27/10/2009 - 12:59

Todo relacionamento tem um ciclo: você nasce, cresce, se reproduz e morre. Tá, tá, isso é o ciclo de vida humano, mas vai dizer que as relações amorosas são muito diferentes? No máximo, a gente tira o ‘morre’, para aqueles que vivem felizes para sempre e insere um ‘briga’, para aqueles que realmente se amam. Não adianta, quem ama, briga, tem ciúme, faz charme, quer carinho. É assim. Simples assim.
O nascimento
Assmi como acontece com as crianças, quando nasce uma relação, ela é engraçadinha. Os outros chegam e falam ‘que coisa linda’. Os outros chegam e falam ‘que casal fofo’. Vocês estão descobrindo os dedos, a orelha, o próximo, os sentimentos, a fala. Com o tempo e com a ajuda de algumas pessoas, vocês começam a andar. No começo, tudo é novidade. O jeito, as palavras, a família, os amigos, os costumes, as vontades. Esta é a parte boa. Os primeiros seis meses de relação serão, provavelmente, os melhores seis meses da vida de casal. É natural do ser humano querer descobrir, entender e compartilhar. Aproveite este tempo gostoso para viver a vida a dois, namorar bastante, sair, visitar lugares bacanas, conversar e deixar claro as suas vontades. Depois, como toda criança, a gente tem que crescer.
Crescendo!
Crescer, para todos, é difícil. É quando a gente chega na adolescência que começamos a descobrir a sexualidade, começamos a entender melhor como funciona o mundo, como são as pessoas, como é a economia, a política… Ganhamos responsabilidades. Precisamos amadurecer. Nas relações, este período pode levar pequenos dois meses à variados anos. É aquele tempo onde os dois começam a se desentender, onde as vontades parecem não serem mais as mesmas, as brigas se tornam constantes, o ciúme grita, a vontade de ficar junto aumenta. É, realmente, uma fase confusa, bem aquela coisa de adolescente. Estes são, talvez, os momentos que definirão para sempre o que será o seu relacionamento. Se não existir confiança agora, não existirá jamais. Se o amor não for pleno, haverá traições. Se o outro não for sincero, surgirão mentiras. Se os dois lutarem juntos e resolverem, por fim, que devem ficar juntos, terão uma boa vida pela frente.
Se reproduzindo
Claro que a reprodução envolve o sexo e, obviamente, um filho. Como a gente é jovem e ninguém aqui quer ter bebê antes dos 30, vamos encarar de outra forma. A reprodução de um namoro é o momento em que vocês dois começam a fazer planos para uma vida conjunta. Os dois estão crescidos, estão com ideias e ideais formados, querem ficar juntos para valer. É hora de viajar, de conhecer o mundo, de se divertir mais. Hora de conversar bastante para evitar brigas, de entender as vontades e necessidades do outro e tentar suprir. É reproduzir, dentro de você, o outro. É a velha história do ‘dois se tornam um’, que muita gente acha errada, mas que é necessária para qualquer relação. Quando você coloca o outro dentro de você, você começa a desejar o bem, deixa a inveja de lado, fica feliz pelas vitórias. É assim que tem que ser.
A morte
A morte é inevitável. Nós, humanos, ficamos na Terra por um período curtíssimo de tempo. Então porque não aproveitar este tempo da melhor forma possível? Para alguns, o relacionamento precisa morrer. Depois de tentar tudo, finalmente as pessoas entendem que simplesmente não era para ser. Sabe aquele lance de almas gêmeas e tudo mais? Então, vai saber se é real? Tem gente que se completa e nós, meros mortais, precisamos procurar bastante para acharmos quem é esta pessoa. Se não deu certo, a morte é inevitável. É difícil, é dolorida, é perder alguém querido para sempre. Mas é inevitável.
Happpily Ever After
Se um relacionamento não morre, ele tem que ser feliz para sempre. Estão errados aqueles que pensam que, já que um casal está junto por um longo período de tempo, é feliz. Encontramos por aí muitas pessoas que vivem ao lado de alguém, mas são totalmente infelizes por uma série de fatores. Se você está do lado daquela pessoa que te faz sorrir a cada nova manhã, então aproveite o feliz para sempre. O amor é difícil de encontrar, mas quando você acha, não deixe escapar. A sensação é louca, é divina, é maravilhosa. Você já achou?
E aí, concorda com o que eu disse?
Autor: Caio Caprioli - Categoria(s): Relacionamentos
Tags: amor, ciclo de namoro, relação
19/08/2009 - 15:26

Uma das dúvidas mais recorrentes que chegam ao meu e-mail é aquela velha questão de ‘como saber se ele não quer nada sério comigo?’. Umas encontram caras na baladas que são perfeitos príncipes, mas que não ligam no dia seguinte. Outras ficam com amigos da escola que, no outro dia, fingem que nada aconteceu. E outras fazem sexo de primeira, achando que vai conseguir prender o homem com isso e, depois, ele some. É aquilo lá: existem vários tipos de homens, vários tipos de situações e vários tipos de intenções.
Como reconhecer um garoto que só quer sexo? Bom, qualquer garoto só quer sexo. É meio óbvio, não é? Comece colocando isso em sua cabeça e você será bem mais feliz com a sua vida amorosa. E sexual. Atualmente, o sexo já passou por vários tabus e não é mais algo que é encarado com tanto preconceito. Todo mundo faz. Ora com seus namorados, ora com transeuntes. É assim, parece que banalizou geral.
Portanto, não é difícil reconhecer um garoto que queira sexo. Acredito que, hoje em dia, as mulheres precisam começar a se dar um pouco mais de valor. É importante vocês saberem se impor para mostrar que não são objetos, como acontece muito por aí. E tem toda aquela problemática também: porque os garotos podem ser pessoas de uma noite só e as garotas, se fazem isso, são rotuladas até a alma? Então, pense bem antes de qualquer coisa.
Depois de todo esse discurso blá blá blá, vamos lá. Existem, sim, algumas formas de perceber se o cara só quer sexo. Existem aquelas pessoas que se dão muito bem com isso, aqueles que têm os tal dos “Fuck buddy“, amigos que fazem sexo sem compromisso algum. Olha só, se você ficar com alguém e perceber que o garoto não quer você para uma relação, mas sempre que precisa de sexo, te liga… Bom, não precisa dizer muitas coisas, né?
Tem gente que, por incrível que pareça, acredita que esse tipo de relação é um namoro. Um namoro saudável. Sabe quando não rola amor, não rola carinhos, não rola abraços, mas rola sempre sexo, todas as vezes que vocês se vêem? Então. Isso é uma relação só de sexo.
Vale lembrar que quando o sexo é o que há de mais forte na relação, alguma coisa não vai bem. É a hora de você rever os seus conceitos e vontades.
E você, já fez parte de alguma relação que, quando você percebeu, era só sexo? Comente!
Autor: Caio Caprioli - Categoria(s): Relacionamentos, sexo
Tags: relação, sexo, sexo no relacionamento
05/08/2009 - 13:11

Todo mundo já tomou – ou deu – um pé na bunda pelo menos uma vez na vida, não é? Quando é você que termina a relação, é complicado se manter forte na posição, não recair e voltar atrás. Afinal, sentimentos não são brincadeiras. Quando a gente toma o pé, a sensação é a pior do mundo: parece que nunca iremos nos recuperar, criamos uma playlist – se joga no Death Cab – só de músicas de fossa e não dá vontade de sair da cama por nada Tá, é tudo compreensível, afinal, aceitar a idéia de que você perdeu de vez alguém que você gosta é bem complicado, mesmo. Porém, temos que aceitar. E para isso existe todo um guia de coisas que você não pode fazer de forma alguma. Por dois motivos: 1 – não se humilhar. 2 – ele não merece.
Primeira regra: não corra atrás
Nunca. Leia bem: nunca corra atrás. Se um menino te der um pé na bunda, não ouse ir atrás dele. Não se humilhe, lembre-se que quem está perdendo é ele, não você. Além do mais, se a pessoa teve a atitude de te dispensar, ela deve ter algum motivo. Dê tempo para ele pensar, se resolver, tomar um rumo e ver o que ele quer de verdade. “Espero que ela não fique no meu pé, não fique ligando”, afirma Wallace, de 21 anos. Dica? Você precisa ver o que quer realmente para a sua vida, o que vai fazer. Saia com os amigos, viaje, leia, converse na web. Tente esquecer o que rolou. Por mais difícil que seja…
Segunda regra: Não mostre o seu novo trunfo.
Depois que alguém terminar um namoro com você, você não precisa, de forma alguma, mostrar o quanto você o relevou e está bem, obrigado. Isso é meio que vingança. Claro, é gostoso e todo mundo faz. Afinal, revenge is a dish best served cold. Mas acho que varia de acordo com o tipo de namoro que você teve, o respeito que rolou, varia de acordo com o fim, com a história. Enfim. “Não gosto, por exemplo, que ela fique passando com o seu novo ficante ou namorado na minha frente só para me causar ciúmes”, relata Wallace.
Terceira regra: entenda o valor de um ponto final.
Acabou? Terminou? Então é isso. Acabou de vez, de verdade. Se alguém diz que terminou, você não pode ficar esperando uma reação diferente, ficar sonhando com que, no futuro, ele vai voltar e falar com você, para vocês namorarem novamente. Não é assim que funciona. Todo mundo sofre, todo mundo demora para se conformar, é difícil e chato mesmo. Mas não crie falsas esperanças para você mesma. Vá curtir a vida, é seu momento.
Quarta regra: supere.
Ok, esse blog nunca foi um livro de auto-ajuda. Mas considerando a situação atual de quem vos escreve, acredite, depois de muito choro, vem o riso. É um tempo punk mesmo, vai parecer que você está sozinha no mundo e, principalmente, que você não tem mais vida. O ruim de se namorar é que você entra de cabeça na vida à dois e, depois, para voltar à ter os seus hábitos, seus costumes, você se perde um pouco. Parece que tudo fica diferente, que você não é capaz de fazer nada e que o mundo não funciona com você sozinha. Tem o que fazer? Não, né? Acabou, zé fini. Beijo.
É uma boa música, vai…
E aí, você já tomou um pé? Desabafa aí nos comentários, a gente quer saber como foi!
Autor: Caio Caprioli - Categoria(s): Posts antigos
Tags: fim de namoro, pé na bunda, relação