Causos do Futebol – Carlos Alberto Torres, o Capitão da Sorte!

Desde que surgiu nos juvenis do fluminense, Carlos Alberto, que ainda não era Torres, foi tratado como um dos possíveis novos craques da seleção brasileira.
Era um monstro, jogava uma barbaridade. Jogava tanto que foi convocado em 1963, com apenas 19 anos, para uma Copa Roca, que seria jogada em São Paulo.
No jogo contra a Argentina, numa quarta-feira à noite, no Pacaembu, Carlos Alberto viveu um drama.
A Argentina tinha dois irmãos na ala esquerda do ataque: Oscar e Daniel Más. Os dois de muita qualidade. Malandros como só os argentinos sabem ser. Sabiam tirar partido de tudo, sobretudo da insegurança dos adversários.
O centroavante – o camisa 9 de hoje em dia – desse mesmo ataque era um cara chamado Luis Artime. Um goleador sensacional, que foi campeão mundial pelo Peñarol, do Uruguai, numa final contra o Panathinaikos, da Grécia; disputou a Copa de 66, na Inglaterra, e jogou em 1968 pelo Palmeiras, onde deixou seu nome gravado na história.
Nesse jogo entre Brasil e Argentina, de 1963, os argentinos venceram, 3 a 0, três gols de Artime, em jogadas tramadas pela esquerda pelos irmãos Más.
As jogadas dos irmãos Más exploravam as avançadas de Carlos Alberto no ataque. As três foram tramadas nas costas do lateral.
Naquela época, os avanços dos laterais não eram tão comuns como hoje em dia.
Carlos Alberto foi arrasado pela crítica. Era moderno demais para a época.
Onde já se viu! Só Nílton Santos é igual a ele, nunca iria surgir outro.
Imagine, perder para a Argentina, em pleno Pacaembu, logo depois do recém-conquistado bicampeonato do mundo no Chile.
Ali parecia que Carlos Alberto tinha enterrado sua passagem pela seleção.
Mas esse fracasso o protegeu de uma outra terrível tragédia.
Em 1966, Vicente Feola, recuperado da doença que o tinha afastado da seleção em 62, convocou nada menos do que 47 jogadores para os treinamentos no Rio de Janeiro. Eram quatro times inteiros do goleiro ao ponta-esquerda e mais três jogadores que foram chamados porque três dos prováveis titulares estavam machucados.
Os quatro convocados para a lateral pelo lado direito foram: Djalma Santos, do Palmeiras; Fidelis, do Vasco; Murilo, do Flamengo, e … Carlos Alberto, do Santos.
Murilo e Carlos Alberto – do qual só lembravam do jogo contra a Argentina – acabaram cortados e escaparam do fracasso total da seleção na Copa da Inglaterra – uma vitória, contra a Bulgária, 2 a 0, e duas derrotas para Hungria e Portugal pelo mesmo placar: 3 a 1.
E foi com esse golpe de sorte que Carlos Alberto se transformou em herói do tri, no México.
Ele e mais alguns jogadores – Gérson, Brito, Jairzinho, Tostão e até Pelé – foram recuperados nas convocações para as eliminatórias, formando nas “feras” de João Saldanha.
Foi assim também que, marcando o último gol do Brasil na vitória por 4 a 1 sobre a Itália, e como capitão do time, Carlos Alberto levantou pela última vez a taça Jules Rimet – o regulamento da Copa dizia que quem ganhasse por três vezes ficava com a posse definitiva do troféu.
Depois, a Jules Rimet foi roubada da CBF…. Bom, mas essa é outra história.
Autor: Michel Laurence - Categoria(s): Causos do Futebol Tags: Causos do Futebol, Seleção brasileira
Sou um pouquinho mais novo do que você por isso lembro com nitidez do Carlos Alberto apenas na Copa do México, com Brito, Piazza e cia. Tenho também boas recordações quando ele foi para o Cosmos de New York juntamente com Romerito, Pelé, Chinaglia, entre outros.
Agora quem fez muito sucesso por aqui no Japão jogando pelo Nagoya Grampus foi o Alexandre Torres. Zagueiro central, calmo, com boa colocação e ótimo profissional.
Vamos atrás do Milton Neves.
Grande Egregora,
vi Carlos Alberto jogar tanto no Fluminense, mais no Santos, quanto no Botafogo e Flamengo. Era um jogador com uma visão de jogo fantástica. Tinha uma classe fora do comum. Era impossível não notar sua presença em campo. Tem uma passagem dele na Copa de 70, no jogo contra a Inglaterra, típica. Lee, um meio ponta/neio meia, entrou com tudo numa bola que Félix soltou e atingiu o goleiro brasileiro, depois de “dividir” várias bolas. Carlos Alberto pediu ao Pelé: “dá uma dura nesse cara, que o juiz não vai ter coragem de te expulsar!”. No que Pelé argumentou: “dá você que é o capitão e que pode argumentar com, o juiz cado alguma coisa aconteça! Além do mais não sei dar nos caras!”.
Carlos Alberto deu uma “entrada” tão grosseira em Lee, que quase foi expulso, mas o inglês depois disso sossegou.
o Alexandre foi muito ajudado e herdou algumas das qualidades do pai.
Um abração e escreva que estamos começando a despontar no retrovisor do MÍLTON NEVES.;
Michel,
Lembro da entrada dura do Carlos Alberto no inglês com muita nitidez. Lembro também de um penalti que ele cobrou por cima do goleiro quando estava no New York Cosmos. Nos penaltis de lá, o jogador partia com a bola por alguns metros e ficando frente a frente com o goleiro, tentava o chute. Ele inovou e colocou por cima. Um espetáculo!
C.A. Torres não dá ibope.
Malquias,
desculpa mas não entendi.
O objetivo é contar causos, e sabemos que para dar Ibope tem que fazer outra coisa.
Um grande abraço e obrigado, mas continue escrevendo. Este humilde blog quer derrotar o do MILTON NEVES EM NÚMERO DE COMENTÁRIOS.
Que moral a do Carlos Alberto Torres, não !
De “dispensável” para “capitão” de um time com muitíssimas feras.
Giba,
o Carlos Alberto tinha uma moral danada. Basta te dizer que ele discutia de igual com Pelé.
O Negão também tinha moral, mas quando os dois batiam de frente era porrada para todos os lados.
Um abração e continue escrevendo que ainda quero ganhar do MÍLTON NEVES.
19 anos… Menino ainda… Longe de ‘todos’ voltava eu do trabalho de Imperatriz Leopoldina (Rua: Guaipá 824 A) subúrbio de Sampa para Carapicuíba.
Penso que foi no ultimo gol, aquele que o Pelé tocou para a direita e o Carlos Alberto encheu o pé fechando o caixão do Uruguai quando o céu ficou colorido e pipocaram por todos os cantos os estampidos daquilo que era “ou não” fogos de artifício.
Para mim uma mescla de saudades e nostalgia.
O que não tira o encanto de um povo, não muda a historia e mantém a alegria e a ingenuidade de uma nação.
A mesma ingenuidade que morava no coração daquele garoto.
Melhor assim!
Lombardi,
bonito seu texto, só que o gol que você descreve foi contra a “Itália”, na final da Copa de 70, e não contra o “Uruguai”.
Está vendo como é fácil a gente se enganar. Eu sei que você sabe que foi contra a Itália, mas as vezes a gente é traído pelo subconsciente.
Um abração e continue escrevendo que continuo querendo ganhar do MÍLTON NEVES.
Você tem razão Michel…veja como eu era ligado em futebol…também nem tinha tempo.
Obrigado e um abraço.
Você vai ganhar, nem que seja na qualidade.
Obrigado, Lombardi,
esse foi um dos maiores elogios que já recebi neste blog.
Um grande abraço e escreva sempre, o MILTON NEVES VAI PERDER O RUMO.
Michel, o Carlos Alberto era um grande jogador, não jogou no Vasco, mas teve a honra de ter seu filho que era um bom jogador, tinha boa técnica, jogando lá e fomos campeões.
Quanto ao comentário do Lombardi, ele tem meia razão, pelos comentários que tem no MN, na qualidade você já ganhou!
Carlos Coelho
Obrigado, Coelho.
Valeu mesmo.
MICHEL, COMO VOCÊ NÃO FOI ATÉ O COMENTÁRIO ELE VEIO ATÉ VOCÊ.
10 comentários para “De vez em quando a gente sorri!”
Carlos Coelho disse: 8/11/2009 às 1:19SE FOR O 1º COMENTARIO MELHOR.
CARO MICHEL SORRIA, O MUNDO ESTÁ CONTENTE, POIS O VASCO DA GAMA VOLTOU AO LUGAR QUE É SEU DE DIREITO, DESDE QUANDO ASCENDEU VINDO DA 3ª DIVISÃO DO FUTEBOL CARIOCA ATÉ A 1ª. CLUBE DA MAIS LINDA TRADIÇÃO, E HISTÓRIA DE LUTAS CONTRA TUDO E TODOS, A TRADIÇÃO MAIS BELA , PORQUE TRADIÇÃO NÃO É GANHAR SÓ TÍTULOS, MAS PRINCIPALMENTE PELA SUA GRANDE VOCAÇÃO SOCIAL DESDE A SUA FUNDAÇÃO, OS TORCEDORES DO VASCÃO NO RIO, NO BRASIL E NO MUNDO SABEM DISSO E TEM ORGULHO DE SOFRER COMO SEMPRE SOFREU DESDE A SUA FUNDAÇÃO, POIS TER MUITOS VICES, COMO FOMOS VÁRIOS ANOS, PROVA QUE FOI O TIME MAIS REGULAR.
VOCÊ PRECISA UM DIA ENTRAR EM SÃO JANUÁRIO, E VER DA PESSOA MAIS HUMILDE AO MAIS RICO, LADO A LADO IRMANADOS EM UM SÓ OBJETIVO, UM NÃO AO PRECONCEITO SOCIAL E RACIAL, É MUITO BACANA.
VOCE NÃO SABE O QUE É SER VASCO, QUE TEVE UM PRESIDENTE NEGRO, QUE FEZ UM ESTÁDIO PARA PROVAR QUE ERA GRANDE E QUE SE RECUSOU A TER SUA INSCRIÇÃO NA NOVA FEDERAÇÃO QUE SE FORMAVA PORQUE TERIA QUE SE DESFAZER DE NEGROS E POBRES EM SUAS FILEIRAS.
DESAFIO A QUAISQUER TORCEDORES DE OUTROS CLUBES, MOSTRAR HISTÓRIA IGUAL, PORQUE MELHOR NUNCA.
VASCO TUA IMENSA TORCIDA É FELIZ, NORTE, NORDESTE, CENTROESTE, SUDESTE E SUL DESTE PAIS.
SAUDAÇÕES
Coelho,
eu respondi seu comentário sobre o presidente negro. Até pedi mais esclarecimentos. Dá uma olhada.
Quanto a história do Vasco concordo que é muito bonita e leva a tradição de ter sido o clube mais liberal do futebol brasileiro.
A história do presidente negro que construiu São Januário, é muito bonita também. Como era o nome dele?
Um grande abraço e vamos ganhar de MÍLTON NEVES.
O Carlos Alberto sempre foi tranquilo e calmo como jogador e como cidadão, eu tinha 11 anos quando ele foi campeão em 70, me lembro de ter assistido na televisão em branco e preto, foi uma honra de vê-lo vestir a manta mais sagrada do futebol brasileiro, a camisa do meu glorioso Santos Futebol Clube, time por onde passaram os maiores jogadores do futebol brasileiro.
jorji,
Carlos Alberto chegou em 63 no Santos e ganhou todos os títulos que o Peixe disputou. Só não foi campeão da Libertadores e Mundial porque o Santos preferiu ganhar dinheiro excursionando. Antigamente os clubes que jogavam em casa ficavam com a renda. Quando o Santos ia jogar na Colômbia ou Peru, lotava os estádios, quando esses times vinham jogar na Vila, sem nenhuma atração, a renda era bem pequena.
Nas excursões o Santos faturava 100/150 mil dókares por jogo, o que na época era uma fortuna.
Um abração e obrigado por escrever. Continue e faça parte do exército que vai ganhar do MÍLTON NEVES EM NÚMERO DE COMENTÁRIOS.
Não tenho grandes recordações de Carlos Alberto,alem dos obvios videos do mundial de 70..Nunca o vi jogar com a camisola de clube,e como tal pouco conheço dele,mas sempre me questionei o porquê dele e não Pelé ser o capitão do Brasil..Carlos Alberto foi melhor do que Cafu??Abraço..
Grande Mota,
não sei por que você cisma em colocar o Pelé nessas suas comparações.
Será que é porque Pelé é considerado com justiça o MAIOR JOGADOR DE FUTEBOL DO MUNDO EM TODOS OS TEMPOS?
Pelé nunca foi capitão do Santos porque tinha mais o que fazer em campo! GOLS por exemplo.
Qunato a Carlos Alberto ser ou não melhor do que Cafu não há comparação possível. As épocas são diferentes, mas o Carlos Alberto sem dúvida, tinha mais categoria do que o Cafu, mas o Cafu tinha uma vitalidade inacreditável.
Um grande abraço, Mota e escreva, vamos em busca do MÍLTON NEVES.
Michel, o nome de presidente negro é Candido José de Araujo, ele foi no período de 1904-1905. Nâo foi da época de construção de São Januário, nessa época o Vasco ainda era clube de remo.
Você sabe quando foi inaugurado o estádio de São Januário? Com quem o Vasco jogou? Qual foi o placar de Jogo? Quando foi inaugurado o sistema de iluminação?
São perguntas para você pesquisar e também os nossos amigos comentaristas conhecerem um pouco a história do Vasco da Gama.
Carlos Coelho
Grande Carlos Coelho,
tenho a sensação que você sabe as respostas para todas essas perguntas.
Mas com toda sinceridade eu gostaria de “focar” (está na moda) no presidente negro. Acho que pode dar um causo bem bonito. Onde encontro essa história?
Um grande abraço e vamos ATACANDO O MÍLTON NEVES
Essa história de “Capitão” e “Craque” do time é interessante ! Sempre surgem as perguntas :
Por que Carlos Alberto e não Pelé ?
Por que Dunga e não Romário ?
Por que Wiliam e não Ronaldo ?
Porque ser capitão deve ser uma chatice !
Giba,
você matou a charada.
Ser capitão é não ter um aquecimento antes do jogo como todo mundo. Ter que participar daquela chatice de apertos de mão; ter que escolher o campo ou a bola; se escolher errado ainda é chamado de burro; ter que tomar a frente dos colegas que fazem cagadas, etc…
e mais parecer ao torcedor que você sendo capitão é mais responsável que todos seus companheiros.
O que se ganhar com isso? No fim do jogo… nada!
Se for campeão, ter que criar alguma coisa na hora de levantar a taça.
Se não for, ninguém vai se lembrar dele.
Um grande abraço e continue escrevendo. PRECISO GANHAR DO MÍLTON NEVES.
Bom dia Laurence, entrei no blog pra opinar sobre o jogo do Palmeiras contra o Sport ontem. Bateram a carteira do Sport Recife!!! Jogou sem compromisso mas desenvolveu um futebol eficiente. E a expulsão do zagueiro no segundo tempo, o q vc achou? Na primeira etapa o jogador do palmeiras tbm segurou o lateral Dultra pela camisa e o juizão nem ligou. Dois pesos e duas medidas!
A arbitragem está com medo de errar contra a aristocracia paulista…Palmeiras nervoso e sem qualidade! Bom para São Paulo, Fla e galo, abraços!!!!
Dr. Fredson,
achei justa a expulsão do jogador do Sport. Já tinha levado cartão amarelo, segurou o adversário pela camisa, falta para amarelo. Foi expulso.
Quanto a Dutra ter sido agarrado, se o juiz não marcou foi porque não viu ou porque julgou que não era para dar o cartão.
O erro foi em apitar impedimento e não ter coragem para assumir.
O Simon está entrando na Justiça dizendo que não errou ao anular o gol de Obina. Isso é terrível.
Um abração e continue escrevendo, você está me ajudando a ganhar do MILTON NEVES.
Michel, como já disse em comentário anterior, eu escolhi ser Vasco, citei que minha família e meus parentes torcem para o flamengo, exceto um primo, inteligente também, que é vascaino. Como disse: “flamengo qualquer um é, Vasco é uma escolha”. Então me interessei pela história do Vasco, que conheci mais profundamente através do lançamento na gestão do presidente Aghartino, de oito fascículos contando esta história. Em 1970, quando o Vasco foi campeão carioca depois de 12 anos, com Tim como técnico, a revista placar lançou uma publicação contando a história dos clubes brasileiros, e a 1ª começou por homenagear o Vasco, mas foi mais focada, claro como reportagem, mostrando os campeonatos conquistados, e aguns poucos fatos da histórias.
Quando em 1998 o Vasco fez 100 anos, foi lançado um video e um livro comemorativos ao Centenário (Livro Oficial do Centenário) é bom lembrar que o presidente era o Antonio Calçada.
Se você entrar no site OFICIAL DO CLUB DE RECATAS VASCO DA GAMA, você encontrará a história em cinco idiomas inclusive o “français”. Onde você vai encontrar muitos “cusos”
Carlos Coelho
Coelho,
obrigado pelas dicas.
Gosto muito do Vasco. Nos meus tempos de criança, o Vasco tinha um ataque infernal (Friaça, Maneca, Ademir, Jair e Chico; um médio Danilo, que tinha o apelido de Príncipe; e um goleiro que era maravilhoso, apesar de ter caido injustamente em desgraça, Moacyr Barbosa, que começou como ponta-esquerda no Ypiranga de São Paulo.
Um abração e escreva sempre. VAMOS GANHAR DO MÍLTON NEVES.
Quero dizer “CAUSOS”
Senhor Fábio eu não fiz nenhuma comparação com Pelé,o que fiz foi referir que não entendo a razão pela qual Péle que era o melhor jogador,o jogador mais respeitado,e sobretudo mais experiente ,não ser o capitão,mas sim Carlos Alberto.Provavelmente no Brasil todos sabem a razão para isso,mas eu não sei e acredite que não sou o unico a ter essa duvida que me parece legitima..Aliás o meu comentário é feito com objectivo de obter informações sobre Carlos Alberto quer futebolisticamente,quer personalidade,Pelé é apenas referido e não comparado…Se Carlos Alberto tinha mais categoria que Cafu,então era mesmo muito muito bom…Para terminar eu não tenho nenhuma cisma a Pelé,apenas não o considero o melhor de sempre a nível mundial,mas mesmo que seja isso só torna mais legitimo ele ser alvo de comparações..Abraço,e que o Michel consigo superar o Milton,apesar de não saber quem é o Milton lol..
Grande Mota,
eu me chamo Michel e não Fábio.
Mas, tudo bem.
Desculpa mas eu não falei que o senhor fez uma “comparação” envolvendo Pelé, falei que o senhor envolvia sempre o Pelé nos seus pedidos de esclarecimento.
Ser capitão de um time já teve importância, hoje cá entre nós ninguém sabe quem é o capitão de um time, mesmo que esse seja muito conhecido.
O Mílton Neves é um GRANDE jornalista, cujo o blog é o recordista de comentários aqui no esporte do IG.
Um grande abraço e obrigado por continuar me escrevendo.
O MÍLTON NEVES está preocupado com a nossa campanha.
Peço imenso desculpa senhor Michel,é o habito de comentar no Blog do Fabio Sormani,que por sinal é muito bom e recomendo a quem gosta de Basket…Pelé é o principal símbolo do Brasil e do seu futebol é por isso que o refiro mais vezes que s outros,no Basket faço o mesmo com Jordan..Senhor Michel fui ver o blog do Milton Neves e aquilo tem muitos comentários,mas o nivel é muito baixo..Comparar o seu blog com o dele é como comparar Pelé com Luis Fabiano,sendo você o Pelé-Não resisti a fazer mais uma referencia a Pelé-.Grande abraço