Correspondentes de diversas localidades postarão nesta área.
Autor: José Paulo Kupfer - Categoria(s): Correspondentes Tags:
30/11/2007 - 15:57
2 comentários para “”
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Foto: Edu Simões
Gostaria de um estudo que indicasse o quanto custa para nos nosso barril de petroleo de cada dia, e por quanto vendemos nossa gasolina para o exterior(ja que nossa necessidade é de oleo diesel e nossas refinarias produzem mais gasolina que diesel) e qual sera os critérios para solicitar aumento de preço da gasolina e porque na Venezuela que tambem (alem de exportadora) é como nos autosuficiente em petroleo este combustivel sai por centavos de reais?
Ilustres, Podemos dizer que as recentes quebras são uma surpresa? Não! O sistema americano de gestão é perdulário e pouco controlado, têm-se uma noção de que há controle, mas não há o suficiente. Tanto lá quanto cá, os interesses privados e políticos andam se misturando com freqüência. Agora mesmo é anunciado que o BC (FED) está ingetando U$ 85 Bi na AIG, fala-se nisso, como o FED e os EUA estivessem no azul, não é real a situação, os EUA emitem moeda à rodo, gastam imensamente e tal gastança está levando o mundo para um beco sem saída. Especialmente porque o governo americano gasta muito em armas e tecnlogias de guerra. Nas questões da empresa, quanto mal gerenciadas ocorre a quebra ou ela é socorrida como está sendo feito nesse caso da AIG. No caso das mega empresas de armamentos, a solução é cruel e tragicamente prática, basta provocar tensões e guerras para vender armamentos e gerar lucros. Ocorre que cada tempo que passa, as empresas ficam mais exigentes e cheias de cobiça. Alie-se a briga para deter o domínio das reservas estratégicas e dominação e temos um barril de mega-pólvora. Infelizmente uma tragégia parece puxar a outra, tipo efeito dominó. A solução é fazer o caminho inverso, menas gastança, menos luxo, menos armamentos. Ocorre que os americanos não estão dispostos ao regime forçado. Esse é o Enigma.
Alírio Cavalcanti