iG

Publicidade

Publicidade
27/05/2007 - 18:37

UNIVERSIDADE PÚBLICA: PAGA, GRATUITA OU MISTA?

Compartilhe: Twitter

RESPONDA COM OBJETIVIDADE OUMESMO COM PAIXÀO.

A crise da universidade está aberta. Com as medidas do governador no campo admiistrativo e financeira, com a reação da invasão da reitoria por um grupo de alunos e docentes, com a manifestação de jornalistas, intelectuais, ilustres professores titulares ou aposentados e políticos de toda ordem, a discussão apenas começou. Apesar do esforço e das justificativas de todas as partes, a universidade não vai bem, tem lacunas, carências, contradições e não parece oferecer à sociedade nem diagnósticos nem propostas consistentes para a sua mais completa realização, como todos desejam de uma instituição da tradição e da grandeza da Universidade de São Paulo.

Sabemos que no espírito da lei a universidade pública é gratuita para todos os estudantes, mas sabemos também que a dificuldade de acesso às mesmas, tornou-se privilégio dos alunos com boa formação secundária, dificultando a entrada de alunos menos preparados, oriundos de escolas privadas. Sabemos ainda que os alunos mais pobres acabam indo para universidades privadas pagas, com um sacrifício pessoal ou familiar insuportável, enquanto uma enorme parcela de alunos mais ricos desfrutam do benefício legal de escolas públicas gratuitas.

Desejo levantar, não para criar reações iradas, mas apenas para que os blogueiros possam manifestar suas opiniões uma investigação relevante.

Respondam-me por favor:

VOCÊ É A FAVOR DA UNIVERSIDADE PÚBLICA GRATUITA PARA TODOS, COMO É HOJE?

VOCÊ É A FAVOR DA UNIVERSIDADE PÚBLICA PAGA, PARA TODOS?

VOCÊ É A FAVOR DA UNIVERSIDADE PÚBLICA GRATUITA PARA TODOS OS QUE COMPROVEM RENDA FAMILIAR BAIXA, E PAGA PARA OS RICOS, COM RENDA FAMILIAR ALTA?

Publicarei os resultados e pedirei interpretações dos setores mais qualificados da sociedade.

Autor: Jorge da Cunha Lima - Categoria(s): Sem categoria Tags:

Ver todas as notas

23 comentários para “UNIVERSIDADE PÚBLICA: PAGA, GRATUITA OU MISTA?”

  1. Gabriela disse:

    Eu acho que a universidade publica deveria continuar sendo gratis porque as pessoas ja pagam demais imposto e nao ganham suficiente de volta.

  2. Daniel disse:

    Deveria ser paga para os ricos e gratuita para os pobres.

  3. João Felipe disse:

    Sobre as universidades em geral:
    As pessoas acham q o maior problema dos alunos é a mensalidade das faculdades. Se enganam. A mensalidade é apenas um dos problemas.
    Eu estudo na PUC, que é conhecida por conceder bolsas de algum tipo para mais de 20% dos alunos.
    Alem da mensalidade, alunos tem q lidar com custos como material didatico, conduçao, alimentaçao, e despesas gerais em casa.

    Entao como podemos ver, a mensalidade não maior problema dos alunos.

    Outra consideraçao importante é q se uma universidade publica começar a ser paga, sua qualidade iria cair, pois ela naum será diferente de qq universidade particular. Os alunos bons vão começar a se dispersar e vc vai ter um ensino superior mais fraco ainda.

  4. Barão de Limaré disse:

    Caro Jorge… volte aos assuntos da Tv Cultura… seu blog sem esse assunto é de um tédio mortal… vc é maçante….olha que só dá ibope nos comentários quando vc fala da Tv Cultura. Mesmo que seja para bajular o Mendonção Bradescão… a gente sabe que vc detona ele e depois vem aqui fazer média…mas mesmo assim coloca um pouco de tempero nessa sua comidinha de hospital… tenha dó Jorge…

  5. Sergio disse:

    Olá Jorge,

    Primeiro, deve-se ter em mente que a Universidade Pública no Brasil, em particular em São Paulo, não é simplismente uma escola de formação em nível superior, mas também é um local de pesquisa e geração de conhecimento e também (o que é muitas vezes esquecido e que é bem diferente de outros países) é um local de guarda e manutenção da cultura do país.

    Com essa perspectiva, o que os alunos pagariam seria de longe insuficiente para pagar por tudo isso, logo sou favorável a um sistema um pouco mais complexo, com continuidade do aporte público mais um pagamento, para quem pode pagar, da mensalidade e taxas, mas que aqueles que repedtissem uma disciplina ou outra, fossem todos obrigados a pagar.

    Um abraço

    Sergio

  6. jorgedacunhalima disse:

    Meu caro Barão.
    Voce é mesmo monocromático. Só tem uma obssessão na vida: zelar pela tv cultura, emtudo que lhe diga respeito. A vida talvez não seja tão bela como quer o cinema, mas é um pouco mais ampla do que o seu repertório. Se vc não tem tempo para ir ao cinema, ler um livro, assistir a um concerto, devia respeitar minha opinião sobre esses eventos culturais que cultivo, e tentar aprender umpouco com eles.
    Quanto à Cultura estamos em transição e aguardando o futuro com muita esperança. Quanto ao Marcos testemunho que ele sempre foi receptivo às minhas críticas, mesmo quando contrariavam opiniões sobre programas que eu considerava de mau gosto. Apenas não tenho muito humor para apelidos sem graça, como Bradescão. jorge

    Espero que as opiniões sobre o ensino gratuito continue, apesar do barão de Limaré. j

  7. Douglas disse:

    Olá Jorge,
    bem eu sou a favor de um sistema misto, que consiste nos jovens de classe baixa tenham um desconto considerável e aqueles que possuem condições financeiras melhoras paguem, porém de uma forma justa. Não sou favorável a um limite único de renda para que alguns paguem o mesmo valor e que outros não paguem nada. Defendo isso porque considero que o investimento que o país faz no ensino superior não compete à sua condição. O país tem um número alto de analfabetos, 14% não me recordo do dado exato. O Estado, antes de dar um ensino superior a todos, tem que dar o ensino básico, fundamental e médio para todos, assim como prevê a constituição. Nem todos os estudantes das universidades públicas devolvem o investimento que foi feito neles para a sociedade, muito inclusive vão incorporar empresas no exterior.
    Portanto, sou a favor de um ensino qualidade sim, mas para o correto exercício da democracia tem-se que privilegiar antes de tudo o ensino básico, fundamental e médio. Construiremos um país com pessoas críticas, esclarecidas com a democratização da educação e não apenas investindo em 3% dela.

    Parabéns pelo blog e pela proposta de discussão.

  8. Valdirene disse:

    Sou a favor de uma escola pública de excelente qualidade (professores,material,livro,biblioteca em todas, acesso a internet com bom senso,vídeos, filmes, monitores,etc) para que todos (pobres e ricos) tenham oportunidades iguais para ingressarem numa universidade pública gratuita de qualidade e que se devolva a sociedade de alguma forma aquilo que ela investiu na sua formação

  9. sandro pereira da cu disse:

    Defendo o modelo “quem tem põe, quem não tem tira”, ou seja, quem tem dinheiro e quer estudar em universidade pública, paga. Quem não tem dinheiro e conseguiu ser aprovado em processo seletivo na universidade pública, não só não paga como também receberia uma ajuda de custo para estudar. O dinheiro para custear o estudo destes viria do valor pago por aqueles.

  10. BARÃO DE LIMARÉ disse:

    Prezado Jorge…

    Eu já havia sido chamado de tudo na vida menos monocromático como vc me chamou. Adorei . Ainda mais quando o epíteto vem de um poeta do seu quilate. Mas melhor ser monocromático do que monossilábico sobre alguns assuntos como vc é nessa sua tosca aprendizagem de instituto Rio Branco. Sua diplomacia é muito chinfrim Jorge porque aqui vc adula o tucano Mendonção Bradescão mas todos sabemos o que vc pensa de fato dele. Mas risível mesmo dos seus argumentos é vc imaginar que meu repertório não é amplo. Gosto e sei mais de cinema e literatura do que vc meu caro… e ao contrário do que vc imagina nada aprendo com seus comentários pueris sobre esses assuntos. Acho que vc deve rever seus conceitos de quatrocentão quando imagina que sabe muito e tem o que ensinar. Talvez possa me ensinar a colocar apelidos melhor do que Bradescão mas com certeza nada tem a me ensinar sobre artes. Seu pensamento a respeito é como sua postura. Oficialesca, museológica, protocolar… não se atribua uma importância que vc não tem. Afinal o Barão aqui sou eu … de mais a mais quem é que de fato está interessado em saber sobre o que vc pensa do Rodoanel ou do ensino gratuito ??? justo vc que a vida toda foi menino mimado de escola paga ?? saudações

    Barão de Limaré

  11. Leandro Britto disse:

    Mesmo em paises desenvolvidos, na maioria deles, universidades publicas cobram. Dificil aceitar a manutencao de um sistema que e visivelmente erratico, elitista e perpetua o bairrismo. Parabens pelo Blog Jorge.

  12. lucia maria disse:

    ora, quem diria!estamos todos a falar da tv cultura , outra vez.
    jorge, meu caro, vc tem meus respeitos.
    mas defender o mmm, dá licença, nem pensar.
    sabe o que assisti ante ontem na tv cultura? de madrugada?
    uma exibição do programa “canta bueno”, numa pizzaria de ribeirão preto, onde se apresentava uma dupla sertanojo. no melhor estilo burro analfabeto mas sexy, pois os dois cantores usavam roupas bem justas, na cor preta, cabelinho espetadinho , insinuando-se para as mocinhas de família que jantavam na pizzaria. com crianças correndo pelo mini palco e tudo.
    mais o barulho das pessoas que brindavam com latas de cerveja.
    jorge, meu caro, quem fez isso foi o mendonça mercador. porque fazem isto com a gente? responda, jorge, responda!
    ainda fica de firulas com o barão de limaré?
    ainda bem que temos a ele, ainda bem que ele seja monocromático!!!

  13. césar figueiredo disse:

    Apenas o ensino fundamental
    deveria ser para todos(e gratuito)
    O médio e universitário devem ser
    pagos;gratuito para aqueles que têm
    real capacidade intelectual e falta de recursos financeiros! Em tempo:cerca de 40% dos que
    ingressam na USP/ UNESP, se
    evadem nos primeiros anos.
    Dos 60% restantes apenas 20
    ou 30%,vão se inserir no mercado
    de trabalho (na sua área de
    formação).Portanto de cada 100
    calouros,apenas 20 vão trabalhar
    no que escolheram como
    profissão!
    No ensino particular o quadro é
    ainda mais assustador.

  14. giuseppe tosi disse:

    sou favoravel desde sempe à terceira opçao como acontece com as universidade publicas da Europa!

  15. Filipe Rodrigues disse:

    É claro que eu sou a favor da 1º opção, em matéria de universidade, o Brasil tem de seguir o exemplo dos países comunistas e nórdicos. Se querem incluir os estudantes carentes, então os políticos que tratem de trabalhar por uma educação básica decente. Nas últimas duas décadas, os governantes esqueceram e abandonaram as universidades públicas, o goveno Lula retomou essa política de criação e ampliação de campus universitários, o que não se via desde o governo Geisel.

  16. José Maria dos Santo disse:

    A Universidade tem que continuar pública. O que falta é melhorar a gestão. Os impostos no Brasil são elevadíssimos e a contrapartida do governo é quase nada. Na europa o imposto é alto mas você tem a contrapartida em termos de saúde, transposte, educação, etc. É isso o que falta basicamente. Não adianta muito conceder descontos expressivos para alunos pobres se eles não têm condições de bancarem outras despesas como livros, transporte, saúde, etc. Afinal, quem paga sempre o pato é quem recolhe compulsoriamente os impostos. As faculdades particulares aumentam as mensalidades de quem paga para cobrir os descontos concedidod. Não podemos nos enganar quanto a isso. Se não podem aumentar as mensalidades, reduzem a qualidade do ensino e a qualidade dos professores. Nada melhor do que a Lei do mercado entre a ofreta a e procura. Por que há vestibular? Por que não se criam vagas suficientes nas Universidades públicas? Por que não criam normas de melhor aproveitamento dos professores? Por que não usam esses professores para ministrarem aulas noturnas e compatibilizarem muitos alunos que precisam trabalhar, pelo menos meio expediente, para financiarem seus estudos? Se não tem base de ensimo médio de qualidade, os alunos pobres acabem sendo mal formados e muitos desistem no final de tudo ou não são aproveitados após formados.

  17. mybrother disse:

    Claro que a terceira opção é a mais justa. Mas sabe como é classe dominante brasileira.

  18. Nelson Valente disse:

    Vivemos um modelo de ensino superior na Universidade São Paulo que é o mesmo desde 1968( Lei 5540/68), quando foi aprovado a Reforma Universitária. Valorizou a departamentalização e acenou com uma série de outras medidas, todas elas tornando por base a educação norte-americana ou que se pratica na Alemanha. Estrutura pesadíssima e uma verdadeira âncora acadêmica onde ninguém ensina ninguém, um verdadeiro faz-de-conta.
    Se queremos projetar a universidade brasileira para os próximos trinta anos. Viveremos uma outra época, de incríveis conquistas científicas e tecnológicas, alimentadas pelo uso de computador e da Internet, e é claro que a indústria do conhecimento, representada pelos nossos pesquisadores, não poderá concorrer com os produtos de outras nações se não estivermos devidamente apetrechados, inclusive do ponto de vista dos recursos humanos qualificados.
    Qual será a universidade do futuro? Substituirão as atuais salas de aula? Cada escola terá a sua missão, que não se bastará com a simples transmissão do saber, pois deverá se identificar com as necessidades do mercado de trabalho. Esse registro é que dará força à palavra “tecnoestrutura”, criada por Galbraight para identificar a trilogia governo,empresa,escola. Nunca essa ligação será tão oportuna e, por isso mesmo, tão indispensável.
    A universidade é uma instituição plurifuncional. A pesquisa é, ao lado da docência, uma das funções básicas dessa instituição. Recentemente, os autores subdividem, as funções da universidade em docência, pesquisa e extensão ou de serviços ou em missão cultural (transmissão e conservação do saber), missão investigadora (produção e progresso do saber), missão técnico-profissional (formação de profissionais de alto nível) e missão social ( serviço social da universidade).
    A universidade sempre teve como objetivo cultivar e transmitir o saber. Depois, sob o impacto determinado por novas exigências, constatou-se a necessidade de ampliar os conhecimentos, produzir novos saberes, e o meio privilegiado foi a pesquisa. Tomemos, a título de ilustrações a questão da linguagem, que muitas vezes é o elemento responsável pela não divulgação ou, o que é equivalente, pela não compreensão das pesquisas. Inúmeras delas vêm involucrudas numa linguagem hermética e fechada, acessível apenas ao pequeno grupo de iniciados. A linguagem, ao invés de tornar transparente e acessível, obscuresse e esconde.
    É necessário que a divulgação ultrapasse a barreira acadêmica e, no caso da pesquisa educacional, atinja as redes do Ensino Fundamental e Médio, os pais, os alunos e a comunidade.
    O pesquisador, sobretudo aquele que ainda é aluno de algum programa de pós-graduação, vê-se na contingência de respeitar determinados prazos que são estabelecidos sem levar em consideração a índole particular de seu trabalho pressionado pela duração das bolsas ou por montantes fixos de recursos.

    O direito à universidade é um exercício de cidadania. Pagar bem aos professores e especialistas é pré-requisito para que se alcance a universalização desse ideal. Reforma universitária já !

  19. Nelson Valente disse:

    Caro Jorge,

    O ingresso do Brasil ao Primeiro Mundo não pode se cingir a um exercício de retórica. Deve ser algo muito mais consistente, que passa pelos cuidados com a educação, a ciência e a tecnologia.
    Se investirmos apenas 0,5% do Produto Interno Bruto em Ciência aí está o sintoma claro de que nos distanciamos de nações mais desenvolvidas, como é o caso da Coréia do Sul, que hoje coloca 2% do seu PIB em pesquisa científica e tecnológica. Com um pormenor notável: 70% desses recursos são oriundos da iniciativa privada, que acredita nesse investimento, o que infelizmente não ocorre entre nós. A quase totalidade dos nossos fracos investimentos na área são devidos a recursos federais, colocados à disposição das universidades.
    Não se deve desconsiderar o valor dos recursos hoje aplicados no Brasil aos setores de desenvolvimento científico e tecnológico. São 2,4 bilhões de dólares, resultado das muitas campanhas realizadas e da aquisição de uma consciência generalizada a respeito da sua importância. Mas é também claro que estamos muito longe dos recursos ideais. Veja o caso dos EUA: as universidades americanas disporão este ano um orçamento de 158 bilhões de dólares, mais da metade para projetos de pesquisa básica. Por aí se entende porque cientistas americanos venceram 207 dos 528 Prêmios Nobel distribuídos desde 1901.
    Quando se coloca a questão da inserção do Brasil no clube do Primeiro Mundo, gostaria de deixar claro o meu ponto de vista: entrar no Primeiro Mundo não significa vencer a corrida tecnológica, mas acompanhá-la. Um país pertence ao Primeiro Mundo quando contribui para o desenvolvimento da humanidade como um todo.
    O Brasil poderia estar dedicando maior atenção ao desenvolvimento de vacinas contra a meningite do tipo B e o dengue. No primeiro caso, temos importado vacinas de Cuba, gastando milhões de dólares, quando isso poderia estar sendo feito em nossos próprios laboratórios, com economia e eficiência. O mesmo pode ser dito em relação à genética. O nosso país tinha resultados apreciáveis, em nível mundial, nas décadas de 50 e 60, mas por falta de apoio a nossa presença foi definhando, tornando-se hoje secundária.
    A origem da falha encontra-se no sistema escolar (“a escola está preocupada em ensinar – e não fazer o aluno aprender”). A escola quer formar os cidadãos médios, mas é preciso valorizar os bons alunos, aqueles que irão compor as elites científica e intelectual, de onde são extraídos os elementos capazes de sustentar a liderança em setores determinados do conhecimento ou do pensamento.
    Há exemplos internacionais do que deve ser feito, como é o caso da Bronx School of Science (NY), que trabalha com alunos superdotados para o ensino de Ciências. Eles são estimulados, por mestres competentes, em laboratórios devidamente apetrechados, para que se ampliem as suas possibilidades de acesso a outros patamares da ciência moderna. As nações desenvolvidas agem dessa forma. Não temos outra saída senão seguir os seus passos.

  20. Nelson Valente disse:

    Caro Jorge Cunha Lima

    Saudades da Fundação Cásper Líbero?

    Abraços,
    Nelson Valente

Deixe um comentário:

Antes de escrever seu comentário, lembre-se: o iG não publica comentários ofensivos, obscenos, que vão contra a lei, que não tenham o remetente identificado ou que não tenham relação com o conteúdo comentado. Dê sua opinião com responsabilidade!

Os campos com * são de preenchimento obrigatório







Voltar ao topo