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Arquivo de setembro, 2008

10/09/2008 - 14:20

Kilt x 2

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Marc Jacobs ao final do desfile da Marc, irmã caçula de sua linha principal. Parece que ele está acreditando mesmo no fundamento da saia masculina.

Autor: justum - Categoria(s): moda Tags: ,
09/09/2008 - 17:20

Kilt

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E o look do Marc Jacobs ao final de seu desfile, ontem aqui em Nova York? De saia preta, desafiou os mais puritanos e deve criar novo fashion statement entre os mais ousados. Teve saia para menino também na Y-3.

Que tal?

Autor: justum - Categoria(s): moda Tags: ,
09/09/2008 - 16:51

Rock’n'mod

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Sempre fico meio reticente com os desfiles da Rag & Bone. Marcus Wainwright e David Neville, apesar de serem ingleses, muitas vezes fazem uma moda que só americano gosta, sabe? Feita para Manhattan e só, com o pé na cafonice e o lado comercial gritando, tão característico daqui. Desta vez – que bom! – me surpreendi positivamente com a pegada rocker da coleção, que pinça um pouquinho do universo mod também. A mistura é muito legal. Corte seco, couro, barra dobrada, jeans e suspensório. Pensou em Joy Division, Sam Riley, Control? Acertou. Vejam algumas das fotos e me digam se não é bom.

Autor: justum - Categoria(s): moda Tags: , , , ,
09/09/2008 - 13:16

Z Zegna e as pernas de fora

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A linha mais jovem de Ermenegildo Zegna, a Z Zegna, realizou, mais uma vez, o melhor desfile masculino da temporada norte-americana. Pode escrever, não vai ter melhor (se bem que a Rag & Bone me surpreeendeu muito…falo dela logo mais ). Roupa boa, com informação de moda e styling sempre muito fresco, com um conceito street-chic nem um pouco refém da tradição austera da linha-mãe.


Sobreposições, cartela de cores suave e elegante e um casting escolhido a dedo = sucesso. As propostas da Z Zegna são novas, ousadas, mas dentro de um limite muito possível, ou seja, dá para adaptar na vida real sem problemas. Just open your mind, como diriam por aqui. Deu para reparar em algumas coisinhas: as calças continuam com o shape skinny slouch, aquele folgado no quadril e afunilado nas pernas. E com as barras dobradas, dando um charme a mais a suas canelas. Tendência que está nas ruas de Manhattan agora ( finzinho delicioso de verão ) e que continua ano que vem. A gravata borboleta ainda aparece, totalmente desmontada e com uso nada óbvio. Bem simpática. E podem continuar investindo no xadrez também, viu? Tem um perfuminho preppy que continua pairando no ar.


Z Zegna


Z Zegna


John Bartlett


Obedient Sons


Look das ruas de NY, tirado do Sartorialist

Outra coisa: os shorts e bermudas urbanos. Por aqui, pegou geral. Vi muitos pelas ruas. Com todas as combinações possíveis ( olha a foto tirada pelo Scott Schumann para o Sartorialist, logo aí acima ), além de aparecerem firmes e fortes nas principais passarelas masculinas. Será que agora a gente começa a se tocar que é possível? Para ajudar vocês a se decidirem, na volta da viagem eu finalizo um editorial especial sobre o tema aqui para o Hypercool. Já foi fotografado e eu adorei.

Autor: justum - Categoria(s): moda Tags: , , ,
08/09/2008 - 11:34

NY, day 3

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Painel na entrada da festona de 40 anos da CK

Ontem foi um dia corrido de gravações para o GNT Fashion. O bom é que, com isso, demos uma passeada por bairros bacanas de Nova York como o Chelsea e o Meatpacking District, até terminarmos no Bryant Park, para gravarmos em frente às tendas e entrevistar a Fern Mallis, que é uma espécie de Paulo Borges da semana de moda local. Aliás, foi num domingão, na entrada principal do evento, que eu tive meu contato com o verdadeiros público “fashion” norte-americano, já que os desfiles que ali estavam acontecendo eram os de categoria B, se é que você me entende. Quanta gente cafona e mal vestida, pelamordedeus! As very stylish persons de outros momentos pareciam ter se esvaido a bordo de algum taxi amarelo e fugido dali a passos largos. Welcome to America eu dizia a mim mesmo. Fora que eu estou cada dia mais chocado com a grosseria e chatice dos novaiorquinos. Paris é um oásis de delicadeza perto da cidade que nunca dorme ( vai ver é por isso que as pessoas são tão estressadas e mal-educadas aqui ), enfim…


Fila final da Y-3

Algumas das pessoas bacanas eu reencontrei ( ufa! ) quando fomos ver o desfile da Y-3, marca que junta Yohji Yamamoto e Adidas e que costuma render bons frutos. Necas. Dessa vez foi de uma bobagem tão sem tamanho que nem o Vincent Gallo na primeira fila e nem o monte de gente estilosa compensou. Decepção total. Muita camisetinha e agasalhinho bobo que, não fossem as três listras, alguns recortes e volumes característicos, além do logo da grife salpicado em alguns looks, poderia jurar que se tratava de um desfile da Uma. Sorte que o sol brilhava intenso no céu, o que dava ânimo para mais uma bateçãozinha de pernas básica. Próxima parada: a guerrilla store da Colette em parceria com a Gap.

Adivinha? Fila homérica na porta. Japoneses e mais japoneses esperando pra arrematar tudo que fosse de mais bacana disponível nas prateleiras. Eu e Lilian desistimos e entramos na Gap mesmo. Fazer o quê? Havia trabalho a ser feito e, melhor, festão da Calvin Klein à noite.

E foi ali, numa antiga ferrovia suspensa, chamada de High Line e que está sendo remodelada para virar um parque incrível ( tudo que nosso Minhocão precisava. Alô políticos de SP! ) que eu reencontrei as pessoas bonitas e estilosas que tinham tomado chá de sumiço à tarde. Claro, elas estavam todas na maior produção para celebrar os 40 anos da CK. Na entrada, digna de Red Carpet, Francisco Costa recebia os convidados, que iam de top models como Coco Rocha, Raquel Zimmermann, Vlada e a veterana Astrid Muñoz – paparicada pelo ex-PR de Valentino, Cacá de Souza – a atores como Kevin Bacon e David Schwimmer ( o Ross de Friends ). Os filhos de Carine Roitfeld, Vladimir e Julia ( ô família linda, sô ), juntaram uma bela turma e assistiram, animados, ao pocket-show da Estelle, novo hype da música negra. Você já deve ter ouvido falar dela. Tinha muito mais gente linda e famosa, mas não vou puxar pela memória aqui…vocês entenderam o clima, né? Pra terminar a noite, jantarzinho delícia no Odeon, em Tribeca, com Lilian Pacce, Dani Falcão ( Vogue ), Alcino ( FDSP ), a Gisela Matta ( querida que vive em NY e que está fazendo as vezes de câmera e direção de nossas gravações aqui ) e meu amor, linda de vestido preto e colar de pérolas. Me senti de volta ao lado bom de Nova York.

Autor: justum - Categoria(s): moda Tags: , , , , , , , ,
07/09/2008 - 11:27

NY, day 2

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Boca de cena da Lacoste

O segundo dia em NYC começou cedinho, por conta do desfile da Lacoste, previsto para as dez da manhã nas tendas do Bryant Park. Um pouco mais de confusão no credenciamento depois ( e depois os parisienses é que levam a fama de malas… ), entramos no backstage e pronto, me apaixonei por mais uma coleção do crocodilo.


Frenesi no camarim antes do desfile

Christophe Lemaire deve ter tido uma juventude muito especial no sul da França, pois, mais uma vez, o foco de sua criação foi direcionado para o lifestyle da região e as sensações que um verão mediterrâneo pode nos proporcionar ( a coleção que vimos desfilada em SP, na Oca, era focada no universo da pelote basque, jogo típico dos franceses do sul, lembram? ). Dividida em três blocos, a apresentação começa com uma trilha meio bossanovística ( ontem foi o dia…terminamos assistindo a Bebel Gilberto live no Pastis, no jantar do Iguatemi ), bem cool e nonchalante para embalar a linha Club, mais adulta e monocromática em tons crus, de cinza, marrons clarinhos e beges. Muito linho e tecidos naturais, calças com a barra dobrada e espadrilles nos pés dos meninos. Très chic.


Look da linha Club

O segundo bloco é chamado de Sunset Group, mais colorido, cheio de pólos irresistíveis e tons sorbet na cartela de cores. Muita listra, bermuda e calça seca nesta que deve ser a linha ( junto com a mais jovem ) a chegar primeiro no Brasil…mas só no fim do ano que vem….sniff.

Look da linha Red!

Fechando o desfile, a linha Red!, focada num público de 15 a 25 anos, mas nem um pouco besta por tanto. É o lado pop no último da Lacoste. E é uma delícia. Referências aos anos 60, à série sci-fi The Prisoner e aos mods, fazem da Red! a que mais tem apelo consumista, daquelas peças que a gente fica com coceira de comprar, sabe? Jaquetinhas, pólos com gola redonda e punho listrado, tênis cheios de cores. Tem que ter! Mais uma bola dentro da sempre antenada grife do crocodilo que, aos 75 anos, se recusa a envelhecer e vem acertando a mão com Lemaire no sentido de se renovar constantemente.


Um dos lindos tênis da linha Red!

Ontem ainda teve o desfile feminino da Rosa Chá, inauguração da loja novaiorquina de Amir, desfile do Alê Herchcovitch ( o mesmo que vimos em SP, bem aceito por aqui, parece…) – que até de manhã tinha a Agyness Deyn confirmada no casting, mas um agente ganancioso melou tudo -, jantar no Pastis com show da insossa Bebel Gilberto ( ah, preguiça, sorry ) e passadela rápida na festa da RC no 1 Oak. Ufa.
E lá vou eu. Que agora tem gravação do GNT Fashion pelas ruas da Big Apple.

Autor: justum - Categoria(s): moda Tags: , , ,
05/09/2008 - 21:57

Here I am

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Um esboço da vista noturna do meu quarto no Morgans….rs

Pronto, cheguei. Cá estou eu em Nova York, num calor do cão, exausto pelo longo dia inicial desta jornada yankee, que já rendeu algumas boas impressões deste marinheiro de primeira viagem com relação à Big Apple. A correria foi tanta que nem consegui postar antes de embarcar, mas prometo tentar manter o ritmo durante a próxima semana, com assuntinhos e reviews da NY Fashion Week e da cidade, com o olhar próprio deste blog.


Room 703

O que dizer de início? Só que Nova York é muito legal, pulsante, cheia de informação, com um streetstyle afiado ( veja mais no blog-site de Lilian Pacce, a gente tá começando a clicar uns looks por aí ), gente bonita, cool e, sobretudo, mil lojinhas e restauratenzinhos e galeriazinhas, etc, etc… É completamente diferente de Paris ou Londres, tem um charme muito particular, tudo aquilo que a gente vê nas séries, nos filmes ( assisti Sex and The City no avião, jeito melhor de se preparar, não há, né? ). Demos a sorte do dia hoje ter sido lindo, porque parece que vem chuva por aí. A sexta-feira foi perfeita para ir se ambientando, bater uma perninha ( dá-lhe Marc by Marc…hehe… ), e respirar fundo. Amanhã o dia começa cedo com o desfile da Lacoste às 10 da matina ( deve ter meninos! ) e vai loooonge: tem a apresentação da Rosa Chá, do Alexandre Herchcovitch e festa da RC, entre outras cositas. Let’s go!


O banheiro é inteiro quadriculado!

Estou encantado com o hotel Morgans, onde estamos hospedados. Pequeno, discreto e muito estiloso. Fica na Madison e foi todo reformado e redecorado recentemente pela fera Andrée Putman. Chic mas low-profile. Largamos as malas e bóra gravar Manhattan Connection com a chefa, ali na Times Square. Fomos também até o Bryant Park, fazer um reconhecimento do local dos desfiles, pegar credencial, etc. Já está tudo a mil…e quer saber? Baguncinha fashion igual em todo lugar do mundo. SPFW rules!


Muvuquinha na porta das tendas do Bryant Park. Tem uns fãs que ficam de câmera em punho esperando alguma celebridade entrar…que nem em volta do Radio City Music Hall, onde acontece hoje o Fashion Rocks…parece o Oscar…meio bizarro.


O clima de eleição pegou forte na moda

O que já deu pra detectar nas andanças pelas charmosas e arborizadas ruas de Manhattan: Obama é mania geral. Está estampado em todo tipo de camisetas ( de Urban Outfitters – cuja nova campanha é obra do nosso talentoso fotógrafo Marcelo Gomes – a camelô ), tem seu nome escrito em bonés da Marc ( na vitrine, junto com um enorme símbolo hippie da paz ) e sua foto é onipresente nas capas de revistas de todo tipo. Sandálias gladiadoras são hit nos pés das meninas, flip flops e chinelos de couro nos meninos, que também parecem estar adorando um chapéu Panamá. Adivinha qual o modelo de óculos mais visto por aqui? Wayfarer, dã. Mas tem uns modelos novos ( ou antigos? ) com armação de metal muito chics, além dos de receituário, escolhido pelos míopes mais estilosos. Eu sou a favor, mas entendo a certa preguiça que dá: tem cópias de todos os tipos, bem vagabundas. Enfim, é o preço da fama.


Convitinhos da Lacoste e da festa CK!

Agora bye que eu vou comer alguma coisa e capotar pra recarregar as baterias. See you tomorrow.

Autor: justum - Categoria(s): moda Tags: , , , , , , ,
02/09/2008 - 20:17

E por falar em NY…

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Já que Nova York será, a partir de sexta-feira, a primeira parada do circuito de coleções internacionais de prêt-à-porter, aqui vai uma dica muito legal de filme sobre a cidade. Quem gostou de “Paris, je t’ aime”, deve gostar de “New York, I love you”. É o mesmo esquema: 12 simpáticos curtas sobre o amor, com duração média de 5 minutos e elenco bacaninha. Tem Natalie Portman, Orlando Bloom, Ethan Hawke, Christina Ricci e Scarlett Johansson, entre outros. Tem tudo para ser um sucesso. Eu já gostei só de ver o trailer. Assiste aí. Ah! Estréia dia 13 de fevereiro, época de Valentine’s Day no hemisfério Norte. Bem apropriado, não?

Autor: justum - Categoria(s): Sem categoria Tags: , , , , , , ,
02/09/2008 - 00:29

Work, Vitrine e Pilati

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Sorry pelo abandono, gente, mas a vida tá corrida. Editorial pra cá, editorial pra lá, matéria aqui, figurino acolá…e os preparativos para a semana de moda de Nova York a mil. Sim, este blog se muda para a Big Apple, de 05 a 12 de setembro, durante a Fashion Week local. Legal, né? Pois é, apesar de serem desfiles femininos, vou correr atrás de news hypercool por lá e prometo abastecer vocês com a maior freqüência possível, ok? E no final do mês tem Paris!!
Tudo isto para justificar minha ausência por essas páginas, mas garantindo que as antenas continuam ligadas. Tão ligadas que eu não posso deixar de recomendar a quem não ligou as suas e perdeu, no último sábado, o caderno Vitrine, da Folha de São Paulo.

A matéria de capa, intitulada “Chega de consumo ‘contemporâneo’” – muito bem escrita, por sinal – diz muito sobre a situação massificada em que nos encontramos no que diz respeito às nossas escolhas consumistas. Com a “popularização e banalização” do que se convencionou chamar de design arrojado (aquele de sala vazia, aço escovado, madeira e linhas retas) e contemporâneo, vulgo “estilo Wallpaper” (a revista), a tendência (sim, a palavra existe, pelo menos no que toca ao comportamento) entre os consumidores A e B é a da busca pelo novo no passado. Traduzindo: o retrô é o novo sinal de modernidade. O “Wallpaper” ficou para a classe C.

E esse é um movimento geral, na moda (400 lojas especializadas em roupas vintage só em Tóquio), na decoração, nos transportes…Em suma, é a nova faceta do não-conformismo em ser massificado. O consumidor mais sofisticado hoje começa a procurar lojas escondidas, marcas pouco acessíveis e produtos raros, além de dar cada vez mais valor para algo que agregue valor sustentável, ecologicamente correto. Aí está o novo luxo. E por ser ainda relativamente caro, este tipo de produto está fazendo surgir o Scuppie, um ecochic, mezzo yuppie, mezzo hippie, que vai às compras de bolsa de algodão orgânico, mas é capaz de desembolsar R$ 470 mil num carro híbrido. Capisce? Vitor Angelo já havia falado deste fenômeno aqui. Eu confesso ter uma certa preguiça de gente que usa isso tudo para ostentar e se sentir melhor que os outros. Dá um tempo, né? A matéria do Vitrine é excelente e vale muito a leitura. Pede emprestado pro seu amigo, sua mãe ou qualquer um que costume acumular jornais pela casa. (Não consegui achar na net. Se alguém se habilitar, por favor poste o link nos comments pro pessoal, ok?)

E o Pilati, hein? O outro assunto hoje aqui é a metralhadora giratória que baixou no Stefano Pilati, estilista da YSL, em entevista publicada neste domingo, em matéria de seis páginas, na New York Times Magazine. Por favor, leiam a matéria inteira e entenderão por que este cara é um dos maiores estilistas que temos hoje na moda. Entre pitadas de maliciosa arrogância e de um humor bem peculiar, Pilati dispara pérolas inteligentes e sensatas, que cutucam o mundo da moda como um todo e, especialmente, dois ícones pop que beiram a unanimidade.

Explicando a diferença entre ter um dom e ter talento, Pilati cita Madonna e Tom Ford como pessoas talentosas, mas que não tem um dom. “Madonna é uma pessoa talentosa, mas ela não possui um dom. Não é Pina Pausch ou Margot Fonteyn. O mesmo para Tom, que tinha um talento para agradar as mulheres e o mercado, mas não assumia riscos, não desafiava a moda e muito menos suas clientes”. Completa dizendo que todo mundo na YSL odiava Tom Ford e que vinham desabafar com ele. A matéria continua, rica em anedotas, respostas bem sacadas e até revelacões sobre a infância em Milão, com destaque para a relação complicada com os pais em nome do amor pelas roupas. Genial.

Autor: justum - Categoria(s): moda Tags: , , , , ,
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