Publicidade

Posts com a Tag botafogo

segunda-feira, 25 de abril de 2011 Notícias | 20:49

Tirando a limpo!

Compartilhe: Twitter

O futebol deste fim de semana não deixou dúvidas: quem é forte manda!

Em São Paulo Corinthians, Palmeiras, São Paulo e Santos – sem choro nem vela.

Em Minas o Cruzeiro quase jogou o América de Teófilo Otoni para fora do mapa do Estado.

No Rio Grande do Sul o Inter pode até suar, jorrar sangue, mas está na final.

No Rio sobrou para o Botafogo. Não adianta time econômico não chega lá. Uma vez tive um diretor numa TV, que dizia:

- Está certo somos poucos, ganhando mal, mas por isso mesmo não corremos o risco de ser demitidos.

E se gabava:

- Somos uma equipe “sequinha”!

A seção implodiu, não sobrou pedra sobre pedra e a TV contratou profissionais a peso de ouro vindos do Rio de Janeiro.

O Botafogo lamentavelmente sofre do mesmo problema. Sem profissionais vai implodir.

Aí, com a eliminação do Botafogo, ninguém é louco de deixar Flamengo e Vasco de fora. E nesse caso quem pagou o pato foi o Fluminense que vinha de uma classificação mitológica na Libertadores e estava com o espírito desarmado depois daquele milagre contra o Argentino Juniors.

Vai ter Flamengo – que se classificou nos pênaltis – e Vasco que fez 1 a 0 e mais nada contra o Olaria.

Quem ia ser louco de deixar o Olaria eliminar o Vasco?

Nem que fosse preciso contratar os 300 de Esparta!

Autor: Michel Laurence Tags: , , , , , , , , ,

quinta-feira, 21 de abril de 2011 Notícias | 16:14

Milagres acontecem – Parte 2

Compartilhe: Twitter

 

mas desta vez custaram caro.

Outro dia escrevi que a cota de milagres do Fluminense estava esgotada e que ele não iria se classificar.

Ontem a noite cheguei a conclusão que o Tricolor das Laranjeiras criou uma intimidade muito grande com os milagres.

A vitória ontem sobre o Argentino Juniors seria digna de uma crônica de Nélson Rodrigues, o dramaturgo apaixonado pelo Fluminense.

Foi algo do além.

Uma arbitragem pífia.

Um goleiro em noite péssima.

E goleada surrealista.

E o milagre com a camisa do Fluminense abraçado aos jogadores.

Só que terminado o jogo, a velha bestialidade dos argentinos no futebol voltou a tona.

Pancadaria para descontar a goleada e garantir o perdão da torcida pela goleada vexatória.

 

“Perdemos na bola, mas ganhamos no braço”!

Bobagem!

A única coisa que fica é que vez por outra o futebol argentino volta aos tempos em que foi banido de competições internacionais por acontecimentos como o de ontem.

Alguém vai perguntar: “E a pancadaria entre Avaí e Botafogo é o que?”.

É idiotice também.

Só que como não vi onde tudo começou não vou exagerar nas críticas.

Nas imagens divulgadas a gente só vê o Loco Abreu partindo feito um “loco” pra dentro do Marquinhos (Ex-Santos) e levando a pior. Depois a briga foi geral.

Coisa feia!

Só queria acrescentar uma coisa… e vou: outro dia achei uma bobagem a expulsão do Neymar por ter colocado uma máscara no rosto.

Ontem ele ironizou o fato, fazendo uma espécie de mascara com as mãos depois de marcar o primeiro gol da classificação do Santos contra o Táchira, da Venezuela. Pois acho que o gesto deveria ter sido punido… não foi.

Aí quando critico as arbitragens tem gente que escreve reclamando.

Autor: Michel Laurence Tags: , , , , ,

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011 Notícias | 18:02

Jogar bola como antigamente!

Compartilhe: Twitter

Essa Copa do Brasil mexe com a minha cabeça.

Primeiro vem o River Plate, de Sergipe (que ninguém que transmitiu explicou qual a origem do nome – evidente que é por causa do clube argentino, mas por que um time de Sergipe resolve dar ao seu clube o nome de River Plate).

Mas o tal de River Plate começa a tocar a bola como se tocava antigamente.

Me lembrou até um time do América do Rio, do início dos anos 50, dos meus tempos de guri, que ganhou o apelido de “Tico Tico no Fubá”.

Esse time do América tinha um tal de Maneco que jogava uma barbaridade, mas o time tocava tanto a bola que esquecia de fazer o gol.

 

Escurinho, ídolo do Fluminense

 

Você vai dizer: “Impossível! O Michel ficou maluco!”.

Não, não fiquei.

Se você viu o jogo entre River Plate e Botafogo ontem a noite, você deve ter notado que o time do River despreza o gol.

Quando atacava pela esquerda então, era igualzinho ao Fluminense dos tempos de Escurinho – um velocista da ponta-esquerda – de um time que tinha o apelido de “Timinho”.

O cara do River corre feito um capeta (será que capeta corre?)!

Evidente que o Botafogo foi muito superior e perdeu por uma brincadeira do destino.

 

Seleção Carioca campeã brasileira de 1946. Em pé: Johnson (massagista), o goleiro Luís Borracha, Eli, Augusto, Jorge, Danilo Alvim e Haroldo. Agachados: Pedro Amorim, Maneco (em destaque, Heleno de Freitas, Ademir de Menezes, Chico e o massagista Mário Américo.

 

Também acho que no Engenhão o time do River Plate não vai jogar bonito como antigamente.

Deve se retrancar, amontoar zagueiros e volantes e chutar para todos os lados, retardando a fatalidade da derrota o máximo possível.

Mas para mim foi um imenso prazer ver o time do River Plate tocando pra lá, pra cá, girando, driblando “inutilmente” – não sei por que acham que o drible tem que ter uma utilidade quando ele é usado segundo consta só para ultrapassar e deixar envergonhado um adversário.

Mas se os dois times jogarem de peito-aberto vai ser lindo!

Autor: Michel Laurence Tags: ,

segunda-feira, 22 de novembro de 2010 Notícias | 15:30

O perigo chegou!

Compartilhe: Twitter

Você deve ter percebido tanto quanto eu!

O futebol está definitivamente sob suspeita!

Quando a paixão ultrapassa a honestidade e a honra, passa a ser totalmente impossível acreditar que um resultado entre dois rivais tenha sido conseguido apenas em conseqüência de um ser melhor do que o outro.

O que se viu neste final de semana no Campeonato Brasileiro foi torcedores pedindo abertamente que seu clube entregasse o jogo a um adversário para prejudicar diretamente um rival; o que se viu também foram jogadores sendo expulsos (não estou colocando sob suspeita, mas apenas mostrando que as expulsões nas circunstâncias que envolviam a partida, podem ficar sob suspeita) e prejudicando um rival; e pênaltis definitivos marcados quando eles eram mais necessários para favorecer este ou aquele.

Claro que olho tudo isso com muita tristeza, mas também com um medo danado que o esporte que mais amo seja transformado em um jogo de malandros capazes de manipular resultados e até deliberadamente prejudicar um clube odiado.

E principalmente que nada dessas sujeiras sejam combatidas.

O São Paulo perder de goleada para o Fluminense depois de ter dois jogadores expulsos quando a partida estava empatada e direta ou indiretamente prejudicar o Corinthians (pelo menos era o que cartazes de torcedores pediam nas arquibancadas) chegou a provocar um desabafo do goleiro Rogério Ceni:

- Tomar de 4 é uma vergonha!

E um pênalti que em outro momento não seria colocado sob suspeito, provocou a ira do zagueiro Chicão:

- Falaram tanto do pênalti a nosso favor no domingo passado que hoje o juiz marcou um penal numa bola que bateu na mão do nosso jogador.

E teve até quem lembrasse que o Inter derrotando o Botafogo ajudou o arqui-rival Grêmio a ficar com a quarta vaga para a Libertadores caso ela venha a estar disponível.

Foi como se lá no fundo pintasse uma reclamação por “tamanha honestidade” do Inter.

Lamentável!

Autor: Michel Laurence Tags: , , , , , ,

terça-feira, 26 de outubro de 2010 Causos do Futebol | 18:05

Causos do Futebol – Pensamentos em torno de gênios!

Compartilhe: Twitter

Eu sempre imaginei “e se Gérson, Didi e Rivelino tivessem jogado juntos!”, o que poderia acontecer? Já imaginou o show de categoria que iria ser?

E eu sempre penso: ora, Michel, Didi é de uma geração, Gérson e Rivelino são de outra. É verdade, mas as duas gerações não são tão distantes uma da outra. Didi jogou as Copas de 50 (como reserva, vice-campeão mundial), 54 (como titular e eliminado nas oitavas de final), 58 e 62 (como bicampeão mundial). Gérson jogou as Copas de 66 (uma catástrofe) e 70 (tricampeão Mundial). Rivelino as de 70 (tricampeão mundial), 74 (quarto lugar) e 78 (terceiro lugar invicto).

O Botafogo dos anos 60, com Didi e Gérson

Aí mexendo nos arquivos encontrei uma foto do Botafogo de 1964, com Gérson e Didi na mesma linha de ataque: com Manguinha, Nílton Santos, e claro Mané Garrincha.

Esse jogo que reuniu os dois no mesmo time aconteceu no Peru. Que sorte dos peruanos!

Aí fiquei pensando que o Gérson talvez tenha sido maior do que o Didi.

Será?

Ou o Didi era maior do que o Gérson?

Só sei que os dois tinham a bola como amiga.

Didi sempre explicou “treino é treino; jogo é jogo”. Essa frase ele criou em 58, pouco antes da Copa quando diziam que Moacir, do Flamengo, era melhor do que ele e que o Moacir tinha treinado melhor do que ele. “A bola corre mais rápido do que qualquer jogador! Então é ela quem tem que correr e não o jogador!” quando via jogadores saírem em desabaladas carreiras atrás de uma bola que não iam alcançar.

Gérson sempre foi clarevidente.

Ele gosta de explicar porque Pelé é inigualável.

“Depois do jogo de estreia na Copa de 70, contra a Tchecoslováquia, perguntei a Pelé: por que você matou no peito aquele lançamento e não fez o gol de cabeça? E ele respondeu: porque o goleiro deu um passou para dentro do campo. Se cabeceio ele pega. Aí preferi matar no peito e trocar o chute de esquerda pelo de direita!

Aí no jogo contra a Itália fiz um lançamento igualzinho para o Negão, que subiu e tocou para Jairzinho fazer o nosso terceiro gol. Perguntei de novo: por que você não matou no peito como contra a Tchecoslováquia? E ele respondeu: porque o zagueiro da Itália ficou muito junto de mim. Se mato no peito podia bater nele e poderia perder o lance. Preferi tocar de cabeça para Jair que vinha entrando!“.

Aí Gérson abre um imenso sorriso e termina:

- Quer dizer, ele via tudo isso em questão de décimos de segundo. Por isso ele pensava um dia na frente de poucos; uma semana na frente de alguns e meses na frente de muitos.

Autor: Michel Laurence Tags: , , ,

domingo, 22 de agosto de 2010 Notícias | 21:35

Agora é a vez do Rio!

Compartilhe: Twitter

Não há como negar.

É só olhar a classificação e sem aquela de que ainda faltam muitos jogos, o campeonato está apenas começando, etc…

Lá se foram 15 rodadas (menos para o Santos e o Inter que fizeram apenas 14) e entre os 4 primeiros estão 2 clubes do Rio, Fluminense e Botafogo, para um de São Paulo, o Corinthians e um do Ceará, o próprio Ceará que finalmente voltou a vencer depois de longo e tenebroso inverno.

A se salientar a vantagem de Fluminense, 11 pontos e a do Corinthians, 9 sobre o Avaí que ocupa a quinta colocação.

Problemática é a situação do São Paulo. Que muda de treinador, muda os 11 que entram em campo e não acontece nada, a não ser as defesas milagrosas de Rogério Ceni, que jogo após jogo vem evitando os maiores vexames.

Estão dizendo que o Adilson herdou um time pronto armado pelo Mano Menezes. É verdade, mas terrível seria receber um time armado e começar a perder, o que não acontece. Muito pelo contrário, o time continua a jogar cada vez melhor e agora sem se sentir oprimido pela ausência de Ronaldo, o que atrapalhou e muito no primeiro semestre.

Outra coisa que chama a atenção é o Botafogo, que conseguiu na janela reforçar o time que já era forte. Com Jobson, Maicosuel e Marcelo Mattos arrumou o time e se dá ao luxo de ter um “banco” de qualidade. Mas isso tudo só funciona porque Joel Santana é um técnico que consegue com equilíbrio, satisfazer a todos os jogadores.

Não é pela derrota mas o Atlético Mineiro precisa se cuidar. O que se viu na derrota para o Santos, foi um time formado por jogadores de qualidade mas que “brigam” o tempo todo entre si.

É bem verdade que a chave para a vitória do Santos foi o pênalti apitado por Heber Roberto Lopes. A bola bateu no braço de Werley e o juiz deu o pênalti. Muito rigoroso vão dizer, mas quando o juiz deixa de marcar todo mundo reclama dizendo que foi penal.

O Santos está subindo, assim como o Vasco de PC Gusmão, que até um jogos atrás estava dentro ou quase dentro dos quatro que vão ser rebaixado.

Uma coisa é preocupante: a partir de agora o Maracanã fecha e quando reabrir no ano que vem terá capacidade para apenas 45 mil torcedores.

Para quem como eu viu esse mesmo Maracanã recebendo 187 mil pagantes fica uma ponta de tristeza.

Autor: Michel Laurence Tags: , , , , , , ,

sexta-feira, 23 de julho de 2010 Notícias | 00:23

Para ser campeão é preciso driblar!

Compartilhe: Twitter

Talvez até bailar com a bola nos pés.

Quem viu o jogo Palmeiras e Botafogo viu que dois jogadores se destacaram, o Lincoln pelo Palmeiras e Jobson pelo Botafogo.

Os dois são fantásticos com a bola nos pés.

O Lincoln jogou anos no futebol alemão passando a bola entre as canetas dos gringos. Foi ídolo, até que começou a sentir demais a saudade do Brasil.

O Jobson foi pego no exame anti-doping por uso de cocaína. Foi um escândalo porque ele começava a empolgar a diretoria e a torcida do Botafogo com jogadas espetaculares. Viu seu mundo cair quando foi punido com 2 anos de gancho, mas acabou tendo a pena diminuída para 6 meses.

No finzinho do jogo Jobson bailou com a bola parada na frente de Edinho. Tentou passar a bola entre as pernas do jogador do Palmeiras. Levou um safanão. O zagueiro ficou com a bola e de dedo em riste ameaçou o “atrevido”.

A discussão passou a ser comandada por Marcos Assunção que tomou as dores de Edinho. Aí, foi a vez desses dois trocarem safanões, xingamentos e empurrões. Os dois acabaram expulsos.

Quando é que o futebol brasileiro – dirigentes, jornalistas, técnicos, árbitros e jogadores – vão se dar conta que a grande qualidade do futebol brasileiro é formar jogadores que sabem driblar e quer fazem a diferença com o futebol europeu.

Para voltar a vencer o futebol brasileiro precisa proteger quem dribla, quem tem recursos que diferenciam a qualidade da mediocridade.

É preciso entender que Garrincha driblava Jordan – lateral-esquerdo do Flamengo na época – dezenas de vezes e ninguém saia de dedo em riste ameaçando A Alegria do Povo.

Enquanto esse espírito comoveu o futebol do Brasil ninguém conseguia superar nosso futebol.

Mas a partir do momento em que o ponta pé e a violência foram cultivados ficamos inferiores ao futebol europeu.

Não adianta negar.

É isso mesmo, quem tem talento vence, quem tem brutalidade perde.

Autor: Michel Laurence Tags: , ,

domingo, 23 de maio de 2010 Notícias | 19:28

Apanhado do final de semana!

Compartilhe: Twitter

Sul-americano faz a diferença!

 

O time da Internazionale de Milão não tinha um italiano, em compensação tinha 7 sul americanos, contra o Bayern de Munique que tinha apenas 1 sul americano na decisão da Super Liga dos Campeões da Europa..

Quem venceu?

O time que tinha 7 sul americanos com dois gols de um sul americano, o argentino Milito (aliás é bom tomar cuidado com esse cara na Copa do Mundo, ele joga uma barbaridade. Além de fazer gols, ele sabe driblar com uma facilidade danada).

 

Dorival Júnior vence a primeira briga!

Mas tem mais!

O time do Santos sem seus 3 principais jogadores afastados pelo técnico Dorival Jr. por terem chegado tarde na concentração, venceu bem o Atlético Goianiense, em Goiás, 2 a 1  

Mas para quem pensava que os garotos estavam conformados, enganou-se: Ganso, que dos três (os outros dois são Neymar e André) parece o mais revoltado, já disse que essa concentração absurda foi quem causou a punição.

- Estamos concentrados desde segunda-feira – disse o jogador – e continuamos concentrados depois da vitória contra o Grêmio. É um pouco demais!

Dorival Jr. apenas disse que “o jogador profissional tem normas deo clube a serem cumpridas”.

Não sei não, acho que essa serie de desavenças entre Dorival e Ganso vai acabar mal.

Das duas uma: ou ela está “encobrindo” a venda do jogador para o Real Madrid que já teria sido sacramentada ou a “briga” é verdadeira e ela vai acabar mal certamente para o Santos.

 

São Paulo embalou!

Então é bom os outros se resguardarem!

Quando o São Paulo embala é para chegar.

E este ano não tem o negócio de cansar na reta final.

Este ano tem uma grande temporada de recuperação durante a Copa do Mundo quando o Campeonato Brasileiro entra em recesso.

Assim, todos vão ter tempo para trabalhar melhor seus times, inclusive o São Paulo que com a contratação de Fernandão e as vendas de Washington, Leo Lima e Cleber Santana, vai concentrar forças em Dagoberto, Richarlyson e Marlos.

 

Incrível! O Palmeiras goleou!

E não foi uma goleada qualquer: 4 a 2 sobre o Grêmio.

Alguém pode argumentar que o Grêmio do grande Silas, estava fora de linha depois da derrota para o Santos e a conseqüente eliminação da Copa do Brasil.

Só que o Grêmio depois de estar perdendo por 2 a 0, mostrou um poder de recuperação incrível e chegou a empatar.

Mas aí foi a vez do Palmeiras mostrar força e vencer por 4 a 2.

Fiquei com a sensação de que aquela turma que foi ao Palestra com a intenção de quebrar tudo, teve que enfiar a viola no saco.

 

Ninguém gosta do Corinthians!

E o Corinthians é líder do Brasileirão com 3 jogos 3 vitórias, aproveitamento de 100%.

Até parece que vitória por 1 a 0 não vale 3 pontos.

Até os jogadores saem de campo procurando desculpas por “só” estarem em primeiro lugar e invictos. 

Não dá para entender!

 

E o Botafogo de “papai” Joel…

que loucura!

O time vence o Goiás, por 3 a 0, está invicto com 2 vitórias e 1 empate, e dois jogadores – Caio e Herrera – saem  no tapa dentro de campo e são expulsos.

Não dá para acreditar.

Autor: Michel Laurence Tags: , , , , , ,

domingo, 18 de abril de 2010 Notícias | 18:44

Um herói brasileiro!

Compartilhe: Twitter

O Botafogo, ao lado do Corinthians, tem o escudo mais bonito do futebol brasileiro.

Hoje lá no Maracanã tenho certeza que a Estrela Solitária não estava tão solitária assim. Lá de cima quatro outras estrelas brilhavam intensamente: uma era de Garrincha; outra de João Saldanha; a terceira era o Sandro Moreira e a quarta era de um poeta, debruçado sobre um papel intensamente azul, traçando e trançando palavras de glória.

Não sei se vocês viram, mas olhando em direção ao Cristo Redentor, por trás dele, vi frases se formando com a ajuda de algumas estrelas, frases que só poderiam ser de Armando Nogueira.

Certamente os versos rendiam homenagem a um dos mais autênticos cariocas: Joel Santana. Pegar um time desgastado, desacreditado, e ter o talento de transformá-lo em um autêntico campeão da Taça Guanabara – o primeiro turno do Campeonato Carioca – e vencer a Taça Rio – o segundo turno, “desrespeitando” o regulamento que previa uma decisão entre os vencedores do primeiro e segundo turnos, sagrando-se campeão carioca de 2010.

Lá de cima o último verso falava em bandeiras estranhas no meio das alvinegras, uma do Uruguai, com seu Sol maravilhoso. E outra da Argentina, com um Sol mais humilde.

Não sei, mas acho que de tanto misturar já dá para torcer por “eles”.

 ***

Um Dedinho na Ferida!

Não vou ficar aqui tecendo loas ao time do Santos.

Acho que aqueles que duvidam da qualidade e capacidade do time em chegar a uma final, vão continuar – por puro fanatismo – achando que o time não “é suficientemente maduro” para agüentar o tranco.

Vou me dedicar a um detalhe que eu nunca tinha visto.

Neymar ajeita a bola na marca do pênalti.

A bola teima em deixar o local preferido por Neymar.

Escorrega de um lado, Escorrega do outro.

Aí, Neymar com o dedo indicador faz um buraquinho na tinta da marca do pênalti.

A bola amiga, reconhecida, ficou quietinha.

E lá se foi Neymar marcar o segundo do Santos.

Autor: Michel Laurence Tags: , , , , ,

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009 Notícias | 12:32

Vamos falar do Vesgo!

Compartilhe: Twitter

Eu sei que alguns de vocês não gostam do Mário Sérgio!

Como técnico e como pessoa.

Eu conheço os dois. Trabalhei com a pessoa Mário Sérgio na Rede Record e já vi o técnico trabalhando e esbanjando conhecimento. Uma vez, quando a gente trabalhava na Bandeirantes, fomos fazer a Copa América em Salvador. O técnico da seleção era o Sebastião Lazaroni, que estava implantado um sistema de defesa com um homem na sobra, que ora era zagueiro, ora atacante.

O debate em torno dessa “novidade” era grande. Alguns achavam genial e outros uma besteira. Convidamos o Lazaroni para que ele nos explicasse com exclusividade como funcionava o sistema.

Ele aceitou e num intervalo dos treinos veio até o quarto da gente com um quadro gigante para fazer a explanação.

O Mário que era o comentarista da Band, foi o principal perguntador.

Foi nesse debate que percebi o quanto Mário entendia de futebol, e o quanto eu estava errado em pensar que Lazaroni, que tinha feito carreira como preparador físico, não conhecia bola.

Foi um show. Lazaroni explicando e o Mário Sérgio, que contava com a colaboração do inesquecível Ely Coimbra, tentando colocar umas armadilhas.

O “Vesgo” agora pegou um Inter desacreditado e conseguiu fazê-lo voltar a disputa do título. Algo que não me lembro alguém acreditar ser possível.

Se o Flamengo tropeçar e o Inter vencer, o Colorado sai campeão – mesmo que o Palmeiras derrote o Botafogo. O engraçado dessa história é que mesmo se ganhar o título o Mário não fica no Inter – e cá entre nós, ele já está até sendo falado para ocupar o lugar que o Dorival Jr. deixou vago no Vasco da Gama.

Autor: Michel Laurence Tags: , , ,

  1. Primeira
  2. 1
  3. 2
  4. 3
  5. Última