Marola ou tsunami?
Por Leandro Modé
O pessimismo com o desempenho da economia brasileira em 2009 aumentou, principalmente no mercado financeiro. Já há analistas que falam abertamente no risco de o País enfrentar uma recessão. Por ora, esse cenário é aquele que as consultorias e os bancos classificam com a letra ‘C’. Ou seja, antes dele há outros dois com probabilidades bem maiores de virar realidade. Chances percentuais à parte, o fato é que uma retração entrou no radar.
É recomendável, porém, que essa brusca mudança de humor seja vista com cautela. Não é preciso dizer que uma das idéias que esta crise consolidou é a de que os analistas são incapazes de elaborar projeções econômicas confiáveis. Inebriada pela bonança dos últimos anos, a maior parte dos profissionais não conseguiu sequer prever um chacoalhão dos mercados. Agora, então, no meio da tempestade, fica ainda mais difícil acertar.
Mesmo assim, parece consenso que os efeitos da crise externa no Brasil irão além da “marola”, como disse há algumas semanas o presidente Lula. O relatório Focus do Banco Central, que traz um sumário das estimativas do mercado, mostra que a previsão de crescimento do PIB de 2009 caiu de 3,35% na semana passada para 3,10% nesta. Diversas empresas congelaram planos de investimento e, aqui e acolá, começam a surgir informações sobre demissões. Grande parte da indústria automotiva, por exemplo, deu férias coletivas aos empregados. E o crédito continua fluindo a conta-gotas (quando flui).
Esses são alguns sinais de que o ritmo de expansão da economia brasileira deve ser mais fraco do que se imaginava quando a crise se intensificou, após a quebra do Lehman Brothers, no dia 15 de setembro. Mas, assim como Lula minimizou a crise, imaginar que um tsunami se aproxima da costa brasileira ainda soa um pouco exagerado.
Comentário
Um novo paradigma parece em formação na ecologia econômica, em fins desta primeira década do século XXI: a volta do protagonismo dos governos no processo econômico e desta vez em amplitude inédita. Os governos parecem decididos a impedir as quebras, que produzem dores e depuram o ambiente, definindo de outro modo os perdedores e ganhadores.
A visão, já embaçada pelas incertezas que ainda dominam a economia global, fica mais ainda turva com o atual ativismo sem um pingo de constrangimento dos governos.
Melhor mesmo evitar conclusões definitivas, como fez o Leandro.
Autor: José Paulo Kupfer - Categoria(s): Blog Tags:
Foto: Edu Simões
José Paulo,
Acho que seu comentário sobre o texto acima é o único possível – nada de conclusões definitivas. Mas, é claro, vale a discussão sobre os impactos da crise em nossa economia. Me pergunto quais setores seriam, serão, ou já estão sendo afetados primeiro?
Mas o que realmente intriga é o novo paradigma em formação na ecologia econômica. Será mesmo? Penso que, como sempre, a escola dominante do pensamento econômico vai absorver o choque com uma ou duas alterações, sem mudar o paradigma (agente racional, individualismo e tudo mais). O que é uma pena, a economia deveria ser, como queria Aristóteles, aquilo que sobra depois de descontada a política.
Sds,
Lúcio.
O governo teorizou rápido
Disse que vai ajudar a construção civil, a indústria automobilística e agricultura, que não vai paralisar o PAC, que não abandonará o exportador, o social e as etapas conquistadas, como aumento real do SM e o crédito miúdo, tipo consignado . Quer mais ? Conseguiu até o tal fundo soberano
resta a prática…
E aqui ainda vemos a unica verdade verdadeira, que é esta taxa exorbitante oferecida “expontaneamente” por este BC esquizofrênico, que não sabe o que quer e pra que serve …se quer dar liquidez ou travar, se servir ao BRASIL e a seus contribuintes esquecidos, ou a uma minoria sempre lembrada
Triste vermos países menores que nós, 8a economia, com menos risco e mais perspectiva (em energia, água e comida, mercados) financiarem suas dívidas com taxas negativas
…aqui, nem peço tanto, NÃO GOSTO DE DESARRANJOS, só uma taxa mais edificante, não esta de 13,75%, de traficante
Particularmente acho que seremos afetados no comércio exterior.
Pelo lado ruim, no volume das exportações.
Pelo lado bom, com menos conta petróleo, menos importação de bagulho (pelo volume e preço).
Pelo lado “indiferente”, com a manutenção do receitamento do agro-negócio (menos preço US$, mais cambio, c/volume similar)
Ajeitar o Conta corrente também dará trabalho
e o balanço de pagtos então? Principalmente agora que o tal capital produtivo sublimou
Não acho que vem recessão. Não se o BC ajudar e o Estado efetivamente atuar. Agora, até pro mercado local algum desaquecimento, mesmo que localizado, pode ser esperado
É difícil dizer …tem muita torcida . Com certeza não me sinto a vontade em prever cambio a R$ 3,00, muito menos a R$ 1,50
Parece certo a queda, pelo efeito pobreza, do consumo de ítens mais caros
Tb acho certo dizer que NÃO vem nenhum surto inflacionário ?! …diferente de realinhamentos sazonais e pontuais
e ao final só pra lembrar e refletir, cada 1% na SELIC, grosso modo poderia representar R$ 10 bi dirigidos ao crédito ou ao investimento, pra produção, consumo e emprego, sem no entanto afetarmos a saúde e a administração das demais contas públicas ..não é incrível ?
Lucio,
Obrigado pela partivipação. Seu ponto é relevante. E talvez eu tenha exagerado. “Novo paradigma” dá uma idéia de grande mudança estrutural. Como você, não sei se será assim.
O pêndalo, é óbvio, virou se distanciou do neoclassicismo, esse que você define bem como o dos agentes racionais, do individualismo, da idéia de que, com esses elementos anteriores, é possível driblar as incertezas nos mercados.
Mas, por quanto tempo e em que profundidade? Eis uma das muitas questões instigantes do momento. Por que você não solta outra reflexões por aqui?
Abtrs
Abrs.
Prezado José Paulo,
Em primeiro lugar, gostaria de parabenizar o ótimo blog, com comentários sempre sérios e inteligentes (apesar de não concordar sempre com as opniões).
Sobre a férias coletivas das montadoras, deve se separar a verdade dos boatos, posso citar pelo menos uma empresa, com 100% de certeza, que tinha as férias coletivas programadas para este período desde o inicio do ano (sem citar nomes é japonesa e fica no interior de São Paulo). Devemos lembrar que o Salão do Automovel está acontecendo agora em São Paulo, e as férias fizeram parte da estratégia das empresas (a fabrica citada voltará das férias com força total na produção dos veículos lançados no salão).
Não quero dizer que estamos imunes a crise, mas, para nós (”povão brasileirão) é muito cedo para sentirmos na “pele” a sua força. A inércia da nossa economia aquecida permite adiar a nossa dor.
Prezado jornalista Kupfer e Leitores
Chamo novamente a atenção dos senhores para a bolha bancária brasileira de R$ cem bilhões ,relativos ao provável pagamentos das correções por perdas causadas por planos econômicos do passado e de inteira responsabilidade do BC e portanto de governos eleitos democraticamente à época.È minha opinião que todo governo republicano democrático representa fielmente as decisões dos seus representados para o bem ou para o mal.Não vale dizer que depois de eventuais fracassos de gestão de governo , os cidadãos não tem nada a ver com as conseqüências dos atos dos seus governos e,portanto precisam ser ressarcidos dos erros de políticas governamentais desastrosas.È por este fator único e fundamental de responsabilidade geral de todos em uma sociedade democrática representativa republicana , que a torna o que se tem de melhor dentre os regimes políticos.Esperamos para o bem financeiro da nação e do estímulo a uma participação efetiva ,de qualidade e real dos cidadãos e suas instituições nas decisões dos governos que o Supremo Tribunal Federal ,retire esta bolha devastadora que se aproxima das finanças públicas brasileiras ao declarar como responsabilidade de todos, os eventuais fracassos de políticas públicas.È por isso que o Congresso deve estar profundamente atento a tomada de decisões do Executivo,e não depois tentar através de medidas emergenciais consertar aqueles estragos feitos por decisões do Executivo equivocadas e contaminadas por interesses espúrios.E o ufanismo de desconhecer o agudo sub-desenvolvimento econômico,científico social de grande parte da nossa sociedade(~90%) será fatal para projetarmos estratégias de sobrevivência,como uma siciedade ainda formalmente democrática; para esta crise econômica global de proporções desconhecidas.
Pedro,
Obrigado pela participação. Eu acho que esse tipo de testemunho que você está dando é da da maior importância.
Sinto uim cheiro de “overshooting” também nessas histórias de cortes de investimento, de paradas na produção, etc.
Estou tentando reunir dados para uma nota a respeito. Tem uma turma, que estou chamando de “Producers”, que está pegando carona na crise para suspender investimentos anunciados, mas que não seriam feitos mesmo. Localizo esse tipo de coisa sobretudo em alguns IPOs mais ou menos recentes.
“Producers” (”Primavera para Hitler, no Brasil), como muitos obivamente sabem, é um filme, que virou sucesso na Broadway e aqui também no teatro. Criado e dirigido pelo Mel Brooks, é a história de um produtor da Broadway qye arquiteta um golpe: pegar o dinheiro das velhinhas que investem na Broadway, produzir o pior musical possível, fracassar na estréia e fugir com o dinheiro para… o Rio de Janeiro. Ocorre que a coisa, de tão ruim, vira uma comédia de enorme sucesso…
Desconfio que tem um monte de “Producers” no mercado, tentando tirar vantagem da crise.
Abrs.
O que será que Chávez,diria a majestade!
Comunicado de la Reina
El comunicado de Doña Sofía señala textualmente: “Doña Pilar Urbano, autora del libro La Reina muy de cerca, tras mantener una conversación privada con Su Majestad la Reina, pone en boca de Su Majestad unas supuestas afirmaciones que hoy reproducen algunos medios de comunicación. Supuestas afirmaciones que, en todo caso, se han hecho en un ámbito privado, y que no corresponden con exactitud a las opiniones vertidas por Su Majestad la reina, como oportunamente se le ha hecho saber a la autora.
Tal y como se reproducen no reflejan la profunda actitud de respeto de Su Majestad la Reina hacia todas las personas, su cercanía hacia quienes sufren, son perseguidos o discriminados. Tal y como se reproducen, tampoco reflejan la impecable trayectoria de absoluto respeto y neutralidad mantenida -como es público y notorio- por Su Majestad la reina frente a los asuntos objeto de polémica en la vida pública española e internacional y, en particular, frente a aquellos ámbitos objeto de decisiones adoptadas por los representantes de la soberanía nacional o por cualquiera de los otros poderes del estado.
En todo caso, Su Majestad la Reina lamenta profundamente que la inexactitud de las palabras que se le atribuyen hayan producido malestar o disgusto en personas o instituciones, a las que siempre ha profesado y profesa un profundo respeto.
Eu confio plenamente no MANTEGA e no governo LULA e não confio nos nossos ditos economistas do dia seguinte, exemplo: dia desses você falou que o real era mico……………….
o que muitos ignorantes não sabem é que a inflaçao é quase que exlusivamente por efeito psicologico,.ou seja, os agentes financeiros que teem a possibilidade de alterar preços, com um boato de que haverá inflação, inflam seus preços, provocando uma cadeia de aumentos e a consequente desvalorização da moéda. Na atual situação brasileira, há um grande componente político qual seja o de enfraquecer o sucesso do presidente Lula.
Grande parte da imprensa e as lideranças políticas da oposição, sabem perfeitamente que, se não conseguirem produzir um tsunami na economia brasileira, não terão nenhuma chance em 2010. Vá ser patriota assim, no inferno.
“Grande parte da imprensa e as lideranças políticas da oposição, sabem perfeitamente que, se não conseguirem produzir um tsunami na economia brasileira, não terão nenhuma chance em 2010. Vá ser patriota assim, no inferno.”
Caro Paulino
Afora as considerações de caráter puramente econômico – coisa que não me julgo capacitado a emitir – também há de ser levado em conta esse componente “psicológico” (para usar um termo mais civilizado).
Abraços!
Caro José Paulo, Apesar de ser muito interessado em economia reconheço que meus conhecimentos, assim como o de milhões de brasileiros, são muito limitados para participar do debate, mas isso não me faz menor e nem me tira o ânimo, procuro estar sempre acompanhando os assuntos que tratam sobre economia nacional e internacional, por entender que uma não existe sem a outra, senão estariamos muito tranquilos frente a crise que se apresenta. Reconhecendo a pequenez de meus conhecimentos e não querendo que ela perdure, fazendo de mim mais um brasileiro alheio às coisas que podem decidir o futuro do País, uso esse canal de comunicação, o único que eu conheço, para pedir-lhe uma sugestão de básica de literatura para principiantes em assunto de economia, sei que este não é realmente o canal mais correto para esse pedido e peço desculpas por usá-lo assim, mas, como já disse, o interresse é grande e quem sabe um dia eu poderei estar participando ativamente desse e de outros blogs, emitindo opniões e quem sabe até sugestões.
ah! independente do atendimento e antes que eu me esqueça!
Um Muito obrigado.
“Os governos parecem decididos a impedir as quebras, que produzem dores e depuram o ambiente, definindo de outro modo os perdedores e ganhadores.”
Kupfer,
A mim me parece injusta esta outra forma de definir perdedores e ganhadores. É a senha para incentivar a sanha dos aventureiros irresponsáveis. É a velha e injusta socialização dos prejuízos tão criticada por você.
Abrs.
Podem checar. Em Abril de 2007 o Focus, o FMI e o IPEA (na época ainda o IPEA do Giambiasi) previram 3,5% para o PIB daquele ano.
“Focus de 29 de dezembro de 2006, analistas acreditavam que a economia cresceria 3,50% em 2007. O número permaneceu nesse patamar até abril”
Confio mais no que diz o ministro Mantega, que no lançamento do PAC previu 5% para 2007 e do quê o chamaram mesmo?
Calma galera, Lula é safo!!!
Como muitos não sou catedrático em economia, mas temos que preponderar que ainda está nebulosa a situação. Diante disto está havendo muita especulação, inclusive com notícias tendenciosas, que visam unicamente o dividendo político. Tem muita gente torcendo para que esta situação abale, e abata, fortemente o governo federal e que possam surgir como ‘’salvadores da pátria”. Porém estes tenham de lembrar que não tem competência para solucionar, e nem tampouco como conduzir o país. O Brasil, nas mãos destas pessoas somente não faliu por causa da intervenção americana junto com o FMI, sendo que hoje seríamos uma Argentina piorada…
Chávez promete colocar anúncio em todos os meios de comunicaçao da Espanha,promovendo à frase da Majestado e promovendo a companhia petrolifera da Venezuela,
segundo o jornal “Clarin”.
González Pons dice que la Reina es una bandera que “no debe de hacer declaraciones”
El secretario de comunicación del PP señala que las palabras de la monarca ofende a parte de los españoles
El secretario de comunicación del Partido Popular (PP), Esteban González Pons, se ha mostrado partidario de que los miembros de la Familia Real mantengan “el principio de neutralidad” sobre algunos asuntos en referencia a las declaraciones de la monarca recogidas en el libro La Reina muy de cerca de Pilar Urbano y adelantadas este jueves por EL PAÍS. “Pienso que el Rey y la Reina son como la bandera, a la que vemos cumpliendo su papel en los actos oficiales, pero que no hace declaraciones”, ha dicho el político en un programa de Telemadrid.
As relações internacionais não podem esta ao bel-prazer,de governantes inescrupulosos,que pendem ao sabor do vento e deacordo com seus interesses.
http://www.El.pais.com.
Un juez congela las inversiones de las pensiones argentinas en EE UU
El magistrado resuelve bloquear los activos de los fondos después de que el Gobierno de Cristina Fernández anunciara su nacionalización
REUTERS / ELPAÍS.com – Nueva York / Madrid – 30/10/2008
Un juez estadounidense ha ordenado de congelar temporalmente las inversiones de las administradoras de fondos de pensión argentinas (AFJP) en Estados Unidos, que suman alrededor de 553 millones de dólares (430 millones de euros).
El magistrado Thomas Griesa, de la Corte del Distrito Sur de Manhattan, en la ciudad de Nueva York, ha emitido la orden tras aceptar el requerimiento de abogados representantes de acreedores argentinos que quedaron fuera del canje de deuda pública de ese país establecido en 2005, una semana después de que el Gobierno argentino, presidido por Cristina Fernández, anunciara el pasado 20 de octubre su intención de nacionalizar los fondos de las administradoras privadas de fondos de jubilaciones y pensiones
O emprego já começou, dançar!
cadê os agitadores da CUT!
Agora não dá,o governo é do sindicalista,se agitar fica sem mesada, é melhor ficar quieto e deixar o trabalhador se ferrar,como sempre.
http://www.Lefigaro.com.
Crise: Sarkozy convoque les syndicats
Nicolas Sarkozy recevra lundi après-midi à l’Elysée les dirigeants syndicaux, afin de les associer à la préparation du sommet du G20 sur la crise financière internationale prévu le 15 novembre à Washington, a confirmé ce matin l’Elysée. Cette réunion, qui avait été annoncée mardi de source syndicale, se tiendra à 15H30, a précisé la présidence dans un communiqué.
Elle réunira autour du chef de l’Etat Bernard Thibault, secrétaire général de la CGT, François Chérèque, secrétaire général de la CFDT, Jean-Claude Mailly, secrétaire général de FO, Jacques Voisin, président de la CFTC et Bernard Van Craeynest, président de la CGC.
É claro que existe uma crise no ar. É claro, também, que o Brasil está melhor preparado para enfrentá-la do que esteve nas crises que se avizinharam nos últimos anos e décadas (estas são periódicas). Porém, um fator que alimenta as crises é a reação humana. Em nada ajuda a combatar a crise os jornais estamparem em suas primeiras-páginas os “sianis da crise”. É claro que isso vende jornal. E é claro, também, que gera desconfiança, que gera medo, que faz todos se precaverem e que alimenta a crise com a redução de consumo.
Ou seja, mesmo se a crise não chegar, tem muita gente agindo (conscientemente ou não) para criamos a nossa crise intenamente.
marola ou tsunami ??? o que podemos ter certeza é que nos bastidores daqueles que ganharam , lucraram , se beneficiaram nestes ultimos anos muito com o alto consumo brasileiro , sabiam que não podia durar tanto tempo o “mercado aquecido” lógico que eu acredito que o Brasil tem condições nitidas de crescimento muito maior e desenvolvimento em vários setores e segmentos , mas esquecemos de diversificar os investimentos , deixamos que os bancos ditem as regras para economia e geração de emprego , os governantes deixaram os banqueiros assumir como marionetes nossas casas e empresas com seus financiamentos desenfreados e encantadores …
marola ou tsunami ??? … não sei senhores … minha vizinha disse : ” que coisa né , graças a deus o carnaval já ta ai “
Aí vão alguns “chutes”…
Creio eu, da economia neoclássica podemos esperar novos e mais sofisticados modelos de previsão de risco (a ortodoxia aceita contribuições desde que formalizadas), aperfeiçoamentos daqueles mesmos modelos que falharam tão grosseiramente nesta crise…. novas tentativas, como bem disse, de “driblar as incertezas”, mas ainda interpretando incertezas como riscos probabilísticos.
O que me pareceu novidade foi a ação conjunta dos países envolvidos na crise. Penso que o movimento do pêndulo, pra ser duradouro, não pode prescindir das instituições e da coordenação internacional, caso contrário o mercado continua a dar as cartas.
Sds,
Lúcio.
É impressionante como todo mundo vê essa crise como o final dos tempos! Eu continuo na mesma, até porque nunca tive cacife para ficar comprando ações na Bovespa.
Assim como em 1929, talvez esta seja uma boa oportunidade de o Brasil explorar novas possibilidades de financiamento que não a poupança externa ou o investimento direto das multinacionais. É uma terapia de choque mas, — afora os choques do petróleo e a crise da dívida em 1982, quando estávamos amarrados a “eles” — é quase um padrão que se observa quanto ao crescimento da produção nacional em momentos de crises internacionais.
Numa tribo, o cacique aconselhava os índios a cortarem bastante lenha porque o inverno ia ser chuvoso. Para confirmar sua previsão o cacique escutava a previsão do tempo pelo rádio. O serviço de meteorologia anunciava chuva além do normal. O cacique reuniu os índios e os aconselhou a cortarem mais lenha. O meteorologista foi consultado sobre os métodos de sua previsão: bem – disse ele – uso imagens de satélite e modelos matemáticos, além disso, acresci um pouco porque vi que os índios estão cortando mais lenha do que o normal.
E assim se potencializa uma crise. É preciso que as pessoas influentes tomem muito cuidado ao emitirem suas opiniões, principalmente os que detêm o poder de decisão e de comunicação.
MEDO DA MÍDIA
Blog Cidadania.Com
Finalmente a mídia conseguiu me intimidar. Não tive medo quando ela pôs em risco as vidas de milhões de paspalhos ao fazê-los marcharem aos postos de saúde para se vacinarem contra a febre amarela sem necessidade, só para desgastar o governo Lula. Pode-se esperar tudo de quem joga um país inteiro numa ditadura de vinte anos.
Mas a última crise fabricada pela mídia, sob encomenda da oposição, arrepiou-me os cabelos da nuca. Desta vez, a direita midiática está pondo em risco a única coisa que realmente respeita, ou seja, o vil metal.
Primeiro, há que entendermos qual é o poder da mídia, e esse poder é o de gerar comoção social. O alarde pode funcionar contra inimigos ou a favor de amigos; induzir ou inibir comportamentos e decisões; defender ou detratar políticas públicas.
Sinto medo. A mídia conseguiu abalar a economia ao inibir os agentes econômicos. Fez consumidores deixarem de consumir, bancos terem medo de emprestar… Em suma: trouxe a crise para dentro do país aproveitando-se de efeitos da escassez internacional de crédito, que poderia ter sido contornada pelas medidas do governo que liberaram dinheiro do compulsório dos bancos para irrigar a economia.
Vejam o caso das montadoras. Há algumas semanas, antes da quebra do banco americano Lehman Brothers, havia espera de meses para se comprar alguns modelos de veículos. Agora, as montadoras estão concedendo féria coletivas…
E por que? Porque os consumidores, assustados pelo noticiário, adiaram ou recuaram em suas decisões de compra de automóveis.
Os bancos, por sua vez, não usam o dinheiro do compulsório que o governo liberou. Não porque estão com problemas, mas porque estão com medo. Não estou especulando. Isso foi amplamente noticiado. É um fato.
O governo colaborou com a mídia porque também ficou com medo. É incrível como Lula hesita em usar a prerrogativa que tem de falar à nação por meio de rede nacional de rádio e tevê.
Continua…
http://edu.guim.blog.uol.com.br
José Paulo, como vai?
Vc acha que o barulho infernal que mídia vem fazendo em cima da crise internacional. Os fatos positivos que são deixados de lado para se falar mais dos negativos.. Isso não prejudicará ainda mais a Economia?
Não lhe parece algo intencional?
A escola dominante do pensamento econômico trata a economia como se fosse uma ciência exata.Tá ai o resultado!
Kupfer,
A sugestão do Sr. Um Brasileiro…é muito boa.Vamos atendê-lo?
Fernando e Um brasileiro,
A idéia da biblioteca básica é ótima. Só não sei se sou o sujeito mais indicado para isso.
Além disso, não sei onde colocar a lista em formação porque penso que ela poderia ser muito enriquecida com as sugestão dos leitores.
Se alguém tiver um idéia de como fazer para deixar a lista no ar, lembrando que este é um blog de um só – não de uma equipe -, pode falar.
Temos de levar em conta que há leituras básicas com diferentes pontos de vista. Não devemos restringi-los, mas, na minha opinião, precisamos qualificar e informar a que tipo de pensamento econômico o autor se filia. Não acho que nem mesmo livros textos básicos sejam neutros. Não sei o que vocês acham disso.
Tem também uma coisa de temas e subtemas – economia brasileira, internacional, teoria econômica, finanças, comércio exterior, finanças públicas etc. etc.
Será que eu estou complicando ou é complicado mesmo, embora não pareça?
Em todo caso e a todo risco, começo com duas indicações de economia brasileira: 1) Formação econômica do Brasil, Celso Furtado, Cia. das Letras; 2) Economia brasileira ao alcance de todos, Eliana Cardoso, Brasiliense.
Abrs.
Caro Alex,
Não sei quem disse que a imprensa (ou a mídia jornalística, como se diz hoje) é o fermento do bolo, não farinha.
Não é possível fazer bolo só com fermento, mas havendo farinha, o fermento pode aumentar o bolo.
Na minha opinião, culpar a imprensa (ops, a mídia) pelos eventos é como achar que é possível evitar que seu filho (a) se atraque com aquele (aquela) desqualificada (o) tirando da sala o sofá em que eles se atracam.
Eu concordo que há uma dominância de um tipo de pensamento econômico na imprensa. Não é o que eu acho mais adequado para analisar os problemas, especialmente do Brasil, e atacá-los.
Mas, definitvamente, não acho que a crise e suas repercussões no Brasil são uma invenção de uma imprensa anti-Lula, ainda que a chamada “grande imprensa” o seja.
No texto que você colocou aqui, tem a seguinte afirmação:
“A mídia conseguiu abalar a economia ao inibir os agentes econômicos. Fez consumidores deixarem de consumir, bancos terem medo de emprestar…”
Bem, acho que a imprensa (ai, ai, a mídia) não tem esse poder. Não foi a mídia, por exemplo, que fez a Sadia, a Aracruz, o Votorantim se enforcarem no target foward.
No meu modo de ver, há menos conspiração e mais ignorância Por exemplo, no texto que você colocou aqui, há uma flagrante inversão no que ocorre no mercado de automóveis.
Não foram os consumidores que sairam correndo, foram os vendedores que apertaram as condições e puseram os consumidores para correr.
Por causa da falta de crédito, reduziram os prazos, aumentaram as exigências de cadastro e subiram os juros. Fizeram uma seleção de consumidores pela elevação do valor da prestação. E estão ajustando os estoques.
Outro erro de análise aparece neste outro trecho: “os bancos, por sua vez, não usam o dinheiro do compulsório que o governo liberou. Não porque estão com problemas, mas porque estão com medo. Não estou especulando. Isso foi amplamente noticiado. É um fato.
Temos aqui, no meu modo de ver, o mesmo veneno que o autor diz inocular a imprensa (mídia). É fato que os bancos não transferiram os recursos liberados do compulsório para os clientes. Isso não é especulação. A especulação é que fizeram isso por medo. É quase ridículo. Os bancos empoçaram o dinheiro porque era mais negócio (o governo errou em só liberar a grana, sem fechar o cerco e estimular o repasse, coisa que está tentando fazer agora) colocá-lo em títulos públicos. Banco faz negócio. Se te um mais seguro do que outro e com rentabilidade suficiente, é isso que ele fará…
Meu caro Alex, todo problema complexo tem sempre uma explicação simples – e totalmente equivocada.
Abrs.
Se for para começar em termos de história, indico “História do Capitalismo”, Michel Beaud – Brasiliense.
Apesar de escrito em 1981, uma de suas análises se presta ao que ocorre hoje, em termos de capitalismo globalizado:
“Se imaginarmos que, através dos grupos industriais e financeiros internacionais, esse sistema funcionará nos cinco
continentes, nos quatro níveis da hierarquia imperialista e em
mais de cem países (cada um deles com legislações próprias,
tradições, relações de força diferentes), nós perceberemos
que haverá todo um esbatimento de situações, diversificadas
ainda mais pela gama das especificidades nacionais, culturais
e religiosas: capitalismo múltiplo e único, disforme e coerente,
fracionado e estruturado…”
Amigos, como literatura básica:
Introdução à Economia – J.P.Rossetti-Atlas/20ª Edição
” ” ” – S.das Neves e Viceconti-Frase Editora
GOVERNO AMERICANO LIBERA SISTEMA FINANCEIRO PARA UTILIZAR RECURSOS DO TESOURO, PARA PAGAR DIVIDENDOS, BONIFICAÇÕES, ALTOS SALARIOS, SEM PREOCUPAÇÃO COM A LEGALIDADE. ENVOLVE MAIS DE U$ 100 BILHOES.
Com a decisao do governo americano, o sistema financeiro do pais está mais capitalizado e mais preocupado em dar maior elastidade a essa crise que criaram e esta rendendo dividendos no mundo inteiro para desembocar lá mesmo. Aplicar recursos das reservas internacionais do Br em titulos do Tesouro americano, é um ótimo negócio, mas para os americanos. Aplicar dolares do Tesouro americano em titulos do Tesouro brasileiro, é um ótimo negócio, tambem para os americanos. Se os EUA aplicar U$ 200 bilhoes em titulos do Tesouro brasileiro, terá ganhos nominais de U$ 27, 5 bilhoes anuais ou receita para pagar l/5 ( hum quinto) de seus encargos com juros totais anuais. Com a redução de juros reais em mais de 40 paises e o BR mantendo taxs reais acima de 7,75% ao ano, a equipe economica do pais vai ter que se desdobrar na busca de r receitas para atender o capital especulativo e os recursos para investimentos que geram crescimento, produção, emprego e consumo, realmente irão faltar. Será q o pais adotou a melhor opção?
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É VERDADE, AMERICANOS PAGAM PARA ROLAR UMA DÍVIDA DE TRILHÕES, O MESMO MONTANTE DE JUROS PAGOS PELO BRASIL PARA UMA DIVIDA DE MILHOES.
E os EUA para rolar uma dívida de U$ 10,5 trilhao ou treze vezes maior do que a nossa, pagam somente U$ 105 bilhoes de dolares anuais ou seja: U$ 5 bilhoes a menos do que o BR para rolar somente U$ 800 bi. E tudo isso é devido às taxs de juros: lá eles pagam 1% ao ano e aqui nós pagamos 13,75% ao ano. Logo, muita gente deve estar tomando emprestimo a 2% ao ano e aplicado nos titulos do Tesouro do Brasil que rendem 13,75% ao ano. Exemplo: se um cidadao, empresa ou banco tiver credito para tomar um emprestimo de U$ 10 milhoes, pagará jrs de somente US$ 200 mil ao ano , lá nos estados unidos ( isso mesmo, 200 mil) e compra titulos do Tesouro do BR, a sua renda nominal será de U$ 1.375 milhoes ou seja, o ganho bruto que terá será de US$ 1.175 milhoes e de U$ 98 mil por mes, sem esforço e sem capital. E Bancos, empresas e pessoas fisicas estão fazendo essa jogada e sem nenhum risco. Em dois meses pagam os jrs anuais do capital emprestado e os dez meses restantes do ano é somente para gerar Lucro. Quantos brasileiros e strangeiros estao fazendo isso ? A quantidade de recursos envolvidos deve ser muito grande, mesmo porque os proprios titulos do Tesouro brasileiro passam a servir de garantias para os financiamentos. E o capital continua a serviço da especulação.
João Rocha
Essa é minha raiva de tudo o que esses defensores dos banqueiros escrevem. É um verdadeiro assalto ao nosso bolso. E o que é pior, até agora nada fizemos.
Um país onde a população de uma das maiores cidades foi à praia e deixou um candidato aliado a tudo isso aí ganhar, realmente prefere continuar apanhando – é masoquista.
Caro Kupfer,
Teus comentários são sempre sérios e apropriados. No entanto acho que voce sofre do mesmo mal que a mioria de nós sofre também. Ou seja como bons brasileiros, sempre vemos no vendaval uma fresta de brisa. É bom do ponto de vista do astral – que seja positivo – e, menos deprimente em qualquer aspecto.
Agora opiniões de economistas, ministros da fazenda e palavras em geral de políticos, só podem ser levadas à sério se conseguirmos saber a serviço de quem estão.
Não há, – sequer tenho curso superior – honestamente como acreditar que essa crise passará de raspão sobre os países emergentes, notadamente sobre nós.
Acho que o governo, como sempre tardiamente, tomou e vem tomando medidas adequadas para enfrentar a parte mais vistosa do dragão.
Acho que o sub-prime verde amarelo que voce comentou dia desses é real – só não sabemos o tamanho. Vemos pipocar aqui e ali notícias que dão conta – veja o caso da Vale hoje – de que há uma redução generalizada na demanda por matérias primas, fundamento de qualquer produto.
Resumindo meu humilde ponto de vista: Se a catástrofe financeira que hoje está lançada sobre o planeta fizesse parte de um plano urdido por alguém, de modo a enquadrar todos. (podemos sugerir uma teoria conspiratória partindo da América contra o resto do mundo) Pois vejamos alguns aspectos mais notáveis nesse momento: a) A comunidade européia vinha se consolidadando. Tomou um tombo maravilhoso e ainda não se tem qualquer clara dimensão do tamanho. b) A Rússia vinha se manisfestando contariamente a renovação do tratado nuclear, enfraquecimento da OTAN, entre outros. Não questiono se certo ou errado. Apenas comento. c) O Irã vinha adicionando uma boa dose a hostilidade natural que o mundo sempre viveu. d) O Sr. Chavez – IL BUFFONE BOLIVARIANO – a financiar seus vizinhos com a renda do petróleo, criando um clima delicado entre os países da América Latina. e) O nosso próprio presidente – também por méritos de seus acertos, ou até da ausencia de ousadias fora do caminho que já recebeu escrito, vinha se plantando como alguém acima do bem e do mal. (não sei, não vi, nada tenho com isso, fui traído, etc. etal). Rapidamente o que temos agora: 1) Chavez não se houve mais. Afinal com o barril de petróleo a US$ 147,00 podia tudo e a US$ 60,00 pode o que?? Olhar ao redor e arrepender-se de ter colocado os petrodólares em países mais pobres que o dele, sem cuidar de sua própria casa. 2) O Irã, cuja economia central depende totalmene do petróleo, o que estará fazendo agora para buscar os US$ 87/barril que estarão seguramente faltando para fechar suas próprias contas. 3) A Rússia com suas ogivas e potencial nuclear, vai atacar quem com suas contas em frangalhos? Vai re-invadir a Europa Central? 4) A China, até então o bonde do mundo, afinal sabemos quem é a locomotiva, o que fará com os bilhões de bagulhos que fabricam ? Com os desempregados que se originarão do fechamento de inúmeras fábricas ? 5) E, por último sem necessariamente ser nem mesmo o mais importante, nosso presidente evolue da marola para a crítica contundente aos ricos sobre a ciranda que implantaram. Correto o discurso e procedente o comentário. Mas a nossa realidade será que passará ao largo de tudo isso ??
Evidente que não. Então não sei porque os economistas ainda se atrevem a dar palpite sem dizer pra quem trabalham e a quem defendem. Não fosse isso não teríamos opiniões tão desbaratadas entre um e outro.
Acho realmente, sem ser catastrofista, que a crise vai pegar pesado, quem pagará a conta é o pequeno/pobre, e, em menos de 5 anos verá que viveu até 2008 uma nova edição do milagre brasileiro. O resto será suor e lágrimas. Resta o conforto de que produzimos alimentos em abundancia, então não morreremos de fome. Mas do lado negro dessa crise, que é muito mais séria do que se pinta, e, ela é real pois números falam e definem, pode surgir um Hitler, um Anticristo, ou o que quer que seja, dada a miséria que se instalará no mundo. Afinal em algum lugar, ou em todos os lugares do planeta vai aportar os US$ 30/40/50/60 ou sei lá de quantos bilhões é o problema.
Portanto, se não houve um plano para produzir esse desastre, temos de convir que foi só o que faltou. Porque de resto a crise está colocando cada um em seu lugar. Pena que alguns ainda insistam em passar muito tempo fora da casinha, passeando em Cuba, como se Cuba tivesse algo a acrescentar na melhoria de vida dos brasileiros. Estamos, nesse caso, pedindo esmola pra dois, quando poderíams estar cuidando de nós mesmos, em momento tão grave. Acho que um governante tem de ser um caixeiro-viajante, mas não é o momento de ajudarmos Cuba, ou África, ou financiar a Bolívia, Equador, ou alguém mais manco que nós.
Parece-me que os maiores responsáveis pelo bem estar do povo, não se deram conta de que o momento é de cautela e poupança, pois como diz a Caixa sabiamente: Quem poupa, tem. Assim talvez sobre combustível para alguma ajuda humanitária necessária a tantos brasileiros que vão novamente empobrecer muito com essa crise.
É só uma reflexão,que não pretende nada além disso.
Luca Fiorini
Aproveitando a crise financeira o governo poderia liberar os aposentados do Imposto de Renda,na declaração anual e em todas as etapas de sua concessão para ter mais dinheiro circulando.
Muitas aposentadorias sustentam os desempregados e dependentes do aposentado neste Brasil.
Sr. Luca
Uma sábia reflexão, uma das melhores já escritas por aqui. Esta é daquelas que merece uma profunda reflexão sobre tudo que está escrito.
Uma das coisas com a qual não concordo é essa aí:
“Resta o conforto de que produzimos alimentos em abundancia, então não morreremos de fome.”
No capitalismo, morre-se, sim, de fome em meio à abundância.
Caro Argo,
Voce tem toda a razão. Essa foi uma frestra de minha parte nesta ventania toda.
Pode ser que nosso grande governo não tenha armazens. Ou entregue pra algum amigo cuidar. Ou ponha alguns sindiicalistas pra decidir quem deve ou não receber os alimentos, ou ainda pior podem vende-los todos, depositar em algum paraíso que sobrar, contratar o Dantas pra administrar e o G. Mendes para advogar pra ele quando reclamarmos o que acharmos que é a nossa parte.
Novamente – acho que voce está cheio de razão. – Luca
Prezados José Paulo, Leandro e comentaristas,
Belo post! A somatória dos talentos do Leandro e do J.Paulo, que está comentando com gosto, e a visão provocativa do grupo, está muito legal. Só que está muito à esquerda, o que limita o debate. Cadê a ala à direita do blog???
A discussão sobre o papel dos bancos nesta segunda fase da crise está pegando fogo pelo mundo (em termos de qualidade, mais do que aqui!). E questiona-se como os governos devem se posicionar frente a esta situação.
O texto abaixo traz informações importantes que ainda não foram tratadas pela mídia brasileira. Espero que lhes seja útil.
http://blogdocredito.wordpress.com/2008/10/31/os-bancos-irao-emprestar-ou-entesourar-os-recursos-do-tesouro/
Abraços, Fernando Blanco
Assim como Friedrich Hayek e Ludwig Von Mises previram a grande crise de 1929, seus atuais discípulos, os chamados analistas austríacos, como Petrov, utilizando-se da teoria austríaca dos ciclos, previram com quase 4 anos de antecedência o atual estouro da bolha de crédito dos mercados financeiros.
Originariamente, a teoria dos ciclos econômicos foi criada pelo russo Kondratieff, mas foi aperfeiçoada, e muito, pela escola econômica austríaca, com Mises e Hayek, dois dos principais expoentes.
Basta dar uma lida atenta no artigo abaixo, produzido por Krassimir Petrov em setembro de 2004. A China será a próxima a entrar em recessão. Quem der uma lida no artigo saberá o porquê.
CHINA’S GREAT DEPRESSION
by Krassimir Petrov, Ph.D.
September 2, 2004
http://www.financialsense.com/editorials/petrov/2004/0902.html
Having recently completed Rothbard’s “America’s Great Depression”, I couldn’t help draw the parallels between America’s roaring 20’s and China’s roaring economy today, and I couldn’t help conclude that China will inevitably fall in a depression just like America did during the 1930s. The objective of this article is to present an Austrian argument as to why this must happen; to substantiate my arguments, I will be quoting Rothbard’s Fifth Edition where relevant.
Before proceeding any further, I would urge all readers who haven’t read Rothbard’s “America’s Great Depression”, to pick up a copy and read it. First, it is a real pleasant read, and Rothbard’s witty style of writing makes reading it fun. Second, the first part of the book develops the Austrian Business Cycle Theory, which is indispensable for understanding credit booms and their inevitable busts. Finally, the second part of the book elaborates the development and the causes of the Inflationary Boom of the 1920s and provides a basis for comparison with the economic policies of modern-day China.
In order to establish our parallel, we need some historical perspective of the relationship between a world superpower and a rising economic giant. In the 1920s, Great Britain was the superpower of the world, and the United States was the rising giant. As such, Great Britain ran its economic policies independently, and the U.S. adapted its own policies in a somewhat subordinated manner. Today, The United States is the hegemonic superpower of the world, and China is the rising economic giant. Not surprisingly, the U.S. runs its policy independently, while China adjusts its own accordingly.
Continuing our parallel analysis, during the 1920s the British Empire was already in decline, was militarily overextended, and in order to pay for its imperial adventures, resorted to debasing its own currency and running continuous foreign trade and budget deficits. In other words, Britain was savings-short, a net-debtor nation, and the rest of the world was financing her. Meanwhile, America was running trade surpluses and was a net creditor nation. Importantly from a historical point of view, the British Empire collapsed when the rest of the world pulled the plug on their credit and began capital repatriation. Today, the American Empire is in decline, is militarily overextended, and is financing her overextended empire with the “tried-and-true” methods of currency debasement and never-ending foreign trade and budget deficits. In other words, America is savings-starved, a net-debtor nation, and the rest of the world is financing her. At the same time, today China runs trade surpluses and is a net-creditor nation. When the rest of the world finally pulls the plug on American credit, will the American Empire also collapse?
The cause of the Depression, as Rothbard explains, was a credit expansion that fuelled the boom. According to Rothbard, “[o]ver the entire period of the boom, we find that the money supply increased by $28.0 billion, a 61.8 percent increase over the eight year period [of 1921-1929]. This was an average annual increase of 7.7 percent, a very sizable degree of inflation (p.93)…The entire monetary expansion took place in money substitutes, which are products of credit creation… The prime factor in generating the inflation of the 1920s was the increase in total bank reserves” (p.102). In other words, during the 1920s, the United States experienced an inflationary credit boom. This was most evident in the booming stock and the booming real estate markets. Furthermore, there was a “spectacular boom in foreign bonds… It was a direct reflection of American credit expansion, and particularly of the low interest rates generated by that expansion” (p.130). To stem the boom, the Fed attempted in vain to use moral suasion on the markets and restrain credit expansion only for “legitimate business. Importantly, consumer “prices generally remained stable and even fell slightly over the period” (p. 86). No doubt the stable consumer prices contributed to the overall sense of economic stability, and the majority of professional economists then did not realize that the economy was not fundamentally sound. To them the bust came as a surprise.
Today, in a similar fashion, the seeds of Depression are sown in China. Economists hail the growth of China, many not realizing that China is undergoing an inflationary credit boom that dwarfs that American one during the roaring ‘20s. According to official government statistics, 2002 Chinese GDP growth was 8%, and 2003 growth was 8.5%, and some analysts believe these numbers to be conservative. According to the People’s Bank of China own web site (http://www.pbc.gov.cn/english/baogaoyutongjishuju/), “Money & Quasi Money Supply” for 2001/01 was 11.89 trillion, for 2002/01 was 15.96 trillion, for 2003/01 was 19.05 trillion, and for 2004/01 was 22.51 trillion yuan. In other words, money supply for 2001, 2002, and 2003 grew respectively 34.2%, 19.3%, and 18.1%. Thus, during the last three years, money supply in China grew approximately three times faster than money supply in the U.S. during the 1920s.
No wonder the Chinese stock market has been booming and the Chinese real estate market is on fire. Just like the U.S. in the 20s, China finances today foreign countries, mostly the U.S., by buying U.S. government bonds with their trade surplus dollars. Just like the Fed’s failed attempts of moral suasion during the 20s, the Chinese government today similarly attempts in vain to curtail growth of credit by providing it only to those industries that need it, that is, only to industries that the government endorses for usually political reasons. Also, for most of the current boom, Chinese consumer prices have been mostly tame and even falling, while prices for raw commodities have been skyrocketing, which perfectly fits the Austrian view that prices of higher-order goods, such as raw materials, should rise relative to prices of lower-order goods, such as consumer goods. This indeed confirms that credit expansion has already been in progress for a considerable time, and that inflation now is in an advanced stage, although it has not yet reached a runaway mode. Thus, economic conditions in China today are strikingly similar to those in America during the 1920s, and the multi-year credit expansion implies that a bust is inevitable.
There are also important parallels regarding currency and export policy. During the 1920s, the British Pound was overvalued and was used by smaller countries as a reserve currency. While Britain ran its inflationary policies during the 1920’s, it was losing gold to other countries, mainly the United States. Therefore, “if the United States government were to inflate American money, Great Britain would no longer lose gold to the United States” (p. 143). Exacerbating the problem further, the Americans artificially stimulated foreign lending, which further strengthened American farm exports, aggravated the net-export problem, and accelerated the gold flow imbalances. “It [foreign lending] also established American trade, not on a solid foundation of reciprocal and productive exchange, but on a feverish promotion of loans later revealed to be unsound” (p. 139). “[President] Hoover was so enthusiastic about subsidizing foreign loans that he commented later that even bad loans helped American exports and thus provided a cheap form of relief and employment—a cheap form that later brought expensive defaults and financial distress” (p.141) Thus, the preceding discussion makes it clear, that the fundamental reasons behind the American inflationary policy were (1) to check Great Britain’s drains of gold to the United States, (2) to stimulate foreign lending, and (3) to stimulate agricultural exports.
Similarly, today the dollar is overvalued and used as the reserve currency of the world. The U.S. runs its inflationary policy and is losing dollars to the rest of the world, mainly China (and Japan). Today, the currency and export policy of China is anchored around its peg to the dollar. The main reason for this is that by artificially undervaluing its own currency, and therefore overvaluing the dollar, China artificially stimulates its manufacturing exports. The second reason is that by buying the excess U.S. dollars and reinvesting them in U.S. government bonds, it acts as a foreign lender to the United States. The third reason is that this foreign lending stimulates American demand for Chinese manufacturing exports and allows the Chinese government to relieve its current unemployment problems. In other words, the motives behind the Chinese currency and export policy today are identical to the American ones during the 1920s: (1) to support the overvalued U.S. dollar, (2) to stimulate foreign lending, and (3) to stimulate its manufacturing exports. Just like America in the 1920s, China establishes its trade today not on the solid foundation of reciprocal and productive exchange, but on the basis of foreign loans. No doubt, most of these loans will turn out to be very expensive because they will be repaid with greatly depreciated dollars, which in turn will exacerbate down the road the growing financial distress of the banking sector in China.
Therefore, it is clear that China travels today the road to Depression. How severe this depression will be, will critically depend on two developments. First, how much longer the Chinese government will pursue the inflationary policy, and second how doggedly it will fight the bust. The longer it expands and the more its fights the bust, the more likely it is that the Chinese Depression will turn into a Great Depression. Also, it is important to realize that just like America’s Great Depression in the 1930s triggered a worldwide Depression, similarly a Chinese Depression will trigger a bust in the U.S., and therefore a recession in the rest of the world.
Unless there is an unforeseen banking, currency, or a derivative crisis spreading throughout the world, it is my belief that the Chinese bust will occur sometime in 2008-2009, since the Chinese government will surely pursue expansionary policies until the 2008 Summer Olympic Games in China. By then, inflation will be most likely out of control, probably already in runaway mode, and the government will have no choice but to slam the brakes and induce contraction. In 1929 the expansion stopped in July, the stock market broke in October, and the economy collapsed in early 1930. Thus, providing for a latency period of approximately half a year between credit contraction and economic collapse, based on my Olympic Games timing, I would pinpoint the bust for 2009. Admittedly, this is a pure speculation on my part; naturally, the bust could occur sooner or later.
While I base my timing of bust on the 2008 Olympic Games, Marc Faber, the foremost Austrian authority in the world on Chinese economic development, believes that the bust will occur sooner. According to him, the U.S. is due for a meaningful recession relatively soon, which in turn will exacerbate already existing manufacturing overcapacities in China. This, coupled with growing credit problems, makes him believe that China will tip into recession sooner than the Olympic Games. In other words, Dr. Faber believes that a U.S. recession will trigger the Depression in China. Indeed, that very well may be the trigger, but if so, it still remains to be seen whether the Chinese government will let the bust run its course or choose the route of a “crack-up” boom, come hell or high water.
We should also consider another possible trigger for a bust, namely trade surpluses turning into trade deficits due to the accelerated rise of prices for resources, such as commodities, which China must import. Faced with trade deficits, China may decide to dishoard surpluses by selling U.S. government bonds, or it may decide to abandon its peg to the dollar. In either case, this will exacerbate the problems of the ailing U.S. economy, which in turn will boomerang back to China.
Finally, the bust may be triggered by a worldwide crisis in crude oil supplies. Peak oil supply is around the corner, if not already behind us, and Middle East or Caspian instability could sharply cut oil supplies. Historically, oil shortages and their concomitant rise of oil prices have always induced a recession. China’s growing dependence on oil ensures that should an oil crisis occur, it will slip into recession.
To summarize, the likely candidates for a trigger to the Chinese depression are (1) a worldwide currency, banking, or derivatives crisis, (2) a U.S. recession, (3) the containment of runaway inflation, (4) the disappearance of Chinese trade surpluses, and (5) an oil supply crisis.
Whatever the trigger of the bust in China, there is little doubt that this will provide the onset of a worldwide depression. Just like the U.S. emerged from the Great Depression as the unrivalled superpower of the world, so it is likely that China will emerge as the next.
Estes são argumentos realmente histórico-científicos. Quem puder refutá-los, por favor, faça as honras.
Por falar nisso, se encontrarem algum economista neokeynesiano que também tenha previsto a atual crise, favor indicar.
Na outra semana trarei mais argumentos de peso.
Prezado jornalista Kupfer e leitores
É muito interessante constatar que as opiniões em seu blog estão levantando pontos absolutamente importantes e de carácter sistêmicos sobre as estruturas das ideologias e protocolos de Instituições do Estado Brasileiro. Em relação a análise global desta crise ,agora não somente econômica,gostaria de apresentar opiniões (de cidadão não especialista sobre os temas opinados) sobre possíveis diretrizes no âmbito do Estado para enfrentar os problemas que certamente surgirão em um futuro próximo.Como foi bem observado por um dos seus leitores( Luca), a instabilidade política e crises econômicas agudas e recorrentes dos países vizinhos ao Brasil podem tornarem-se um grave fator de insegurança interna.Neste ponto, apresenta-se o problema de tornar militarmente eficiente os presentes altos gastos do Ministério da Defesa do Brasil.O cidadão comum tem a triste impressão que a maioria dos gastos são feitos com folha de pessoal e não com uma modernização militar efetiva das Forças Armadas Brasileiras.Por exemplo: È óbvio que uma política de pessoal militar necessária é aquela da transferência permanente e da mobilidade assegurada de tropas para as nossas fronteiras terrestres e não esta concentração das mesmas nos grandes centros urbanos,resquícios de um poder político republicano arcaico: diz-se que presentemente existem mais Almirantes que plataformas modernas de combate naval na MGB. .Faz-se necessário, portanto a modernização do armamento das tropas estacionadas nas fronteiras internas (incluindo os meios de locomoção.:helicópteros , lanchas modernas,etc.). Hoje se presencia uma “vaidade “ , custosa para o erário público, das forças militares em realizarem compras de plataformas de armas para serem modelos reduzidos das forças militares americanas!. O Corpo dos Fuzileiros Navais em sua presente estrutura, pareçe ser( para o cidadão leigo) nada mais que uma pequena repetição-no sentido de força combatente terrestre-; dos batalhões do Exercito Brasileiro (Uma Divisão Moderna de Infantaria Anfíbia?). A Marinha preocupa-se em “comprar “ um submarino à propulsão nuclear e aparentemente esquece-se da modernização dos seus armamentos ofensivos embarcados(Torpedos, Sonares,etc…).A Força Aérea preocupa-se em ter Caças altamente modernos sem ter a estrutura tecnológica avançada adequada em sua estrutura .Não foi sem motivo que o Sivam e o projeto VLS tristemente fracassaram.È preciso retoma-los para demonstrar a nossa competência em tecnologia avançada,antes de comprar “brinquedos caríssimos”.De um modo geral, espera-se que esta crise traga em seu bojo, todo uma mudança de mentalidade nas estruturas dos protocolos dos gastos dos governos dos Estados para bem servir os cidadãos
Zé Paulo, obrigado pelas explicações. Desculpe não ter respondido antes. Estava fora. abs
FOLHA E O DESEMPREGO DE SETEMBRO…
Quem foi que disse que a FSP não cumpre o manual oferecendo um noticioso eqüidistante para quem, de fato, quiser formar sua própria opinião? Um exemplo?
Vamos lá.
Quem tiver força de vontade, sobreviver à sucessão de colapsos econômicos iminentes estampados numa série de tirar o fôlego, de repente encontrará no caderno de Economia da FSP (de novo, não é Fazer Serra Presidente; é F-o-l-h-a d-e S-ã-o P-a-u-lo) um oásis de esperança.
Fica ali na mesma pág B19, aquela na qual a manchete enterra as expectativas empresariais na cova mais funda da depressão econômica e psíquica.
Diz o texto-abrigo-anti-aéreo: “Desemprego em setembro é o menor em 12 anos, em SP”. Ufa!
Finalmente, algum chão firme. Um interregno antes da decomposição irreversível de toda estrutura econômica montada nos últimos anos e que não foi capaz de prever tudo isso que está acontecendo. Sem dúvida, um bálsamo de isenção informativa; um grande jornal moderno, isento, jovem, não poderia fazer diferente.
É, mas atenção, o refresco só é acessível aos mais teimosos, os desconfiados e muito, muiiiito atentos. A materinha, em questão, tem apenas duas colunas. Fica acuada ali, bem embaixo da depressão empresarial, aquela que a julgar pela manchete nem quantidades industriais de Prozac fará amenizar.
Também, grande coisa, uma taxa de desemprego baixa, como é? E daí, o Brasil vai acabar mesmo…
A menor dos últimos 12 anos?
Ah, se isso fosse mesmo importante o jornal (FSP…) daria uma baita manchete, não uma nota no pé de página, e que página…
Para quem considera essa uma leitura encharcada de má vontade com a FSP (lembre-se, a sigla representa o nome de um jornal isento…), vamos recorrer à avaliação eqüidistante de quem é pago pelo próprio jornal para comentar a qualidade do que se publica ali. OK, digamos que seja um tropeço da editoria de Economia. Um caso isolado. Muito bem. Então tomemos o pulso da cobertura feita pelo jornal em relação a um outro episódio, de outra área, mas de importância igualmente indiscutível para a sucessão de 2010.
E CONTINUA…
FONTE: CartaMaior – Saul Leblon
http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=15340
ALEX
Votei em LULA e aprovo seu governo …aprovo apesar de detectar vários pontos c/os quais não concordo, dentre eles, a prática dos JUROS REAIS mais altos do MUNDO
…um crime, um crime contra o pobre, contra a pátria, que torço, um dia, pra que instituições e homens sérios possam saber precificar e COBRAR dos delinqüentes que ficam se valendo deste ABUSO pra defenderem (pra dizer dum mínimo) interesses confusos
Desde que assumiu o governo LULA apresentou uma política mais atenta ao mercado local e aos nossos passivos sociais
A implementação de programas assistenciais, ampliação do crédito miúdo, dentre eles o consignado, o estimulo a indústria local, a busca de novos parceiros externos, uma política RESPONSÁVEL de ampliação do poder de compra do Salário Mínimo, dentre tantas outras medidas, somado ainda a uma prática de não se dar GOLPES e nem PASSA MOLEQUE, fez com que o país pudesse melhor aproveitar os ventos internacionais, não tardando p/que colhessemos inúmeros resultados positivos, como c/o controle das contas internas, externas (hoje em risco), emprego, inflação, crescimento, uso do capacitivo, recordes de investimento, na agricultura e dados de desemprego
posto isso…
só pra deixar claro que os dados verdadeiros sobre esta crise, quer na atividade como no emprego/desemprego, ainda não foram sentidos …eles viram lentamente, até o 1o semestre de 2009
Portanto, o número que cita, sem querer desanimá-lo, não se refere ao cenário presente, nem ao futuro de CP, mas sim ao passado
embora reitere, penso que algum desaquecimento virá (e já veio pra alguns) …agora, se o BC ajudar, este desaquecimento não se tornará decrescimento …embora na prática, os caras parece que não querem colaborar
LULA sabe, como operário que foi, que mais importante pro atual momento, mais do que 3-4% (hipotéticos) na inflação ANUAL, mais importante é o pai de família manter seu emprego
Há que baixarmos os juros ! …e já estamos atrasados
Era só uma marolinha,como sempre longe da realidade,nosso Boris Yeltsin,quando fez á declaração estava sob efeito da “51″.
La crisis pone a prueba a Latinoamérica
La región tiene ahora un reto: demostrar si su modelo es viable en condiciones adversas
Hace aproximadamente una semana, una queja casi unánime emergía en un encuentro informal de empresarios y responsables políticos en Guanajuato, al norte de la capital de México. “En contra de lo que dictaría la lógica económica, el país que ha provocado la crisis financiera internacional [Estados Unidos] es el que se ha convertido en el refugio de los inversores, y somos nosotros los que sufrimos el castigo y no el dólar. No tiene sentido”. “Es más sencillo que todo eso”, respondió uno de los invitados, “hay tanta gente demandando dólares que eso hace que el valor de la divisa se dispare. Así de simple. El tipo de cambio ahora no tiene nada que ver con los fundamentos económicos”.
FOLHA NÃO DÁ TEMPO NEM EM DIA DE FINADOS
OLHEM A MANCHETE ESTAMPADA LÁ DESDE CEDINHO..
NÃO IMPORTA “O DEVE” ..IMPORTA É MARTELAR NA CABEÇA
DO LEITOR:
02/11/2008 – 02h32
Após ação do BC, banco deve subir juro, diz Bradesco
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da Folha Online
O presidente do Bradesco, Márcio Cypriano, diz que o setor deve subir os juros para compensar a redução da remuneração do compulsório sobre depósitos a prazo. A informação é de reportagem do colunista Guilherme Barros, publicada na Folha (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal).
Depois tem gente que diz não ver “a missão da Folha” a não ser de dar a notícia!
Se no lugar do Lula estivesse o Serra, a manchete nos produtos da FOLHA , num dia como hoje, seria:
“MASSA: A ESPERANÇA É A ULTIMA QUE MORRE”
Alguém aqui dúvida? Claro, os que duvidam tem ‘todo interesse’ em duvidar.
Caro jornalista e leitores
Depois do desenrolar de todos estes eventos,só nos resta a desolação da grande declaração patriótica ,Carioquíssima ,por sinal : “Menino Bush ( George W.Bush-US Mr President! ) cuida da tua crise!… que o problema é teu.Tu me deves US$ duzentinhos bi e se tu não pagar, mando os “milicos” ir aí na América do Norte te cobrar!.A propósito ,eu vou tomar banho de petróleo de agora em diante e vou acender o meu charuto com petrodólares!
“…diz que o setor deve subir os juros para compensar a redução da remuneração do compulsório sobre depósitos a prazo”
Um amigo no meu site declarou que a culpa é das próprias pessoas; dá, sim, no modo de pensar dele, e tenho que concordar. Há mais de 4 anos que não pago um centavo de juros a ninguém. Dá pra se fazer o dever de casa e se pôr a casa em ordem. Dá pra se poupar e só comprar à vista. Se os brasileiros fizessem isso, conseguiriam comprar muitos mais bens e utilidades com o mesmo dinheiro e faríamos com que os bancos baixassem os seus juros escorchantes. Afinal de contas, eles teriam que emprestar alguma coisa, ou, então, ir fazer outro negócio.
Poupa, Brasil, poupa!!!
A pior coisa que já se inventou (e eu perdi muito dinheiro e anos de vida, também – hoje mais não) foi a compra a crédito. São os publicitários e os banqueiros, juntos para “roubar” (vamos no popular mesmo) a nós, o sofrido povo brasileiro.
José Paulo, peço encarecidamente que coloque no blog as previsões que estes mesmos “especialistas economicos” fizeram em 2006 para 2007.
Eles acertaram que foi uma beleza. kkkkkkkkkk
A solução para baixar os juros é simplesmente a população deixando de comprar a crédito – juntar o dinheiro para comprar a vista.
Prezado Jornalista Kupfer e leitores
Não devemos esquecer que os nossos problemas políticos não devem ser esquecidos.Aliás,os mesmos são intimamente conexos com aqueles graves problemas de gerenciamento público da economia. Em anexo apresento a minha participação como cidadão aos representantes do povo no Congresso
Prezada Senhora Senadora da República Brasileira
Marisa Serrano
Escrevo-lhe este e-mail como Cidadão Brasileiro para manifestar-me frente a este gravíssimo Atentado Terrorista Psicológico que Superior Tribunal Federal sofreu nos últimos dias.Mais precisamente : A Constituição Federal Brasileira.É simplesmente perverso o cidadão comum saber que a sua privacidade é um direito puramente formal: sabe-se que escutas (computadores,residências,etc…) são feitas muitas das vezes com o único objetivo para o cometimento de crimes pela miríade de quadrilhas do Crime Organizado que estão,em um grande número de vezes-; sistematicamente enraizadas nas Instituições Públicas (especialmente judiciais, militares e policiais), as quais deveriam proteger a Constituição e os Direitos dos Cidadãos Brasileiros e não “mercantiliza-los” para o proveito criminoso pecuniário de maus-cidadãos.Vossa Excelência!, Este estado de criminalidade que tanto impede o progresso democrático do Brasil tem certamente a sua origem na impunidade daqueles crimes cometidos sob a corrupta e ilegal proteção de Administradores Públicos e seus Agentes.E um primeiro passo para combater tal desastre , consistirá,na opinião deste cidadão; na abertura irrestrita dos Arquivos dos Governos de 1964,tornando os seus conteúdos legalmente aberto aos cidadãos interessados e sem medo de expor ao conhecimento público,tanto aqueles crimes cometidos pela Direita quanto pela Esquerda,como um Sacro-Santo Republicano Compromisso com a Verdade Histórica e com as novas gerações,assim como foi realizado na Reunificação da Alemanha Pós- Queda do Muro de Berlim.
Cordiais Saudações Cidadãs
Luiz C.L.Botelho
Cancelar as assinaturas do jornal folha de sao paulo é a melhor forma deste jornal tomar juízo (e prejuizo) e parar com noticias tendenciosas. nos eleitores nao somos bobos de pois este jornal estar a serviço sujo contra o Pres, LULA.
vamos cancelar a assinatura do jornal folha de s.paulo, só assim eles deixam de fazer o serviço sujo conta a adm do pres. LULA.
Argo
“…Há mais de 4 anos que não pago um centavo de juros a ninguém. Dá pra se fazer o dever de casa e se pôr a casa em ordem…”
Só pra me certificar, por favor responda:
-Você, nestes 4 anos, comprou em 3,6,12,18 ou 24 vezes “SEM JUROS”
-Nestes 4 anos você usou o CARTÃO DE CRÉDITO para comprar “a vista” , pagável no máximo no aniversário do cartão e em 45 dias?
-Você fez compras nas grandes, médias e pequenas lojas que oferecem CARTÃO de crédito aos clientes ?
-abasteceu em posto de gasolina ou restaurante que oferecia vendas, como banda a lei, sem acréscimo no cartão ?
Se pra qq uma das 4 perguntas vc respondeu positivamente, lamento, mas você pagou MUITO juros, de forma DIRETA e indireta, e nem te avisaram
..ôh coitado ?!
O problema nunca deveria estar em se pagar juros …eles podem ser justos e SÃO necessários …o problema aqui é o tamanho do DESGRAÇADO
Nossos bancos não gostam e não são empurrados ao risco …nem participaram positivamente do nosso progresso …ao contrário, nos atrasaram …se dependuram nos títulos do Estado e viveram sugando, e rareando, os recursos tributários
Não querem saber de ESCALA ..fazem o estilo pouco, mas com “muita” qualidade, qualidade de agiota, de traficante
Também ? Vc quer o que ? Praque cobrar pouco se eles conseguiram montar um esquema de medo e risco que sempre obriga nosso Estado a andar com a corda no pescoço?
Pra que emprestar se o Estado me paga SELIC até pro dinheiro parado …que até pouco tempo era 53% dos depósitos a prazo ?
Pra que emprestar qdo existe uma FEBRABAN que os ajuda a administrar um cartel, que só com suas tarifas e taxas já se prometem retornos garantidos?
Pra que dar gás? se como banco eu ainda posso COMPRAR mercados e monopólios de minérios já descobertos, vindo inclusive já desbravados e com o mapa da mina …tipo como fez o Bradesco …quando comprou um dos MAIORES PATRIMÔNIOS BRASILEIROS, de recursos unicos e FINITOS, a preço de banana …a CVRD
Romanelli
Sou um matutão aqui das brenhas de Pernambuco, daqueles que quando são enganados dizem: “Só me pegam uma vez”.
Já fiz muito dessas coisas que você citou. Hoje, não; hoje só compro à vista.
Aliás, como conheço algo de tributação, sempre deixo para comprar quando se vai chegando o final do mês – após o dia 25. Como aqui – em Pernambuco, repito – o governo estadual cobra antecipadamente a diferença de alíquotas do ICMS (10%) aos comerciantes, e como o prazo de pagamento, normalmene, é no dia 30, os comerciantes precisam ter dinheiro em caixa neste dia para honrar o compromisso. Já economizei por diversas vezes dessa maneira, aproveitando as promoções – pagamento em dinheiro vivo nesse período consegue muitas pechinchas.
Tudo bem, é necessário disciplina, mas o que se consegue sem esforço, havendo nascido pobre? A questão é como conscientizar o restante da população desse tipo de coisas. Fazer como que o povo não vá na onda dos publicitários (esses, deveriam ir para o inferno – com as exceções de praxe), dos marqueteiros, dos apresentadores de televisão (esses, na verdade, dão é nojo!), não saia comprando por impulso, se endividando sem necessidade.
ARGO
fico feliz por vc, mas acho que vc não deveria ter tanta certeza. Veja:
Aqui em SP o mercado varejista praticamente esta dividido em 2 ou 3. Dos maiores:
Dum lado temos o francês Carrefour, DIA e Atacadão …e doutro, os tb francês (Cassino) EXTRA, PÃO de Açucar, Assai e Compre Bem
…todos vendem a vista ..mas todos oferecem cartão de crédito sem preço diferenciado …que pagam (repassam) juros (dizem taxas) pras administradoras
Lá eu compro “a vista”, em dinherio vivo, e pago o mesmo valor do “cabra” que compra com cartão ..isso pq a LEI me impede, mesmo pagando em nota ou cheque, me impede de pedir e ter desconto ..logo, mesmos preços estão majorados .. Ou será que vc é otimista e acha que, no exemplo, os do que usam cartão é que tem desconto?
Esta no SENADO um projeto de lei que PERMITE a diferenciação de preços pra venda a vista, em dinheiro, e venda a vista, no cartão (que o pequeno comércio, até mecânica, paga 5% de taxa) ..a lei ainda não foi aprovada ..e o PIG nem fala nada ..vai ver que é contra os patrocinadores
Aliás, aqui em SP, POSTO DE GASOLINA tb vende no cartão ..ou seja, mesmo que eu pague em dinheiro, acabo pagando o mesmo preço do cara que tem Master e Visa
Romanelli
Romanelli (falha na outra mensagem, teclei o Enter, sem querer)
A questão é que estamos com 2 tipos de exemplos, eu e você. Você está falando da compra diária (supermercado, postos etc), enquanto que eu estou falando é da compra de bens duráveis. Nestes, ao menos aqui, as lojas estabelecem, sim, diferenciação de preços quando das promoções. Os vendedores são bem claros: “É a dinheiro?” Esse preço só a dinheiro.
Sou um dos últimos “arengueiros” (sou um dos que ficaram à margem disso, como preconizava o Michel Beaud, em História do Capitalismo), nem cartão de crédito tenho mais e passo muito bem (dentro de minhas posses, claro). E não é por falta de crédito, é por decisão mesmo; o que sofri bastou-me para o resto da vida.
Repetindo o velho padrão?
Uns pagam para sempre,já outrAs,recebem para sempre.
Isto cheira mal?
Lembram equipamentos importados da França, por certo ministro também,muito,muito,influente dizia-se á época, que havia um percentual de Dez por cento,
vagando no ar,…
Mas no governo de ALIBARBUDO,com a inauguração da era mensalão,
sabemos todos,que á infração criminal,recebeu nova denominação,segundo os larápios da Caverna é apenas valores não contabilizdos.
Trem-bala RJ-SP já provoca polêmica.
A súbita mudança de regras para a construção do trem-bala Rio-São Paulo tem causado perplexidade entre empresas européias interessadas em participar do projeto. É que a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) se reuniu com vários deles em Milão, detalhando o projeto, mas após visita a Tóquio, ela parece haver decidido pela adoção do modelo japonês de trem. Com isso, o Brasil terá de pagar royalties ao Japão para sempre,www.ch.
Brigulino,
Em janeiro de 2007, publiquei um texto com o que você pede, com o título “Chutometria.
Está no seguinte link
http://colunistas.ig.com.br/jpkupfer/2007/12/17/chutometria/
Abrs.
Não há como contestar a atitude do Pres. Lula, o capitão deve manter a orquestra tocando e será o ultimo a pular do navio.
O pänico fica por conta dos ratos, que são os primeiros a cair fora…
Previsões econômicas, assim como previsões do tempo, embora bem fundamentadas, não conseguem controlar todas as variáveis do sistema a ponto de estabelecer correlações confiáveis.
Algumas vezes, mesmo que a previsão do tempo diga que irá fazer sol o dia inteiro, vale a pena confiar no feeling e carregar um guarda-chuva, mesmo com aquele sentimento de estar “pagando mico”.
Há quem diga, que é ainda melhor comprar um guarda chuva bem pequeno, que caiba na bolsa ou até mesmo no bolso, assim se chover pode pode até se molhar um pouco… mas só um pouco.
Eu continuo a ver anuncios na TV e nos jornais de vendas a crédito, com os mesmos prazos de um ano atras. Fora automóveis, de que não tenho visto anúncios assim, ainda não vi o tal sumiço do crédito na ponta do consumidor, pelo menos aqui no Brasil. O que me parece, com toda a franqueza, é que todos os comentaristas e analistas daqui repetem o que ouvem dizer, e o que é muito pior, continuam considerando como “especialistas” – palavra largamente usada para intimidar pessoas que divergem do pensamento monetarista dominante até ontem – somente os aulicos do mercado financeiro. Alias, sempre que se vê uma referência a mercado, nos textos de nossos doutos comentarias e analistas, leia-se mercado financeiro.É claro que não se deve tirar conclusões definitivas, tanto mais que a crise ainda está no seu começo, mas se pode chegar a algumas bem simples: a teoria econômica por tras do desastre está errada, senão não teria ocorrido semelhante estouro.
Contesini, economistas são pseudo-matemáticos que querem explicar um sistema multifuncional e caótico – no sentido matemático, por favor, tomando só duas variáveis e considerando “ceteris paribus”, como dizia um antigo mestre meu.
Ora carambas, se nada permanece constante, como se pode analisar um sistema com um minimo de acuidade, se não se tomar em conta pelo menos as variáveis mais importantes?
Os sujeitinhos são tão petulantes em sua matemáticazinha de botequim que não se deram, até hoje, o trabalho de fazer uma pesquisa séria, ampla e de longa duração sobre as variáveis envolvidas, para identificar quais são, que peso têm no comportamento do sistema, etc, etc, etc…
Só pra dar uma idéia bem simples: consumidor brasileiro toma decisões levando em conta as mesmas coisas que o americano, o ugandense ou o japonês? Que peso cada coisa considerada tem na decisão desses consumidores? Economista é mágico de circo mambembe pensando que é Deus e que seus truques são milagres…
Prezados ! que espaço maravilhoso é esse !
Lí os comentários desde o dia 30.10, procuro acompanhar a economia…
Hoje o Dólar bateu em 2,29, as demissões continuam acontecendo dia-a-dia..exportações comprometidas, férias coletivas..diminução de crédito…
Alô Alô….Tem muita fumaça nessa fogueira, aguardem…
Abraços a todos !
Joseli
Prezado Jornalista e leitores
É interessante o desabafo do leitor ricardo.Entretanto tomo a liberdade de apontar-lhe que ,como toda atividade intelectual humana, existe a boa matemática e a matemática ruim.Infelizmente nos últimos anos tenho assistido a uma politização do conhecimento puro (aquele interessado primeiramente nos fundamentos dos eventos) , com processo comparável somente com aquele acontecido na extinta URSS!.Infelizmente muito da Matemática Pura moderna aplicada nas ciências humanas (caos ,teoria das catástrofes,buracos negros,etc…) seriam melhor estudadas e classificadas únicamente no interesse da assim chamada ” PATOLOGIA MATEMÁTICA”, como muitos Institutos de Matemática Burra e Atrasada certamente não o fazem.
Prezado Paulo, o que podemos concluir sobre economia quando um amigo meu, proprietário de 02 barracas de vendas de bugingangas importadas e nacionais no chamado “Paraguaizinho de Cuiabá” diz que lá as vendas caíram 40% nos últimos trinta dias.
Lá não precisa de crédito, sempre foi a vista ou no cartão, lá é economia popular total e lá é uma parte da chamada economia real.
Acho que o consumidor percebeu-se que para o momento já está o suficiente a geladeira nova, o microondas novo, as 02 televisões.
Podemos entrar em recessão sim, não somente pela falta de crédito, mas pelo consumidor que definiu fazer somente o básico e justificar para amigos, filhos e companheiros que a crise está aí e que não podemos gastar em nada diferente de comida e transporte para o trabalho.
De passagem, o mesmo amigo tem revenda de carros usados e lá as vendas caíram 60%.
Celso
Caro João Paulo,os trilhões de dolares que ´´morreram´´durante
a crise,haviam sido amealhados atravéz da poupança,efetuada
ao longo do tempo,por pessoas que gastavam menos do que ga-
nhavam.
Para rescussitar a economia,mais do que das intervenções dos
governos,será fundamental a poupança individual.
Portanto precisamos de um estadista como Winston Churchill,
dizendo´´só posso prometer sangue,suor e lágrimas´´,e não um
garoto propaganda de ´´lingerie´´,como o nosso.
Ele esta com toda essa certesa porque na casa do SR Cachassa ñ vai acontecer nada,quero ver o nosso povo como vai nadar nessa marolinha!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
O presidente não falou em marola, e sim em marula, ou seja a essa altura já deve estar todo mundo meio tonto de tanta manguaça. Mas niguem se atreva a falar, se não ele espulsa do país. Economia é para economista e não para torneiro mecanico.
Será que estes salvadores da pátria esperam nos convencer, que com a plantação de cana, conseguiremos mais oxigênio, ou mobilidade financeira… ? Pelo contrario, teremos é mais queimadas e mais áreas devastadas! Eles não percebem? Ou estão escondendo que na realidade, ficaremos é mais submissos e debilitados? E o risco de comprometimento, em nossa soberania? Será que pelo menos levam em conta, que a produção e o mercado, ficarão submetidos às necessidades do capital estrangeiro? – Muitos conhecem estas verdades. E mesmo movidos pelo sentimento de justiça e cidadania, poucos se atrevem a expressá-las. Alguns mercenários preferem defender suas ambições, hostilizando o povo. Por conveniência, ou temendo serem taxados insensatos, os fantoches, que juraram defender a população, se calam… E se nossos representantes estabelecessem uma relação do que mais os obriga ao dever, será que todos citariam a Pátria? – Devemos nos cuidar! Ou então, perderemos em pouco tempo, os direitos que nossos antepassados levaram a vida toda para conquistar. É como se estivessem tentando nos empurrar sutilmente, de volta aos tempos medievais. E grande parte da população, corre o risco de voltar a receber ordens de senhores feudais, em um colonialismo tecnológico. – Eu amo este país. Nestas terras abençoadas, se plantando tudo dá. Não precisa ser cana para que ministros venham nos ensinar a fazer caipirinha!… Nela não tem maremoto, tornados ou terremotos. Aqui a maldição, é a ganância e a corrupção. Agora que a reforma agrária não sai mesmo. Acha que os grandes latifundiários já não estão de olho nas terras dissolutas? Com a plantação de cana, a fome zero vai de vento em popa: pois vai ter mais rapadura e no planalto estão abusando de caipiras, ansiosos pelo o carnaval! Que Deus tenha piedade de nós!
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