MARKUN INDICADO CANDIDATO
Algumas diretrizes do candidato à presidência da Fundação Padre Anchieta – TV Cultura.
Reproduzo alguns dos trechos do texto enviado pelo jornalista Paulo Markun, já indicado como candidato por 18 conselheiros eletivos, aos membros do Conselho Curador da Fundação Padre Anchieta:
Desde o começo da década de 60, a Cultura é um pedaço da minha vida.
Aos 23 anos, já profissional, Vladimir Herzog colocou-me na chefia de reportagem do nosso departamento de jornalismo.
Em 1975, Pacheco Jordão, escolhido por Mindlin para dirigir o jornalismo da TV Cultura, manteve comigo inúmeras conversas sobre o jornalismo da TV Cultura, pois desejava convidar-me para trabalhar com ele.
Em 1988, Roberto de Oliveira, durante a gestão de Roberto Muylaert, levou-me para a Cultura, como comentarista de mídia do Metrópolis, recém lançado.
Dez anos mais tarde, pelas mãos do diretor de jornalismo, Marco Antonio Coelho Filho e do então diretor-presidente Jorge da Cunha Lima, voltei à Cultura como apresentador do Roda Viva. E o atual presidente , Marcos Mendonça me proporcionou o cargo de diretor deste que é, sem dúvida, o mais longevo, influente e respeitado programa de entrevistas da televisão brasileira.
Minha eventual gestão terá como baliza o art. 3º do nosso estatuto: a defesa e o aprimoramento integral da pessoa humana, por meio de sua formação crítica para o exercício da cidadania, valorizando sempre os bens constitutivos da nacionalidade brasileira, no contexto da compreensão dos valores universais.
Meu norte está inscrito entre os art. 220 e 224 da Constituição Federal: as emissoras de televisão devem dar prioridade a finalidades educativas, artísticas, culturais e informativas; promovendo a cultura nacional e regional e estimulando a produção independente. Será vedada toda e qualquer censura de natureza política, ideológica e artística.
A Cultura será mais ainda cultural, informativa, educativa, artística e inovadora.
A educação seguirá sendo um dos nossos pilares e sua difusão se dará por todos os meios eletrônicos – rádio, televisão, internet e novas mídias -.
Nossa missão, como aponta relatório do II Fórum Nacional de TV Públicas, é uma educação capaz de ensinar com a linguagem do veículo e não apenas reproduzir a lição da sala de aula.
Outro esteio já incorporado ao nosso DNA será a programação infantil. Na teledramaturgia, outro destaque da programação.
Será necessário lutar pelo aumento da dotação de recursos públicos.
No estabelecimento das diretrizes de ação para a Cultura será valioso o documento Missão da Televisão Pública, sancionado por este Conselho, bem como os esforços da ABEPEC e os consensos construídos nas duas edições do fórum Nacional de TVs Públicas.

Caríssimo Barão de Limaré.
Que esta vá encontrá-lo sempre em gôzo de boas saúdes.
Mas que idéia tivestes, caríssimo!
A única dúvida seria, talvez , em saber por qual método iríamos implodir a placa do mercador mendonça.
Pois deverá ser do modo mais vil, mais canalha e mais ultrajante, para fazer jus ao idealizador de tais excrementos contra os paulistas.Para a demolição ou implosão da placa do mendonça mercador, poderíamos aplicar o método análogo ao que ele usa para demolir sem piedade uma das únicas coisas boas que os paulistanos tinham, a Tv Cultura. Um método CULHA.
(misto de canalha com pulha)
Saudações da sua companheira de aflições.
Madame Lebre
Meu caríssimo Barão, caso tenha o interesse da minha participação em um bom plano, aí vai meu endereço eletrônico:
lulebre@terra.com.br
Meu caro Barão, a coisa anda de mal a pior!
Ontem à noite, foi “inaugurada uma programação” da tv thathi-cultura, como se auto apresenta.
Apesar de já existir, o programa POLEMICA, trouxe como novidade inaugurativa , o sistema de entrevistas. E entrevistou por uma hora inteira, um empresário de Sorocaba, se não me engano, de nome Ademar José Fernandes que está ianugurando as vendas de um mega empreendimento em Ribeirão Preto, chamado Mercadão da Cidade, aos moldes de um de Sorocaba e de outro em Jundiaí, segundo o qual “copia” o Mercadão de São Paulo.
Falava que la vai ter bacalhau, pastel de bacalhau, sanduíche de mortadela, boxes de queijo, lojas de roupas, lavanderias, butiques, enfim, de um tudo.
E o “entrevistador”, incentivando e louvando a maravilha que vai ser, numa velada (ou não) insinuação para que os empresários da região não deixassem de procurar a empresa Forte Guimarães, para comprar seu box, pois vai ser em sistema de condomínio. Um mega empreendimento, com propaganda de vendas na tv cultura, masacarado de polêmica (?)
Enfim, uma maracutaia da grossa.
Ora, o tal Chain espertamente, coloca no ar um programa chamado Polemica, para vender um mega empreendimento. ($$$$)
Isso é o melhor que temos na tal tv thathi-cultura.
Estou sem esperança, pois o lógico seria acabar com essa parceria vil que o mercador mendonça fez!
Madame Lebre a desesperançada!
Prezado João Mario,
Conforme sua solicitação, retransmito comentário postado no blog do Jorge da Cunha Lima.
Abraço
Marcelo Belleza
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