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05/09/2008 - 21:57

Here I am


Um esboço da vista noturna do meu quarto no Morgans….rs

Pronto, cheguei. Cá estou eu em Nova York, num calor do cão, exausto pelo longo dia inicial desta jornada yankee, que já rendeu algumas boas impressões deste marinheiro de primeira viagem com relação à Big Apple. A correria foi tanta que nem consegui postar antes de embarcar, mas prometo tentar manter o ritmo durante a próxima semana, com assuntinhos e reviews da NY Fashion Week e da cidade, com o olhar próprio deste blog.


Room 703

O que dizer de início? Só que Nova York é muito legal, pulsante, cheia de informação, com um streetstyle afiado ( veja mais no blog-site de Lilian Pacce, a gente tá começando a clicar uns looks por aí ), gente bonita, cool e, sobretudo, mil lojinhas e restauratenzinhos e galeriazinhas, etc, etc… É completamente diferente de Paris ou Londres, tem um charme muito particular, tudo aquilo que a gente vê nas séries, nos filmes ( assisti Sex and The City no avião, jeito melhor de se preparar, não há, né? ). Demos a sorte do dia hoje ter sido lindo, porque parece que vem chuva por aí. A sexta-feira foi perfeita para ir se ambientando, bater uma perninha ( dá-lhe Marc by Marc…hehe… ), e respirar fundo. Amanhã o dia começa cedo com o desfile da Lacoste às 10 da matina ( deve ter meninos! ) e vai loooonge: tem a apresentação da Rosa Chá, do Alexandre Herchcovitch e festa da RC, entre outras cositas. Let’s go!


O banheiro é inteiro quadriculado!

Estou encantado com o hotel Morgans, onde estamos hospedados. Pequeno, discreto e muito estiloso. Fica na Madison e foi todo reformado e redecorado recentemente pela fera Andrée Putman. Chic mas low-profile. Largamos as malas e bóra gravar Manhattan Connection com a chefa, ali na Times Square. Fomos também até o Bryant Park, fazer um reconhecimento do local dos desfiles, pegar credencial, etc. Já está tudo a mil…e quer saber? Baguncinha fashion igual em todo lugar do mundo. SPFW rules!


Muvuquinha na porta das tendas do Bryant Park. Tem uns fãs que ficam de câmera em punho esperando alguma celebridade entrar…que nem em volta do Radio City Music Hall, onde acontece hoje o Fashion Rocks…parece o Oscar…meio bizarro.


O clima de eleição pegou forte na moda

O que já deu pra detectar nas andanças pelas charmosas e arborizadas ruas de Manhattan: Obama é mania geral. Está estampado em todo tipo de camisetas ( de Urban Outfitters - cuja nova campanha é obra do nosso talentoso fotógrafo Marcelo Gomes - a camelô ), tem seu nome escrito em bonés da Marc ( na vitrine, junto com um enorme símbolo hippie da paz ) e sua foto é onipresente nas capas de revistas de todo tipo. Sandálias gladiadoras são hit nos pés das meninas, flip flops e chinelos de couro nos meninos, que também parecem estar adorando um chapéu Panamá. Adivinha qual o modelo de óculos mais visto por aqui? Wayfarer, dã. Mas tem uns modelos novos ( ou antigos? ) com armação de metal muito chics, além dos de receituário, escolhido pelos míopes mais estilosos. Eu sou a favor, mas entendo a certa preguiça que dá: tem cópias de todos os tipos, bem vagabundas. Enfim, é o preço da fama.


Convitinhos da Lacoste e da festa CK!

Agora bye que eu vou comer alguma coisa e capotar pra recarregar as baterias. See you tomorrow.

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02/09/2008 - 20:17

E por falar em NY…

Já que Nova York será, a partir de sexta-feira, a primeira parada do circuito de coleções internacionais de prêt-à-porter, aqui vai uma dica muito legal de filme sobre a cidade. Quem gostou de “Paris, je t’ aime”, deve gostar de “New York, I love you”. É o mesmo esquema: 12 simpáticos curtas sobre o amor, com duração média de 5 minutos e elenco bacaninha. Tem Natalie Portman, Orlando Bloom, Ethan Hawke, Christina Ricci e Scarlett Johansson, entre outros. Tem tudo para ser um sucesso. Eu já gostei só de ver o trailer. Assiste aí. Ah! Estréia dia 13 de fevereiro, época de Valentine’s Day no hemisfério Norte. Bem apropriado, não?

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02/09/2008 - 00:29

Work, Vitrine e Pilati

Sorry pelo abandono, gente, mas a vida tá corrida. Editorial pra cá, editorial pra lá, matéria aqui, figurino acolá…e os preparativos para a semana de moda de Nova York a mil. Sim, este blog se muda para a Big Apple, de 05 a 12 de setembro, durante a Fashion Week local. Legal, né? Pois é, apesar de serem desfiles femininos, vou correr atrás de news hypercool por lá e prometo abastecer vocês com a maior freqüência possível, ok? E no final do mês tem Paris!!
Tudo isto para justificar minha ausência por essas páginas, mas garantindo que as antenas continuam ligadas. Tão ligadas que eu não posso deixar de recomendar a quem não ligou as suas e perdeu, no último sábado, o caderno Vitrine, da Folha de São Paulo.

A matéria de capa, intitulada “Chega de consumo ‘contemporâneo’” - muito bem escrita, por sinal - diz muito sobre a situação massificada em que nos encontramos no que diz respeito às nossas escolhas consumistas. Com a “popularização e banalização” do que se convencionou chamar de design arrojado (aquele de sala vazia, aço escovado, madeira e linhas retas) e contemporâneo, vulgo “estilo Wallpaper” (a revista), a tendência (sim, a palavra existe, pelo menos no que toca ao comportamento) entre os consumidores A e B é a da busca pelo novo no passado. Traduzindo: o retrô é o novo sinal de modernidade. O “Wallpaper” ficou para a classe C.

E esse é um movimento geral, na moda (400 lojas especializadas em roupas vintage só em Tóquio), na decoração, nos transportes…Em suma, é a nova faceta do não-conformismo em ser massificado. O consumidor mais sofisticado hoje começa a procurar lojas escondidas, marcas pouco acessíveis e produtos raros, além de dar cada vez mais valor para algo que agregue valor sustentável, ecologicamente correto. Aí está o novo luxo. E por ser ainda relativamente caro, este tipo de produto está fazendo surgir o Scuppie, um ecochic, mezzo yuppie, mezzo hippie, que vai às compras de bolsa de algodão orgânico, mas é capaz de desembolsar R$ 470 mil num carro híbrido. Capisce? Vitor Angelo já havia falado deste fenômeno aqui. Eu confesso ter uma certa preguiça de gente que usa isso tudo para ostentar e se sentir melhor que os outros. Dá um tempo, né? A matéria do Vitrine é excelente e vale muito a leitura. Pede emprestado pro seu amigo, sua mãe ou qualquer um que costume acumular jornais pela casa. (Não consegui achar na net. Se alguém se habilitar, por favor poste o link nos comments pro pessoal, ok?)

E o Pilati, hein? O outro assunto hoje aqui é a metralhadora giratória que baixou no Stefano Pilati, estilista da YSL, em entevista publicada neste domingo, em matéria de seis páginas, na New York Times Magazine. Por favor, leiam a matéria inteira e entenderão por que este cara é um dos maiores estilistas que temos hoje na moda. Entre pitadas de maliciosa arrogância e de um humor bem peculiar, Pilati dispara pérolas inteligentes e sensatas, que cutucam o mundo da moda como um todo e, especialmente, dois ícones pop que beiram a unanimidade.

Explicando a diferença entre ter um dom e ter talento, Pilati cita Madonna e Tom Ford como pessoas talentosas, mas que não tem um dom. “Madonna é uma pessoa talentosa, mas ela não possui um dom. Não é Pina Pausch ou Margot Fonteyn. O mesmo para Tom, que tinha um talento para agradar as mulheres e o mercado, mas não assumia riscos, não desafiava a moda e muito menos suas clientes”. Completa dizendo que todo mundo na YSL odiava Tom Ford e que vinham desabafar com ele. A matéria continua, rica em anedotas, respostas bem sacadas e até revelacões sobre a infância em Milão, com destaque para a relação complicada com os pais em nome do amor pelas roupas. Genial.

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27/08/2008 - 18:49

Justin Timberlake=William Rast

Bem que Justin tentou, mas não conseguiu escapar de ser o principal garoto-propaganda de sua grife William Rast. O Michael Jackson branco vinha se recusando terminantemente a vincular as roupas da WR ao popstar Justin, insistindo para que a grife tivesse vida própria e não dependesse de sua imagem para vender. Por motivos de cifras maiores ou por amor ao projeto de campanha apresentado a ele por seus managers, Justin cedeu. E eu acho que valeu a pena.

Para convencê-lo, os executivos da grife usaram de um subterfúgio deveras interessante e bolaram uma campanha que tem tudo para ser um sucesso. Justin nunca quis que a William Rast fosse dependente do astro Justin Timberlake, mas jamais disse algo a respeito de um alter-ego. E foi nisso que se apegaram seus assessores e sócios para conseguir dobrá-lo. A proposta foi para que JT exercitasse sua porção ator e aparecesse não como Justin, mas como um personagem dentro de uma trama. Justin topou na hora, estudou seu papel e ainda participou da produção da coisa toda. O nome desse personagem? William Rast, oras.

William é um gangster que, junto de sua namorada Birdie ( interpretada pela “pouco gata” Erin Wasson ), aprontou alguma e está fugindo da polícia. Entre tiros e esconderijos, o casal aproveita para gravar vídeos “caseiros” meio nonsense, onde falam abobrinhas e dão uns amassos. Nem preciso dizer que ambos estão de William Rast dos pés à cabeça. O melhor é que é legal, sim. As aventuras de William e Birdie vão ser contadas por meio de vários videos ( alguns supostamente gravados pelos próprios ) intitulados “My name is Wiliam Rast”. Os dois primeiros já sairam do forno. Veja você mesmo (atentem para o diálogo entre Justin e Erin no segundo…besta, mas delicioso…). (off-topic: mais um lookbook animado…ou video de coleção…tá virando uma febre. Gosto muito!). Vai no site que tem mais. Vale a pena.

Bom, o segundo vídeo não está mais disponível para postagem, mas clica aqui e assiste.

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27/08/2008 - 01:10

Monsieur le Président


No asfalto e no trabalho, tudo vai bem…

Além do fato de ser presidente da França, todo mundo sabe que Nicolas Sarkozy povoa as manchetes mundo afora também ( e talvez, principalmente ) por ser casado com a ex-top Carla Bruni. Ele deve ter lá seu interesse como homem, afinal Carla é mulher de conteúdo, exigente e talentosa, que anda peitando a França toda em nome de seu orgulho de mulher. A imprensa torceu o nariz para seu último disco e certa parcela da população a acusa de ser oportunista e frívola. Apesar de tudo isto, lá vai ela, sempre linda e elegante de Dior dos pés à cabeça. Aí chegamos no ponto G da minha implicância com o casal: a sintonia da elegância. Nos momentos oficiais, onde os trajes precisam ser mais formais e alinhados, tudo vai até que bem. Basta um momento de lazer e descontração para pôr tudo a perder. Será que Mme. Bruni-Sarkozy não podia fazer a boa ação de ensinar seu digníssimo marido a se vestir para ocasiões, assim, mais vida real? Ou ela acha bonito ir à praia linda e chique, de maiô e biquínis pretos, enquanto M. Sarkozy abusa do direito de errar a bordo de seus calções horrorosos que ele ainda faz questão de usar com a cintura lá em cima? Pelo amor de Deus Monsieur le Président, o senhor me mata de vergonha! Sem falar no conjunto de erros quando resolve enfiar um jeans com blazer quadrado. Ora, os ternos são tão bem cortados, por que não ter o mesmo critério off-protocolo? Tá na hora de mudar isto. Ninguém mandou arrumar primeira-dama fashionista. Quando estava casado com a Cecilia o erro gritava menos…


Jeans “delavê” e blazer quadrado


Desastre na areia…e Carla, très chic


A Fera e a Bela…


A falta de gosto já vem da época de Cecilia Sarkozy…

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26/08/2008 - 00:16

A vez dos retrosexuais

Tava demorando para aparecer uma nova denominação para os cada vez mais mutantes homens do século 21. Depois dos metrosexuais, você certamente ouviu falar dos übersexuais; recentemente também ouviu por aí o termo menergy - que designava uma volta às origens da masculinidade, depois de um período de extrema feminilização do homem. Sem falar nesse papo de que as tendências acabaram, de que o homem é a nova mulher, etc, etc. Tudo verdade, diga-se de passagem. Aconteceu isso tudo mesmo, num período bem curto de tempo, masculinamente falando, se é que você me entende. E a dança das vontades (ou seria tendências mesmo? ou ainda movimentos, desejos…) na moda para homens não pára. Na contramão do homem cada vez mais feminino em que apostam certas grifes-formadoras-de-opinião a cada temporada (tá uma indecisão completa nesse sentido: numa hora o homem é másculo, em outra é delicado. Decidam-se, pô!), agora já começa a circular na imprensa especializada o termo retrosexual, que nada mais é do que outra volta às origens, tanto na maneira de se vestir quanto de se portar. Culpa do livro The Retrosexual Manual: How to be a Real Man, do australiano Dave Besley, que lista os dez mandamentos a seguir caso você se identifique com a questão (tendência?):

1. Um retrosexual sempre paga a conta. Se ela insistir, tanto faz. Ele paga de qualquer jeito.

2. Um retrosexual é pau pra toda obra: Bateria do carro arreada, ladrão em casa, TV a cabo que não funciona, terremoto…ele encara.

3. Um retrosexual nunca se dá conta de que está vivendo um relacionamento. (demoooora pra cair a ficha…)

4. Um retrosexual sempre toma as rédeas do churrasco dominical - nem que tenha que treinar uma semana antes ou vá ter aulas práticas no rodízio da esquina

5. Um retrosexual nunca será visto no banco do passageiro de um carro, a menos que seja num táxi, onde ele prefere se sentar na frente a ir atrás, de motorista

6. Um retrosexual não deve nunca chorar em público. Quando estiver sozinho, pode, mas em dois casos apenas: quando da morte de seu fiel cãozinho ou na derrota de seu time na semifinal do campeonato

7. Um retrosexual deve ter um kit completo de ferramentas e apetrechos de bricolagem, a serem exibidos mesmo se não estiverem em uso

8. Um retrosexual se recusa a ir ao médico, mesmo que tenha uma doença rara que lhe faça cair os testículos.

9. Um retrosexual tem que ter sempre um machucado. Acompanhado de uma boa história, que dure pelo menos cinco minutos

10. Um retrosexual sempre fica em pé num pub. Sentar é para casais e leitores do Guardian (tablóide inglês)

Exemplos de homens retrosexuais: Gordon Ramsay ( o chef de Hell’ s Kitchen ), o ator Vince Vaughn e Russel Crowe (esqueça Jude Law, Brad Pitt e David Beckham). Deu pra perceber que dessa vez parece mais uma tiracão de sarro do que uma TENDÊNCIA, né? Quanto aos trajes do retrosexual, a foto lá de cima fala por si só: vestir-se igual aos nossos pais e avós agora é in. Identificou? Hehe…

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22/08/2008 - 16:40

Trilha da hora

Videozito de Lights & Music, do Cut Copy, minha nova banda favorita do momento (até surgir a próxima…hehe…). Tem uma levada meio synthpop 80 que eu adoro. Recomendo o álbum todo, In Ghost Colours. De onde saiu essa faixa tem mais um monte de boas coisas.

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22/08/2008 - 15:07

Em tempo…

Para o Carlos e para um indignado Tom, que me cobraram o nome do modelo do editorial jeans, faço questão de divulgar que é o Ricardo Fischer, da agência Elite. Foi realmente um descuido não ter colocado nos créditos. Até o próximo.

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21/08/2008 - 21:10

Para os dedicados

Dica do blog/site Fashionindie.com, o coletivo sueco Uniforms for the Dedicated é uma das coisas mais legais que descobri nos últimos tempos. Aliás, coletivos costumam ser, no mínimo, fontes de boas idéias e donos de uma criatividade a toda prova. E o UFTD não foge à regra. Lá se faz moda de menino para menino, produz-se boa música e, sobretudo, se reúne designers, ilustradores, artistas e músicos de maneira muito, muito cool. Recomendo uma visita com calma ao site, que tem um dos melhores vídeos de coleção (ou lookbook animado) que eu já vi (tendência: até YSL já aderiu ao formato para suas coleções masculinas).

Clique no ícone Collection para ver as (boas) peças produzidas pela turma e no Music para conhecer melhor novos talentos lançados pelo Uniforms for the Dedicated para agradar aos ouvidos mais exigentes. Eles são chegados numa música eletrônica (são amigos do Aril Brikha, talentão de Detroit que esteve recentemente em SP) e, neste campo - e para quem gosta -, recomendo o Le Choix. Tem também um blog bacana alimentado pela turma com notícias do dia-a-dia deles. Ah! Para ver o vídeo tão legal da coleção de inverno 08, clica na página inicial onde diz AW08 Movie. Vale muito a pena.

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20/08/2008 - 21:09

Editorial da Glorinha Kalil: tem que ler!

E na seqüência da matéria sobre a bermuda urbana no trabalho que escrevi para o Chic esta semana, Gloria Kalil mandou bem em seu novo editorial, endereçado a nós, homens, e que trata exatamente do assunto em si. Alternativas para o terno e a gravata como uniforme de trabalho, eis a questão. Por conta do inevitável aquecimento global, a bermuda pode ou não pode ser uma saída? Como combiná-la para o ambiente profissional? É muito bom. Recomendo a leitura.


Quem liga mais para a aparência? Os homens ou as mulheres?
20.08.2008

Alô Chics!

Todo mundo sabe que a maioria dos homens detesta usar terno e gravata. Porque, então, usam? Resposta: porque querem.

Nada no mundo os obriga. Os homens usam ternos por uma questão de convenção… que eles mesmos estabeleceram. Olhem só o peso que as normas têm na vida da gente, especialmente na vida dos homens!

Clica para ler o resto.

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