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04/11/2009 - 16:00

Marlon Teixeira na Crash Magazine

Já ouviu falar no Marlon Teixeira? Ele é o nosso Giselo, o modelo brasileiro que faz mais coisas bacanas no exterior atualmente. Virou queridinho da Dior Homme, bate perna nas passarelas das Fashion Weeks mais importantes e vive aparecendo em lindos editoriais nas revistas mais cool do mercado. Como este, publicado na última edição da francesa Crash. As fotos são de Xévi Muntané e o styling de Elisa Nalin. Belo.

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Autor: justum - Categoria(s): moda Tags: , , , ,
02/07/2009 - 18:14

E a Dior, hein?

 

Acabei nem tecendo comentários sobre a Dior Homme que, sob a batuta irregular de Kris Van Assche, parece definitivamente ter dado adeus à estética Slimanesca e volta a dar sinais de vida no novo cenário da moda masculina. Talvez beneficiada pelo bom momento de Van Assche em geral ( sua coleção solo é bem boa ), a Dior acerta em coleção elegante, essencialmente em preto e branco ( tendência! ), solta ( esqueça o skinny de anos atrás ) e sensual no limite. Boa alfaiataria, em paletós menos slim e mais compridos, calças de gancho baixo e blazers sem mangas bem abusados. O tênis é sério candidato a hit! Quando foge do PB, Van Assche prefere os tons clássicos como cinzas, off whites, beges e cáquis. Prestem atenção na silhueta, é o que há de mais novo na moda masculina atual, é bom ir se acostumando. Depois de várias temporadas torcendo o nariz, dou minha mão à palmatória, a coleção é boa. Kris acertou, finalmente.  

Autor: justum - Categoria(s): moda Tags: , ,
27/01/2009 - 22:32

Interrogação

Nem tudo em Paris são flores. Dois grandes nomes não convenceram nesta última temporada. Kris Van Assche dividiu a crítica com a coleção de inverno da Dior Homme. Enquanto o WWD acha que o moço esqueceu de todo o glamour que cerca o nome Dior e está perdido fazendo streetwear no quadrado errado, o Men.Style até que é complacente com a nova coleção. Na minha opinião, Mr.Van Assche continua não acertando, mas evolui. Se antes beirava o cafona e retrocedia na imagem criada por seu antecessor, a coleção de inverno mostra avanços. O que o WWD chama de sportswear fora de lugar, eu vejo como frescor e remete ao que fez Hedi Slimane em sua passagem pela maison: olhar em volta, para os jovens, para a música e para as ruas, capturando vontades e informações novas. Não que seja uma coleção brilhante, longe disso (os listrados são sofríveis), mas é interessante o jogo de proporções entre jaquetas e camisetões (a la Henry Holland), o foco nas golas e o acerto da silhueta. A coleção solo de Van Assche ainda é melhor.

Outro estreante da temporada, Gareth Pugh fez sucesso com seu primeiro desfile masculino. Bem, a imprensa amou, como tudo o que o garoto faz atualmente. Ele diz que tentou ao máximo não fazer apenas uma versão para homem de seu universo sci-fi feminino. Quase conseguiu, pois, salvo certas proporções, tudo parece uma continuação do que ele vem fazendo para suas mulheres. Muito vinil, couro e preto, muito preto. O mérito é ter entendido que, no meio dos ciborgues todos, tem que ter umas peças de pegada mais comercial. E isso tem. Não sou muito fã, confesso, prefiro esperar o próximo. Agora, juntem os dois desfiles e terão pista da dança das cadeiras que está no ar em Paris. A seguir…

Autor: justum - Categoria(s): moda Tags: , ,
11/12/2008 - 17:10

Caçando borboletas na Dior Homme

A grife convidou o artista italiano Andrea Mastrovito para montar uma instalação ao mesmo tempo poética e rock’n'roll na loja de Paris. Dá uma olhada:

Autor: justum - Categoria(s): moda Tags: ,
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