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Arquivo da Categoria Berlim

09/11/2009 - 14:42

Dicas para entrar no clima de Berlim

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Hoje, queria acordar em Berlim. Quer dizer, se eu pudesse escolher mesmo, queria ter ido na semana passada, a tempo de chegar para o show do U2. Se eu estivesse lá, talvez  teria me hospedado no Ostel, um albergue que também faz as vezes de hotel (ou vice-versa) com astral e decoração DDR. Como acordei em São Paulo, minha participação nas comemorações dos 20 anos da queda do muro de Berlim vai ser com a reciclagem de um post sobre o tal Ostel que não derrubou o muro, que escrevi em de 30 de março do ano passado. Nada mais temático, não? Imagino que deva estar lotado, mas também imagino que quem estiver lendo este post neste dia 9 não deve estar procurando hospedagem para hoje em Berlim.

De lambuja, já que o assunto do dia é Berlim (depois da Geyse e da Uniban, claro), indico também um romance coisa mais fofa e sensível sobre a vida na DDR (O Charuto Apagado de Churchill, de Thomas Brussig, Ed. LPM), um especial sobre a queda do muro, ou melhor, dois (o da casa iG e o do The New York Times), uma reportagem sobre turismo em Berlim bem atual (Visit Berlin’s brave new world, do Times Online) e um álbum no flickr, de onde eu surrupiei as fotos para ilustrar este post (Mau Alcântara – Berlim).

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Autor: Tatiana Klix - Categoria(s): Berlim Tags: , , ,
30/03/2008 - 20:00

Alemanha Oriental ainda existe no Ostel em Berlim

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Uma amiga, procurando na internet um hotel na Alemanha, achou o Ostel e me passou a dica. Para quem gosta de design e nostalgia, vale o muito o clique. E para quem está viajando para Berlim é também uma opção econômica e divertida de hospedagem. O Ostel é todo decorado num clima Adeus Lenin, reconstituindo a realidade da ex-Alemanha oriental. Mas, pelo que diz no site, é tudo reformado, limpinho, novinho e com classe. Pelas fotos, parece mesmo assim.

O clima começa pela recepção, onde há uma foto do líder comunista e ex-presidente da câmara do povo Horst Sindermann e relógios marcando o horário em Berlim, Moscou, Pequim e Havana, passa pelos móveis e papéis de parede nos quartos, aparelhos de som e chega até na lojinha, que vende produtos também da antiga DDR. O misto de albergue e hotel ainda oferece city tours em um Traban (Trabbi, carinhosamente), o carro mais popular antes da queda do muro nas redondezas. Há várias opções de quartos (individuais, para a família, com e sem banheiro, coletivo) com diferentes preços. No dormitório, paga-se nove euros por pessoa, e um quarto duplo sai por 54 euros. E tudo isso, numa zona bem central, perto de bares e cafés importantes na história da Berlim oriental, como o Café Moskau.

Autor: Tatiana Klix - Categoria(s): Albergue, Berlim, Hospedagem Tags: , , , ,
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