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13/04/2007 - 19:51

ESTADÃO – UMA LIÇÃO DE ÉTICA

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ERRAMOS COM E MAIÚSCULO

Quando escrevi meu blog “Uma informação correta sobre as eleições” busquei, como o próprio texto indicava, corrigir informações de “fontes fidedignas”" , mas equivocadas, que causaram graves transtornos à Fundacão. Hoje não quero falar disso, questão superada. A agenda das eleições está clara, dia 7 de maio, e os procedimentos eleitorais já são conhecidos da população.Importante, muito importante é o procedimento inédito do jornal O ESTADO DE SÃO PAULO. Ricardo, o novo diretor de redação informou-me que saíria uma correção da matéria publicada.Imaginei um “erramos”, perdido na massa editorial da publicação. Saiu, no mesmo espaço, com a mesma centimetragem,longa matéria, retificando os equívocos e produzindo novas informações necessárias. E mais, até um pedido de desculpas aos conselheiros, que compareceram inutilmente a uma reunião que não houve. Já fui diretor da Ultima Hora, do Senhor Vogue, da Gazeta, da Cultura e, confesso, nunca ter visto tal procedimento.O mais importante, contudo, foi a informação dada pelo mesmo diretor de que esse será de agora em diante, um procedimento normal do jornal. No conturbado universo da comunicação brasileira a ética desse procedimento deve ser percebida por todos os meios de comunicação. O cidadão e as instituições vão sentir-se bem mais respeitados na sua dignidade.

Autor: Jorge da Cunha Lima - Categoria(s): Sem categoria Tags:

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2 comentários para “ESTADÃO – UMA LIÇÃO DE ÉTICA”

  1. Barão de Limaré disse:

    Sem dúvida Jorge que foi um procedimento mais do que correto o do Estadão ao retificar imprecisões na matéria do Jotabê Medeiros. Ficou faltando dizer apenas que as últimas grandes mudanças efetuadas na Tv Cultura foram capitaneadas por Roberto de Oliveira quando o pavão Roberto Muylaert era o presidente. Equivocadamente Jotabê disse que tinha sido Beth Carmona que na ocasião era chefe do departamento de divulgação quando Roberto Oliveira mexeu com a televisão e Muylaert quis pegar carona. Contudo , todavia, se o Estadão acerta em seu procedimento vc tb não precisa exagerar na bajulação ao vetusto jornalão da família Mesquita. Esse não é um procedimento inédito na imprensa brasileira. É raro mas não inédito… procure se informar melhor… essas correções são feitas geralmente quando de interesse do próprio jornal… não sei se foi o caso mas , enfim , é louvável mesmo… melhor do que ficar lendo aqui no seu blog os comentários de Marco Nascimento dizendo que revolucionou o jornalismo na Tv Cultura com a criação do 60 minutos… é de chorar de rir…que a Tv Cultura tenha mais sorte daqui pra frente…

  2. Welter Demundituti disse:

    Aproveitando a “cartola” da matéria, vale dar uma retificada no texto, pq vc acaba de rebatizar o Estadão, vai lá e tira o “ÃO” e põe apenas um um “esse ponto Paulo” (simples, assim: S. PAULO)…não se pode brincar com um nome secular. E qto ao “Ricardo”, não se poderia esperar outra coisa o Gandur (ou, Ricardo) é exemplo de ética e profissionalismo. Exatamente como o Markun.

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