A “bomba-relógio” e o “Ganso”!
Os dois personagens são simpáticos.
Mas vivem um interminável “inferno astral”!
Leio que um dirigente do Corinthians chamou o Adriano, que já foi o Imperador, de “bomba relógio” em mais essa enrascada “do tiro na mão da moça que estava no banco de trás do carro, no qual Adriano estava no banco do carona. Grifei “banco de trás” porque nesse lugar parece estar a solução para o caso, isentando Adriano de qualquer culpa.
Só que… e o revólver?
De quem era?
Por que foi sacado dentro do carro?
Com qual finalidade?
Desde a volta de Adriano da Itália quando abandonou a Inter de Milão e afirmou que estava encerrando a carreira (situação que nunca foi realmente esclarecida pelo jogador ou pela Inter), nunca mais foi o mesmo grande jogador da década passada.

Sempre esteve envolvido em conflitos e visto na companhia de pessoas complicadas – às vezes classificadas como “traficantes”.
Adriano realmente parece ter o poder de atrair confusão.
Esse último episódio, certamente não será o último. E o pronunciamento do dirigente dá a atender que a paciência do clube está no limite.
Do outro lado está Paulo Henrique Ganso, que teria tudo para ser adorado pela torcida santista não fosse as últimas peripécias do jogador.
Que Ganso sofreu várias contusões e passou por várias cirurgias defendendo o Santos todo mundo sabe. Que desde a primeira contusão séria, quando rebentou os ligamentos, vem lutando para ter seu contrato renovado nas mesmas bases que o de seu amigo, parceiro e protegido Neymar também todo mundo sabe.
Que os dirigentes do Santos se fizeram de mortos – esperando para ver o que ia acontecer com o jogador, se ele ia se recuperar e se voltaria a jogar o que jogava – também é coisa sabida.
Só que Ganso ficou revoltado, e mesmo na volta não jogando o que jogava continuou orientado por um grupo de “amigos”, a fazer exigências e mais exigências.
Agora ele deu um prazo de 10 dias para que os dirigentes do Santos respondessem se estavam interessados em comprar 10 por cento do valor de seu passe, que são dele, por 10 milhões de reais.

Caso findo esse prazo o Santos não manifeste seu interesse, Ganso vai vender os 10% para um grupo de empresários que assim se tornaria sócio majoritário numa provável futura venda do jogador.
10 milhões de reais!
Se fosse um jogo de pôquer “eu pagaria pra ver”!
Foi mais ou menos o que o presidente do Santos fez, quando provavelmente movido por um sentimento de revolta, declarou que ia deixar “Ganso e seus parceiros morrerem abraçados”.
Por trás, disfarçado por essas confusões, parece estar a ânsia de Ganso em fazer sua independência financeira, o que trás também a suspeita de ele não estar completamente certo que irá voltar a ser o que já foi com uma bola nos pés.
Sinceramente, amigos, a mim esse negócio de que “era jogo de estreia”, e que “estreia é sempre nervosa” não me convence.



Achei que a permanência de Ricardo Teixeira à frente da CBF fosse questão de um mês, dois meses no máximo, principalmente depois que a presidenta da República, Dilma Rousseff, abriu mão publicamente de seus “serviços” (sic) durante todas as manifestações de apoio à Copa do Mundo de 2014, no Rio de Janeiro.








