Dicas para entrar no clima de Berlim

Hoje, queria acordar em Berlim. Quer dizer, se eu pudesse escolher mesmo, queria ter ido na semana passada, a tempo de chegar para o show do U2. Se eu estivesse lá, talvez teria me hospedado no Ostel, um albergue que também faz as vezes de hotel (ou vice-versa) com astral e decoração DDR. Como acordei em São Paulo, minha participação nas comemorações dos 20 anos da queda do muro de Berlim vai ser com a reciclagem de um post sobre o tal Ostel que não derrubou o muro, que escrevi em de 30 de março do ano passado. Nada mais temático, não? Imagino que deva estar lotado, mas também imagino que quem estiver lendo este post neste dia 9 não deve estar procurando hospedagem para hoje em Berlim.
De lambuja, já que o assunto do dia é Berlim (depois da Geyse e da Uniban, claro), indico também um romance coisa mais fofa e sensível sobre a vida na DDR (O Charuto Apagado de Churchill, de Thomas Brussig, Ed. LPM), um especial sobre a queda do muro, ou melhor, dois (o da casa iG e o do The New York Times), uma reportagem sobre turismo em Berlim bem atual (Visit Berlin’s brave new world, do Times Online) e um álbum no flickr, de onde eu surrupiei as fotos para ilustrar este post (Mau Alcântara – Berlim).


Tatiana Klix