Arquivo da Categoria Relacionamentos
27/10/2009 - 12:59

Todo relacionamento tem um ciclo: você nasce, cresce, se reproduz e morre. Tá, tá, isso é o ciclo de vida humano, mas vai dizer que as relações amorosas são muito diferentes? No máximo, a gente tira o ‘morre’, para aqueles que vivem felizes para sempre e insere um ‘briga’, para aqueles que realmente se amam. Não adianta, quem ama, briga, tem ciúme, faz charme, quer carinho. É assim. Simples assim.
O nascimento
Assmi como acontece com as crianças, quando nasce uma relação, ela é engraçadinha. Os outros chegam e falam ‘que coisa linda’. Os outros chegam e falam ‘que casal fofo’. Vocês estão descobrindo os dedos, a orelha, o próximo, os sentimentos, a fala. Com o tempo e com a ajuda de algumas pessoas, vocês começam a andar. No começo, tudo é novidade. O jeito, as palavras, a família, os amigos, os costumes, as vontades. Esta é a parte boa. Os primeiros seis meses de relação serão, provavelmente, os melhores seis meses da vida de casal. É natural do ser humano querer descobrir, entender e compartilhar. Aproveite este tempo gostoso para viver a vida a dois, namorar bastante, sair, visitar lugares bacanas, conversar e deixar claro as suas vontades. Depois, como toda criança, a gente tem que crescer.
Crescendo!
Crescer, para todos, é difícil. É quando a gente chega na adolescência que começamos a descobrir a sexualidade, começamos a entender melhor como funciona o mundo, como são as pessoas, como é a economia, a política… Ganhamos responsabilidades. Precisamos amadurecer. Nas relações, este período pode levar pequenos dois meses à variados anos. É aquele tempo onde os dois começam a se desentender, onde as vontades parecem não serem mais as mesmas, as brigas se tornam constantes, o ciúme grita, a vontade de ficar junto aumenta. É, realmente, uma fase confusa, bem aquela coisa de adolescente. Estes são, talvez, os momentos que definirão para sempre o que será o seu relacionamento. Se não existir confiança agora, não existirá jamais. Se o amor não for pleno, haverá traições. Se o outro não for sincero, surgirão mentiras. Se os dois lutarem juntos e resolverem, por fim, que devem ficar juntos, terão uma boa vida pela frente.
Se reproduzindo
Claro que a reprodução envolve o sexo e, obviamente, um filho. Como a gente é jovem e ninguém aqui quer ter bebê antes dos 30, vamos encarar de outra forma. A reprodução de um namoro é o momento em que vocês dois começam a fazer planos para uma vida conjunta. Os dois estão crescidos, estão com ideias e ideais formados, querem ficar juntos para valer. É hora de viajar, de conhecer o mundo, de se divertir mais. Hora de conversar bastante para evitar brigas, de entender as vontades e necessidades do outro e tentar suprir. É reproduzir, dentro de você, o outro. É a velha história do ‘dois se tornam um’, que muita gente acha errada, mas que é necessária para qualquer relação. Quando você coloca o outro dentro de você, você começa a desejar o bem, deixa a inveja de lado, fica feliz pelas vitórias. É assim que tem que ser.
A morte
A morte é inevitável. Nós, humanos, ficamos na Terra por um período curtíssimo de tempo. Então porque não aproveitar este tempo da melhor forma possível? Para alguns, o relacionamento precisa morrer. Depois de tentar tudo, finalmente as pessoas entendem que simplesmente não era para ser. Sabe aquele lance de almas gêmeas e tudo mais? Então, vai saber se é real? Tem gente que se completa e nós, meros mortais, precisamos procurar bastante para acharmos quem é esta pessoa. Se não deu certo, a morte é inevitável. É difícil, é dolorida, é perder alguém querido para sempre. Mas é inevitável.
Happpily Ever After
Se um relacionamento não morre, ele tem que ser feliz para sempre. Estão errados aqueles que pensam que, já que um casal está junto por um longo período de tempo, é feliz. Encontramos por aí muitas pessoas que vivem ao lado de alguém, mas são totalmente infelizes por uma série de fatores. Se você está do lado daquela pessoa que te faz sorrir a cada nova manhã, então aproveite o feliz para sempre. O amor é difícil de encontrar, mas quando você acha, não deixe escapar. A sensação é louca, é divina, é maravilhosa. Você já achou?
E aí, concorda com o que eu disse?
Autor: Caio Caprioli - Categoria(s): Relacionamentos
Tags: amor, ciclo de namoro, relação
20/10/2009 - 15:25

Parece que a adolescência é a época ápice das crises de insegurança e de identidade das garotas. Uma das coisas que mais chegam no meu email são dúvidas relacionadas à garotas que se atraem por meninos, só que suas melhores amigas também acabam gostando dele. Aliás, quem é que nunca ouviu uma história como esta? Quem é que não conhece duas meninas que brigaram por causa de algum garoto? Pois é. Eu conheço. E várias.
O problema da nossa adolescência é exatamente este: insegurança, inveja, constantes crises de identidade. Quando as meninas têm uma melhor amiga, é comum que gostem de compartilhar tudo o que fazem. Compartilham as vontades, conversam, trocam segredos… E aí surgem os garotos. Conforme vocês vão crescendo, a sexualidade nasce, vocês param de achar que os meninos são só um bando de seres idiotas e que fazem brincadeiras sem graças para dar espaço ao desejo, à vontade de beijar, de ficar junto. Claro, o curso da vida é o seguinte: umas crescem mais rápido, outras mais devagar. Com essa evolução tua, é comum que quem ficou para trás por causa do tempo, sinta ciúme. É aí que nasce o interesse mútuo pelo mesmo garoto. As vezes a garota nem gosta realmente de tal menino, ela só fala isso porque, se você gostou – e você é aquela pessoa que compartilha tu-di-nho com ela – ela também tem que gostar. É assim, ponto.
Já nós, meninos, que nunca tivemos muito esse lance de melhores amigos, enquanto vamos crescendo, temos prioridades diferentes. Na verdade, somos forçados à estas coisas diferentes pela sociedade. Com a adolescência chegando, precisamos nos posicionar para nossos amigos. Claro, somos pequenos e não temos muita noção da vida, por isso o ‘precisamos’. Então a gente quer pegar geral. Se percebermos, então, que existem duas meninas (amigas!) dando bola, a gente fica louco. É tudo o que a gente precisa pra encher o peito e passar de garanhão para o resto da escola. Então, é claro, a gente investe. Detalhe: a culpa não é nossa, não. A gente não é sacana e idiota por isso. Quando estamos crescendo, esse posicionamento perante aos que nos cercam é necessária, é a nossa única preocupação na vida, então a gente quer fazer o melhor possível. Não estamos, de fato, nem aí para os outros e o que importa é o que a gente pensa, o que a gente passa. Por isso, é claro, a gente quer as duas. E isso permanece por muito tempo, viu? Até os 18, 19 anos, a gente ainda pensa dessa forma, não valorizamos as mulheres e as usamos só para números. É coisa da cabeça, da criação, da sociedade.
Ok, depois de toda essa aula de psicologia fajuta, vamos ao que interessa: e se isso tudo acontece com você? Bom, não tem muito que fazer, né? Ou é o garoto, ou é a amiga. Daí vai de você. Eu acredito que, se o menino quiser as duas, você deve dar preferência à amiga. Isso porque você é jovem, o garoto também e, muito provavelmente, ele só vai querer curtição. Se você procura algo sério, espere para ficar com alguém que também queira algo assim. E só com você. O problema de escolher a amiga é a decepção que pode surgir. Se ela não for tão legal como você, ela pode acabar escolhendo o menino. Daí, quem se dá mal, é você.
Porque não conversa? Se você e sua amiga combinarem algo, talvez vocês se resolvem sem precisar pensar muito e acabar a relação de vocês com uma possível briga. Não vale a pena, né?
E você, já passou por alguma situação assim, onde sua melhor amiga fica afim do mesmo cara que você? Como você fez para sair desta?
Autor: Caio Caprioli - Categoria(s): Relacionamentos
Tags: melhor amiga, meninos e melhores amigas, namorado
13/10/2009 - 14:26

“Tenho 17 anos e meu namorado 18, estamos juntos há 5 meses. O problema é: a vida dele gira em torno da minha. Ele parou de falar com as amigas, não sai mais com os amigos, pede minha opinião pra tudo, não faz nada que possa me magoar, muda qualquer plano por minha causa. Quer namorado mais perfeito? O único problema é o seguinte: EU NÃO ESTOU DISPOSTA A LARGAR MINHA VIDA POR ELE! Se eu estou morrendo de sono, eu gostaria muito mesmo de dormir ao invés de ficar até as 5h da manhã no telefone com ele, eu não quero deixar de ouvir a minha banda preferida só porque os caras dela são bonitos e ele tem ciúmes, não quero deixar de falar com os meus amigos por causa dele, não quero matar aulas importantes pra ficar com ele fora da escola… Mas acontece que eu sinto que vou perdê-lo se não fizer essas coisas, e eu realmente o amo. Não consigo imaginar minha vida sem ele e sinto que vou me arrepender profundamente se eu não me importar e ele terminar comigo. Então acabo fazendo várias dessas coisas, de forma forçada, não natural. Estou fazendo errado? Ou essas coisas seriam coisas básicas de um namoro? É meu primeiro namorado… Me ajuda?”
Essa é a dúvida da Wendy, que chegou via email há alguns dias. Reclamar da perfeição é um problema, hein?
Vamos lá, Wendy. Começo com o discurso de que ninguém é igual. Cada um é criado de uma forma, cada um vive cercado de determinadas pessoas, cada um tem o seu estilo próprio de vida. Com isso tudo, crescemos nesse mundão aprendendo o tempo todo e vamos, aos pouco, formando a nossa identidade, que, a cada dia que passa, se fixa mais. Seu namorado é assim: meloso, chiclete, grudento, fofo. Você é assim: desligada, que curte ter um tempo para você, que gosta de aproveitar o namoro, mas também gosta de limites e de viver a sua vida. Dizem que os opostos se atraem. Você e ele são a prova disso.
Todo relacionamento, Wendy, pede mudanças. Claro, você não vai abandonar o seu estilo de vida para ficar com um garoto. Isso é absolutamente inviável, já que, no futuro, você vai perceber que o fez muito feliz, mas você ficou para trás, infeliz. O que deve acontecer são conversas e posições. Você disse que realmente o ama, então terá que se esforçar um pouquinho para corresponder ao tipo do amor dele. Ele, no entanto, vai ser um pouco mais difícil de mudar. Por quê? Provavelmente ele é um garoto muito inseguro, desconfiado e carente. Ele deve ter os motivos dele para ser assim, não é proposital, não. Sabe o que acontece com tudo isso? Você não pode dar nenhuma mancada com o garoto, porque toda essa insegurança e ‘cobrança’ dele vai piorar. O mundo dos inseguros é complicado. E eu sei bem disso.
Vou contar o que acontece comigo: sou muito inseguro em relação à tudo. Este problema pega desde a minha aparência até a minha capacidade mental. Nunca acho que sou o bastante para a pessoa que estou ao lado. O que eu faço? Tento dar o meu melhor para ela. Tento estar sempre ali, ser um bom ouvinte, tento ser romântico… Até que, um dia, percebi que tudo o que eu estava fazendo, talvez, não era o que a pessoa queria. Na real, ela mais queria sentir o verdadeiro “Caio” do que esse “Caio” fabricado, que não é real. A passos curtos, fui relaxando e acreditando mais no meu potencial, dando, assim, mais liberdade para a pessoa com quem namoro. E ganhando confiança. O relacionamento começou a fluir melhor, começou a ficar mais gostoso, o outro lado começou a se empenhar mais… O problema aqui é: fazer tudo isso sozinho é difícil e confuso, então, no futuro, um surto pode acontecer. Todo o trabalho desenvolvido vai por água abaixo e parece que você voltou à estaca zero. Recomendo a terapia.
Entendeu o que eu quis dizer, Wendy? Seu namorado é o que muitas meninas gostariam de ter – mas elas, provavelmente, o fariam sofrer. Você, que deve ter uma cabeça mais formada e adulta, é quem o tem. Então segure o garoto. Converse, discuta o relacionamento, diga que você precisa de espaço e que ele, principalmente, precisa curtir a vida dele. Cada um tem uma vida e, por mais juntos que estejam, ela precisa, de vez em quando, ser vivida sozinha, não é?
Não desperdice o namoro, não. Invista, aguente, converse, mude. Sempre há solução!
E vocês, já namoraram alguém como o namorado da Wendy? O que poderíamos sugerir para ela? Comente!
Autor: Caio Caprioli - Categoria(s): Relacionamentos
Tags: namorado perfeito, namoro, namoro chiclete
06/10/2009 - 13:36

“Olá Caio, tudo bem? Olha só, meu nome é Juliana e tenho 18 anos. Namoro há três. O problema surgiu há pouco, quando comecei a perceber que era nova demais para ficar ‘amarrada’, se é que você me entende. Comecei a ficar com preguiça de sair com meu namorado, não queria mais falar com ele, os assuntos dele já não me importavam mais e eu comecei a me deslumbrar com a vida. A vida de amigas, a vida de baladas, a vida de troca de mensagens na internet. Não sei o que fazer, porque gosto muito do meu namorado, mas acho que a nossa relação esfriou e hoje quero procurar gente nova, conversar com outros meninos, me sentir querida, sabe? O problema é: não consigo terminar com ele. Já tentei de tudo. Cavei brigas, inventei situações, fiquei um tempo sem vê-lo. Não consigo. Fizemos muitos planos juntos e nossas vidas estão ligadas, de certa forma. O que eu faço? Será que eu estou errada, será que essa vontade vai passar? Me ajuda?”.
Olha, Juliana, a situação é complicada. Fato: você começou a namorar muito cedo e prolongou esse namoro por um bom tempo. Ou seja, perdeu quase que a sua adolescência inteira vivendo a vida à dois, coisa que só deve acontecer depois de um tempinho, quando você já tem mais idade. Mas não se preocupe, ainda há tempo. Antes de tudo, a questão é: somos todos diferentes. Tem gente que gosta de ficar solteiro e aproveitar a vida, saindo, beijando várias pessoas, se divertindo dessa forma. Para outros, a diversão é a calmaria da vida com uma só companhia (calmaria no sentido de estabilidade). Muitas vezes, quando ainda adolescentes, nos sentimos inseguros e incapazes, por isso acabamos nos prendendo à alguém que gostamos e começamos um namoro. É uma forma de conseguirmos conforto, colo e, consequentemente, segurança.
Mas os anos passam e, com eles, vem a maturidade. É nessa fase que você começa a perceber que se manteve presa demais e, pelas transformações constantes que a sociedade vive, você acaba refletindo sobre o seu estilo de vida, sobre as suas ações e suas vontades. É natural que quando você começa a se sentir ‘velha’, você avalie a sua vida e o resultado dê negativo e surpreendente: parece que você não viveu. Se levar em conta as atitudes de suas amigas, vai parecer que a sua vida travou há anos e que você não curtiu nada. De certa forma, está certo. Mas antes, vale lembrar do que eu disse lá em cima: cada um vive a vida do jeito que gosta.
Contando toda a história que você e o seu namorado têm, eu acho que seria uma bela de uma sacanagem traí-lo nesse estágio. Se você tem vontade de sair e curtir a vida, ficar com outras pessoas, se divertir dessa forma, meu conselho é: termine. Não há solução para isso. A vontade vai falar mais forte do que você e, em pouco tempo, você vai acabar fazendo alguma besteira que vai se arrepender mais ainda depois. Como você disse, Juliana, você gosta desse garoto, então não quer vê-lo sofrer, não é? O término é duro, mas é mais compreensível do que uma traição.
Outra coisa: tente esperar um tempo. Você, com essa idade, ainda está passando por algumas mudanças, alguns conflitos. Não tome nenhuma decisão sem ter certeza, não ‘esfrie’ o seu namoro e nem o jogue fora. Talvez seja uma fase, um tempo difícil que passará. Amanhã você pode acordar com a maior saudade e vontade do seu namorado. Se a tempestade permanecer, aí sim converse e coloque um ponto final na história.
Não digo, com isso, que é proibido namorar na adolescência. Pelo contrário, os nossos namoros ajudam a formar e estabelecer a nossa personalidade, as nossas ideias e vontades. De vez em quando, no entanto, é bom aproveitar o nosso tempo jovem para curtir um pouco a vida, sem criar laços e preocupações. Caso você não faça isso enquanto jovem, no futuro, vai sentir que perdeu um pedaço da vida e vai querer retomar estas situações. Aí é onde encontramos aqueles adultos que nunca crescem…
Sua situação é complicada, Juliana, e muita gente já passou por isso (e passa). Eu passei e não soube resolver, deixei o tempo passar, até perceber que, de fato, sou uma pessoa de namorar, de ficar em casa, de curtir a vida de outro jeito. São formas variadas de atitude, de gostos e de vontades.
Vamos ajudar a Juliana? O que você faria na situação dela? Você já passou por algo parecido? Comente aí!
Autor: Caio Caprioli - Categoria(s): Relacionamentos
Tags: como namorar, como terminar o meu namoro, não consigo terminar, terminar namoro
29/09/2009 - 13:04

Tá, tudo bem, vocês podem me chamar de machista depois desse post. Vou ser odiado, apedrejado, muitas vão me abandonar. Não me importo. A verdade é nua, crua e dolorida. Leia somente se você realmente estiver a fim. Lembrando: aqui, tudo não passa de uma brincadeira (com aquele fundinho de verdade). Não se ofenda, não fique cabisbaixa. Ainda há chance de melhorar. E aí, o que será que os meninos não gostam nas meninas?
10 – Maria, mas com jeitinho de João.
Mulher é aquilo, né? Tem que ser feminina. Beleza, a gente até gosta de meninas que não ligam muito para a ‘produção’ na hora de sair – isso economiza um tempão, mas também não pode ser desleixada. Meninas, para mim, têm que se comportar como menina. Nada de ter atitudes que destruam a feminilidade, como andar desleixada por aí. Menina tem que estar bonitinha, bem vestida, arrumadinha… Claro que, nesse caso, a dica também serve para os meninos, né? Outra coisa: não é porque os homens têm atitudes idiotas, do tipo sair cuspindo na rua e falando os piores palavrões, que vocês também precisam se portar desta maneira. Somos uma espécie inferior em alguns quesitos, acredite.
9 – Pausa no beijo para arrumar o batom
Tudo – tudo! – que é exagerado, faz mal. Ficar bonita, ok. Se maquiar, ok. Gastar horrores com roupas de marcas, ok. Mas nada, nada nessa vida, é mais chato do que você ter que ficar esperando a menina se produzir. Pior, é muito ruim namorar alguém que é tão complexada com a aparência que interrompe momentos gostosos, como uma conversa entre amigos (ou um beijo) para retocar a maquiagem. A gente entende a necessidade de vocês de quererem estar bonita o tempo todo, mas, né? Cansa um pouco. Meninas muito frescas não agradam e, geralmente, se tornam um belo de um pé no saco.
8 – Bubalooo
A liberdade é um problema para os jovens. Conforme vamos crescendo, vamos ganhando algum espaço com a nossa família, começamos a sair, a se soltar, voltar no outro dia para casa, dormir fora de casa, sair com os amigos… Até que a gente arranja uma namorada. Daí ela tem crises loucas de ciúme porque vamos sair, porque estamos conversando com os amigos, porque estamos passando tempo demais na internet. Ninguém – tanto homens, quanto mulheres – gosta de gente chiclete, gente que gruda, gente que tira a liberdade. Já comentei muito aqui nesse blog como esse ‘cerco’ é chato e como é legal namorar e ter uma vida bacana fora do relacionamento. Se você começar a fechar a vida do garoto, logo, logo ele vai se encher de você e vai acabar caindo fora.
7 – Tudo o que é bonito é para se mostrar
Ok, a gente gosta de ver. A gente ama ver meninas com decotes enormes. A gente adora meninas que se mostram, que exibem o corpo e que usam os menores biquínis do mercado. Até que elas se tornam as nossas namoradas. Assim, eu acho que as meninas devem ser livres para usar o que quiserem, mas, de preferência, abusar na roupa quando estão com a gente, né? Não sou muito de controlar que tipo de decote que a minha namorada deve usar, mas muitos meninos dão um mega valor para isso. Se você encontrar um namorado que limite, tente conversar e mostrar para ele que ‘o que é bom, é para ser mostrado enquanto permanece bom’. O tempo passa para todas…
6 – DR
A gente gosta – sim, a gente gosta mesmo – de discutir o relacionamento. Mas têm horas que a DR enxe o saco e que a gente não aguenta mais sentar e conversar sobre os rumos que a nossa relação está tomando. A vida é muito curta para ficar perdendo tempo discutindo e planejando. Por que não viver o presente?
5 – Saideira
Disse lá em cima que liberdade é bom e tudo mundo gosta. Mas, a partir do momento em que encaramos uma relação, precisamos nos impor limites. Pense, antes de tudo, dessa forma: e se ele saísse sozinho, você gostaria? Não, né. Namoro com essa liberdade é namoro com final certo.
4 – Ciúme com o melhor amigo
Toda menina tem um grande problema: elas usam os seus melhores amigos para fazer ciúme em seus namorados. Vai dizer que você nunca fez isso? Sabe o que essa ação acarreta? Ódio e intrigas entre o seu melhor amigo e o seu namorado. Geralmente, as garotas são muito espertas e, sem que o amigo desconfie, elas acabam usando eles para criar crises de ciúme em seus namorados. Os homens são ciumentos, mulheres, e mexer com isso é sinal de problema. Cada vez que a gente vê vocês andando de mãos dadas com outro garoto, dá uma raiva intera que é inexplicável. O melhor é não tentar fazer isso, não. Não é saudável e, para piorar, você ainda pode acabar tendo que escolher entre ter um amigo ou ter um namorado.
3 – Meninas que não se posicionam
O mais legal em namorar é o fato de que nos tornamos livres para compartilhar. Compartilhar vontades, interesses, ideias, gostos e muitas outras coisas. Quando namoramos alguém, esperamos que essa pessoa agregue algo para a nossa vida. Em muitos casos, algumas meninas, por terem medo de perder o gato, acabam se tornando uma pessoa sem posição, que esperam que o garoto tome atitude e defina rumos para a relação. A gente não gosta disso, não. A gente gosta de mulher com atitude, mulher que toma partido, que mostra vivacidade, sabe? Tente se posicionar na relação, escolher lugares para visitar, coisas para comer. Acredite, detalhes assim fazem a diferença.
2 – Eu mando, você faz
Preciso falar muito? Ninguém gosta de ser subordinado. Imagina em um relacionamento. Mulheres mandonas estão por fora. A gente gosta de menina que sabe que mandar em alguém não leva a nada.
1 – A gente reclama, mas a gente gosta
Apesar de todas essas críticas aí de cima, não poderia deixar de ser clichê e terminar com um “não importa, a gente gosta de meninas”. Os nove tópicos acima são dicas de coisas que alguns meninos não gostam muito em mulheres. Mas é claro que cada relacionamento tem uma particularidade, que deve ser analisada e ver se as posições aí de cima são válidas. Você, antes de qualquer coisa, tem que estar feliz com o seu parceiro. E, é claro, não ficar arranjando problema para a cabeça de vocês. Vivam. Comecem a deixar as besteiras de lado. Com isso, a relação vira algo saudável e duradoura.
Mas e vocês, o que não gostam nos meninos? Hora da vingança! Estarei presente respondendo os comentários
Autor: Caio Caprioli - Categoria(s): Relacionamentos
Tags: coisas que meninos não gostam, meninas, meninos
22/09/2009 - 12:06

Manhã bonita. Você se arruma. Sai de casa, cruza a esquina. Encontra o seu namorado, que está de cara fechada. Um beijo, um abraço. E ele vem com uma história estranha. Você ouve, até que ele conclui: quero dar um tempo. Oi? Como assim, tempo? O que é dar um tempo em uma relação?
Não sei vocês, mas eu encaro o tal do tempo como um tal de término. Acredito que a partir do momento em que uma pessoa pede para não estar com você, seja lá se for para sempre ou por um período qualquer, quer dizer que você está livre. Claro, caso isso ocorra com você, é necessário conversar com o garoto para saber o que ele está querendo com esse pedido. Na minha cabeça, não existe a possibilidade de você namorar sem estar com a pessoa, portanto, o tempo é equivalente ao fim.
Neste período indefinido de vida, você deve se sentir livre para fazer o que tem vontade, sem se explicar ou avisar a pessoa que namorava. Quando você não tem um compromisso com alguém, você tem a liberdade para fazer o que quer. O tempo, mesmo que não seja um final definitivo, é um momento que você deve usar para pensar na vida, pensar na relação, pensar nas suas vontades, objetivos e ideais. E, para pensar na vida, você precisa estar sozinha. Precisa estar bem consigo mesma e precisa acreditar que você não deve nada a ninguém, portanto, não é preciso dar nenhum tipo de explicação para o garoto. Ah, vale lembrar que qualquer cobrança é inaceitável. Você não pode cobrar um comportamento dele e ele não pode cobrar o mesmo de você. Afinal, com o tempo, vocês dois não são mais um só.
Se, por acaso, no futuro, vocês decidirem acabar com esse período confuso e tentarem levar a relação para frente, não é necessário contar tudo o que você fez durante esse tempo. Caso você se sinta melhor abrindo o jogo e falando se fez algo de ‘errado’, não tem problema, mas isso pode gerar situações estranhas para o futuro. Caso o tempo seja um eufemismo para o fim… Bom, não há o que fazer, né? Siga a vida, seja feliz e sinta-se livre. De vez em quando, é bom estar sozinha.
E você, como encara um ‘tempo’ na relação? O que você faz? Comente e discuta aí!
Autor: admin - Categoria(s): Relacionamentos
Tags: dar um tempo na relação, namoro, tempo
15/09/2009 - 15:32

As garotas são um problema mesmo. Como todo ser humano, estão sempre reclamando. Não, não me venham falar que já comecei o post de hoje sendo machista, porque isso é mentira. Vocês sabem que reclamam mais do que os meninos. Um grande problema para as meninas é a forma que os seus namorados as tratam. A maioria gosta de homem chiclete, clamam por um homem que não para de se declarar um minuto sequer. Imploram por alguém romântico. Daí, depois de um tempo, vocês não aguentam mais. Não é assim?
Não, não há formas de transformar um garoto ‘comum’ em um garoto chiclete. Isso é uma ‘qualidade’ particular, de cada um. Na verdade, é a forma de ser do menino. Existem variados tipos de garotos, você, ao começar um relacionamento com um, já deve saber, mais ou menos, como é que ele vai te tratar. A real é essa, ninguém muda tanto. Você pode conseguir algumas coisas, como deixar o cara mais ligado em você, dar algumas dicas para ele de como você gosta de ser tratada, mostrar o quanto você precisa de algumas atitudes que ele não tem. Porém, no fundo, a essência nunca muda.
Se o menino não te liga o tempo todo, não tem jeito de ser ciumento, não pega no seu pé o tempo inteiro, não adianta insistir, isso nunca vai acontecer. Na verdade, se você ficar muito em cima, pode acabar criando uma insegurança danada no garoto, que vai achar que você faz coisas erradas e que ele precisa ficar mais esperto com você. Daí já sabe, né? Insegurança em um relacionamento é igual briga, muita briga.
Começou a namorar um menino que não é do jeito que você queria? Se você realmente gosta dele, isso não vai ser um problema. Quer dizer, no começo você vai criar várias paranóias na sua cabeça, achando que ele não gosta de você da mesma forma que você gosta dele. Depois, quando você entender que (graças a Deus) as pessoas são diferentes uma das outras, você vai acabar aceitando a idéia. E daí quem vai mudar é você. Com o tempo, você vai crescendo, acreditando mais em seu relacionamento e percebendo que não precisa de alguém 24/7 no seu pé. Vai entender que liberdade é bom, que um tempo longe é gostoso e que, acima de tudo, o respeito e a fidelidade é o que move vocês dois.
Ah! E chiclete enjoa… E você, já teve um namorado chiclete? Gostou? Comente!
* Sugestão de post enviada pela Lavínia
Autor: admin - Categoria(s): Relacionamentos
Tags: chiclete, homem grudento, namorado chiclete
08/09/2009 - 14:31

Ai, a internet. Internet é mais difícil que homem machista, mais complicada que namorado mandão, mais terrível que gente ciumenta, mais destruidora que a balada, mais… Bom, a internet não presta. Claro, ela é ótima para várias coisas, como ajudar na pesquisa de trabalhos escolares, ajudar na hora de arrumar um emprego e até na hora de fazer novas amizades através das redes sociais. Mas a internet é má. Ela é muito má. E traiçoeira. E viciante. E, claro, ela termina com as relações amorosas.
Usar e abusar da web enquanto você namora é um grande problema. Isso porque aqui é um lugar onde você não tem limites, não possui uma ‘identidade’ real, não possui rédeas. Em um namoro, a internet, assim como várias outras coisas da vida, deve ser podada. Com certeza, esta vai ser uma das coisas que você vai mais ter dificuldade em fazer. Sabe o por quê?
Porque a internet é o seu porto seguro. Aqui você consegue ser o que você quiser, falar com quem quiser e não se comprometer com nada. E é por que você começou a namorar que você terá que desligar o computador e nunca mais ficar online? Claro que não, né. Há formas de você conciliar as duas coisas em sua vida. Você só vai precisar querer muito – e querer de verdade – isso.
Como se comportar? A melhor coisa a fazer é aprender a se controlar. Primeiramente, veja bem quem você irá adicionar nas redes sociais. Evite meninos que você não conhece para não gerar brigas. Tome cuidado, também, com o que você diz por aí. A internet é pequena, todo mundo conhece todo mundo e ninguém deve confiar em ninguém. Quando você menos esperar, tudo o que você fala pode ser usado contra você. De forma boa ou ruim.
Para não criar casos, use a internet com o máximo de moderação que você conseguir. Evite ‘conhecer novas pessoas’ online. No final, raramente elas agregam alguma coisa em sua vida. O seu namorado, com razão, vai ficar com ciúme de tudo o que você fizer. Se você realmente quer que a relação dê certo, aprenda a deixar essas coisas de lado. Claro, ele também precisa fazer o mesmo, né?
E você? Como é sua relação com a internet?
Autor: Caio Caprioli - Categoria(s): Relacionamentos, Situações
Tags: internet, namoro, relação na internet
01/09/2009 - 13:13

Aqui neste blog, estou muito acostumado a falar de situações em que, no geral, são criadas pelos meninos. Eles não dão a devida atenção. Eles não se comportam. Eles não gostam dos meus amigos. Eles traem. Eles não são legais. Ok, de forma geral, o menino acaba realmente fazendo mais burradas do que as meninas nos relacionamentos. Isso porque, bem, todo mundo sabe que somos mais infantis. E isso já é comprovado: o homem realmente demora mais para encontrar a ‘maturidade’ plena (e eu acredito que a culpa disso é da sociedade, não nossa. Nascemos e crescemos com a ideia da vida capitalista, onde temos que trabalhar o máximo possível para sustentar a família, onde não podemos demonstrar os nossos sentimentos, senão somos rotulados e onde temos que provar a todo o tempo a nossa masculinidade, para sermos aceitos em grupos pequenos no decorrer da vida. Com essas ações, acabamos ‘travando’ um pouco na forma de encarar as coisas. Sem contar na forma que a mulher ainda é tratada, né? Mas isso é outra pauta.) Enfim. Mas e quando acontece o contrário? E quando as meninas que fazem alguma besteira no relacionamento, do tipo, traição? O que fazer? Contar? Esconder? Mentir? Continuar traindo?
Vou contar um segredo para vocês, meninas: nós também temos sentimentos. Podemos esconder muito, podemos não demonstrar carinho em público, podemos não ser ultraromânticos. Podemos não ser perfeitos. Mas temos. Lá dentro do coração, os ogros também amam. Eu acredito que todo relacionamento tem um motivo especial para acontecer, rola uma troca de sentimentos e carinho único e, quando isso morre, nasce uma possível explicação para a traição. Claro, ela deve ocorrer por vários outros motivos, como insegurança, medo, bebedeira ou, simplesmente, sacanagem mesmo. Os meninos levam a fama de ser infiéis, mas eu conheço uma penca de menina que namora há muitos anos e não estão nem aí para o valor do relacionamento, traem na cara larga, sem peso algum na consciência.
Se você, garota, está pensando em trair o seu namorado, reveja muito se vale a pena tal atitude. Pense, antes, em como você se sentiria se rolasse o contrário. Evite a traição. Sempre. Se um namoro não vai bem, termine-o. Não magoe o outro dessa forma, porque ninguém merece isso.
Caso você já tenha traído, eu acredito que a melhor coisa a se fazer é contar. Tenha vergonha na cara para assumir o seu erro e falar a verdade. Com a sinceridade, o garoto pode até acreditar que você se arrependeu de verdade e perdoar. Nunca esconda algo desse tipo. Um dia, de alguma forma, a mentira sempre aparece e nessa hora, pode ser que você esteja vivendo uma ótima fase com o seu namorado, que vai acabar sendo estraçalhada por uma baboseira que você fez no passado. A traição não se justifica. Nunca. Você traiu porque traiu. Diga o que rolou, como aconteceu e só. Agora você tem que esperar o menino entender e decidir o que irá fazer. É triste, é dolorido… Mas toda ação tem uma reação, né?
Aliás, isso vale para qualquer coisa. Sempre que fizer algo de errado escondido, conte. Por mais dolorido que seja, o melhor é sempre ser honesto. Por respeito, sabe?
E aí, você já traiu seu namorado? Conte aí nos comentários o que você fez para resolver a situação!
Autor: Caio Caprioli - Categoria(s): Relacionamentos
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25/08/2009 - 12:48

Quem é que nunca passou por isso? Quem nunca se enfiou em um relacionamento e depois, lá pra frente, percebeu que já não era mais a mesma pessoa que antes? Quem não mudou todos os hábitos, os costumes, as vontades, os vícios e afins só para agradar alguém? Quem nunca fez isso, que atire a primeira pedra. E, caso não tenha feito, espere… Seu dia – infelizmente – chegará.
Eu acredito que um dos maiores erros de todos os relacionamentos do mundo (além da desconfiança) é esse: mudar para agradar ao outro. Quando as pessoas começam a namorar, elas simplesmente se esquecem que, por algum motivo, o outro se apaixonou por você exatamente do jeito que você é, e não do jeito que esta outra pessoa gostaria que você fosse. Nós acreditamos, por algum motivo, que agradando e aceitando tudo, vamos conquistar ainda mais a pessoa por quem nos apaixonamos. Ledo engano. Fazendo isso, tal pessoa vai, a cada dia que passa, ver mais a sua imagem espalhada em você. Talvez, tudo o que ele queria, era exatamente o contrário: namorar alguém que fosse o seu oposto.
A gente muda por acreditar que só assim vamos conseguir unir hábitos. A gente muda porque a gente acha que isso é uma forma de demonstrar o nosso amor. A gente muda porque a gente acredita que o outro espera algumas ações de nós. A gente muda por não saber como manter um relacionamento com as nossas vontades, nossas ideias e nossas imposições. A cada dia que a passa, a gente deixa mais para trás quem a gente realmente é e vai se tornando, aos poucos, alguém que a gente desconhece. Mas acredite, é normal.
De certa forma, a insegurança, aqui, é o que fala mais alto. Muitas meninas (na maioria dos casos, são as meninas que viram a vida do avesso para ficar com os meninos) acreditam que se elas não fizerem o que o seu namorado quer, elas irão acabar perdendo o garoto. No começo, a fórmula é superconvincente. Tudo parece fluir melhor, as conversas começam a rolar de forma mais legal, as ideias batem, as vontades são as mesmas… Depois, é só tristeza. Parece que nada tem mais graça, você começa a avaliar sua vida e acaba percebendo que de forma alguma é uma pessoa feliz.
Para uma relação saudável, é preciso conhecer o seu limite, saber o que você quer, do que você gosta e o que você procura em um namoro. De nada adianta se entregar ao menino e mudar toda a sua vida se depois, mais pra frente, você vai se arrepender. O certo é tentar trazer o garoto para o seu mundo, mostrar os seus gostos, suas coisas, suas amizades. E, claro, você também deve ficar aberta para o mundo dele.
Tudo é mutável e dá para se adaptar. Como já dizia a física (ou a química, sei lá!), os opostos se atraem. Tem que saber se impor, mas também tem que saber ceder. Só assim, deixando o orgulho de lado, é que se dá asas e futuro à uma relação. se não, nem perca tempo…
E você, já mudou sua vida para ficar com alguém? Conta aí!
Autor: Caio Caprioli - Categoria(s): Relacionamentos
Tags: garotos, meninas, mudei para ficar com meu namorado
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