ACABOU O HORÁRIO NOBRE NA TV
NO INCRÍVEL PAÍS DAS LIMINARES
É convicção geral que as decisões judiciais devem ser cumpridas. Estamos todos de acôrdo. Quando a decisão não interessa aos prejudicados há infindáveis recursos.
E quando o prejudicado é a sociedade inteira? E quando o bom senso indica um caminho diferente do juiz? A coisa fica mais difícil. Como nós não elegemos magistrados, não temos como nos vingar das decisões.
Depois de anos de trabalho sério feito pelo Ministério da Justiça e todas as representações da sociedade civil ligadas à questão, inclusíve os representantes da TV Comercial, foi estabelecida uma diretriz fixando os horários adequados à audiência infantil. Foi assim criado um horário nobre (simbólico)para as crianças. A baixaria ficaria para mais tarde, ao arbítrio dos adultos. Pois bem, a referida liminar liberou geral. Sexo,droga, violência e rock and roll estão liberados para qualquer horário. A ABERT exulta
Responsável pelos horários são os país, não o país.O país, governado pelo estado não pode nterferir. Isso é uma idiotice. As crianças têm acesso à televisão independentemente da autorização paterna, em qualquer lar do Brasil, quando há lar.
As últimas liminares brasileiras, relativas ao Bingo, também devem ser respeitadas. As consequências estão aí, para serem saboreadas ou choradas. a liminar que libera os horários de televisão constitue um insulto à sociedade. E não me venham, falar de liberdade de expressão. A Constituição é clara: toda televisão tem que defender os valores da família. Já que não fazem isso, só resta controlar os horários.
Não é o horário nobre que acabou, acabou a nobreza das decisões.

É uma vergonha esta decisão. A programação da TV nos constrange diante de nossos filhos. Que esta liminar seja derrubada. Juiz safado.
Concordo totalmente. É um balde de água fria na esperança de mudar para melhor. Sabemos que existe corrupção, e existirá sempre, temos que usar a experiência dos grandes exploradores de brechas na lei, em beneficio da administração do País. O que está indignando mais ainda é que está sendo mostrado a corrupção no Judiciário, como funciona a Máfia dentro do Estado, e a parte boa não se levanta, não reage, não defendem a honra quando enlameados, pelo contrário cumprem a Constituição exemplarmente, o que não aconteceu com outros Poderes. A informação perdeu agilidade. A Imprensa tem que ser livre, não justa.
Absurda,cínica e criminosa é a
chamada das TVs,que diz quem
vai escolher o que seus filhos vão
ver! (os pais).
Somente imbecis acreditam nisso!
É realmente vergonhoso. Mas o que mais me irrita nesse convescote todo a Abert é esse argumento hipócrita de que os responsáveis pelo que crianças assistem na TV são os pais. Numa sociedade moldada para cultivar o individualismo, exarcebado pela televisão como companhia, há duas alternativas: 1) os lares humildes, composto de pessoas de baixa formação cultural, geralmente desestruturados, nos quais os adultos poucas condições têm de interferir nos hábitos televisivos das crianças (isso quando os adultos estão em casa) 2) lares de classe média para cima, nos quais há uma TV em cada cômodo e, ai, não há nenhuma possibilidade de controle sobre o que se assiste e em que horas se assiste. Ai vem a ABERT dizer, há mais isso é culpa dos pais…. certo, e ignora-se que esses pais são fruto dessa sociedade…. e por ai vai. Enquanto isso, dá-lhe baixaria, programação de péssima qualidade, para não falar na falta de opções de conteúdos entre as dezenas de canais…. É lamentável
Não sou e não tenho a pretensão de ser um Cavaleiro do Apocalipse, mas não acredito mais em mudanças para melhor em nossa sociedade. Infelizmemente, estamos à mercê de “autoridades” de moral e saúde mental duvidosas.
Pelo simples fato de estar investido no “poder”, não significa que estes csenhores são “normais” ou preocupados com o bem-estar social/familiar. Não acredito em suas boas intenções, nem em suas decisões como boas.
Como somos um povo pacífico, só nos resta o “conformismo”.
Valores da Família? quais valores e em que tipo de família estamos pensando? – só isso…
Seus argumentos nesse caso são louváveis e corretos Jorge. O Estado quer se eximir de responsabilidades e transferi-las ao cidadão como sempre. No entanto tome tento quando se refere à valores da família. Sob esse pretexto as ditaduras sempre se consolidaram e o termo sempre foi usado e cunhado pela extrema direita pra defender seus valores hipocritas. Esses “valores da família” são os mesmos defendidos pelo governo Bush.
Barão de Limaré
Um dia se falou que o povo brasileiro não sabia votar. Resolveu-se então acabar com voto.
Um dia resolveu-se que o povo brasileiro não podia jogar. Acabou-se o jogo.
Agora resolve-se que o povo brasileiro não sabe escolher o que ver na televisão. Proponho então acabar a televisão.
Democracia é escolha, democracia é respeito as decisões do individuo, não é o estado que deve decidir no que voto, no que jogo ou no que vejo.
Estas são escolhas individuais!!!!
Todos os paises que temos como exemplo tem legislação sobre jogo!
Como somos criativos temos meia legislação, porque apesar do todos acham bingos não são proibidos.
O controle do que, e de quando os filhos assistem televisao, estao totalmente nas maos dos pais ou responsaveis.
Jorge, faço minhas as suas palavras. Esta semana esteve um Bispo no Programa do Jô e perdeu uma grande oportunidade de defender esta idéia, talvez pela pressão do entrevistador que (servo da globo) perguntou ao representante do clero já banindo a idéia. O Bispo disse que acredita no bom senso dos pais. CARAMBA, bom senso as seis da tarde??? As sete da noite?? os pais nem chegaram em casa ainda e seus finhos já estão assistindo a destuição dos valores fornecidas pelas nossas TVs com concessão pública. É de ficar triste.
Pergunta ao Barão de Limaré: o Sr.
gostaria de ver um filho seu
assistir uma “surubada” na TV ?
Hei Guilherme tu não consegues
distinguir crianças de adultos ,estes
sim autônomos !