AIG: um mais da série “o capitalismo em marcha”
Agora não são mais entes híbridos, um pé no setor privado, outro na área pública, como as agências de hipotecas, Fannie Mae e Freddie Mac, reestatizadas recentemente. Também não é uma instituição financeira privada, como o Bear Stearns, comprada por outra com dinheiro público. Agora é uma seguradora privada, que não é diretamente regulada pelo governo, que está sendo estatizada.
Em comunicado oficial, na noite de terça-feira, o Federal Reserve, o banco central americano, informou que concederá um empréstimo-ponte de US$ 85 bilhões para a American International Group (AIG), gigante mundial do ramo de seguros, em troca de 80% das ações da companhia. O crédito de emergência tem prazo de dois anos e é garantido pela totalidade dos ativos da AIG.
A expectativa é de que a companhia venda ativos, ao longo desse período, para pagar o empréstimo e retomar o controle do negócio. O Fed fica com a prerrogativa de não distribuir dividendos, no período de intervenção, marcando claramente a idéia de que se trata de uma estatização, ainda que temporária.
A decisão, que conta com o apoio do Congresso americano, consultado no começo da noite de terça-feira, configura, segundo o jornal “The New York Times”, a mais radical intervenção governamental em uma companhia privada na história do Banco Central americano. É esperado que, a tomar o controle da AIG, o Fed substitua toda a alta direção da companhia.
Depois de deixar o Lehman Brothers quebrar, não durou nem um dia, como se vê, a resistência do governo americano para impedir a volta da marcha rumo à socialização dos prejuízos privados.
O fato é que alguns trilhões de dólares públicos já foram drenados por instituições privadas em dificuldades, desde o início dos esforços do governo para evitar quebradeiras no mercado financeiro, há pouco mais de um ano.
Depois do soluço que resultou na quebra do Lehman Brothers, o capitalismo voltou ao seu leito histórico natural – uma retórica de liberalismo econômico e uma realidade de apropriação privada do dinheiro público.
Autor: José Paulo Kupfer - Categoria(s): Blog Tags:
Foto: Edu Simões
O capitalismo parece que é de ferro, mas não é. Não parece cruel, ele é, realmente, muito cruel. De uma tacada de fracasso, deixa 350 mil sem teto!… Sobe, sobe, sobe e derrapa ou cai que nem uma jaca mole. Coisa de maluco. O dinheiro tem mostrado ser um bom servo, mas um péssimo senhor e traz uma tremenda impressão que ta tudo bem e, de repente, um fracasso. Desumano, calculista, cruel, sem piedade, assassino, covarde, traiçoeiro, interesseiro, imperativo, astuto etc. Tem sido a maior desgraça do planeta e vai sucumbir antes que o apocalipse chegue ao seu final.
CHAMARIA DE ANATOCISMO E NÃO DE CAPITALISMO. O CAPITALISMO É O VERDADEIRO ANATOCISMO BATIZADO DE CAPITALISMO. A MAIOR DESGRAÇA DO SER HUMANO. COLOCA A MÁSCARA DA OFERENDA. TUDO A PREÇO DE BANANA COM A PRIMEIRA PRESTAÇÃO NO ANO QUE VEM!..TODO MUNDO CAI MATANDO. FIADO ATÉ CAPIM QUEIMANDO. A BOLA DE NEVE VEM DEPOIS. UM ABSURDO. ESTAMOS VIVENDO O DOMÍNIO DO ANATOCISMO A QUALQUER PREÇO. MULTAS DE TRÂNSITO FOI A MAIS NOVA INOVAÇÃO. FAZ PARTE DO ORÇAMENTO…..O BOM CONDUTOR, NÃO É OLHADO COM BONS OLHOS, PORQUE NÃO PAGA MULTA…
Geralmente, escrevo com o meu nome de batismo. Com a conciência que o participante do assunto enfocado não deve ofender, caluniar ou desreipeitar as autorirades constituídas, deixando para na hora do voto. O restante, pode, exercer o direito democrático da opinião. Eu, por exemplo, não me considero obrigado a concordar com o inconcordável. Se for para todos, concordo e apoio, mas se for, discordo. Ex. O anatocismo é coisa do diabo. Eu estou falando, não de uma pessoa, mas do anatocismo. Quem se atreve a agredir alguém através do assunto enfocado, não coloca o nome completo, mas eu coloco e se pedirem, forneço CPF e RG, pois não escrevo direto ao jornal, participo, com a minha opinião, juntamente com todos os participantes e, apenas, dou a minha opinião. Não tenho cstas largas, mas, pelo outro lado, não tenho o menor receio de comentar algo, de forma respeitosa e sincera, mas sem ofender pessoas. Dessa forma continuo a colocar o meu nome de batismo no rodapé do que escrevo. Bom fim de semana para todos.