou a Cosinor com o único objetivo de jogar fora suas máquinas. Só fez isso, sabia? Simplesmente vendeu tudo, decorridos menos de seis meses, a preço de banana, quando não derreteu, ela própria, em seus alto-fornos, as ferragens da empresa.
Sabe qual o resultado disso tudo? Ela monopolizou a aquisição de sucata no estado de Pernambuco. Os sucateiros conseguiam vender ferro-velho (por causa da Cosinor) com uma relação de 6:1 entre o preço da sucata e o preço do aço final.
Hoje, a relação está em 12:1, o dobro.
Quer melhor exemplo prático de concentração? Viu o resultado da maquinação? Uma luta entre a corda e o pescoço…
Tudo que eu li a respeito dos bancos está corretamente colocado,apenas acrecentaria que o nosso Banco Central foi transformado na casa de festas da agiotagem no Brasil.Em parte a explicação vem da nomeação do presidente do Banco Central sempre um representante da classe .Tem que ser banqueiro ou capataz de banqueiro.Inventaram o tal de COPOM,cuja diretoria do Banco Central é composta de candidatos a Banqueiros.Resultado paga-se uma conta de R$ 160.bilhões de reais a.a.de taxa de juros selic a maior taxa de juros do planeta.Presente da casa de festas da agiotagem,correção das tarifas de seis em seis meses,liberação do compulsório para compra de titulos públicos e a maior taxa de juros do planeta.Pobre Brasil.!!!!!!!
Nunca seremos vítimas dos bancos. Quem nos condena e impõe a miséria é o governo.
Para que algum goverrno enfretne o interesse dos bancos neste país está muito longe. Eles corromperam a classe política, o judiciário até as mais altas esferas, e o Executivo, sem falar na grande mídia. Taí o Caso Daniel Dantas para provar. Enquanto isso o conrtibuinte-cidadão vai ter de arcar com a maior taxa de juros do mundo, ter o atendimento bancário de apenas seis horas, entre outros absurdos.
Para que algum governo enfretne o poeder dos bancos neste país está muito longe. Eles corromperam a classe política, o judiciário até as mais altas esferas, e o Executivo, sem falar na grande mídia. Taí o Caso Daniel Dantas para provar. Enquanto isso o conrtibuinte-cidadão vai ter de arcar com a maior taxa de juros do mundo, ter o atendimento bancário de apenas seis horas, entre outros absurdos.
Caro Argo,
Estatisticamente, só se pode falar em tendências em termos agregados. Você não comprova uma tendência falando de casos isolados. Assim fosse, ficaríamos aqui eternamente citando casos particulares para comprovar os nossos pontos de vista, o que seria uma inutilidade, você há de convir.
Como eu disse, é evidente que setores de capital intensivo tendem a ser mais concentrados, mas isso não significa uma “tendência do capitalismo à concentração”, como pretende demonstrar o preclaro Kupfer e alguns comentristas.
Quer um exemplo fora da economia? Dia desses, vimos uma notícia sobre um jovem finlandês que assassinou várias pessoas numa universidade daquele país. Por acaso, você acha que esse fato isolado comprovaria uma tendência do povo finlandês a ser agressivo e psicopata? Evidentemente que não.
Alguém falou aí no caso da Microsoft. Ora, empresas inovadoras que desenvolvem novos produtos, inexistentes no mercado, tendem a ser monopolistas por um período, pelo menos até que a concorrência passe a atuar. Isso é natural. A Microsoft criou um produto totalmente novo, num mercado nascente. Era, portanto, natural que reinasse por algum tempo soberana, já que fazia algo que ninguém mais fazia. Porém, passados menos de trinta anos, a concorrência já se faz presente e ela não mais navega em mar de almirante. Eu, por exemplo, digito estas linhas diretamente num navegador Firefox e utilizando um sistema Ubuntu. Mas você pode também optar pelo ótimo Ópera, pelo Google e alguns outros. Daqui a alguns anos, a supremacia da Microsoft fará parte do passado, por mais competente que ela seja (e é!), a menos que o governo resolva regulamentar o mercado, dificultando o acesso de novas empresas a ele.
Abrs
Precisava citar o Proer, tem que falar do governo anterior, tudo de ruim só neste governo, esse cara não sabe o que fala!!!!
Somos os humanos que mais pagamos impostos nesta Terra. E sempre nos, que teremos que pagar sempre nos, todos os rompos que o governo tem nos e que pagamos. Agora mais uma vez, fazem mais uma funsão, de um banco federal, ficando com um banco estadual, estão querendo enganar a quem ! Ou será que é mais uma compra de folha de pagamento. Por que não se paga mais a população com dinheiro vivo, dentro dos envelopes !
Concordo inteiramente. O Bancodo Brasil tem um péssimo atendimento, trata os clientes com o maior descaso, só quer tirar-lhes o dinheiro deles, a qualquer custo, escraviza os funcionários, e agora vai implementar isso na Nossa Caixa. Tudo vai piorar.
Deveriam era diminuir os bancos. Eles são o maior cancer da sociedade, e o banco do brasil é um deles.
Bons tempos em que o PT era estilingue, pelo menos o governo maneirava para o povo, agora que é governo e o Meirelles que embora competente, é o presidente do BC, o povo que se lasque, pelo menos a classe média, pois tanto o povão pra quem tudo tanto faz , quanto os ricos, estão além do Bem e do Mal ( Bancos).
Esses agiotas institucionalizados servem p´ra quê mesmo?
Deixe ver, eles fazem vc quebrar e se tá ferrado, se eles quebram, seu dinheiro levanta todos…..uuuuunnn.
Warrior, você está mais do que tergiversando. Senão, vejamos:
“evidente que setores de capital intensivo tendem a ser mais concentrados, mas isso não significa uma “tendência do capitalismo à concentração”
Esses setores de capital intensivo não foram objeto, exatamente, de concentração? Ou o capital caiu do céu?
Quando você fala da pulverização de empresas no setores de comércio e serviços – micro e pequenas empresas -, está falando exatamente das sementes do capitalismo – os primitivos artesãos. Daí, eles saem, exatamente, os maiores engolindo os menores, até se concentrarem em um ou dois em cada novo setor.
A tendência à concentração do capital é um fato tão óbvio que não vejo motivo para se falar sobre isso. Simplesmente, já é um fato aceito. É como um axioma, não precisa nem ser provado.
Todos (mas todos, mesmo!) os setores do capitalismo com mais de 50 anos de atividade sofreram processos de concentração.
-Automóveis
-Telefonia
-Petróleo
-Bancos
-Químicos
-Metalurgia
Todos os ramos principais da economia estão nas mãos de uns poucos e você teima em dizer que o capitalismo não é concentrador?
Sabe você, também, que não se precisa haver um monopólio 100% para ser um. Basta apenas uma das empresas deter uma fatia suficientemente grande do mercado para que se fique caracterizado como tal. Ou, então, duas ou três empresas dominarem um setor.
Nós do povo conseguiremos controlar os tubarões agiotas malditos banqueiros,não de positando em bancos,não abrindo contas e em última análise matando-os.
DINHEIRO DEBAIXO DO COLHÃO JÁ !!!! VAMOS TODOS TIRAR O DINHEIRO DOS BANCOS !!!
Olá!…..Júlio Pegna.
Vc tem toda a razão… (risos) Este gordo não está com nada, mesmo. Gostaria, tbm, de vê-lo… a êle e sua imprensa-livre, ao controle de algum órgão, prá ver se paravam de falar besteira e/ou impor ao leitor verdadeira lavagem cerebral.
Prazer!
Argo,
“A tendência à concentração do capital é um fato tão óbvio que não vejo motivo para se falar sobre isso. Simplesmente, já é um fato aceito. É como um axioma, não precisa nem ser provado.”
Realmente, assim não há diálogo possível.
Aliás, quem define quais são os “ramos principais da economia”? Por que não falamos de alimentação ou vestuário, para mim ramos muito mais importantes? Não, meu caro, não é porque existe uma tendência de haver poucas empresas em setores intensivos de capital, que você pode extrapolar isso e inferir que existe uma tendência a concentração no sistema como um todo.
Compare o número de empresas per capita no Brasil – ou em qualquer outro país capitalista – há cinquenta anos e hoje. Você verá, se olhar sem as lentes da ideologia, que essa tendência ao monopólio e à concentração é pura balela.
E, por favor, eu não estou dizendo que não haja concentração, mas sim que isso não é uma tendência do capitalismo. Mas fique com os seus axiomas. Eles devem fazê-lo feliz…
Meus caros patricios Brasileiros comprem , uma lata de vazelina porque a enrrabad..a será grande.
Me desculpem a franqueza , mas nenhum banco é banco se não o adotarmos como banco, se há concentração de poder e dinheiro nós a fazemos diante de nossas escolhas. Todo poder de decisão está em nossas mãos, e o transferimos ao fazer escolhas quer seja ao usar um emprestimo (consignação, cheque especial, etc, etc) não importa o nome dado ou quando consumimos algum produto. Pois bem, quer tirar o poder das mãos dos bancos? Simples, não deixe um centavo a disposição dele para ele trabalhar, se você é obrigado a receber por um banco exija conta salário e use todo o dinheiro que recebeu em ativos que te trarão retorno, quer exemplos? Vou elencar todos logo abaixo:
_ Capte água da chuva em caixa fechada e use para tudo que não inclua higiene pessoal e consumo humano.(5 a 10 mil litros)
_ Coloque energia solar para aquecimento de água e elimine o chuveiro elétrico.
_Coloque o carro a GNV e economize 67% em combustiveis aumentando a vida útil do motor.
_Produza toda energia que vai consumir com eólica suplementada por energia solar fotovoltaica.
_Recicle o lixo, o óleo de cozinha, o lixo organico e se tem casa terrea faça um biodigestor para auxiliar no gas da cozinha e produzir sua energia em gerador próprio.
É muita coisa? se tem tanto a ser feito porque você fica gastando dinheiro no consumo (água, luz, combustiveis,etc) disperdiçando(restos, dejetos, toda água e energia usados para produzir os bens de consumo), comprometendo a natureza e o meio ambiente.
Alem de tudo isto aumentando sua dependência do capitalismo para ser mais preciso dos capitalistas.
Agora se você já fez tudo o que expus acima, e ainda tem necessidade de deixar seu dinheiro a disposição do banco, ou de tomar empréstimos para o consumo ao invés de usá-lo em ativos que te trarão retorno quer seja na forma de qualidade de vida quer seja na forma de independencia financeira, então procure um psiquiatra, porque, isto não é mais uma dependencia natural é doentia. Ahh, e doença precisa ser tratada.
… Quando eu digo: “social, segunda natureza, feito por gente”; refiro-me à expectativas. Cada ação individual segue um padrão, que, pela lógica do sistema, leva à concentração. Coisa de lógica: não basta ser lucrativo: tem que ser o mais lucrativo – parecido com religião (quem está mais perto do Deus).
A guerra – intervenção externa – também é conseqüência lógica (mais e novos mercados – ainda que à força). Internamente, o negócio é concentrar.
Noite!
“A quem interessar possa”, sugiro a leitura do Livro II do… do… Capital… do…do… Daquele barbudo alemão – como é que é o nome dele mesmo…. – Marx. tem umas passagens inyteressantes sobre o papel da dívida pública…
A nova classe que bem gostou de ter e ver seus negócios defendidos pela besta bem chegou ao ponto de dizer: sabe de uma coisa: o Estado é meu. Quanto mais dívida pública, mais dinheiro maior a divisão do trabalho/serviço de se apropriar do dinheiro tocado na cigarra… Ah! Poquelin…
Se alguém realmente acredita que exista essa crise….
faz bém o povão iletrado e eternamente mantido na ignorância, que no intervalo do fla x flu entornará seu copinho de cachaça é dirá aos “eruditos” deste país: “deixa o ôme trabáiá!” Os banqueiros e outros que tais quebraram a cara mas, no Brasil, o Lulinha “sarva” tudo mundo (com o teu dinheiro). Afinal, quem é besta de deixar morrer a galinha dos ovos de ouro?
E por falar em “ovos de ouro”, o Lulinha também scramentou a compra do Telecom pela OI, “naturalmente” pensando no alcance social da medida.
“Cada ação individual segue um padrão, que, pela lógica do sistema, leva à concentração.”
Cara Lucinei
Só o Warrior que não aceita a lógica. Creio que ele deve ter inventado uma nova matemática. É um seriíssimo candidato ao Prêmio Nobel.
Warrior, sério, pensei que não leria mais um absurdo desse tipo. Você dizer que o capitalismo não é concentrador é um atentado à inteligência de toda a humanidade.
Quando os bancos grandes saem comprando os pequenos eles não estão concentrando capital, não é?
Quando você fala em número de empresas, você se preocupa com valores de capital? Ou apenas com os números individuais? Faça umas continhas com relação ao capital total das 100 maiores empresas em qualquer período anterior e o subseqüente (tome quaisquer períodos arbitrários). Pode eliminar os lucros auferidos no período.
Computar números apenas, em termos individuais, não representa a verdade dos fatos, em termos de capital.
No exemplo que você citou, o Firefox não pode ser computado, por ser gratuito. E a Internet ainda é uma coisa tão revolucionária – representa, inclusive, uma forma de socialismo, quer vocês, capitalistas, queiram, ou não – que não pode servir de exemplo. Mesmo assim, o capitalismo tenta concentrar, sim. Ou a Microsoft não está tentando comprar o Yahoo? Pra quê? Exatamente para concentrar…! Diariamente, recebemos notícias de vendas e fusões, mesmo nela.
Um abraço, e boa noite! (já passei da hora, eh, eh)
Nosso o julio begna resumiu tudo e resumiu tudo muito bem, é isso e nada mais. O mundo é assimcada um age por seu interesse , se o serviço é publico pois bem que se estabeleçar regras, mas como barra uma empresa de crescer se nós vivemos em um país capitalista? Além do que nós vamos continuar sendo tratados como sempre fomos ou seja: em segundo plano. E digo mais antes ser tratado assim e ter o dinheiro com segurança no banco do que ser mal tratado e ficar sem o suado dinheiro, nao que um erro justifique o outro, mas em termos de crise O BC demonstra um comportamento ponderado, apesar de ser contra a politica de juros advinda do copom e porque nao do governo de um modo geral, mas estamos passando bem pela crise, acho que que podia e pode piorar, mas até agora a verdade é que tamos dando uma aula pro EUA.
meu comentario nao e sobre a noticia,e sobre as informacoes do autor onde diz que ele nasceu em 1947 e em 1968 ele era jornalista,isto nao e possivel pois com essa idade nao seria possivel ser jornalista.Deve haver algum erro nas datas.
Ótimo comentário.
O momento foi muito propício para um comentário de quem sabe e sente na pele, como milhões de brasileiros, nas mãos desses agiotas e cavalheiros da miséria humana. Morcegos sanguinários e criminosos. Deve haver uma medida dura e enérgica ou por parte do BC ou de uma sociedade organizada para fazer valer justiça. Justiça que falo não é o birro, é a extratosfera dos juros da ganância. Um absurdo. Muito bom o comentário do José Paulo Kufper. Parabéns….
O Governo Serra fez bem vender o Banco Nossa Caixa para o Bnco do Brasil assim nós brasileiros não perderemos mais um banco e sim ganhamos um Banco mais forte qque possa nos taender melhor me com créditos a baixos Juros e serviços de aplicações nas bolsas e plano de investimentos a curto e longo prazo.
É bom que o Banco do Brasil comprou o Banco Nossa Caixa vai tem mais facilidade em fazer créditos e aplicações.
Lí um único comentário, PAREI… o cara reclama e ainda insiste que o pgto de ordenados, haveria de ser em dinheiro vivo. BOM , BOM ; MAS e o envelope do assaltante, QUEM PAGA?
Só por curiosidade, digitei no Google: “o capitalismo não é concentrador” (delimitei por aspas).
Eh, eh, o único resultado foi este tópico…
Uma possível solução à concentração excessiva de capital seria adotando-se uma Imposto Sobre Heranças com uma relação de 2/3 – 66,666% viria para a sociedade, ficando 1/3 nas mãos de uma única família.
Seria a coisa mais justa. Foi a sociedade quem, através do consumo, acumulou as fortunas dos capitães da indústria, sendo o espírito empreendedor destes o responsável, apenas, por uma parte. Sua recompensa, quando de sua morte, seria 1/3 ir para sua família, e devolver à sociedade o restante, os 2/3 de sua amealhação, para que tudo começasse outra vez.
È economia Kupfer,é quase igual eles entendem,uma palavrinha ou outra e dicionário,neles;
Les Français veulent comprendre l’économie
Les trois quarts des Français jugent que l’information économique n’est «ni accessible, ni compréhensible».
http://www.Lefigaro.Com.
Les Français – surtout les jeunes – sont persuadés qu’ils comprendraient mieux le monde actuel et réussiraient mieux dans la vie s’ils comprenaient mieux l’économie. C’est l’enseignement d’un sondage TNS Sofres publié mercredi pour le Conseil de la diffusion de la culture économique (Codice), en vue des Journées de l’économie qui se tiennent la semaine prochaine à Lyon.
Quelque 65 % des Français s’estiment mal informés sur les changements qui se produisent dans la vie économique française. Une affirmation tout aussi vraie pour ce qui concerne la crise financière actuelle, l’intervention de l’État ou encore la situation des banques. Près des trois quarts des Français (73 %) jugent que l’information économique n’est «ni accessible, ni compréhensible».
Pour combler cette lacune, les Français demandent notamment plus de pédagogie aux médias : 92 % d’entre eux auraient besoin d’un langage plus simple. Ils attendent aussi une meilleure information sur des sujets qui les préoccupent individuellement comme le pouvoir d’achat (39 %), la protection sociale (34 %), la dette (32 %) ou le chômage (26 %).
Plus de 80 % des Français pensent également qu’il serait bon d’initier à l’économie tous les élèves du secondaire. Mais pas n’importe comment : «En économie, on veut absolument apprendre des certitudes aux étudiants – sur les entreprises, les syndicats… -, alors qu’il faut leur enseigner le débat», explique Jean-Paul Fitoussi, président de l’OFCE membre du Comité scientifique des Journées de l’Économie, qui rappelle que «l’économie est le monde des incertitudes».
«Vertueuse mondialisation»
Pour Jean-Paul Fitoussi, il est aussi «normal» que les Français n’y comprennent plus rien, «car cela fait des années qu’on leur explique que l’économie de marché est censée les rendre heureux, que l’euro doit apporter croissance et plein emploi, que la mondialisation est vertueuse… Et s’ils ne comprennent pas la situation des banques, c’est parce qu’elles l’ont caché !».
Du coup, les Français s’inquiètent pour l’avenir : 71 % d’entre eux pensent que la situation matérielle des enfants d’aujourd’hui sera moins bonne que celle de leur génération.
Acho engraçado quando acusam a Microsoft de monopólio… É que nem acusar a Coca Cola de ter o monopólio do mercado de Coca Cola.
As duas únicas coisas em que a MS REALMENTE domina o mercado são em Sistemas operacionais para desktops caseiros (Windows) e ferramentas de processamento de textos (Word, Excel, etc). Isso por que tanto o sistema operacional quanto os processadores de textos deles são excelentes, especialmente se comparados aos dos concorrentes, por mais que os linuxeiros esperneiem.
Todos tem a opção de instalar um Linux ou OpenOffice de graça, mas preferem o Windows (quando não podem comprar, pirateiam).
Já em TODO o resto do mercado de software, ou ela sequer atua, ou ela tem concorrentes fortes.
Por todos os aspectos vejo com MUITO BONS OLHOS esta ação
na mão de um Estado Democrático e eficiente esta jogada pode sim
-ajudar na redução das tarifas
-dos juros
-aumento do crédito
-diminuição da concentração de renda e poder
-desenvolvimento de atuações pontuais..inclusive, pq não, transitoriamente de “fomento” …ou em ações de segurança nacional (como já o é na agricultura)
…TUDO DE BOM ponto com ponto BR
exceto… exceto…
exceto se algum governo CAVAJESTE, liberal libertino, assumir e pôr tudo a perder
perder, vendendo não só o banco, como também a concentração de mercado …o mercado todo
…vender todo este patrimônio pra algum banco privado nacional ou estrangeiro, qdo não, até Estatal, espanhol por ex
…e pior ainda, vendendo na bacia das almas tal qual fizeram com a NOSSA CVRD, nossas reservas minerais
…aquelas mesmas reservas que um dia talvez algum maluco chame nossos filhos pra defender
Caro,Romaneli;
Do seu texto,
ações de segurança nacional (como já o é na agricultura)
Estas referindo-se a última derrota da Monsanto na Justiça Americana.
Das subvariedades de espécies, que a mesma pretende também monopolizar,para eternizar o pagamento Royaltes.
Abraço.
CAro Ricardo A O Pereira,
Obrigado pela participação. Achei curiosa a sua observação.
“meu comentario nao e sobre a noticia,e sobre as informacoes do autor onde diz que ele nasceu em 1947 e em 1968 ele era jornalista,isto nao e possivel pois com essa idade nao seria possivel ser jornalista.Deve haver algum erro nas datas.”
Bom, não tem erro nas datas. Nasci em 1948, não em 1947, e comecei a trabalhar, como jornalista, na extinta revista Fatos & Fotos, em 1967(mais precisamente em junho)., não em 1968 Ou seja, eu era ainda mais jovem do que nas contas que você fez.. Como sou de julho de 1948, ainda não tinha 20 anos.
Mas, acredite, naquele tempo, em que a profissão de jornalista ainda não era regulamentada, eu até que comecei “velho”. Tenho colegas, alguns ainda na ativa, como eu, que começaram com 17 anos e até com 15 anos.
Abrs.
Argo,
Se você quer se enganar, vá em frente. Só que a lógica está do meu lado, não do seu. Para casa “fusão” ou aquisição, quantas novas empresas começam a competir nos mercados?
Como eu disse antes, mais de 80% do PIB americano está nas áreas de comércio e serviços, setores altamente desconcentrados. Os setores industriais, intensivos de capital, onde a economia de escala é primordial, respondem hoje por não mais que 15% do PIB daquele país. O problema de vocês, socialistas, é que continuam enxergando o capitalismo como Marx o enxergava, há séculos. A ele, temos que dar o devido desconto de que aquele era efetivamente o ambiente em que vivia. Mas vocês? Simplesmente, recusam-se a ver que aquilo que existia no tempo do barbudo evoluiu – e muito.
Quanto ao Firefox ser “gratuito”, primeiro não existe almoço grátis e seus idealizadores ganham muito dinheiro, de forma indireta, mesmo que não cobrem pela venda. Ademais, o fato de ele ser “gratuito” só aumenta as virtudes da Microsoft, que mesmo competindo contra um produto de “dumping”, ainda assim consegue liderar o mercado.
“Para casa “fusão” ou aquisição, quantas novas empresas começam a competir nos mercados?”
Kupfer, qual é a lógica de todos os setores da economia poderem atuar em todo o territorio nacional, com exceção do de telefonia?
Poderia explicar?
Leia
http://blogdobriguilino.blogspot.com/2008/11/broi-e-grita-contra.html
e diga se concorda ou não com o conteúdo do link.
Eh, eh, mensagem acima, falha minha… (teclei na tecla ENTER+ctrl)
————————-Repetindo
“Para casa “fusão” ou aquisição, quantas novas empresas começam a competir nos mercados?”
E você fica sofismando. Fica fazendo contas do número de empresas individuais, quando o que conta mesmo é o volume de capital concentrado.
Tente me mostrar em qual setor não houve concentração. Vamos, tente!
Fica você a tentar pôr num mesmo saco – Wal Mart e budega de seu Manuel – grandes escritórios de advocacia com a banca de um recém-formado que, quase com certeza, será futuramente encampada por um dos tubarões. (este é só um exemplo, tem-se vários).
Nesses tempos é que as equações de Marx estão começando a fazer mais sentido. Na época, ele apenas previa; hoje, estamos assistindo fielmente os acontecimentos antevistos.
não Biquei
…no caso estou me referindo ao financiamento da agricultura que aqui é feito BASICAMENTE por bancos Estatais
bco privado nesta terra ou ganha com tarifa tabelada, cartão, financiamento MUITO bem lastreado, como de veículos, imóveis pra classe média e/ou rica, consignados, ou giro da divida publica, mais que garantida e que paga 13,75%aa
..de risco mesmo, e MÍNIMA responsabilidade social (já que de seus lucros justificamos muitas favelas), sobra muito pouco (*)
referi-mo a segurança alimentar, que como vc sabe, juntado a segurança energética e a militar, compõem a tríada das preocupações geopolíticas elementares de qualquer nação que pensa em sobreviver neste nosso mundo do século XXI
(*) aliás, lembro que outro dia a MAIOR ACIONISTA do MAIOR BANCO privado veio a TV ME PEDIR um saco de arroz pra que ela doasse em nome de sua ONG …brincadeira né? Logo ela que se quisesse compraca TODA a produção do país
Warrior
Faça-me um favor, se possível. Digite no Google: “O capitalismo não é concentrador” (delimite com aspas).
Veja o resultado.
Será que só você está certo? O resto da humanidade de nada sabe?
ra ra ra ra ra ..e eu fiz a experiência …Não é que temos um colega INÉDITO e autêntico no mundo, ou no Google
vou dar mais uma sugestão pra ele e suas teses
…desenvolva um texto e coloque “o capitalismo promove a distribuição de renda”
se assim, e entre aspas, já já nosso colega vai pro GUINESS ..ou concorre ao ig-nobel né ?
Agora digite: “O capitalismo é concentrador de renda”
Qual o resultado? Será que fui eu o autor do texto?
Ou, então, digite simplesmente palavras-chave: capitalismo concentração (não delimite).
Quem escreve que o capitalismo não é concentrador?
O único texto defendendo a não concentração pelo capitalismo foi o seu, meu caro.
Concordo que minha maneira de argumentar é pífia, não sou um profissional, um simples diletante das letras. Apelo para os livros de minha formação. Inicio por História do Capitalismo, Michel Beaud:
(pena não ser num site, podendo-se usar diversas tags para facilitar – reitero meu convite de ir ao http://www.portaldocriador.org,)
————————
“Mas, sobretudo, sob a direção de um capitalista ou de
uma família, são realizados reagrupamentos de capitais sem
precedentes: trustes, grupos, que muito depressa dominam o
conjunto de um setor industrial nacional, principalmente nos
Estados Unidos e na Alemanha. Nos Estados Unidos, em
1908, os sete primeiros trustes possuem ou controlam 1638
sociedades;28 já em 1900, a parte dos trustes representa 50%
da produção têxtil, 54% da indústria do vidro, 60% do livro e
do papel, 62% da alimentação, 72% das bebidas alcoólicas
fortes, 77% dos metais não-ferrosos, 81% da química, 84%
do ferro e do aço. É notadamente a United States Steel
Corporation, constituída por J. P. Morgan e E. H. Gary, e
integrando as aciarias de Carnegie. É a Standard Oil, fundada
em 1870 por J. D. Rockefeller, que só refina então 4% do
petróleo americano, mas que em 1879 controla 90% das refinarias americanas, e em 1904 controla 85% do comércio nacional e 90% das exportações. Na Alemanha, é o império industrial constituído por Krupp: 7 mil assalariados em 1873,
78 mil em 1913; é a indústria elétrica AEG, que, graças a um
fulgurante processo de concentração, controla, em 1911, de
175 a 200 sociedades, emprega mais de 60 mil assalariados,
coopera desde 1908 com o outro grupo alemão Siemens e divide
os mercados mundiais com o grupo americano General
Electric (grosso modo, a Europa para a AEG e a América do Norte para a GE).
Na Grã-Bretanha esse movimento não é tão nítido; mas se observa durante esse período um importante processo de concentração bancária: 250 bancos privados em 1880, 48 em 1913; 120 Joint-Stock Banks em 1880, 43 em 1913. Da mesma forma, na Alemanha: por ocasião da crise de 1873, 70 bancos abrem falência; outra onda de falências durante a crise de 1890-1891; e a crise de 1901 é uma verdadeira “crise de limpeza”: o Deutsche Bank absorve 49 outros bancos, o Dresdner Bank, 46, e o Diskonto Bank, 28; sobram cinco ou seis grandes bancos, “sendo que cada grande banco era o núcleo financeiro de um conjunto de empresas, mas também, a fim de partilhar os riscos, vários bancos se associavam para patrocinar uma mesma empresa”. Do mesmo modo, nos Estados Unidos: dois “impérios financeiros” se constituem, um formado pelo First National Bank de Morgan, pela General Electric, pela Rubber Trust, pela US Steel, pelas estradas de ferro Vanderbilt e por diversas sociedades de eletricidade; o outro, formado pelo National City Bank, de Rockefeller, pela Standard Oil, pela Tobacco, pelo Ice Trust, pelas estradas de ferro de Gould e por empresas de telefones.”
(Michel Beaud, História do Capitalismo, Brasiliense, 1987, pgs. 224/225)
————————–
Poderia citar algum autor afirmando não ser o capitalismo concentrador? Até agora, nunca li.
Uma pergunta: um empresário muito rico almoça e janta várias vezes por dia para consumir e esbanjar o máximo que puder do seu capital? Ou ele aplica esse capital com o objetivo da sua multiplicação?
É preciso enxergar o empresário como um agente do mercado, o empreendedor, aquele que faz a economia crescer e não vê-lo como um predador.
Prefiro concentrar o capital nas mãos de empresários parcimoniosos que fazem esse capital se multiplicar, gerando novos empregos (empregos reais), do que entregá-lo para o governo esbanjar.
Tem gente que acha que os políticos e os tecnocratas são melhores empreendedores do que os próprios empresários. Muito engraçado.
Argo e Romanelli
A lógica de vocês é, eu diria, muito peculiar. Não é a toa que, em pleno século XXI anda se dizem socialistas. Querer provar uma verdade pelo número de inserções no Google é, no mínimo, bizarro.
Ainda que não estivéssemos falando de concentração de renda, mas de empresas, eu fiz o teste que vocês propuseram. Eis os resultados:
“O capitalismo é concentrador” = 4 resultados
“O capitalismo não é concentrador” = 1 resultado (o meu)
Dedução de vocês: O CAPITALISMO É CONCENTRADOR.
Agora, eu proponho que façam um outro teste. Digitem:
“A terra é quadrada” = 1.430 inserções
“A terra não é quadrada” = 211 inserções
Pela mesma lógica utilizada, seremos obrigados a deduzir que:
A TERRA É QUADRADA
Não é fantástico?
Eduardo Giannetti escreveu um ótimo livro, chamado “Auto-Engano”. Vocês deveriam lê-lo.
“Prefiro concentrar o capital nas mãos de empresários parcimoniosos que fazem esse capital se multiplicar, gerando novos empregos (empregos reais), do que entregá-lo para o governo esbanjar.”
Bem, meu Caro Rypl, você, ao menos, concorda que o capitalismo é concentrador.
Agora, achar que o capitalista se preocupa com geração de empregos é uma falácia muito séria.
Prezado Warrior
Só para constar, um defensor do capitalismo – o caro Rypl – diz que prefere concentrar capital (aceitando a tese de que o capitalismo é concentrador) nas mãos de empresários parcimoniosos.
Só você teima?
Só queria que você citasse algum autor corroborando sua tese. Só para você não ficar tão solitário em sua argumentação.
eu me disse socialista ???
amigo, eu não tenho esta pretensão não …sou mais humilde
particularmente defendo um modelo que ainda não existe …e que talvez possa ser batizado em minha homenagem
Quá, quá, quá, fiz o teu teste sobre o exemplo de Terra quadrada/não quadrada.
Eu só queria saber como você chegou àquele resultado acima…
Ah, e outra coisa, e alguém AFIRMA ser a terra quadrada? Ou são alusões tangenciais a outros escritos? Citações, por assim dizer, tal qual a de Fernão de Magalhães?
Vôte!, como você sofisma…!
“e que talvez possa ser batizado em minha homenagem”
Gostei da humildade, Romanelli, eh, eh
Argo,
Leia Schumpeter. Lhe fará bem.
Mas se você quer dados estatísticos sérios, leia: “Destruição Criativa – Por que empresas feitas para durar não são bem sucedidas”. Nele, você ficará sabendo, entre outras coisas, que nos EUA, o tempo médio de permanência de uma empresa na lista das 500 maiores companhias é, atualmente, de parcos 10 anos, conquanto já chegou a ser de 65, num passado não muito distante. A previsão é de que, em 2020, 75% daquela lista será formada por empresas hoje completamente desconhecidas do grande público.
PS: Quem sofisma é … bem, deixa prá lá.
“PS: Quem sofisma é … bem, deixa prá lá.”
Calma, Warrior, estamos apenas conversando…
Humm…
Parece-me que você é um dos adeptos do livro “Marketing de Guerra”, não é?
Bem, que é uma publicação pra lá de medíocre, é certo.
Agora, faça as contas de quanto capital essas empresas que nascem e morrem no curto espaço de tempo representava.
Enquanto isso, as que contam mesmo, que vivem apenas trocando de nomes, já têm mais de 100 anos – ou foram encampadas por outras com o mesmo tempo.
A Microsoft está tentando encampar o Yahoo – não é concentração.
O Itaú fundiu-se com o Unibanco – não é concentração.
A Telemar adquiriu a Brasil-Telecom – não é concentração.
O Wal-mart é o dono atual do Bompreço – não é concentração.
A Vale está perseguindo um monte de mineradoras menores para comprar – não é concentração.
————
Melhor parar por aqui – todos os terabytes (exagero típico de pernambucano, não reparem) da internet seriam insuficientes para comportar a relação de fusões de empresas, a concentração de capitais.
Warrior
Seu argumento de que a lista das 500 maiores empresas muda a cada 10 anos reforça ainda mais a característica concentradora do capitalismo. Senão, vejamos:
1998
1) Empresa A
2) B
3) C
4) D
….
499)JZ (combinando-se letras – não fiz o cálculo exato)
500) Empresa KA
501) Empresa KB
2008 (dez anos após)
1) Empresa A
2)B
3)C
4)D
499)JZ
….
500)KB
501)KC
O que aconteceu com a empresa KA? Simples, ela foi adquirida, de uma forma ou outra, por uma das companhias maiores que ela. Houve uma CONCENTRAÇÃO!
Como falei antes, é tão óbvio que chega a ser axiomático.
Vale lembrar que a Yahoo, há uns 15 anos, era a monopolista dos sistemas de buscas na Internet.
Hoje até a Microsoft refugou ela por que está capengando… Se ninguém pegar, em mais uns 5 anos ela acaba.
Hoje o “monopólio” dos sistemas de buscas da Internet é do Google. Isso em grande parte se deve por que o algoritmo que eles usam pra saber qual página você quer ver quando faz uma busca na internet (PageRank) está patenteado, e só eles podem usar.
Sério, se querem falar de monopólios/oligopólios/concentração de mercado, não usem o mercado de software como exemplo. Ele é péssimo pra isso.
“As duas únicas coisas em que a MS REALMENTE domina o mercado são em Sistemas operacionais para desktops caseiros (Windows) e ferramentas de processamento de textos (Word, Excel, etc). Isso por que tanto o sistema operacional quanto os processadores de textos deles são excelentes”
É Daniel, são tão excelentes que não conseguem ler o formato ODF (OpenDocument Format)… e se você quiser criar um documento PDF, tem de instalar uma impressora virtual, enquanto que no Open Office basta clicar num botão que ele cria automaticamente um arquivo neste formato… o que mostra que ela usa ao máximo o peso do mercado para definir seus padrões proprietários como o padrão de fato.
Ainda a respeito da Microsoft, há alguns anos atrás a União Européia vetou o Internet Explorer “embutido” no Sistema Operacional. Não fosse esta intervenção governamental, provavelmente estaríamos totalmente reféns da empresa de Redmond.
“Leia Schumpeter. Lhe fará bem.”
Ok, Warrior, se você também leu, vamos discutir Schumpeter (perdoe a pretensão, sou, repito, apenas um curioso na matéria, minha formação é praticamente zero).
Comecemos da afirmação do mesmo, em Preliminar, da Segunda Parte de “Capitalismo, Socialismo e Democracia”
“PRELIMINAR
PODERÁ S O B R E V I V E R o capitalismo? Não, não o creio. Essa opinião, todavia, tem tanto valor como a de qualquer outro economista que se tenha pronunciado sobre a questão.
Individualmente, carece de importância. O que importa em qualquer tentativa de prognóstico social não é a aceitação dos fatos ou argumentos em que a previsão se baseia, mas os próprios fatos e argumentos, que contêm tudo que há de científico no resultado final. O mais não será ciência, mas simples profecia. A análise, seja econômica seja de outro tipo qualquer, jamais produzirá outra coisa senão uma revelação das tendências de um sistema qualquer que foi objeto de observação. E essas jamais nos dizem o que sucederá ao sistema, mas apenas o que sucederia se tais tendências perdurassem no intervalo de tempo abrangido pela nossa observação e se não interviessem novos fatores. Inevitabilidade e necessidade nada mais podem significar senão isso.”
(Joseph A. Schumpeter, Capitalismo, Socialismo e Democracia, Editora Fundo de Cultura, RJ, 1961,)
(repito a questão da falta boas condições num blog [ou falta de prática minha, não é mesmo?], acho que num fórum ficaria melhor a discussão, quem sabe – em todo caso, abri um tópico em nosso site com esse título. Os interessados – todos, sem exceção – são bem-vindos:
http://www.portaldocriador.org/forum/viewtopic.php?f=51&t=3025
)
“o que mostra que ela usa ao máximo o peso do mercado para definir seus padrões proprietários como o padrão de fato.”
Outro Leitor
Ela, em suma, procura exatamente o quê? monopólio…
Porque o Banco Central “terá que melhorar – e muito – sua atuação como agência reguladora do setor bancário” agora que o BB comprou a Nossa Caixa? Porque não manifestou a mesma preocupação quando o Itaú ‘engoliu’ o Unibanco? Preconceito com o banco público ou ‘rabo presdo’ com banco privado?
Prezado Jornalista Kupfer e Leitores
Apresento a minha opinião de que a desigualdade de renda só é combatida através da existência de políticas sérias de desenvolvimento econômico e não destas políticas “passa-moleques” e eleitoreiras ,cujo o único objetivo macro-econômico é encobrir legalmente este peculato econômico sistêmico que se tornou a economia mundial-especialmente a brasileira. Note portanto que a política de cotas no ensino público em todos os seus níveis, é profundamente equivocada, já que é bem sabido de outras experiências similares, que políticas de cotas precisam ser localizadas e ter objetivos políticos bem definidos.Por exemplo: certamente faz-se necessário toda uma política de cotas para o ingresso nas Forças Armadas-especialmente nas Academias Militares, nos concursos de Empregos Públicos e também na área do ensino,especialmente nas Escolas Particulares, como foi feito por J.F.Kennedy nos anos 60.E como diz o saber popular: “ É preciso ensinar a pescar e não ganhar o pescado em troca de votos!”.A história mostra que políticas de combate as desigualdades econômicas planificadas Maoístas-Stalinistas-Castristas tornaram-se anacrônicas e destrutivas. “È preciso hombridade para governar”-já dizia o G.Vargas ao enfrentar a República do Galeão nos anos 50.
PS-Faço a sugestão de que antes de qualquer implantação de políticas de cotas impensadas nas Universidades Públicas, que faça-se primeiramente a classificação no vestibular somente através das notas obtidas nos exames vestibulares.È triste ver um aluno que obtém nota 7.0 em um curso concorrido e que fica fora de qualquer curso universitário por simplesmente não ter conseguido a classificação para aquele curso específico. E um outro estudante com nota 3.0 (quando muito!) é admitido na mesma em um curso menos concorrido. Acho que em um sistema universal de classificação como este,em que o estudante universitário só escolhe definitivamente o seu curso profissional universitário depois da conclusão do curso básico universitário e através de um novo processo classificatório via o respectivo coeficiente de rendimento acadêmico auferido nestes cursos básicos unificados´,será então salutarmente possível reservar uma porcentagem substancial de vagas (40%) e usar os fatores da cota em peso combinado com a nota dos exames vestibulares.È necessário combater aqueles interesses espúrios ao ambiente acadêmico -científico-universitário, tão presentes nos dias de hoje.
Prezado Jornalista e leitores
Tomo a liberdade de apresentar algumas reflexões de “Botequim”, presentemente possuindo maior solidez intelectual que aquelas discussões “doutas” nos gabinetes da “governança” ,altos comandos e cátedras escolásticas.Ei-las:
1-Concentração inevitável, controles indispensáveis- só se for da torcida do Flamengo!
2-Carta de (boas) intenções- só o eremildo e o “Rio Branco levaram-na a sério!
3- Mudanças ou “mudanças”-”madanças afrete”
4- Nome aos bois- Não é todo mundo, mas é uma manada considerável!
5- OG20 já caiu do telhado- há muito tempo e de nádegas!
6- Direto ao ponto-” Se a canoa não virar e a Marinha não multar, a gente chega lá…..
7- Itáu-Unibanco,mega-salto naconcentração bancária- sem comentários!
8- Marola ou Tsunami ?- Marolaço!
Real,de objeto de desejo a mico- e não é dourado!
. Então so nos restao humor do “Anjo Pornográfico -Cariobacana da gema e da Clara”ao relembrar,com toda a seriedade dos Sociólogos Paulistanos , aquele grito parado no ar há 50 anos ;
” Chamem o ladrão!,Chamem o ladrão!,Chamem o Ladrão!
É inevitável, não dá para conter esta atração natural do dinheiro pelo dinheiro. Certas barreiras instituídas no âmbito da legislação brasileira, parece mais sugerir que o melhor regime para o Brasil é o retrógrado comunismo de Lenin, Fidel e outros.
O sistema bancário não vai funcionar jamais pensando em perder dinheiro. Seria o mesmo que pedir para o padeiro passar a dar o pão que fabrica. É no mínimo incoerente.
Estabelecer controles para atividades econômicas nunca funcionou muito bem, acredito sim, na posibilidade de maior liberdade para o cliente, dando lhe verdadeira portabilidade do próprio CPF. Isto sim, deixaria as instituições banacárias de saia justa. No mais, é conversa para boi dormir!
Como todos os populistas,Chávez, pratica mesmo é a teoria de Gerson, tal qual o ”51”
Enemigos políticos, sócios comerciales
A pesar del discurso oficial de sus líderes, EE UU, Venezuela, Nicaragua y Bolivia mantienen fuertes lazos
El 20 de septiembre de 2006, el presidente de Venezuela, Hugo Chávez, tuvo la sensación de que en el edificio de Naciones Unidas olía a azufre. “El diablo está en casa. Ayer el diablo vino aquí”, espetó el líder venezolano refiriéndose al presidente de Estados Unidos, George W. Bush. Antes lo había llamado tirano y genocida. Tampoco Bush, si bien no tan explícito como su homólogo, ha sido muy amable con Chávez. Pero mientras ambas Administraciones se lanzan algaradas, increpan y acusan de acabar con la estabilidad en el mundo o en Latinoamérica, millones de dólares y de barriles de crudo se mueven de norte a sur del continente. A la hora de hablar de negocios, el pragmatismo se impone a lo ideológico.
Nunca fueron tan hostiles las comunicaciones entre Washington y Caracas, y nunca tan buenos los negocios. La relación comercial de Estados Unidos y Venezuela es inversamente proporcional a la diplomática que mantienen los inquilinos del Palacio de Miraflores y el de la Casa Blanca, al menos hasta que George W. Bush la abandone definitiva. La prueba de que ambos países intercambian algo más que insultos es que Estados Unidos sigue siendo el primer socio comercial de Venezuela y éste el segundo proveedor de petróleo para Estados Unidos entre los países miembros de la Organización de Países Exportadores de Petróleo (OPEP).
Utilidade Pública né Kupfer;
O professor está,vendendo o país,é um tremendo bebe-quieto.
http://www.guardian.com.
Psiu!Psiu!
M S T.
O barbudo tá sacaneando vocês?
M S T, não vai sobrar nada para vocês.
Traslation;
Pressa em comprar envia rápida subida dos preços
Com uma área de terras de mais de 16 vezes o tamanho do Reino Unido, o Brasil tornou-se uma das opções mais atraentes para os países que procuram superfícies agrícolas no exterior. Em seus 388m de hectares de terras agrícolas, o país produz mais açúcar, café, carne bovina e de aves do que em qualquer outro lugar. É também o líder mundial da soja exportador.
Até à data a maior parte do investimento em terrenos tem sido brasileiros do setor privado, mas um número crescente de governos estrangeiros estão manifestando interesse em aderir à pressa para comprar.
Arábia Saudita está entre os países que ver terras brasileiras como uma “solução”. Em uma recente entrevista com a agência de notícias Brasil-Árabe Anba, o futuro embaixador saudita no Brasil, Mohamad Amin Kurdi, disse que o país era um daqueles que a Arábia Saudita estava olhando “em busca de possibilidades”. Kurdi disse ele planejada para introduzir representantes da Arábia Saudita, do comércio e da agricultura ministérios para investimento possível sites, enquanto o embaixador visitou recentemente o estado de Tocantins, uma área agrícola “boom” no Brasil. Diplomatas iranianos também foram explorando, com vista a garantir o abastecimento de produtos como carne, soja, milho e açúcar.
Em um editorial publicado na imprensa chinesa neste ano, Charles Tang, chefe do Brasil-China câmara de comércio, escreveu: “Ao contrário da China, a maior parte do território brasileiro é constituído por terras férteis que podem ser cultivados e está a ser subutilizado. Chinês empresas que pretendem fazer investimentos de longo prazo assumidos para comprar terras … pode obter o retorno financeiro saudável. ”
No ano passado, o Brasil trader de grãos Multigrain, que é parcialmente detida pelo conglomerado japonês Mitsui, comprou 100.000 hectares de terras agrícolas no Brasil.
Crescentes sinais de um estrangeiro para lutar por terras brasileiras têm enviado rápida subida dos preços. Em algumas partes do sul do estado agrícola do Paraná tem o preço dos terrenos agrícolas subiram para cerca de R $ 30000 (£ 8238) um hectare. Nationwide Estima-se que os preços aumentaram cerca de 20% sobre o ano passado.
Mas a corrida para a terra tem algumas sobrancelhas levantadas na capital da nação, mexendo com receios de uma “invasão estrangeira”.
“As regras têm de ser estabelecidos rapidamente, porque toda a gente está lutando pela terra brasileira”, disse Rolf Hackbart, o presidente do Brasil da agência Reforma Agrária, Incra.
Mais três questões devem ser levadas em consideração ao analisar o atual fenômeno de concentração bancária.
1. Há uma tendência mundial de formação de blocos oligopolizados de capital e aumento da rivalidade entre eles (apoiados por seus respectvos Estados Nacionais).
2. Se tal dinâmica de concentração bancária levará a um padrão de financiamento autônomo, independete do mercado internacional – algo almejado desde Vargas e que nunca se concretizou.
3. Como Kupfer disse, a concentração deste mercado é inevitável. Mas qual a diferença para o trabalhador se quem vai se fortalecer é o capitalista brasileiro ou o estrangeiro? O fortalecimento do mercado bancário brasileiro não gera como cosequência direta um desenvolvimento social, pelo contrário, é capaz de acentuar as desigualdades sociais.
“As regras têm de ser estabelecidos rapidamente, porque toda a gente está lutando pela terra brasileira”, disse Rolf Hackbart, o presidente do Brasil da agência Reforma Agrária, Incra.”
Enquanto isso, trabalhadores brasileiros da agricultura passam fome…
Grande sistema esse…! De que serviu a independência?
EC Lima,
Você perguntou, eu respondo: nem uma coisa nem outra. Agora eu pergunto: você leu o que eu escrevi sobre Itaú-Unibanco?
Abrs
Ribeiro Nilson,
Você tem razão. Portabilidade pra valer ajudaria, mas não resolveria.
Agora, por que a sociedade não pode dispor de instrumentos de controle concorrencial? Será que a nossa sociedade é incapaz de impor sua vontade ao Estado? O Estado não é capaz de atender às imposições da sociedade?
O problema é dos instrumentos ou de quem os aplica?
Abrs
América continuará a ser para Americanos, quem quiser ser vermelho, terá que procurar outro local para abrigar-se.
Percebam o quanto é estratégico e um caso de soberania nacional, não permitir a venda de grandes extensões da Amazônia, como esta a fazer o nosso Mr.Ungher.
Percebe também que o capacho do Equador, sob influência do ditador de Mierda, tenta fazer com o Brasil, aceite apenas uma posição de igualdade, dentro da hierarquia traçadas pelos vermelhos para América do Sul.
Como a quarta frota já está na cola deles, tentam despistar, pensando que vão ter caminho livre para descarregar o arsenal já encomendado.
Translation,N.Times;
CARACAS, Venezuela – Quando o Presidente da Rússia Dmitri A. Medvedev planejado sua viagem pela América Latina vinda, o seu país parecido prepara para apresentar um dos desafios mais visível nos anos influência americana na região. Com a alta dos preços do petróleo, a Rússia estava enxaguar com dinheiro e planejamento de uma série de medidas, incluindo a Venezuela ajudando construir um reator nuclear e fortalecer laços militares com Cuba, um antigo aliado da guerra fria os soviéticos.
Mas quando o Sr. Medvedev chega à região na próxima semana, ele irá encontrá-lo no fluxo em reação a acontecimentos recentes – e, em alguns casos, menos receptivo às suas ligações. Mergulham os preços do petróleo e a crise financeira mundial, que tem martelado Rússia particularmente duras, têm levantado dúvidas quanto à fiabilidade da Rússia como um parceiro econômico, enquanto a vitória de Barack Obama na corrida presidencial tem suscitado esperanças em toda a América Latina de uma nova era de melhoria das relações com os Estados Unidos.
Neste rápida mutação, a maior parte dos países latino-americanos estão recalibrar os seus interesses políticos, frustrando os esforços da Rússia para aprofundar laços regionais, como as que foram estabelecidas na China na última década.
Elites da Rússia, incluindo o Presidente Medvedev, olha para a China da subida êxitos económicos e diplomáticos na América Latina e na África com inveja;, disse Stephen Kotkin, o diretor de estudos na Universidade Princeton Rússia.
Eles também percebem uma oportunidade, muito exageradas, os E.U. para enviar uma mensagem em seu suposto quinta;
Mas o Sr. Medvedev enfrenta um duro vender na região. Em Cuba, há suspeitas sobre remanescentes russo intenções, como a economia cubana desabou quando os soviéticos retiraram na década de 1990, bem como uma certa relutância em alienar uma próxima administração que Obama poderia empurrar a pôr fim ao embargo comercial.
Brasil, maior país da América Latina, que também coloca uma alta prioridade nas relações com uma administração Obama, pretende envolver a Rússia não como uma fonte de armas ou de assistência militar, mas sim como um parceiro igual.
Não estamos interessados em comprar produtos nas prateleiras defesa;, disse Roberto Mangabeira Unger, o Brasil do ministro de Assuntos Estratégicos é do arquiteto de uma nova estratégia militar definida para ser oficialmente anunciados em dezembro.
Ao contrário de outros países sul-americanos não vamos comprar as coisas ao redor, e nós não estamos interessados em algum tipo de balança de poder político para conter os Estados Unidos, disse o Sr. Mangabeira Unger, um ex-professor de direito Harvard quem ensinou Mr. Obama quando ele estava na Harvard Law School.
Nós temos relações amistosas com os Estados Unidos, e com a próxima administração a intenção de fazê-los ainda mais amigável.
Em contrapartida, na Venezuela, fustigada por si só os preços do petróleo caindo, o Sr. Medvedev pode esperar uma recepção calorosa. Presidente Hugo Chávez, desde há muito procurado estreitar os laços, a viajar para a Rússia e sete vezes forja ofertas para comprar mais de US $ 4 bilhões em armamentos.
Até recentemente, porém, a Rússia demonstrou pouco interesse em expandir os laços com a Venezuela para além armas de vendas e um punhado de energia ofertas.
Mas a posição da Rússia evoluiu nos últimos meses, e está agora a procurar uma praia com uma grande quantidade de petróleo, bem como a mineração, banca e contratos militares. Ainda na escolha de investir na Venezuela, a energia executivos e diplomatas estrangeiros dizem, Moscou está a tornar-se envolvido em um dos países mais problemáticos da região. Países como a China e o Irão têm enfrentado um pântano de corrupção e desordem institucional, procurando expandir a sua presença aqui.
O russo incursão na América Latina já foi vista em muitos quadrantes como vingança por aquilo que o Kremlin vê como uma violação agressiva por parte dos Estados Unidos sobre a sua esfera de influência.
Moscou tem sido irritados pelo americano planos para implantar um sistema de defesa antimísseis na Europa Oriental, bem como por Washington o apoio do Kosovo e para a independência da Geórgia em agosto a guerra, que o Kremlin afirmou que a Casa Branca ajudou a provocar.
Na Colômbia, onde há mais temor russo-made armas na vizinha Venezuela encontrar seu caminho através da fronteira a guerrilha esquerdista, da Rússia jogadas são vistas como parte tit-for-tat para a crescente presença da OTAN no antigo bloco soviético países.
Em certo sentido, a Venezuela está a tornar-se da Rússia Ucrânia, afirmou Román Ortiz, um analista de segurança em Bogotá, capital da Colômbia.
Dois bombardeiros estratégicos russos capazes de transportar armas nucleares fez uma visita à Venezuela em setembro, poucas semanas antes Rússia anunciaram um empréstimo $ 1 bilhão para o país de armas compras.
E um contingente da Marinha russo da Frota do Mar do Norte está agora em rota para o Caribe para participar em exercícios de treino com a Marinha venezuelana, manobras programada para coincidir com a visita do Sr. Medvedev aqui.
Se o país tiver ficava no seu pé e está a começar a alargar o seu papel político e econômico, então ela não pode ficar centrado localmente", disse Andrei Klimov, o chefe adjunto da Comissão dos Assuntos Internacionais do Parlamento da Rússia.
Ele enfatizou que as políticas da Rússia na América Latina não foram ,dirigidos contra um país específico.
Trata-se apenas que a Rússia tem vindo a desenvolver interesses definidos, e queremos perceber esses interesses, sobretudo no mundo dos negócios – em petróleo, gás, em novas tecnologias, as vendas de armas, disse o Sr. Klimov.
A Rússia tem sido também procuram reacender a guerra-fria era vínculos em países que são agora aliados da Venezuela, como a Nicarágua, o destinatário da ajuda militar soviética na década de 1980. Com a volta Sandinistas de esquerda no poder na Nicarágua, russo funcionários têm viajado recentemente para Manágua, a capital, para discutir grandes projetos como um novo canal para rivalizar com o Canal do Panamá.
Mas, por agora, da Rússia incursão em Nicarágua mantém-se limitado à formação de cerca de uma dúzia de pessoal militar nicaragüense, uma sombra de uma vez o importante papel desempenhado pela União Soviética durante o primeiro governo do presidente Daniel Ortega, quando especialistas militares soviéticos ajudaram a construir PACHITO Base Aérea, que passou mal na necessidade de reparos.
A Rússia tem uma presença fora esculpida em outros países pequenos, com limitada força económica na região, como a Bolívia, onde a Rússia está oferecendo assistência militar e Antidrogas. Na Guiana, a Rússia tem laços calorosos com o presidente Bharrat Jagdeo, que estudou economia em Moscou, quando era governado pelos socialistas Guiana com laços estreitos com a União Soviética.
Na realidade o que gero esta crisis foi o poder exesivo das grandes empresas e dos grandes bancos e os politicos depentes de dineiro pra campanha e do povo em acreditar em papa noel,e foi inventada a maior estafa que se poderia faser dineiro sem trabalhar e o povo acredito e lvo e vai levar o tombo legal que vai arrepender por o restop da sua vida
O problema es mas serio a lo que eu pensava e tem que mudar tudu ese lixo economico que ta o nois como civilisaçao caducamos na edade meia comamdados em veis de reies por multinacionais
Peço ao comentarista José Paulo Kupfer tecer considerações sobre os “derivativos”: o que são? Por que deram prejuizos para algumas empresas, apurados em seus balanços a contar de outubro de 2008?
Concordo plenamente com esta abordagem e destaco ainda, que o custo nao eh soh do consumidor, que paga caro pelos serviços bancarios, mas tbm do Tesouro que sustenta o ganha ganha da divida publica, na sua maioria na mao dos bancos. Os demais setores da economia poderiam ate dizer, repetindo o poetinha:
“se todos fossem iguais a vc, que maravilha viver…”
Escravocratas e Feudalistas,continuam a predominar e mandar no país,do trabalhador que NUNCA trabalhou.
Daqui não saiu!
Daqui ninguém me tira!
Vamos fazer uma treta?
Eu quero mamá.
Chinaglia vai promover audiências públicas antes de votar PEC da Bengala
Brasília, 21/11/2008 – Diante Insistentes pedidos formulados por alguns ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) para que seja aprovada a emenda constitucional que passa de 70 para 75 anos a aposentadoria compulsória na magistratura – mais conhecida como “PEC da Bengala” – o presidente da Câmara dos Deputados, Arlindo Chinaglia (PT-SP) informou hoje (21), durante conversa com o presidente nacional da OAB, Cezar Britto, que irá promover, a partir de janeiro do próximo ano, uma série de audiências públicas para discutir com mais profundidade a possível mudança . Segundo Chinaglia, serão convidadas para as audiências públicas a OAB, a Ajufe (Associação dos Juízes Federais); Anamatra (Associação Nacional dos Magistrados do Trabalho); AMB (Associação dos Magistrados Brasileiros) e ANPR (Associação Nacional dos Procuradores da República). Durante a conversa com o presidente da Câmara, Cezar Britto adiantou que a OAB tem uma posição contrária à ampliação do limite de idade para aposentadoria dos magistrados. “Alterar a Constituição Federal por meio dessa PEC da Bengala seria acolher uma legislação “casuística”, destinada somente a atender interesses momentâneos daqueles que não desejam deixar a cúpula dos tribunais”. Britto lembrou que deve haver uma atenção para que haja um cuidado maior por parte dos legisladores. “Não podemos legislar pela exceção.
TUDO ESTÁ NO SEU LUGAR,,,,,,,!
Parabéns para o JPK, por provocar a ira santa dos comentaristas. Deve ser o post mais comentado da blogosfera tupiniquim estes dias.
Vaia solene para o bossal que chamou o JPK de “gordo”. Guilhotina o cara, JPK!! Abaixo os agressores gratuítos!! E também para este Biquei que alucinou de novo, mandando Rússia + Guianas, bla-bla-blan….
Palmas para dois colegas que pregaram “dinheiro a gente deposita no colchão”. Esta é a arma que pessoas e empresas tem para lutar. E também não tomar dinheiro, evitando pagar juros extorsivos.
Argo + Warrior: montem um blog só para vocês dois. Será um extase mútuo, recíproco, orgasmático! Independentemente da opinião que tenham, individualmente dá para concordar, discordar, etc. Debatendo entre sí, é um porre! Caiam na real. Vocês devem ser dois capricornianos, com sangue espanhol, só que um é basco e o outro é catalçao…
Sds
O Crítico
Tenho certeza de que você sabe ler, só não viu:
(repito a questão da falta boas condições num blog [ou falta de prática minha, não é mesmo?], acho que num fórum ficaria melhor a discussão, quem sabe – em todo caso, abri um tópico em nosso site com esse título. Os interessados – todos, sem exceção – são bem-vindos:
http://www.portaldocriador.org/forum/viewtopic.php?f=51&t=3025
)
Meu e-mail e minha página estão perfeitamente identificados. No dia em que o Sr. Kupfer (o titular do blog, se ainda não sabe) alertar-me sobre algo que ele considere estar atrapalhando ou prejudicando o bom andamento de sua proposta, nesse dia eu paro; por teus incômodos, não.
Amigo meu está pré-lançando em breve um livro nos EUA com o Título : ” Lula is GaY ???” em espanhol traduzido para os milhões de espanhois dos EUA – ” Lula el Boludo ????” . Mas não pensem que é sobre a situação sexual do Lula , que todo mundo sabe ser hetero e muito macho. O Livro trata das benevolencias do governo Lula para com os países da África onde perdoou dívida de vários países africanos para com o Brasil.
E também fala dos acontecimentos na Bolívia e a estatização da refinaria a preço de banana . Os outros fatos são com o Paraguai, mais recentemente com o Equador , e as concessões com a Argentina . Enquanto tudo isto ocorre os aposentados “Si fuedes” !!!
O Argola queimada está incomodando ?
Caro Chirac
Em Duna – Frank Herbert, se você não sabe – há um diálogo interessante, travado entre Paul e um banqueiro, do qual transcrevo só o final:
[
– Por causa de uma observação feita por meu pai na ocasião. Ele disse que o homem se afogando, que sobe nos ombros de outro para se salvar, é compreensível, exceto quando se vê isso acontecendo na sala de visitas. – Paul hesitou, o suficiente para que o banqueiro percebesse o duplo sentido, e então concluiu. – E eu devo acrescentar: exceto quando se vê acontecer na mesa de jantar.
]
Também tenho um acréscimo: “-Exceto quando se vê acontecer num blog.”
Meus caros,
Um capitalista não investe para atender o mercado.Investe para ter lucro.O mercado é somente o meio utilizado.Primário né?
Quanto ao Sr. Warrior, é muito inteligente.Usa com maestria a tautologia e a falsa analogia para convencer e …persuadir…os incaltos.
Uma boa noite a todos.
Não há economia que resista quando o Lula começa a dar . Deu pra Bolívia uma refinaria (vendeu a preço de banana dando prejuizos à Petrobras Brasileira ) , deu pro Equador ( que não vai pagar o emprestimo feito a este país pelo BNDES Brasileiro) , e está querendo dar para o Paraguay ( as oito turbinas que os paraguaios ainda não pagaram ) , etc, etc, etc. E cassete nos aposentados !!!!
a questão da Bolivia eu não comento, pra mim era deles o DIREITO
essa questão do Equador é um pobRema..
o Governo do Equador precisava de uma hidrelétrica
fez licitação, ganhou uma empresa brasileira que arrumou (pro Equador) financiamento pelo BNDES (que obteve garantias de órgãos internacionais), não é isso?
O Equador paga o BNDES e recebe serviços da empreiteira, por uma hidrelétrica que não funciona…
Qual outra forma de estancar a sangria, ou outra forma de “medir” forças, criar um fato pra apressar providencias que o Equador tem?
será que só pedindo por favor adiantaria?
…pior que já dizem que tudo é um teatro pra re-comprarem títulos suas dividas barato
ahhh sim, parece inclusive que houve um fato semelhante na Bolivia …uma empreiteira fez uma estrada fora das especificações
parece que lá fora tem auditoria …já aqui né Gualtama?
Sei lá, a julgar pelo passado, pelo corruptódromo que estas empreiteiras sempre estiveram envolvidas, criando ou perpetuando práticas espúrias
…sempre envolvidas em projetos mal feitos, superavaliados, em licitações fraudadas, com prolongamento de verbas e de prazos, com PERCENTUAIS a políticos e partidos
quem não se lembra dos 6 mm/hec do Rego Almeida?
Roubando o país no PROJETO, na licitação, no andamento da obra e depois, até na privatização das próprias estradas que elas AJUDARAM a esburacar (ou a se inviabilizar)
…em 2007 tiveram lucros maiores que os bancos …e os mesmos setores cada vez mais parecidos …cada vêz mais sem concorrência e sem transparência
sei lá? Pra mim qualquer juízo em favor delas eu teria que pensar alguns ANOS antes de me pronunciar …e talvez pedisse adendo ao contrato e ao valor acordado
URGENTE JORNAL DO MACHO . Mendelev , presidente da Rússia está no Brasil , desde ontem 2ª feira – 24/11/2008 . Esteve no Rio de Janeiro , almoçou em restaurante carioca e com sua comitiva vem trazendo acordos a serem assinados com o Brasil e com empresários brasileiros, sobre energia atomica, petroleo , construção de estradas de ferro, rodovias , hidrelétricas, armamentos, tecnologia espacial , etc…etc. Etc, etc, porque o Brasil não produz nada em ciencia e tecnlogia palpável, tudo aqui vem de fora , até os carros e as lâmpadas GE.
Até mesmo o noticiário vem de fora, uma vez que não vimos nenhuma menção à visita do Exmo. Presidente da Russia , Mr. Mendelev .
Gostaria de saber do Sr Júlio Pegna o que ele pensa sobre o medelo Comunista do Karl Marx, pois pelo que entendi, jamais foi aplicado esse modelo em país algum, e sim do socialismo, pelo que entendo o Comunismo ao pé da letra é genial, pois dosa e libera o capitalismo com muito respeito, é isso, será que o gordo acima sabe disso?
Só sei se esse Júlio é chato
Só sei que se voce diz que o Julio é chato, voce André nao conhece o Julio, lamento muito por voce, que deve ser um reacionário depressivo, que Deus te ilumine Andre Souza.