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domingo, 30 de dezembro de 2007 Sem categoria | 18:07

UM NOVO MARADONA!

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Tomo um susto!

Está lá na Internet: o Nápoli, da Itália, quer o argentino Messi, do Barcelona.

O Nápoli quer voltar aos tempos gloriosos de 84 a 91, quando, com Maradona e o brasileiro Antonio “Careca”, ganhou dois Campeonatos Italianos, três Copas da Itália, uma Copa UEFA e uma Supercopa da Itália.

Para isso, está montando um plano que inclui a venda de kits com camisas e vários outros brindes do clube, que lhe renderiam cerca de 150 milhões de Euros (aproximadamente 400 milhões de reais), valor correspondente à multa rescisória de Messi com o Barcelona.

Nápoles foi a cidade onde Maradona viveu seus mais gloriosos feitos no futebol – fora a Copa do Mundo de 86, no México -, mas foi também onde teve seu encontro com as drogas. Foi preso, praticamente deportado, perseguido pelo Fisco e, dizem, também pela máfia napolitana — a Mão Negra.

A partir de Nápoles Maradona viveu um verdadeiro calvário. Engordou, operou o estômago, emagreceu, tentou trabalhar, não conseguiu, tentou se recuperar socialmente, não conseguiu e só continua sendo idolatrado por grande parte da população argentina porque o povo argentino, apesar de achar que ainda é o “europeu” da América do Sul, tem uma tendência para a desgraça.

Tomara que nada disso aconteça. Afinal, Messi não é Maradona, nem no futebol, nem na personalidade.

Aliás, Messi já se manifestou dizendo que não deixa Barcelona por nada desse mundo.

Então, por que se preocupar? Como, meu senhor?


O argentino Messi, feliz da vida em Barcelona (Reuters)

Autor: Michel Laurence Tags:

sexta-feira, 28 de dezembro de 2007 Sem categoria | 16:17

SER OU NÃO SER RONALDINHO GAÚCHO

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Fim de ano! Um dos meus filhos me liga e pergunta:

— Pô, pai, quem te deu a notícia do William? (A notícia é aquela carta aberta ao presidente do COB, Carlos Arthur Nuzman, que publiquei anteontem).

Não respondo, apenas digo que o Ronaldo Kotscho ficou zangado comigo. Ronaldo Kotscho é um bom amigo que não vejo há muito tempo, irmão do Ricardo, que foi assessor de imprensa do presidente Luis Inácio “Lula” da Silva. Penso, em voz alta, “em outra época do ano essa notícia teria passado completamente despercebida!”

Mas é final de ano e abro o iG para saber das novas:

1 – o Flamengo quer contratar Ronaldo Fenômeno! — e já até denominou essa operação de “força tarefa”. Não, não pense você que é a mesma jogada que o São Paulo fez com Adriano, recuperar o jogador com um contrato de seis meses e, depois, devolvê-lo ao Inter, de Milão. Não, o Flamengo quer “comprar o passe” de Ronaldo. Quanto custa? Taí, oh, 20 milhões de dólares, 30 milhões? Coisa de doido, sô!

2 – Ronaldinho Gaúcho. Deve ser difícil ser Ronaldinho Gaúcho! Já sei o que você está pensando: “difícil é viver com um salário mínimo e sustentar toda uma família”. Concordo, evidente, mas está lá no iG: o Ministério da Justiça do Rio Grande do Sul vai repassar para o Instituto Ronaldinho Gaúcho, que cuida de duas mil e quinhentas crianças carentes, a quantia de R$ 2.200.000,00. Dinheiro pra chuchu. E na mesma página ta lá: os dias de Ronaldinho Gaúcho no Barcelona estão contados. O clube espanhol quer vender o jogador ao Milan, da Itália. Ronaldinho, que já foi o maior ídolo da torcida da Catalunha, hoje é odiado e querem vê-lo fora do time, fora do clube e, se possível, fora da Espanha. Não sei o que os dirigentes do Barça pensam, mas, se eu fosse o Ronaldinho, “plantaria” a notícia de que o comprador de seu passe não é o Milan, mas o… Real Madrid! Ser ou não ser Ronaldinho, eis a questão.

Autor: Michel Laurence Tags:

quinta-feira, 27 de dezembro de 2007 Sem categoria | 17:17

ZICO NA GALERIA DOS ETERNOS

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Houve uma época em que fui muito ligado à família Antunes. Primeiro por causa do Edu, irmão de Zico e um fenômeno com a bola nos pés. Inventor de dribles maravilhosos. Depois, por causa do Antunes, menos “rebuscado” do que Edu, mas um artilheiro fantástico — que infelizmente já faleceu. E, finalmente, por causa de Zico, que surgiu enquanto eu estava em São Paulo, mas que sempre me atendeu com muita atenção.

Então eu freqüentei algumas vezes a casa da família Antunes em Quintino, no Rio. Numa dessas vezes, encontrei um Antunes aposentado como jogador, mas iniciando uma carreira como advogado, zangado comigo. No início não entendi o motivo, porque sempre tratei todos os irmãos com muito respeito. Quando finalmente consegui perguntar o por que de toda aquela zanga, ele quase gritou:

— Você comparou no Jornal Nacional o gol de Zico ao de Pelé!
— Mas, então? Foi um elogio! — consegui responder.

O gol em questão era uma finta que Zico tinha dado em um goleiro
durante um jogo treino da seleção, muito parecido com o de Pelé contra Mazurkiewicz, goleiro do Uruguai, na Copa de 70.

— Que elogio, Michel — argumentou Antunes — que elogio? Você menosprezou o gol do meu irmão. Todo mundo vai dizer que o de Pelé foi mais bonito e muito mais importante.

Eu não sabia mais o que dizer e ainda bem que Zico, vendo meu embaraço, saiu em minha defesa.

Lembrei dessa passagem porque vi hoje o Zico dando uma entrevista
no Redação Sportv. Ele conseguiu ficar duas ou mais horas respondendo, fazendo elogios e críticas sem ofender ninguém. Vou “roubar” aqui algumas de suas respostas:

“Acho que o torcedor tem que ser protegido por seu clube e não só pela polícia ou pelo clube mandante. É inadmissível num jogo entre Flamengo e Vasco as duas torcidas saírem pelo mesmo lado do Maracanã. Vai sair briga na certa. Assim, caberia ao clube determinar e informar por onde devem sair seus torcedores.”

“Rapaz, nos meus sonhos ainda estou jogando bola. Já sonhei estar jogando pelo Flamengo e dando passe para Obina fazer o gol. Já sonhei estar jogando na seleção ao lado de Kaká e Robinho.”

Quem passa a sonhar agora sou eu!

Autor: Michel Laurence Tags:

Sem categoria | 17:14

RESPOSTAS AOS AMIGOS – 2

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a) Meu caro Ronaldo Kotscho,
Estranho você, que trabalhou comigo, que me conhece há muito tempo, duvidar de mim. Não se esqueça, amigo, que a educação nem sempre significa respeito. Carlos Arthur Nuzman é o presidente do COB. Dê um grande abraço no seu irmão e diga que tenho saudades das peladas em Cotia.

b) Paulo Montenegro. Muito obrigado por não ter confundido as coisas. Uma denúncia nem sempre implica em “delatar” os inconfidentes.

c) Francisco Carlos — também acho que os números financeiros do Pan Rio 2007 devem ser apresentados, como todos os números que dizem respeito ao dinheiro do povo.

Autor: Michel Laurence Tags:

quarta-feira, 26 de dezembro de 2007 Sem categoria | 13:42

CARTA ABERTA A CARLOS A. NUZMAN

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Caro presidente,

Não gosto de usar a força e o poder da imprensa para fazer escândalo. Em certos casos acho até uma covardia, porque a parte criticada não tem a seu dispor a mesma condições, e nós que amamos o esporte sabemos que um resultado só pode ser considerado justo quando os “adversários” estão em pé de igualdade.

Nem sou daqueles que gostam de bajular dirigentes. Muito pelo contrário, e isso às vezes tem me custado caro. Agora só estou me permitindo escrever para o senhor devido aos nossos longos anos de conhecimento e de convívio, e que o senhor sabe nunca usei anteriormente nesses meus 44 anos de profissão. Poderia ter feito, ainda mais que o Leonardo Gryner, que foi meu companheiro e depois meu diretor na esporte da Rede Globo, trabalha com o senhor.

Mas fiquei sabendo que estão impedindo o William, capitão da chamada “geração de prata” — apelido com o qual não concordo por parecer depreciativo para uma geração que só fez abrir o caminho para a atual geração que, graças a Deus, não cansa de ganhar títulos — de trabalhar.

Não acredito que um homem como o William, com quem tive o prazer de
trabalhar pela Rede Record nos Jogos Olímpicos de Atlanta, em 96, onde nos encontramos algumas vezes, não seja capaz como técnico. E o William não foi técnico de nenhum time masculino ou feminino neste ano de 2007.

Acho que o esporte em geral não pode se privar de figuras exemplares como William, Montanaro, Renan — que teve que ir para a Itália para ter seu trabalho reconhecido — Bernard, Xandó — que passou por imensas dificuldades —, Fernandão e tantos outros, como Badalhoca, Borboleta e Carlos Arthur Nuzman.

Ninguém pode se privar de um William, nem mesmo um esporte tão
vitorioso como o vôlei, que o senhor — quando presidente da Confederação Brasileira de Voleibol — ajudou a construir em parceria com Luciano do Valle. Acho que vale a pena o senhor mandar um de seus assessores ver o quer está acontecendo antes que um escândalo manche um esporte que atualmente é um dos maiores xodós da torcida brasileira.

Presidente, desculpe se estou sendo abusivo.

Um grande abraço para o senhor e todos os que amam o esporte e parabéns por tudo aquilo que o senhor está conseguindo construir para o esporte brasileiro.

Michel Laurence

Autor: Michel Laurence Tags:

Sem categoria | 13:40

UM PASSARINHO ME…

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Sobre a notícia afirmando que Ronaldo Fenômeno e o Imperador Adriano foram vistos juntos em uma boate no Rio de Janeiro, sinceramente, sou daqueles que acham ser natural os jogadores aproveitarem as férias para fazer o que bem entenderem. Mas no caso dos dois… acho, realmente, uma falta de tato, uma falta de tino, uma falta de inteligência do tamanho de um bonde.

Nenhum dos dois está em condições de fazer o que bem entender.
Ronaldo Fenômeno não joga há quinhentos anos! O Imperador Adriano acaba de ser contratado pelo São Paulo, por um período de seis meses, supostamente para recuperar o prestígio junto à torcida da
Inter perdido justamente por noites vagando pelas boates de Milão.

Tomara que tudo não passe de boato, apesar de que inventar histórias ou notícias a respeito de Ronaldo não seja muito comum na imprensa brasileira, já que ele é “uma preferência nacional”, com o país inteiro torcendo para que ele se recupere e defenda a seleção na copa de 2010, na África do Sul.

Autor: Michel Laurence Tags:

Sem categoria | 13:40

RESPONDENDO AOS AMIGOS

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1 – Jorge – Se o Jorge que me escreveu e me incluiu entre personagens da
imprensa brasileira for o Jorge Martins, o comentário não vale.
Um grande e fraternal abraço e, por favor, me confirme a identidade.

2 – Eduardo Annuseck – o prazer de saber que você é meu amigo é todo meu.
Você é um dos maiores narradores que conheci em minha carreira e uma
figura humana da maior qualidade.
Escreva sempre, por favor, que me faz bem à alma.
Um grande abraço.

Autor: Michel Laurence Tags:

sexta-feira, 21 de dezembro de 2007 Sem categoria | 16:00

Quem está errado?

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Outro dia fui muito criticado por ter escrito que os clubes cariocas saíram na frente nas contratações.

Não sei por que! A cada dia que passa só vejo Santos e Palmeiras
dispensando jogadores. Contratações que é bom…nada!

Agora mesmo o Santos que sondava a volta do lateral Léo, levou um “não” pela proa. Aí aproveitou e dispensou três: Petkovic, Baiano e Leonardo. Até agora não contratou ninguém e está ameaçando vender o único jogador do elenco que é da seleção: o lateral Kleber por 10 milhões de euros.

O Palmeiras mandou embora sem qualquer arrependimento o jogador que
mais se entendia com a torcida: Edmundo e também não anunciou nenhuma contratação.

Ainda bem que São Paulo e Corinthians estão contratando, apesar do
Corinthians não estar em 2008, na primeira divisão do campeonato brasileiro.

Enquanto isso, os clubes cariocas que supostamente tem um caixa bem
menor do que os paulistas anunciam contratações aos borbotões.
Só o Fluminense anunciou cinco para a disputa da Libertadores.

Tudo isso faz a gente acreditar que o Luxemburgo está certo ao deixar o Santos. Se o Peixe não contratar ou Leão não fizer novamente o milagre de revelar novos Robinhos, Diegos, Renatos, Alexes e Elanos, o time não vai passar da primeira fase na Libertadores.

Autor: Michel Laurence Tags:

quinta-feira, 20 de dezembro de 2007 Sem categoria | 15:57

O dia em que fui Pelé!

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Foi logo no início de minha carreira, por volta de 1965/66. O América me convidou para ser o jornalista oficial da delegação que ia excursionar pela América do Norte e México.

Naqueles tempos os times não vendiam jogadores, excusionavam para fazer caixa e era obrigatório serem acompanhados de um jornalista.

Na volta o convidado tinha por obrigação fazer um relatório minucioso sobre os jogos do time e o comportamento da delegação em geral.

Eu ainda estava na Última Hora do Rio, um jornal de uma importância histórica maravilhosa, mas que andava muito mal financeiramente.

Seu dono era o jornalista Samuel Wainer, exilado na França depois de ter sido perseguido pelos militares e por outro jornalista, dono da Tribuna de Imprensa, Carlos Lacerda, que viria a ser governador do Estado do Rio.

Samuel foi o homem que modernizou a imprensa brasileira e que apoiou até seu suicídio o presidente Getúlio Vargas.

Bom, mas para você não pensar que tudo era uma maravilha: viajar e conhecer o mundo de graça, posso adiantar que tinha lá seus inconvenientes. Por exemplo: como o jornal estava quebrado, disseram que não poderiam me pagar uma diária. Além disso eu só poderia mandar via telegrama uma, duas ou três linhas relatando o que tinha sido o jogo e o América me oferecia apenas dois dólares e meio por dia, mas que pagaria os “bichos” por empate e vitória.

Galhardamente recusei os “bichos” dizendo que eu não ia jogar. Os dirigentes acharam ótimo. Eu nem tanto, afinal dois dólares e meio por dia mal davam para tomar uma cervejinha de vez em quando.

Bem, mas lá fui eu para uma viagem que deveria durar um mês, mas que o empresário ia “esticando” a cada vitória arrancada pelo time.

Numa dessas esticadas fomos parar no Haiti que era presidido naquela época pelo ditador François Duvalier, mais conhecido como Papa Doc.

O América para economizar viajava com apenas 17 jogadores, 11 titulares e 6 reservas. Entre os titulares dois garotos que faziam um sucesso danado: a ala esquerda Edu e Eduardo.

Edu, irmão de Zico – que era ainda muito menino e ninguém conhecia na época, e irmão também de mais dois outros jogadores: Antunes, que tinha sido artilheiro do campeonato carioca jogando pelo Fluminense e Nando, que jogou como lateral-esquerdo no Bahia.

Edu jogava uma barbaridade. Eduardo também. Tinha no centro e no chute suas principais armas. Economizava nos dribles, mas era um garoto fantástico, que adorava a Jovem Guarda de Roberto Carlos, cheio de anéis e gomalina nos cabelos. Algum tempo depois Eduardo foi vendido para o Corinthians e lamentavelmente faleceu, junto com o lateral Lidu, num acidente de automóvel, quando se dirigia para o Parque São Jorge.

Mas para fazer um rachão todo mundo entrava: o técnico, Wilson Santos, o médico, Santarosa, o massagista – que era também roupeiro, e eu.

No primeiro jogo contra a seleção do Haiti, o América venceu fácil, 4 a 0 – bons tempos aqueles, José Trajano – e o segundo se transformou numa questão de honra para a torcida do Haiti.

Num desses rachões joguei pela ponta-direita e com a colaboração do técnico Wilson Santos, que estava me “marcando”, fiz 3 gols.

Rapaz, quando acabou a brincadeira dois ou três jornalistas se
precipitaram brigando para me entrevistar. Eles nem raciocinaram que não era normal um jogador falar francês.

Eles me entrevistaram e eu expliquei que não era jogador, mas eles não acreditaram, acharam que eu estava tentando enganá-los.

Quando contei a história o pessoal ria pra burro, mas qual não foi nossa surpresa quando no dia seguinte minha foto saiu nos dois jornais dizendo que eu era “a arma secreta do América” para esse segundo jogo.

Por dentro me senti um verdadeiro Pelé.

Só para completar a história, foi a primeira vez que percebi a importância de um técnico. Antes do jogo, vi os jogadores do Haiti se aquecendo, e achei que eles estavam meio eufóricos demais.

Avisei Wilson Santos e ele reuniu o time para dar a seguinte instrução: “Se a gente ganhar o sorteio vamos escolher a bola. Miguel você toca para Edu, que atrasa para Sudaco. Eduardo ‘pica’ entre o lateral e o central deles. Sudaco lança e você, Eduardo, manda a bomba”.

Foi dito e feito. Logo depois de o Baby Doc filho do Papa Doc — cercado por duas dezenas de guardas armados de metralhadoras apontadas para o povo — entrou em campo para dar o ponta-pé inicial, Miguel tocou para Edu, que atrasou para Sudaco, que lançou para Eduardo e que acertou uma bomba sem defesa para o goleiro.

Um a zero e bola para o mato, que os homens corriam feito uns desesperados.

O chato é que ninguém me perguntou por que eu não estava jogando.

Autor: Michel Laurence Tags:

Sem categoria | 15:56

Desculpas

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Realmente o “e” fica longe do “i”. Errei, sem desculpas, apenas pedindo desculpas a vocês.

Quanto ao Imperador Adriano, é bom tomar cuidado. Afinal, os
caras do Inter de Milão liberar um jogador importante como ele assim sem mais nem menos, é porque das duas uma: ou eles estão com ódio do brasileiro, ou acham que a torcida pode o perdoar depois que ele passar seis meses longe dela.

Tomara que eu esteja novamente errado, porque acho que Adriano
seria o ideal para a copa de 2010.

Autor: Michel Laurence Tags:

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