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sexta-feira, 13 de maio de 2011 Comentário | 18:31

Muller e a paixão pela bola!

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Trabalhei com Muller, aquele do São Paulo campeão mundial contra o Milan, em 93. Aquele do gol da bola batendo em seu calcanhar (ou terá sido no bumbum?). Aquele que na conquista do Mundial de 92, deu aquela “entortada” no zagueiro Kulman, um holandês do Barcelona e serviu para Raí fazer um gol de barriga. Aquele que fez parte do ataque que ganhou o apelido de “Os Menudos do Morumbi”, e que iniciaram o ciclo do São Paulo campeão.
Trabalhei com ele na Bandeirantes.
Ele de comentarista e eu tentando voltar a ser jornalista depois de quase 3 anos sem trabalhar devido a uma operação na coluna.
Ele tinha o poder de entrar e sair sem se fazer notar.
Quando estava dentro ninguém podia deixar de notar sua presença.
Igualzinho a quando ele jogava bola. Surgia do nada, fazia o gol, e desaparecia sem ser notado.
Me lembro perfeitamente da primeira vez que o vi jogar no São Paulo. O Zé Maria de Aquino me avisou:
- Você vai ver, ele joga uma barbaridade.
E jogou.
Veloz como poucos. Goleador como menos ainda.
Na redação raramente falava de futebol.
Sorria ao telefone.
Aí se transformava em comentarista, ele, Marcelinho Carioca e Neto.
Sérios, quase disputando quem fazia o melhor comentário, com a mesma raça de quando dividiam uma bola.
Não sei se estou exagerando minha admiração.
Só sei que o Muller sempre teve a noção exata de onde estava a falha, ou de onde tinha surgido o lampejo de craque.
Quando foi para a Sportv, foi a mesma coisa.
Surpreendia, brilhava, e ficava quieto.
Era disciplinado.
Não sei o que houve na vida de Muller.
Me recordo que ele foi tentar ser técnico.
Comandar é mais difícil do que criar. Ou menos atraente.
Só sei que fiquei surpreso quando li que ele está mal de vida.
Morando de favor na casa do Pavão, ex-lateral do São Paulo. Bem menos talentoso do que ele, mas provavelmente por causa disso, bem mais precavido.
Só torço para que ele saia dessa, como saia da área sem ser notado, ou da redação depois de ter feito um gol de placa.

Autor: Michel Laurence Tags:

domingo, 1 de maio de 2011 Comentário | 20:13

Penalidades Máximas!

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Gritariam os maiores narradores deste País antes que fosser determinado por boa parte dos meus companheiros da imprensa que esse tipo de definição era “cafona”!

Sinceramente foram elas que marcaram este fim de semana decisivo em vários campeonatos estaduais.

Teve até gente que esqueceu que em São Paulo a decisão por “penalidades máximas” foi para definir o segundo finalista.

No Rio de Janeiro “O Bonde Sem Freio” de Ronaldinho Gaúcho fez muita gente sorrir (apesar do tiroteio e da morte de um torcedor antes do jogo). Vitória nas penalidades máximas, por 3 a 1, sem que o goleiro Felipe, ex-Corinthians, tenha defendido um pênalti batido pelos jogadores do Vasco.

Não sei se entendi direito, mas me pareceu que Ricardo Gomes ironizou a derrota nas penalidades máximas. Será que foi porque essa é a terceira vitória nos pênaltis do Flamengo? Enquanto isso Vanderlei Luxemburgo estava mais preocupado em impedir que o netinho em seu colo arrasasse com o microfone da coletiva.

Em Porto Alegre o título estadual é do Internacional de Paulo Roberto Falcão. 4 a 2 nas penalidades máximas. Meu amigo Falcão tem sangue vermelho correndo nas veias. Dizem que os de família real tem sangue azul. Será que o Renato Gaúcho é de família real?

Para que não digam que não falei, em Minas, Cruzeiro e Atlético vão à final. Nada mais obvio, não sei há quantos anos essa história monótona se repete.

Teve briga lá em Goiás. Todo mundo procurando o culpado enquanto a televisão mostrava um jogador do Vila Nova chutando o bumbum de um jogador do Goiás. Mas pior foi o ataque das abelhas – o que será que elas viram na forquilha da trave do Serra Dourada?

Não sei se a vitória do Corinthians nas penalidades máximas foi justa.

Só sei que o Liedson também deveria ter sido expulso, junto com o Danilo depois daquele choque entre os dois.

Só sei que o Júlio César está cada vez mais no coração da Fieç.

Só sei que a briga entre Tite e Felipão foi um vexame. Dois senhores deveriam se dar ao respeito.

Eu sei que na hora a coisa é diferente!

Mas foi feio!

Agora quem será que leva: o Santos de Neymar e Ganso (que bola foi aquela na cabeça do Elano?); ou o Corinthians de Júlio César e da Fiel?

Autor: Michel Laurence Tags:

quinta-feira, 28 de abril de 2011 Comentário | 19:28

Os Deuses da bola!

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De repente Ganso travou a bola por cima.
Como assim?
De repente o Busque trava a bola e Messi faz o gol.
Como assim?
De repente um Wiliam – existem muitos – pega a bola e lembra Pelé.
Como assim?
Não, não estou comparando o Wiliam, do Flamengo, que joga muito ao Pelé.
Mas quem gosta de futebol não vai negar que William recebeu a bola antes da linha do meio de campo, foi driblando, avançando e driblando até entrar na área do Horizonte e tocar na saida do goleiro.
A jogada foi tão bonita que me lembrou Maradona, contra a Inglaterra, an Copa de 86.
Heresia? Claro, que o William não é Maradona – nem ninguém pretende isso, mas que foi bonito, foi!
De repente Busqué recebeu de Messi.
Travou!
E feito um bólido, Messi veio em desabalada corrida, Busqué fez uma espécie de “mesura”, para Messi levar a bola, passar por toda a atônita defesa do Real e fazer mais um de seus gols antológicos.
Ficou na cabeça de muita gente e na minha também, a humildade de Busqué servindo de “parede” para Messi.
E aí Neymar fez mais uma de suas jogadas endiabradas e tocou forte para Paulo Henrique Ganso.
Bem, eu já vi gente matar uma bola de tudo quanto é jeito, mas igual a “matada” do Ganso no gol do Santos contra o América, do México, nunca tinha visto.
Ele “matou” por cima!
Não, não, ele não travou a bola contra o chão.
Você reparou? Ele travou fazendo a bola rolar sob seu pé esquerdo.
Nunca vi daquilo.
O chute rasteiro, cruzado, ralando a grama molhada, eu já vi, mas a matada nunca.
As vezes os deuses se reunem nos quatro cantos do mundo e nos fazem felizes!

Autor: Michel Laurence Tags:

domingo, 17 de abril de 2011 Comentário | 16:19

Cristiano não joga nada!

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Ontem sem futebol por aqui me dediquei a ver o futebol lá de fora.

Vi Milan 3 Sampdoria 0, com Seedorf justificando por que andaram falando que ele interessava ao Corinthians. Joga muito há muito tempo, mas ontem ele estava demais. Acho que além de ter nascido no Suriname – que era antigamente Guiana Holandesa – ele é casado com uma brasileira. Talvez aí esteja o segredo dele jogar uma barbaridade.

Robinho jogou bem, fez um gol embaixo do gol, sem trabalho. Pato estava jogando bem até se machucar, sob o olhar angustiado de Bárbara Berlusconi. Thiago Silva joga muito.

Mas tem uns caras que jogam no Milan, que não dá para entender. Um deles é o que joga pelo lado direito com cabelo moicano, é muito ruim.

Vi ao mesmo tempo a Inter de Julio César, Lúcio – sem Maicon – perder  para o Parma. 2 a 0 sem choro nem vela. Leonardo à beira do campo parecia arrasado. Acho que o erro do time é ter veteranos demais. Até o ano passado parecia ir tudo bem, mas agora a idade de muitos começa a pesar.

Aí fui ver o clássico do século segundo alguns colegas. Real Madrid e Barcelona no Santiago Bernabeu lotado.

Parecia jogo entre sul-americanos. É bem verdade que tinha muitos dos dois lados, mas o jogo foi pegado demais.

Deram tanto no Messi – lembrou Neymar apanhando – que ele quase foi expulso por nervosismo. Mas ele é danado. Quando pega na bola e pode desenvolver sua velocidade é muito difícil conseguir tirar a bola dele.

Do lado do Real nada de interessante a não ser o goleiro Casillas, que joga muito e o brasileiro Marcelo que está numa fase estupenda.

E aí fiquei prestando atenção no Cristiano para ver se realmente eu tenho má vontade com ele como dizem alguns dos meus amigos.

Bem, lamento ter que dizer que ele não pegou na bola – como sempre aliás quando o jogo é pra valer – e nas pouquíssimas vezes em que pegou foi uma lástima. Nessas horas, nas horas de grande dificuldade é que se vé os grandes jogadores. E é nessas horas que o Cristiano digamos… “se ausenta do jogo”.

O que adianta marcar 30 e tantos gols contra os outros 18 clubes do Campeonato Espanhol – que nunca disputam o título – o que aliás não quer dizer nada, já que os 18 são fraquinhos demais, e falhar na hora mais importante?

Eu sinceramente, acho que o Cristiano não joga nada!

Autor: Michel Laurence Tags:

quinta-feira, 14 de abril de 2011 Comentário | 18:44

Você quer o Ganso?

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Essa saída do Ganso do Santos é uma das coisas mais confusas que já vi!
Eu acho o Ganso uma maravilha com a bola nos pés.
Mas assim como o acho habilidoso com a bola, acho que ele não é tão hábil com as palavras.
Toda vez que vejo uma entrevista com ele, parece que ele fica em dúvida de falar o que realmente pensa.
Assim como tudo é duvidoso quando o presidente Andres Sanchez, do Corinthians, tenta esclarecer a situação.
A sensação que fica é que as pessoas que cercam tanto o Ganso quanto o Sanchez, se servem da situação para passar informações que nem sempre são as verdadeiras ou as que tanto o Ganso quanto o presidente do Corinthians gostariam de ver divulgadas.
É evidente que o futebol do Ganso deve interessar e muito ao Corinthians, assim como deve interessar ao Milan ou a Inter, de Milão, como também ao meu querido Itapipoca.
Acho desgastante ver notícias que se contradizem diariamente.
Que o Ganso vai deixar o Santos, não precisa ser nenhum génio para se anunciar.
O que é incompreensível é essa corrida para saber quem vai noticiar essa saída em primeiro lugar.
Todo mundo já anunciou inclusive um amigo meu que agora está em dúvida se anunciou o certo ou o errado. Ele não se lembra – nem eu – se ele disse que o Paulo Henrique ia sair ou ficar.

Autor: Michel Laurence Tags:

domingo, 3 de abril de 2011 Comentário | 20:59

Brigar? Pra que?

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Sinceramente acho melhor curtir o gol de Lucas.

A velocidade de Lucas no lance que decidiu o jogo contra o Mirassol e que deveria estar desde já a serviço da seleção como titular absoluto.

Acho que o Santos motiva o adversário.

É só você acompanhar! São sermpre os jogos em que tem mais porrada e lances complicados para qualquer analista tentar explicar.

Vai ver que é o efeito Neymar. Os caras dão nele até cansar.

O Corinthians parece estar morto!

Não está jogando nada e o Botafogo de Ribeirão estava quase pedindo para levar gol.

Mas isso tudo na verdade não vale nada.

O que vai valer é o tal mata-mata entre os 8 classificados e que praticamente já estão definidos.

Se vingar o jogo mais difícil para as quartas-de-final será o que marca o quarto colocado – o Santos – contra o quinto – que deve ser a Ponte Preta.

Os outros 3 jogos são francamente favoráveis aos chamados grandes.

Então pra que brigar?

Deixem os tornozelos de Neymar em paz, a seleção vai precisar deles na Copa América.

Agora preocupante é ver o Ganso em campo.

Não sei se é a falta de carinho da diretoria do Santos com ele ou se e3le ainda não está totalmente recuperado da cirurgia!

Ele não está jogando nada.

Então pra que brigar? Só vai valer dentro de mais alguns jogos.

Autor: Michel Laurence Tags:

quarta-feira, 9 de março de 2011 Comentário | 11:40

Sem comparações, pelo amor de Deus!

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O time do Barcelona é muito bom.

Achei a expulsão do holandês um absurdo!

Outra coisa é que todos parecem encantados com o Barça e aí as  arbitragens (lá vem você de novo?) são condescendentes com os espanhóis e duros com os adversários.

Impedimento na Europa parece coisa do passado.

Não existe quem me convença que um bandeirinha é capaz de afirmar com segurança se um jogador está separado do outro por centímetros, um pé na frente, um ombro desequilibrado.

Como uma das características do Barcelona é a de “tocar no vazio” como dizia Cláudio Coutinho lá pelos idos de 1975, o jogo passa a ser olutro. A sensação que fica é que no lance de Iniesta e Messi no primeiro gol, havia impedimento, mas o bandeirinha não assinalou.

Por que?

Porque não se pode assinalar suposições!

Intenções? Sim! Suposições? Não!

E cá entre nós, quem já tentou apitar até uma pelada sabe disso: na hora do vamos ver, é mais fácil e seguro, apitar a favor dos donos da casa.

A verdade é que apitar um jogo de futebol está ficando cada vez mais difícil.

A velocidade aumentou muito.

A capacidade de iludir aumentou muito.

Os interesses são infinitamente maiores.

A pressão não é mais a de intimidar fisicamente o árbitro. A pressão é agora a de prejudicar a carreira do pobre coitado. Deixar o homem que não se veste mais só de preto, de luto, como antigamente sem poder sustentar sua família.

Vi um belo documentário sobre isso no SporTV. As mulheres dos árbitros, os pais dos árbitros, os filhos dos árbitros. A transformação de um árbitro a partir do momento em que pisa no campo. Uma transformação física, fisionômica, que arranca uma exclamação das esposas:

- Nunca tinha visto meu marido desse jeito.

As câmeras mostram cada detalhe, dos acertos e dos erros.

Depois tem a análise das atuações dos árbitros.

VT numa tela gigante e um senhor que se permite tudo em seus comentários, nas análises dos erros.

Parecia o julgamento de Nuremberg.

Os árbitros ouvem passivamente tantos os elogios quanto as broncas.

É como se não fosse com eles.

Estranho.

Terrível.

Mas é o preço que se paga hoje em dia para ganhar bem.

Só mais uma coisa: ouvi um comentário depois do jogo do Barcelona afirmando que o time espanhol é tão bom ou melhor do que o Santos bicampeão do mundo em 62 e 63 (jogando uma na casa do adversário e outra em casa).

Não gosto de comparações, mas quero lembrar apenas uma coisa: o Santos de Pelé era formado só por jogadores brasileiros!

E se não me falha a memória era formado por Gilmar; Lima (ou Ismael), Mauro Ramos de Oliveira, Calvet e Dalmo; Zito e… preciso escrever os outros nomes?

50 anos depois todos se lembram deles!

Autor: Michel Laurence Tags:

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011 Comentário | 17:52

Rivelino na Cultura!

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Um dos maiores ídolos do futebol mundial revela no programa Grandes Momentos do Esporte quem o tirou do Corinthians em 1974, depois da derrota para o Palmeiras, na final do Campeonato Paulista.

Pela primeira vez Rivelino revela detalhes da ida dele para o Fluminense, o pouco caso que os dirigentes fizeram de sua saída do

Corinthians. Compara sua saída com as de Edilson, Teves, Ronaldo e Roberto Carlos.

Ele também fala sobre as copas de 70, 74 e 78 e de como inventou o Drible do Elástico.

O Grandes Momentos, na Cultura é no domingo as 15h.

Vale a pena ver e recordar.

Autor: Michel Laurence Tags:

domingo, 6 de fevereiro de 2011 Comentário | 20:31

Santa Vitória!

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Com todos os ingredientes que sempre fizeram parte de um jogo entre Corinthians e Palmeiras.

Brigas, defesas milagrosas de ambos os lados (um pouco mais do lado do Corinthians), gol em cima da hora (não dando tempo ao adversário de se recuperar); bola na trave; torcida irritada; torcida agradecida e, principalmente, um grande alívio permitindo que a eliminação da Libertadores seja definitivamente arquivada, mas não esquecida.

Um novo momento surge, uma nova Libertadores aparece no horizonte e até Moraes serve Alessandro em condições de fazer o gol da vitória.

A única pergunta que ficou sem resposta é “por que o time do Corinthians não jogou assim os dois jogos contra o fraco Tolima?”

Bem, acho que o dinheiro falou mais alto!

Os contratos de publicidade que exigem fulano e cicrano no time. Eles pagam para isso, têm direito a isso. Mas às vezes “isso” prejudica, como prejudicou contra o Tolima.

Se não é isso, por que o Tite não escalou mais ou menos esse time nos dois jogos?

Não estou falando só de Ronaldo, estou falando também de Dentinho – estou falando também de Jucilei e Jorge Henrique que não jogaram nada – Jorge Henrique parece estar atravessando uma fase ruim; mas Jucilei hoje jogou muito.

Mistérios que não são os da meia noite, mas que não devem ser esquecidos para não serem repetidos.

Keirrison cuidado!

Acho que o atacante do Santos não sabe ou não se importa de ter câmeras de todos os jeitos acompanhando os jogos hoje em dia.

Uma, primeiro o flagrou bufando com os gritos do técnico Adilson Batista.

Depois, outra, o mostrou debochando do técnico.

Acho que o jogador que está emprestado ao clube – e que não está jogando nada – deveria ser devolvido imediatamente para que o espaço seja aberto para outros mais interessados em trabalhar no Santos.

O Flamengo anda complicado!

 

Ronaldinho Gaucho fez seu primeiro gol pelo clube; Deivid está entrando em forma.

Mas quem salvou o Flamengo de seu primeiro vexame na “era Ronaldinho” foi a revelação da Taça São Paulo de Juniors, Negueba que fez o gol da vitória na hora que o aperto era maior.

Autor: Michel Laurence Tags:

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011 Comentário | 13:38

O certo e o errado!

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Acho que o Nei Franco cometeu um erro colocando um time reserva contra o Equador.

Está certo que as datas estavam apertadas, que pensaram em poupar o time, mas era para todos.

O que aconteceu foi que saltou aos olhos o quanto Neymar faz a diferença.

Depois do empate contra a Bolívia e a vitória suada contra a Colômbia, todo mundo tinha sossegado um pouco. Já não estavam elogiando tanto o jogador do Santos.

Mas depois dessa “exibição” contra o Equador (achei o camisa 9 deles – grande e forte – um bom jogador) todo mundo viu que com Neymar fica mais fácil e todos estão rezando para que ele volte jogando a bola que ele jogou contra o Paraguai.

Gostei da convocação do Mano Menezes.

Isso é demonstrar que não há párias.

Não há só jogadores responsáveis pela derrota na Copa da África.

Acho que ele só não chamou o Maicon e o Lúcio porque a Inter de Milão está tentando uma reação no campeonato italiano.

Chamar Júlio César?

Ora nada mais justo. O Júlio para mim, é o maior goleiro do mundo, precisa se recuperar e deixar de ficar carregando a cruz do fracasso, como se ele fosse o único responsável.

Autor: Michel Laurence Tags:

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