12/10/2009 - 18:58
Não dá para ficar quieto, já estão dizendo por aí que nada está definido.
A mania minha inclusive, de adivinhar o campeão com antecedência, nunca foi tão desmistificada quanto este ano.
O Palmeiras está um perde ganha danado.
O Cruzeiro ganha volta a ser candidato. Perde deixa de ser.
O São Paulo parece fazer questão de não ser.
O Flamengo ganha do São Paulo e passa a ser candidato ao título. Até outro dia não passava de um pobre time devedor de milhões e milhões de reais. Caindo pelas tabelas. Agora move milhões de apaixonados torcedores atrás de uma esperança que nem palpável é até agora.
O Inter então, não consegue resolver seus problemas nem trocando de técnico.
E o Atlético-MG? Nossa, tem hora que parece arrasador e momentos em que parece o time da esquina.
Isso sem falar dos times como o do Santos ou do Grêmio que vão a campo só para dar raiva aos seus pobres torcedores.
O do Botafogo, do bom Estevam Soares, ri de bandeira desfraldada por ter saído da zona do rebaixamento.
O Fluminense espera ganhar a Sul-americana, e seu torcedor feliz, esquece que o clube está caindo para a segunda divisão.
Nem no meio do bolo a coisa é diferente. Um dia é o Avaí com um Silas pelo qual tenho o maior respeito, com pinta de ser a grande revelação do campeonato. No outro dia deixa de ser porque surge o Goiás de um Hélio dos Anjos, que de celestial não tem nada, com a força de um búfalo, que logo vira um tourozinho domesticado.
Como eu ia dizendo no início, falam que o Tricolor das Laranjeiras é agora candidato ao título.
Sou mais o Barueri.
Autor: Michel Laurence - Categoria(s): Notícias
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20/09/2009 - 22:37

George W. Bush
Deram uma moeda para o George Bush sortear quem daria a saída no jogo entre o Dallas Cowboys e o New York Giants… pela NFL. O ex-presidente ficou todo atrapalhado e jogou a moeda de qualquer jeito.
Um vexame.
Que talvez tenha disfarçado um pouco os vexames de Corinthians e Fluminense por aqui.
O Santos deu meio vexame. Mas se despediu, essa noite, com um empate em zero com o Botafogo, da luta por uma vaga para a Libertadores do ano que vem.
O Fluminense, de tantas glórias e tradições, levou de cinco e continua em último, precisando de pelo menos oito pontos para sair dos últimos lugares.

Fernandão do Goias
O Corinthians foi diferente. Diferente porque a entrevista de Mano Menezes, segundo antes do inicio do jogo, já disse tudo o que ia acontecer:
- Contra um time perigoso e veloz como esse do Goiás é preciso se prevenir contra tudo.
O Iarley, 34 anos, arrasou.
E a volta de Ronaldo mostrou que jogar “sozinho”. por mais craque que seja, não dá. Ele também, apesar de como sempre fazer lances diferenciados, não jogou para o gasto.
E continuo não acreditando que ele tenha pedido para jogar a Copa do Mundo do ano que vem. Ele é muito sério para fazer uma coisa dessas.
O São Paulo se livrou por pouco. E só se livrou porque o Santo André custou a perceber que podia vencer.
O São Paulo deu “sorte” de o juiz não dar um pênalti claro de Miranda em Fernando e, depois, quando o time do ABC substituiu Marcelinho por lesão e ganhou em velocidade.
Saiu o gol de paraguaio-boliviano-brasileiro Pablo Escobar e poderiam ter acontecido outros.
O empate foi bom.
A responsabilidade ficou agora nas costas do Palmeiras, que joga no complemento da rodada, quarta-feira, contra o Cruzeiro, no Mineirão.
De qualquer forma, o campeonato continua completamente indefinido.
Autor: Michel Laurence - Categoria(s): Comentário
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07/07/2009 - 17:39
Se o Botafogo é o clube mais supersticioso do Brasil deve a um homem chamado Carlos Martins da Rocha ou apenas Carlito Rocha, ex-jogador, que chegou a presidente do clube.
Por coincidência ou não Carlito nasceu exatamente no ano da fundação do Club de Regatas Botafogo, 1894. 
Como jogador teve a carreira terminada cedo devido a uma pneumonia braba, em 1918.
Mesmo assim foi campeão carioca em 1912 e depois como técnico em 1935.
Mas como cartola virou mito.
Como presidente seu reinado foi curto de 1948 a 1951. O bastante para ele conquistar o Campeonato Carioca de 48 e criar toda a mística que envolve o clube até os dias de hoje.
A frase “Tem coisa que só acontece com o Botafogo” vem desde aqueles tempos.
O Botafogo em 48 tinha um timaço: Osvaldo Baliza (”Baliza” pelo tamanho, mais de um metro e noventa); Gérson (irmão de Zezé e Aimoré Moreira e mais tarde técnico do Cruzeiro) e Sarno (ex-técnico do Corinthians, que escreveu o livro A Dança do Diabo – o melhor retrato do futebol brasileiro daquelas época); Marinho, Nílton e Juvenal; Paraguaio (um dos primeiros estrangeiros a jogar no Brasil); Geninho (que depois virou técnico); Zezinho (que jogou muitos anos no São Paulo); Otávio (jogava muito) e Braguinha (que infelizmente era o mais fraco do ataque e vivia sendo achincalhado por Heleno de Freitas).

Mas para Carlito não bastava um time forte.
Ele pregou e divulgou que seus jogadores tomavam gemada (gema de ovo batida com açucar) para criarem resistência e força.
Um dia um cachorro branco com manchas pretas – típico vira lata – entrou no vestiário do Botafogo, e nessa tarde o time ganhou. Carlito fez questão de adotar o cachorro que acompanhava o time em todos os jogos.
Certa vez o cachorro que passou a se chamar de Biriba e chegou a criar uma fama as vezes superior a dos jogadores, fez xixi no pé de Juvenal, já pronto para entrar em campo. No jogo Juvenal – que teria ficado brabo com o Biriba – fez um gol que deu a vitória ao time. A partir daí Carlito Rocha não deixava o time entrar em campo sem que antes Biriba tivesse feito xixi no pé de Juvenal.
Venerado pela torcida Carlito não se importou em vender Heleno de Freitas – que vivia brigando com torcida e jogadores – para o Boca Júniors, da Argentina.
Mesmo quando deixou de ser o presidente do Botafogo, Carlito Rocha nunca deixou de participar da história do clube.
Deus foi bondoso com ele. Viveu muito repartindo seu amor entre a família e o clube. Morreu em 1981 aos 87 anos.
Autor: Michel Laurence - Categoria(s): Causos do Futebol
Tags: botafogo, Causos do Futebol
17/05/2009 - 21:10

O goleiro Renan, do Botafogo, que completa 20 anos amanhã, cai nos pés de Ronaldo Fenômeno, rouba a bola onde geralmente os goleiros cometem pênalti e alguém diz:
- Ronaldo perdeu gol feito!
Na minha opinião, Ronaldo não perde gol, nunca.
No lance, o goleiro fez uma defesa sensacional!
Tocante foi a homenagem do goleiro Júlio César, da Inter de Milão, ao seu ex-companheiro Adriano, o Imperador.
Alguém disse que “Adriano não tinha que ser homenageado porque praticamente não tinha participado da conquista do título italiano pelo clube de Milão”.
O que será isso? Bronca?
Deixar de elogiar Júlio César, que está numa fase maravilhosa, e tem tempo de se lembrar de um companheiro, comemorando o título vestindo, ainda dentro do campo, a camisa do Adriano, ou criticar por criticar um jogador que passou por uma crise terrível?
Sei lá, não gosto de criticar companheiros, mas parece que a crítica dá mais prestígio do que o elogio.
Que rodada foi essa? Três empates por zero a zero; derrota do Cruzeiro, que é apontado como um dos favoritos ao título; empate do Santos na Vila contra o Goiás, depois de estar vencendo por 2 a 0 e depois por 3 a 1. O Goiás continua sendo a pedra na chuteira do Peixe.
E o São Paulo se debate vítima de suas próprias fragilidades.
Vender muito, nem sempre significa colocar o balanço anual em dia.
Às vezes, representa a perda de uma hegemonia.
Autor: Michel Laurence - Categoria(s): Notícias
Tags: adriano, botafogo, campeonato brasileiro, Corinthians, cruzeiro, goiás, Inter de Milão, Júlio Cesar, renan, ronaldo fenômeno, santos, São Paulo
16/05/2009 - 18:52

Como já escrevi Zezé Moreira foi um grande técnico.
Ele deu ao Brasil seu primeiro título internacional, quando ganhou o Pan-americano do Chile, em 52.
E foi também campeão com vários clubes: Fluminense, em 51; Botafogo, em 48; São Paulo, em 70.
Um dia quando era técnico do Botafogo trouxeram Mané Garrincha, então com 23 anos, de Pau Grande, terra natal do ponta, para um, teste.
Dizem que Zezé não gostou muito quando viu as pernas tortas de Mané. Mas como Garrincha era recomendado pelo grande Arati, médio dos melhores a jogar em General Severiano, resolveu dar uma chance ao protegido.
O marcador de Mané no treino foi o lendário Nílton Santos, que levou um tremendo “baile”.
Terminado o treino contam que Nílton Santos disse para o técnico:
- Zezé, manda contratar o moço, que não quero nunca mais enfrentar esse cara!
O Botafogo contratou Mané Garrincha e a história todo mundo já conhece.
Só que no meio dessa história, Zezé nunca se conformou com o fato de Mané driblar, driblar e gostar de driblar de novo.
Zezé era um perfeccionista, ele achava que os dribles de Mané não podiam ser desperdiçados, tinham que ter um objetivo mais definido.
Um dia ele teve uma idéia. Pegou quatro cadeiras, as dispôs em linha e disse para o Mané.
- Vamos lá, Mané, dribla as cadeiras e quando driblar a última, cruza ou então chuta em gol.
Garrincha era dócil, uma pessoa maravilhosa. Obedeceu sem questionar.
Pegou a bola, driblou as quatro cadeiras e cruzou.
Na segunda driblou as quatro cadeiras e chutou a gol.
Na terceira a mesma coisa. Quando chegou na sexta vez que driblou as cadeiras, driblou a última e de repente driblou de novo, e veio driblando a terceira, a segunda e a primeira.
Olhou para o técnico e explicou:
- Desculpa seu Zezé, mas não agüentei! Elas nem se mexeram!
(((Pronto, cumpri minha promessa e dedico essa história ao grande jornalista SANDRO MOREIRA, criador de inúmeras histórias de Mané Garrincha. Só espero que essa não tenha sido mais uma delas))))
Autor: Michel Laurence - Categoria(s): Causos do Futebol
Tags: botafogo, garrincha, Zezé Moreira
10/05/2009 - 21:23

É só olhar os resultados dessa primeira rodada.
Tirando a derrota do Corinthians – que foi mais consequência da “sede” de vencer a Copa do Brasil –, os demais resultados foram de um equilíbrio surpreendente.
O Santo André empatou com o Botafogo depois de estar vencendo por um bom tempo por 1 a 0.
O Santos conseguiu um empate que caiu do céu contra o Grêmio. em Porto Alegre, 1 a 1.
Dos 10 jogos, cinco terminaram empatados. Dois com vitória dos visitantes e apenas três times venceram com o mando de campo.
25 gols no total, média de 2,5 por jogo – graças principalmente ao empate em 3 a 3 entre Goiás e Náutico, no Serra Dourada.
Se continuar desse jeito, no fim vamos ter torneio extra entre cinco ou seis clubes para definir o campeão.
Autor: Michel Laurence - Categoria(s): Notícias
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05/05/2009 - 14:59
João Saldanha sabia comentar futebol como ninguém.
Ele tinha vários “macetes” para despertar a curiosidade dos ouvintes.
Em dia de grande clássico, por exemplo, ele sempre abria seus comentários na rádio explicando:
- Cheguei ao Maracanã e passei ali na bolsa de apostas. Sabe aquela rodinha de torcedores que fica na arquibancada atrás do gol, à direita da Tribuna de Honra? Os malandros estão dando o Flamengo como favorito: 5 por 1. Sei não…
Outras vezes ele falava:
- Ali na bolsa, você aposta o que quiser… – fazia suspense – até qual será o primeiro jogador a cuspir no campo!
Eu ficava vidrado e, comigo, provavelmente milhares de torcedores.
O pessoal em volta, radinho de pilha colado ao ouvido, incentivado pelas apostas que João divulgava, começava a “casar” um dinheiro ali entre eles.
- Aposto “dezinho” que o Botafogo põe a primeira bola pra lateral!
- Quem vai? Tenho vintão aqui e aposto que o Vasco vai ser o primeiro a chutar na trave! Quem topa?
E ecoava pelo Maracanã aquela vinheta criada pelo grande – segundo o que contava o meu amigo e jornalista Teixeira Heizer – reformulador do rádio esportivo no Brasil, Waldir Amaral:
“Rádio Gloobooooooooo!”
E entrava João Saldanha avisando:
- Agora me informaram que as apostas estão mais “parelhas”: 7 por 5, ainda a favor do Flamengo.
Um dia não agüentei e fui procurar a tal bolsa de apostas.
João Saldanha tinha acabado de falar que estavam dando o Fluminense como grande favorito, e quem apostasse no Bangu ganharia uma “nota preta” se o time de Moça Bonita vencesse.
Rodei, rodei, atrás do gol, à direita da Tribuna de Honra, procurei, procurei, perguntei dizendo que “eu queria apostar” e… nada.
Teve até um torcedor que, de radinho no ouvido, chegou a afirmar:
- Acho que hoje eles não vieram. Eu também queria apostar, mas não encontrei os caras…
João “Sem Medo” era demais!
Autor: Michel Laurence - Categoria(s): Causos do Futebol
Tags: bangu, botafogo, clássico, flamengo, fluminense, João Saldanha, maracanã, vasco
06/02/2009 - 18:19

Tenho visto os jogos do Campeonato Carioca.
Estou preocupado.
Eu sou de lá e comecei a ver futebol indo a Olaria, Bonsucesso, General Severiano, São Cristovão, Laranjeiras e claro, Maracanã.
Às vezes as pessoas não entendem porque critico tanto o atual futebol do Rio. É que fui do tempo em que jogo entre clubes do Rio e de São Paulo era pau puro. Mesmo quando o Santos de Pelé foi “adotado” pelo Rio, aconteceram jogos incríveis contra o Botafogo, de Mané Garrincha, Nilton Santos, Didi, Quarentinha, Zagalo, Paulo Valentim. Era 5 a 3 prá cá; 6 a 4 prá lá.
Agora quando vejo o Flamengo manquitolando; o Fluminense catando cavaco; o Vasco na segundona; o Botafogo montando e desmontando time todo ano, e América e Bangu quase extintos, fico triste, muito triste.
Minhas primeiras viagens internacionais como profissional de jornalismo foram com o Flamengo dos tempos de Fio – ele mesmo, o da música de Jorge Benjor – Tinteiro, Itamar, Mário Braga, o goleiro Ivan, Juarez; e logo a seguir com o América de Edu – irmão de Zico e Antunes – Eduardo (o ponta-esquerda que faleceu num desastre de automóvel quando defendia o Corinthians), Farah. Ica, Sudaco, Ari Caroço no gol, Alemão o central irmão do Manga, Zé Carlos, o pastor Luciano – uma figura maravilhosa, Ita. Passei 3 meses viajando com eles pela América Central, Caribe e norte da América do Sul.
O técnico do Flamengo imagine você era Flávio Costa – a própria história viva do futebol brasileiro; e o do América, Wílson Santos, um dos heróis do último campeonato carioca do América, em 1960, derrotando o Fluminense na final, por 2 a 0. Os dois já não estão mais entre nós, mas foram eles que me ensinaram (também devo muito a Evaristo Macedo e Armando Renganeschi, seu Antoninho – do Santos) o que sei de futebol.
Foi com esses personagens da história do futebol brasileiro que aprendi o que é ser jogador de futebol.
Assim, tenho todo o direito de ficar preocupado com a proximidade do Campeonato Brasileiro. Tomara que na próxima “janela” todos se reforcem e voltem a dar aos cariocas uma das poucas alegrias que ainda restam ao povo brasileiro.
Autor: Michel Laurence - Categoria(s): Notícias
Tags: america, botafogo, campeonato, carioca, flamengo, fluminense, vasco
01/02/2009 - 16:59

O Campeonato do Rio está dividido: uma semana o Mengão é ajudado pela “arbitragem”, na outra é o Vascão.
Está justificado. Afinal são os dois que enchem as “burras” dos pequenos e também dos grandes. Sem os dois o Maracanã e o Engenhão viveriam as moscas.
Márcio Braga que outro dia gritou a plenos pulmões:
- Acabou o dinheiro!
Tem toda razão. Mas seguramente não deve ser o dinheiro dele.
Sem o Mengão o futebol do Rio não existe. É só olhar o que aconteceu com o América, o que aconteceu com o Bangu e o que está por acontecer com o Botafogo.
Aí, meu amigo, a arbitragem tem que entrar em ação.
E o Michael Phelps? Oito medalhas de ouro e um cigarrinho daqueles no canto da boca.
Pensei que fossem só os brasileiros que ficaram ricos – tipo Robinho, Ronaldinho Gaúcho, Nenê do basquete – que dão mal exemplos a garotada que os admira.
Mas não. Os bem formados em terras desenvolvidas, também são pecadores.
É uma vergonha, com diria Boris Casoy.
Tomara que não seja verdade.
(A Veja deitou e rolou no caso Robinho. ETA, ferro!)
Autor: Michel Laurence - Categoria(s): Notícias
Tags: bangu, botafogo, carioca, flamengo, michael, phelps, vasco
30/01/2009 - 14:17

A Vila está bonita, mas o time é ruim!
O Flamengo está com uma “parceria” estranha: a arbitragem!
Com 5 a 1 não tem altitude que assuste o Palmeiras.
O Santos pegou os jogadores do Botafogo e do Vasco que não ganhavam de ninguém, e botou no time. Está dando no que você está vendo. Não tem Kleber Pereira que dê jeito.
Alguém vai dizer: “mas o time está invicto depois de 3 jogos!”.
Aconteceu, só isso. No primeiro jogo, o time ganhou de 2 a 0, com as calças na mão; no segundo foi 2 a 1, Deus sabe como e no terceiro ontem, o Peixe mostrou que está fora do páreo.
Antes era uma defesa ruim, que não tem quem agüente o Domingos. Agora é uma defesa ruim com um ataque horrível – apenas com Kleber Pereira aparecendo de vez em quanto – e um meio campo em que só o Rodrigo Souto se salva.
A arbitragem está marcando pênaltis “maravilhosos” a favor dos mais fortes, claro. Para o Flamengo tudo, até jogando contra um Bangu que a gente não ouvia falar desde os primórdios de minha carreira, lá por volta de 1965/66.
Até parece que tem algum “planejamento” tipo: “vamos dar um jeito. O Flamengo tem que chegar; o Corinthians também!”. Fica feio.
Acho que nenhum dos dois precisa.
O torcedor não é bobo. Percebe tudo, até quando é a favor do time de seu coração. Sabe que se hoje foi na favor, amanhã pode ser contra.
Quem manda é o dinheiro.
Por falar em dinheiro você viu a cara do presidente da CBF, Ricardo Teixeira, na visita do presidente da FIFA, Joseph Blatter, ao governador José Serra?
Rapaz, o homem parecia que ia bater no primeiro que atravessasse seu caminho.
Será que é para todo mundo pensar que ele é sério?
PS: por favor, desculpem, a falta de textos nos últimos dias. Culpem a Internet e a falta de luz. E principalmente as chuvas.
Autor: Michel Laurence - Categoria(s): Sem categoria
Tags: botafogo, flamengo, palmeiras, santos, vasco
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