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19/11/2009 - 13:31

Foi briga! Da feia! Daquelas de antigamente!

Terminou o jogo do Palmeiras – do qual vou falar adiante – fui ver o final do Fluminense contra o Cerro Porteño, do Paraguai.

Rapaz, vi o Fluminense fazer o segundo gol, o da virada, o que garantia o Tricolor na final da Sul-Americana, quando estourou uma daquelas brigas que aconteciam antigamente, em estádios sem proteção, e com jogadores se enfrentando como guerreiros. Socos, rabos de arraia, rasteiras, de tudo e a polícia tentando apaziguar sem conseguir, até perder a paciência.

E aí foi um tal de “empurrar” os paraguaios túnel abaixo com direito a cassetadas e safanões.

Até a coisa voltar ao normal, quando apenas Diguinho, do Fluminense foi expulso, os corações de todos inclusive os dos membros das comissões técnicas do Fluminense e do Cerro, batiam a mil.

Aí, não sei por que, disseram que foi uma briguinha a toa, sem importância, acho que quiseram “proteger” o espetáculo, como se toda aquela loucura não tivesse existido, não tivesse acontecido.

Achei tão bobo! Evidente que quem assistia ao jogo viu que a pancadaria foi feia e da grossa. Essas coisas acontecem, a adrenalina vai a mil, um sorri, outro é mal perdedor, estoura a confusão, até na Inglaterra.

Acho que é querer ser “mais realista do que o rei”!

Outra briga horrorosa foi a de Obina e Maurício, na saída para o intervalo de Grêmio e Palmeiras. Maurício tentou acertar um tapa, Obina revidou com um soco, os dois foram expulsos, o Palmeiras ficou com nove em campo e depois os “brigões” foram afastados do clube.

Até agora não vi nenhuma explicação para a briga.

Acho que o Obina queria que o Maurício tivesse colocado a cabeça na hora em que o argentino Máxi Lopez levantou o pé para dominar a bola, na hora do primeiro gol do Grêmio.

Realmente se o zagueiro avança a cabeça (mas também não sei se dava tempo) o juiz poderia ter dado “jogo perigoso” do argentino e o gol não sairia.

Não sei se foi isso. Estou deduzindo pela reação dos dois.

Aí insinuaram que tem um “racha” entre os jogadores.

Também não sei se isso existe na hora que entra em campo.

Acho que não. Já vi gente que não se falava, beijar no rosto o autor “inimigo” do gol da vitória.

Autor: Michel Laurence - Categoria(s): Comentário Tags:
17/11/2009 - 14:51

Causos do Futebol – FOI O DESTINO QUEM QUIS!

Fábio Simplicio, e jogou hoje pela seleção brasileira.

Fábio Simplicio, e jogou hoje pela seleção brasileira.

Você já jogou em campo em cima de um morro?

Eu joguei, no Rio de Janeiro, era rapazote!

O campo era meio … inclinado!

Só quem atacava para baixo era o time da casa.

Não havia troca de campo no segundo tempo; nem sorteio para ver quem dava a saída ou escolhia o campo no início do jogo.

Quem ia discutir? Lá em cima, o campo cercado por gente olhando feio!

Era aceitar para sair de lá com vida.

Um dia me contaram uma história sobre um garotinho que aprendeu a jogar bola em cima de um morro, aqui em São Paulo.

Uma história emocionante que já foi checada e é verdadeira.

O garotinho vivia numa casa de pobre com a família. A mãe, o pai, a avô e muitas tias, irmão, irmã.

Pagavam para morar.

O dono do terreno – não se sabe até hoje se era realmente o dono – se divertia ameaçando a família. Era desumano.

Numa dessas idas até a casa para cobrar uma dívida, viu o garotinho jogando bola.

- De quem é esse menino?

- É meu neto! – respondeu a avó com aquele jeito humilde.

- Eu troco a casa por esse menino – falou o homem ameaçador – e a dívida de vocês está perdoada!

Já chorando a avó respondeu:

- O senhor não tem vergonha? Onde já se viu? Não estamos mais no tempo da escravidão!

O homem que certamente viu que o menino tinha futuro com uma bola nos pés, respondeu gritando:

- Então, tá! Não quero mais receber e vocês tem até amanhã para deixar a casa!

O menino mesmo pequeno daquele jeito, gritou de volta:

- Ainda vou comprar essa casa para a minha avó!

Foi um corre-corre danado. Dois dias depois estavam morando em outra casa. O menino crescendo, foi fazer teste no São Paulo.

Foi vivendo com uma ajuda de custo. Foi tratado com cuidado, dentista, médicos, fisioterapeutas, e principalmente comida.

Um dia teve uma chance no profissional.

Com o primeiro dinheiro que ganhou foi no homem da antiga casa. Sorrindo, comprou ‘a vista’ terreno e barraco.

- Uma pena que minha avó não esteja mais aqui para ver isso.

O homem envergonhado resmungou:

- Sabia que você ia ser bom de bola.

Hoje provavelmente depois de seis temporadas na Itália, Fábio Simplício construiu uma bela casa para a mãe e o pai e certamente deve ter um olho na pobreza dos que precisam ser ajudados.

Autor: Michel Laurence - Categoria(s): Causos do Futebol Tags:
16/11/2009 - 18:04

As minhas previsões!

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O Flamengo leva!

Se todo mundo arrisca seu palpite, vou arriscar o meu.

O Flamengo leva!

Vamos analisar: o Palmeiras está na pior situação, com 59 pontos e joga contra o Grêmio na quarta-feira, lá no Olímpico. E o Grêmio não perde na sua casa faz tempo. Depois pega um Atlético-MG desesperado no Palestra. O Galo também precisa da vitória para entrar no G4 (o Palmeiras também precisa vencer para se manter entre os quatro); e finalmente o Palmeiras enfrenta um Botafogo que voltou a viver um clima de insegurança, no Engenhão.

Vamos lá: com boa vontade o Verdão consegue quatro pontos e chega aos 63. Mesmo que faça 6 pontos só chega aos 65, três pontos a frente do São Paulo.

O Tricolor Paulista pega o Botafogo no Engenhão, jogo difícil, ainda mais agora com a evolução do Fluminense que ameaça a permanência do Botafogo na primeira divisão. Depois vai ao Serra Dourada enfrentar o Goiás – outro time difícil de ser batido – e finalmente joga em local a ser definido contra um Sport dominado. Acho que o São Paulo, dos 9 pontos em disputa, vai levar 6 e pula de 62 para 68 pontos.

O Flamengo joga contra o Goiás no Maracanã; pega um Corinthians desmotivado no Pacaembu e recebe o Grêmio sem maiores aspirações no Rio. O Flamengo é o único, na minha opinião, que pode fazer os 9 pontos e chegar à 69.

Acho que vai dar Flamengo.

Agora vão me crucificar!

Autor: Michel Laurence - Categoria(s): Notícias Tags: , , ,
15/11/2009 - 20:11

O Mengão ligou o “KERS”!

Agora segura pelo rabo!.

No páreo sobraram São Paulo, Flamengo e Palmeiras.

O São Paulo sempre acha uma maneira de arrancar a poucas rodadas do fim. E aí também é difícil derrubar o time de Rogério Ceni.

O Mengão reencontrou os bons tempos e vai chegar com tudo. A vitória sobre o Sport no Recife mostrou isso.

E o Palmeiras, aos trancos e barrancos (ou será aos prejuízos e benefícios?), vai se agüentando.

De qualquer forma, com erros terríveis e acertos normais das arbitragens, o Brasileirão vai chegando a um final empolgante.

Aí fiquei com um ouvido em Recife e os dois olhos acompanhando o jogo do Avaí com o Corinthians.

Não valia nada, mas é legal ver o sucesso que o Silas vai conquistando.

O árbitro – Francisco de Assis Almeida Filho –, um cearense emergente da crise da arbitragem, que quase ninguém tinha visto apitando até hoje, deu um pênalti a favor do Avaí que só ele viu.

William – veja só como o futebol é engraçado –, que surgiu no Santos na mesma leva de Robinho e Diego, que dava carona para Robinho no seu Fusca novinho em folha (hoje Robinho deve andar de Ferrari, Mercedez ou qualquer outra marca), bateu o pênalti e marcou

Marquinhos fez contra e empatou para o Corinthians.

William fez outro e botou o Avaí de novo na frente.

Balbuena fez uma falta violenta e foi expulso. O juiz acertou.

E, no finalzinho, Léo Gago, que joga bem e bate forte na bola, fez o terceiro.

Agora está acontecendo uma coisa muito esquisita no Corinthians: Ronaldo está batendo faltas e escanteios e recuando para lançar os atacantes. Mas o atacante é ele. Quem deveria estar na área para cabecear as faltas e os escanteios é ele. Sem ele lá no meio, assustando e enganando os marcadores, o Corinthians perde muito.

Será que foi ele quem inventou essa nova moda?

Ou será que foi só uma inspiração no jogo de hoje?

Tomara que seja, a gente não pode perder Ronaldo lá no “melê da zona do agrião”, como se dizia antigamente. É com ele jogando ali que a gente vai  poder fazer campanha para o Dunga chamar o Fenômeno para a Copa da África.  

Autor: Michel Laurence - Categoria(s): Notícias Tags: , , , ,
14/11/2009 - 18:08

Ganhar da Inglaterra sempre é bom!

nilmarA Inglaterra entrou em campo com uma camisa de “time de pelada… pobre”.

Coisa bem típica dos ingleses. O raciocínio é simples: se a gente perder ninguém vai ligar muito, afinal nem o uniforme era o oficial.

Agora se a gente ganhar vai ser fantástico dizer que “ganhamos do Brasil com um time reserva!”.

É o tal do negócio eles – os ingleses – sempre fazem questão de manter a pose de “donos” do mundo.

Uma vez em 81 trabalhando na Rede Globo, cobri uma excursão da seleção brasileira, com Luciano do Valle, Sérgio Noronha, J.Háwila, e Kleber Schettini. Aí, na hora do jogo, no estádio de Wembley, me deram um lugar que para localizar tive que recorrer a um funcionário do estádio. Ficava lá no alto de uma viga, debaixo do telhado que cobria a arquibancada. Um verdadeiro puleiro, do qual só não caí na hora do fantástico gol de Zico graças ao bom Deus.

Mas não é por causa disso a bronca que tenho dos ingleses, é pelo comportamento deles. Eles olham para a gente como se fóssemos verdadeiros trastes.

Tenho um bom amigo Dereck Evans, com o qual trabalhei várias vezes e que é descendente de inglês. É um cara fantástico. Conhece o mundo como poucos, tem um bom humor maravilhoso e gosta de conversar.

Acho que ele já virou brasileiro.

Eu gostaria de ter estado no Qatar, só para rir junto com os torcedores brasileiros. Até parece que os ingleses se acostumaram a perder do Brasil por 1 a 0. Veja quantos 1 a 0 teve nos jogos de 70 para cá, e eles parecem sempre “surpresos de sofrerem o gol numa jogada individual de grande talento. Ou o lançamento de Elano não foi maravilhoso, e a entrada de Nilmar se antecipando aos zagueiros não foi calculada por um super-computador latino-americano?

Autor: Michel Laurence - Categoria(s): Notícias Tags: , ,
12/11/2009 - 13:22

O Juiz apitou!

sport_brigaAté eu, em casa, no magro sofá que me tortura a coluna, ouvi o juiz apitar.

Mais do que ouvir, vi ele levar o apito à boca.

Vi também ele timidamente gesticular como se tivesse assinalado algo e depois se dirigir para o meio de campo.

Vi o goleiro do sport parar no lance.

Vi os zagueiros duvidarem. E os atacantes reagirem atrasado a uma sobra de bola.

Quer dizer o lance estava parado a partir do momento em que eles ouviram o apito.

O senhor elmo alves resende cunha deve estar procurando até agora uma justificativa por ter soprado o apito.

A justificativa está na cara de todo mundo. Ninguém viu que o elder granja, atrás dele juiz, dava condições a danilo.

Nem ele, nem ninguém, viu.

Nem no campo e muito menos na tv.

Aí o juiz apitou impedimento de danilo.

Quando olhou para o bandeirinha e viu seu assistente correndo para o meio de campo, dando o gol como válido, já era tarde.

Se o lance tivesse prosseguido normalmente o que teria acontecido?

Não se sabe!

Realmente ser juiz não é fácil. O senhor resende cunha errou, mais nada.

Errou e prejudicou terrivelmente o sport.

Apesar que cá entre nós o sport já estava sensivelmente prejudicado por ele mesmo.

Autor: Michel Laurence - Categoria(s): Comentário Tags:
10/11/2009 - 19:18

Causos do Futebol – Carlos Alberto Torres, o Capitão da Sorte!

carlos_alberto_torres

Desde que surgiu nos juvenis do fluminense, Carlos Alberto, que ainda não era Torres, foi tratado como um dos possíveis novos craques da seleção brasileira.

 Era um monstro, jogava uma barbaridade. Jogava tanto que foi convocado em 1963, com apenas 19 anos, para uma Copa Roca, que seria jogada em São Paulo.

No jogo contra a Argentina, numa quarta-feira à noite, no Pacaembu, Carlos Alberto viveu um drama.

A Argentina tinha dois irmãos na ala esquerda do ataque: Oscar e Daniel Más. Os dois de muita qualidade. Malandros como só os argentinos sabem ser. Sabiam tirar partido de tudo, sobretudo da insegurança dos adversários.

O centroavante – o camisa 9 de hoje em dia – desse mesmo ataque era um cara chamado Luis Artime. Um goleador sensacional, que foi campeão mundial pelo Peñarol, do Uruguai, numa final contra o Panathinaikos, da Grécia; disputou a Copa de 66, na Inglaterra, e jogou em 1968 pelo Palmeiras, onde deixou seu nome gravado na história.

Nesse jogo entre Brasil e Argentina, de 1963, os argentinos venceram, 3 a 0, três gols de Artime, em jogadas tramadas pela esquerda pelos irmãos Más.

As jogadas dos irmãos Más exploravam as avançadas de Carlos Alberto no ataque. As três foram tramadas nas costas do lateral.

Naquela época, os avanços dos laterais não eram tão comuns como hoje em dia.

Carlos Alberto foi arrasado pela crítica. Era moderno demais para a época.

Onde já se viu! Só Nílton Santos é igual a ele, nunca iria surgir outro.

Imagine, perder para a Argentina, em pleno Pacaembu, logo depois do recém-conquistado bicampeonato do mundo no Chile.

Ali parecia que Carlos Alberto tinha enterrado sua passagem pela seleção.

Mas esse fracasso o protegeu de uma outra terrível tragédia.

Em 1966, Vicente Feola, recuperado da doença que o tinha afastado da seleção em 62, convocou nada menos do que 47 jogadores para os treinamentos no Rio de Janeiro. Eram quatro times inteiros do goleiro ao ponta-esquerda e mais três jogadores que foram chamados porque três dos prováveis titulares estavam machucados.

Os quatro convocados para a lateral pelo lado direito foram: Djalma Santos, do Palmeiras; Fidelis, do Vasco; Murilo, do Flamengo, e … Carlos Alberto, do Santos.

Murilo e Carlos Alberto – do qual só lembravam do jogo contra a Argentina – acabaram cortados e escaparam do fracasso total da seleção na Copa da Inglaterra – uma vitória, contra a Bulgária, 2 a 0, e duas derrotas para Hungria e Portugal pelo mesmo placar: 3 a 1.

E foi com esse golpe de sorte que Carlos Alberto se transformou em herói do tri, no México.

Ele e mais alguns jogadores – Gérson, Brito, Jairzinho, Tostão e até Pelé – foram recuperados nas convocações para as eliminatórias, formando nas “feras” de João Saldanha.

Foi assim também que, marcando o último gol do Brasil na vitória por 4 a 1 sobre a Itália, e como capitão do time, Carlos Alberto levantou pela última vez a taça Jules Rimet – o regulamento da Copa dizia que quem ganhasse por três vezes ficava com a posse definitiva do troféu.

Depois, a Jules Rimet foi roubada da CBF…. Bom, mas essa é outra história.

Autor: Michel Laurence - Categoria(s): Causos do Futebol Tags: ,
08/11/2009 - 18:57

Que coisa terrível!

Não quero atiçar o fogo.

Não quero que algumas pessoas pensem errado.

Mas, está demais.

O que o Simon fez no jogo Fluminense e Palmeiras foi inaceitável.

O pior é que ele vive clamando aos sete ventos que é “jornalista” formado e que quando deixar de apitar vai exercer a profissão.

Deus nos livre.

Sinceramente, nem o Arnaldo César Coelho conseguiu arranjar uma desculpa para justificar a anulação do gol de Obina.

Depois, nem ele, nem o bandeirinha terem visto o Alan dando de propósito uma cabeçada que abriu o supercílio do Armero, é inexplicável.

O que estou escrevendo não tem nada a ver com a vitória do Fluminense, ou melhor, teria se o lance do gol de Obina fosse considerado normal por sua senhoria. Mas a vitória do tricolor que vem numa recuperação fantástica, foi até certo ponto justa.

Agora é erro demais para um campeonato só.

É evidente que as reclamações do Palmeiras vão demorar a ecoar no prédio da CBF, na Barra da Tijuca, no Rio, se ecoarem ou se não morrerem antes de chegar por lá. 

Além do mais o Flamengo derrotou o Atlético no Mineirão e botou fogo na já tão incriminada cidade do Rio.

Quem amanhã vai se lembrar, se o Fluminense se livrar do descenso, que o Carlos Eugênio Simon anulou um gol legítimo de Obina?

Autor: Michel Laurence - Categoria(s): Notícias, Recados Tags: , ,
07/11/2009 - 21:28

De vez em quando a gente sorri!

dorival

Graças a Deus já sorri muito em minha longa carreira.

Chorei também, disfarçadamente, mas chorei, de alegria e de tristeza. Mais de alegria do que de tristeza.

Sorri vendo o Flamengo campeão em 1966.

O América em 60.

Com o Santos de Pelé, Zito e Gilmar.

Com o Botafogo de Mané, Nilton Santos e Didi.

Com o Corinthians de Sócrates.

Com o Flamengo de Zico.

O Inter de Paulo Roberto Falcão, Paulo César Carpegianni, Figueroa e Manga.

Com o Cruzeiro de Tostão, Dirceu Lopes e Raul.

Com o Atlético do Rei, Rei, Reinaldo.

Com a seleção Tricampeã e daí para frente com dezenas de títulos que não eram importantes e depois ficaram.

Sorri hoje com o Roberto, o Dinamite.

Não sei o que vai ser daqui para frente.

Não tenho a mínima noção. Nem importa.

Porque para mim o que importa é que uma certa vez, há muitos anos atrás, vi o Roberto fechar um parque de diversão na Lagoa Rodrigo de Freitas e fazer felizes dezenas de crianças carentes.

Hoje, acho que uns 40 anos depois, ele fez milhões de vascaínos felizes.

Com trabalho, lisura, e amor.

Como é bom sorrir quando a gente vê o bem vencer.

Autor: Michel Laurence - Categoria(s): Notícias Tags: ,
06/11/2009 - 13:40

Depois dizem que Milagres não acontecem!

fredEntão me expliquem o que aconteceu no Fluminense para de uma hora para outra o time se transformar de saco de pancada, de lanterna do Brasileirão, em vencedor?

Não, não, por favor, não me venham dizer que foi a competência do Cuca!

Muito menos de que o Fred voltou a ser o Fred de cinco ou seis anos atrás.

Ninguém viaja para o futuro assim … como NÃO volta no tempo!

Se as explicações forem essas pergunto: “o que eles estavam fazendo antes, quando perdiam de todo mundo?”.

O Conca “incorporou” o Maradona (só para mudar um pouco de religião!)?

O Diguinho é o novo Zito?

Gum é o novo Domingos da Guia?

Rafael um novo Castilho?

Não, meus amigos, acho que o Nelson Rodrigues tinha razão: “tem hora que o Sobrenatural de Almeida entra em campo!”.

Afinal, por que vocês querem explicação para tudo?

Autor: Michel Laurence - Categoria(s): Comentário Tags:
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