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Posts com a Tag Rosenberg & Associados

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011 Indicadores | 06:02

Desemprego deve subir a 6,7% em 2012, projeta Rosenberg

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A taxa de desemprego deve ter leve alta em 2012.

Segundo projeções da equipe de economistas da consultoria Rosenberg & Associados, a taxa média no ano deve ficar em 6,7%.

O resultado é levemente superior aos 6,1% que a consultoria projeta para o encerramento deste ano.

Apesar da elevação, a Rosenberg & Associados destaca que “o mercado de trabalho constituirá importante fonte de sustentação do consumo no próximo ano”.

Notas relacionadas:

  1. Recuo da inflação é transitório, diz Rosenberg e Associados
  2. Indústria deve puxar PIB do terceiro trimestre para baixo, diz Rosenberg
  3. IPCA estoura meta se subir mais que 0,51% até dezembro, diz Rosenberg
Autor: Klinger Portella Tags: ,

quarta-feira, 23 de novembro de 2011 Política Monetária | 06:01

Crise fará Copom manter corte de 0,5 ponto nos juros na última reunião de 2011, diz Rosenberg

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O Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) não deverá mudar o ritmo de corte de juros no encontro da próxima semana.

A autoridade monetária fará, entre os dias 29 e 30 de novembro, a última reunião do ano para definir os rumos da taxa Selic.

Segundo a equipe de economistas da Rosenberg & Associados, a crise internacional deverá fazer com que o Copom dê continuidade aos “ajustes moderados” nos juros.

“Apesar de a desaceleração econômica ainda ser modesta e não permitir um alívio da inflação corrente, as preocupações com o cenário externo – que diga-se de passagem pioraram exponencialmente desde a última reunião – devem continuar prevalecendo”, disse a consultoria.

Atualmente, a Selic está em 11,50% ao ano.

Segundo a Rosenberg & Associados, a autoridade monetária deverá manter o ritmo de corte de 0,5 ponto percentual, observado nas últimas duas reuniões.

“Provavelmente, manterá o ritmo para prolongar o ajuste”, completou.

Notas relacionadas:

  1. Incertezas globais barrarão alta de juros no Brasil, diz Rosenberg
  2. Mercado espera redução de juros na reunião de hoje do Copom
  3. Copom deverá manter ritmo de corte da Selic, diz LCA
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terça-feira, 8 de novembro de 2011 Indicadores | 09:05

IPCA estoura meta se subir mais que 0,51% até dezembro, diz Rosenberg

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O mercado tem feito as contas para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) não estourar a meta de 6,5% no fim do ano.

Segundo projeções da equipe econômica da Rosenberg & Associados, para não superar o limite estabelecido pelo governo, a inflação oficial deve ter alta média de 0,51% nos meses de novembro e dezembro.

O número está baseado em um projeção de 0,43% de alta para o IPCA em outubro. O resultado oficial será divulgado na sexta-feira.

“O acumulado em 12 meses, que atingiu o pico de 7,31% em setembro, deverá
entrar em trajetória de desaceleração, mas basicamente por conta da saída
da base de cálculo de meses com inflação alta em 2010″, disse a consultoria.

Os economistas apontam que, em novembro, o IPCA deve voltar a acelerar “com a
possível retomada dos preços de alimentação e bebidas”.

Por outro lado, os grupos alimentação e transportes devem arrefecer no mês.

“Com isso, a alta deve ficar em torno de 0,54%. Para o fim do ano, esperamos 6,5%, com
a corda quase no pescoço.”

Notas relacionadas:

  1. IPCA de 2009 será o sexto ano consecutivo de inflação dentro da meta
  2. IPCA deve ter pico de alta em agosto, diz Rosenberg & Associados
  3. Itaú projeta IPCA de setembro para 0,54%
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segunda-feira, 10 de outubro de 2011 Indicadores | 15:19

Indústria deve puxar PIB do terceiro trimestre para baixo, diz Rosenberg

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O desempenho da indústria deve contribuir negativamente para o resultado do Produto Interno Bruto (PIB) do terceiro trimestre, segundo projeções da consultoria Rosenberg & Associados.

A equipe de economistas da casa, liderada por Thais Zara, espera que a produção industrial feche outubro com recuo próximo de 3%.

“Assim, além de influenciar negativamente o PIB do terceiro trimestre, o fraco desempenho de setembro indica que a indústria pode ter um crescimento inferior a 1,5% neste ano.”

A consultoria alerta, ainda, que os indicadores que mostraram aumento de faturamento e queda da produção apontam para o aumento da importação de bens finais pela própria indústria.

“É uma estratégia de sobrevivência no atual ambiente não competitivo.”

Notas relacionadas:

  1. Indústria deve puxar crescimento no ano que vem
  2. Indústria deve retomar crescimento após ajustes do 2º trimestre, prevê IEDI
  3. Consumo acelerado deve puxar crescimento do País no 3º trimestre, diz Santander
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segunda-feira, 5 de setembro de 2011 Indicadores | 12:24

Se deixar de crescer até o fim do ano, PIB terá expansão de 3% em 2011

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Caso permaneça estável nos próximos dois trimestres, a economia brasileira encerrará o ano com um crescimento de 3%.

Os cálculos são da equipe de economistas da consultoria Rosenberg & Associados, liderados por Thaís Zara.

“Daqui por diante, podemos ter uma desaceleração apenas pouco maior, mas com crescimento do PIB ainda expressivo”, diz a consultoria, em relatório.

No segundo trimestre, o PIB cresceu 0,8%, levemente abaixo das projeções de 0,9% da Rosenberg.

Com o resultado, a consultoria revisou a expectativa de crescimento do PIB para 3,7% neste ano.

“Este desempenho ainda é compatível com um PIB crescendo pouco menos de 1% e 0,8% no terceiro e quarto trimestre, respectivamente.”

Notas relacionadas:

  1. Para consultoria, PIB pode crescer 6,1%
  2. PIB pode crescer até 6% em 2010, diz Fecomercio-SP
  3. PIB da construção deverá crescer até 6% em 2011, diz SindusCon
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quarta-feira, 24 de agosto de 2011 Política Monetária | 13:16

Incertezas globais barrarão alta de juros no Brasil, diz Rosenberg

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O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central não deverá elevar a taxa básica de juros (Selic) na reunião da próxima semana.

Segundo relatório da consultoria Rosenberg & Associados, a crise no cenário externo deve ter mais peso que as pressões inflacionária internas na decisão da autoridade monetária sobre os rumos da política monetária.

“Os indicadores de demanda doméstica ainda se mostram robustos (especialmente os relacionados ao mercado de trabalho), mas as incertezas com relação ao ambiente externo e suas possíveis consequências contracionistas sobre a atividade ampliaram-se sobremaneira desde a última reunião, permitindo maior cautela nesta decisão”, disse a consultoria.

Na avaliação da R&A, o BC deveria continuar a política de elevação da taxa de juros, caso fossem consideradas a condição atual e futura esperada, como a expectativa de inflação.

“O coeficiente de inércia inflacionária continua indicando que a inflação segue carregada de elementos da inflação passada, sendo um fator de persistência das pressões que sustenta a elevação do nível de preços.”

Notas relacionadas:

  1. Interrupção de alta de juros será equivocada, diz Tendências
  2. Com alta de 0,25 ponto, Brasil se isola na lista de maiores juros do mundo
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quinta-feira, 18 de agosto de 2011 Finanças | 06:04

Momento atual é pior que crise de 2008, diz Dirceu Bezerra

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O atual momento econômico é pior que o de 2008, quando a maior crise econômica dos últimos 80 anos eclodiu, com a quebra do banco de investimentos norte-americano Lehman Brothers.

A opinião é do sócio-fundador da consultoria Rosenberg & Associados, Dirceu Bezerra.

“Além de conter os mesmos problemas de então, (o momento atual) ainda apresenta países com sérias dificuldades de financiamento e risco de contaminação de outros países”, disse, em documento enviado a investidores.

Bezerra aponta que a relação dívida/PIB de alguns países cresceu fortemente desde 2008 e, “pior, sem projeção de estabilização no médio prazo”.

A alta do endividamento público é provocado pela absorção dos problemas do setor financeiro pelo Estado e pelos pacotes de estímulo.

“Não há muitas saídas ou muitos instrumentos (os juros já estão em zero e o lado fiscal arrebentado, sobrando pequenos pacotes setoriais, como imobiliário, por exemplo) e todas são muito dolorosas, dado que vamos passar novamente por um forte processo de destruição de riqueza mundo afora”, completou.

Notas relacionadas:

  1. Economistas estão mais otimistas com a crise
  2. Risco de contágio da crise européia é limitado, diz LCA
  3. Chance de duplo mergulho na crise é de 50%, diz Roubini
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terça-feira, 16 de agosto de 2011 Bolsa de Valores | 13:03

Reprecificação deve continuar no mercado, diz Rosenberg

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O movimento de ajuste do mercado acionário, depois do rebaixamento da nota de crédito dos Estados Unidos, deverá se repetir ao longo desta semana, segundo a equipe de economistas da consultoria Rosenberg e Associados, liderada por Thaís Zara.

A consultoria espera uma semana marcada por volatilidade no mercado, afetando a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa).

A tendência é de queda nas ações.

“A participação da S&P nesse imbróglio todo serviu apenas de estopim do processo de reprecificação”, disse a consultoria, em relatório enviado aos investidores.

Notas relacionadas:

  1. Para equipe econômica, Bovespa sofre mais porque é concentrada em commodities
  2. Pânico derruba site da Bovespa
  3. Com ganhos de 20,63%, Usiminas lidera grupo de sete ações que driblaram a crise, diz Economatica
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sábado, 6 de agosto de 2011 Indicadores | 07:05

IPCA deve ter pico de alta em agosto, diz Rosenberg & Associados

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O movimento de alta da inflação no acumulado dos últimos 12 meses deve atingir o pico no mês de agosto, segundo projeções da consultoria Rosenberg & Associados.

Em julho, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – a inflação oficial – saiu de 6,71% para 6,83% no acumulado de 12 meses, se distanciando ainda mais do teto de 6,5% estabelecido pelo governo.

“Em agosto, esperamos que o IPCA acumulado em 12 meses atinja o pico, para, logo em seguida, entrar em trajetória de desaceleração”, disse, em relatório, a equipe de economistas liderada por Thaís Zara.

O índice de 12 meses atingiu o maior valor desde junho de 2005.

Para os próximos meses, o cenário não será benéfico, segundo a Rosenberg.

“Com a volta da pressão de combustíveis e o início da inversão da queda em alimentos ainda neste terceiro trimestre, espera-se uma situação menos favorável para o cenário inflacionário”, completaram os economistas da consultoria.

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  1. Recuo da inflação é transitório, diz Rosenberg e Associados
  2. Leal: com pressão de serviços, IPCA deve ultrapassar 6,90% em julho
  3. Inflação deve completar um ano seguido de alta, diz Santander
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quinta-feira, 4 de agosto de 2011 Indústria | 06:01

Rosenberg & Associados: Brasil Maior não compensará perda de competitividade da indústria

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O programa Brasil Maior, lançado no início da semana pela presidente Dilma Rousseff, não será suficiente para compensar a perda de competitividade da indústria brasileira.

A análise é da equipe de economistas da Rosenberg & Associados, liderada por Thaís Zara.

Para eles, a nova política industrial precisa vir acompanhada de outras medidas para reduzir o custo Brasil, como as reformas e investimentos pesados em infraestrutura logística.

“O Programa não passará de uma boa carta de intenções se não conseguir se livrar das já conhecidas amarras burocráticas”, pontuou a consultoria, em carta aos clientes.

A equipe de economistas pontua, por outro lado, que o Brasil Maior tem pontos positivos, “como os incentivos ao investimento e à inovação e o projeto piloto de desoneração da folha de pagamento”.

Notas relacionadas:

  1. Dilma confirma lançamento do Brasil Maior para terça
  2. Dilma cria Conselho de Desenvolvimento da Indústria para Plano Brasil Maior
  3. Indústria tem crescimento garantido de 1,1% no ano, diz Rosenberg
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quarta-feira, 3 de agosto de 2011 Indústria | 09:17

Indústria tem crescimento garantido de 1,1% no ano, diz Rosenberg

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Apesar da forte queda registrada no mês de junho, ainda é cedo para dizer que a defasagem entre oferta e demanda tende a cair, segundo a Rosenberg & Associados.

No carregamento estatístico, se a indústria permanecesse estável até o fim do ano teria um crescimento de 1,1%.

A consultoria projeta expansão da produção de 2,5% no fim de 2011. Para que isso aconteça, projeta a Rosenberg, é necessário uma alta média de 0,8% ao mês.

“Como a série dessazonalizada é bastante sujeita a revisões e oscilações, ainda não vemos razões para alterar nossa projeção”, apontou a equipe de economistas liderada por Thaís Zara.

A Rosenberg projeta desaceleração da demanda ao longo do ano.

No entanto, a consultoria não vê sinais contundentes de desaceleração no mercado interno.

“Isso não deveria, em tese, balizar as apostas do mercado sobre a Selic”, disse. “Mas, o mercado está lendo o indicador como uma sinalização de que o BC deve encerrar o ciclo de alta, uma hipótese que não se pode descartar, mas que não nos parece ser a postura mais adequada a ser adotada pelo BC no momento”, completou.

Notas relacionadas:

  1. Indústria deve retomar crescimento após ajustes do 2º trimestre, prevê IEDI
  2. Dados do IBGE mostram que indústria nacional não está se beneficiando do crescimento do País, diz IEDI
  3. Indústria já garantiu crescimento de 1,3% neste ano
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terça-feira, 26 de julho de 2011 Finanças | 10:01

Não há barreiras para apreciação do real, diz Rosenberg & Associados

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O dólar fechou a segunda-feira cotado a R$ 1,544, o menor valor desde 1999.

E novas baixas estão por vir.

Segundo o economista Rafael Bistafa, da Rosenberg e Associados, o dólar “está mesmo sem um piso definido”.

Ele destaca que mesmo a redução da posição vendida dos bancos para o patamar entre US$ 7 bilhões e US$ 8 bilhões – contra US$ 17 bilhões do fim do mês passado – não ajudou a conter a queda do dólar.

“Isso não foi o suficiente para depreciar o real porque o fluxo cambial se intensificou bastante no mês”, disse.

Bistafa destaca que somente uma reviravolta muito intensa no cenário internacional – provocando uma correção no preço das commodities – ou uma medida cambial radial mudariam a tendência de queda da moeda.

“Não vejo barreiras para a apreciação do real”, completou.

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domingo, 17 de julho de 2011 Política Monetária | 07:05

Alta das commodities pesa mais que diferencial de juros para o dólar, diz Rosenberg & Associados

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Uma variação no preço das commodities metálicas e agrícolas tem um peso maior para a cotação do dólar que o diferencial de juros da economia brasileira.

O economista Rafael Bistafa, da Rosenberg e Associados, desenvolveu um modelo econômico que comparou as variáveis commodities agrícolas, commodities metálicas, “apetite de estrangeiros por ativos brasileiros”, cotação do dólar frente a outras seis moedas e o diferencial de juros brasileiros e americanos.

“As estimativas esvaziam o argumento de que o dólar se encontra apreciado devido exclusivamente ao nosso estrondoso diferencial de juros”, escreveu Bistafa.

No cálculo, o coeficiente da variável diferencial de juros foi de -0,27, igual ao das commodities metálicas e inferior ao das commodities agrícolas (-0,35).

“Portanto, um comportamento conjunto de metálicas e agrícolas de aumento de 1% teria um impacto bem maior sobre o câmbio que o aumento de diferencial de juros de 1%”, concluiu.

No mesmo modelo, o economista projetou a cotação do dólar se o governo não tivesse adotado as medidas para conter o avanço da moeda.

Bistafa destaca que o dólar estaria perto de R$ 1,40, “abaixo dos R$ 1,55, R$ 1,65 observado no período aposto a implantação das medidas.”

Ele alerta, por outro lado, que, embora tenham segurado a moeda no curto prazo, as medidas não são suficientes para conter a valorização do real. Novos mecanismos precisam ser anunciados.

“Sem a adoção de novas (e cada vez mais criativas) medidas, a tendência é de que o câmbio acabe convergindo para o patamar estimado pelo modelo”, completou.

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terça-feira, 12 de julho de 2011 Comércio | 14:12

Varejo já garante crescimento de 5,6% no ano, diz Rosenberg & Associados

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O comércio varejista vai fechar 2011 com crescimento superior aos 5,5%, se aproximando da casa dos 6%, segundo projeções da consultoria Rosenberg & Associados.

Com a expansão de 0,6% em maio, caso o setor permaneça estável até o fim do ano, o crescimento já garantido é de 5,6%.

“Alta de 0,5% em junho e crescimento mensal de 0,2% nos demais meses levariam à alta de 6,3% no ano”, ponderou a equipe de economistas da consultoria, liderada por Thaís Zara.

Com as simulações, diz a Rosenberg, o comércio deve fechar o ano com crescimento próximo de 6%.

Os fatores determinantes para o comportamento do setor continuam sendo o aumento do emprego, da renda e do crédito.

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sexta-feira, 8 de julho de 2011 Política Externa | 06:02

Preço médio das exportações é 21% maior que das importações

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O preço médio das exportações brasileiras foi 21% superior ao das importações em 2010, marcando um novo recorde.

O dado consta no estudo “Importações e Incentivos Fiscais: desconstruindo mitos”, encomendado pela Associação Brasileira de Empresas e Comércio Exterior (Abece) à Rosenberg & Associados.

O valor médio das exportações foi de US$ 213, enquanto das importações foi de US$ 169.

Em 2008, período pré-crise mundial, as exportações tiveram preço médio de US$ 204 e as importações, US$ 183.

No ano passado, 86% das importações brasileiras foram de insumos, bens de capital e combustíveis.

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terça-feira, 21 de junho de 2011 Indicadores | 09:03

Recuo da inflação é transitório, diz Rosenberg e Associados

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Para a equipe de economistas da Rosenberg e Associados, o movimento de esfriamento dos preços tem caráter transitório.

Em relatório, os economistas liderados por Thaís Zara destacam que o recuo da inflação é impulsionado por itens de grande volatilidade.

“Dessa forma, a deflação não é sustentável e a inflação deve voltar a subir quando o ciclo de queda dos preços se encerrar”, disseram.

A consultoria espera que o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de junho fique próximo da estabilidade, “podendo inclusive registrar taxa negativa”.

Por outro lado, a Rosenberg destaca que os determinantes da demanda seguem pressionados pelo bom desempenho de mercado de trabalho, crédito e confiança do consumidor.

A tendência é de que a alta de preços siga sustentada por esses fatores.

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sexta-feira, 10 de junho de 2011 Indústria | 16:06

R&A: salário cresce acima da produtividade na indústria

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Se a produção industrial caminha de lado há alguns meses, o mesmo não pode se dizer da folha de pagamentos do setor.

Para Thaís Zara, economista-chefe da Rosenberg & Associados, a queda na folha de pagamentos observada em abril é um movimento pontual. “Contribui para isso a inflação, mas não indica alteração de tendência”, diz.

“As paralisações nas negociações de participação nos lucros de diversas empresas industriais são um bom indicador antecedente de que as negociações salariais no segundo semestre serão duras”, completa Thaís.

Com o crescimento da folha de pagamento acima da produtividade, a tendência é de mais pressão inflacionária a caminho.

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  1. Indústria já garantiu crescimento de 1,3% neste ano
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sexta-feira, 3 de junho de 2011 Indicadores | 11:55

Economia desaquece apenas no segundo semestre, diz R&A

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O crescimento de 1,3% do Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro trimestre pode se repetir nos próximos três meses, segundo avaliação da consultoria Rosenberg & Associados.

Segundo Thaís Zara, economista-chefe da R&A, o PIB deverá continuar elevado no segundo trimestre, “desacelerando de forma mais perceptível apenas na segunda metade do ano”.

Thaís apontou que o resultado dos três primeiros meses não sofreu os impactos das medidas macroprudenciais e da política monetária adotada pelo governo. “O pacote de medidas de aperto monetário – cujo foco principal, agora, são as medidas tradicionais de política monetária -, ainda estão em curso e vão levar um tempo para desacelerar a economia.”

A consultoria manteve a projeção de crescimento de 4,5% para este ano, com viés de baixa.

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terça-feira, 31 de maio de 2011 Indústria | 11:22

Indústria já garantiu crescimento de 1,3% neste ano

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Caso permaneça estável até o fim do ano, a indústria já garantiu um crescimento de 1,3% em 2011, segundo cálculos da consultoria Rosenberg & Associados.

A projeção para este ano é de crescimento de 2,5%. Para que o número seja alcançado, calcula a consultoria, é necessário um crescimento médio mensal de 0,4% até o fim do ano.

“Como a série dessazonalizada é bastante sujeita a revisões e oscilações, ainda não vemos razões para alterar nossa projeção”, disse a Rosenberg, em relatório.

Em abril, a produção industrial caiu 2,1%, após ganho acumulado de 3,3% nos três meses anteriores. O resultado negativo veio maior que o esperado pelo mercado.

Ainda assim, diz a Rosenberg, as perdas foram parcialmente compensadas pela revisão do resultado de março, que saltou de 0,5% para 1,1%.

A consultoria aponta que o segundo trimestre não será tão positivo para a indústria quanto foi o primeiro, “quando houve um forte movimento de recomposição de estoques”.

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  1. Indústria deve retomar crescimento após ajustes do 2º trimestre, prevê IEDI
  2. Desempenho da indústria deve ser “morno” neste fim de ano, diz LCA
  3. Dados do IBGE mostram que indústria nacional não está se beneficiando do crescimento do País, diz IEDI
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