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Arquivo de junho, 2009

30/06/2009 - 10:27

Os novatos

Aprendi uma coisa durante a temporada de moda de Paris: nunca despreze um convite para o desfile de uma grife pouco conhecida, obscura e com menos apelo do que os grandes nomes, você pode se arrepender. Por pouco isso não aconteceu comigo. Ocorre o seguinte: assessores de imprensa que cuidam de apresentações badaladas trabalham também para marcas menores, iniciantes (ou nem tanto), com menos visibilidade. Claro que a gente sempre quer assistir aos maiores e melhores, mas acaba sendo incluído no sitting destes nomes alternativos também. Recebi convite para os desfiles da franco-italiana U-NI-TY e da coreana Wooyoungmi e hesitei, “será”? Bom, como não tinha nada a perder em conhecer, a curiosidade falou alto e lá fui eu.

A U-NI-TY nasceu em 2004 e tem como mote misturar o charme e o conforto do vintage com elementos clássicos do guarda-roupa masculino, além de uma pitadinha de militarismo aqui e ali. O que eu vi na coleção de verão 2010 foi exatamente isso. Coletes, chapéus, alfaiataria em padronagens clássicas como o Príncipe de Gales, tudo tradicional, mas com shape atual. É uma grife comercial, sim, mas que tenta fugir do convencional dando ares cool a peças fáceis de usar, que não chocam homem algum e que poderiam sair direto da passarela para seu guarda-roupa. Tudo que muito homem procura quando olha para a moda. Calças folgadas, mais curtas, linho, jeans cru ou destroy, blazers levinhos e amassados, bem na pegada comfort que domina a moda atual. Para arrematar, scarfs de verão no pescoço, daquelas que não esquentam, só acrescentam estilo. E nos pés, sandálias de couro. Parênteses: está na hora de nós, brasileiros, que vivemos num país tropical, com calor de rachar no verão, deixarmos pré-conceitos e julgamentos de lado para adotar, finalmente, roupas que condizem com nosso clima. As sandálias e as tais bermudas urbanas, que deram tanto o que falar há pouco tempo pelos blogs afora, estão em cada esquina de Paris. E com resultados bem elegantes, sim senhor. Se você segura a onda e acha que tem a ver com seu estilo, pode abusar. Até eu, antes reticente, estou cada vez mais convencido de que pode dar certo. Prometo tentar no próximo verão. Voltando à U-NI-TY: nem tudo funciona, tem até umas peças meio duvidosas mas, no geral, é uma grife super honesta. Pode servir de exemplo para muita gente no Brasil.


Fila final da U-NI-TY (link aqui)

O caso da Wooyoungmi é diferente. A grife completa em 2009 seus 50 anos (!) e, como a maioria dos orientais, tem uma boa dose de conceito embutida na roupa e na apresentação. Construção: essa é a palavra-chave a ser lembrada quando se analisa uma roupa feita pelos coreanos que por aqui pipocam durante a temporada de moda ( conheci outra grife, no salão Rendez-Vous, chamada Hoon, que me deixou boquiaberto com o primor de acabamento de sua alfaiataria ). A Wooyoungmi tem loja no Marais e desfila em Paris desde 2003. Sua linha masculina foi lançada em 1988 e, para o verão 2010, buscou inspiração no universo dos pintores. De telas ou de parede, tanto faz. Antes do desfile, realizado no Palais de Tokyo, um vídeo projetava e demonstrava diversas técnicas de pintura, com um resultado artsy super poético. Quanto às roupas, construção, lembram? Então tome zíperes e aberturas inusitadas, efeitos de trompe l’oeil que simulam shorts e bermudas sobrepostas a calças, silhueta folgada e uma bela alfaiataria com pegada esportiva. A cartela de cores lembra a dos uniformes de pintores, desde o azul característico dos macacões até os cáquis, presentes em lindos trench-coats amassados. Conceito com qualidade. Adorei.


Vídeo pré-desfile da Wooyoungmi (link aqui)


Fila final da Wooyoungmi (link aqui)

Ah! Outra coisa que me fez perceber que não se deve desprezar os pequenos é que todo mundo vai em todos os desfiles. De Didier Grumbach a boa parte da imprensa especializada, todos estão ali para conferir o novo, que amanhã poderá ser o hot ticket. 

Autor: justum - Categoria(s): moda Tags: , , , ,
29/06/2009 - 17:43

Os “clássicos”


Lanvin

Para os que gostam de uma moda mais contida, mais tradicional e mais “madura”, em Paris tem também. Ótimos exemplos puderam ser vistos nas passarelas de Paul Smith e Lanvin que, com uma soberba coleção, muda de caminho sem, no entanto, abandonar suas raízes. Lucas Ossendrijver e Alber Elbaz continuam provocando, questionando formas e materiais, brincando com a tênue linha da androginia. Dá pra reconhecer inclusive, as anquinhas nas calças que pudemos ver na coleção de inverno de João Pimenta, que provou estar super em sintonia com o momento da moda global. Ousadias como as sandálias “semi-gladiadoras” (elas estão por toda parte nas ruas de Paris, uma verdadeira invasão, sobretudo nos pés femininos) e brilhos nos materiais se somam à ironia dos falsos bigodes a la Salvador Dalí. Excelente!


Lanvin

Paul Smith mandou bem também, com um desfile que começa variando os tons de cinza, até terminar em total looks de tons pastel e outros mais fortes como o roxo e o turquesa. Tudo bem cortado, seco, com folga no gancho de algumas calças. Detalhe: zero gravatas. Camisas abotoadas até o colarinho, terno ou paletó. Só. Será o fim do nó na garganta? Veja no vídeo a festa da fila final, ao som de Thriller, outra homenagem a Michael Jackson, seguindo o que fizeram Galliano e Hermès. 


Paul Smith

Link para quem não conseguir ver o video

Autor: justum - Categoria(s): moda Tags: , , , , ,
29/06/2009 - 07:18

Os belgas


Raf Simons

Hum…sou fã dos belgas, adoro (mesmo) a moda minimalista e meio dark deles, os cortes precisos e a sabedoria de fazer muito com pouco. Devo confessar, porém, que, nesta temporada, eles me decepcionaram um tantinho. Sei lá, vai ver eu é que estou com vontade de ver algo mais do que o bem cortado low-profile, do que a moda artsy de qualidade, do que o intelectual acima do comercial. Gosto, sim, das coleções de Raf Simons, Ann Demeulemeester e Martin Margiela mas, depois de ver YSL, Rick Owens e os japoneses, dá uma murchada, entendem? Simons foi minucioso nos shapes, como de costume (e os costumes, ternos, estavam lá, sempre impecáveis), adicionando um detalhe esperto aqui e outro ali, enquanto Ann declarou que buscava uma nova sensualidade masculina. Se conseguiu? Bem, estavam todos os meninos de peito nú, com peças delicadamente femininas, numa atitude de androginia rocker instigante. Achei, no entanto, que ela se afastou um pouco demais de seu universo new romantic tão característico, e tudo ficou um degrau abaixo. Faltou peso.


Ann Demeulemeester

Quanto a Martin Margiela, bem, a gente já sabe que o moço-que-não-aparece gosta de uma roupa “nada” que, muitas vezes, só se torna desejável pelos materiais com que é feita e não pelo design. A gente compra mais pelo apelo cult da etiqueta branca do que pela excelência da criação. É tudo uma grande provocação da parte dele, na verdade. O anti-moda. Na coleção de verão 2010, vai ser de novo a mesma coisa. Tudo branco (ou quase), desenhos clássicos, com uma pitadinha a mais em uma ou outra peça. Achei bobo. Elegante, mas discutível em alguns looks. Eu já falei aqui que eu gosto do que é belo. O estranho e provocante tem seu grande valor na moda, também gosto disso. Agora, o bobo, sem sal e sem história, esse não me pega não. E, infelizmente, Margiela entrou nessa categoria, pelo menos nesta estação. 


Maison Martin Margiela

Autor: justum - Categoria(s): moda Tags: , ,
29/06/2009 - 06:36

Os japas

Como invariavelmente acontece, os representantes japoneses da semana de moda parisiense não decepcionaram, com coleções sensíveis, deliciosas, cheias de xadrezes e cores, puro desejo fashion. Junya Watanabe continua com sua paixão pela reinterpretação de clássicos do vestuário ocidental, principalmente norte-americano. Jeans irresistíveis, paletós sequinhos e cartela de cores precisa. Mandou bem.

Rei Kawakubo faz arte com sua Comme des Garçons. Há quem diga que parou nos anos oitenta, que é roupa pra japonês, pra palhaço, que é impossível de usar etc…Eu, antes de tudo, gosto do que é belo, e confesso que quase choro com as coleções da CDG. Dessa vez não foi diferente. Patchworks, cores, xadrezes, calças soltas, paletós relaxados. Lindo demais. Vejam e formem sua própria opinião.

Autor: justum - Categoria(s): moda Tags: , , , , ,
27/06/2009 - 16:06

Que lindo o Rick Owens (e boa a Givenchy)!


Rick Owens

Outra coleção matadora é a de Rick Owens, que desfilou ontem pela manhã aqui em Paris. Ele já vem brincando com proporções faz tempo, mas agora seu exercício de sobrepor curtos a compridos está mais do que atual. Djellabahs estão em alta. Muito couro, jeans e preto, bastante preto, como de costume. A imagem é das mais edgy da temporada, mas tudo ali é bem usável. Reparem nos bermudões, os mesmos que pintaram no Kris Van Assche e também na coleção multirracial da Givenchy (outra direção forte). Tendencinha à vista para os mais ousados. Depois de ver estes desfiles, nem dá pra lembrar que a temporada de Milão existiu. E quem quer ver terno, gravata e alfaiataria convencional nem precisa de semana de moda, bastam os show-rooms. Eu quero é novidade, quero andar pra frente, com a bandeira pela criatividade na moda masculina em punho. E antes que alguém diga que não dá pra usar nada, aviso que pelas ruas de Paris a silhueta desabada, largona, confortável e, sim, moderna, já tem seus adeptos. Se é roupa para adolescente? Eu acho que não. Tem pra todo mundo. E mesmo quem é mais conservador pode usar sem medo, basta exercitar a criatividade. Não é por isso mesmo que a gente gosta de moda?


Givenchy

Autor: justum - Categoria(s): moda Tags: , ,
27/06/2009 - 15:16

Show de Galliano

O primeiro desfile de John Galliano a gente não esquece. Dior não vale, o clima é outro. E minha primeira vez foi em grande estilo, ao final de mais um dia lindo de sol em Paris, numa piscina pública desativada onde grafiteiros exercitam sua nobre arte. O lugar é gigante, com vários andares e mirantes onde o povo ficou dependurado para ver melhor a performance toda. Fomos recebidos com um coquetel refrescante de boas-vindas, num bar improvisado logo na entrada e muito providencial, tendo em vista o calor de sauna que fazia lá dentro. A coleção é inspirada em Napoleão Bonaparte e suas batalhas, mais precisamente uma realizada no Egito que, por sua vez, liga referências com Peter O’Toole e seu Lawrence da Arábia. Tendência Oriente, eu digo (lembram de Van Assche e Dries?).

Eu nunca fui muito fã da estética Gallianista, rebuscada e poluída demais pro meu gosto. É tanta informação que fica difícil até identificar o que é roupa de verdade. E os meninos que desfilam me lembram os do Lino Villaventura, então já viu, né? Mas, fazendo o exercício de limpar o styling dramático de seus beduínos, sobram algumas boas peças utilitárias, esportivas e em couro emarfanhado, bem atual. É tudo um streetwear disfarçado. Os sneakers a la Dunk nos pés não me deixam mentir. O jeans é feio e o bloco de underwear é constrangedor. Enfim, nada que vá mudar a moda mundial, mas valeu pela locação absurda, pelo ambiente ouriçado e, claro, por Galliano em si ao final. Impagável. Vejam no vídeo.

(link aqui para quem não conseguir ver o vídeo)

 

Autor: justum - Categoria(s): Sem categoria Tags: , , ,
26/06/2009 - 20:27

Paris, day 2 – Kris Van Assche surpreende


Fila final de Kris Van Assche

Calor dus infernus aqui em Paris, diria meu amigo Vitor Angelo. Ta dificil chegar intacto ao fim do dia, principalmente nessa maratona que é cruzar a cidade N vezes de metrô para ir ao desfile seguinte. Acham que subir e descer escadas na Bienal é duro? Experimentem isso aqui e verão. E vai até tarde igual. O desfile do Galliano acabou 9 e meia da noite (se bem que o sol não se põe antes das dez e pouco) e ainda tinha o Raf Simons a muitas estações de distância…Mas tudo bem, vale a pena, quando a moda não é pequena. E hoje não foi. A começar pelo desfile de Kris Van Assche.

 

Convidados recebidos ao som de bossa nova, dia lindo, tudo parecia conspirar a favor. Conspirou, e eu tive que engolir seco, pois é notoria a minha birra com o Kris, principalmente por causa de suas fracas coleções para a Dior Homme, pos-Slimane. Mas o belga mandou super bem com uma coleção de ares étnicos, essencialmente em preto e branco, cheia de sobreposições frescas, com muito algodão e alfaiataria. Tudo muito confortavel, solto, amassado, como pede a moda masculina atual (visitei os salões Rendez-Vous e Tranoï, dirigidos a novos talentos – e nem tanto -, e a mania impera. Depois conto). Com styling matador, a coisa toda ficou nova, sem ranço folclorico e com uma pegada street precisa. Uma bela camisaria, djellabahs sobrepostos a calças de barras quilométricas que, por sua vez, levavam por cima bermudões dignos de jogadores da NBA, mas de alfaiataria, com pregas. Nos pés, sandalionas com tiras coloridas, coturnos ou sapatos tipo derbies. O casting era todo de meninos mestiços, afros, com cara de arabe ou de indio. Todos lindos de morrer. E pra fechar com chave de ouro, a trilha era irresistivel, um rap suingado, a la M.I.A. Muito bom!


O pequeno host de Tim Hamilton, Nyima Ward e a bagunça na entrada da sala (detalhe:a fila de entrada dos modelos era ali no meio. Surreal!)

No desfile seguinte, de Tim Hamilton, bagunça total. A sala era micra, dentro do prédio da bolsa de Paris, onde acontecem varios desfiles e também o salão Tranoï. Ai imperou a camaradagem na porta, com o assessor liberando o convidado e mais 2,3,4…7! Com convite ou sem, tanto fazia. Ai, como era de se esperar, a sala lotou antes da hora, fecharam-se as portas e um monte de gente teve que dar meia volta. Mesmo com convite, Diane Pernet inclusa. Que saudade da organização brasileira! Valeu por ter conhecido o pequeno Nyima Ward, de 12 anos, filho descolado da assessora de imprensa, que fazia as vezes de host, recepcionando os convidados. Ainda dava tempo de correr pra ver John Galliano, meio longe dali, mas valeu a pena. Ele merece um post exclusivo, né?

Autor: justum - Categoria(s): Sem categoria Tags: , , , ,
26/06/2009 - 08:55

Temporada masculina em Paris


JP Gaultier (Gaultier2)

Pronto! Ca estou eu em Paris, ja na maior loucura por conta de textos pendentes e, sobretudo, dos primeiros desfiles da temporada masculina de verão. Dia longuissimo o meu ontem. Cheguei de manhã, às 11h30, no vôo 459 da Air France (tudo tranqüilo nesse, viu?) e em poucas horas já estava cruzando a cidade para meu primeiro desfile. Jean-Paul Gaultier desfilou a nova linha Gaultier2, misto de resort com casualwear que me pareceu confusa, no geral. Primeiro pelo excesso de casacos tipo marinheiro (o navy é um classico de JPG que sempre aparece em suas coleções), pesados e queeeeentes demais para um desfile de verão. Segundo que a feminilização que o estilista impôs a seus meninos teve resultados um tanto quanto irregulares. Coletes frente-unica (Prada, anyone?), tops tomara-que-caia de paetês ou -mais cool- em jeans, resultado de uma parceria com a Levi’s, e calças de boca larga, quase pantalonas. Un peu trop, eu diria. O desfile, que aconteceu na Salle des Fêtes, espaço para eventos que pertence ao proprio estilista, teve la seus bons momentos. A alfaiataria misturada a peças esportivas funciona, assim como algumas peças listradas que, em alguns momentos porem, beiram o circense. Nos pes, Converse pra todo mundo. Bem abaixo do esperado, com cara de linha B requentada.


Dries Van Noten

O meu segundo desfile do dia, esse sim valeu a pena. Tudo diferente. A começar pelo publico que, no JPG era mais blasé, meio posudo e carudo demais. No show do belga Dries Van Noten – realizado de cara para a rua, na escadaria do prédio da Bolsa parisiense - muito japonês, igual a todas as temporadas de moda na Europa, mas havia uma galera muito, mas muito cool. A começar pelo staff, amabilissimo e chic ao extremo, com atitude meio artsy, low profile até. E as roupas de Dries são algo de muito atual. Sempre com a pegada étnica que ele tanto adora -dessa vez foi uma estampa repetida em diversos tons nas camisas, calças e até nos sapatos. Chique e relaxado, sem pretensão, a imagem do homem elegante em sua essência, e não pela etiqueta que carrega na roupa. O que guardar: abotoamento duplo ou de dois botões nos paletos, calças de gancho baixo, pregas e comprimento na canela, sem meias. Alias, este é o caminho adotado por muita gente na platéia do desfile e pelas ruas de Paris, em clima estival, com calor humido e direito a chuvinha de verão que quase melou o desfile. Os ombros dos paletos vêm mais armados (no JPG também faziam uma espécie de ponta), mas o shape ainda é seco. Meu look preferido é um dos postados aqui, com uma peça que eu chamei de cache-cardigã, por ser uma mistura de cache-coeur e cardigã, très chic! Ah! A trilha saia de um carro de som ambulante parado no meio da praça em frente, e era péssima, por sinal. E, enquanto os convidados de Gaultier combinavam de rachar um taxi na saida do desfile, os de Dries Van Noten iam embora de metrô mesmo. Muito mais cool, não acham?


Louis Vuitton

Também gostei da Louis Vuitton, assinada por Paul Helbers sob supervisão de Marc Jacobs. Colorida, fresca e atual, a coleção tem pegada street mas sem fugir demais de suas raizes. Agrada aos mais jovens e também aos mais maduros, que é pra não ter discussão. Muita cor neutra com momentos acesos- amarelo e azul, sobretudo -, looks veranis deliciosos e trilha idem, que misturou Lou Reed e Cat Power (vai no show dela, dia 18?? Tem que ir!).

(Sorry again pela falta de acentuação mas, por problemas técnicos, estou postando de um comp francês, que não possui as mesmas regras).

 

Autor: justum - Categoria(s): Sem categoria Tags: , , ,
26/06/2009 - 08:00

YSL – O Vídeo

E como já vai virando tradição, a apresentação da coleção da YSL foi precedida pela exibição de um vídeo lindo, desta vez dirigido por Samuel Benchetrit. O protagonista é um garoto e tudo se passa num quarto do hotel Le Bristol, em Paris. Denso e provocante. Assista. 

Link para quem não conseguir visualizar o video aqui no blog.

Autor: justum - Categoria(s): moda Tags: , , ,
25/06/2009 - 20:22

Stefano Pilati rules!

Fiquei meio sem palavras com a coleção que Stefano Pilati realizou para o verao da Yves St Laurent. Incrivel como ele consegue se superar a cada estação. Sua moda é nova, intrigante, provocativa, chic até dizer chega. Pra mim, o maior estilista de moda masculina no momento. E olha que tem concorrentes de peso. Fiquem com algumas fotos e tirem suas conclusões. Esse post é so um aperitivo. Amanhã sobe um mais completinho sobre o dia de hoje. (Tô cansado e chocado com a morte do Michael Jackson!! E desculpem a falta de acentos, escrevi este num teclado francês, que não tem agudos para todas as vogais).

 

Autor: justum - Categoria(s): moda Tags: ,
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