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	<title>Comentários sobre: Um observador no olho do furacão</title>
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	<description>Crônicas da economia brasileira</description>
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		<title>Por: Francisco Joyce Neto</title>
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		<dc:creator>Francisco Joyce Neto</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Sep 2008 09:21:58 +0000</pubDate>
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		<description>Acho que o mercado deve se auto regulamentar sim.Quem investir mau,deve assumir o prejuízo.Só não concordo que todo capital seja especulativo.Quem não gosta de risco,abra uma funerária.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Acho que o mercado deve se auto regulamentar sim.Quem investir mau,deve assumir o prejuízo.Só não concordo que todo capital seja especulativo.Quem não gosta de risco,abra uma funerária.</p>
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		<title>Por: GUTIERRITOS</title>
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		<dc:creator>GUTIERRITOS</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Sep 2008 03:26:58 +0000</pubDate>
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		<description>Prezado José Paulo

Eu não me assusto com essas flutuações no mercado.

Principalmente, depois do tsunami financeiro.

O mar está revolto.

Agitado.

As ondas ora são grandes, entusiamam.

Ora, rasas,  deprimem.

Se espiar o gráfico do desempenho das bolsas, parecem desenhos de ondas que sobem, que baixam,  sobem, baixam....

Vamos esperar pela Lua Cheia ou mesmo a Nova.

A maré poderá novamente encher toda a praia.

E aí ficaremos mais animados.

Depois da tempestade, o dia vai rair e teremos sol radiante.

Podes, crer.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Prezado José Paulo</p>
<p>Eu não me assusto com essas flutuações no mercado.</p>
<p>Principalmente, depois do tsunami financeiro.</p>
<p>O mar está revolto.</p>
<p>Agitado.</p>
<p>As ondas ora são grandes, entusiamam.</p>
<p>Ora, rasas,  deprimem.</p>
<p>Se espiar o gráfico do desempenho das bolsas, parecem desenhos de ondas que sobem, que baixam,  sobem, baixam&#8230;.</p>
<p>Vamos esperar pela Lua Cheia ou mesmo a Nova.</p>
<p>A maré poderá novamente encher toda a praia.</p>
<p>E aí ficaremos mais animados.</p>
<p>Depois da tempestade, o dia vai rair e teremos sol radiante.</p>
<p>Podes, crer.</p>
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	<item>
		<title>Por: JOAOROCHA</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/jpkupfer/2008/09/17/um-observador-no-olho-do-furacao/comment-page-1/#comment-53411</link>
		<dc:creator>JOAOROCHA</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Sep 2008 20:31:29 +0000</pubDate>
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		<description>MEGA OPERAÇÃO PARA SALVAR ESPECULADORES

Os cinco principais Bancos Centrais mundiais , unidos na defesa do mercado especulativo internacional, resolveram injetar no mercado + de US$ 800 bilhões de USD e dar o aval, com a aquisição de títulos pobres pelo Tesouro, para que esse capital volátil e de cassino, continue agindo livremente e em todas as direções.

Por outro lado, é lamentável constatar q a imprensa ñ está dando a devida atenção para o recente relatório da FAO, mostrando q 15% da população mundial ainda vive em absoluto estado de miséria. E em 2006 , o mundo tinha 850 e hoje tem 925 milhões de pessoas com renda mensal de zero a um dólar.

E para acabar c/ a fome, ainda de acordo c/ o relatório, são necessários somente USD 30 bilhões anuais, p/ duplicar a produçao d grãos, embora os governantes gastem anualmente mais de USD 400 bi com subsídios, + d USD 2 trilhões c/ guerra e outras babozeiras.

E essa Uniao, não é para salvar a humanidade ou pobres, mas para salvar ganhos dos especuladores.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>MEGA OPERAÇÃO PARA SALVAR ESPECULADORES</p>
<p>Os cinco principais Bancos Centrais mundiais , unidos na defesa do mercado especulativo internacional, resolveram injetar no mercado + de US$ 800 bilhões de USD e dar o aval, com a aquisição de títulos pobres pelo Tesouro, para que esse capital volátil e de cassino, continue agindo livremente e em todas as direções.</p>
<p>Por outro lado, é lamentável constatar q a imprensa ñ está dando a devida atenção para o recente relatório da FAO, mostrando q 15% da população mundial ainda vive em absoluto estado de miséria. E em 2006 , o mundo tinha 850 e hoje tem 925 milhões de pessoas com renda mensal de zero a um dólar.</p>
<p>E para acabar c/ a fome, ainda de acordo c/ o relatório, são necessários somente USD 30 bilhões anuais, p/ duplicar a produçao d grãos, embora os governantes gastem anualmente mais de USD 400 bi com subsídios, + d USD 2 trilhões c/ guerra e outras babozeiras.</p>
<p>E essa Uniao, não é para salvar a humanidade ou pobres, mas para salvar ganhos dos especuladores.</p>
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		<title>Por: JOAOROCHA</title>
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		<dc:creator>JOAOROCHA</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Sep 2008 19:35:12 +0000</pubDate>
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		<description>BANCOS DE OLHO NO BRASIL

O Brasil tem que aprender com essa crise fabricada pelos bancos americanos, com a socialização de prejuizos e privatização de lucros e lucrativa, portanto, o que pode ser considerado como BOM INVESTIMENTO e INVESTIMENTO ESPECULATIVO.

O Brasil est� precisando de investimento sadio e deixar de priorizar beneficios e vantagens para o capital especulativo internacional. Reduzir exposi��o ao Brasil, n�o passa de uma jogada de marketing, como sempre aconteceu e deu certo e esses recursos que entram e saem todos os dias, s� descapitalizam a nossa poupan�a interna. E e esse pessoal j� ganhou muito dinheiro no brasil e n�o deixou nenhum rastro positivo e movimenta 


praticamente os recursos gerados por lucros exorbitantes e sem nenhum n�vel de compara��o com o G-15.

E muitos Bancos estrangeiros simplesmente super valorizam os nosssos ativos negociados em Bolsa, for�am a alta do d�lar e das comodities. E chegam, inclusive, a ter no Brasil, uma das dez maiores fontes de Lucros e acima de um patamar democr�tico. N�o custa nada o governo ficar com um p� atr�s permanentemente.
------------------------------------ -------------------------------
A �REA ECONOMICA DO GOVERNO EST� NA CONTRA M�O
DA REALIDADE FINANCEIRA MUNDIAL.

Depois das casas arrombadas, os paises + desenvolvidos do mundo, como estados unidos, jap�o, alemanha, china, inglaterra e outros, tamb�m, est�o tendo um rigoroso crit�rio na libera��o de cr�ditos, principalmente para as pessoas f�sicas, para q n�o se repitam as irresponsabilidades do sistema financeiro americano.

E n�s sempre estamos n�o contra m�o da hist�ria, vejamos:

- Tranquilos, sem recess�o, continuamos pagando os maiores �gios financeiros do planeta, enquanto os pa�ses ricos e em desenvolvimento, pagam �gios quase negativos, com fabulosa economia real para o Tesouro;

- Ao inv�s de maior abertura nas linhas de cr�ditos, o governo deveria aprofundar nas an�lises da capacidade de endividamento das empresas e usu�rios e saber se realmente saturou a capacidade de fazer d�vidas e qual o volume que est� sendo rolado;

- Priorizar a an�lise no setor automotivo e habitacional, que est�o muitos liberais nos financiamentos sem nenhum lastro. N�o estamos copiando os bons exemplos, para que amanh�, como aconteceu com o PROER, os brasileiros sejam convocados compulsoriamente para pagar uma d�vida que n�o contrairam e para beneficiar os mais ricos.
------------------------------------ ---------------------------
REMESSAS DEMAIS PARA O EXTERIOR

Pode ser bom ou ruim, � preciso verificar as condi��es da transferencia desses recursos, se realmente foram na conta de dividendos, de juros, amortiza��es de financiamentos de bens de capital, de servi�os e de aplica��es no mercado financeiro. Faz muita diferen�a a remessa disfar�ada ou n�o de Lucros, porque descapitalizam a poupan�a interna.

J� os brasileiros, com mais de US$ 160 bilh�es no exterior, n�o est�o nos dando a mesma reciprocidade 
para o capital investido l� fora. Muito pa�ses est�o tendo o cuidado para evitar que muitas empresas retornem � suas origens, o capital principal e original e movimentem internamente somente os lucros auferidos.

Seria interessante mostrar um comparativo do montante dos investimentos estrangeiros aqui no Brasil, nos ultimos dez anos, e a remessa de recursos para os pa�ses de origem e a qualquer t�tulo. Mostrar o mesmo procedimento em rela��o aos investimentos brasileiros. Veremos, ent�o, quem realmente est� ganhando e quem est� perdendo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>BANCOS DE OLHO NO BRASIL</p>
<p>O Brasil tem que aprender com essa crise fabricada pelos bancos americanos, com a socialização de prejuizos e privatização de lucros e lucrativa, portanto, o que pode ser considerado como BOM INVESTIMENTO e INVESTIMENTO ESPECULATIVO.</p>
<p>O Brasil est� precisando de investimento sadio e deixar de priorizar beneficios e vantagens para o capital especulativo internacional. Reduzir exposi��o ao Brasil, n�o passa de uma jogada de marketing, como sempre aconteceu e deu certo e esses recursos que entram e saem todos os dias, s� descapitalizam a nossa poupan�a interna. E e esse pessoal j� ganhou muito dinheiro no brasil e n�o deixou nenhum rastro positivo e movimenta </p>
<p>praticamente os recursos gerados por lucros exorbitantes e sem nenhum n�vel de compara��o com o G-15.</p>
<p>E muitos Bancos estrangeiros simplesmente super valorizam os nosssos ativos negociados em Bolsa, for�am a alta do d�lar e das comodities. E chegam, inclusive, a ter no Brasil, uma das dez maiores fontes de Lucros e acima de um patamar democr�tico. N�o custa nada o governo ficar com um p� atr�s permanentemente.<br />
&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212; &#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-<br />
A �REA ECONOMICA DO GOVERNO EST� NA CONTRA M�O<br />
DA REALIDADE FINANCEIRA MUNDIAL.</p>
<p>Depois das casas arrombadas, os paises + desenvolvidos do mundo, como estados unidos, jap�o, alemanha, china, inglaterra e outros, tamb�m, est�o tendo um rigoroso crit�rio na libera��o de cr�ditos, principalmente para as pessoas f�sicas, para q n�o se repitam as irresponsabilidades do sistema financeiro americano.</p>
<p>E n�s sempre estamos n�o contra m�o da hist�ria, vejamos:</p>
<p>- Tranquilos, sem recess�o, continuamos pagando os maiores �gios financeiros do planeta, enquanto os pa�ses ricos e em desenvolvimento, pagam �gios quase negativos, com fabulosa economia real para o Tesouro;</p>
<p>- Ao inv�s de maior abertura nas linhas de cr�ditos, o governo deveria aprofundar nas an�lises da capacidade de endividamento das empresas e usu�rios e saber se realmente saturou a capacidade de fazer d�vidas e qual o volume que est� sendo rolado;</p>
<p>- Priorizar a an�lise no setor automotivo e habitacional, que est�o muitos liberais nos financiamentos sem nenhum lastro. N�o estamos copiando os bons exemplos, para que amanh�, como aconteceu com o PROER, os brasileiros sejam convocados compulsoriamente para pagar uma d�vida que n�o contrairam e para beneficiar os mais ricos.<br />
&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212; &#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;<br />
REMESSAS DEMAIS PARA O EXTERIOR</p>
<p>Pode ser bom ou ruim, � preciso verificar as condi��es da transferencia desses recursos, se realmente foram na conta de dividendos, de juros, amortiza��es de financiamentos de bens de capital, de servi�os e de aplica��es no mercado financeiro. Faz muita diferen�a a remessa disfar�ada ou n�o de Lucros, porque descapitalizam a poupan�a interna.</p>
<p>J� os brasileiros, com mais de US$ 160 bilh�es no exterior, n�o est�o nos dando a mesma reciprocidade<br />
para o capital investido l� fora. Muito pa�ses est�o tendo o cuidado para evitar que muitas empresas retornem � suas origens, o capital principal e original e movimentem internamente somente os lucros auferidos.</p>
<p>Seria interessante mostrar um comparativo do montante dos investimentos estrangeiros aqui no Brasil, nos ultimos dez anos, e a remessa de recursos para os pa�ses de origem e a qualquer t�tulo. Mostrar o mesmo procedimento em rela��o aos investimentos brasileiros. Veremos, ent�o, quem realmente est� ganhando e quem est� perdendo.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Frank Bentes</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/jpkupfer/2008/09/17/um-observador-no-olho-do-furacao/comment-page-1/#comment-53381</link>
		<dc:creator>Frank Bentes</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Sep 2008 16:28:24 +0000</pubDate>
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		<description>O mais interessante é perceber que o entrevistado reconhece que, no Brasil, uma das virtudes é o sistema financeiro regulamentado, e que por isso talvez possamos escapar um pouco menos chamuscados desse incêndio global. 
Será que realmente a regulamentação dos sistemas financeiros é tão ruim assim, como diziam até ontem os crentes do deus mercado? Não sei não, os piores prejuízos nos EUA estão vindo dos setores não regulamentados, e sabe-se lá o que ainda estará por vir... apenas podemos ter certeza de que se o jogo ainda está na execução do hino, não é de se descartar a possibilidade de que possamos perder de goleada, porque, para usar outra expressão futebolística, o jogo só acaba quando o juiz apita.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O mais interessante é perceber que o entrevistado reconhece que, no Brasil, uma das virtudes é o sistema financeiro regulamentado, e que por isso talvez possamos escapar um pouco menos chamuscados desse incêndio global.<br />
Será que realmente a regulamentação dos sistemas financeiros é tão ruim assim, como diziam até ontem os crentes do deus mercado? Não sei não, os piores prejuízos nos EUA estão vindo dos setores não regulamentados, e sabe-se lá o que ainda estará por vir&#8230; apenas podemos ter certeza de que se o jogo ainda está na execução do hino, não é de se descartar a possibilidade de que possamos perder de goleada, porque, para usar outra expressão futebolística, o jogo só acaba quando o juiz apita.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Marco Antonio M Neves</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/jpkupfer/2008/09/17/um-observador-no-olho-do-furacao/comment-page-1/#comment-53331</link>
		<dc:creator>Marco Antonio M Neves</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Sep 2008 12:09:18 +0000</pubDate>
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		<description>Como vão ficar as linhas de pré-financiamento das exportações,como ficarão as linhas de financiamento as importações ,como ficarão as confirmações de cartas de crédito notadamente em operações de 180 dias ou mais  principalmente para os pequenos bancos brasileiros, brasileiros que necessitam de financiamentos para gerar reias no interbancário e pagar exportadores?
Vamos reviver a situação do Bacen dar dinheiro aos bancos baseados na média de ativos dos bancos no semestre ?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Como vão ficar as linhas de pré-financiamento das exportações,como ficarão as linhas de financiamento as importações ,como ficarão as confirmações de cartas de crédito notadamente em operações de 180 dias ou mais  principalmente para os pequenos bancos brasileiros, brasileiros que necessitam de financiamentos para gerar reias no interbancário e pagar exportadores?<br />
Vamos reviver a situação do Bacen dar dinheiro aos bancos baseados na média de ativos dos bancos no semestre ?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Henrique</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/jpkupfer/2008/09/17/um-observador-no-olho-do-furacao/comment-page-1/#comment-53321</link>
		<dc:creator>Henrique</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Sep 2008 11:41:22 +0000</pubDate>
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		<description>É engraçado que todo mondo que leu o FEB do Celso Furtado sabe que algo parecido ocorreu em 1929. O brasil saiu rapidamente da crise, via o que o Celso Furtado chamou de política &quot;pré-keynesiana&quot; da compra e queima de café. Aquela política inaugurou para o brasil uma era de 50 anos de crescimento médio do PIB de 7% e do PIB per capita de 3,8 %. Se essa crise inaugurar uma era de crescimento de 5% e os mesmos 3,8% per capita tá valendo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É engraçado que todo mondo que leu o FEB do Celso Furtado sabe que algo parecido ocorreu em 1929. O brasil saiu rapidamente da crise, via o que o Celso Furtado chamou de política &#8220;pré-keynesiana&#8221; da compra e queima de café. Aquela política inaugurou para o brasil uma era de 50 anos de crescimento médio do PIB de 7% e do PIB per capita de 3,8 %. Se essa crise inaugurar uma era de crescimento de 5% e os mesmos 3,8% per capita tá valendo.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: biquei</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/jpkupfer/2008/09/17/um-observador-no-olho-do-furacao/comment-page-1/#comment-53311</link>
		<dc:creator>biquei</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Sep 2008 09:25:39 +0000</pubDate>
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		<description>A justiça mais cara do mundo e mais ineficiente,começa agora perceber, o que o jurisdicionado,já percebeu é intolerável sustentar o corporativismo,com verbas que faltam para os direitos fundamentais da cidadania. 
Devemos parabelizar o STJ,por perceber á hora da mudança,pois um tribunal que já sentencia através de sentenças formuladas por estagiários,poderá muito melhor fazê-lo,conduzido por um profissional do direito,de forma privatizada. 
Hamilton Carvalhido abre conferência sobre mediação promovida pelo CJF
O coordenador-geral da Justiça Federal e diretor do Centro de Estudos Judiciários do Conselho da Justiça Federal (CEJ/CJF), ministro Hamilton Carvalhido, abrirá a &quot;Mesa-Redonda - Mediação&quot;, promovida pelo CEJ, nesta quarta-feira (17), às 9h30. Os debates têm como objetivo principal conhecer o funcionamento da mediação norte-americana, além promover o intercâmbio cultural entre o Brasil e os Estados Unidos. O evento será realizado na Sala de Conferências do Superior Tribunal de Justiça (STJ).
Para participar da mesa-redonda, está confirmada a presença de Fred S. Souk, consultor em mediação pela Virgínia/EUA. Fred Souk é escritor, advogado, consultor em mediação e membro da Ordem dos Advogados da Suprema Corte dos Estados Unidos. Estudou na Universidade George Washington, na Universidade de Maryland e no Instituto de Tecnologia de Massachusetts.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A justiça mais cara do mundo e mais ineficiente,começa agora perceber, o que o jurisdicionado,já percebeu é intolerável sustentar o corporativismo,com verbas que faltam para os direitos fundamentais da cidadania.<br />
Devemos parabelizar o STJ,por perceber á hora da mudança,pois um tribunal que já sentencia através de sentenças formuladas por estagiários,poderá muito melhor fazê-lo,conduzido por um profissional do direito,de forma privatizada.<br />
Hamilton Carvalhido abre conferência sobre mediação promovida pelo CJF<br />
O coordenador-geral da Justiça Federal e diretor do Centro de Estudos Judiciários do Conselho da Justiça Federal (CEJ/CJF), ministro Hamilton Carvalhido, abrirá a &#8220;Mesa-Redonda &#8211; Mediação&#8221;, promovida pelo CEJ, nesta quarta-feira (17), às 9h30. Os debates têm como objetivo principal conhecer o funcionamento da mediação norte-americana, além promover o intercâmbio cultural entre o Brasil e os Estados Unidos. O evento será realizado na Sala de Conferências do Superior Tribunal de Justiça (STJ).<br />
Para participar da mesa-redonda, está confirmada a presença de Fred S. Souk, consultor em mediação pela Virgínia/EUA. Fred Souk é escritor, advogado, consultor em mediação e membro da Ordem dos Advogados da Suprema Corte dos Estados Unidos. Estudou na Universidade George Washington, na Universidade de Maryland e no Instituto de Tecnologia de Massachusetts.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Eduardo Sardenberg</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/jpkupfer/2008/09/17/um-observador-no-olho-do-furacao/comment-page-1/#comment-53301</link>
		<dc:creator>Eduardo Sardenberg</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Sep 2008 03:25:10 +0000</pubDate>
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		<description>Corrigindo: A questão é que “cachorro morido por cobra, tem medo de linguiça”. A conta das hipotecas é muito grande, haja vista os socorros prestados pelo Fed. Não é só o dinheiro perdido pelas instituições, é o caso de não se poder mais contar com a alavancagem do mercado de imóveis para recuperar o prejuízo. Onde ganhar o dinheiro que não será mais ganho nesse mercado? Nos países emergentes? E o risco de investir em economias instáveis economica e/ou politicamente? Sabemos que o Brasil possui fundamentos mais sólidos, mas ainda somos um investimento de risco. Enquanto a situação não se acalmar, teremos tempos difíceis. Tempos de linhas de créditos escassas e encarecidas. Tempos de investimento estrangeiro em queda. Tempos que poderão fazer com que os otimistas exagerados mordam suas linguas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Corrigindo: A questão é que “cachorro morido por cobra, tem medo de linguiça”. A conta das hipotecas é muito grande, haja vista os socorros prestados pelo Fed. Não é só o dinheiro perdido pelas instituições, é o caso de não se poder mais contar com a alavancagem do mercado de imóveis para recuperar o prejuízo. Onde ganhar o dinheiro que não será mais ganho nesse mercado? Nos países emergentes? E o risco de investir em economias instáveis economica e/ou politicamente? Sabemos que o Brasil possui fundamentos mais sólidos, mas ainda somos um investimento de risco. Enquanto a situação não se acalmar, teremos tempos difíceis. Tempos de linhas de créditos escassas e encarecidas. Tempos de investimento estrangeiro em queda. Tempos que poderão fazer com que os otimistas exagerados mordam suas linguas.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Eduardo Sardenberg</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/jpkupfer/2008/09/17/um-observador-no-olho-do-furacao/comment-page-1/#comment-53291</link>
		<dc:creator>Eduardo Sardenberg</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Sep 2008 03:22:37 +0000</pubDate>
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		<description>A questão é que &quot;cachorro morido por cobra, tem medo de linguiça&quot;. A conta das hipotecas é muito grande, haja vista os socorros prestados pelo Fed. Não é só o dinheiro perdido pelas instituições, é o caso de não se poder mais contar com a alavancagem do mercado de imóveis para recuperar o prejuízo. Onde ganhar o dinheiro que será mais ganho nesse mercado? Nos países emergentes? E o risco de investir em economias instáveis economica e/ou politicamente? Sabemos que o Brasil possui fundamentos mais sólidos, mais ainda somos um investimento de risco. Enquanto a situação não se acalmar, teremos tempos difíceis. Tempos de linhas de créditos escassas e encarecidas. Tempos de investimento estrangeiro em queda. Tempos que poderão fazer com que os otimistas exagerados mordam suas linguas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A questão é que &#8220;cachorro morido por cobra, tem medo de linguiça&#8221;. A conta das hipotecas é muito grande, haja vista os socorros prestados pelo Fed. Não é só o dinheiro perdido pelas instituições, é o caso de não se poder mais contar com a alavancagem do mercado de imóveis para recuperar o prejuízo. Onde ganhar o dinheiro que será mais ganho nesse mercado? Nos países emergentes? E o risco de investir em economias instáveis economica e/ou politicamente? Sabemos que o Brasil possui fundamentos mais sólidos, mais ainda somos um investimento de risco. Enquanto a situação não se acalmar, teremos tempos difíceis. Tempos de linhas de créditos escassas e encarecidas. Tempos de investimento estrangeiro em queda. Tempos que poderão fazer com que os otimistas exagerados mordam suas linguas.</p>
]]></content:encoded>
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