Um tiro nas metas de inflação
Ao reduzir bruscamente a taxa de juros (de 5,25% para 2% em um intervalo de seis meses), para enfrentar a crise deflagrada pelo setor imobiliário, o Fed provavelmente matou o sistema de metas de inflação. A avaliação é de Ben Steil, diretor de economia internacional do poderoso think tank americano Council on Foreign Relations.
Em artigo publicado ontem, 20 de agosto, no Wall Street Journal, Steil critica duramente a opção do Fed de afrouxar a política monetária a qualquer custo para evitar uma recessão. O analista acredita que o país demorará mais tempo para se recuperar da crise por causa da escolha do Fed.
Steil é daqueles falcões da política monetária, para os quais não se deveria tentar evitar os impactos negativos da crise das hipotecas na atividade econômica. Segundo ele, é do jogo que erros do tipo produzam atribulações no ritmo dos negócios. Ele lamenta, portanto, a sedução, a que o Fed de Ben Bernanke teria sucumbido, ao usar um instrumento de estabilização monetária na tentativa de evitar uma recessão.
Mesmo discordando de Steil quanto à prioridade do Fed (combater a recessão) e quanto ao bom funcionamento do sistema de metas, é inevitável aceitar seu argumento: ao não atrelar a política monetária exclusivamente a um obsessivo controle da inflação, o Fed, involuntariamente, tem atirado contra o sistema de metas.
Os que não vêem o sistema de metas de inflação como o mais adequado para lidar com o conjunto dos atuais desafios econômicos costumam ser acusados pelos falcões monetaristas de aceitar um pouco mais de inflação em troca de um pouco mais de crescimento. É uma óbvia mentira que, de tão repetida, faz sucesso entre os mais rústicos e serve para tentar esconder as limitações estruturais do sistema.
Autor: José Paulo Kupfer - Categoria(s): Blog Tags: economia, Fed, inflação, metas de inflação
Foto: Edu Simões
Inflação (pelo menos a por demanda) só tem um remédio efetivo:
Produção.
CONTAS NEGATIVAS DO TESOURO, SEM RECESSÃO E SEM INFLAÇÃO ALTA.
COMO PODE A ÁREA ECONOMICA DO GOVERNO JUSTIFICAR ?
NÃO ESTAMOS EM RECESSÃO, TEMOS RESERVAS INTERNACIONAIS QUE PODERIAM ESTAR SENDO UTILIZADAS NA AMORTIZAÇÃO DO PRINCIPAL DA DÍVIDA E, PRINCIPALMENTE, TEMOS CONDIÇÕES DE REDUZIR A TAXA SELIC E AUMENTAR A PRODUÇÃO DE GRÃOS. MAS, LAMENTAVELMENTE, AS AUTORIDADES ECONOMICAS DO GOVERNO NAO ESTAO FAZENDO NADA DISSO.
SE SEM RECESSÃO O PAÍS VAI GASTAR MAIS DE 160 BILHÃO DE REAIS COM JUROS E ENCARGOS FINANCEIROS SOBRE A NOSSA DÍVIDA MOBILIÁRIA, IMAGINE SE CHEGASSEMOS À RECESSÃO, O QUE SERIA DE NÓS ?
AS OPORTUNIDADES PARA A REDUÇÃO NA CARGA DE JUROS NUNCA FORAM APROVEITADAS PELO PAÍS NOS ULTIMOS VINTE ANOS. ALEGAM SEMPRE QUE O SALÁRIO DO FUNCIONALISMO É O CULPADO DE TUDO QUE ACONTECE DE RUIM NO PAÍS. MAS ESQUECEM DE ACEITAR COMO RESPONSABILIDADE PRINCIPAL OS ABUSIVOS JUROS PAGOS PELO TESOSURO NACIONAL. O ESPECULADOR SÓ CIRCULA RECURSOS, JÁ OS ASSALARIADOS SÃO OS VERDADEIROS RESPONSÁVEIS PELO CRESCIMENTO DO PAÍS, POÍS PROPORCIONAM MAIS PRODUÇÃO, EMPREGO, RENDA E CONSUMO.
ESTÁ MAIS DIFÍCEL PARA O BANCO CENTRAL AUMENTAR A SELIC
Está cada vez mais limitado o espaço para o Banco Central não deixar de reduzir a taxa selic. Será que exemplos do primeiro semestre da União Européia, dos Estados Unidos, Japão e China, não servem como referencia positivo para o Brasil?. Porque esses países opitaram por produção de alimentos ao invés de concentrar recursos na especulação financeira?. Os especuladores voláteis não plantam arroz, milho, feijão, trigo, etc.,
E os países acima citados estão tendo ganhos impressionantes com a redução na taxa real de juros, além de controlar a inflação com o aumento da produção, emprego, renda e consumo. Hoje a imprensa chinesa anuncia medidas ontem adotadas pelo país, para incentivar o consumo interno e reduzir exportações. E o Brasil continua pagando as maiores taxas de juros reais do planeta e ainda produzindo alguns alimentos abaixo da procura. Se somos a maior área agricultável do mundo, porque a responsabilidade de nossa inflação e credita aos alimentos ? Dá para entender ?
Não se pode fazer, como o Brasil, usar um único remédio para curar qualquer tipo de moléstia, por mais inofensiva que seja. Estamos matando mais do que salvando doentes. O país opitou por um modelo de contenção inflacionária que só contem o aumento da produção e do emprego. Vamos copiar bons exemplos de administração financeira que estão acontecendo em muitos países.
AINDA SOBRE A COTAÇÃO DE AÇÕES EM BOLSA :
- A CVM deveria exigir das empresas a atualização contábil do seu correto valor patrimonial, não com base em suposição, Analistas ou Bancos, mas em levantamentos auditados por técnicos da Receita Federal, da CVM, da Bovespa. Diante disso, não haveria a necessidade de conceitos virtuais sobre prêços, mas uma séria análise sobre o faturamento, despesa, lucro liquido e rentabilidade sobre o patrimonio. Esse é verdadeiro formato de um portifólio. E irformações contábeis erradas e maquiadas, devem receber penalidades de multas graduais até a eliminação de negociações em Bolsa. É uma iniciativa simples e totalmente viável e sugura para proteger os verdadeiros acionistas.
É necessário tambem uma penalidade para quem vende ações em Bolsa, pessoa física ou jurídica, mostrando ou garantindo ao investidor uma realidade que não existe em operações normais.
Enquanto as Bolsas continueram sendo manipuladas, por noticiários dirigidos, prêços artificiais de ações, altas e baixas ñ serão surpresas.
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É um tombo realmente hipotético e artificial o que estamos vendo na bovespa. As ações estão simplesmente voltando aos valores reais, levando-se em consideração o patrimonio líquido contábil das empresas e a rentabilidade sobre ele. Não adianta super avaliar ações ou empresas, quando se sabe que o índice de liquidez corrente é o mais importante para quem investiu pensando em ganhos normais acima da inflação.
Estamos notando que desde 1929 as bolsas nunca agiram em função do verdadeiro portefólio das empresas, mas em função dos interesses dos corretores e especuladores e que prejudicam o mercado. Daí a razão de acontececer e cada dez anos, em média, o estouro das Bolsas e a falta de credibilidade nos agenciadores, q nunca perdem.
O que a Bolsa e CVM deveriam fazer agora, como satisfação aos acionistas verdadeiros e incautos,como obrigação, era exigir a publicação do balanço semestral, via internet, em um só local e de fácil acesso, sintéticos, das 150 maiores empresas listadas e negociadas. Patrimonio e Lucro não pode ser estimado por especulador, tem que ser verdadeiro e são absolutamente casados.
DADOS SÃO INTERESSANTES
E IMPRESSIONANTES SOBRE A CHINA
Beijing, 20 ago (Xinhua) — Seguem os dados do comércio exterior da China no primeiro semestre do ano 2008.
O número total do comércio exterior chegou a US$ 1,23 trilhão, representando uma alta de 25,7% em relação ao ano anterior. As exportações atingiram US$ 666,6 bilhões, um aumento de 21,9%, enquanto as importações alcançaram US$ 567,6 bilhões, um incremento d 30,6%.
O superávit do comércio exterior foi d US$ 99,03 bilhões, uma queda de 11,8% em comparação com o ano passado.
A União Européia foi a maior parceira p/ o país asiático, sendo que o volume bilateral do comércio entre a UE e a China atingiu US$ 202,1 bilhões, uma alta de 27,7% em relação ao ano anterior. O Estados Unidos e o Japão ocuparam, respectivamente, o segundo e o terceiro lugares.
Produtos agrícolas: Importações atingiram US$ 28,8 bilhões, uma alta anual de 59,9%; Exportações chegaram a US$ 19,3 bilhões, um crescimento d 12,2%.
Indústria têxtil: Importações atingiram US$ 9,21 bilhões, crescendo 0,98%; Exportações alcançaram US$ 83,9 bilhões, alta de 11,11%.
Aço: Importações foram de 8,26 bilhões de toneladas, uma queda anual de 5,02%, ou 436,1 mil toneladas; Exportações chegaram a 26,91 milhões d toneladas, uma queda de 20,35%, ou 6,88 milhões d toneladas.
Automóveis: Importações atingiram US$ 7,81 bilhões, aumento de 71% em relação ao ano passado; Exportações foram d US$ 5 bilhões, uma alta d 85%.
Carvão: Importações foram de 21,6 milhões d toneladas, uma queda anual d 20,4% em relação ao ano passado. Exportações alcançaram 25,5 milhões d toneladas, c/ crescimento de 12,2%.
Petróleo bruto: Importações chegaram a 90,5 milhões de toneladas, um aumento de 11% em comparação ao ano passado; Exportações atingiram 2,37 milhões d toneladas, um incremento de 30%
O danado é que de tempos em tempos surgem fórmulas mágicas, todas buscando a economia exata (não há !)
Será que só o combustível é importante num carro? Será que só o martelo é a ferramenta mais importante?
A economia não só tem que contribuir em buscar das melhores alternativas aos problemas e bem estar social, como tb buscar estender o período favorável a um máximo de tempo possível
Nós não podemos negar o passado, negligenciar o presente e só pensar no futuro. Há que se ter equilíbrio, tem-se que perder esta mania contemporânea de tentar a cura no atacado utilizando-se dum só termômetro e/ou ferramenta
O danado é que muitos fazem de uma fase, REGRA
Lembro que até pouco tempo diziam que o BR não podia ter juros civilizados pq a divida publica era alta, os riscos. Depois, frasistas alegavam os tais déficits gêmeos. Hoje alegam que é pq as expectativas criadas por ALGUNS agentes de mercado pedem medidas prevendidas (..acabaram de inaugurar a paranóia econômica)
…e em todos os tempos toridades destemidas falavam que nossas negligencias eram suportáveis, financiadas por investimentos …e tóme crise na cabeça
VERDADE é que NUNCA estivemos tão perto (2007) de praticarmos uma política mais civilizada, SINTONIZADA com o planeta. Tínhamos o que oferecer e vender, tínhamos liquidez, a segurança, a falta de risco, oferecíamos o melhor ambiente econômico e político …e o que fez o BC?
Pra combater uma inflação DENOREX valeu-se dum PLACEBO
PLACEBO que atrasa e nos distancia dos verdadeiros combates a verdadeiras causas. PLACEBO que mais distorce do que constrói, distorce por ex. o câmbio, o mercado consumidor, o parque industrial, as contas externas, as intenções de investimentos, o futuro, afeta até na renda, na concentração da renda
PLACEBO que represa pecados passados; ou vcs acham que o câmbio indo pra 1,7-2,0 em CP e rápido não teria efeitos na inflação? …e tóme queima de reservas …dá-lhe subsídios nos riscos pra se evitar de correria …o capital financeiro SEMPRE ganhando na entrada, na permanência e na saída
Aliás, me permita mais um desabafo
Acho mesmo que o BRASIL estava com uma Ferrari novinha nas mãos
Evidente que como todo carro novo, na mão de piloto inexperiente, no início causa uma certa tensão
e lá vai nossa Ferrari 90,120,150 e estável ..estava indo bem
Aí o piloto entrou em pânico, de longe avistou o pedágio
E o que fez pra diminuir a velocidade? O piloto jogou uma Chave de fenda no motor
claro, claro, claro que o carro vai parar …o diabo é que o piloto em pânico esqueceu-se que podia reduzir, brecar e, mais facilmente e com menores custos, depois retomar
AH! Os americanos podem! Eles são liberais e falam inglês!
Não podemos é copiá-los nisso.
Será?
Não tenho visto mais comentários dos defensores da política do BC do PT. Onde eles estão? Deveriam estar comemorando o acerto da elevação da Selic, o BC do PT conseguiu, sózinho, o que nem o FED nem o BC da UE, conseguiram. Fez o mundo tremer e os preços das ´commodities´ recuarem. Isto é que é competência.
Eles deveriam estar comemorando, mas parecem que murcharam, sumiram.
Ou foi isto, ou o governo reduziu o consumo, reduzindo a demanda agregada, levando à queda da inflação.
E aí, BCezistas do PT, ninguém se manifesta?
Manoel
Os tais economistas do “PT” erraram …do PT ? ra ra ra ra
…e essa de desaquecimento da inflação por diminuição da demanda do governo tb é um chute do saxx hein?
CAIU simplesmente pq subiu
em outras palavras
Subiu pq boa parte do motivo era externo, pq internamente havia descompasso de oferta agrícola (feisão por ex) e pq vivíamos correção de tarifas (jun-ago)
Caiu pq cai lá fora e aqui não tinha renda que segurasse
…no que tinha ou era indexado, ficou
O sistema de metas de inflação tem se mostrado diante das atuais condições, o melhor sistema anti-inflacionário à disposição. Desde de que o BC deixou de lado a política cambial em 1999 para se focar na inflação, como deve ser, o Brasil tem apresentado uma melhoria macroeconomica significativa, como a construção de reservas internacionais de bom porte e bons níveis de inflação.
O problema é que as metas de inflação não alcançam o seu potêncial máximo se a política fiscal não ajuda. E se observamos os recordes sucessívos de arrecadação do governo, percebemos que estamos sim numa política fiscal expansionista, pois se não ja estariamos com superavit nominal. Esta incapacidade do lado fiscal de reduzir a demanda agregada, dificulta a atuação da política monetária, que já se mostrou capaz de reduzir a Selic quando os níveis de inflação se mostram adequados, como observamos no 3 anos seguidos de afrouxamento monetário.
Se o governo se mostrasse realmente compromissado com o crescimento sustentavel. Faria o esforço necessário para a redução de sua participação no crescimento da demanda, ajudando a redução dos juros, que, cá entre nós, foi o estopim do atual crescimento observado ,na economia brasileira, antes de mais nada
E quanto a atuação o Fed. Como ele pode ter matado o regime de metas de inflação se ele nunca o seguiu? Afirmar isso é demonstrar um incrivel e profundo conhecimento de td que não é reailidade
LUIZ Santos
Metas inflacionária, acumulo de reservas ?!?!?! MAs o que que um …mas ,,,ma …ahhh, deixa pra lá…..
Pelo nosso BC, Metas inflacionários = JUROS estratosféricos, e ainda quer superávit nominal ?!?!?! talvez por cima de gasto social, é isso?
Mas superávit é qdo o IMPOSTO é maior que os gastos
Os impostos vem do POBRE (consumo, regressivo, repassado) …e vão pra quem então ? NADA pro social ou infraestrutura ? só pra pagar JUROS ?
Romanelli
Não nego que os juros são altissimos, mas qual é a solução pra isso? abaixar sem levar em conta as consequencias?? É provavel que vc não pense assim
O superavit nominal me parece, macroeconomicamente falando, o próximo grande passo para a melhora da condição socio-economica brasileira
deixo bem claro que eu não defendo o superavit para todo e qualquer caso e para toda e qualquer economia, mas a economia brasileira necessita disso. Direi porque
1-O superávit nominal diminuiria a pressão sobre os juros , pois não só a divida deixaria de crescer, como passaria a diminuir, forçando os juros pra baixo, e por mais que o BC quisesse manter o juros em um alto nivel por muito tempo, não conseguiria
2- O superavit nominal, aliado com o crescimento da economia, diminuiria ainda mais rapidamente a relação divida/pib, diminuindo a proporção do PIB a ser paga no serviço da dívida, caso se considere que os juros e a carga tributária se manteriam constantes, e com a redução dos gastos com os juros se comparado com a receita total do governo, abriria espaço para novos gastos em investimento, educação e saúde e tbm uma redução da carga tributária
3-O superavit nominal transferiria os recursos que iriam ser utilizados para consumo do governo para os investimentos. O que aumentaria a capacidade de crescimento sustentavel do país, gerando mais emprego e renda, aumentando assim a arrecadação do governo sem aumento da carga tributária
4-É mais facil fazer reforma tributaria para corrigir essa maldade que é a regressividade do sistema brasileiro com superávit, pois, politicamente, é mais facil abrir mão de recursos quando se tem sobrando
5- Com o superavit fiscal, haveria mais recursos disponiveis para investimento, diminuindo a necessidade de busca por recursos externos, retirando, pelo menos um pouco, parte da pressão de vaorização sobre o cambio, o que reduziria os temores sobre um possivel colapso das contas externas brasileiras
provavelmente eu esqueci de comentar mais alguma coisa.
Estou aberto a críticas
abç a todos
O POVO MERECE INFORMAÇÕES MAIS SIMPLIFICADAS DAS CONTAS DO BANCO CENTRAL
O Banco Central, para não confundir os pobres miseráveis DE CONHECIMENTOS CONTÁBEIS, que também não são ECONOMISTAS ,poderia detalhar melhor as aplicações desses recursos que adminstra, mostrando em detalhes : Montante de financiamentos em cheques especiais e tx de jrs média; Montante de financiamentos em leasing e jurs médios; Montante de financiametos em CDC e jrs médios; Montante de financiamentos em créditos em consignações e jrs. médios; Montante de financiamentos para veículos, em leasing e CDC e jrs médios; Montante de refinanciamentos gerais e de outros créditos e jrs médios; Montante de financiamentos totais ( cheque especial, habitacionais e outros) liberados pela Cx Federal e tx média de jrs; Montante de financiamentos totais liberados pelo BNDES e tx média de jrs; Montante de financiamentos totais liberados pelo Banco do Brasil e tx média de jrs;. Montante de financiamentos por organismos federais, estaduais e municipais de crédito e tx de jrs média; COM ESSAS INFORMAÇÕES FICAREMOS SABENDO O VOLUME DE RECURSOS LIBERADOS PELOS ORGANISMOS OFICIAIS DE CRÉDITO E PELO SISTEMA FINANCEIRO PRIVADO. O Banco Central, como ocorre em outros países,já deveria ter popularizado o acesso à essas informações, via internet e o Governo, em um ÚNICO site -PORTAL ECONOMIA BRASIL -unificar todas as informações que envolvam receitas, despesas, investimentos e demais títulos. Não tem porque o país não saber.