Hypercool, por Sylvain Justum
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12/10/2010 - 22:29

Tá chegando a hora!

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Post especial por conta da curiosidade dos leitores (fico lisonjeado, juro) sobre o futuro do Hypercool. Optei por parar de postar enquanto era feita a transição para o blogroll do novo site da Vogue Brasil, que estou editando e cujo lançamento está previsto para o fim do mês. O blog sobe junto, com lay-out novo – lindo!-, com pinta de portal masculino e com muito conteúdo. Estou tão (ou mais) ansioso do que vocês, tenham certeza.

Enquanto não chega a hora, fiquem atualizados pelo Twitter (@SylvainJustum). É por lá que pretendo manter todo mundo informado. Até já!

Enquanto isso, uma imagem masculina que me marcou nos últimos tempos. By Hedi Slimane

Autor: justum - Categoria(s): moda Tags: , , , ,
30/08/2010 - 18:55

Mudanças

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Pessoal, a vida tá em fase de transição, o que vai afetar este blog que vos fala também. Por isso dei uma brecada no Personagem da Semana e nos demais posts. Mantenho vocês informados, ok? Beijos.

Autor: justum - Categoria(s): Sem categoria Tags:
26/08/2010 - 21:59

Vista-se como um adulto

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Descobri um site masculino MUITO legal, o Put This On. Nele, além de posts cheios de infos deliciosas, destaco as dicas de como fazer a transição da vida adolescente para a vida adulta, do ponto de vista fashion. São 3 vídeos (por enquanto), recheados de boas entrevistas e dicas espertas de styling, com uma linguagem cheia de humor e de fácil digestão. No vídeo que fala sobre trajes de trabalho, o entrevistado é o diretor do seriado MAD MEN, que só trabalha de costume e gravata. No de sapatos, o papo é com um mexicano expert em sapatos artesanais e, no de jeans, um fabricante da Califórnia. O apresentador é meio nerd, com um humor meio irônico, o que chega a ser bom. Bom, melhor vocês assistirem pra entender melhor. Super recomendo! Clica aqui e divirta-se!

Autor: justum - Categoria(s): moda Tags: ,
24/08/2010 - 18:55

Japanese style

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Eu costumo dizer que os japoneses estão em outra dimensão quando o assunto é moda. A começar pelo fanatismo deles no consumo. São sempre os que formam filas e mais filas na porta das boutiques, preenchem as primeiras fileiras dos desfiles mais bombados da temporada internacional e não tem limites na hora de montar o próprio look. Não à toa, foram eles que mais me impressionaram na última temporada parisiense. Não que não exista moda nova e de qualidade no Ocidente mas, enquanto a gente discute o número de botões do paletó, eles estão redefinindo silhuetas e pouco se lixando para a fronteira do feminino e do masculino. Navegando pelo Selectism, me deparei com as imagens da coleção de inverno 2010 da Diet Butcher Slim Skin (ou DBSS para os íntimos). Trata-se de uma grife fundada em 1997 por Hisashi Fukatami, que tem no DNA o mix do punk com o clássico, com resultado altamente street. Veja com seus próprios olhos.

Autor: justum - Categoria(s): Sem categoria Tags: , ,
19/08/2010 - 21:06

Número 3 do zine Edição de Luxo é dos meninos

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Não conheçe o zine Edição de Luxo? Tá na hora. Vai aqui ó, dá para ver as duas primeiras edições online. O terceiro número ganha lançamento neste sábado, ali na parte da frente da loja da Isabela Capeto, nos Jardins. Esta edição é toda dedicada à moda masculina. Tem entrevista com o Vitor Angelo, crônica do Xico Sá e, a pedido da Aline Botelho, que produz a coisa toda, um texto meu sobre o momento do segmento (Ó! Rimou!) no Brasil. Para quem não pode passar nos pontos de distribuição do zine em São Paulo, manda um email pra eles que vai por correio. Enquanto não chega, aí vai meu texto.

MÃOS À OBRA

A moda masculina brasileira tem tudo para repetir o sucesso europeu da última década. Falta aparar algumas arestas e azeitar a engrenagem Por Sylvain Justum

“O homem é a nova mulher”. Talvez você tenha escutado essa frase ultimamente e, tirada de contexto, ela pode ter te levado a imaginar significados sexualmente pervertidos. Nada disso. O sentido aí é dos mais fashion e dá aos machões cada vez mais interessados nas direções tomadas pela moda global o alento de que boa coisa ainda está por vir. Explica-se. Tudo já foi testado e experimentado na moda feminina, que vive de releituras já há algum tempo, enquanto o segmento masculino conhece um boom criativo sem precedentes de dez anos para cá. No Brasil, naturalmente, a marola respinga com atraso e, por conta disso, ainda não atingimos totalmente a temperatura de ebulição. Existem avanços, sim, mas que dependem da combinação de alguns fatores para consolidar-se. E a nossa luta é para que isso ocorra, sempre com o objetivo de acrescentar pitadas de elegância e estilo ao homem brasileiro.

Claro que não dá para cobrar a mesma cultura, a mesma cabeça aberta e naturalidade com que o europeu encara a moda. Estamos no Brasil, afinal, diriam os mais céticos. E, se, mesmo no Velho Continente, cheio de história e tradição, os holofotes só se acenderam de verdade no início dos anos 2000 com o tsunami Hedi Slimane – à época diretor criativo da Dior Homme -, tudo bem então estarmos “atrasados”, certo?. Bem, sim e não. Quando a coisa aconteceu por lá, havia um cenário pronto esperando, aquele consumidor do início do parágrafo estava de braços bem abertos para receber as boas novas. Mas, mais do que isso, mídia e indústria entraram na engrenagem. Por isso o slim pegou tão facilmente nas ruas de Paris, por isso o combo bermuda e blazer virou uniforme de gente interessante nos verões de Nova York e também por isso as cores invadiram de vez o closet dos milaneses. Cores, taí uma coisa que – pelo menos no discurso – nunca foi problema para os brasileiros, não é? De sangue latino como os italianos, somos efusivos, de personalidade extrovertida, portanto colorida. Mas, até pouco tempo atrás, rosa não podia. Era coisa de viado, de mulherzinha. Ai de quem se atrevesse a aparecer com uma pólo do tom da pantera, era excluído e apontado na rua como “o esquisito”. Felizmente, passamos desse estágio, os homens hoje adoram o rosa, viram que faz sucesso com as mulheres, mas ainda temos muito a fazer.

Que tal se as revistas começassem a dar informação de moda de fato a seus leitores? Sim, porque o arroz-com-feijão, o costume com gravata ou o jeans e camiseta eles já vêem na vida real todo santo dia. Podiam abandonar certos preconceitos também. Os homens enrosaram, mas “na capa da minha revista não entra!”. Ou “vamos usar modelos com cara de homem, que esse aí parece uma menina”. Que tal também se as grandes grifes que dominam o segmento saíssem da zona de conforto e pusessem em suas prateleiras algo além do trivial, de sucesso comercial garantido? Se a ideia assusta (“ah, mas meu cliente não vai comprar, vai espantar a freguesia”), então uma saída seria apoiar novos talentos, o que funcionaria como bom marketing inclusive. E que tal se a publicidade parasse de posar de moderna e pelo menos assumisse sua caretice, já que também recua diante do menor sinal de fuga do convencional quando o assunto é moda e figurino? Apesar das barreiras culturais, do atraso da indústria – é notória a falta de mão-de-obra especializada, a alta carga de impostos e baixa qualidade de muita matéria-prima por aí – e da falta de visão dos formadores de opinião, acredito na moda masculina brasileira. O fato de tudo ser muito novo é extremamente positivo. Significa que há toda uma estrada a ser construída – e não remendada. Um bom começo é não subestimar o cliente, afinal ele já é responsável por 30% do movimento das clínicas estéticas. Moda, para ele, portanto, é fichinha. Estamos com a faca e o queijo na mão. Quem corta?

Autor: justum - Categoria(s): moda Tags: ,
18/08/2010 - 14:35

Sobre blazers e cardigãs

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Comecei uma colaboração com o site-desejo Farfetch, que é um e-shop da melhor qualidade. Lá você encontra, além de peças sensacionais das melhores grifes do planeta, uma seção chamada Editorial, onde vou publicar, três vezes por mês, um artigo sobre novidades, tendências e curiosidades do universo masculino, com links diretos para quem quiser comprar alguma peça relacionada ao texto. Funciona mais ou menos como a seção SHOPS, da Vogue. Para quem ainda não visitou o Farfetch, publico aqui o primeiro texto e aconselho uma navegada criteriosa por lá o quanto antes

DO FUNDO DO BAÚ

Eles podem parecer ultrapassados, caretas e um tanto sisudos, mas nunca os blazers e os cardigãs representaram tanto frescor na moda masculina. Redescoberta e revisitada, a alfaiataria clássica deixou de ser apenas roupa de gala ou de trabalho, ganhando ruas e baladas com tremenda versatilidade. Na verdade, é pura questão de hábito. E de informação. Usar a “terceira peça” pode resolver uma produção básica e fazer a diferença entre meninos e homens. Experimente arrematar a dupla jeans e camiseta branca com um blazer cinza ou marinho, de corte mais ajustado. Efeito imediato de maturidade garantido – pelo menos na embalagem. E se, no horário comercial, os termômetros estiverem amenos, troque aquele  pulôver de gola V, usado sob o paletó e que deixa aparecer apenas o nó da gravata, por um cardigã. Além de valorizar a gravata, vai salpicar modernidade no seu look mais formal.

O retorno dos blazers foi alavancado pelas novas bandas roqueiras, mais preocupadas com o figurino e que foram buscar inspiração em ícones como os Beatles e os Rolling Stones, sempre muito alinhados. Com os cardigãs, a “culpa” foi da febre vintage que instalou-se na moda há algum tempo e que fez o guarda-roupa do vovô virar objeto de desejo.

Parece irônico que duas peças tão tradicionais possam ser a solução para homens de todas as idades? Bem, tudo depende de como são usadas, claro. O segredo está em misturar universos. O mesmo blazer pode manter-se sério em ambientes idem, combinado com calça reta de bolso faca e sapatos clássicos ou relaxar, adotando perfume rocker e descontraído ao conversar com as skinny, botas e tênis. O mesmo se aplica ao cardigã que, liso e sóbrio, vai ao escritório com elegância; colorido ou listrado, está pronto para momentos de diversão, com a mesma bossa. Os materiais também são bons aliados. No verão, procure por aqueles que levam algodão na composição. Existem mil maneiras de se divertir com blazers e cardigãs, escolha a sua.

Autor: justum - Categoria(s): moda Tags: , , ,
16/08/2010 - 17:53

Velour primavera/verão 2011

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Mais uma boa dica de grife gringa que pode servir de inspiração para o nosso dia-a-dia. Repare que a Velour não faz nada de outro mundo, são peças básicas, com bossa. Mas as combinações, a cartela de cores, o corte das peças e o styling tranformam tudo. Como convém a uma coleção de verão, sábias pinceladas de cor tratam de alegrar a coisa toda. Pura simpatia.

(via Selectism)

Autor: justum - Categoria(s): moda Tags: , ,
12/08/2010 - 18:24

Personagem da Semana: Maxime Perelmuter

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Ele voltou. Menino do Rio, que nos provoca arrepios com sua moda masculina afiada, Maxime Perelmuter suspendeu por quatro anos sua participação na temporada de desfiles nacionais e, com a British Colony, fez comeback comentado no último Fashion Rio. Sua coleção de verão é a resposta para os que usam o calor tropical como desculpa para não se vestir bem ou não ligar para moda. Cartela clarinha, em looks de construção elaborada, onde brilha um raro talento para produzir uma alfaiataria impecável (dâ uma olhada nas referências do rapaz e entenda de onde vem tal tino). Tudo é novo, fresco, desejável. Um alento para a nossa estagnada moda masculina. Veja abaixo dois dos looks do desfile e o bate-bola que tive com Maxime onde, além de provar ser carioca da gema com suas dicas, demonstra uma visão tranquila sobre a moda do homem brasileiro. Welcome back.

1 – Bio: “Maxime Perelmuter, 31 anos, Rio de Janeiro, formado em marketing, estilista”

2- Qual sua relação com moda? Como foram seus primeiros passos? “No campo profissional,  digo que é minha vida, onde busco cada vez me tornar melhor no que faço e mais completo dentro do meu business, que é varejo de vestuário. No plano pessoal, convivo com moda desde que nasci, através do meu pai, Georges Henri (também estilista, ícone carioca morto nos anos 80). Frequentava o escritório, ia a lançamentos e sempre tive contato nas recepções em casa com diversas pessoas do mercado, de Maria Cândida (da Maria Bonita, outro baluarte também falecido), Maitê Proença e Paulo Strega (um dos grandes vitrinistas do Rio de Janeiro nos anos 80)”

3 – Grifes Preferidas: “British Colony (uso muito o que faço), Comme des Garçons, Jil Sander e Raf Simons”

4 – Hobbies: “Surf, Yoga e um drink com amigos”

5 – Uma viagem inesquecível? “Por 8 meses transitei entre NY, Havaí, Tahiti e Indonésia (passando por Japão), e depois fiz o caminho de volta parando em todos os lugares. Fora isto, toda temporada que passei em NY foi inesquecivel…”

6 – Pode me dar dicas de gastronomia, compras e lazer? “Gastronomia: comer uma feijoada no BAR DO MINEIRO, tomar um chopp e almoçar nas tardes de sabado no GUIMAS. Lazer: sentar na praia para comer um biscoito Globo, bebendo Mate Leão de galão. Compras: British Colony pela qualidade e design acessível , um Tuareg (SUV da Volkswagen) e uma bicicleta elétrica”

7 – Como você vê o momento da moda masculina no País? Qual seu ideal de elegância para o homem brasileiro? “A moda masculina passou por diversas identidades: hippie, dândi, metrossexual, preppy, office etc.. e, finalmente, não só no Brasil mas no mundo, voltou às suas origens desenvolvendo novos clássicos. O homem percebeu que ele quer ser apenas homem e que para ele basta uma boa t-shirt branca com bolso, um bom five pockets, um tennis clean e um Ray-Ban. O ideal de elegância simplesmente não existe, nunca uso a palavra ideal. Lido com propostas onde cada um faz o seu look, faço roupas que se moldam com tanta harmonia que quem aparece é a personalidade da pessoa e não o tamanho da logomarca”. (Nota do blogueiro: Adoro os clássicos, são essenciais, mas pô, Maxime, jeans e t-shirt branca, com a moda incrivel que você produz? Precisa ver isso aí…rs)

Autor: justum - Categoria(s): Sem categoria Tags: , ,
10/08/2010 - 15:46

Tô aceitando

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É eu tenho mesmo uma queda por tênis especiais. E quer modelo mais desejável do que este da Brunello Cucinelli, feito de náilon e couro em tons de cinza? Detalhe top para o cadarço, de cashmere! Très chic!

Autor: justum - Categoria(s): moda Tags: ,
05/08/2010 - 17:47

Personagem da Semana: Ricardo Gaioso

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1 – Bio: Ricardo Gaioso, nascido em Goiás – em São Paulo há 8 anos, jornalista cool hunter, editor-chefe de um site de tendências que será lançado em Novembro, além do O Pequi e outros projetos da área.

2 – Qual sua relação com moda? Há pouco tempo comecei a respeitá-la mais como potência e auto-expressão (inclusive artística), e exploro muito mais possibilidades que flanam de acordo como o humor.

3 – Grifes preferidas: Lanvin, Viktor&Rolf, Margiela e João Pimenta. E uma linha especial para a TopMan que me tirou do sério na última passagem por Londres.

4 – Uma viagem inesquecível: Camboja, trampolim espiritual e choque de contrastes que surtaram o meu pequeno dispositivo burguês interno.

5 – Hobbies: Viajar é sempre o principal rumo de tudo o que eu faço, correr, escrever, ver todas as expôs possíveis, pesquisar tendências e criar em volta do universo artsy.

6 – Pode nos dar dicas de gastronomia, lazer e compras? O SAL na Galeria Vermelho reúne os três: O risotto de carne seca com caju é para comer de joelhos. Além disso, os restôs Lorena 1989, Kosushi & Naga, Mani e o cheesecake de cupuaçu do Julia. Lazer: Aberturas da Galeria Leme, Millan, Vermelho, Casa Triângulo e Fortes Vilaça. Parque Villa-Lobos, a feira de quinta em Pinheiros, as apresentações de dança no Teatro Alfa, a orquestra na Sala São Paulo (!), o cinema do Reserva Cultural e o sofá jeans da Livraria da Vila.

Autor: justum - Categoria(s): moda Tags: ,
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