J’aime Kitsuné



Kitsuné versão mangá (depois da transformação) e duas estátuas representando o bichano
“Na mitologia japonesa, Kitsuné são animais que possuem muita inteligência, vida longa e poderes mágicos. Um desses poderes é a capacidade de se transformar em humano. Normalmente aparece na forma de uma mulher bonita, uma jovem bonitinha ou um velho, mas quase nunca no corpo de uma velha. Esta habilidade de virar humano vem depois dos 100 anos”. Bom, a santa Wikipedia – de onde foi extraído este trecho – certamente desconhece o côté mais interessante do que é Kitsuné para nós fashionistas (apesar de eu simpatizar um monte com esse bichinho meio raposa, meio gato do folclore japa): o label musical e a grife de prêt-à-porter que levam o nome do animal nipônico, baseados em Paris, são legítimos representantes do hypercoolismo francês quando se trata de som e imagem.



As compilações Kitsuné Maison reúnem sempre nomes fortes e emergentes em matéria de electro/rock/house/techno/etc/etc/etc e são daquelas que todo ser que se julga antenado, moderno e amante de boa música tem que ter. Eu comprei a sexta, que acabou de sair, e comprovei: é muito legal! Já que o Digitalism passou por estas terras recentemente e rendeu assunto, separei este vídeo, que fala um pouco deles e da faixa Taken Away, que está na Kitsuné 6 e virou trilha de comercial da Mercedes-Benz.
Na porção moda, a Maison mantém o nível lá em cima. Dá uma olhada nestes looks de inverno 2008. Lovely.

























