Itaú-Unibanco, mega-salto na concentração bancária
O processo de concentração do setor bancário no Brasil ganhou enorme impulso agora de manhã com o anúncio da fusão do Unibanco com o Itaú. Dos mais de 150 bancos em operação no Brasil, apenas 10 exibem ativos acima de R$ 100 bilhões e 130 têm ativos inferiores a R$ 10 bilhões.
O novo banco, segundo o comunicado conjunto divulgado por Itaú e Unibanco, será o maior do hemisfério sul em ativos e uma das 20 maiores instituições financeiras do mundo. Na área de relações com investidores do site do Itaú, um outro comunicado detalha os termos da fusão. A nova holding controladora do novo banco, IU Participações, terá 66% da família Setubal, dona do Itaú, e 33% da família Moreira Salles, dona do Unibanco.
Para os clientes de Itaú e Unibanco, ainda segundo o comunicado, “nada muda operacionalmente neste momento”. Para os acionistas do Unibanco, haverá troca de ações pelas da nova instituição, de acordo com a classe do papel, de 1,17 ação do Unibanco a 3,5 ações para 1 do novo banco.
A nota divulgada pelas instituições menciona prolongadas negociações, mas é óbvio que elas foram aceleradas nos últimos tempos. Faz tempo o Unibanco era alvo de rumores de mercado sobre sua venda. Há alguns anos, chegaram a circular notícias de que o Santander estava adquirindo a instituição da família Moreira Salles.
Depois disso, comentários insistentes davam conta do interesse do Citibank pelo Unibanco. Com a crise, é possível que o bancão estrangeiro, grande credor da dívida externa brasileira até 15 anos atrás, mas com atuação hoje relativamente discreta no mercado doméstico, tenha saído do campo e aberto caminho para o fechamento do mega-negócio com o Itaú.
(aguardem mais Itaú-Unibanco)
Autor: José Paulo Kupfer - Categoria(s): Blog Tags:
Foto: Edu Simões
Argo,
Entre livro de histórias e estórias recomendo ” Pinóquio”.
Aquele mesmo, do menino que a cada mentira crescia o nariz !!!
No Brasil a versão exata seria a cada mentira caia o mindinho………ops !!!!!
Raul
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No Aurélio:
[estória]
Substantivo feminino.
1.V. história. [Recomenda-se apenas a grafia história, tanto no sentido de ciência histórica, quanto no de narrativa de ficção, conto popular, e demais acepções.]
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Senhores,
De que adianta essa fusão (ou confusão) de bancos poderosos??? Vai melhorar as nossas vidas aqui no Brasil??? Para mim, estamos condenados a ouvir a mesma “melodia” do passado longinquo. Como o meu pai dizia …”Daqui a 1 bilhão de anos-luz iremos melhorar as nossas economias”… e isso foi dito em 1973.
RF
Banqueiros, banqueiros… Toda a grana dos miseráveis brasis / tupiniquins está concentrada nas mãos de meia dúzia de protegidos da República, todas as políticas protecionistas estão voltadas para o setor financeiro, uns dão cobertura a outros, e todos se locupletam. E viva a zona brasís!!
Como dá para perceber ninguém entrega seus mercados,como os entreguista vermelhos do PT,estão agora fazendo,colocando
o país na mão de Japonês.
Le protectionnisme et ses tabous
Ivan Rioufol.
Le retour de l’Etat, porté par la crise financière et économique, doit-il aller jusqu’à renoncer à ouvrir le capital de La Poste et à nationaliser des banques? C’est ce qui se laisse entendre dans les rangs du gouvernement. Après avoir décidé de constituer des fonds souverains pour venir en aide à des entreprises stratégiques, celui-ci semble désormais prêt à adopter toutes les vieilles recettes de la gauche, devant la récession annoncée. En filigrane, c’est un retour au protectionnisme qui se dessine, qui pourrait bien affaiblir le fragile sentiment de solidarité européenne.
Afinal, como vai ficar o mercado? Qual a participação do novo banco?
Se o Unibanco estivesse “quebrado” como alguns grandes comentaristas aqui dizem, seria comprado a preço de banana pelo Itaú, e não foi o que ocorreu. O que houve foi a geração de um banco absurdamente grande e pronto para entrar no jogo internacional (cheio de bancos, esses sim, quebrados) e se posicionar internacionalmente. Esse caminho deve ser trilhado pelo Bradesco logo, logo. É o mesmo que fizeram Ambev e Vale, só para citar algumas. O foco, agora, é lá fora; o mercado externo está cheio de oportunidades.
Argo,
Desculpe, eu pensei que vc tinha capacidade de entender o trocadilho……..Affffffff
Puxa! Para quem tem um presidente meio arisco com relação aos bancos escolares, até que nosso povo é muito bom.
Só tem cabeças.
Deixem os tucademos e os bancos do lado e vamos falar desse governo que está matando os aposentados de fome.
E apoiando fusões como essa.
O problema, bem deixe para lá, o walter Salles é o maior cienasta deste país.
Quanto a cumulação de riquezas c/essa fusão não há dúvida, então preciso saber a situação dos empregagos (de ambos), e nós simples correntistas, qual nossa situação?
Cliente do Itáu JAMAIS!!!
empregados….
o temor nao se deva dar na questao do monopolio, mas sim de estruturas oligopolisticas, que essas sim sao a chagas, com a cartelizaçao e tudo de pior. E agora, o CADE infelizmente o Governo LULA-LA, so vem enfraquecendo essa instituiçao. e uma pena!!!
Bando de desocupados, vão trabalhar!
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plutocracia
[Do gr. ploutokratía.]
Substantivo feminino.
1.Influência do dinheiro.
2.Preponderância dos homens ricos. [Sin., bras., nessas acepç.: milionocracia.]
3.Sociol. Dominação da classe capitalista, detentora dos meios de produção, circulação e distribuição de riquezas, sobre a massa proletária, mediante um sistema político e jurídico que assegura àquela classe o controle social e econômico.
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Caminha-se para apenas um banco privado no país. Sem concorrentes. Mandando e desmandando. Sem ninguém a quem apelar.
Então, os senhores acham que é melhor do que se fosse apenas um banco nas mãos de toda a sociedade?
Ah, vão ser masoquistas assim lá em Cafarnaum…
O Banco Unibanco sempre foi o banco que mais taxa o cidadão
O Itaú é um Banco mais forte.
Ambos não valem nada.
“O que houve foi a geração de um banco absurdamente grande e pronto para entrar no jogo internacional (cheio de bancos, esses sim, quebrados) e se posicionar internacionalmente.”
Jof
Agora, e o povo, o que ganha com isso?
“Ah, o povo, eu tou me lixando pro povo…”
Qualquer semelhança é mera casualidade!
Juízes que vendem sentença?
Juízes pedem vista que, quando seu voto, já não modifica mais nada.
Juízes que se apropriam de dinheiro da União por meios de Convênios pouco republicanos, para se financiarem.
Juízes que sentenciam, em desacordo com a lei, para beneficiar grandes consultorias.
Juízes que forjam arrematações, quando a lei já prescreveu, com a finalidade exclusiva, de prejudicar uma das partes.
Juízes que colocam suas prerrogativas, acima de qualquer lei.
Juízes que não aceitam nem hierarquia do seu próprio Tribunal.
Juízes que assinam sentença preparada por funcionários e estagiários.
Juízes que só assumem uma responsabilidade quando à imprensa interferiu.
Justicia: ¿qué reforma?
La tragedia de la niña Mari Luz debe marcar un antes y un después en el sistema judicial
De reforma en reforma hasta el colapso final. Ésa parece ser la situación que vive la Administración de justicia desde hace algunos lustros. Ningún otro ámbito administrativo ha estado sometido a una pulsión reformista tan persistente y publicitada, incluidos rimbombantes pactos, y, sin embargo, ninguno como el judicial provoca entre los ciudadanos mayor sensación de descontrol e ineficacia.
¿Romperá esta dinámica el aldabonazo institucional y social que supuso el asesinato de la pequeña Mari Luz a manos de un pederasta condenado y que, sin embargo, estaba en la calle por no ejecutarse su condena? La tragedia no es atribuible a ningún fallo personal, pero tiene una relación directa con el deficiente funcionamiento del juzgado que debió encarcelar en su momento al pederasta y luego presunto asesino.
En la estela de la tragedia ha habido una huelga de secretarios judiciales, y otra encubierta y simultánea de jueces, que han puesto el énfasis en la precariedad de los medios y han obviado la responsabilidad que les incumbe en el correcto funcionamiento del sistema. Y ha habido por parte del Gobierno, con el visto bueno del Consejo del Poder Judicial, el anuncio de una nueva reordenación de la oficina judicial, con mayores competencias del secretario judicial y un mayor aporte y protagonismo de la informática.
El secretario judicial ya asume desde hace algunos años funciones de dirección de la oficina, en cuanto órgano administrativo que da soporte a la función jurisdiccional que ejerce el juez titular. Pero no está de más precisarlas mejor e incluso ampliarlas, más allá del tradicional ejercicio de la fe pública que corresponde al secretario, al procedimiento judicial entero, con un control estricto de sus sucesivos pasos burocráticos.
Ojalá que, en contra de lo sucedido hasta ahora, esta reordenación o implantación de la nueva oficina judicial, como la define el proyecto de ley que se prepara, acabe con los problemas de organización y métodos de trabajo obsoletos que están en la raíz -más que la socorrida precariedad de los medios- del persistente desbarajuste judicial.
La tragedia de Mari Luz ha puesto sobre el tapete otra carencia gravísima: la dilución de responsabilidades en el sistema judicial español. Como cualquier órgano del Estado, el jurisdiccional del que forma parte la oficina que le da apoyo logístico debe tener un responsable último, digamos político o institucional, que dé la cara y responda por su funcionamiento. Y ese responsable no puede ser otro que el juez.
La modernización de la oficina judicial, con métodos de trabajo adecuados y sistemas informáticos interconexionados y no disociados entre sí, y la configuración legal de un responsable claro e inequívoco de su funcionamiento siguen siendo hoy objetivos insoslayables para alcanzar un servicio judicial público eficiente y a la altura de la España actual.
Me lembro de Malan (Pedro Mala) de outros tempos e um executivo do HSBC quando recebia de presente o glorioso BAMERINDUS. Falo glorioso porque era um banco inovador, facil de lidar (interiorano) e, com uma rede forte em praças com foco no agronegócio, a ponto de ter sido em algumas épocas o seu segundo financiador.
Mas voltando a estória da história: O executivo do HSBC falou de sua determinação em contribuir para a baixa das tarifas, aumento a competição, manutenção das agencias e empregos, e um monte de lorotas bonitas.
Parece-me que esse cara foi demitido no momento em em que o HSBC se deu conta do mundo maraaaaavilhoso em que aportou, e, que aquilo que ele disse não era bom e era incorreto politicamente mante-lo no cargo, pois o bom mesmo era não fazer força alguma e atochar mais umas pequenas tarifas nos coitados que de um modo ou outro sempre passam pelo banco – nesse caso qualquer deles.
Isso numa epoca em que não se assistia o desastre que está instalado agora. O desastre era apenas local.
Imaginem o que vai ser dos funcionários, agencias, serviços, custos para os clientes com essa concentração.
Embora melhor que tenha sido absorvido que ter quebrado, ou colocado toda a conta no colo do contribuinte. Agora que a crise já está em nossa porta, isso está.
Resta agora torcer que o Itaú, depois de tantas aquisições, não venha a ter de ser socorrido pelo BB ou a Caixa … sempre do povo, porque engoliu mais do que podia digerir.
Aos banqueiros tem a favor a máxima de que a sorte sempre está do lado que vai vencer, e, aos funcionários, clientes, e a concorrencia necessária ….. Bem esses todos que se deem conta de que a maré está sempre a favor dos MESMOS, e, que não tentem se meter.
Luca
FICO FELIZ PELOS LUCROS NAS NUVENS DOS BANQUEIROS. UNIÕES DE BANCOS, ENFIM…QUE SEJAM FELIZES SEM FAZER A INFELICIDADE DO POVO BRASILEIRO. TEM 20 ANOS QUE GANHO NA JUSTIÇA DO BANCO ITAÚ E NÃO RECEBO NEM UM CENTAVO DE MEUS DIREITOS. ELES RECORREM…PQ? VÃO ME PAGAR UM JUROS DE 1% AO MES….E ELES EMPRESTAM ESTE MESMO DINHEIRO (MEU) A 12 % AO MES…O ADVOGADO DO ITAÚ ME DISSE QUE É IMORAL, MAS É LEGAL….ELES VÃO PROCRASTINAR….POR QUE? TINHA A 2ª MAIOR INDUSTRIA DO SETOR NO MEU ESTADO DE MINAS GERAIS. O GRUPO ITAÚ ACABOU COMIGO….PERDI BENS MATERIAIS, SAÚDE E MINHA FAMILIA….DR. SETÚBAL ANTES QUE EU FAÇA UMA BOBAGEM COMIGO, PELO AMOR DE DEUS DE DO FALECIDO DR. OLAVO SETÚBAL, ME PAGUEM E ME DEIXEM VIVER O RESTINHO DE MINHA VIDA….QUEM CONSEGUE PAGAR ADVOGADO POR 20 ANOS? VOCES NÃO QUEREM DEMOCRACIA? QUE ITAÚ DE DESVANTAGENS TENHO LEVADO NESTES 20 ANOS, SÓ PORQUE ESCOLHI VOCES PARA FAZEREM UM LEASING PARA MINHA INDUSTRIA….PELO AMOR DE DEUS…. OBRIGADO A IG POR ME PERMITIR IMPLORAR AO BANCO ITAÚ PARA QUE FAÇAM O MÍNIMO DEPOIS DE 20 ANOS, VIA INTERNET.
Qual o problema da Katita Tiers, não é, Raul? O interessante é deixar como está, não tirar lições da história, não tentar desenvolver um sistema que evite esse tipo de coisas.
Afinal de contas, todos vamos morrer, não é mesmo? Vamos defender a plutocracia, vamos deixar que os banqueiros continuem a nos roubar. É a vida…