GQ e a revelação sobre o Moleskine
Bom, passou a ressaca pós viagem, a adaptação ao nosso fuso está quase zerada e a vida vai voltando ao ritmo normal, ou seja, ritmo enlouquecedor! Minha ausência por estas bandas se deve também a isto. Muita coisa acumulada e aparecendo ao mesmo tempo. Mas eu consegui arrumar brechas para ler as revistas que trouxe de viagem e outras que estavam criando pó aqui em casa. Uma delas é a GQ de setembro, com o ecopolíticoapresentador francês Nicolas Hulot (pra quem não conhece, ele é um neo Jacques Cousteau com penchant para questões ambientais, que são debatidas na esfera parlamentar. Dizem que é nome forte pras próximas eleições presidenciais) na capa. E, como em cada edição da revista, eu sempre presto muita atenção na seção Style Academy, que dá dicas, tira dúvidas e faz revelações sobre estilo. Lá podemos saber de uma vez por todas se o cinto deve sempre combinar com a cor do sapato, por exemplo, ou quais botões do blazer/paletó devem ser deixados abertos, ou ainda qual bico de sapato escolher na hora de comprar um novo. Na edição em questão, me surpreendi com uma revelação sobre os onipresentes caderninhos Moleskine que eu, você e meio mundo temos (seja o original ou uma cópia).


Nem sei se eu é que estava mal informado mas, segundo a GQ, todo o pedigree atribuído ao Moleskine é falso. Sabe aquela história de que ele foi usado por Hemingway, Picasso e Sartre? Mentira. Segundo outra fonte, o site Rue 89 – criado por jornalistas do Libération -, esses nomes nunca usaram o caderno. Moleskine foi criado em 1998 pela Modo Modo, que inventou a história toda como ferramenta de marketing. Funcionou, mas o encanto corre o risco de se desfazer por inteiro, abrindo espaço para concorrentes como os cadernos Rhodia, clássicos que comemoram 75 anos. Para o aniversário, o estilista Paul Smith criou edição especial. Por quê Paul Smith? Porque ele é consumidor do cadernos Rhodia há anos. E de verdade.


Uau. Breaking News! Mas eu continuo gostando dos meus Ms para agenda de dia a dia. E para rabiscos prefiro os outros, sem label yet fantásticos.
Lambutãnz…
Fantástico isso …
gente lambutã vai virar uma gíria. olha isso!
Na verdade é semi-fake a história do Moleskine. Ele foi sim usado por várias personalidades da cena modernista dos anos 20, mas era uma fábrica familiar e foi fechada naquela época mesmo. O que aconteceu é que um cara resolveu reinventar o caderninho, catou a história oficial, fez artigos novos e deu super certo! E mesmo que não fosse verdade, eu adoro os meus!
Ahh continuo amando os meus, com ou sem hype!
ueba querido,
as dicas de serviço, combinações e afins, estarão noi ALMANAQUE DA MODA MASCULINA SERVICO_que rola no ano que vem.
parabéns pelas aventuras de além mar_ando te cutucando no facebook e deixando torpedinhos no twitter e vc nem me da bola.
tah de mal comigo? se tiver de mal, “come sal”hehehe bjs
é essa história aí de cima, que inclusive tá no encarte q vem com o moleskine. (sim, eu leio tudo q me cai na mão). velha fábrica artesanal de mtos anos átras. algum empresário vai e pega a marca, e refaz, na década de 90, industrialmente.
atrás* (sorry)