Os “clássicos”
Para os que gostam de uma moda mais contida, mais tradicional e mais “madura”, em Paris tem também. Ótimos exemplos puderam ser vistos nas passarelas de Paul Smith e Lanvin que, com uma soberba coleção, muda de caminho sem, no entanto, abandonar suas raízes. Lucas Ossendrijver e Alber Elbaz continuam provocando, questionando formas e materiais, brincando com a tênue linha da androginia. Dá pra reconhecer inclusive, as anquinhas nas calças que pudemos ver na coleção de inverno de João Pimenta, que provou estar super em sintonia com o momento da moda global. Ousadias como as sandálias “semi-gladiadoras” (elas estão por toda parte nas ruas de Paris, uma verdadeira invasão, sobretudo nos pés femininos) e brilhos nos materiais se somam à ironia dos falsos bigodes a la Salvador Dalí. Excelente!
Paul Smith mandou bem também, com um desfile que começa variando os tons de cinza, até terminar em total looks de tons pastel e outros mais fortes como o roxo e o turquesa. Tudo bem cortado, seco, com folga no gancho de algumas calças. Detalhe: zero gravatas. Camisas abotoadas até o colarinho, terno ou paletó. Só. Será o fim do nó na garganta? Veja no vídeo a festa da fila final, ao som de Thriller, outra homenagem a Michael Jackson, seguindo o que fizeram Galliano e Hermès.
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Autor: justum - Categoria(s): moda Tags: Galliano, Hermès, Lanvin, Moda Masculina, Paris, Paul Smith








