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quinta-feira, 11 de junho de 2009 Sem categoria | 17:47

“Coitada” da Argentina!

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Acho melhor o Maradona deixar a seleção antes que a seleção o deixe!

 

Antes que ele deixe de ser o “deus” da torcida e de uma igreja “fajuta”.

 

Antes que esqueçam, como por aqui esqueceram de tantos, o que ele fez pela Argentina.

 

Antes que componham um tango triste e ruim sobre seus malogros.

 

O gesto de desencanto – abrindo os braços demonstrando total impotência diante do acontecido – que ele fez ontem depois do primeiro gol do Equador, demonstra claramente o que Maradona pensa de sua seleção.

Autor: Michel Laurence Tags: , , ,

sexta-feira, 5 de junho de 2009 Sem categoria | 14:26

RESPOSTA DO QUIS

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A bola trazida pelos portugueses para o Brasil, bem antes do brasileiro-inglês Charles Miller – era chamada de péla.

Como péla se transformou em bola não sei dizer. Só sei que sobrou apenas o “la” de péla e bola.

Daí o nome de pelada para um joguinho de bola sem compromisso.

A bola trazida pelos portugueses era feita de bexiga de animais.

Mais informações procure no Wikipédia para confirmar a resposta se você estiver em dúvida.

Semana que vem tem mais.

 

 

 

Autor: Michel Laurence Tags:

quarta-feira, 3 de junho de 2009 Sem categoria | 14:13

QUIZ!

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Você é “bamba” em futebol?

Então me responda: “por que a bola se chama bola?”

 

Aguardo sua resposta até o final da quinta-feira e sexta-feira dou a resposta!

Boa sorte nos palpites.

Autor: Michel Laurence Tags:

sexta-feira, 29 de maio de 2009 Sem categoria | 14:32

Os Bons “Maus” Técnicos!

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Vanderlei Luxemburgo

Muricy Ramalho

Procuro entender!

Não consigo!

Até anteontem Muricy Ramalho era deus, o melhor técnico do mundo.

Até ontem, Vanderlei Luxemburgo era o gênio da lâmpada.

Agora os dois caminham pela estrada da amargura.

O encanto desapareceu.

A perspicácia maravilhosa de Luxemburgo acabou.

Muricy já não sabe mais montar o time.

Ontem Vanderlei mudou dois jogadores antes do fim do primeiro tempo. Sempre ouvi que nossos técnicos eram “burros” e que não faziam como os técnicos dos grandes times europeus, que mudam seus jogadores a qualquer  momento. Os nossos sempre esperam os 15 minutos do segundo tempo para fazer suas mudanças, “para não humilhar o substituído”!

Ontem ouvi dizer que Luxemburgo “tinha errado na escalação e por isso teve que mudar”.

São Marcos explicou depois do jogo “ter sido uma mudança tática, o lateral esquerdo uruguaio não apoiava seu ataque e por isso Luxemburgo colocou Marquinhos, que podia apoiar sem se preocupar muito com a defesa.

Sensato, não é?

Com Marquinhos o Palmeiras finalmente chegou ao seu gol contra um time mais do que retrancado. E sofreu um, que cá entre nós, foi de um azar incomensurável.

Só que tem gente pedindo a cabeça de Luxemburgo. E olha que nada está perdido. O Palmeiras pode muito bem ganhar em Montevidéu.   

Do lado do São Paulo, Muricy começa a enfrentar um quadro que já vinha se desenhando há muito tempo.

Dentro do próprio São Paulo tem gente contra Muricy que aproveita qualquer vacilo do time, para tentar tirar o treinador.

Agora foi um pouco mais grave porque Borges, um belo atacante, parece não querer mais entender que seus gols têm salvado o time em algumas ocasiões porque ele entra depois do adversário já estar cansado ou acostumado ao modo do São Paulo jogar com Washington.

Borges quer o estrelato.

Talvez consiga uma desavença se a diretoria não conseguir apagar o incêndio.

Assim como Luxemburgo nunca vai conseguir agradar a todos.

Autor: Michel Laurence Tags: ,

quinta-feira, 28 de maio de 2009 Sem categoria | 13:50

A Lei da Pancadaria!

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A Lei da Pancadaria

 

Eu já venho falando sobre esse absurdo há algum tempo.

Fico revoltado com a nova maneira de atuar da arbitragem.

Continuo afirmando que essa providência de permitir o jogo mais brusco foi tomada pela FIFA para tentar igualar um pouco a imensa diferença que existe entre o futebol europeu e o sul-americano.

Na Europa quando aparece um Zidane passam-se anos até que surja outro jogador admirado pela sua classe.

No futebol italiano então, não aparece um craque de verdade há muito tempo.

Del Pierro, que também não é lá essas coisas, está acabando e não surge ninguém para o seu lugar.

O time espanhol campeão da Copa Européia de Seleções tem um bom goleiro e um bom meio campo. A zaga e o ataque são fraquinhos.

Nós por aqui, estamos aplicando a “nova lei”. A arbitragem tem a desculpa de estar adaptando os nossos jogadores ao que irão encontrar na Copa das Confederações e ano que vem na Copa do Mundo da África do Sul.

Então vamos bater.

Vamos deixar a pancadaria comer solta.

Não vamos nos preocupar em aprimorar nos nossos jogadores a “matada da bola” com o peito e com o peito do pé. Para que aprimorar o drible? A técnica?

Vamos aprimorar como bater melhor, com mais eficácia, ensinar que tal parte do corpo dói mais do que essa outra.

No fundo é o que está acontecendo. Disfarçadamente para que não digam que o técnico tal está mandando bater.

Tem técnicos se queixando que não existem mais meias no futebol brasileiro. É claro. Ninguém quer ser meia. Os meias são os caras que coordenam as jogadas, os que têm mais a bola no pé, e… os que estão mais sujeito a levar pancada. 

É só olhar, qual é o jogador que sabe matar a bola para fazer uma jogada?

São raros. Quando acontece parece até que foi por acaso.

Agora inventaram que driblar é humilhar o adversário.

Um cara que arrisca um drible é visto como um marginbal. O árbitro fica em dúvida e mostra ou não o cartão amarelo.

Aí chegamos ao supra-sumo para aniquilar com “o saber jogar futebol”.

E tome pancadaria!

O que acontece?

Os tornozelos são os que sofrem mais.

Um sem número de jogadores estão machucados.

Vão dizer que é início de temporada… que sempre foi assim mesmo…

Eu não acho que pisar num adversário caído seja início de temporada; nem que entrar com o cotovelo no rosto de um companheiro de profissão sempre tenha sido “assim mesmo”.

Ontem Sálvio Spínola permitiu que mais um fosse parar no estaleiro: Nilmar no jogo com o Coritiba, foi atingido tantas vezes sem que o árbitro tomasse providência, que foi obrigado a deixar o campo ainda no primeiro tempo. Hoje o craque do Internacional, com uma contusão no ilíaco, pode perder a chance de disputar a Copa das Confederações com a seleção brasileira.

Não vou ficar aqui lembrando os casos de contusão nos últimos tempos. Mas são em número exageradamente grande.

Todo mundo gosta de dizer que o futebol “é uma arte”. Acho que deixou de ser.

E vai ser difícil voltar a ser.

Tudo para que na próxima Copa do Mundo os europeus tenham a chance de repetir 2006. Afinal, desde os tempos de Nélson Rodrigues que dizem que “o europeu é alimentado com leite de vaca premiada”.

Autor: Michel Laurence Tags: ,

segunda-feira, 11 de maio de 2009 Sem categoria | 13:38

Ao professor Júlio Mazzei…com todo o carinho e agradecimentos!

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Devo boa parte da minha carreira como repórter a este senhor que nos deixou ontem pela manhã.

 

Uma manhã de domingo onde acontecem as coisas do futebol.

 

Como tinha que ser para um homem que só viveu por amor ao futebol e a família.

 

Graças a ele aprendi muito, sem que ele tivesse em momento nenhum um ar professoral.

 

Ao contrário. Júlio Mazzei parecia satisfeito quando via um de nós no vestiário ou no campo da Vila.

 

Abria um sorriso e começava uma verdadeira aula.

 

Era fácil compreender por que os jogadores o compreendiam.

 

Ele os compreendia primeiro.

 

O relacionamento era sua força máxima.

 

Sabia conquistar e se deixar conquistar.

 

Inventava exercícios. Foi o primeiro a quase sempre usar a bola no preparo físico.

 

Pelé deve muito do que foi ao “professor” como era chamado por todos.

 

Primeiro no Santos e depois no Cosmos de Nova Iorque.

 

Eu me lembro que quando eu chegava à Vila Belmiro sem idéia do que ia fazer, ele abria um sorriso e começava a falar. Falava baixinho para que a gente prestasse atenção:

 

- Olha, hoje cronometrei: Pelé fez 60 metros em 7 segundos e 48 centésimos. Isso quer dizer que se ele fosse um velocista correria os 100 metros em 11 segundos e pouco. Treinado seria um atleta olímpico.

 

Em outro dia:

 

- Você sabe – e abria um sorriso – que o Pelé ganha dois ou três centímetros pulando para cabecear uma bola com os braços levantados? É, quando ele chega ao máximo de seu salto, abaixa os braços com violência, desloca seu centro de gravidade e sobe mais dois ou três centímetros.

 

E mais uma vez num dia sol:

 

- Olha, Michel, o Pelé tem uma visão periférica melhor do que todo mundo. Ele consegue ver muito mais as coisas em volta dele, o que lhe permite se prevenir do bote dos marcadores.

E num dia de chuva sentava ao lado da gente durante o coletivo e:

 

- Repara só, como Pelé raciocina antes de todo mundo. Você viu? Ele já sabia o que ia fazer antes de receber a bola. Por isso que ele é gênio. Você viu? Quando ele “matou” a bola, ele já tirou um da jogada e estava pronto para chutar a gol.

 

Eu ficava admirado. Tudo isso que estou contando é a mais pura das verdades. Se desconfiarem é só ir no jornal O Estado de São Paulo e pedir a Edição de Esportes do Jornal da Tarde, entre 1967 e 1969.

 

Está tudo lá.

 

 

Ele era desafiador, talvez por isso nunca tenha sido chamado para servir à seleção brasileira.

 

Os cartolas não gostam de revolucionários, de pessoas independentes, inteligentes, de homens com idéias na cabeça.

 

Eu sei que nesses últimos anos não deram muita bola para o professor Júlio Mazzei. Ele ficou doente. Às vezes era tão lúcido e inteligente quanto antigamente. Abria o imenso sorriso e abraçava as pessoas que gostava com carinho.

 

Espero que ele não faça tanta falta ao futebol brasileiro quanto acho que ele vai fazer.

E que receba, onde estiver, meus agradecimentos, coisa que nunca tive coragem de fazer a ele pessoalmente.

Autor: Michel Laurence Tags:

terça-feira, 28 de abril de 2009 Sem categoria | 14:58

Causos do Futebol – POMPÉIA, “O CONSTELATION”!

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Causos do Futebol – POMPÉIA, “O CONSTELATION”!

Foi um daqueles goleiraços de antigamente.

Espetacular.

A camisa cinza ou preta grudada no peito salientando a musculatura privilegiada.

O escudo redondo e vermelho do América se destacava do lado esquerdo, em cima do coração.

Sempre com a parte de cima da sunga de elástico virada para fora do calção.

Gostava de voar para transformar uma defesa simples numa maravilhosa. A torcida, principalmente a do América, vibrava.

Virou Pompéia, o Constelation – que era o avião que ligava o Brasil ao mundo nas décadas de 50 e 60.

Alguns garantem que adquiriu a habilidade de voar com uma elasticidade fantástica quando rapazinho tentou ser trapezista de circo. Desistiu depois de quase fraturar o ombro esquerdo.

Pompéia nasceu em Itajubá, Minas Gerais, no dia 27 de setembro de 1934, como José Valentino da Silva. Ganhou o apelido ainda garoto porque gostava de desenhar o marinheiro Popeye. Virou Pompéia e ficou.

Defendeu o América por 11 longos anos, sendo inclusive campeão carioca como reserva do goleiro Ari, em 1960.

Em 1965 deixou o América e caiu no mundo. Jogou no Porto, de Portugal e em vários clubes da Venezuela.

Foi jogando pelo Deportivo Português de Caracas, que Pompéia começou a viver um drama terrível.

Em um amistoso contra o grande Real Madrid, da Espanha, várias vezes campeão europeu, Gento, o ponta-esquerda, chuta forte. Pompéia que vinha tendo uma atuação fantástica, voa e espalma. No rebote, ele tenta abafar a bola e o grande Di Stéfano tenta fazer o gol. O chute é violento. A bola bate em cheio no seu olho esquerdo.

Pompéia só acorda no hospital depois de ser operado. Ele tinha perdido a visão do olho esquerdo.

Nunca mais ele se recuperou. Começou a beber e não parou mais. O olho piorou e a infecção passou para a outra vista.

Ficou cego.

Um médico lhe deu esperança achando que poderia recuperar pelo menos a visão em um dos olhos.

Operou os dois.

Pompéia nervoso, aguardou o dia de tirar as bandagens.

Não deu certo.

Pompéia murmurava:

- Tira a venda, doutor, tira a venda!

Pompéia morreu em 18 de maio de 1996.

(Agradecimento aos grandes jornalistas Teixeira Heizer e Aristélio Andrade, que investigaram e levantaram a história do inesquecível goleiro Pompéia)

Autor: Michel Laurence Tags: ,

segunda-feira, 27 de abril de 2009 Sem categoria | 20:44

As diferenças entre Mano e Mancini!

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Não tem como ignorar.

 

Mano Menezes não é de fazer fantasia.

 

Não joga para a torcida.

 

Não precisa ser espetacular.

 

Os jogadores o entendem. Ele fala a língua deles.

 

Já provou isso no Grêmio e cá entre nós está calando a boca de muita gente no próprio Corinthians.

 

Vagner Mancini precisa urgentemente que acreditem nele.

 

Conseguiu uma reviravolta espetacular no time do Santos.

 

Teve coragem. Pegou dois garotos de talento e os colocou como titulares.

 

Alguns não saberiam os deixar em condições de jogar futebol.

 

Mas Mancini tem o dom da palavra.

 

Provoca, elogia, afaga, e consegue transformar os mais acomodados em verdadeiros guerreiros.

 

Apela para pessoas que venceram -  como fez semana passada quando trouxe João Havelange e Pelé para dar uma palestra para os jogadores.

 

Não é um qualquer. Com certeza sucesso na carreira.

 

Mas ainda falta alguma coisa que os anos de janela como jogador ainda não lhe proporcionaram.

 

Essas diferenças refletem nos dois times.

 

Pode ser que domingo que vem Mancini consiga êxito, mas se isso não acontecer, é quase certo que nada irá acontecer.

 

É só conseguir dois ou três reforços e o time terá condições de disputar o Campeonato Brasileiro.

 

Agora, se Mano vencer, ele vai entrar para a história. Uma história a qual ele merece pertencer.

Autor: Michel Laurence Tags: , , ,

domingo, 26 de abril de 2009 Sem categoria | 18:27

Foi uma tremenda injustiça…o Ronaldo não estar do lado do Santos!

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No fundo se você analisar com isenção, essa foi a grande diferença.

 

Enquanto de um lado o Kleber Pereira não conseguia pelas próprias dificuldades que a natureza lhe impôs, fazer os gols tão necessários ao Santos; do outro “um ressurgido”, “um highlander” fazia coisas que a gente só vê nos filmes de Pelé, Tostão, e nos taipes do Romário e do próprio fenômeno.

 

O terceiro gol do Corinthians é uma obra que mereceu acontecer na Vila Eterna, onde pisou o maior de todos os tempos.

 

Foi o palco perfeito.

 

E graças a tudo isso chamado Fenômeno, o Corinthians mereceu.

 

Afinal o futebol é um jogo onde a habilidade e algumas vezes as genialidades se destacam.

 

Do lado estava um gênio, que conseguiu reviver duas vezes e ainda assim continuar fazendo coisas que raramente foram vistas.

 

Alguém pode dizer, você não vai falar que o Neymar não fez nada?

 

Não, não vou, não!

 

Sabe por quê?

 

Porque eu estaria tirando o mérito de Mano Menezes. Em nenhum dos lances em que Neymar esteve com a bola nos pés, tinha menos de três ou quatro jogadores do Corinthians barrando sua passagem.

 

Isso é saber armar um time, saber o que vai acontecer e o que pode acontecer.

 

Só falta falar do Felipe.

 

Que goleiraço! E tem gente que duvidava!

 

Vamos lá o debate está aberto.

Autor: Michel Laurence Tags: , , , , , , ,

sábado, 18 de abril de 2009 Sem categoria | 20:44

O Santos mereceu!

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Às vezes é difícil entender o futebol.

 

Mesmo para pessoas “sabidas”, como alguns dos meus leitores.

 

Agora, olhando os jogos do Santos desde que Vágner Mancini assumiu, a gente percebe que tudo mudou.

 

Não só o futebol do time, mas também a aura que envolve os jogadores, a vontade de um ajudar o outro, de um suprir as deficiências do outro, todas as questões que fazem o futebol de hoje muito atraente. A velocidade, o raciocínio rápido, tudo de primeira qualidade, como tem que ser, para se conseguir algum resultado.

 

Olhei para o rosto de Mancini e vi estampado a satisfação de constatar que um trabalho sério, às vezes, é recompensado.

 

Ele herdou um time destroçado.

 

Transformou esse time em um vencedor.

 

Colocou em campo um garoto que, hoje, com um passe e um lance dentro da área do Palmeiras, ganhou o jogo para o Santos.

 

Neymar, aos 17 anos, não é mais uma promessa, é um jogador importante dentro de um esquema profissional.

 

O Palmeiras, infelizmente, perdeu o rumo, o prumo, a sabedoria. A ausência de alguns titulares pesou, e nem o conhecimento de causa de Vanderlei Luxemburgo conseguiu reverter.

 

O árbitro, mais uma vez, foi mal.

 

Mas estou começando a achar que é incompetência mesmo.

 

É bem verdade que o Santos ainda não ganhou nada.

 

Mas é muito bom ver que alguns detalhes podem transformar um time que era considerado medíocre até pelos mais otimistas.

 

Ainda mais quando um desses detalhes é a fé.

 

Não importa a religião.

 

Importa acreditar em algo bom.

 

Importa é ter fé e saber que ela move montanhas.

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