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terça-feira, 26 de julho de 2011 Causos do Futebol | 13:47

Causos do Futebol – O PRIMEIRO JOGO DA SELEÇÃO BRASILEIRA

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O primeiro jogo na história da seleção brasileira só aconteceu graças a um pedido da Federação Argentina.

Em 1914, a AFA – Associação de Futebol da Argentina – solicitou a FIFA que um time inglês fosse até Buenos Aires para jogar e divulgar as regras do futebol.

O time escolhido pela FIFA foi o Exeter City, um time da Terceira Divisão inglesa, que topou a “aventura”.
Aventura porque só para chegar ao porto de Santos, atravessando a linha do Equador passando do hemisfério Norte para o do Sul, o Trópico de Capricórnio, e o Oceano Atlântico o transatlântico com o time inglês, levou 18 dias.

Foi uma novidade.

Logo os ingleses que quase foram presos por tomar banho de mar em local proibido, receberam o convite para dois amistosos em São Paulo, contra dois combinados paulistas. O Exeter venceu os dois, por 3 a 0 e 5 a 3.

A vontade de dar o troco nas derrotas surgiu com o grande desafio: um amistoso contra a seleção brasileira, no Rio de Janeiro, no dia 21 de julho de 1914.

O jogo foi organizado pela FBS – Federação Brasileira de Sports – que convocou jogadores do Rio e de São Paulo. Entre os convocados estavam o lendário goleiro Marcos Carneiro de Mendonça, o da fita roxa prendendo o calção; e Arthur Friedenreich, o El Tigre, que afirmam ter feito mais de mil gols. Como naquela época ainda não existia a figura do treinador, quem comandou o time foi o médio Rubens Sales.

O palco escolhidos para o jogo foi o estádio da Laranjeiras, do Fluminense, com a “incrível” capacidade para 6 mil espectadores. Mas a propaganda em torno do jogo foi tão grande que estima-se em 10 mil torcedores o público que lotou as arquibancadas e as laterais dfo campo.

Segundo os relatos da época afirmam que o nível técnico foi o mais alto daqueles tempos.

O primeiro e histórico gol foi do Brasil, marcado por Osvaldo Gomes, um meia talentoso, ainda no primeiro tempo.
Fried não marcou gols, mas segundo ainda o relatório escrito pelo próprio delegado da FBS, o El Tigre perdeu dois dentes numa disputa de bola.

Já naqueles tempos “o jogo era pra homem”!

O segundo gol da seleção foi de Osman “no finzinho da partida”!

Quando o árbitro inglês, Harry Robinson, apitou o fim do jogo, a torcida empolgada invadiu o gramado e carregou os jogadores nos ombros.

Só para lembrar a seleção brasileira formou com: Marcos de Mendonça; Píndaro e Nery; Lagreca, Rubens Sales e Rolando; Abelardo, Osvaldo Gomes, Friedenreich, Osman e Formiga.

O Exeter foi com: Lorant; Jack Forth e Strettle; Rigny, Lagan e Hardin; Hold, Whittaker, Hunter, Lovett e Goodwin.

ATENÇÃO!
Este “causo” é da autoria do meu ex-desafeto CLÁUDIO ROBERTO. Isso mesmo!

Foi ele quem me mandou via email o relato e as fotos que ilustram o causo.

É um registro histórico da maior importância.

Agradeço muito ao CLÁUDIO e a partir de hoje estão restabelecidas as nossas relações.

Espero que todos os meus comentaristas entendam, inclusive o sr. Montanha.

Um grande abraço a todos e ao CLÁUDIO ROBERTO em particular.

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Autor: Michel Laurence Tags: ,

quarta-feira, 1 de junho de 2011 Causos do Futebol | 10:37

Causos do Futebol – Los “queridos” Hermanos!

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Tudo começou quando um senhor argentino, o general Júlio Roca, bem intencionado, resolveu criar o que veio a se chamar  Copa Roca, em sua própria homenagem.

Era o ano de 1914, e as relações políticas entre Brasil e Argentina, como sempre, não eram as melhores. O tal general Roca achou, com a aprovação do ministro de relações exteriores do Brasil, Lauro Muller, que um bom joguinho de bola apaziguaria os ânimos, já que os jornais argentinos, como o La Mañana,  falavam até em invasão do território brasileiro.

Dito e feito. O primeiro jogo oficial entre Brasil e Argentina aconteceu no dia 27 de setembro de 1914, pela Copa Roca. O Brasil venceu, 1 a 0, gol de Rubens Salles, no campo “deles”.

Argentinos nos primórdios da rivalidade com o Brasil

A idéia de paz com um jogo de futebol deu e não deu certo. Deu certo porque os argentinos pararam com a história de invadir o Brasil. Mas não deu certo porque a rivalidade política se transferiu para dentro de um campo de futebol.

Desse primeiro jogo em diante foram poucas as partidas entre as duas seleções que não terminaram em pancadaria.

E olha que nesse primeiro jogo o lateral direito brasileiro Lagreca cometeu uma falta em Izaguirre, o ponta da Argentina. Ficou aquela eletricidade no ar, mas bastou Lagreca ajudar o argentino a se levantar e lhe dar um abraço para que a paz voltasse a reinar.

Inclusive, depois do jogo rolou uma seresta entre jogadores dos dois times e torcedores, no próprio campo do Gimnasia y Esgrima, regada a um bom vinho.

A primeira grande briga de que se tem notícia aconteceu num dia de Natal, imaginem, em 1925, na decisão do Campeonato Sul-Americano, na Argentina. O Brasil vencia, 2 a 0, gols de Nilo e Friedenreich, quando o pau quebrou. A torcida invadiu o campo, e os argentinos acabaram empatando e se sagrando campeões.

Atletas de clubes brasileiros nos "bons tempos" do cássico continental

No dia seguinte aconteceu uma passeata na avenida Rio Branco, no Rio de Janeiro, pedindo o fim dos confrontos entre Brasil e Argentina.

Os encontros “esportivos” continuaram, sempre com uma briguinha aqui, outra ali. Uma das mais dramáticas aconteceu no Sul-Americano de 1946, na Argentina.

Para criar um clima bem pesado, os jogadores da seleção argentina desfilaram em volta do campo com o jogador Battagliero numa cadeira de rodas exibindo a perna engessada. Battagliero havia fraturado a perna no jogo anterior, num choque com o grande Ademir Menezes.

Nesse jogo decisivo, decidindo o título, o zagueiro Salomon entrou com tudo numa bola dividida com Jair Rosa Pinto. O brasileiro, com medo do pior, se protegeu e “apenas” calçou a bola, segundo relato dos jornais brasileiros, e o argentino teve fratura exposta.

A partir daí, o que se viu foi um verdadeiro massacre, com jogadores, torcedores e policiais agredindo os brasileiros.

A salvação dos jogadores brasileiros foi que Zezé Procópio, um vigoroso médio volante, prevenido, sempre jogava com uma navalha enfiada na meia.

O brilho da lâmina cortando o ar intimidou um pouco os argentinos. Deu tempo para que os craques brasileiros chegassem ao vestiário. Só o Chico, ponta-esquerda do Vasco da Gama, titular na Copa do Mundo de 50, que, apavorado, resolveu correr dos argentinos pelo campo e foi o último a chegar à porta do vestiário dos brasileiros, que … estava fechada.

Chico apanhou muito até ser puxado para dentro do vestiário.

Mas o caso não terminou por aí. A polícia argentina invadiu o vestiário do Brasil e, com ameaças, praticamente obrigou os jogadores a voltar e continuar a partida.

O Brasil, prudentemente, acabou perdendo.

Não é a toa que Brasil e Argentina, em futebol, nunca serão “hermanos” de verdade.

Autor: Michel Laurence Tags: , ,

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011 Notícias | 15:18

Será despeito?

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Vamos lá, vou escrever aquilo que sinto e não aquilo que querem que eu escreva.

A derrota da seleção sub-20 teve como protagonista maior o árbitro.

Não pensem que vou perdoar o erro de Juan dizendo que é inexperiente e jovem. O que ele fez não depende de experiência. Foi agressão e o pênalti bem marcado. Talvez a expulsão poderia ter sido relevada, mas o juiz decidiu que essa era a punição que o jogador merecia e agiu conforme achou correto.

Acho também que o Neymar que deveria comandar as ações da seleção, voltou a cometer os erros que todos pensavam estarem superados. Abusou de se jogar cavando faltas e de reclamar do juiz e dos bandeirinhas.

Até aí acho que todos nós concordamos.

O que vou discordar é que o árbitro daí para frente tenha sido correto.

Ele permitiu um sem número de faltas cometidas pelo time argentino visando apenas truncar as jogadas dos brasileiros, num revezamento de entradas não muito violentas e muito bem executadas, sem tomar nenhuma providência.

É só olhar a ficha do jogo e ver quantos brasileiros foram punidos com cartões amarelo e quantos argentinos. Foram dois amarelo para os argentinos e 4 para os brasileiros além do vermelho de Juan.

Como a vítima, no caso o Brasil, leva mais cartões do que quem está cometendo falta sobre falta?

Acho que há sentimentos irreversíveis dos povos da América do Sul em relação ao Brasil.

O primeiro: os que falam espanhol estão “cansados” de ver o Brasil progredir aos olhos do mundo.

O outro e que só cabe no esporte, é que eles estão “cansados” de ver o Brasil vencer não só no futebol, como principalmente no vôlei masculino e feminino; principalmente na natação onde César Cielo domina as provas de velocidade no mundo inteiro; no atletismo onde duas moças bonitas – Murer e Maggi – vencem onde nenhuma outra moça bonita venceu; nessa luta que chamam de “livre”, onde aparecem dois brasileiros disputando um título mundial; e até no futebol feminino onde Marta não cansa de encher os olhos e de ser eleita a “melhor do mundo”.

Não sei se estou exagerando, mas era evidente que o árbitro Wilmar Roldán com um ar de superioridade que parecia dizer “aqui quem manda sou eu”, foi muito mais condescendente com os argentinos – que usaram e abusaram daquelas artimanhas em que são mestres, para irritar os brasileiros – do que com os jogadores do Brasil.

E é sabido que nessas condições os brasileiros perdem o controle. Não é de agora, desde os tempos de Pelé.

Mas essas impressões são proibidas de serem ditas, sob a pena de ser chamado de ufanista, Pacheco, etc…

Lembro de quando era jovem eu saia pela América do Sul para cobrir eventos e era recebido com muito carinho no Chile, na Colômbia, no Peru e em todos os outros países, e até no Uruguai e na Argentina onde só existia a rivalidade futebolística, e nesse jogo da bola eles ainda levavam uma certa vantagem.

Hoje já não é a mesma coisa.

Hoje, vendo isso que aconteceu ontem se repetir sistematicamente, temo que estejam nos achando “os Estados Unidos da América do Sul”.

Autor: Michel Laurence Tags: , ,

quarta-feira, 17 de novembro de 2010 Notícias | 17:44

Perder da Argentina nunca é bom!

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Apesar que acho que os argentinos agora vão se achar os melhores do mundo e isso é bom!

Se a gente for analisar direitinho a seleção não merecia perder… mas Ronaldinho Gaúcho também não tinha que dar de calcanhar.

E olha que defendi a volta do Gaúcho à seleção até onde pude!

Bola limpa, quicando, dentro da pequena área, era só dominar e fazer.

Mas é o tal do raciocínio rápido (como se raciocinar rápido fosse algo ruim): “ninguém espera que eu dé de calcanhar!”.

E lá se vai um trabalho legal.

É evidente que agora os que são contra os Neymar, os André, os Elias, os Jucileis, vão botar a boca no trombone.

Se preparem para ouvir: “Mano, retranqueiro!”.

O Brasil jogou melhor do que a Argentina, mas quem está afim de criticar não vai se lembrar disso. Vai procurar combater as ideias de Mano Menezes.

Mas pode ser também que esqueçam rápido, as finais do Brasileirão podem servir de escudo a uma derrota mesmo que seja para a Argentina, num simples amistoso.

Agora, uma coisa é certa: o Robinho precisa entrar em forma. Não é só na seleção. Ele não está jogando o que sabe também no Milan. E o André Santos precisa ser protegido para que possa jogar tudo o que sabe no ataque.

A Argentina explorou muito mais o lado dele com o Messi, do que o lado esquerdo com o Di Maria. Você deve estar pensando: “claro, o Messi é melhor do que o Di Maria!”.

Verdade, mas ficou evidente que o André que é ótimo no ataque é fraco na marcação.

Eu acho que as orelhas de muita gente na seleção vão esquentar!

Pela cara do Mano no fim do jogo, sei não.

Ninguém vai ficar sabendo, mas tenho certeza que muita gente vai ouvir e muito.

Autor: Michel Laurence Tags: , ,

sábado, 9 de outubro de 2010 Notícias | 15:38

O melhor futebol do mundo!

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Vou aproveitar esse momento antes do jogo Itália e Brasil pelo Mundial de Vôlei, para argumentar com números porque acho o Brasil O MELHOR FUTEBOL DO MUNDO.

E não vou ficar nos argumentos que mais gosto que começam pelo talento dos jogadores brasileiros, passando pela criação de lances e jogadas (eu nunca ouvi dizer que um europeu tenha criado por exemplo a PARADINHA na cobrança do pênalti; ou a tabela na perna do adversário, etc…); até a habilidade sem comparação.

 

Vou usar os números que alguns (poucos) dos freqüentadores deste blog tanto gostam.

O primeiro número: o Brasil ganhou mais Copas do Mundo: 5 das 19 disputadas e esteve em todas. O fato de nunca ter deixado de participar de uma Copa do Mundo nem sempre é levado em consideração, mas ele prova que de uma forma ou de outra desde 1930, a seleção brasileira esteve entre as melhores conquistando sua vaga jogando.

Para que esse estudo fique justo só vou usar competição em que o Brasil tenha tido as mesmas chances que os outros.

A escolha anual do Melhor Jogador do Mundo organizada pela FIFA começou em 1991 (antes só participavam os jogadores europeus e a escolha do  melhor era feita pelo jornal francês L’Equipe).

Muito bem com todos participando Ronaldo Fenômeno ganhou 3 vezes,em 1996/97 e 2002, foi uma vez segundo em 98 e uma terceiro em 2003. Ronaldinho Gaúcho ganhou 2 vezes em 2004 e 2005; e foi uma vez terceiro em 2006. Romário ganhou uma vez em 1994 (meu Deus, “só” uma vez, que injustiça); Rivaldo uma vez em 1999 e Kaká uma vez em 2007.

No total foram 8 conquistas de jogadores brasileiros.

 

Sabe qual é a segunda seleção a ter mais jogadores escolhidos? A França, com 3 escolhas, todas por conta do fantástico Zinedine Zidane,  em 1998, 2000 e 2003.

A Itália por exemplo, também só tem 2 Melhor do Mundo: Roberto Baggio, em 1993, e a inacreditável escolha de Fábio Cannavaro, em 2006.

Argentina e Alemanha tiveram 1 jogador escolhidos como o Melhor, Leonel Messi (que deve ganhar este ano pela segunda vez consecutiva com toda justiça) e Lothar Matheus em 1991.

Só para citar, a Inglaterra nunca teve um jogador escolhido como o Melhor do Mundo.

Autor: Michel Laurence Tags: , , , , ,

sábado, 3 de julho de 2010 Notícias | 13:24

Os fogos de ontem!

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Os dramas descritos em versos de maravilhosos tangos perseguem o futebol argentino.

A vitória da seleção alemã podia ser prevista, assim como muita gente acreditava que a Argentina venceria.

Mas 4 a 0 para qualquer um dos lados era inimaginável.

E é esse tipo de drama que parece impiedosamente perseguir o futebol argentino.

Quanto mais perto eles chegam de um sucesso incontestável, mais o imponderável surge no caminho deles.

Diferente do Brasil que perde num jogo de resultados equilibrados, a Argentina perde na dramaticidade.

Dramaticidade que leva de arrastão as caras e bocas de Maradona que enfeitaram a Copa desde seu início.

Dramaticidade que destrói maldosamente toda a beleza que cerca o futebol do melhor jogador do mundo. Messi não conseguiu superar a maldição que provavelmente mesmo nas vitórias anteriores a derrota de hoje, o impediu de dormir tranquilamente.

Na minha rua espocaram os rojões de ontem.

Autor: Michel Laurence Tags: , ,

domingo, 27 de junho de 2010 Notícias | 18:45

O lado obscuro da FIFA!

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Ninguém pode em sã consciência dizer que sou torcedor do México e muito menos da Inglaterra, mas que eliminação dessas duas seleções – como anteriormente a dos Estados Unidos – gerou uma enorme suspeita, não há como negar.

O segundo gol da Inglaterra contra a Alemanha entrou mais de meio metro conforme todo mundo viu a olho nu e o tira-teima da Rede Globo só fez confirmar.

Esse gol negado à Inglaterra mudou completamente a sorte do jogo.

A Argentina também foi beneficiada no jogo contra o México com seu primeiro gol feito em visível impedimento – fato confirmado também pelo tira-teima da Globo – acontecendo justamente na hora em que o México dominava o que mudou o andamento do jogo.

Não chego a dizer que esses fatos tenham sido manejados pela FIFA, mas é inegável que é muito mais interessante para a FIFA e para uma Copa do Mundo até agora chocha, que permaneçam a Alemanha três vezes campeã do mundo e a Argentina duas, do que a Inglaterra detestada e o México cuja tradição não chega a ser empolgante.

Não sou um vidente, não posso afirmar o que aconteceria se esses não tivessem surgido no caminho das arbitragens.

Talvez o México pudesse ganhar o jogo com imensa facilidade contra uma Argentina que naquele momento sentia o peso da responsabilidade.

Talvez a Inglaterra partisse com o empate depois de estar perdendo por 2 a 0, para uma incrível goleada.

Talvez a FIFA não esteja se dando conta que o mundo suspeita de tudo o que ela faz e que o nosso futebol hoje está sendo novamente renegado nos Estados Unidos depois dos acontecimentos com sua seleção.

“Um jogo que permite o roubo, veja só!”.

Sem os Estados Unidos o dinheiro de patrocinadores vai passar a rarear nos cofres da FIFA.

É bom que fiquem de olho, a próxima Copa é no Brasil.

Autor: Michel Laurence Tags: , , , ,

sexta-feira, 18 de junho de 2010 Notícias | 19:26

As coisas inesquecíveis da Copa!

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Não, não são as vuvuzelas que o meu amigo Nelson Motta descreve de forma primorosa em seu artigo de hoje.

Tem coisas nessa Copa que me chamam mais a atenção do que o futebol, cujo nível é o mais baixo das últimas Copas sendo que elas já foram terríveis.

Acho que a culpa é da própria FIFA que foi aos poucos transformando o futebol numa luta de empurrões, agarrões, rasteiras, cabeçadas e pontapés só porque os norte-americanos disseram que o nosso futebol (não o deles que é jogado com armaduras) era para mulheres, como o é nos Estados Unidos.

Mas cá entre nós nunca aconteceram tantas zebras numa Copa do Mundo. Quem mandou fazer essa Copa na África?

E os óculos do Fábio Capelo? Parece coisa da década de 50!

O casaco de Dunga! Que já ouvi dizer ser da autoria do estilista Alexandre Herchcovitch. O caso azul marinho com botões imensos e brancos ressalta talvez propositadamente o lado Popeye da personalidade do Dunga.

O terno do Maradona, que é o da Comissão Técnica da seleção da Argentina, mas parece ter sido comprado no brechó da esquina de tão apertado e desajeitado.

Os príncipes filhos de Lady Di, assistindo a mais um vexame do English Team contra a Argélia. Bem na hora em que foram focalizados pelas câmeras, um dos dois, o mais cabeludo, levantou e começou a ajeitar as calças que provavelmente estavam incomodando as partes reais.

Por falar em realeza inglesa, aqueles três leões no escudo da linda camisa inglesa, são do tempo em que eu era criança e vibrava com as histórias dos cavaleiros da Távola Redonda do Rei Arthur.

E finalmente os estádios maravilhosos. Parecem obras para a eternidade.

O que irão fazer com eles depois da Copa?

Claro, eu sei que tudo é perdoável na África do Sul que tem em Nélson Mandela um herói do mundo.

Mas é só olhar para a Grécia que pediu concordata depois de bancar os Jogos Olímpicos de 2000. Está de pires na mão pedindo ajuda a todos.

Será que o pessoal mais pobre depois da Copa vai morar nos belos estádios?

E por falar nisso tudo isso pode acontecer dentro de 4 anos quando o Brasil estará bancando a Copa do Mundo e logo depois os Jogos Olímpicos no Rio de Janeiro.

Meu Deus! Não quero pensar nisso! Vão dizer que sou demagogo.

Autor: Michel Laurence Tags: , , ,

sábado, 12 de junho de 2010 Notícias | 14:32

Verdades sobre Argentina e Nigéria!

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Maradona deixou de ser definitivamente o rebelde do futebol mundial. De terno e gravata seria irreconhecível se não fosse a bola a toda hora o procurar a beira do gramado saudosa dos carinhos do ainda maravilhoso pé canhoto.

No dia em que a Nigéria aprender a chutar será a grande rival do futebol brasileiro.

Nem sempre um ataque de craques soluciona os problemas de um time.

Messi, Higuaín, Tevez e Di Maria não encontraram a solução.

Milito, que ficou no banco, entrou faltando 10 minutos, visivelmente contrariado.

E se não fosse uma cabeçada de Heinze, tão criticado nessa última semana, a Argentina não teria vencido seu primeiro jogo na Copa do Mundo.

Autor: Michel Laurence Tags: , ,

sexta-feira, 18 de setembro de 2009 Comentário | 19:38

De repente… O “Bom Mocismo”!

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Diego Souza

Diego Souza

Chamam também de FAIR PLAY!

Não sei se você jogou bola ou disputou qualquer outro esporte tendo título ou dinheiro em jogo.

É difícil. Todos querem ganhar. Todos querem o título.

E se não for assim, o cara que estiver disputando o prêmio nunca vai ser um vencedor.

Pode reparar! Até João Havelange aconselhou para que a Comissão Técnica da seleção – acho que para a Copa de 98 – fosse formada por vencedores. Por técnico e jogadores que tinham vencido em copas anteriores.

Vencedor nem sempre é aquele que não burla as regras.

As vezes para vencer é preciso “driblar” as regras do jogo.

Fabricio do Cruzeiro

Fabricio do Cruzeiro

Não estou aconselhando a ser sujo, anti-ético. Estou apenas constatando um fato.

Em 58 o Brasil campeão do mundo pela primeira vez pagou férias ao juiz francês, monsieur Maurice Guigue, teve férias pagas aqui no Brasil (acho que há um pouco de exagero nessa história, o Brasil com Pelé e Garrincha não precisaria de “ajuda”).

Em 62, Garrincha foi expulso na semi-final contra o Chile (Brasil 4 a 2) e jogou a final contra a Tchecoeslováquia (Brasil 3 a 1) e o bandeirinha que foi o responsável pela expulsão do ponta do Brasil “sumiu”. Não testemunhou contra Mané Garrincha. Diz a lenda que o tal bandeirinha “viajou” repentinamente.

Em 66 a Inglaterra derrotou a Alemanha na final com um gol que bateu no travessão e quicou para uns “dentro do gol” e para outros visivelmente “fora do gol”. O bandeirinha russo sem titubear – diante dos olhos da rainha Elizabeth II – correu para o meio de campo.

Em 86, aí nem preciso lembrar, Maradona fez um gol com a mão e ainda teve a coragem (ou será a petulância?) de “apelidar” o gol de “La mano de Diós” – A Mão de Deus – como se Deus fosse um moleque qualquer.

E a história registra por aí “ene” falcatruas, que passaram incólumes.

A vitória do Brasil sobre a ex-União Soviética, 2 a 1, em 82, quando o árbitro “não viu” dois pênaltis claríssimos contra o Brasil.

Centenas de pernas quebradas desde que o futebol existe.

O incentivo ao jogo mais brusco por parte da FIFA.

O próprio Domingos que está sendo banido do Santos.

Agora está de volta o… fair play.

É uma onda que surgiu com os lances que a câmeras das televisões vem revelando.

Lembram de lances memoráveis de caras que disseram ao juiz que ele tinha apitado errado “não foi pênalti” ou “de um time inteiro ficar parado e deixar o adversário fazer um gol para equilibrar o erro de um juiz!”.

O Fabrício, do Cruzeiro, que nunca foi um “mocinho”, acusa Diego Souza, do Palmeiras, jogar dando cotoveladas, socos e rasteiras.

Ora, acho que ele nunca deu uma olhada nos teipes dele mesmo jogando.

Autor: Michel Laurence Tags: , , , , ,

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