Tempo de exageros
Depois de, finalmente, entenderem que o socorro dos governos ao setor financeiro global focou no ponto certo e em volume suficiente, os mercados “descobriram” que, quando a guerra pela restauração da confiança terminar, o campo de batalha estará coalhado de corpos mutilados e escombros – ou seja, às voltas com uma combinação complicada de recessão e déficits fiscais, a economia real é que, numa quadra de reestruturações, necessitará de ajuda.
Antes, porém, de acabar de contar os mortos e recolher os destroços das economias, o mercado, observando a terra arrasada, continuará alternando surtos de pânico com momentos de euforia. São reações exageradas, mas, a esta altura, até previsíveis. Nos próximos meses, até que a grossa poeira comece a assentar e, principalmente, o novo presidente dos Estados Unidos assuma o leme do barco econômico mundial, será assim: oscilações, talvez aos poucos menos exageradas, mas oscilações.
Já é possível vislumbrar sinais de que a ação dos governos, quando a operação de resgate da confiança entrar em velocidade de cruzeiro, alcançará os efeitos esperados. As taxas interbancárias começaram a recuar e isso facilita aos bancos a decisão de emprestar – de resto, algo que não poderia permanecer em eterno empoçamento.
Feitas as contas, o total que deverá se despejado pelos governos no mercado para recuperar a confiança dos emprestadores e retomar o fluxo de crédito, ainda que em outras e menos flexíveis bases, não monta a algo inviável para nenhum governo. Mas o tamanho do saque de dinheiro dependerá do tamanho da recessão já em curso.
O presidente do Fed, Bem Bernanke, disse hoje que a economia americana já está em recessão e que a recuperação vai ser lenta. O “Livro Bege” – um relatório das unidades regionais do Federal Reserve – aponta desaceleração geral da atividade.
Essas informações, na visão dos famosos “analistas de mercado”, foram a senha para a violenta derrubada das bolsas registradas hoje. Mas, se, em seu último relatório, preparado para a reunião da semana passada, em Washington, o FMI projetou um futuro de derrubada da atividade econômica para 2009, sobretudo nos Estados Unidos e Europa, não o descreveu com tintas catastróficas. E o guru do momento, Nouriel Roubini, com todo o seu pessimismo, vaticina um ciclo recessivo relativamente curto, de um ano e meio a dois. Diante do estrago produzido pela liquidez irracional, até que dá para salvar os ossos.
Os tempos, enfim, são de exageros. Há pouco a fazer contra eles, a não ser esperar que as ações dos governos comecem a restabelecer o fluxo de crédito e se completem os ajustes econômicos impostos pelo crash e, em seguida, pela recessão.
Atualizado às 20h10
Autor: José Paulo Kupfer - Categoria(s): Blog Tags:
Foto: Edu Simões
Pessoas com medo de perder o que recuperaram na segunda-feira. Medo de perder ainda mais do que perderam.
E o pior! É uma questão de tempo até começarem novamente os mesmos erros.
Nos últimos trezentos anos a humanidade passou por drásticas transformações economicas e políticas, porém, quando uma situação histórica se abre, parece que mesmo os mais capacitados intelectuais não conseguem entender a urgência da metamorfose social e teimam em defender um status quo falido e até mesmo putrefato, como se a história fosse imutável. Comodidade e conservadorismo ou covardia e apego aos privilégios obtidos? O futuro nos dirá.
Não se preocupem com as “abrobinhas” que “o Lula” fala no extremo oriente.
Melhor que isso é prestar a atenção nos gestos dele no sentido de concatenar as lideranças dos países emergentes, que poderão servir como um contrapeso às catástrofes dos EUA e Europa.
Quem ri por último ri melhor.
pura especulação!!!!! e o LULA???? TÁ COMENDO CAVIAR NA INDIA E FALANDO ABOBRINHA!!!!
É lamentável essa crise econômica que se estende dia-a-dia, nos assustando e imaginando o nosso amanhã. Isso se continuar neste patamar, pois a coisa pode piorar.
Os fundamentos da economia brasileiro estão sólidos. O único obstáculo sério as indústrias brasileiras é a recessão no mercado externo. Devemos vender menos para o exterior. Daqui há dois anos quem perdeu hoje na Bolsa vai embolsar um lucro substancial com as mesmas ações. Os preços das ações estão muito baixo. Em dois anos a Bovespa vai saltar dos atuais 38.000 pts para perto de 100.000pts. Tenham Fé. Marco Jesus.
Sou investidor em bolsa há anos e uso técnicas grafistas,e entendo que a bolsa sobe ou desce quando os grandes investidores assim o desejam. Qualquer grafista competente já viu há muito tempo que Vale ir bater nos R$22,00 ; Petro nos R$23,00; o DJ nos 9.800 pontos , não com a velocidade que foram. O errado da bolsa está só na super volatilidade atual e a última grande alta provocada pelos grandes grupos financeiros, que já sabiam da crise, para êles venderem tudo que podiam com preços super valorizados, sendo alguns dêles alguns dos que estão “falindo” agora. Greenspam falou no ano passado sôbre a super valorização dos imóveis e os “donos” do mercado subiram a bolsa espetacularmente, como fizeram quando o mesmo Greespam Falou anos atrás sôbre a bôlha que ia arrebentar porque as ações estavam super valorizadas.
Saude e Paz para todos.
Prezado José Paulo,
Você chama de “tempos de exageros”. Eu cunhei – para consumo próprio – Capitalismo Acelerado (com uma sub-divisão chamada Capitalismo Financeiro Acelerado). Dá na mesma e estamos no mesmo barco.
O capitalismo fez-se aliado e tornou-se refém de forças externas: tecnologia e telecomunicações (”T&T”). E como ambas convergem…
A dupla T&T viabilizou a existência e a proliferação dos derivativos e da securitização de ativos. Bastou então a adição de uma pitadinha de Política (com “P” maiúsculo), para que houvesse a desregulamentação da maioria dos mercados relevantes do planeta.
Com tudo isto à disposição, por que não globalizar? E graças às relações simbióticas entre EUA e China, deu-se inicio a um processo de aumento da liquidez internacional (sim, eu cortei alguns passos aqui), que acabou por retroalimentar o monstro. Sem falar no subprime americano.
J.Paulo, são muitos trilhões (várias vezes o PIB do planeta), processos complexos de decisão públicas (e.g. “bail-out”), privados (e.g o banqueiro dizendo: “Thank for the money, dear Mr. Pauson, but I will not extend credit for that company anymore…”). A Lehman quebrou há 1 mês (ou 2?) e os auditores contratados não tem idéia dos tamanhos dos vários buracos que acharam por lá – palavra de “insider”.
E tem muita gente machucada, nos gabinetes de governo e nos “board-rooms” das empresas e bancos. O processo de decisão e a liberalidade na concessão de crédito serão fortemente impactados no futuro.
Acho que o mundo vai ser diferente quando sair dessa de vez. E aposto que ainda não vimos a metade da missa. O Roubin, meu guru para dias bicudos, soltou mais uma hoje, que, confesso, me deu calafrios.
Convido o J.Paulo e os amigos deste blog a visitarem o post abaixo, de minha autoria.
http://blogdocredito.wordpress.com/2008/10/15/1133/
Saudações, Fernando
PS: Interessante o comentário da Mary. Ela fala em “susto”. E é para se assustar mesmo, sejamos leigos, iniciados ou especialistas. Aliás, mais que susto, o momento é para precaução.
O Lula tem que ficar mais uns 10 anos na presidência, só um lider para governar um pais em meio a uma crise mundial dessa magnitude. Já imaginou 200 bilhoes de dolares nas mãos dos tucanos e demo seria o fim do Brasil.
Embora não entenda nada de economia, salvo aquela do dia a dia dos supermercados, em tempos de crise, vivo buscando respostas para algumas perguntas:- O capitalismo não prega a livre concorrência e a não intervenção? Então por que os governos devem sempre socorrer os bancos, com o nosso dinheiro, em momentos de crise?- Os recursos referentes a parte do compulsório liberado pelo BC aos bancos comerciais, serão repassados por estes bancos aos seus clientes, onerado com as taxas altíssimas usualmente aplicadas? E quem fica com o fruto desta agiotagem formal, o BC ou a Instituição privada?
Os EUA ressuscitaram sua 4.ª Frota Naval do Atlantico Sul. Durante o chamado golpe de 1964 essa poderosa força militar naval desembarcou milhares de fuzileiros navais (disfarçados) no Nordeste brasileiro para garantir seus interesses. Esses navios de guerra estão aqui, bem na frente do Brasil. Esse poderio militar naval norte-americano é um recado bem claro de que as regras são ditadas por quem tem o poder militar. Agora são a hora de se ouvir os milhões de desenformados e débeis mentais que sempre advogam contra a construção de uma Força Armada a altura de um povo que detém a 6.ª economia da Terra. As plataformas que retiram o petróleo do fundo do mar podem ser objeto de simples seqüestro, estou precisando de petróleo para meu povo e os estou tomando, e agora povo brasileiro? Todas as grandes depressões econômicas são o prenuncio das guerras, vão a história. Urge se armar o Brasil para se defender não somente as riquezas naturais, mas, também o patrimônio da Nação brasileira. Com urgência antes que nos levem tudo. Ah! Ninguém fala da 4.ª Frota Naval Americana por mera conveniência. Nossos meios de comunicações são uma merda, sabem das verdades e se omitem propositalmente.
Na Universidade do Rio de Janeiro (UERJ), onde cursei a graduação em direito, fui obrigado a estudar por 2 anos uma tal de introdução as ciências econômicas, cujo professor era um tal de Castelo Branco (já deve ter partido, esse calhorda me levou a fazer prova final, não gostava de pessoas com pensamentos socialistas), que chegou a chefiar o BC. Desse conhecimento curto o que meu deu para entender é que os ‘economistas’ nada sabem sobre questões sociais e tentam definir a existência humana com uma sucessão de número vazia. Ah! Fui 4.º Colocado no CEGRANRIO e 1.º para a Faculdade de Direito da UERJ, isso na época que vestibular era sério, ou seja há mais de 30 anos passados.
Do que eu mais gostei no artigo foi “analistas de mercado”. Pois é, essas aves mutantes, regadas com o resto das mesas capitalistas, são as que mais complicam o já complicado e contraditório mercado capitalista.
Eles tentam “provar” a todo custo que seis não é igual a meia dúzia.
Ah, e que tal a Miriam Leitão?
E como ficam as corretoras? Devem estar ganhando rios de dinheiro, pois não?
ESPECULADORES QUEREM MAIS RECURSOS DO GOVERNO (POVO) , MAS A CIRANDA FINANCEIRA NAO ESTÁ FÁCIL
O que os especuladores, em nome do povo, ainda estão querendo, depois de tanto paternalismo ESTATAL?. Os governantes dos paises ricos já garantiram aos especuladores a solicialização de prejuizos e garantiram a tranquilidade na privatização de lucros, bonificações, dividendos, elevados salários,mesmos desonestos. E o mundo capitalista já colocou à disposição da especulação financeira mais de 3 trilhões de dólares, do Tesouro, para que volte e com força redobrada para desorganizar a economia dos países pobres e em desenvolvimento. Enquanto isso, quando governantes querem fazer alguma coisa a favor do pobre, enfrentam uma série de obstaculos partindo dos ricos. Os famintos do mundo aumentaram em mais 75 milhões em 2007 e já passam de 900 milhões vivendo em estado de miséria e pobreza. No entanto para resolver o problema mundial da fome e até 2015, que é degradante e des umano, basta somente que essas nações que estão dando dinheiro para banqueiros ficarem mais ricos com o dinheiro dos humildes, basta que invistam somente 30 bilhões de doláres anualmente em alimentos, no fornecimento de dinheiro e de tecnologia de plantio e colheita em paises atrazados e em desenvolvimento, para alimentar o seu povo. Será que os restantes 5,5 bilhões de habitantes do planeta não estão vendo isso ? Da década de 30 para cá só estamos vendo e cada vez mais, a concentração de riquezas, com as apropriações de recursos do Tesouro. O acelerado aumento de famílias que não chegam a ganhar mais de 30 dólares por mes é constante. Será que alguem acha justo e humanitário esse modelo capitalista explorador da humanidade ? Nesse mundo cibernético e de fácil comunicação globalizada on line, em tempo real, a sociedade civil tem que usar com vigor essa ferramenta na defesa dos seus intereses. Temos que entender que o Estado é definitivo e os governantes são transitórios e simplesmente nossos delegados. Acordem internautas e no mundo todo. A Uniao europeia, através do ministro britânico acaba de apresentar um esboço de umanova engenharia financeira para o mundo, para discussão imediata. E o Brasil, clonando as cotações mundiais de comodities e de ações, só não está clonando a prática de juros de mais de 40 países. Será pq pagamos jrs tão altos ? Pq tambem não clonar os jrs reais da china ou do japão, estados unidos e união europeia. Uma redução de somente 2% nas taxas de juros da selic, já representa um ganho real de mais de R$ 30 bilhões anuais ou o correspondente a um terço da folha de pagamento do funcionalismo público federal. Mas quando se pensa em reduzir gastos, não se pensa em reudzir juros exorbitantes, pensa-se em sacrificar o funcionalismo, acarretamento a redução de produção, consumo e renda. Essa receita está superada há muito tempo. Juros elevados so beneficiam especuladores improdutivos e o mundo está clamando é por mais empregos e redução da miséria e das desigualdades sociais.
João Rocha
Pergunte ao Emerson e ao Warrior, são eles que acham justo o atual estado de coisas.
Crise nas bolsas, que crise ??
Fiz uma simulacao. Peguei o Indice Bovespa em agosto de 1994, logo após o Plano Real, e atualizei pelo IGP-M. Depois joguei 5% ao ano (que é o máximo razoável que a bolsa pode valorizar a longo prazo). Sabem em quantos pontos cheguei ?? Em 36.000. Resumindo: a bolsa tá valendo o que deveria valer…..antes é que estava supervalorizada….
Lembram da historia da bolha da Internet, onde um rapaz andava na praia com um cachorro ? Chegou-se a ele um amigo e perguntou: – Bonito o cachorrinho, quer vender ? E o rapaz: – Vendo, mas só se for por dez milhoes de dolares.
O amigo disse: – Tá louco, nao vale nem cem reais.
Uma semana depois o mesmo amigo encontra novamente o rapaz na praia, agora porém sem o cachorro, mas com dois gatos. Perguntou: – Cade o cachorro ? Vendeu ? E o rapaz: – Vendi, por dez milhoes de dolares, como falei.
Impressionado, o amigo disse: – Deus do Céu, e quem foi o louco que comprou o bicho ? Pagou como ?
- Foi um fundo de investimentos. Pagou com esses dois gatos aqui: cada um deles vale cinco milhoes de dólares.
Nesse instante um dos gatos fugiu. O rapaz, desesperado, tinha perdido metade de sua fortuna. Num assovio cinco milhoes de dolares sumiram pela avenida afora.
É facil perceber que Bovespa a 73.000 nunca existiu. É que nem a historinha do cachorro trocado pelo gato. A pontuacao atual é a coerente, razoavel – nao posso falar em crise quando perdemos algo que nunca tivemos. Quanto a “analistas de mercado”, tenham dó ….. jogo de búzios é mais confiável.
A imprudência ataca quando você não está prudente.
“A informação mais necessária é sempre a menos disponível”
“Toda solução cria novos problemas”
Meu voto vai para o sr. Roubini
Gostei do artigo, JPK.
Achei que as aspas para os “analistas” foram perfeitas. Tem um lance básico que a mídia não entende e continua dando trela para essa gangue: analista de corretora e asset management vive de bolsa pra cima: vão sempre arrumar uma boa desculpa e justificar as altas e dizer que o pior já passou. JPK – dá um chacoalhão nesses teus colegas de profissão!!!
E o Marcelo Correa foi perfeito. A piada é tão verdadeira quanto engraçada (pelo menos para quem não embarcou naquele barca furadésima das ponto-com). Não tem free-lunch, macacada! Tudo que sobe muito, e rápido, cai muito e rápido também!!
Josafá, tô contigo meu filho! E tem mais, como dizia o lendário Enéas, vão tomar o nosso nióbio!!!!!!!!! Acho que a marinha americana tá rondando nossas costas é por causa do nióbio!!!
MEU NOME É CRÍTICO!
Estão falando que o Lula anda falando abobrinhas? Pois eu acho que a mensagem que ele está passando é a mais importante de todos os tempos!!!! Seria revolucionário abandonar o dolar como moeda obrigatória nas trocas comerciais de países que nada tem a ver com essa moeda! Brasil e Argentina já não utilizam mais o dolar como moeda de troca! E essa é a revolução que está por vir. Resta saber se a força dos países em desenvolvimento é suficiente para realizar essa batalha.
O que você acha sobre isso José Paulo?
Outro assunto que gostaria de comentar é a respeito do “sub-prime” dos cartões de crédito americano. A economia da classe média consumidora é baseada no cartão de crédito. Nos últimos tempos de crédito fácil, até cachorros das famílias recebiam cartões de créditos pré-aprovados. É uma bomba, ainda maior do que o sub-prime, e pronta para explodir uma vez que os empregos estão sumindo, os salários estão encolhendo, e a economia assume seu estado recessivo.
José Paulo, será que ao explodir, essa nova crise não poderá levar os EUA da recessão para a depressão?
Sim argo, o Irã é uma ameaça a dominação atual, e é por esse motivo que está na lista negra do Bush. (tem outros claro, rsrs mas este é o principal).
Saddam Hussein também ameaçou o dominio do dolar, ao recusar a moeda em troca do seu óleo.
Por isso eu chamo de revolução, porque de fato é.
Renato
O Irã já quis iniciar uma bolsa de pétroleo desvinculada do dólar, não foi?
Os países que tentarem fazer isso devem pensar também em termos militares; conquistadores não se conformam com perdas, fiquemos certos.
e LULA fala que “eles não gostam de nós”, que não são justos
Lá, direto da terra do Kama Sutra, lá da India, o cara ainda não percebeu que tem dia que é fod_
E aqui, meio que adormecidos, empossados empoçados ainda não mexeram no JUROS
PRESIDENTE, pelamordedeus, baixa pra UM DIGITO presidente
…somos IG, fizemos a lição de casa de 2003 a 2006, …tudo bem, eu sei ?! sei que em 2007 ficamos de recuperação (c/a parada na queda do juros) e em 2008 levamos bomba com o desatino das Contas correntes …mas ainda somos inteligentes presidente ?!
Confia aqui no Romanelli, NÃO HAVERÁ inflação (assim como não havia)
Com recessão externa, queda nas commodities, maior disputa por nosso mercado, do pouco que vier (ser vier), vem pelo dolar
…e nada que depois NÃO se possa arrumar ou compensar
Agora, o que não tem jeito é crescimento desfeito ..tempo perdido, sonhos desfeitos
A construção civil para e a indústria automobilística da ré
Siga a Cristina, controle a entrada de porcarias
Presidente, lembre-se de quando vc era torneiro, a hora é de se preservar os DEDOS, pior que INFLAÇÃO é o desemprego
PIOR que a falta de crédito é o nome sujo no SPC, juros pagos a AGIOTAS
Abaixa a SELIC presidente !
De que adianta querer dar liquidez com o juros nas alturas …por acaso você quer matar o pobre mais rápido ?
JPK, avisa a Maria Lidia por favor(ela que fazia o jornal da tosse e defendia o consumidor)
INFELIZMENTE ontem passou quase desapercebido UM DOS MAIORES avanços que o CONSUMIDOR poderia ter recebido
Foi aprovado numa comissão do senado, o pré-projeto que PERMITE o óbvio, permite que vendas em dinheiro a VISTA, sejam diferenciadas em VALOR das mesmas se feitas com cartão e que pagam comissão (de até 5%)
é um progresso em tanto, talvez, depois do CDC, o maior deles
Um golpe contra abusos e contra os cartéis
pena que a mídia não deu nenhuma, ou pouca importância
eu sei, até isso sair do papel levará tempo …mas é bom ficarmos espertos, pois daqui a pouco as administradores de cartão de crédito colocaram seus PITBULLS na rua
http://g1.globo.com/Noticias/Economia_Negocios/0,,MUL798875-9356,00-COMISSAO+DO+SENADO+APROVA+PRECO+DIFERENTE+PARA+VENDA+COM+CARTAO.html
Quem sabe os nossos juízes,não ficam tocados por um
“SENTIMENTO”,de contra-prestação ao jurisdicionado e começam a retirar das gavetas, processos que estão a dormitar.
Tuesday, October 14, 2008
http://WWW.USDOJ.GOVCRM
Former Enron Broadband Co-Chief Executive Officer Pleads Guilty to Wire Fraud
WASHINGTON – Joseph Hirko, former co-chief executive officer of ENRON Broadband Services (EBS), Enron’s failed telecommunications business, pleaded guilty today to wire FRAUD, Acting Assistant Attorney General Matthew Friedrich of the Criminal Division and Assistant Director Kenneth W. Kaiser of the FBI Criminal Investigative Division announced.
Hirko, 52, of Portland, Ore., pleaded guilty to one count of a superseding indictment charging him with wire FRAUD before Judge Vanessa Gilmore at U.S. District Court in Houston. According to the terms of the plea agreement, Hirko faces a maximum sentence of 16 months in prison and a fine of up to $250,000. Sentencing has been scheduled for March 3,2009.
http://www.frederico@uol.com.br.
TJ de Minas suspende mega-sede de meio “BILHÃO”.
È ou nao é,o país dos DESCALABROS!
Equanto isto,faltam verbas para:
Os sem saúde;
Os sem educação;
Os sem empregos;
E outros sem itens que poderiam ser nominados.
José Paulo, não sei se vc se lembra no chat do iG, quando lhe falei que o BC estava dormindo em berço esplêndido em relação ao Dollar. Penso que tinha razão. Acredito que o BC precise agir com mãos de ferro no mercado. Pq a especulação é evidente. AGORA, É REVOLTANTE VER ALGUNS AQUI COLOCANDO A CULPA NO LULA! MEU DEUS!! O QUE O LULA TEM COM ISSO???
… estamos todos a bordo do Titanic… no setor de cima a bandinha ainda toca animadamente..mas os solavancos da inundaçao começam a serem percebidos pela ” Razao Sensivel” de alguns de seus ocupantes.
CABRAL, falo da parte que me cabe neste latifúndio
faça jus ao nome …seja tb um RE-descobridor, tal qual o Pedro, do óbvio e do antes cantado e previsto
O BC não é formalmente (e graças a deus) independente, é ligado ao governo, governo de LULA, LULA que o indicou (ao menos na versão oficial) …logo
se tem o bônus, tem o ônus
LULA não pode continuar agindo tentando dar a idéia que se trata de uma conspiração e que não temos pecados, temos azar, os outros não são justos etc
DIGO e repito, esta crise não era nossa (não que tivéssemos imunes), mas parte de seus efeitos (em empresas e instituições alquebradas pelo estimulo de se tomar crédito e risco em dólar) coube ao governo e ao BC
…finalmente eles cavaram um pêlo no ovo
A ESTILINGADA no câmbio foi dada porque antes estava represado
represado pra conter ARTIFICIALMENTE uma inflação que não existia …e até virou DEFLAÇÃO antes mesmo do PLACEBO fazer efeito
Represamento que nos trouxe novamente as fragilidades de contas externas deficitárias, com preços distorcidos, negócios e mercados INTERNOS destruído
Já passou da hora de usarmos outras medidas TÃO ou MAIS importantes que só o juros …mas baixá-lo a um DIGITO, fazermos valer “nosso” direito de sermos IG, diminuirmos a divida e custos do ESTADO, liberarmos mais recursos prum movimento contra-cíclico etc , é essencial, e já tá mais do que atrasado
e LULA ? Lula tem tudo a ver com isso, afinal, ele trablahou pra isso, não deu sorte NÃO …nem azar
INCLUSIVE foi o responsável por não termos ido a rodo e em ter nos proporcionado os anos maravilhosos até meados de 2007
sabe …sou daqueles que pensa que os VERDADEIROS amigos não são aqueles que só falam o que queremos ouvir ..mas sim aqueles que tem coragem de dizer o que PRECISAMOS ouvir
aliá, óia isso, o cara escreveu depois dieu
http://www.paulohenriqueamorim.com.br/forum/Post.aspx?id=765
GOVERNO PAGA JUROS DO SEU PROPRIO DINHEIRO
O mercado financeiro e analistas a ele diretamente vinculados, sempre jogaram acreditando no pior , pq d qualquer jeito eram três palitos, sempre a favor. O nosso governo liberou obrigatoriedade de depositos de bilhões de reais em compulsorio, mas não exigiu nada dos bancos em contra partida, q pudesse beneficiar às empresas e pessoas fisicas, nas cobranças das txs de jrs.
E hoje estamos vendo q esses recursos estão na ciranda financeira e rendendo alguns bilhões de reais para os bancos, através das aplicações em Over Night, remuneradas com recursos do Tesouro ( do povo).
O normal seria casar a redução do Compulsorio com o direcionamento desses recursos para o setor produtivo e de consumo, mas com limite nas txs de juros, pq afinal os bancos estão agregando novas receitas e despesas praticamente nulas. O Brasil copia cegamente os passos cartelizados das bolsas de valores e de comodities, mas pq não copia as Txs de Jrs reais pagos pelos países do G-15 ? Tem explicação, claro q ñ. QUEM PODE NOS INFORMAR O MONTANTE DE RECURSOS QUE O SISTEMA FINANCEIRO ESTÁ GANHANDO DIARIAMENTE COM AS APLICAÇÕES EM OVER NIGHT , INDIVIDUALIZANDO A ORIGEM DOS RECURSOS ?
Desculpe, JP. Eu sei que o texto é meio longo, mas não resisti. Especialmente porque o preclaro professor da USP parece ter gostado da mesma metáfora que eu.
Tenho certeza de que você já leu, mas… De repente, você poderia postá-lo numa outra aba, como uma opinião, digamos, diferente da sua. Ademais, é muitíssimo bem escrito!
Abrs
Quinta-feira, Outubro 16, 2008
Lehman Brothers, Marx & Sons.
Demétrio Magnoli
Quando o Lehman Brothers entrou em bancarrota, provocando a implosão de Wall Street, os filhos órfãos de Karl Marx começaram a disseminar uma narrativa ideológica da crise que é tão desonesta quanto reacionária. Essencialmente, eles dizem que o neoliberalismo faliu e que a causa da catástrofe é a desregulamentação do mercado financeiro. Neste mantra, convertido em senso comum, uma mentira factual fica protegida atrás da paliçada conceitual de uma fraude.
O neoliberalismo não faliu porque não existe. A fraude conceitual ampara-se no ocultamento dos dados empíricos. Nos anos 20, tempos do liberalismo, os gastos públicos sociais nos EUA (pensões, educação, saúde e welfare) não alcançavam 5% do PIB. Depois, com o New Deal e os “30 anos gloriosos” do pós-guerra, criou-se o Estado de Bem-Estar e os gastos sociais cresceram até perto da linha de 20% do PIB. Segundo o teorema histórico que emoldura a noção de neoliberalismo, o Estado de Bem-Estar ruiu sob os golpes hayekianos de Ronald Reagan. Mas – surpresa! – os números contam outra história. A “era Reagan” não provocou contração dos gastos sociais, conseguindo apenas estabilizá-los temporariamente. Hoje, eles ultrapassam os 20% do PIB (veja o gráfico no blog http://www.terra.com.br/economia/blog/iconomia/index.htm, de Gilson Schwartz).
O Estado de Bem-Estar é um fruto da democracia de massas. O neoliberalismo só poderia existir com a restauração da democracia restrita dos tempos do liberalismo, quando o direito de voto era privilégio de uma minoria. Os filhos de Marx não entendem isso porque hostilizam o princípio democrático, que imaginam representar uma invenção “burguesa”. Eis o motivo pelo qual suas análises econômicas se chocam com os dados empíricos.
Na hipótese de desabamento de um viaduto condenado por erros de engenharia, deve-se culpar a lei da gravidade? É algo assim que fazem os filhos de Marx quando atribuem o colapso financeiro a uma combinação de ganância com livre mercado. A referência à “ganância” nada diz sobre esta crise específica, pois o imperativo do lucro é um traço estrutural da modernidade capitalista, mas diz muito acerca de um pensamento econômico contaminado pelos dogmas do cristianismo medieval. Quanto à desregulamentação, ela só existe no mundo imaginário dos ideólogos.
O economista Steven Horwitz escreveu uma carta aberta a seus “amigos da esquerda” identificando as diversas regulamentações políticas que incentivaram o tsunami especulativo no mercado imobiliário (o link está no blog de Gilson Schwartz). Ele prova factualmente que o mercado no qual se armou a tragédia nada tem de liberal, articulando-se sobre uma teia de regras, emanadas do Executivo e do Congresso, que pavimentaram o caminho rumo à concessão de empréstimos cada vez mais arriscados. Fannie Mae e Freddie Mac são corporações hipotecárias tecnicamente privadas, mas patrocinadas pelo poder público, que operavam sob garantia de resgate estatal em caso de falência. As agências reguladoras autorizaram-nas, em 1995, a entrar no mercado de subprime e exigiram dos bancos privados um aumento dos empréstimos imobiliários para devedores com poucos recursos. A “ganância” fez o resto, mas no ambiente de liquidez abundante, propício à especulação, gerado pela política monetária do banco central americano e pela política fiscal do governo Bush.
Para salvar sua narrativa ideológica sobre os mercados desregulamentados os filhos de Marx erguem um Muro de Berlim metodológico entre as esferas da economia e da política. O conservador Horwitz é mais honesto, evidenciando a presença ubíqua da “mão visível” do Estado no financiamento privado do mercado imobiliário americano. Mas a sua honestidade tem limites, definidos por uma perspectiva ideológica. A utopia inviável de Horwitz é um retorno à idade de ouro liberal e ele prefere criticar a “mão visível” democrata à republicana. Por esse motivo, menciona só de passagem a política econômica da “era Bush” e, sobretudo, não a vincula à guerra no Iraque.
Pela primeira vez na história, uma guerra de grandes proporções foi conduzida por um governo que não conclamou os cidadãos a fazerem sacrifícios, mas, explicitamente, a “irem às compras”. A mistura tóxica de juros baixos e cortes de impostos com um déficit orçamentário crescente formou o pano de fundo da ciranda especulativa num mercado intensamente regulamentado. A implosão das altas finanças nos EUA, contagiando os mercados internacionais e anunciando a recessão global, não é obra exclusiva do governo Bush, mas tem as digitais de uma “mão visível” disposta a tudo para assegurar apoio interno à política externa cruzadista dos neoconservadores. A análise econômica reacionária dos filhos de Marx oculta tudo isso.
Neoliberalismo é um signo que adquiriu diferentes significados desde o seu uso inicial, no fim do século 19. A partir das “revoluções” de Reagan e Margaret Thatcher, contudo, sua utilização se disseminou e seu significado deslizou rumo a um colapso. Depois da queda do Muro de Berlim, neoliberalismo sofreu um processo de redução fetichista, convertendo-se em senha de identificação coletiva de uma confraria dos derrotados – algo como um lenço de lapela pelo qual um nostálgico do “socialismo real” reconhece seus iguais. Não há problema nisso, com a condição de que a nostalgia de uma minoria não destrua a capacidade pública de decifrar o sentido das coisas.
Marx podia estar fundamentalmente errado, mas nunca deixou de buscar as articulações entre economia e política. Seus órfãos, traindo-o, inventaram uma economia “neoliberal” desregulamentada e denunciam uma “contradição” fatal quando os governos “neoliberais” se preparam para estatizar o núcleo do sistema financeiro. Eles não percebem que um padrão de regulamentação está sendo substituído por outro. Nem que a “mão visível” da política está presente nos dois.
ANALISTAS DE MERCADO COBRAM MÁGICA DOS AMERICANOS
Se todos os dias os analistas d mercado anunciam q os EUA estão em crise há + de 16 meses, em decorrencia d abusos nas liberações d créditos para pessoas ou empresas insolventes, o q fato poderia justificar crescimento industrial e tão rápido ?. Se agora há rigor na aprovaçao e liberação de créditos e nas renegociações, nenhuma formula mágica seria capaz de capitalizar os descapitalizados, nem mesmo as loterias.
Como está acontecendo com a China, problema para os analistas e exemplo positivo para o mundo, qdo conseguiu controlar crescimento, inflação, produção, emprego, consumo e jrs.
Com toda essa crise criada pelo cartel financeiro americano e ancorada até o limite máximo pelos Bancos Centrais, a União Europeia resolveu q irá assumir as rédeas do esboço de um regulamento para um novo modelo de arquitetura do capitalismo mundial. E os BCs continuarao os mesmos ? Será que o governo e o cartel financeiro americano, desejam realmente uma mudança no modelo capitalista selvagem que suga os recursos de economias pobres e em desenvolvimento ?
Sou sua leitora assídua e penso que você é um dos mantém a lucidez no meio desta turbulência. Gostaria que você comentasse, se for possível: Os tempos são realmente de exagero. São também de uma inércia irritante por parte dos governantes das instituições financeiras que encabeçam as medidas de recuperação propostas e dos líderes das nações envolvidas no processo de resgate da economia mundial.
Não é que se diga que os países agindo articuladamente e injetando dinheiro no sistema através de seus bancos centrais não acertaram na medida. Ocorre que para uma situação crítica destas, não adianta somente socorrer a liquidez.
Importante é trazer ‘calma’ aos mercados e aos investidores e agir ‘firmemente’ para diminuir o balanço da gangorra das bolsas em todo o mundo – retroalimentadoras da crise.
Nesse sentido, eu não vi nenhum líder mundial se mobilizar, a não ser os pronunciamentos sucintos de Bush, que no momento tem um problema de credibilidade, já que foi em seu governo que tudo ocorreu.
Já é chegada a hora dos líderes das nações e das instituições envolvidas nos resgates do sistema, promoverem seus pronunciamentos de forma conjunta, articulada. Todos deveriam falar em rede e em horário nobre, na mesma noite, transmitindo calma aos mercados, garantindo que se todos esses esforços estão sendo feitos, mas que há de se dar um tempo para que as medidas surtam efeito.
Há de se saber também, que o mundo não vai parar. A recessão pode existir, mas os EUA, continuarão com um crescimento respeitável. Os demais países farão seus ajustes, mas seguirão em frente. Há que se ‘enfrentar’ o problema e não ficar “surtando” porque a especulação não será mais a de antigamente nas bolsas, infladas muitas vezes artificialmente. Esses exageros dos mercados são ótimos para os especuladores e péssimos para os investidores normais (pessoas físicas ou jurídicas) e ara as empresas.
É preciso parar com isso. Credibilidade e confiança na continuidade das ações articuladas são no momento os pontos mais relevantes a serem destacados, contra o “laissez faire” que muito bem foi comentado por seu colega colunista . Concordo que já chega de dar ‘piti’ porque mais um índice foi anunciado. O momento é sério, e pede um comportamento sério, não histérico. Os mercados precisam se acalmar e os governantes precisam dar a sua contribuição imediata para esse processo.
O Lula é tão legal que poderia lançar o BOLSA-BOLSA.
Há mais de dez anos o ASTRÓLOGO americano Merriman alerta para uma grave crise do capitalismo. Comprovado em sites da época. “Isto” é apenas o começo: em julho/agosto de 2010 estaremos mergulhados numa depressão igual senão pior que em 1929. http://www.mmacycles.com
Prezados,
A discussão sobre o papel do Presidente Lula neste episódio dantesco da economia mundial é questionável. Vejam, por exemplo, a questão do crédito bancário. Ele tem vociferado que liberou vários compulsórios para os bancos e que o crédito não chegou à dona de caso, ao pequeno empresário, etc.
Ora, ele é o chefe do BB, do BNDES, da CEF, do BNB…e estes bancões estatais também não mexeram um músculo para “capilarizar” a liquidez no sistema produtivo.
Se fosse fácil, qualquer um fazia. Não é tão simples como tentam fazer parecer.
Sem querer fazer autopromoção, mas já fazendo, convido-os para conhecerem (e opinarem) sobre este assunto, através do post abaixo, de minha autoria:
http://blogdocredito.wordpress.com/2008/10/16/meu-deus-sera-que-ninguem-tem-nocao-como-banco-funciona/
Obrigado e abraços,
Fernando Blanco
Então, Fernando, que o Banco Central tome de volta o compulsório, e fim de papo.
Depois, os banqueiros não abram a boca para reclamar (novidade…!)
Engraçado, ficam falando sobre não fazer empréstimos. Então, por que os banqueiros continuam a emprestar ao governo?
Eu mesmo respondo: Ganância pura! Sugiro a todos uma pequena leitura em História da Riqueza do Homem, Leo Huberman. Em seu capítulo “De Onde Vem o Dinheiro” o leitor fica sabendo direitinho como os banqueiros conseguiram seu dinheiro.
Quem poderia dar uma explanação, com maior conhecimento, sobre a proposta de estatização bancária, que toma conta da Europa, tendo como base o modelo sueco?
Melhor que o Lula continue em viagem. Assim teremos oportunidade de ver por pequenas frestas a reaiidade da crise que vai nos afetar em maior ou menor grau, em mais ou menos tempo. Acredito que em bem menos tempo.
Assim, com Ele viajando e recebendo títulos – veja só – temos que ouvir apenas o Mantega falando as abobrinhas de sempre, o P.Bernardo colocando lenha na fogueira admitindo que em circunstancias ruins já tem onde cortar etc. e tal e o Meirelles, tranquilo para daqui há pouco aumentar os juros. Afinal é só o que sabem fazer.
Aí caberia uma pergunta: Com atores assim não seria o caso de nos mudarmos para a Caxemira? Afinal lá a realidade é mais conhecida e real. Lá vem bala turma, vamos se abaixar. Jair
Prezado Jornalista Kupfer e Leitores
Penso que esta desestruturação ( derretimento e não crise) dos mercados financeiros possue um indicativo profundo sobre mudanças irreversíveis nos conceitos e práticas de gerenciamento(Bancos-incluindo aqueles comerciais) da produção de bens no mundo moderno,e portanto trazendo em si toda uma gama de novos fenômenos sociais, tanto benéficos como altamente destrutivos-tudo irá depender do capital real( inteligência) acumulado das sociedades envolvidas. Em relação ao fato político marcante em tal “crise” financeira global ,acho que a mudança de velhos paradigmas políticos de classes trabalhadoras (conceito sociológico medieval e industrial) e classes dominantes(conceito histórico primaveril),está sendo substituido por aquele (clichê?) de “classe média” nas sociedades pós-industriais! .E assim carecendo de uma “ideologia” (Seria o neo-liberalismo tão apregoado pelos teoricos americanos, o embasamento teorico da “classe média” nas modernas sociedades pós-industriais?).Certamente um dos pontos basilares que caracteriza tal novo grupo de poder político nas sociedades capitalistas modernas(reais detentores das ações nas bolsas de valores) é a ausência profunda de visão político-filosófica das relações sociais e uma valorização social exagerada(?) e simbólica de bens não duráveis de consumo,e tendo como consequência, o desistímulo da produção industrial moderna e o seu aprimoramento ecológico.Nunca devemos esqueçer que as sociedades humanas tambem são constructos da História Natural! (Charles Darwin-Karl Marx),e assim seguindo em suas estruturações e dinâmica uma linguagem com fortes paralelos na Biologia Moderna,inclusive com o temível fenômeno de extinções ou adaptações aos novos nichos sociais .A ciência moderna,especialmente a disseminação de máquinas “algoritmicamente pensantes”-passo a passo(os computadores pessoais-Bill Gattes) )causaram uma mudança paradigmática irrerversível nas relações sociais do mundo ocidental pós-industrial.Tudo pode aconteçer,depois desta total perda de confiança de ideologias políticas e Políticos Ocidentais, que começou em 1989 com a queda do Muro de Berlim
Meu amigo Kupfer só existe um Deus e o Pofeta é Karl Max! Ele
disse: “Quando o capital se multiplicar sem fábrica, operário, fornecedor e comprador, haverá uma grande crise no capitalismo.
Meu amigo Kupfer só existe um Deus e o Pofeta é Karl Marx! Ele
disse: “Quando o capital se multiplicar sem fábrica, operário, fornecedor e comprador, haverá uma grande crise no capitalismo”.
É, a coisa está tão preta, mas tão preta, que até neste espaço da blogosfera, onde se espera encontrar análise político-econômica da cena atual, a coisa foi parar no semi-misticismo, como nos brindam o André (16/10/2008 – 11:59) e Vianney (16/10/2008 – 19:57).
Como eu curto a coisa e tenho algumas visões pouco ortodoxas sobre o momento que estamos vivendo no nosso Planeta Azul, felicito-os pelos comentários.
Abraços, Fernando
http://blogdocredito.wordpress.com
Eu não conheço na Literatura Socialista nenhuma indicação de Marx, onde o Estado devesse ser dono de alguma coisa; entretanto, Reagan e Tatcher inventaram o neoliberalismo: não
regular o mercado financeiro. DEU NO QUE DEU!
A propósito, nestes tempos de crise, estou curioso em saber se o Balanço dos grandes bancos que operam no Brasil, continuarão a apresentar aqueles lucros indecentes, resultado da agiotagem em que se transformou o sistema financeiro nacional.
Por favor, algum economista de plantão, numa linguagem simples, poderia explicar o que significa para o nosso bolso a queda brutal no preço do barril de petróleo?
Porque, quando o preço do barril de petróleo bateu a casa dos US$ 150,00 o que mais se ouvia dos especialistas é que os preços de vários produtos subiriam por conta dessa disparada, embora Lula e o presidente da Petrobrás anunciassem novas descobertas de reservas de petróleo e por consequência a auto-suficiência do país. Hoje, por conta da crise, o preço do barril está quase 50% mais barato. E aí? Estou à espera de uma resposta.
Será coincidência?
Vi em alguma página de comentários, e achei muito interessante.
Sarah Palin vem do ALÀ sca
Obama, origem muçulmana, …ALÁ
Alá lá ô ôôô ôôô
Parece uma brincadeira, mais que é interessante é.
Afianal, há mais coisas entre o céu….do que pensa a nossa vã filosofia.
Ninguém escapa dos castigos de ALÁ
Não seriam as torres gêmeas os dois “pauzinhos” do sifrão? ($)
Falando sério
A economia real levará alguns anos para tampar o rombo da economia marginal
O Brasil vai sair na frente.
Deus é brasileiro.
Vai nessa Janjão…
É graças a esse tipo de pensamento, que “Deus é brasileiro” e que somos o “País do futuro”, que estamos na mesma.
Sem falar que o nosso Lula vem com esse papo de “injustiça”, “o Brasil não merece”, etc. Conversa de chorão. E xororô não combina com vencedor! Tem que olhar firme, queixo pra cima e fazer acontecer.
E viva o Natal sem recessão, depois vem o Carnaval e a gente vê o que faz lá pra março! E até lá, vâmo que vâmo porque o crediário taí pra isso!!
E Joceni, pode preparar o Lexotan, o Prozac, etc., porque você ficar deprimido loguinho, porque os bancões aqui da Terra Prometida (sem data de entrrega) continuarão ganhando montes.
Com essa SELIC, amigão, até um macaco amestrado ganha dinheiro. E tem mais, no Brasil, os bancos ganharam muito em todas as crise e em momentos de fartura também (salvo na época do PROER).
E quer mais? No mundo todo, salvo numa ou outra crise localizada (tipo na Suécia), banco sempre ganha muito dinheiro.
Acho que é coisa de Alá. O Janjão explica…
Abraços,
O Crítico
Crítico
Não sabia? Já vivemos numa Plutocracia, só isso. Todas as leis visam, em primeiro lugar, a remuneração dos banqueiros.
Simples, assim.
Depois se quer dizer que os movimentos no mercado não são orquestrados por especuladores. Como é que, apenas, a lei da oferta e da procura explicaria uma baixa no preço do petróleo de 55% em 3 meses? Pelo que eu sei, petróleo não apodrece, tal e qual as bananas na feira se não forem vendidas…
Claro que se tem o dedo de sabidórios torcendo as leis do mercado. Só não ver quem é cego, ou faz parte da máfia, ou gosta de “chaleirar” os poderosos para ganhar migalhas.
E isso só é possível com a concentração exagerada de dinheiro nas mãos de uns poucos.
Exagerado !!! Mal intencionado!!! Egoista!!!! É tema de muitas musicas . Acontece que o Ministro da Previdencia num arroubo de agradar o Presidente Lula ( aquele que tem mais de 5 aposentadorias gordas) disse : – ” Sou contra a extinção do fator previdenciário , pois daqui a 50 (cinquenta) anos o deficit em contas da previdencia será de aproximadamente R$120 bilhões.”
Acontece que estudos sérios dizem que não é bem assim. E acontece também que a turma dos puxa-sacos quizeram ajudar o Ministro e acabaram piorando o que estava ridículo . Um dos aliados do Ministro disse que se aprovado o fim do Fator Previdenciário daqui a 500 anos (se existir ainda o Brasil) o déficit da previdencia será de aproximadamente R$500 bilhões.
E o outro mais matreiro disse que daqui a 1.000 (mil) anos o déficit será de R$1 trilhão de reais. E assim por diante . É preciso parar com esta palhaçada Sr. Ministro. Se o raciocínio de V.Exa. pegar vamos ser considerados lá fora o mais mentiroso e enganador povo do planeta . E isso por culpa sua Sr. Ministro. Ao dizer besteira , diga para o seu chefe . Não fale em público que fica feio. Parece-me que V.Exa. está se dirigindo a um bando de mulas e idiotas, o que não é verdade.
Kupfer, coloquei estes esclarecimentos no tópico anterior: Os atores da crise.
Entretanto, acho que é importante apresenta-lo aqui também.
Lembram-se do caso da Enron, que envolvia uma das grandes empresas de Auditoria e consultoria privada tidas como “independentes” ? Pois é, ficou comprovada a fraude contábil para “maquiar” os balanços.
As empresas de Auditoria privada sempre foram consideradas por algum setores como os verdadeiros “Professores de Deus”, para utilizar o termo empregado pelo Nassif.
A AIG, a maior seguradora dos EUA, foi a falência e sempre foi “Auditada” por outra grande das ditas super consultorias, a PWC (a Price). Agora, estão investigando outro caso de fraude contábil, desta vez os atores são as duas últimas citadas.
Só para se ter uma idéia do tamanho do pepino envolvendo estas Auditorias “independentes”, basta digitar no google o seguinte: fraud charges against PWC. A resposta será, nada mais do que 125.000 links.
É bem provável que os valorosos administradores de bancos, seguradoras e tutti quanti, em conluio com as Auditorias privadas (Professoras de fraude), tenham resolvido não fazer as provisões contábeis necessárias para o caso de recebíveis duvidosos. Ora, qual o significado disto ? Sem as provisões, olha só que espetáculo, os lucros dos bancos não diminuem no final do exercício contábil e, assim, a distribuição de bônus aos executivos, CFR (Chief Fraud Officer) fica garantida. Que maravilha !!!!
A conclusão disto é que a função essencial do governo é de regulamentar e fiscalizar o efetivo cumprimento das leis e regulamentos. Vocês acham que uma Auditoria privada, que tem como objetivo precípuo o lucro, vai estar interessada em resguardar o interesse do sistema como um todo, ou mais especificamente, resguardar o interesse público ??
O pior é que existem setores da sociedade (políticos tanto de um partido como de outro) que acham que as Auditorias Fiscais dos governos federal e estadual deveriam ser repassadas para as Auditorias Privadas “independentes”. É mole ??? A raposa tomando conta do galinheiro !!
Ou seja, não são os acionistas e especuladores (clientes) os responsáveis diretos pela crise, mas os executivos dos bancos em conluio com as “Professoras da fraude”.
Não podemos deixar de lado o Leviatã, na pessoa dos políticos “iluminados”, que além de induzirem políticas erradas de crédito, ainda pecam por não fiscalizar o efetivo cumprimento das leis.
A crise, até certo ponto, não deveria ser assunto de economia, mas de polícia !!
os preceitos da ortodoxia clássica nunca tiveram mais firmes, não adiante intervenções quando o “boom” tragico ja estiver propagando seus efeitos, a economia deve se dar por regulamentação, como o controle de liquidez, por exemplo. Agora so nos basta aguardar as acomodaçoes dos “cacos” para que a economia volte a construir seus alicerces, e tomara que agora seja com bases sólidas.
1. Prezado Jornalista Kupfer e Leitores
Penso que esta desestruturação ( derretimento e não crise) dos mercados financeiros possua um indicativo profundo sobre mudanças irreversíveis nos conceitos e práticas de gerenciamento(Bancos,incluindo aqueles comerciais) da produção de bens no mundo moderno,e portanto trazendo em si toda uma gama de novos fenômenos sociais, tanto benéficos como altamente destrutivos e tudo irá depender do capital real( inteligência) acumulado das sociedades envolvidas. Em relação ao fato político marcante em tal “crise” financeira global ,acho que a mudança de velhos paradigmas políticos de classes trabalhadoras (conceito sociológico medieval e industrial) e classes dominantes(conceito histórico primaveril),está sendo substituído por aquele (clichê?) de “classe média” nas sociedades pós-industriais! .E assim carecendo de uma “ideologia” (Seria o neo-liberalismo tão apregoado pelos teóricos americanos, o embasamento teórico da “classe média” nas modernas sociedades pós-industriais?).Certamente um dos pontos basilares que caracteriza tal novo grupo de poder político nas sociedades capitalistas modernas(reais detentores das ações nas bolsas de valores) é a ausência profunda de visão político-filosófica das relações sociais e uma valorização social exagerada(?) e simbólica de bens não duráveis de consumo,e tendo como conseqüência, o desestímulo da produção industrial moderna e o seu aprimoramento ecológico.Nunca devemos esquecer que as sociedades humanas também são construtos da História Natural! (Charles Darwin-Karl Marx),e assim seguindo em suas estruturações e dinâmica uma linguagem com fortes paralelos na Biologia Moderna,inclusive com o temível fenômeno de extinções ou adaptações aos novos nichos sociais .A ciência moderna,especialmente a disseminação de máquinas “algoritmicamente pensantes”-passo a passo(os computadores pessoais-Bill Gattes) )causaram uma mudança paradigmática irreversível nas relações sociais do mundo ocidental pós-industrial.Tudo pode acontecer,depois desta total perda de confiança de ideologias políticas e nos Políticos Ocidentais, que começou em 1989 com a queda do Muro de Berlim
1) Depois de tantas campanhas e cargos públicos ocupados, não há dúvida de que a senhora é tão ou mais conhecida pelos eleitores que o senador Eduardo, seus ex-marido, razão pela qual, indago por que continua a assinar Marta Suplicy.
2) Após separar-se do senador, V. Sa, ao que consta, casou-se ou tem uma união estável com o Sr. Felipe Belisario Wernus. Considera ético estar casada com Wernus e assinar-se Suplicy?
3) O nome verdadeiro do seu atual marido é Felipe Belisario Wernus ou Luis Favre? Quem é Luis Favre?
4) Há alguma razão justificável para que a senhora e seu atual marido não divulguem os nomes que constam em seus registros civis? Qual é a motivo?
5) É verdade que o seu atual marido controla as contas de números 60.356356086 e 60.356356199, do Trade Link Bank nas Ilhas Cayman? Em caso negativo, a senhora ou o Sr. Felipe Wernus processaram quem veiculou a informação? Qual o número do processo e foro onde tramita/tramitou? Em caso negativo, por que não tiveram interesse em esclarecer os eleitores?
A senhora confia nas instituições financeiras brasileiras?
6) Candidata, a senhora acha que a mulher deve sustentar o homem, mais especificamente, pensa que a mulher deve sustentar o marido se, eventualmente, ele não tiver afinidade com o trabalho? Qual é a atual profissão de seu ilustre marido candidata? Essa profissão é remunerada?
7) A senhora se envergonha do passado de seu atual marido candidata? Por que escondeu dos eleitores seu relacionamento com Felipe Belisario Wernus em meio à campanha eleitoral de 2004 ?
9) Qual é a ligação exata de seu marido com o Foro de São Paulo ? E com a Internationalist Communist Organisation (OCI), a Trotskyist party in France (segundo descrição retirada do blog do próprio Favre)?
10) A senhora é contra ou a favor do Foro de São Paulo ? Costuma participar das reuniões do “grupo” ? Com que freqüência ?
11) É verdade que a senhora mudou a lei (para admitir a contratação de estrangeiros) e beneficiar seu atual marido e presenteá-lo com salário pago pelo erário publico na função de assessor internacional?
12) A senhora, que já foi Ministra do Turismo, sabe que ao embarcar os passageiros são obrigados a passar a bagagem de mão pelo Raio X? Como explica ter decidido não passar pela revista, ou seja, burlar a lei quando, recentemente, embarcava para a China com escala em Paris? A senhora se julga superior aos demais mortais brasileiros obrigados a cumprir a Lei? Não adianta negar candidata, tenho uma amiga que estava no mesmo vôo.
13) A senhora pretende indenizar os demais passageiros pelo atraso e transtorno voluntariamente ocasionado a eles?
14) Há quantas cirurgias plásticas a senhora já se submeteu? Esteve em licença remunerada durante os correspondentes períodos de recuperação? A senhora não se aceita como é?
15) Quais são os seus maiores complexos?
16) A senhora gosta de apanhar de homem? É verdade que já apanhou de Belisario/Favre? Se é mentira, por que não desmentiu a imprensa?
17) A senhora já teve amantes ou casos extraconjugais? Em caso positivo, quantos? Durante o primeiro ou o segundo casamento?
Da Marta, por ser o primeiro questionário, faço apenas as primeiras perguntinhas, o que não significa que minhas dúvidas param por aqui.