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Arquivo de abril, 2008

30/04/2008 - 17:57

Parcerias hypercool

Lá vou eu falar da Lacoste de novo…Mas o que eu posso fazer se, nos últimos tempos, a marca do jacaré tem acertado em cheio nas suas ações de marketing visando se reestabelecer como grife cult? Muitas vezes, o caminho para se atingir tal posto passa por estabelecer parcerias certeiras, com gente que tem know-how em edições limitadas, por exemplo, garantia quase absoluta de hype entre formadores de opinião. Foi o caso da Fred Perry com a Comme des Garçons (agora com Raf Simons), Adidas com Stella McCartney, Uniqlo com Chloë Sevigny, H&M com Kate, Madonna, Comme…Sem contar que existe a Oki-ni, empresa especializada só em criar produtos de tiragem limitada com todo tipo de gente, de McQueen a Levi’s (essa é outra que vem acertando, já falo dela mais abaixo…), de Vans a Puma. Bom, mas no caso da Lacoste, as cartadas mais recentes foram os acordos com a Colette (templo das limited editions) para os dez anos da butique e com a revista mais-que-cult Visionaire.

Com a loja de Sarah, o resultado foi uma série de pólos brancas em que aparecem os mascotes Cap e Pep fazendo peraltices e brincando de alcançar o jacaré, que sai do peito e vai parar nos ombros ou nas mangas. As pólos foram lançadas gradativamente durante o mês de Março e podem ser encontradas também no e-shop da Colette. Para quem perdeu, tem comemoração também em Tóquio, na loja Isetan Shinjuku, onde uma expo dedicada a Cap e Pep vai levar as pólos para a terra do sol nascente.

Com a Visionaire, o negócio é chic, bem chic. A edição de número 54, que sai em Junho, é patrocinada pela Lacoste e será a primeira para vestir. A Visonaire Sport, como está sendo chamada, virá em quatro versões, cada uma com três pólos (P,M e G) estampadas exclusivamente. E como bem adiantou a Olívia, agora já dá pra visualizar as edições luxosas da Visionaire na internet. Perfeito para quem não tá podendo gastar os tubos para ter seu exemplar em casa.

Pra terminar, não posso esquecer da Levi’s, que em matéria de parceria também está mandando muito bem. A inventora do jeans (cujo modelo 501 faz aniversário de 118 anos amanhã e foi considerado pela Times como o melhor item já criado pela moda, ganhando até do tubinho preto e da minissaia – aliás, é meu jeans favorito, ever) juntou moda e arte em grande estilo. Aliada ao garoto-prodígio das artes, o britânico Damien Hirst, e à Factory (sim, aquela do Andy Warhol), soltou uma linha exclusivíssima de 50 peças, dividida nos temas caveiras, borboletas e bolas.

Tem muita cor, muito brilho (o Damien tinha uma obra assim, lembram da caveira cheia de cristais?) e, supra-sumo, uma calça customizada pelo próprio Hirst, pela bagatela de US$ 80 mil. Pra emoldurar e pendurar na sua coleção de obras de arte, com certeza. O livro que acompanha a linha já virou tem-que-ter e traz o ator/diretor Vincent Gallo como modelo.



O livro Factory-Damien Hirst-Levi’s

E o vídeo muito legal do desfile montado na Gagosian Gallery de Londres:

Autor: admin - Categoria(s): Sem categoria Tags:
29/04/2008 - 18:44

Expo obrigatória (pra quem vai a NY)



Muhammad Ali, na célebre capa de Abril de 1968

Saiu hoje na Ilustrada uma matéria assinada pelo top jornalista Matinas Suzuki Jr (editor de Homem Vogue) sobre a recém-inaugurada exposição de capas da revista Esquire, no MoMa de Nova York. Muito bem escrito, o texto destrincha o que representa a publicação para o mercado editorial e para a sociedade como um todo, com suas sempre bem-sacadas mensagens embutidas nas fotos de capa. O lance é que o que está na mostra não são quaisquer capas, escolhidas aleatoriamente entre as publicadas em 75 anos de história. As capas expostas são as da década de 60, sob o comando criativo do famoso publicitário George Lois (ouvi falar muito dele na minha época de facul. Como sabem, me formei em publicidade e fui absorvido pela moda…).



Andy Warhol engolido por sua própria obra, em Maio de 69

Cheias de provocação e puro retrato de uma época, as capas criadas por Lois quase nunca vinham acompanhadas por textos e, freqüentemente, não tinham nenhuma relação com o conteúdo interno da Esquire. Através delas, o publicitário tomou partido em várias causas latentes da sociedade norte-americana na época, como o racismo, o feminismo e a guerra do Vietnã. Tudo isso com autonomia total. Nem mesmo o ousado editor Harold Hayes, que comandava a revista, podia intervir na criação das capas. Entre as mais famosas, estão a com Muhammad Ali caracterizado de São Sebastião (apesar de ter se convertido ao islamismo, ele topou), a de Andy Warhol sendo tragado por sua própria obra (no caso, uma lata de sopa Campbell) e a de alguém pintando lágrimas sobre uma foto de John Kennedy.



Sonny Liston, no Natal de 63

A capa publicada em dezembro de 63 com o lutador de boxe negro Sonny Liston vestido de Papai Noel, gerou muita polêmica e reza a lenda que o departamento comercial da publicação perdeu US$ 750 mil em contratos de publicidade cancelados (atitude típica dos EUA, ainda mais nos sixties).



A atriz Virna Lisi fazendo a barba, em Março de 65

Vale lembrar que a Esquire é uma bíblia do universo masculino, com 3/4 de século de bons serviços prestados ao jornalismo, assim como à cultura e à elegância nossa de cada dia. Guardo com carinho um exemplar do Big Black Book 2007 deles, espécie de guia de estilo, presente da minha amiga querida Ana Luiza, que traz mil dicas e regrinhas de moda masculina, passando por etiqueta e lifestyle. A expo traz 32 das 92 capas publicadas entre 1962 e 1972 e fica em cartaz até 31 de Março de 2009. Tem que ver (quem puder pegar a ponte aérea até NY, claro…). Mas dá pra ter uma palhinha no site da Esquire. Tem uma seção com todas as capas antigas. Vai lá.

Recadinho contra a guerra do Vietnã, em Outubro de 66

Autor: admin - Categoria(s): Sem categoria Tags:
28/04/2008 - 19:41

As guerras e a moda



Comandante Marcos, do exército Zapatista mexicano

Apesar de toda a aura negativa que carregam, as guerras e seus personagens sempre foram universo mais do que inspirador para o planeta fashion. O militarismo vai e vem na lista de tendências a cada estação, sempre com olhares diferentes mas que, no fundo bebem de uma única e inesgotável fonte, a da virilidade e (por que não?) elegância dos trajes de combate. Nos últimos tempos, talvez pelo surgimento de novos tipos de conflito, mais localizados e com características muito próprias, a moda do front foi mudando para algo mais underground, menos “careta”. Saem os trench-coats e jaquetas com bolsos quadrados típicos das duas primeiras grandes guerras e entram as sobreposições de tudo quanto é tipo, uma coisa meio guerrilha, meio FARC, com ares de fora-da-lei e longe dos padrões clássicos de outros tempos. Resumindo, é como se a moda tivesse cansado de olhar para os mocinhos e passasse a se concentrar nos bandidos, com códigos de vestir muito mais interessantes para os padrões da moda atual, onde as misturas são extremamente bem vindas (logo, logo tem um post sobre o poder do mix’n'match na moda masculina).



Galliano, verão 2008

Totalmente street, o novo militarismo abusa de combinações que juntam universos dos mais distintos, como se a tribo Maui da Nova Zelândia encontrasse as milícias iraquianas em luta contra os norte-americanos. E isso é o mais legal de tudo. O almirante da marinha inglesa pode até continuar sendo referência na moda mas, no mesmo look, ele vai conversar com o guerrilheiro africano ou com o GI Joe camuflado, tudo na mais perfeita harmonia. Ou não. O caos, nesse caso, é fashion.



V.Rom, inverno 2008

Exemplos de milicias muito descoladas não faltam: Raf Simons, John Galliano, V.Rom e, fresquinha, a nova campanha da Maharishi, famosa por sua bandeira erguida em prol da sustentabilidade. Se até eles, que sempre apostaram num streetwear consciente, se renderam ao charme dos vilões cheios de camadas, quem sou eu pra duvidar do poder que vem das trincheiras? Se bem que, com tanta guerra no mundo, não era hora de dar uma trégua? Nem eu sei responder a essa pergunta….



Maharishi, verão 2008

Autor: admin - Categoria(s): Sem categoria Tags:
25/04/2008 - 20:35

Jacaré, shooting e coelhinho

Ainda repercutindo o desfile-festa de 75 anos da Lacoste, que aconteceu ontem em clima de superprodução na Oca, dentro do Parque do Ibirapuera. Vocês já devem ter visto imagens por aí e sabem que eu sou suspeito pra criticar, pois gosto tanto da marca do jacaré que já me chamam por aí de garoto-propaganda. Enfim, apelidos à parte, o desfile foi bem bonitinho (e, pra mim, bonitinho é um elogio superpositivo, viu?), igual ao que vimos ano passado em Nova York. Ok, essa defasagem é meio brochante, mas só de pensar que as peças vão chegar às lojas daqui já é positivo.

Tendo o universo da pelote basque (jogo típico do Sul da França que inspirou o tênis) como ponto de partida, a coleção criada por Christophe Lemaire é bem fresca, com cartela de cores suave e peças leves que devem agradar por aqui. Ponto para as pólos de gola padre dos garotos e para os vestidinhos femininos de poás, perfeitos para as mais lolitas. O bloco final, cheio de cores cítricas também é divertido, uma coisa preppy encontra a New Rave. Só não precisava dos sorrisos a la Chalayan em todas as entradas. Alguns modelos ficaram com a boca engessada forçando uma alegria artificial que nada acrescentou ao desfile. Em Nova York não tinha, por que inventar? Não fiquei pra festa, aceito comentários a respeito, pois o que ouvi até agora não me causou arrependimento.



Arara com nossos looks de hoje

O day after foi em clima tomboy (ok, já passou, mas eu adoro), com o editorial que fotografamos para a revista Quem, sob supervisão de Denise Dahdah, editora de moda da revista. Com cliques do sempre querido Cristiano, beauty de Eliezer Lopes (o cabelo gerou controvérsias, mas ficou lindo at last), produção do talentoso Sator Endo e com roupas de menino vestidas na ótima Sheila Baum, acho que ficou lindo. Não posso postar fotos dos looks aqui (isso é exclusividade da Quem), mas dá pra conferir um pouco mais no blog da Denise, que registrou alguns momentos com sua câmera pessoal.

Tentei dar um clima elegante, com peças tradicionais do guarda-roupa masculino, mas sem esquecer que estávamos vestindo uma mulher, ou seja, tinha que ter um certo perfume sexy, e eu acho que todos acertamos. Não vejo a hora de ver impresso. Aviso quando for pras bancas. O melhor: foi tudo fotografado em preto e branco (pela primeira vez na Quem!), que eu adoro, fundamental para a sofisticação que queríamos.

Por último, fica a dica de uma linha bem especial de t-shirts a ser vendida na Colette, a partir de Junho. Dentro do projeto “Rock the Beat”, alguns nomes estrelados da música, moda e do mundo pop criaram modelos exclusivos em homenagem ao coelhinho da Playboy. Tem camiseta do Daft Punk, Duran Duran, Iggy Pop, Lagerfeld….quero muito!

Ah! Ia esquecendo: hoje o Cris (fotógrafo da matéria p/ Quem) me sugeriu abrir espaço aqui no blog para editoriais de moda. Como já é a segunda pessoa que me sugere isto, estou pensando seriamente no assunto. E isso seria aberto a quem quisesse publicar, como um veículo comunitário, digamos assim. Claro que tem que ser de moda masculina e claro que eu tenho que aprovar antes. Mas quem se interessar, pode ir pensando na coisa, que tá amadurecendo a idéia.

Autor: admin - Categoria(s): Sem categoria Tags:
22/04/2008 - 18:56

Salada à francesa

Momento timbres e acordes no Hypercool: minha mais recente e gostosa descoberta em matéria de boa música atende pelo nome de Mlle Caro & Franck Garcia, dupla francesa que faz um som muito moderno mas com um monte de elementos retrô. A cara do nosso tempo. E é muito, muito chique. Pra ouvir em casa, em volta de uma mesa com amigos (alô, turma da champa do bem!) ou no esquenta antes da balada.

Eletrônicos em sua essência, a DJ Caroline Laher (Mlle é abreviação de mademoiselle, e Caro é o apelido, dã) e o produtor Franck Garcia são figurinhas carimbadas da noite parisiense. Caro é residente do hypado clube Pulp e também toca no Rex, enquanto Franck trabalhou com muita gente boa ao longo da década de 90, intercalando a produção com sets nos melhores clubs da cidade-luz. Os dois sempre gostaram de misturar sons e elementos de todo tipo de música em seus trabalhos. E isso fica evidente logo na primeira audição de seu álbum de estréia, “Pain Disappears”.

Misturando house (deep, micro…), rock, electro e synth-pop, Mlle Caro & Franck Garcia tratam essencialmente de temas melancólicos e existencialistas, em faixas certeiras que entraram direto em sets estrelados como os da dupla alemã M.A.N.D.Y e também do Booka Shade. O charme das músicas fica por conta dos instrumentos analógicos misturados aos vocais etéreos e distorcidos, sempre em dueto, por cima da base eletrônica.Tem flauta, guitarra, violino, piano….Muito bacana. Recomendo. Ah! eles cantam em inglês…

Aqui tem uma matéria bem boa sobre eles que fala também do álbum.



Vídeo lindo de morrer de Far Away, faixa que não está no álbum



Always You, primeiro hit. O vídeo é do remix e tem dez minutos…quem estiver com tempo, vale a pena, ou deixa tocando…

Autor: admin - Categoria(s): Sem categoria Tags:
22/04/2008 - 09:31

Adidas Superstar, 40

Da série parcerias muito cool: A Adidas chamou o pessoal da Surface to Air e o coletivo multimídia Upper Playground para um duelo bem divertido. Antecipando as comemorações dos 40 anos do célebre modelo Superstar (nasceu em 1969), os dois times foram escalados para customizar réplicas gigantes do tênis que, originalmente, era feito pra jogar basquete, mas acabou ganhando fama como ícone da cultura pop-street. Na música, o universo do rap foi o primeiro a adotá-lo (alguém lembra do Run DMC?), seguido, na década de 90, pelos clubbers (culpa do Underworld). Skatistas, modernos e descolados em geral idolatram o Superstar, que chega à meia idade com cara de bebê.

O desafio entre a Surface e a UP rendeu um vídeo bem legal, que mostra o processo da customização, em Nova York, e depois o resultado exposto em praça pública, em Venice Beach. Eu gostei mais do trabalho da Surface to Air, que pintou de preto e dourado seu pé de Superstar, concordam?

Autor: admin - Categoria(s): Sem categoria Tags:
18/04/2008 - 19:55

Beleza e estilo

Conversando ontem com a querida Denise Dahdah, editora de moda e beleza da revista Quem, surgiu o assunto “Qual a mulher mais estilosa” e “Qual a mulher mais bonita” na minha opinião, por conta de uma pauta em que ela trabalhava até tarde da noite (porque será que editoras de moda têm esse problema de se eternizar na redação? Eu, hein…). Confesso que apesar de parecer fácil (Angelinas, Nicoles e Kates são respostas óbvias, não?), a pergunta me travou. “Nossa, uma só? Que difícil….”. E, a medida que ia pensando nos nomes, ia também botando defeito em cada uma delas, sem conseguir chegar a lugar algum. Comecei então pela mais estilosa. Limitei meu universo de pesquisa às mulheres francesas (sorry mas, em matéria de estilo e elegância, poucas ganham delas) e cravei: Charlotte Gainsbourg.



Charlotte: minha campeã do estilo

Ela não é linda, foge dos padrões estéticos comuns, tem narigão, mas tem um charme louco, uma atitude que faz toda a diferença. Fora que se veste impecavelmente nas situações mais corriqueiras, com o je ne sais quoi típico das francesas, que transformam o look mais banal em algo super sexy ou sofisticado. Isso quando não está de Balenciaga da cabeça aos pés, já que é meilleure amie (e musa) de Nicolas Ghesquière. Sem contar o pedigree, né? A moça é “só” filha de Serge Gainsbourg e Jane Birkin, duas das personalidades mais talentosas e charmosas que o showbiz já produziu. Atriz, cantora e capa de revista de moda nas horas vagas, Charlotte é ou não é uma boa escolha?



De Balenciaga, dos pés à cabeça



A mãe, Jane Birkin, em 1968: a mais linda

No quesito “a mais bonita”, mesma encrenca. Uma só é crueldade. Não consegui me resolver por nenhum nome atual. Muitas opções, dúvidas, defeitos…Aí dei um truque (rsrsrs) e, já que a conversa girava em torno da família Gainsbourg, dei meu voto para a Jane Birkin dos anos sessenta (rá!). Como era linda essa mulher…Os traços angelicais o tempo apagou, mas a allure toda está lá. Definitivamente, uma das mulheres mas bonitas e fotogênicas que eu já vi.



Jane, nos anos 60



e hoje

Diante dos protestos de Denise, fui obrigado a escolher uma mais atual e, tentando fugir do óbvio universo das modelos, indiquei minha musa eterna, Kate Moss (cheia de estilo também!), que é modelo, ok, mas já virou ícone, então vale.



Kate: musa eterna dessa mente sem lembranças

E como homem que gosta de moda gosta mesmo é de mulher bonita e elegante, achei por bem dividir isso com vocês. Dêem seus votos! Vamos abrir essa enquete. Quero saber se mandei bem nas escolhas e quais os nomes que podem surgir por aí.

Autor: admin - Categoria(s): Sem categoria Tags:
17/04/2008 - 18:25

Reserva de notícias

João Vellutini e Noé Klabin

Muito se falou sobre a ixxxpérrrta marca carioca Reserva nesses últimos dias. Primeiro foi o anúncio de que os sócios Rony Meisler, Fernando Sigal e Diogo Mariani resolveram botar mais cultura na vida dos meninos do Rio ao lançarem o projeto Reserva Laje. A idéia nasceu para ser um braço cultural da grife, focado em exposições itinerantes, começando pelo “Album de família”, do fotógrafo e produtor Thales Botelho, que fotografou amigos e personalidades insiders do RJ para a estréia do projeto na loja da marca no shopping Rio Sul. A mostra deve seguir primeiro para Ipanema, depois para a loja da Eastpak, em São Paulo (as fotos de Thales são lindas, naturais e despretensiosas, tudo em preto-e-branco, como eu gosto….hehe).

O fotógrafo Murilo Meirelles e o Dj Jonas Rocha

A marca hype de mochilas, inclusive, é uma das parceiras de outra empreitada dos meninos, que decidiram criar uma linha especial de acessórios associando-se a nomes tradicionais como Nike, Converse, chapéus Pralana, Havaianas e, pra não ficarem de fora da febre das galochas, Sete Léguas. A iniciativa marca o início do trabalho de Ricardo Gonzalez (ex-Ellus, Cavalera e mais um monte de marcas por aí) no marketing da Reserva.

Outra bomba caiu no nosso colo ontem, com o anúncio da transferência do desfile de verão da Reserva do Rio para São Paulo. O efeito ponte-aérea já tinha nos “brindado” há poucos dias com a Colcci e agora o Fashion Rio sofre mais esse desfalque importante. Não que eu ache ruim, afinal é sempre bom ver moda masculina de qualidade, mas a pergunta que fica é: vai sobrar alguém por lá? Lembro a vocês que já migraram Animale, Maria Bonita, Isabela Capeto…

Autor: admin - Categoria(s): Sem categoria Tags:
16/04/2008 - 21:07

Rapidinhas

* A parceria entre o duo pop-eletrônico Justice (aquele do hit-chiclete “D.A.N.C.E”) e o coletivo Surface to Air não pára de dar frutos. Depois de terem produzido juntos o vídeo de “We are your friends”, outra faixa clássica, e da passagem do artista francês So Me (ele produziu as camisetas incríveis do vídeo de D.A.N.C.E, à venda na loja) por aqui, as duas partes resolveram se juntar novamente para embarcar no hype das biker jackets.

Resultado: Modelos incríveis que dão vontade de ter já. Aí nas fotos você vê uma mais tradicional e outra tipo Perfecto mas com punho de tricô, marca registrada das bikers. Notícia boa: estão previstas para Junho, em edição limitadíssima e, apesar de terem destino certo nas araras da Colette, Barneys e Bon Marché, alguns exemplares devem aportar também na loja brasileira. Faça sua reserva.

* Bom, a essa altura todo mundo já sabe que a gata cult Chloë Sevigny está lançando uma linha em parceria com a Uniqlo, gigante japonesa do fast fashion que vai dominar o mundo com suas peças descoladas a preços pequeninos. Ela também é garota-propaganda de uma série de t-shirts bem legais que a loja acaba de botar nas araras.

Anyway, resolvi dar uma notinha dos looks masculinos da linha da fofa, que são bem bacanas. Dá uma olhada.

* E olha que bem sacada essa carteira assinada por Martin Margiela. Feita de papel e couro, ela simula um maço de notas de 11 dólares e parece bem real. Engana muito. Você pode parecer um relaxado que anda com suas notas enroladas num elástico, mas no fundo é um ser muito do fino, que pagou US$ 375 por sua carteira. Bom, não? E se estiver vazia e for roubado, o malandro (que, óbvio não vai ter noção de que está levando algo assinado por MM) vai espumar de ódio ao ver que as notas não valem nada.

* Por último, uma bem humorada ironia da New Era, a marca de bonés mais hype do Oeste, que fez sua própria interpretação do célebre damier da Louis Vuitton, numa linha de bonés assinada pelo coletivo de estampas Olako’aka. Engraçado.

Autor: admin - Categoria(s): Sem categoria Tags:
16/04/2008 - 13:42

Homem Vogue nas bancas!

Saiu finalmente a edição de Abril da Homem Vogue, com as principais novidades para o nosso inverno. Demorou, mas valeu a pena. A revista tá linda, a começar pela capa, com a ultrasexy Camila Alves, que conta tudo sobre sua trajetória e seu relacionamento com Matthew McConaughey em matéria-delícia escrita pelo querido e talentoso Jeff Ares. Tem também a “Homem com V” (de Vogue), balanço de moda masculina daqui e lá de fora que fiz feliz da vida, além de uma entrevista com Zizou (Zidane), publicada no jornal francês L’ Équipe, super reveladora pra quem gosta do cara e da bola que ele jogava. Ah! Os editoriais de moda são muito bons, Giovanni arrasou. Enfim, só falei bem, né? Mas é que a revista tá ótima mesmo. Eu sempre tenho meus poréns mas, desta vez, só elogios. Corre pra banca!

Autor: admin - Categoria(s): Sem categoria Tags:
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