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sexta-feira, 28 de agosto de 2009 Notícias | 17:37

A patifaria da invasão de um vestiário!

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Renê SimõesTenho quase certeza que quem “armou” aquele circo ignóbil no vestiário da Portuguesa foram alguns dirigentes da Lusa para driblar as reclamações da torcida caso o clube venha (e vai) vender Edno.

 

Não há outra explicação.

 

Dois dirigentes entram no vestiário do time, “amparados” por dois seguranças supostamente armados, ameaçam alguns jogadores, principalmente Edno.

 

O técnico, René Simões, que não sabe de nada, fica revoltado e pede demissão.

 

Claro, sem saber, ele contribui para a armação.

 

Mas pelo que Simões acredita ser verdade, não pode continuar dirigindo um time sob a ameaça de seus próprios dirigentes.

 

E pronto!

 

O golpe final é dado pelo próprio Edno que se declara “moralmente impossibilitado” de continuar defendendo o clube.

 

Agora, amigo Motta, o senhor poderia por favor, evitar definições sobre o nosso país como a que usou para se referir ao nosso desenvolvimento.

 

Afinal, é bom o senhor recordar que seu País tem alguma coisa a ver com isso.

Autor: Michel Laurence Tags: , , ,

1 comentário | Comentar

  1. 1 Pedro Mota 28/08/2009 22:58

    Senhor Michel meu comentário foi elogioso para com o Brasil…Brasil é um pais lindo,com um povo fantástico do qual gosto muito(tenho 3 fantásticos amigos brasileiros), caso contrário não perderia tempo a ler ou escrever em blogs como este,ou a importar-me com a imagem errada que episódios como o verificado na Portuguesa podem transmitir do Brasil e seu povo…Quanto á definição de desenvolvimento, com humildade se constata e não sou eu que as faço,mas sim o próprio Brasil e nações unidas…O Brasil está catalogado como um país semi desenvolvido/em desenvolvimento,algo que não deveria complexar,mas sim orgulhar qualquer pessoa que goste do Brasil,significa que estamos no rumo certo,algo que infelizmente não acontece com dezenas e dezenas de países…Em relação ao meu pais,se tem realmente alguma relevancia para tudo que relatei atrás,pode crer que ainda mais orgulho tenho de ter nascido em Portugal e pertencer a um País que,sem complexos de inferioridade,com humildade e orgulho, se tenta sempre desenvolver mais,sem desconforto a rótulos e definições,pois somos o que somos,tal como o Brasil que muito gosto e você me pede para evitar definir…

    Senhor Michel,se fosse possível chame-me Mota e não Motta,é que apesar de não desgostar do seu “Motta” o homófono com um “T” é o que corresponde é minha realidade,e eu tento sempre seguir esse caminho mesmo que quando não gosto dela…Um grande abraço e continue o bom trabalho,pois gosto muito dos seus textos-dariam um excelente livro, que com muito gosto compraria…

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