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27/10/2008 - 07:30

Real, de objeto de desejo a mico

O desmonte das posições alavancadas dos fundos de hedge (lá fora e aqui dentro) e de outras aplicações está em curso, mas ainda não terminou a queima de ativos sem lastro. Por conta da busca por liquidez e da fuga para o dólar (e para o iene), outras moedas estão começando a derreter. Deu no alto da primeira página do “The New York Times” do sábado que a lista inclui moedas de economias emergentes, como Brasil, Ucrânia e Coréia do Sul, e até mesmo de países industrializados, caso da Inglaterra (ver aqui, em inglês).

É grande a preocupação com esse movimento. Tão grande que já está sendo aguardada, para os próximos dias, mais uma intervenção do Fed e de bancos centrais de países desenvolvidos. Desta vez, o objetivo seria vender dólares (e ienes) para conter o avanço da moeda americana (e da japonesa) alta e estabelecer um piso para as moedas emergentes sob pressão.

Intervenções de bancos centrais dos países ricos em mercados de moeda são relativamente raras. A última vez que o Fed interveio no mercado de moedas foi em setembro de 2000, quando, em coordenação com o Banco Central Europeu e o Banco do Japão, socorreu o euro. Antes disso, houve uma intervenção em junho de 1998, durante a crise da Ásia.

A preocupação com as conseqüências do desmonte de posições, principalmente nos fundos de hegde, por natureza os mais alavancados,  atravessou o Atlântico. Na medida em que o Brasil, com suas taxas de juros exorbitantes e sua moeda supervalorizada, atraiu enorme massa de capital de arbitragem, o real e papéis de empresas brasileiras, sobretudo os originários de lançamentos iniciais (IPO) recentes, passaram a figurar entre as vítimas preferenciais da queima de ativos.

Não é à toa que tem gente em Brasília com o coração na mão. Tomara que suas expectativas não se confirmem.

* * *

Do ponto mais baixo de sua cotação frente o dólar, no comecinho de agosto, até o fechamento do mercado na sexta-feira, 24 de outubro, o real sofreu uma desvalorização de quase 50%. É algo semelhante, ainda que em proporções por enquanto apenas ligeiramente menores, ao ocorrido na mudança do regime cambial, nos primeiros meses de 1999.

Falar nisso, o que será que aconteceu com o investimento do lendário Warren Buffet no real, que ele tanto alardeou? Será que o guru dos investimentos se desfez da posição na moeda brasileira antes dessa maxidesvalorização? Ou será que ficou com o mico?

 

Atualizado às 16h50

Autor: José Paulo Kupfer - Categoria(s): Blog Tags:

42 comentários para “Real, de objeto de desejo a mico”

  1. JOAOROCHA disse:

    Antídoto contra crise é reforma do sistema financeiro mundial, afirma Asem

    “Mais controle, mais transparência, menos riscos e mais garantias” é a fórmula a que chegaram os governantes reunidos na cúpula de Pequim. FMI cotado como órgão de supervisão, porém criticado. Clima permanece prioridade.

    A crise financeira global foi o tema central da 7ª Cúpula da Reunião Ásia-Europa (Asia-Europe Meeting – Asem), em Pequim. Os 43 países participantes – 26 da União Européia e 17 asiáticos – encerraram o encontro neste sábado (25/10), com a constatação de que o sistema monetário e financeiro internacional necessita de reformas efetivas e abrangentes. Trata-se não apenas de minorar os sintomas, mas também para neutralizar as causas e evitar que um colapso das atuais dimensões volte a acontecer.

    “Capitalismo de cassino”

    Bildunterschrift: Großansicht des Bildes mit der Bildunterschrift: Presidente chinês Hu Jintao (2º da direita) esteve presente ao encontroEnquanto os Estados Unidos permanecem estagnados em seu vácuo administrativo, com o presidente George W. Bush praticamente fazendo malas para deixar a Casa Branca, os países da Asem querem apresentar-se na cúpula financeira do G20, em meados de novembro próximo, com uma posição consensual.

    Porém os sinais não são tranqüilizadores. As bolsas de valores continuam se precipitando, e os temores de uma crise aguda da economia real ainda pairam, apesar dos pacotes de emergência bancária lançados pelos EUA e pela UE. A chanceler federal alemã, Angela Merkel, está ciente de que seus esforços de estabilização ainda não deram os resultados esperados. Ela expressou decepção pelo fato de os bancos de seu país não haverem recorrido ao pacote de medidas aprovado por Berlim em tempo recorde.

    A Europa e a Ásia querem sanear seus sistemas financeiros o mais breve possível. A receita inclui mais controle, mais transparência, menos riscos e mais garantias. O primeiro-ministro indiano, Manmohan Singh, criticou o “capitalismo de cassino” e o “flagrante fracasso dos organismos de vigilância”.

    FMI: cotado e criticado

    Bildunterschrift: Großansicht des Bildes mit der Bildunterschrift: Sarkozy (e) Merkel (c) em PequimO presidente e anfitrião da Asem, chefe de governo chinês Wen Jiabao, declarou: “A economia virtual deve ser coordenada com a real, os problemas virtuais não podem influenciar o desenvolvimento da economia real”. Ao final do encontro, ele observou: “Reafirmamos ser preciso tomar medidas rápidas para impulsionar o crescimento econômico em todo o mundo”. E insistiu que se tirem lições da atual crise.

    O pilar da reforma proposta pela Asem é uma supervisão mais rigorosa dos mercados financeiros e de suas operações. Apesar de certa resistência, o candidato mais cogitado para desempenhar este papel é o próprio Fundo Monetário Internacional (FMI). Contudo o consenso geral é que, para tal, seria necessária uma reforma da instituição, “que não exatamente brilhou no gerenciamento da atual crise”, criticou Singh.

    Clima permanece importante

    Bildunterschrift: Großansicht des Bildes mit der Bildunterschrift: Presidente da Comissão Européia, José Manuel BarrosoO presidente em turno da UE, o francês Nicolas Sarkozy, disse contar com o desejo de reforma do sistema financeiro expresso pelos países asiáticos, e sobretudo pela China, para que se alcancem resultados concretos na cúpula de 15 de novembro, em Washington. “Temos que converter este encontro num fórum para tomar decisões”, ressaltou. Sua opinião foi ecoada pelo chefe da Comissão Européia, José Manuel Barroso.

    Merkel também se declarou a favor de que na cúpula de Washington seja apresentado um plano de trabalho para a reforma do sistema financeiro internacional, como base para “uma verdadeira constituição financeira de alcance mundial”. O encontro reunirá os líderes do Grupo dos 20 (G20), formado pelas mais importantes nações industrializadas e emergentes.

    Apesar das dificuldades econômicas que se anunciam, os participantes da Asem se comprometeram a manter seus objetivos na luta contra o aquecimento global. A próxima reunião de cúpula do grupo euro-asiático está marcada para 2010, na Bélgica.DW WORLD.DE

  2. Romanelli disse:

    será que estão querendo garantir a saída dos que vieram acreditando no conto da sereia do BC ?

    agora estão presos pela liquidez, pelo cambio

    …ficar ou voltar, eis a questão?

    Afinal, era mais de 11% nominal ao ano já em 2007 ..fora das cantadas de bola que elevavam os ganhos reais (com o efeito cambio)

    …cantadas que agora levam um grande número de nossas melhores empresas pra beira do INFERNO

    E os caras não sabiam que o alto juros e cambio sobrevalorizado contaminam e detonam rapidinho com as expectativas, com nossas contas externas? Será que não viram nossa história desde o fim da II grande guerra?

    acho que “alguém” deu muita garantia …quem, quem?

    Tenho dó de quem por estes dias precisa vender ações pra fazer caixa …e INVEJA de quem por estes dias tem dinheiro pra comprar ..tipo os bancos, atolados que estão na própria liquidez, empossados até com o compulsório

    espero que pânico não leve a pânico …deflação, depressão

  3. Argo disse:

    “atolados que estão na própria liquidez, empossados até com o compulsório”

    É isso que não estou entendendo, malgrado o que o Fernando quis dizer em seu blog sobre como os bancos emprestam dinheiro. Tudo bem, os bancos estão aí é para agirem do modo como acham mais seguro – sem se preocupar com o modo como o tipo de sua ação irá repercutir no país; afinal de contas, capital tem patriotismo?

    Agora, não haveria um mecanismo pelo qual o Banco Central (ou o Tesouro) pudesse transferir o compulsório para o BNDES? Para que este abrisse o guichê de empréstimos a todo vapor? Num instante, os banqueiros privados abririam também os seus, afinal de contas, eles sempre gostam de lucrar, têm verdadeiros orgamos quando emprestam dinheiro a juros extorsivos.

  4. Argo disse:

    orgamos = orgasmos.

    É verdade, conheci um agiota que sentia isso, verdadeiramente (claro que não, literalmente – mas a descarga de serotonina que ocorria em seu cérebro era semelhante).

  5. Romanelli disse:

    o compulsório é dos bancos, depósitos feitos a eles …exigir transferência é confisco …pelo dinheiro PARADO eles recebem SELIC ….pra darem pro BNDES eles cobrariam …e muuuuito

    o melhor é NÃO REMUNERAR ou tributar MUITO o dinheiro parado

    ..mas no atual cenário, eles preferem o colchão

  6. Biquei disse:

    LOGO,logo,ALIBARBUDO,também deverá entoar mesma cantilena,imitando seu lider,afim de manter-se no planalto.
    O cocaleiro da Bolivia,caiu do cavalo,terá ALIBARBUDO cacife politico para tentar aquí.
    http://www.lefigaro.com.
    «Sarkozy est un bon ami, mais lui, il est capitaliste», et cependant «ses déclarations le rapprochent davantage de notre côté», a poursuivi Hugo Chavez.
    Pour le leader vénézuélien qui veut promouvoir un «socialisme du XXIe siècle», il est «impossible de refonder» le capitalisme. Il faut créer «un système nouveau, avec des différences ici et là, mais il faut que ce soit quelque chose de nouveau. Nous l’appelons sans doute socialisme, (…) tu l’appelleras nationalisme, eh bien, discutons-en», a lancé Hugo Chavez à l’adresse du chef d’Etat français.
    Nicolas Sarkozy «a déclaré que si on ne refondait pas le système capitaliste, il y aurait une révolution à l’échelle planétaire. Eh bien, Sarkozy, ici en Amérique latine une révolution s’est déjà produite il y a un certain temps», a encore déclaré Hugo Chavez qui avait rencontré son homologue français au cours

  7. Warrior for Freedom disse:

    Caro e preclaro Zé:

    Desculpe a minha ignorância, mas dava para explicar por que a diferença é “desfavorável para o momento atual”? O que torna a escalada do câmbio, em regime flutuante, pior – ou desfavorável para usar as suas palavras – em relação ao regime de câmbio administrado? Juro que não entendi.

    Abrs

  8. alex severianni disse:

    AS MARACUTAIAS DA FOLHA DE SP

    Percebam o contraste da notícia

    Percebam como a Reuters News divulga esta notícia:

    ITAÚ ANTECIPA RESULTADOS E MOSTRA LUCRO DE R$ 1.8 bi

    O Itaú fechou o terceiro trimestre do ano com um lucro líquido de R$ 1,8 bilhão, informou a instituição nesta segunda-feira. O banco resolveu antecipar a divulgação de seu resultado trimestral, assim como fez o Unibanco, na última sexta-feira. O lucro líquido recorrente do Itaú no terceiro trimestre do ano foi de R$ 2 bilhões

    AQUI A MESMA NOTÍCIA SOBRE O “PONTO DE VISTA” DA FOLHA DE SÃO PAULO.

    ITAÚ adianta resultados e REVELA QUEDA em lucro no trimestre

    O banco Itaú, a exemplo do Unibanco, fez uma divulgação prévia dos seus resultados do terceiro trimestre, nesta segunda-feira. No balanço antecipado, o banco revela queda nos lucros, mas tenta tranqüilizar o mercado sobre a inadimplência nas operações de crédito e sobre sua exposição às oscilações bruscas do dólar.

    Vocês entenderam a maracutaia da Folha?

  9. Argo disse:

    “Vocês entenderam a maracutaia da Folha?”

    Isto é jornalismo responsável? É uma pequena amostra sobre como estão agindo alguns dos péssimos representantes da classe. E o pior é que o conceito de corporativismo existente não vai deixar nenhum outro jornalista “meter o pau neles” (vou logo no popular, é mais fácil de expressar revolta).

  10. Calixtus fernandes disse:

    Eu acho lindo, quando os poderosos se enriquecem com as crises, fantástico… Isso tudo é o efeito borboleta:
    ” Prá eles é uma borboleta pousando suavemente em seus “yates”. Já prá quem precisa de recursos humanitários É UM URUBU ESPERANDO o derradeiro suspiro da carniça humana” Me envergonho de mim e de minha geração.

  11. Concordo, em absoluto, com as observações e comentários do Snr, ALEX SEVERIANNI, s/ a redação da noticia da Folha de SP.
    Um Jornal com tanta projecção e c/milhares de leitores e assinantes, nunca era de admitir tantas incongruências. Lastimo com pesar tais notícias. Apresento ao Sr.A.Severianni, os meus
    sinceros Parabens pelo seu comentário, que foram bastante oportunos, s/as reflexões s/ITAU, Banco Brasileiro, com enorme projecção internacional Em que ficamos, afinal ?ONNC.

  12. Biquei disse:

    Vai.Min.,tira logo este processo da gaveta, deixa para ás mães deste país, o exercício do livre-arbítrio , só a elas cabe o direito de decidir,á prole que desejam criar.
    Por mais brilhante que seja, quem deseja tutelar, não pode impor a uma mãe,uma prole que não vingará.
    Isto é prepotência, coisa de Yatolá, não combina com democracia.
    72% das católicas apóiam aborto de anencéfalo, aponta pesquisa.
    Em São Paulo
    Uma pesquisa feita em todo o Brasil no mês passado pelo Ibope mostra que 72% das mulheres católicas entrevistadas são a favor de que grávidas de feto anencéfalo – sem cérebro e sem chance de sobrevivência fora do útero – tenham o direito de optar entre interromper a gestação ou mantê-la. O índice vai a 77% na faixa dos 25 aos 29 anos.
    Estudo da UFRJ revela que mulheres negras morrem mais de aborto que brancas
    As mortes decorrentes de abortos clandestinos vitimam mais mulheres negras e pardas que mulheres brancas, no Brasil. Estudo divulgado em 15 de outubro pela UFRJ…

  13. josé paulo kupfer disse:

    Mauad,

    Realmente não me expressei bem. Não quis dizer que o câmbio fixo é melhor do que o flutuante. Quis dizer que é um ataque cambial em regime de câmbio administrado é mais fácil de entender.

    A vantagem teórica do câmbio flutuante sobre o administrado é o suposto ajuste natural, pela via do mercado. Mas isso, também aqui, está em xeque.

    Vou tirar o “desfavorável” e, infelizmente, o problema vai continuar o mesmo. Se a intervenção não resolve, a não intervenção também não…Dureza. (ah, me poupe de algum darwinismo dessossado de perspectiva históricas ou de alguma depuração religosa).

    Agradeço a observação e a crítica por trás dela.

    Abrs..

    Você não concorda? Prefere o câmbio administrado?

  14. Biquei disse:

    No que depender da boa vontade deles, tudo voltará ao normal o mais breve possível,e quem perdeu quanto tempo levará para voltar ao mercado,
    Statement of the G7 Finance Ministers and Central Bank Governors
    We reaffirm our shared interest in a strong and stable international financial system. We are concerned about the recent excessive volatility in the exchange rate of the yen and its possible adverse implications for economic and financial stability. We continue to monitor markets closely, and cooperate as appropriate.

  15. Paulo Elias disse:

    a ladainha é sempre a mesma parece até terço é sempre a mesma coisa

  16. Manoel Rosa disse:

    Pois é, meu caro José Paulo, não é de hoje sua falácia sobre o posicionamento hipócrita dos economistas, só preocupados com números, fórmulas e projeções aritméticas e geométricas, esquecendo, proposital ou comodamente, da ciência humana que é a Economia.

  17. perfeito disse:

    Eu quero real onde eu encontro?

    Calma lá que a tempestate ainda está no mundo todo. Não de uma de FHC que você pode queimar a lingua.

  18. Warrior for Freedom disse:

    Caro JP,

    Obrigado pela resposta. Não havia qualquer crítica por trás da minha pergunta. Eu só queria entender realmente o raciocínio.

    Quanto a sua pergunta, é evidente que prefiro o regime de câmbio flutunte, ainda que o BC esteja intervindo mais do que seria desejável.

    Sobre a subida do dólar, penso que ela tem mais pontos positivos do que negativos nas atuais circunstâncias. Primeiro, encarece a remessa de divisas ao exterior, num momento bastante conturbado. Depois, compensa a queda dos preços das commodities, melhorando as exportações e dificultando as importaçãoes. Isso é muito importante no momento, já que o fluxo de investimentos externos deve ser bastante ruduzido e, de outra maneira, a sangria das reservas seria muito maior (lembre-se de que aquela identidade contábil, nossa velha conhecida, precisa zerar).

    Finalmente, o fato de haver empresas endividadas em dólar não deveria causar nenhum espanto e muito menos ajuda do governo, uma vez que, fossem elas previdentes, teriam feito hedge. Se não fizeram, problema delas. Que paguem o preço da incompetência. (sorry pelo “darwinismo” – está no sangue) :-)

    Abrs

  19. Carlos N Mendes disse:

    Construir a economia real lastreando sua retaguarda com especulação de peixe graúdo é deixar as jóias da vovó com o sobrinho viciado em drogas. Está E-RRA-DO. Vimos o preço dos alimentos virar ficha de cassino, como se fossem as ações do Google. Eu não como Google no café da manhã. Eu nem ninguém. Já o pão, o frango que come soja, o milho que vira biodiesel no mercado futuro, esses eu como. Comida é coisa séria. Se Warren Buffet quer brincar com o preço do petróleo, tudo bem , não me alimento de petróleo, em último caso meu pão pode chegar na minha mesa via carroça ou bicicleta, como há 80 anos atrás. Mas quando essa ciranda de irresponsáveis chegou nos alimentos básicos, dava para sacar que havíamos entregue nossas vidas nas mãos erradas. E bota errado nisso.

  20. Biquei disse:

    Já é hora do Congresso Nacional, começar a fiscalizar, sem intermediários os convênios e empréstimos entre o Brasil e o Mercosul e mais especificamente os que envolvem o ditador Chávez, afinal devemos ter a certeza que não nos veremos envolvidos em financiamentos de terrorista, nem indiretamente.
    Sabemos todos que após 11 de Setembro, os nervos andam á flor-da-pele, e os americanos invadem primeiro e perguntam depois, e não é em busca de ficar de olho no petróleo alheio, o motivo pelo qual, á quarta frota anda por aí, no Alaska tem muito óleo negro.
    Quem tem uma imensa fronteira á descoberta é que, deve escolher que parceiros deseja ter ao seu lado.
    È bíblico Me digas com quem andas e eu te direi quem és?
    Exportar Banco de Desenvolvimento do Irão Designada como um proliferador
    Washington, DC – O Departamento do Tesouro dos E.U. hoje designado o Export Development Bank of Iran (EDBI), nos termos da Ordem Executiva 13382 para o fornecimento ou a tentativa de fornecer serviços financeiros para o Irão do Ministério da Defesa e Logística das Forças Armadas (MODAFL).
    “Em resposta a sanções internacionais ea recusa de muitos bancos encarregados de fazer negócios com bancos iranianos, o Irão tem adoptado uma estratégia de utilização menos proeminentes instituições, como a Export Development Bank do Irã, para lidar com as suas transacções ilícitas.” Segundo disse secretário de Terrorismo e Inteligência Financeira Stuart Levey. “Hoje, a acção EDBI expõe o papel do Irão no sentido de ajudar violar sanções da ONU, para que as instituições financeiras ao redor do mundo possam tomar as medidas apropriadas para proteger a si mesmos.”
    Instituído em 1991, o EDBI é uma propriedade do Estado iraniano instituição financeira, cuja principal finalidade é servir a posição do Irão em importação e exportação comunidades. Além disso, o EDBI funciona como o representante iraniano para o Banco Islâmico de Desenvolvimento, uma instituição multinacional que cultiva melhorias económicas e sociais nos países membros, em conformidade com a lei islâmica.
    No entanto, o EDBI presta serviços financeiros a múltiplos MODAFL-subordinados entidades que permitam a estas entidades adiantamento do Irão ADM programas. Além disso, o EDBI tem facilitado a aquisição em curso actividades de várias empresas associadas a frente MODAFL-subordinados entidades.
    Dado que os Estados Unidos e das Nações Unidas designaram Bank Sepah no início de 2007, o EDBI tem servido como um dos principais intermediários de financiamento da movimentação Bank Sepah, inclusive, relacionados com as ADM pagamentos. Além do tratamento Sepah Banco de negócios, o EDBI tem facilitado o financiamento de outras entidades relacionadas com a proliferação sancionada sob E.U. e autoridades da ONU.
    Também designada hoje são mais três entidades que estavam determinados a ser detidas ou controladas por, ou agindo ou proponham a agir a favor ou em nome de, directa ou indirectamente, a EDBI. Estas entidades são: a EDBI Stock Brokerage Company e da EDBI Exchange Company, ambas localizadas no Irão, eo Banco Internacional de Desarollo, Califórnia, uma instituição financeira situada na Venezuela.
    Essas ações foram tomadas nos termos da Ordem Executiva 13382, uma entidade que visa o congelamento de bens de proliferators de ADM e os seus apoiantes, e com os isolar os E.U. sistemas financeiros e comerciais. Denominações sob E.O. 13.382 são implementadas pelo Tesouro’s Office of Foreign Assets Control, e que proíbem todas as transações entre os representantes nomeados E.U. e qualquer pessoa, e congelar os activos do mai. tem representantes nomeados sob jurisdição E.U..
    Antecedentes sobre entidades anteriormente designada por força do PJE 13382
    Em outubro de 2007, os E.U. Departamento de Estado designados nos termos do MODAFL EO 13382. Controles do Industries MODAFL Defense Organization, uma entidade identificada no anexo da UNSCR 1737 e designados pelos Estados Unidos ao abrigo do PJE 13.382 em 30 de março de 2007.
    MODAFL tem autoridade suprema sobre a Organização Indústrias Aeroespaciais (AIO), um grupo que controla umbrella mísseis balísticos do Irão, pesquisa, desenvolvimento e produção actividades e organizações, incluindo o Shahid Hemmat Industrial grupo (SHIG) e os Shahid bakeri Industrial Group (SBIG). AIO, SHIG eo SBIG foram referidos no anexo à igualdade de oportunidades 13382; SHIG eo SBIG foram também referidos no anexo do CSNU 1737. MODAFL tem afirmado publicamente que um dos seus principais produtos são a fabricação de mísseis balísticos Shahab-3.
    O Departamento do Tesouro dos designados Bank Sepah sob EO 13.382 em janeiro de 2007 para dar apoio financeiro ao Irão e serviços da AIO, SHIG eo SBIG. Desde pelo menos 2000, Bank Sepah tem prestado uma grande variedade de serviços financeiros aos críticos do Irão míssil indústria, organizando dezenas de financiamento e de processamento de transações multimillion dólar AIO e seus subordinados, inclusive SBIG e SHIG.
    Identificando Informação
    EXPORTAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO DO IRÃO
    AKAs: EDBI
    Banco Toseh Saderat Irã
    Banco Towseeh Saderat Irã
    Endereços: Tose’e Tower, de 15 de St. Canto, Ahmad Qasir Ave., Praça Argentina, Teerã, Irã
    No. 129 de 21 de Khaled Eslamboli, Edifício No. 1, Tehran, Irã
    Export Development Construção, 15 Proximo ao Alley, Bokharest Street, Praça Argentina, Teerã, Irã
    C. R. Não. 86936 (Irão)
    Todas as filiais no mundo inteiro
    EDBI estoque companhia de seguro
    Endereço: Teerã, Irã
    EDBI câmbio empresa
    Endereço: Teerã, Irã
    BANCO INTERNACIONAL DE DESAROLLO, C.A.
    Endereço: Urb. El Rosal, Avenida Francisco de Miranda, Edifício Dózsa, Piso 8, Caracas, Venezuela, CP 1060
    Identificação Fiscal: Não. J294640109 RIF (Venezuela)
    Swift / BIC n º: IDUNVECA
    Nota: Banco Internacional de Desenvolvimento, C.A. é uma entidade separada e distinta do Banco Interamericano de Desenvolvimento, conhecida em Inglês como o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) eo Banco Desarrollo Económico y Social de Venezuela (tiras), uma entidade detida pelo governo da Venezuela.

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