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13/10/2009 - 02:31

São Paulo tá pequena ou será que vai chover?

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filataxiComo quem diz “Será que vai chover?”, o motorista do táxi que me levou para o aeroporto na sexta-feira de tardezinha comentou que “São Paulo tá pequena”. Na chegada a Congonhas, respondi no automático – “é verdade, tem muita gente” -, enquanto achava os 25 minutos do Itaim Bibi até lá, numa véspera de feriado, mais que razoável e concluía com os meus botões que o tamanho da cidade e da população já não andavam me impressionando tanto assim. Três dias depois, de volta da pacata Porto Alegre em feriadão, tive que me lembrar do taxista profeta quando consegui me surpreender novamente. E nao foi com o voo, que chegou bem na hora, nem com o trânsito, mas com a fila do táxi… Lá se foram 25 minutos só para entrar num deles. É mole?

Citando a também nova moradora de Sampa Cacá, parece que o dia tem menos horas por aqui.

Autor: Tatiana Klix - Categoria(s): Vivendo em São Paulo Tags: , , ,
08/10/2009 - 23:22

O Parque Lage é aqui do lado

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parque-lage-piscina

Em homenagem ao Rio, olímpico e sempre lindo, recomeço lembrando meu primeiro feriado de vida paulistana. Ou tem sentido se mudar para São Paulo e não aproveitar o fato de estar tão mais perto de lugares tropicais e sair daqui sempre que possível? Tipo, de Porto Alegre, ir ao Rio de Janeiro é uma baita Viagem, com merecida caixa alta. Passa por chulear uma promoção de passagem, emendar várias folgas ou tirar férias. Daqui, virou “uma viagenzinha pra Floripa”.

Pois lembrei do 9 de julho – quando me aventurei com a amiga Léo rumo ao Rio de carro e tudo – ao assistir (e me emocionar!) ao vídeo que tão bem vendeu a cidade maravilhosa para os gringos em Copenhague. É que lá pelas tantas, entre uma imagem incrível e outra (e eu me perguntando por que mesmo não escolhi viver lá) aparece o Parque Lage, que conheci num dia “do tipo não deu praia” no feriadão.

No vídeo aparece um frame do casarão, elegante, onde tem um lindo pátio, uma escola de arte e  um café, o du Lage, o primeiro ponto explorado por nós no parque. Não era fim de semana, então não fizemos o programa tradicional e já me recomendado para o local – o café da manhã -, mas posso dizer que o almocinho na beira da piscina tornou a vida bem mais ou menos, para mais, claro.

A ideia era só fazer uma pausa com fins gastronômicos, antes de seguir rumo ao Instituto Moreira Salles, na Gávea, mas o programa acabou se arrastando pela tarde toda.  Além dos limites do casarão, o Lage tem jardins típicos europeus, muita mata atlântica aos pés do Corcovado, uma gruta, um aquário construído com argamassa imitando pedra (meio caído, é preciso dizer), lagos, cachoeiras e trilhas que levam até o Cristo.

parque-lage-jardim

A disposição não era tanta, mas meio sem querer, na companhia de um guarda florestal que fez as vezes de guia, subimos um bom pedaço do morro, com a recompensa da vista para a Lagoa Rodrigo de Freitas de um lado e de cachoeiras do outro. O mesmo guarda que nos adotou, seja por falta de serviço ou simpatia pelos nossos belos olhos castanhos, contou que no verão é comum turistas e moradores subirem pelas mesmas trilhas para fazer piquenique e se banhar nas quedas de água no meio do mato. Não era o caso para um dia quase nublado de julho, mas – extasiadas pela natureza – saímos de lá prometendo voltar com biquíni por baixo.

parque-lage-lagoa

Onde fica: Rua Jardim Botânico, nº 414
Quando fica aberto o parque: todos os dias, das 7h às 17h
Quando fica aberto o café: de segunda a quinta, das 9h às 22h30, e de sexta a domingo, das 9h às 17h30

Autor: Tatiana Klix - Categoria(s): Rio de Janeiro Tags: , , ,
08/10/2009 - 21:22

Meu ida&volta de volta

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Demorou bem mais do que eu queria, mas o ida&volta voltou ou eu voltei para o ida&volta (não decidi ainda quem mais se enrolou no trajeto Porto Alegre-São Paulo). Se vão quase cinco meses desde o post de despedida na casa velha até este novo, em nova cidade e vizinhança (física e online). Além da tradicional procastinação, excesso de novidades me atrapalharam: novo emprego, novos amigos, novas rotinas, novos perrengues, novo supermercado (tem Záffari aqui – com acento -, mas é longe da minha casa), novas baladas, novo trânsito (e novas multas), nova faxineira, muitos novos restaurantes dão trabalho, viu?

O gosto por viagens – ainda bem – continua o mesmo, mas depois de 30 anos morando em Porto Alegre e 11 trabalhando na mesma empresa, descobri também um novo sentimento: é bom mudar. De modo que nesta nova etapa, o blog também vai mudar um pouco, não apenas na aparência e de endereço. Além do papo sobre viagem, vou arriscar por aqui algumas impressões sobre Sampa e sobre ser nova na cidade. Se a coisa ficar muito egobairrista, podem me xingar, mas com educação, que a casa nova continua sendo de muito respeito.

Questões de ordem

Por que o WordPress é tudo na vida, consegui importar todos os posts do blog hospedado no portal clicRBS para cá. Ficou quase tudo bem direitinho ali embaixo, mas sobraram alguns erros em links e categorias que serão arrumados aos poucos, no ritmo da minha insônia.

O blog tem novo endereço: colunistas.ig.com.br/idaevolta/. O velho, www.idaevolta.com.br, ainda aponta para a versão antiga, mas logo se muda para o iG também.

Autor: Tatiana Klix - Categoria(s): Vivendo em São Paulo, eu viajante Tags:
06/05/2009 - 15:51

Arquitetura e polpettone no Higienópolis

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Back in 2001, me achando com os amigos Lê e Fer no edifício Bretagne, no bairro Higienópolis, SP

Quando bateu inveja na Cássia do meu encontro com o Riq Freire em São Paulo, eu prometi que ia tirar uma foto e mostrar para ela. Fiquei tão entretida com o bom papo que não tirei, e também não tirei nada muito publicável do nosso passeio a pé por Higienópolis.

Pena, porque o bairro é muito gostoso, arborizado, ainda com prédios antigões e estilosos da década de 60, 70 (e não os horrendos+modernos+janelas minúsculas+padrão+São Paulo). Tem até um shopping bonito onde as pessoas passeiam com cachorros, o Pátio Higienópolis, o que é raro, éounãoé? E pena também porque o Riq me levou no Jardim de Napoli para comer (sim, os programas em SP sempre incluem comida) o famoso polpettone, que ficaria muito bem na foto aqui.

A receita inventada pelo atual dono da cantina Antonio Buonerba, filho do imigrante italiano Francesco Buonerba que começou o negócio familiar em 1949 vendendo pizzas para os vizinhos, é mantida em segredo, mas como bem definiu o Riq, é uma covardia, porque tem muita coisa boa num prato só: bolo de carne frito e achatado, recheio de queijo mozzarella e molho de tomate em cima. #Prontofiqueicomfome

Onde fica

Rua Dr. Martinico Prado, 463, e no Shopping Higienópolis, na Avenida Higienópolis, 618, 2º piso, onde só são servidos os polpettones num esquema fastfood.

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Para não dizer que não falei de fotos, ilustro este post com cliques feitos em 2001 no edifício Bretagne, uma construção de 1959 que chegou a ser ponto turístico na cidade projetada pelo arquiteto de fato (mas não propriamente formado) João Artacho Jurado. O meu amigo chique Lê Bier morou no condomínio localizado no número 938 da Avenida Higienópolis – uma das paradas do meu passeio com o Riq -, considerado o primeiro em São Paulo com opções de lazer para moradores dentro do prédio. Tem “até piscina”, veja só, e a festa de inauguração contou com a presença do ator Roy Rogers e da então miss Estados Unidos. Muito tempo depois, não pude deixar de registrar minha presença no cenário cinematográfico!

Nas redondezas, pelo menos outros dois edifícios do mesmo arquiteto são clássicos e valem um olhar atento: o Cinderela, na Rua Maranhão, 163 (esquina com Rua Sabará), e o Parque das Hortênsias, na Avenida Angélica, 1106.

Autor: Tatiana Klix - Categoria(s): Turista em São Paulo Tags: , , ,
06/05/2009 - 01:27

Mais no Bom Retiro: comida grega da boas

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Mais de 10 dias de silêncio depois e eu volto aqui com um papo Bom Retiro de novo. Azar, só de lembrar da comida grega que comi no meu último dia em São Paulo me deu fome. Sim, a Léo, a anfitriã gaúcha mais paulista que eu conheço (a moça esqueceu de falar “tu” no primeiro dia por lá) não achou suficiente que eu experimentasse as burekas búlgaras e me levou no domingão retrasado para conhecer o tradicional Acrópoles.

O restaurante inaugurado em 1959 é uma salona vertical, com as mesas dispostas bem pertinho umas das outras e espaço para um corredor no meio, sem janelas, barulhento, bagunçado. Quase um pé-sujo ou roots, como se diria por aqui. Na porta, a recepção é feita pelo simpático – e aos 90 anos, já um pouco atrapalhado – Thrassyvoulos Petrakis. O seu Trasso comanda o espetáculo anotando nomes para a lista de espera e algumas vezes confundindo a ordem dos clientes também, enquanto ordena aos demais:

 - Espera.

Esperamos e entramos, onde hoje o filho do proprietário já é dono do campinho. Nas paredes, entre colunas de gesso na cor azul, fotos amareladas de paisagens conhecidas gregas e garrafas de azeite de oliva, recortes de reportagens elogiosas ao grego mais popular de Sampa garantem que o que vem pela frente é bom.

Seguindo as dicas da Léo pedi a entrada deliciosa (e abri mão da salada grega com um certo pesar) com pão (não grego, é preciso que se diga), polvo a vinagrete, cebola, azeitonas e pastinhas variadas.

Na hora do prato principal, o pedido é feito direto na cozinha, no fundão. Matei a saudade de comer a moussaka, um prato de berinjela, carne e batata. A Léo foi em outro tradicional da casa, o carneiro assado à moda grega.

 

Ambas comemos demais e mesmo assim deixamos comida no prato. A conta não chega a ser barata, em torno de R$ 55 por pessoa. “Mas meu, de verdade”, como diria a falante da língua paulistana Léo, saímos de lá satisfeitíssimas.

 
Onde fica no Bom Retiro
Rua da Graça, 364

Onde fica no Jardins
50 anos depois da inauguração, o Acrópoles ganhou uma filial. As filhas do seu Trasso abriram uma casa com o mesmo cardápio, mas não exatamente o mesmo preço, na R. Haddock Lobo, 885, também em SP.

Autor: Tatiana Klix - Categoria(s): Turista em São Paulo Tags: , , ,
22/04/2009 - 11:55

Bom Retiro também é bom para comer bureka

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Cheguei aos tradicionais folhados típicos da Bulgária ao tentar experimentar outra tradição, o restaurante judeu Shoshi Delishop (Rua Correia de Mello, 206). Queria lanchar e, indecisa com o cardápio, pedi uma ajuda à proprietária da casa, que – muito enfática – me disse não fazer lanches e que eu deveria ir ao restaurante de burekas do filho dela. A senhora inclusive mandou uma funcionária me guiar e foi tão firme e determinada no conselho, que achei melhor obedecer. Valeu a pena.

Não consigo passar por São Paulo sem fazer uma visita básica ao bairro Bom Retiro, o paraíso para compras de roupinhas baratas. Repeti o programa sexta-feira, mas não repetirei o post que escrevi no ano passado e continua valendo aqui. Vou apenas fazer um adendo para uma descoberta chamada bureka.

A algumas quadras, estava a Casa Búlgara (Rua Silva Pinto, 356), onde se servem as tais burekas, bem quentinhas, acompanhadas por um molho de pimenta verde saboroso. São salgados folhados com diferentes recheios – queijo, batata (os mais tradicionais), carne, carne com berinjela, gorgonzola, espinafre, frango e até chocolate. Cada uma por R$ 2. O lanche perfeito para uma pausa nas compras.

Autor: Tatiana Klix - Categoria(s): Turista em São Paulo Tags: , ,
17/04/2009 - 03:53

Da série gostei de fotografar placas

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Da série me sentindo em casa em Campo Belo:

 

Da série quanto bom humor na Vila Madalena:

 

Autor: Tatiana Klix - Categoria(s): Turista em São Paulo Tags: , ,
17/04/2009 - 03:33

Passeio diurno na Vila Madalena

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Será que é porque eu queria ser bailarina quando criança e adolescente que eu gostei tanto das esculturas inspiradas em movimentos de dança da Oficina de Agosto, na Vila Madalena? De centenas de trabalhos do grupo de artistas e artesãos mineiros expostos na linda loja no número 243 da Rua Harmonia foram delas a maioria das fotos que ficaram registradas na minha máquina fotográfica.

Chega até a ser uma certa injustiça em relação à variedade e qualidade das peças que olhei com todo tempo do mundo na tarde de hoje na minha primeira incursão diurna ao bairro paulistano cujos botecos têm o meu número. Assim como também é injusto citar só essa parada das várias que eu fiz em galerias, lojas de objetos de decoração, design, moda. Mas fazer o quê se as bailarinas remexeram na minha memória afetiva e contra isso não tem racionalidade que chegue a tempo e tampouco eu vou querer lutar?

Sugiro, portanto, uma vez em São Paulo, uma caminhada de dia pela Vila Madalena para descobrir em algum dos tantos cantos descolados do bairro algo que desperte emoção, do jeitinho que os trabalhos da Oficina de Agosto fizeram comigo. Sem nunca deixar de ir aos botecos à noite, claro.

Autor: Tatiana Klix - Categoria(s): Turista em São Paulo Tags: , ,
17/04/2009 - 02:06

Normandia paulistana

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Quanta animação, hein?

Dizem que no escaldante dezembro neva espuma na Normandia paulistana, no bairro Moema. Não tive a oportunidade de conhecer a pequena rua com casario de inspiração europeia em época de decoração natalina, mas caminhei por lá ontem, no meu primeiro dia em São Paulo, na companhia da minha amigona e moradora do bairro Fernanda e do filhinho dela de nove meses Bruno.

Foi bem gostoso, a rua meio que esbarra no fake exagerado, mas tem seu charme, com várias lojas de coisinhas para casa bacanas e outras mais de roupas descoladas e de grifes. E muito tranquila. Aliás, tão traquila que quase tão surreal como deve ser o espetáculo de espuma no Natal, quando a via fica movimentada, é a animação dos músicos (provavelmente contratados para animar visitantes por alguma loja) que ficam a tarde toda lá tocando para quase ninguém. Sério, tive até um momento de vergonha alheia.

Autor: Tatiana Klix - Categoria(s): Turista em São Paulo Tags: ,
14/04/2009 - 17:19

POA-SP pela Azul com duas horas em Campinas

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Experimentei hoje pela primeira vez o serviço da companhia aérea Azul. Meu objetivo era chegar em São Paulo, partindo de Porto Alegre.

O voo saiu bem pontual às 13h15 (bom), fez escala em Navegantes (nem tão bom) e chegou 10 minutos antes do previsto em Campinas (bem bom). O avião era aparentemente bem novinho (bom), a poltrona quase não reclinava (ruim, mas não tem melhor) e o serviço é simples mas eficiente: batata chips e mini wafer recheado, com direito a um refri (satisfatório). O que eu não contava era com a espera no aeroporto de Viracopos. Cheguei às 15h45 e só vou pegar o busão gratuito (bom) que vai me levar para o shopping Eldorado às 17h45 (nada bom).

Da próxima vez, antes de me atirar numa promoção por R$ 129 vou me informar sobre os horários dos ônibus.

Autor: Tatiana Klix - Categoria(s): Avião Tags: ,
13/04/2009 - 00:36

Feliz Páscoa em Gramado

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Eu bem que tentei conhecer o novo e moderno Zoo de Gramado nesta Páscoa. O passeio estava na programação do feriado entre amigos desde antes da viagem, mas passou de sexta para sábado, para domingo e definitivamente para uma próxima ida à serra gaúcha. A visita aos bichinhos da fauna brasileira acabou substituída por programas gastronômicos e por dar tempo à preguiiiça (não necessariamente nesta ordem). Dá uma olhada no roteiro e diz se eu preciso me arrepender?


No restaurante Colina Verde, vista linda e bolinhos de aipim deliciosos

1 - Sexta perto do meio-dia, a subida para a Serra a partir de Porto Alegre deu-se pelo caminho mais longo - a BR-116, Via Nova Petrópolis - mas também mais bonito e onde está o indicadíssimo Colina Verde. A comida é colonial (diz o Guia Quatro Rodas que é a melhor do Brasil) e o cardápio mistura pratos alemães e italianos. Na sexta santa, tinha mais peixe do que normalmente, mas não faltaram os tradicionais matambre recheado, carne de porco e a linguiça alemã, para os menos católicos. Da mesa cheia, o que mais gostei foi do pão da entrada (parecia de batata), do bolinho de aipim e da linda vista do alto da colina. 

2 – A noite foi dedicada à tradição: bacalhau feito em casa pelo Sérgio. Delicioso. 

3 – Sábado começou com café da manhã na rua principal de Gramado (a Borges de Medeiros), seguido por compras de chocolates. Da Planalto, saí com uma sacola cheia (a maioria para dar de presente, registre-se) e essas fotos da fábrica de chocolate que fica no segundo andar da loja:

chocolate

4 – Quase as três da tarde, o Romanus (que é parente do Baumbach, em Porto Alegre), com comida suíça e alemã novamente, foi escolhido para o almoço. Meu destaque vai para a batata suíça, cuja receita o garçom me assoprou. É mais ou menos isso:

Cozinhar as batatas com casca, de preferência vermelhas, até subir a fervura;
Rerservar na geladeira até o outro dia para pegar consistência;
Descascar e ralar as batatas;
Preparar em uma frigideira com manteiga (do mesmo jeito que se faz omelete) e acompanhamentos a gosto (bacon, cebola, queijo etc). 

5 - Em casa, janta do Sérgio de novo: galinhada e salada de batata com bacalhau. De sobremesa, chocolates. 

6 – Domingo, para ameninzar, teve um almoço mais leve, em um restaurante com buffet por quilo, mas a despedida foi com uma para lá de respeitável apfelstrudel da Leckerhaus.

Tá bom ou quer mais? Feliz Páscoa, by the way.

Autor: Tatiana Klix - Categoria(s): Gramado Tags: , , ,
06/04/2009 - 17:55

Agora também tem oferta para passagens de ônibus

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Eu tinha parado de divulgar promoções de passagens por aqui, até porque tem muita gente fazendo isso tão melhor que eu (vide o Rodrigo Purisch e o site www.melhoresdestinos.com.br). Mas não me aguentei com a novidade que chegou no meu email hoje: promoção de passagens de … ÔNIBUS!

Isso mesmo, a Itapemirim oferece passagens a R$ 10 nas linhas Curitiba-Rio, São Paulo-Porto Alegre e Rio-Porto Alegre até o fim de junho. O trecho Campinas-Porto Alegre é vendido a partir de R$ 11. Para aproveitar, é bom comprar com antecedência, porque óbvio que a companhia vende apenas algumas poltronas por viagem por este preço. Que nem nas companhias áreas.  Aliás, alguém duvida que esta ação seja uma reação às ofertas da Azul?

Mais informações, como descontos menores em outros trechos, estão no site da Itapemirim.

Autor: Tatiana Klix - Categoria(s): Blog, Ônibus Tags: ,
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