Um crime contra Ganso!
Não sei se é verdade, mas saiu nos jornais, na TV e na Internet e ninguém desmentiu. Então sou forçado a acreditar que Paulo Henrique Ganso tomou injeção no joelho para poder jogar.
A injeção é para o jogador não sentir dor.
Foi o que fizeram com Mané Garrincha.
Sei, alguém vai dizer:
- Ora, Michel, os tempos são outros. Garrincha era no tempo em que se amarrava “cachorro com linguiça”. Hoje a medicina está muito mais avançada.
Claro, concordo, Garrincha foi entre as décadas de 50 e 60. Cinquenta anos atrás. A medicina evoluiu.
Mas injeção para que alguém não sinta dor é a mesma coisa de 50 anos atrás.
O cara não sente dor e joga como se não tivesse nada. A contusão, por mais que me convençam e por mais que eu não tenha tido uma confirmação, só vai piorando.
Tudo está mal explicado nesse caso.
O médico do Santos garantiu que Ganso só ia passar por uma atroscopia para “retirar uma sujeirinha do joelho”. Uma limpeza.
Não dá para entender como na reta final de uma Copa Libertadores da América resolvem fazer uma atroscopia para apenas “uma limpeza” num dos melhores jogadores do Santos.
Um jogador que certamente vai fazer falta.
Se a cirurgia é “tão sem importância”, porque não deixaram para fazer depois da Libertadores.
Acho que o Santos está na obrigação de xplicar melhor essa incrível história.
Incrível para os dias de hoje… Se ela acontecesse nos tempos de Mané Garrincha, haveria uma chiadeira danada, como aconteceu quando a imprensa em geral tomou conhecimento das infiltrações e dos joelhos inchados pelo sangue pisado, que Garrincha suportou em sua carreira.
O DINHEIRO DE ROBERTO CARLOS
Ao que parece Roberto Carlos, o lateral-esquerdo campeão do mundo em 2002, está sendo processado e perdeu uma causa no valor de R$360 mil para uma ex-funcionária.
A Justiça bloqueou as contas bancárias de Roberto Carlos. E encontrou… R$7,00 e uns quebrados.
É de rolar de rir.
Roberto é um dos maiores jogadores do mundo dos últimos 20 anos, só no Real Madrid jogou por 10 ou mais anos, e só tem míseros 7 reais em suas contas nos bancos. É de rolar de rir.








Foi em maio de 1956.



