TV CULTURA: UMA PROGRAMAÇÃO NOVA E ADEQUADA
A HORA E A VEZ DOS JOVENS NA CULTURA
A programação da Cultura tem um grande mérito. Ninguém quis reinventar a televisão, nem fazer uma programação à imagem e semelhança dos seus administradores atuais. O que se apresentou no café da manhã oferecido à imprensa, aos meios publicitários e aos próprios protagonistas da TV Cultura, foi um aperfeiçoamento das programas existentes, melhorando o processo produtivo, os apresentadores e o roteiro dos conteúdos. E, além disso, propor uma programação nova, que custará 11 milhões de reais, especialmente dirigida ao público jovem, grande lacuna da televisão brasileira, seja pública ou comercial. Considerando que a adolescência no Brasil vai dos quinze aos trinta anos tofda essa área deverá ser atingida, pois a área infantil e a área adulta já são bem tratadas pela programação. A nova série de programas põe o pé na rua, o pé na periferia, o pé entre os índios, o pé na nova literatura, o pé no teatro alternativo e um grande pé na música popular brasileira em todos os seus matizes. É verdade que temos grandes nomes, vindos do recente estrelato da periferia e grandes nomes vindos da TV Comercial, como Lílian Witte Fibe, Marcos Palmeira, Sócrates etc. Mas o importante é que todos estão aí para fazer TV pública, no compromisso e na intenção. Marcos Palmeira foi claro em dizer que o mundo do índio confunde-se com a sua trajetória pessoal. Happin Hood deverá sentir-se mais a vontade na Cultura do que em qualquer outra televisão.
O Brasil está evoluindo. Sua economiz pode afirmar o Brasil como uma das maiores nações do mundo próximo. A televisão pública deve se afirmar como um elemento indispensável nesse contexto de evolução, o que as televisões comerciais não parecem perceber, quando confundemm compreensão dos acontecimentos com espetáculo.

Notei, com prazer, que a TV Cultura estava no ar na minha região (Vale do Paraíba) durante toda ou quase toda a noite. Poupou-me dos pastores, já que não estou interessado em crediários…
Creio que a criação da TV Brasil motivou a Fundação Padre Anchieta a aperfeiçoar ainda mais sua atuação. Seu papel já era fundamental e creio que será realçado com esta rede nacional que nasce. Só posso desejar, como jornalista e telespectador, que todos os envolvidos no projeto recebam o apoio necessário para prestarem este grande serviço ao Brasil e à nossa Democracia. Bons ventos, Markun e companhia!
experiência xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx