A patifaria da invasão de um vestiário!
Tenho quase certeza que quem “armou” aquele circo ignóbil no vestiário da Portuguesa foram alguns dirigentes da Lusa para driblar as reclamações da torcida caso o clube venha (e vai) vender Edno.
Não há outra explicação.
Dois dirigentes entram no vestiário do time, “amparados” por dois seguranças supostamente armados, ameaçam alguns jogadores, principalmente Edno.
O técnico, René Simões, que não sabe de nada, fica revoltado e pede demissão.
Claro, sem saber, ele contribui para a armação.
Mas pelo que Simões acredita ser verdade, não pode continuar dirigindo um time sob a ameaça de seus próprios dirigentes.
E pronto!
O golpe final é dado pelo próprio Edno que se declara “moralmente impossibilitado” de continuar defendendo o clube.
Agora, amigo Motta, o senhor poderia por favor, evitar definições sobre o nosso país como a que usou para se referir ao nosso desenvolvimento.
Afinal, é bom o senhor recordar que seu País tem alguma coisa a ver com isso.
Autor: Michel Laurence - Categoria(s): Notícias Tags: campeonato brasileiro série B, edno, portuguesa, renê simões
Senhor Michel meu comentário foi elogioso para com o Brasil…Brasil é um pais lindo,com um povo fantástico do qual gosto muito(tenho 3 fantásticos amigos brasileiros), caso contrário não perderia tempo a ler ou escrever em blogs como este,ou a importar-me com a imagem errada que episódios como o verificado na Portuguesa podem transmitir do Brasil e seu povo…Quanto á definição de desenvolvimento, com humildade se constata e não sou eu que as faço,mas sim o próprio Brasil e nações unidas…O Brasil está catalogado como um país semi desenvolvido/em desenvolvimento,algo que não deveria complexar,mas sim orgulhar qualquer pessoa que goste do Brasil,significa que estamos no rumo certo,algo que infelizmente não acontece com dezenas e dezenas de países…Em relação ao meu pais,se tem realmente alguma relevancia para tudo que relatei atrás,pode crer que ainda mais orgulho tenho de ter nascido em Portugal e pertencer a um País que,sem complexos de inferioridade,com humildade e orgulho, se tenta sempre desenvolver mais,sem desconforto a rótulos e definições,pois somos o que somos,tal como o Brasil que muito gosto e você me pede para evitar definir…
Senhor Michel,se fosse possível chame-me Mota e não Motta,é que apesar de não desgostar do seu “Motta” o homófono com um “T” é o que corresponde é minha realidade,e eu tento sempre seguir esse caminho mesmo que quando não gosto dela…Um grande abraço e continue o bom trabalho,pois gosto muito dos seus textos-dariam um excelente livro, que com muito gosto compraria…