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Posts com a Tag Selic

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011 Política Monetária | 08:02

Crise deve fazer BC derrubar juros a 9% em 2012, diz Itaú Unibanco

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A crise internacional deve ser o fator preponderante para a manutenção do ritmo de corte de juros por parte do Banco Central.

Segundo Ilan Goldfajn e Aurélio Bicalho, economistas do Itaú Unibanco, o cenário internacional adverso deve ter impactos na atividade econômica no primeiro trimestre de 2012, fazendo com que o Banco Central mantenha o corte da Selic.

“Mantemos a expectativa de recuo da taxa Selic para 9% em meados de 2012, ao passo de 50 pontos base por reunião”, escreveram os economistas, em relatório enviado a investidores.

Para eles, esta intensidade de redução dos juros é “determinante” para a projeção de crescimento de 3,5% do PIB no ano que vem.

Os economistas citam, por outro lado, o Relatório de Inflação divulgado pela autoridade monetária nesta semana, que aponta para inflação de 5,3% em 2013, acima do teto da meta.

A projeção forçaria mais cautela por parte do BC no ciclo de redução de juros, ou uma necessidade de elevação significativa mais adiante.

“Reconhecemos que a sinalização mais conservadora do Banco Central e a possibilidade de uso de outros instrumentos (ao invés dos juros) para estimular a atividade econômica nos próximos trimestres podem levar a um ciclo menor.”

Notas relacionadas:

  1. Banco Central deve cortar juros a 11% até o fim do ano, diz Alex Agostini
  2. BC derrubará juros a 10% em 2012, diz Itaú Unibanco
  3. Juros cairão a um dígito em 2012, diz Itaú Unibanco
Autor: Klinger Portella Tags: , , , , ,

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011 Política Monetária | 06:01

Brasil voltará a ter juros de um dígito em abril de 2012, diz Octavio de Barros

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O Banco Central deverá manter sua política de corte moderado na taxa básica de juros ao longo de 2012.

O diagnóstico é do Diretor do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos do Bradesco, Octavio de Barros.

Para ele, a autoridade monetária reforçou a estratégia no Relatório de Inflação, divulgado ontem.

Segundo Barros, o BC deverá dar continuidade aos cortes de 0,5 ponto percentual na Selic.

Neste ritmo, o Brasil voltará a ter taxa de juros de um dígito em abril de 2012, com a Selic chegando a 9,5%.

A única vez que o País teve juros abaixo de 10% foi em junho de 2009, em meio à crise mundial, quando o BC de Henrique Meirelles cortou a Selic em 1 ponto percentual, para 9,25%.

A taxa seguiu abaixo dos 10% por um ano.

“Acreditamos também que a velocidade de recuperação da economia será elemento fundamental a ser monitorado nos próximos meses, para possíveis calibragens na condução da política monetária”, afirmou o economista.

Notas relacionadas:

  1. Banco Central deve reduzir juros a 10,50%, diz Octavio de Barros
  2. Juros cairão a um dígito em 2012, diz Itaú Unibanco
  3. Copom deve cortar juros em 0,50 ponto e pode aumentar cortes em 2012, diz Octavio de Barros
Autor: Klinger Portella Tags: , , , , ,

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011 Política Monetária | 12:23

Juros no Brasil podem chegar a 9%, diz Sérgio Werlang

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O Brasil pode voltar a ter taxa de juros de um dígito em breve, segundo o vice-presidente-executivo do Itaú Unibanco e ex-diretor de Política Econômica do Banco Central, Sérgio Werlang.

Segundo ele, “o governo tem que perseguir de forma obstinada austeridade fiscal para garantir o corte de juros até 9%”.

Werlang participou do 39º Encontro Nacional de Economia da Anpec, em Foz do Iguaçu.

Ele destacou, ainda, que a decisão do BC de cortar os juros em agosto de 2011 – quando parte do mercado defendia manutenção, por conta de riscos inflacionários – “foi plenamente justificada”.

“O cenário externo, de fato, está contribuindo para a retração da demanda interna”, disse.

Werlang defendeu que “poderá haver necessidade de medidas adicionais de estímulo não envolvendo o lado fiscal, como o corte de compulsórios”.

Notas relacionadas:

  1. Incertezas globais barrarão alta de juros no Brasil, diz Rosenberg
  2. Crise fará Copom manter corte de 0,5 ponto nos juros na última reunião de 2011, diz Rosenberg
  3. Copom deve cortar juros em 0,50 ponto e pode aumentar cortes em 2012, diz Octavio de Barros
Autor: Guilherme Barros Tags: , , ,

segunda-feira, 28 de novembro de 2011 Política Monetária | 11:10

Copom deve cortar juros em 0,50 ponto e pode aumentar cortes em 2012, diz Octavio de Barros

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O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central anuncia na quarta-feira o rumo da taxa básica de juros (Selic) da economia brasileira.

Para o diretor do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos, Octavio de Barros, o cenário global teve riscos ampliados desde o último encontro do Copom, o que aumenta a pressão sobre um corte maior na taxa.

O economista acredita que o Banco Central vai cortar os juros em 0,50 ponto percentual, reduzindo a Selic para 11% ao ano, no último encontro de 2011.

Por outro lado, Barros enxerga a possibilidade de uma intensificação no ritmo de corte a partir do ano que vem.

“Não descartamos que o comunicado pós-decisão (ou a ata) deixe as portas abertas para aumentar o ritmo de queda da Selic nas reuniões subsequentes, condicional ao cenário”, disse.

O economista disse que a inclusão de termos como “monitorar atentamente” podem indicar a possibilidade de o BC ampliar o ritmo de corte dos juros.

“Incorporando os riscos atuais, revisamos a nossa expectativa de Selic para 2012, de 10% para 9,5%, nível que deve ser alcançado em abril, em princípio, em passos de 50 pontos base”, completou.

Notas relacionadas:

  1. Copom deve elevar juros a 12,25% nesta semana, diz Octavio de Barros
  2. Copom deve elevar juros mais duas vezes neste ano, diz Octavio de Barros
  3. BC deve interromper alta de juros em agosto, diz Octavio de Barros
Autor: Klinger Portella Tags: , , , ,

quinta-feira, 24 de novembro de 2011 Finanças, Governo | 21:55

Tombini fala em ajuste moderado dos juros em jantar da Febraban

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Alexadre Tombini (Agência Brasil)

Alexadre Tombini (Agência Brasil)

No jantar anual da Febraban, que acontece hoje em São Paulo, o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, afirmou que o ajuste na taxa básica de juros da economia brasileira será moderado, o que foi interpretado como um sinal de que, na reunião da semana que vem, o Copom deve, novamente, fazer um corte de meio ponto porcentual na taxa Selic.

Nos últimos dias, diante do agravamento da crise internacional, o mercado estava apostando em um corte maior.

O discurso de Tombini sinaliza que o corte continuará em meio ponto.

“De fato, como prognosticado pelo Banco Central, houve uma substancial e generalizada deterioração do cenário internacional. Tendência essa que prossegue, ainda que sem a ocorrência de um evento extremo, de ruptura. Mas essa deterioração tem importantes e significativos impactos na dinâmica da atividade econô-mica e da inflação,  por diferentes canais de transmissão,  justificando a implementação de ajustes moderados na taxa básica de juros”, afirmou o presidente do BC.

Leia a íntegra do discurso de Tombini:

Notas relacionadas:

  1. BC tende a fazer um ajuste curto e grosso nos juros
  2. Febraban aposta em elevação de 0,5 ponto percentual nos juros
  3. Tombini fala da crise amanhã em entrevista para um pool de rádios
Autor: Guilherme Barros Tags: , , , ,

terça-feira, 15 de novembro de 2011 Finanças | 07:14

Selic deve chegar a 9% no ano que vem, diz Itaú

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O Itaú reduziu as projeções para o crescimento do PIB para 3,0%, em 2011, e 3,5%, em 2012. Com isso, os economistas do banco acreditam que a Selic pode chegar aos 9% no ano que vem, segundo informações da Pesquisa Macroeconômica do banco.

O Banco Central (BC) tem sinalizado conforto com o ritmo de redução do juro básico em 50 pontos-base por reunião, mas os sinais de fraqueza sugerem de fato que a Selic pode alcançar o patamar de 9% em meados de 2012”, diz o informe do Itaú.

Para a equipe econômica do banco, a economia brasileira está desacelerando mais do que o esperado, e esse enfraquecimento deve estender-se até o início de 2012. “Esperamos taxas ligeiramente positivas de crescimento no terceiro e quarto trimestres deste ano, com algum risco de números negativos daqui até o primeiro trimestre de 2012”, diz o boletim do Itaú.

Notas relacionadas:

  1. BC deve manter Selic em 10,75%, diz Bradesco
  2. Inflação deve cair para perto de zero em junho, diz Itaú
  3. Itaú reforça estratégia em franquias com seminário
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quinta-feira, 27 de outubro de 2011 Política Monetária | 10:51

Ata marca mudança de cenário para o Banco Central, diz LCA

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O Banco Central promoveu uma mudança importante na ata da 162ª Reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), divulgada hoje.

No documento, a autoridade monetária trouxe uma mudança no cenário adotado para a economia.

A partir de agora, o BC trata oficialmente como cenário central aquele que vinha sendo considerado como alternativo até o encontro anterior do Copom.

“Essa mudança na percepção do Banco Central quanto à trajetória da conjuntura internacional – e seu impacto sobre a economia doméstica – explica porque ele continuou a cortar a Selic a despeito de os seus modelos de projeção terem apontado estimativas de inflação em elevação e acima do valor central da meta para 2012”, disse a LCA.

No novo cenário central, o BC considera que a crise internacional atual deve trazer um impacto de um quarto das perdas provocadas durante a crise de 2008.

A autoridade monetária também passa a considerar que a deterioração do cenário internacional deve se prolongar por mais tempo que o observado na crise anterior.

A LCA manteve a projeção de corte da Selic para 10% ao ano e um crescimento pouco abaixo do potencial para o PIB brasileiro até o fim de 2011 e ao longo de boa parte do ano que vem, “o que permitirá à inflação desacelerar de perto do teto da meta em 2011 para pouco acima de 5% em 2012”.

Notas relacionadas:

  1. Banco Central deve cortar juros a 11% até o fim do ano, diz Alex Agostini
  2. Stanley Fischer elogia Banco Central do Brasil
  3. Banco Central deve reduzir juros a 10,50%, diz Octavio de Barros
Autor: Klinger Portella Tags: , , , , ,

terça-feira, 18 de outubro de 2011 Finanças | 15:58

Mercado aposta em queda mais forte dos juros

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O mercado financeiro aposta firme na queda acentuada das taxas de juros, amanhã, na reunião do Copom.

Prova disso é que os papéis do Tesouro com vencimento em maio de 2015 foram vendidos ontem a uma taxa de inflação medida pelo IPCA mais 4,77% ao ano. Hoje, no fim da manhã, o mesmo título derreteu: estava cotado a IPCA mais 3,75%.

Notas relacionadas:

  1. Taxa de juros deverá subir de forma moderada
  2. Octavio de Barros prevê três altas consecutivas de 0,75 ponto nos juros básicos
  3. Austin Rating revisa estimativa de inflação de 6,2% para 6,6%, acima da meta do governo
Autor: Guilherme Barros Tags: , ,

Política Monetária | 12:00

Copom deverá manter ritmo de corte da Selic, diz LCA

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A LCA acredita que, na reunião desta semana, o Copom deve manter o ritmo de redução de meio ponto percentual na taxa Selic, mas não descarta uma aceleração no ritmo de queda nos juros.

“As expectativas de mercado para o crescimento da economia doméstica continuam a ser revisadas para baixo – sugerindo que as pressões inflacionárias advindas de descompassos entre oferta e demanda tenderão a se diluir. Diante disso, o Banco Central poderia ficar tentado a acelerar o ajuste da taxa básica de juros”, afirma a consultoria.

Mas, para os economistas da LCA, a menor tensão nos mercados globais deve contribuir para que a reducão de juros deve ser mais moderada.

A LCA está revisando para baixo sua estimativa para o crescimento do PIB no terceiro trimestre.

Notas relacionadas:

  1. BC irá manter Selic em 10,75% amanhã, diz Banco Modal
  2. Resultado do IPCA sentencia corte de 0,5 ponto percentual da Selic, diz André Perfeito
  3. BC envia nota sobre procedimentos do Copom
Autor: Guilherme Barros Tags: , , ,

quinta-feira, 13 de outubro de 2011 Política Monetária | 11:03

Fiesp, Abimaq e sindicatos abraçam prédio do BC contra juros

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Entidades como Fiesp, Abimaq, CUT e Força Sindical preparam para a próxima terça-feira um protesto contra os juros altos no Brasil.

Mais de mil integrantes das entidades darão um “abraço simbólico” no prédio do Banco Central, na Avenida Paulista, em São Paulo, durante a manifestação.

O protesto acontece no primeiro dia da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do BC, realizada em Brasília, que definirá os rumos da taxa básica de juros.

Antes do abraço, os presidentes Paulo Skaf (Fiesp), Luiz Aubert Neto (Abimaq), Paulo Pereira da Silva (Força Sindical), Arthur Henrique (CUT), Miguel Torres (Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo) e Sergio Nobre (Sindicato dos Metalúrgicos do ABC) lançam um manifesto por um Brasil com menos juros, maior produção e mais emprego.

A manifestação está prevista para as 12h.

Notas relacionadas:

  1. Brasil é o segundo país do mundo que mais gasta com juros
  2. Abimaq contesta ‘financistas’ que defendem manutenção da Selic
  3. Banco Central pode cortar juros em 1 ponto ou mais em outubro
Autor: Guilherme Barros Tags: , , , , , , ,

sexta-feira, 7 de outubro de 2011 Política Monetária | 15:06

Juros cairão a um dígito em 2012, diz Itaú Unibanco

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O Brasil caminha para retomar o patamar de taxa de juros de um dígito – obtida pela primeira vez na história em meio à crise mundial – em 2012.

Segundo projeções da equipe econômica do Itaú Unibanco, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central deve promover cortes de 0,75 ponto percentual na Selic nas próximas quatro reuniões.

Caso isso se confirme, prevê o banco, os juros chegarão a 10,5% no fim deste ano. “E 9% em 2012”, completou.

“Tendo em vista a desaceleração um pouco mais forte que o esperado e a percepção de maior risco externo, acreditamos que o Banco Central acelere o ritmo do corte dos juros”, disseram os economistas do banco, em relatório.

Na projeção anterior do Itaú Unibanco, a Selic cairia a 0,50 ponto percentual por reunião, establizando-se, posteriormente, em 10% ao ano.

Notas relacionadas:

  1. Mercado espera redução de juros na reunião de hoje do Copom
  2. Itaú Unibanco aposta em manutenção da Selic hoje
  3. BC derrubará juros a 10% em 2012, diz Itaú Unibanco
Autor: Klinger Portella Tags: , , , ,

Política Monetária | 10:50

Resultado do IPCA sentencia corte de 0,5 ponto percentual da Selic, diz André Perfeito

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O resultado de alta de 0,53% do IPCA em setembro, a maior para o mês em 8 anos, indica que deve ocorrer um corte de 0,5 ponto percentual na taxa básica de juros do País, segundo análise de André Perfeito, economista-chefe da Gradual Investimentos.

“Trabalhamos com 3 cortes de 50 pontos-base, fazendo a Selic chegar no início de 2012 em 10,50%”, diz Perfeito.

Para o resultado de setembro, o modelo da Gradual apontava inflação mais modesta, em 0,45%. “O vilão desta vez foram as passagens aéreas, que, segundo o instituto, representaram quase 17% da alta do IPCA este mês. Este impacto deve ser mitigado já em outubro, juntamente com outro grupo que andou estressando o índice, o da habitação”.

Em relação ao mercado, Perfeito diz que as estimativas são de apreciação do real frente ao dólar. Segundo ele, os recentes recordes de arrecadação, somados a contenção de gastos por parte do Governo Federal, irão construir uma situação fiscal que irá diminuir a percepção de risco em relação à economia brasileira.

“Acreditamos como muito provável a elevação da nossa nota por alguma agência de classificação de risco. Isto tudo em conjunto coloca o Brasil de forma fundamental como porto aos recursos perdidos na Europa e nos EUA”, diz.

No entanto, o economista sugere cautela sobre a apreciação da moeda brasileira. “O real se apreciou na esteira de certo bom humor em relação a Europa, mas ainda não foi feito nada substancial. Podemos ver ainda volatilidade nos mercados na próxima semana”.

Notas relacionadas:

  1. Nota curta do Copom abre espaço para qualquer interpretação, diz André Perfeito
  2. BC dá sinal claro de que alta de juros acabou, diz André Perfeito
  3. Vivemos um momento parecido com o ocorrido em 2008, diz André Perfeito
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sexta-feira, 30 de setembro de 2011 Comércio | 05:57

Redução da Selic deve beneficiar comércio varejista, diz Tendências

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A recente decisão do Banco Central em voltar a reduzir a taxa básica de juros deve beneficiar levemente as vendas no varejo, segundo análise da Tendências Consultoria.

De acordo com o analista Alexandre Andrade, a redução da Selic tende a ser positiva principalmente no sentido de reduzir o custo dos financiamentos dos consumidores, em especial para compras de bens duráveis, que dependem mais de parcelamentos.

Andrade afirma, porém, que o impulso nas vendas não deve ser exagerado. “Se por um lado os juros vão cair, por outro lado os bancos devem continuar nos próximos meses mantendo um rigor na concessão de crédito”, diz ele.

Segundo a Tendências, a projeção para o saldo de crédito com recursos livres à Pessoa Física é de alta de 7,4% neste ano e de 9,5% em 2012.

A consultoria estima que a Selic deva cair ao nível de 10,5% no começo de 2012, com início de novo ciclo de aperto apenas no fim do próximo ano. “A manutenção desse cenário passa pelo comportamento esperado para os principais condicionantes da demanda: crédito e massa de renda real da economia.”

Para a massa real de rendimentos efetivos, com base em informações da Pesquisa Mensal de Emprego (PME) do IBGE, mantém-se o crescimento de 5,4% em 2011 e de 4,8% no próximo ano.

“As condições do mercado de trabalho devem seguir relativamente favoráveis, com incrementos de rendimento acima da inflação, frutos de negociações apertadas em diversos setores da economia.”

(Por Juliana Kirihata)

Notas relacionadas:

  1. Comércio do Rio cresceu 1,8% em janeiro, mostra Fecomercio-RJ
  2. Comércio do DF registra inadimplência de 4,9%, a segunda menor taxa do ano
  3. Comércio deve desacelerar no segundo semestre, prevê LCA
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segunda-feira, 12 de setembro de 2011 Política Monetária | 08:26

BC derrubará juros a 10% em 2012, diz Itaú Unibanco

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O quadro de pessimismo internacional, com desaquecimento da economia global, vai fazer com que o Banco Central prolongue o movimento de queda de juros ao longo de 2012.

Segundo Ilan Goldfajn, economista-chefe do Itaú Unibanco, o Comitê de Política Monetária (Copom) deverá reduzir a taxa Selic a 10% ao ano em 2012.

“Considerando a avaliação do cenário internacional revelada pelo Copom e a nossa projeção de crescimento mais baixo da economia global, mantemos a expectativa de mais 200 pontos base de ajuste na taxa Selic”, disse Goldfajn, em relatório enviado a investidores.

Com isso, o banco projeta que a taxa básica de juros encerre 2011 em 11%, com cortes sucessivos de 0,5 ponto percentual nas próximas reuniões, baixando mais 1 ponto percentual até o fim do ano que vem.

Notas relacionadas:

  1. Mercado espera redução de juros na reunião de hoje do Copom
  2. Itaú Unibanco aposta em manutenção da Selic hoje
  3. Banco Central deve reduzir juros a 10,50%, diz Octavio de Barros
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quinta-feira, 8 de setembro de 2011 Política Monetária | 10:01

Banco Central deve reduzir juros a 10,50%, diz Octavio de Barros

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O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central deu sinais de que seguirá com a política de redução na taxa básica de juros nos próximos encontros.

Após a divulgação da ata da reunião da semana passada, o diretor do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos do Bradesco, Octavio de Barros, destaca que “a estratégia de ajustes moderados no nível da taxa básica está praticamente assegurada”.

Para ele, a autoridade monetária deverá promover novos cortes de 1,50 ponto percentual na Selic, que deverá começar 2012 em 10,50% ao ano.

Contribuem para as projeções, a deterioração do cenário externo, com o desaquecimento da economia global ainda mais fragilizada, e o enfraquecimento das pressões inflacionárias sobre a economia brasileira.

Notas relacionadas:

  1. Copom deve elevar juros a 12,25% nesta semana, diz Octavio de Barros
  2. Copom deve elevar juros mais duas vezes neste ano, diz Octavio de Barros
  3. Banco Central deve cortar juros a 11% até o fim do ano, diz Alex Agostini
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terça-feira, 6 de setembro de 2011 Política Monetária | 15:03

Tem espaço para baixar juros no Brasil, diz Gustavo Marin

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Gustavo Marin (Eduardo Lopes/Imagem Paulista)

Gustavo Marin (Eduardo Lopes/Imagem Paulista)

Um dos presentes ao encontro com Stanley Fischer, governador do Banco Central de Israel, o presidente do Citibank no Brasil, Gustavo Marin, afirmou que há espaço para baixar os juros no Brasil.

Para o quadro de redução da Selic, Marin aponta a política de maior aperto fiscal e uma tendência de queda da inflação diante da crise global.

Segundo ele, os sinais são evidentes de que a economia está em ritmo mais lento e que os preços das commodities estão em queda.

Com isso, diz Marin, o BC tem de estar preocupado com a atividade.

Ele é um dos empresários participantes da segunda edição da Audi Business Trip, organizada pelo Grupo de Líderes Empresariais (Lide), presidido por João Doria.

Notas relacionadas:

  1. Alta das commodities pesa mais que diferencial de juros para o dólar, diz Rosenberg & Associados
  2. Mantega anuncia novo corte de gastos e aumento do superávit primário para baixar juros
  3. Stanley Fischer elogia Banco Central do Brasil
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Política Monetária | 14:41

Stanley Fischer elogia Banco Central do Brasil

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Stanley Fischer (Eduardo Lopes/Imagem Paulista)

Stanley Fischer (Eduardo Lopes/Imagem Paulista)

Em encontro de uma hora com empresários brasileiros, o presidente do Banco Central de Israel, Stanley Fischer, manifestou apoio ao Banco Central do Brasil e elogiou o presidente da autoridade monetária, Alexandre Tombini.

Fischer, que também foi vice-presidente do Banco Mundial, presidente do Citigroup Internacional e primeiro diretor-gerente do FMI, disse que, quanto mais a política fiscal abrir espaço, mais oportunidades o BC terá para reduzir a taxa de juros.

Ele deu as declarações a cerca de 20 empresários que fazem parte da segunda Audi Business Trip, organizada pelo Grupo de Líderes Empresariais (Lide), presidido por João Doria.

Provocado pelo ex-ministro Luiz Fernando Furlan sobre a decisão da semana passada de o Copom baixar juros, o governador do BC de Israel deu a entender que a autoridade monetária tomou a decisão correta.

Sobre a crise mundial, Fischer disse que o maior problema está concentrado na Europa.

Ele acredita que, nos Estados Unidos, a situação será resolvida após as eleições presidenciais de 2012.

Fischer diz ter certeza de que a crise será resolvida em algum momento, já que, depois de tantas tentativas, os líderes globais vão chegar a um acerto.

Notas relacionadas:

  1. Após cortar juros, Banco Central prevê PIB menor neste ano
  2. Banco Central reduzirá juros a 9% até o fim do ano, diz investidor internacional
  3. Banco Central deve cortar juros a 11% até o fim do ano, diz Alex Agostini
Autor: Guilherme Barros Tags: , , , , ,

sexta-feira, 2 de setembro de 2011 Política Monetária | 09:14

Banco Central deve cortar juros a 11% até o fim do ano, diz Alex Agostini

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O movimento de queda dos juros iniciado na reunião desta semana do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central ainda deve prever mais três cortes de 0,50 ponto percentual cada na taxa Selic.

Ao menos é o que projeta o economista-chefe da Austin Ratings, Alex Agostini.

“Com isso, a taxa Selic deverá encerar 2011 em 11%, e 2012 deverá ficar ao redor de 9%”, projeta.

Segundo o economista, a decisão da autoridade monetária de cortar os juros já no encontro de agosto mostra “maior alinhamento com a política econômica do atual governo.

“Diferenciando da posição que havia na gestão anterior, que se pautava, primordialmente, pela estabilidade monetária, que, aliás, é condizente com um regime de metas de inflação.”

Para a inflação, Agostini manteve a projeção de IPCA em 6,5%, “mas não descartamos a possibilidade de superar esse nível”.

Em 2012, a estimativa de inflação subiu de 5,2% para 6%;

Notas relacionadas:

  1. Juros futuros refletem tensão do mercado com política adotada pelo Banco Central, diz André Perfeito
  2. Incertezas globais barrarão alta de juros no Brasil, diz Rosenberg
  3. Após cortar juros, Banco Central prevê PIB menor neste ano
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quinta-feira, 1 de setembro de 2011 Política Monetária | 19:03

Setor têxtil defende BC e comemora redução da Selic

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Os representantes do setor têxtil saíram em defesa do Banco Central após a redução de 0,5 ponto na taxa básica de juros.

“Foi uma decisão absolutamente correta”, diz Fernando Pimentel, diretor superintendente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit).

Ele aprova o que chamou de mix da política econômica, “com um trabalho mais forte no reforço fiscal e com mais folga na política monetária”.

O presidente do Sinditextil de São Paulo, Alfredo Bonduki, por sua vez, diz que a indústria já vinha sentindo há seis meses um esfriamento na atividade econômica.

“As vendas chegaram a patamares de queda de 20% a 25% frente ao ano passado.”

Para ele, “não fazia sentido uma taxa de juros tão elevada no Brasil”.

Tanto Bonduki quanto Pimentel defendem a continuidade do ciclo de queda da Selic.

“Podemos chegar à meta que a presidenta Dilma Rousseff estabeleceu, de um juro real entre 2% e 3%”, completou o diretor executivo da Abit.

Notas relacionadas:

  1. BC irá manter Selic em 10,75% amanhã, diz Banco Modal
  2. Mercado espera redução de juros na reunião de hoje do Copom
  3. Itaú Unibanco aposta em manutenção da Selic hoje
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Política Monetária | 17:51

Banco Central reduzirá juros a 9% até o fim do ano, diz investidor internacional

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Os investidores internacionais aprovaram o corte de 0,50 ponto percentual promovido pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central na taxa básica de juros.

“Eu acho que o que eles fizeram está correto, mas ficaria ainda mais satisfeito se eles dessem mais (superávit) fiscal”, afirmou um investidor, que prefere não se identificar.

No início da semana, o ministro Guido Mantega anunciou a elevação do superávit primário em R$ 10 bilhões.

O investidor acredita que o movimento de queda de juros será intensificado nas próximas reuniões do Copom.

“Eles cortam mais 0,75 ponto em outubro e 0,75 em novembro e a taxa fecha em 9%”, completou.

Notas relacionadas:

  1. Mantega anuncia novo corte de gastos e aumento do superávit primário para baixar juros
  2. Mercado espera redução de juros na reunião de hoje do Copom
  3. Após cortar juros, Banco Central prevê PIB menor neste ano
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Política Monetária | 17:21

BC ajuda indústria a sobreviver, diz Sinafer

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O presidente do Sindicato dos Fabricantes de Ferramentas (Sinafer), Milton Resende, disse que a queda de 0,50 ponto percentual na taxa Selic dá um fôlego à indústria diante do movimento de desindustrialização.

“As fábricas de ferramentas do Brasil estão simplesmente virando um centro de distribuição, porque perderam condições de competir com os importados”, disse.

Segundo ele, a queda da Selic ajuda a desvalorizar o real frente ao dólar, “e isso vai deixando a coisa ficar em um patamar mais realista”.

Resende rebateu as críticas feitas ao Banco Central após a decisão de ontem do Comitê de Política Monetária (Copom).

“Esses representantes financistas jogam a favor do capital e, obviamente, contra o Brasil”.

O dirigente da entidade diz que, se o custo Brasil não for reduzido, “o País vai virar uma colônia”.

Notas relacionadas:

  1. Nota curta do Copom abre espaço para qualquer interpretação, diz André Perfeito
  2. Nova alta de juros parece bastante provável, diz Octavio de Barros
  3. Grandes investidores reduzem aposta em queda da Selic hoje
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Política Monetária | 16:58

Banco Central atual é o mais independente que já tivemos, diz Paulo Francini

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Para o diretor do Departamento de Economia e Pesquisa da Fiesp, Paulo Francini, a atual gestão do Banco Central é a “mais independente que tivemos na história recente”. “Curiosamente, nenhum de seus grandes dirigentes vieram do mercado financeiro”, afirma.

Francini diz que não existe Banco Central isolado. “O BC não é um edifício jogado no deserto, cheio de pessoas que não se comunicam com o mundo.”

Ele defende, por outro lado, que o alinhamento estratégico com outros segmentos do governo, como o Ministério da Fazenda, é benéfico para a economia.

Francini destaca, no entanto, que as discussões sobre as taxas de juros são “apaixonadas e com torcidas inflamadas”.

A Fiesp esperava um corte de 0,25 ponto na Selic no encontro de ontem do Copom. A redução mais forte mostra, segundo o diretor da entidade, que o BC iniciou uma rota de queda da Selic.

“Estabeleceu-se uma dimensão de degrau. Agora, vamos descer uma escada.”

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Autor: Klinger Portella Tags: , , , ,

Política Monetária | 16:54

Decisão do BC foi técnica e correta; o resto é esquizofrenia, diz Paulo Godoy, presidente da Abdib

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A decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) de reduzir a taxa Selic em 0,5 ponto percentual foi correta e técnica, segundo Paulo Godoy, presidente Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base (Abdib). “Existe um cenário bastante real e forte de prolongamento da crise, com crescimento fraco e dificuldades para equacionar as dívidas gigantescas das principais economias do mundo”, diz.

Para Godoy, o Banco Central acertou em agir rapidamente no sentido de reduzir os juros para tentar manter uma perspectiva razoável de crescimento da economia, já que “as consequências dos problemas econômicos nos países mais ricos chegarão ao Brasil com intensidade maior”.

O presidente da Abdib afirma que o BC conquistou independência na tomada de decisões nos últimos anos. “O nosso Banco Central estudou os indicadores e os cenários e agiu preventivamente para manter perspectivas de crescimento razoáveis para o Brasil. É isso. O resto é esquizofrenia.”

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Autor: Guilherme Barros Tags: , ,

Política Monetária | 16:10

CNI considera um absurdo críticas ao BC e desafia críticos a viverem no mundo real

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As críticas que estão sendo feitas ao Banco Central pela redução da taxa de juros em 0,5 ponto percentual são um absurdo. É o que afirma Robson Andrade, presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Segundo ele, o BC vem subindo a taxa de juros desde o início do ano com o objetivo de reduzir a inflação. “O Banco Central já subiu muito a taxa de juros e, agora, com a crise internacional, viu que já era a hora de começar um processo de redução”, diz Andrade.

Para a CNI, o BC de Alexandre Tombini está preocupado com o crescimento da economia, com a manutenção do emprego, e não só com o aspecto monetário. Andrade não acredita que tenha ocorrido interferência política na decisão pela redução da taxa de juros. “O mundo inteiro está preocupado com o crescimento, e o Brasil também não deveria abrir mão dele”, diz.

Sobre as referências à decisão do BC, o presidente da CNI desafia: “quero ver esses críticos do Banco Central viverem no mundo real da economia”.

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Política Monetária | 15:29

Abimaq contesta ‘financistas’ que defendem manutenção da Selic

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Luiz Aubert Neto (Foto: AE)

Luiz Aubert Neto (Foto: AE)

O presidente da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), Luiz Aubert Neto, defendeu hoje a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) de reduzir a taxa Selic em 0,5 ponto percentual, para 12% ao ano.

Segundo ele, as críticas de que a autoridade monetária cedeu a pressões do governo para cortar os juros partem de um “grupo de financistas”.

“Há uma reação visceral de financistas sobre isso”, afirmou. “Eles estão como bezerros quando desmamam e começam a berrar”, completou.

Aubert Neto disse que a Selic é “o maior câncer” que o Brasil tem atualmente.

“Nos oito anos do governo FHC e nos oito anos de Lula, quem comandou o Banco Central foram pessoas ligadas ao sistema financeiro. O Brasil é o único país do mundo que coloca a raposa para cuidar das ovelhas.”

O presidente da Abimaq disse que a decisão do Copom reforça a autonomia do Banco Central.

“Eles tiveram coragem para reduzir os juros.”

Aubert Neto ressaltou que o corte de 1 ponto percentual da Selic representa uma economia de R$ 16 bilhões com juros. “Nos últimos 16 anos, o Brasil pagou mais de R$ 2 trilhões em juros de dívida. É a maior transferência de renda da história do capitalismo.”

O presidente da Abimaq afirmou que, sem um aperto monetário, a crise internacional poderá trazer impactos à economia brasileira.

“A decisão do Copom foi uma sinalização de que nem tudo está perdido”, completou.

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Política Monetária | 10:09

Após cortar juros, Banco Central prevê PIB menor neste ano

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Alexadre Tombini (Agência Brasil)

Alexadre Tombini (Agência Brasil)

Apesar das críticas do mercado e da surpresa com a decisão de ontem do Comitê de Política Monetária (Copom) de reduzir a taxa de juros em 0,5 ponto, o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, já vinha alertando, desde o início de agosto, que a crise internacional era mais preocupante do que se imaginava.

No dia 1º de agosto, ele chamou atenção sobre isso em uma apresentação em Belo Horizonte.

No dia seguinte, em São Paulo, ele bateu na mesma tecla, alertando para a possibilidade de uma recessão.

Muitos analistas chegaram a interpretar, naquele momento, que as declarações de Tombini já poderiam ser um sinal de que o Banco Central estudava a possibilidade de antecipar o processo de redução de juros.

Mais importante que isso, a autoridade monetária já começou a rever o crescimento do PIB brasileiro para 2011.

No próximo relatório de inflação, que será divulgado no fim do mês, a expansão da economia neste ano deve cair de 4% para algo em torno de 3,5%.

No próximo dia 6, sairão os dados do IPCA de agosto, que deverão vir altos, como já antecipou o IPCA-15.

O acumulado de 12 meses será superior a 7%, o que deve reforçar as críticas sobre a decisão de ontem do BC.

Mas Tombini não está preocupado com a inflação no curto prazo.

Ele está olhando mais para frente e tem dito, desde o início de agosto, que a inflação vai a partir do quarto trimestre e, portanto, a alta no IPCA de agosto já estava no radar do BC.

Tombini garante que  a inflação de 2012 vai estar no centro da meta de 4,5%.

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Autor: Guilherme Barros Tags: , , , ,

quarta-feira, 31 de agosto de 2011 Política Monetária | 16:20

Grandes investidores reduzem aposta em queda da Selic hoje

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Os grandes investidores estão divididos sobre a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central para a reunião de hoje.

Os “grandões” reduziram as apostas em queda da Selic e, agora, 58% dos grandes players acreditam em queda dos juros neste encontro.

“Eles (grandes investidores) estão perdendo convicção”, disse um investidor internacional.

O Copom anuncia no fim do dia o rumo da taxa Selic, que atualmente está em 12,50% ao ano.

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Política Monetária | 12:13

Itaú Unibanco aposta em manutenção da Selic hoje

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O Banco Central não deverá reduzir a taxa de juros na reunião de hoje do Comitê de Política Monetária (Copom), na análise dos economistas do Itaú Unibanco.

Em relatório enviado a investidores, o banco destaca que o Copom deverá deixar a Selic estável em 12,50% ao ano.

“Embora esta visão seja compartilhada pela maioria dos economistas, o mercado tem precificado uma chance considerável de que a taxa será reduzida”, disseram os economistas.

“Em meio a uma política de agravamento do trade-off, com a construção de riscos para a economia, em meio a persistentes pressões inflacionárias, acreditamos que o Banco Central vai esperar para ver.”

O Itaú Unibanco acredita, por outro lado, que no comunicado divulgado após a reunião, a autoridade monetária deve indicar uma política de afrouxamento à frente.

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Política Monetária | 06:05

Mercado espera redução de juros na reunião de hoje do Copom

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Uma parte significativa do mercado antecipou as expectativas e acredita em redução da taxa básica de juros já na reunião de hoje do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central.

A probabilidade maior ainda é de manutenção da Selic nos atuais 12,50% ao ano, mas, entre os grandes investidores, cresceram as apostas em uma redução dos juros já neste encontro.

A aposta do mercado está fundamentada nos indícios que o governo vem dando sobre a queda da Selic.

Hoje, o Copom anuncia os rumos da taxa de juros.

Há algumas semanas, o mercado acreditava em manutenção da Selic até o fim do ano, já que as pressões inflacionárias impediam uma redução dos juros.

Mas, o governo passou a dar sinais de mudança, com o agravamento da crise internacional.

Os indícios para o mercado ficaram mais fortes após a elevação do superávit primário e das declarações da presidenta Dilma Rousseff de que vê um horizonte para o País reduzir os juros.

No mercado futuro de DIs, o mercado já precifica uma redução de 1,50 ponto percentual da Selic até a reunião de janeiro de 2012.

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terça-feira, 30 de agosto de 2011 Finanças | 19:39

Eliminar títulos indexados à Selic faz parte da agenda do governo, diz Nelson Barbosa

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O fim dos títulos indexados à taxa Selic já está na agenda do governo, afirmou nesta segunda-feira o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa. “Temos que eliminar algumas idiossincrasias do mercado financeiro brasileiro. E uma delas é a indexação da dívida pública”, disse, durante a cerimônia de premiação Valor 1000, do jornal “Valor Econômico”.

Para ele, o título pós-fixado LFT deve ser eliminado, como ocorreu com a dívida atrelada ao câmbio. A mudança facilitaria as decisões de política monetária do País. Hoje, cada vez que o governo eleva o juro, aumenta a dívida pública e vice-versa.

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