Renda | Guilherme Barros

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Posts com a Tag renda

sexta-feira, 26 de agosto de 2011 Indicadores | 06:01

Rendimento dos trabalhadores deve crescer 3,2% em 2011, diz LCA

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O rendimento médio dos trabalhadores deve encerrar o ano com crescimento de 3,2%, segundo projeções da LCA Consultores.

O resultado passou por uma revisão, após divulgação dos dados de julho pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Na projeção anterior, a LCA estimava alta de 2,6% para os ganhos dos trabalhadores em 2011.

Segundo a consultoria, “os ganhos ainda serão relevantes nos meses restantes do ano”, apesar da forte base de comparação do segundo semestre de 2011, da inflação mais alta deste ano e de um PIB menor em 2011.

A LCA espera, entretanto, que a taxa de 4% registrada em julho não se repita nos próximos meses.

“Mas a taxa de desemprego em nível historicamente baixo e a escassez de mão de obra qualificada em alguns ramos (fatores que aumentam o poder de barganha dos trabalhadores) apontam para um crescimento médio real anual significativo da renda em 2011”, completou.

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quarta-feira, 22 de junho de 2011 Indicadores | 06:02

Fiesp: perspectivas com relação à renda são pessimistas

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Segundo dados da pesquisa Pulso Brasil Fiesp/Ciesp, 62% dos entrevistados disseram que a renda permaneceu estável neste ano frente a 2010, enquanto 18% considerou que aumentou e 15%, que caiu.

O aumento de salário (26%) foi o principal fator de elevação da renda no período. Outros 24% disseram que a alta foi puxada por um segundo emprego ou por horas extras.

Entre os fatores de queda de renda, a o maior percentual aparece com a perda do segundo emprego ou das horas extras, com 34% do total.

Já a expectativa para os próximos três meses não está otimista.

68% dos entrevistados acreditam que a renda permanecerá estável, enquanto 18% diz que deve aumentar. Para 4%, os rendimentos devem cair.

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segunda-feira, 30 de maio de 2011 Governo | 12:36

Câmara votará projeto de incentivo fiscal a doações para fundos públicos de geração de emprego e renda

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Está para ser votado na Câmara dos Deputados, projeto que oferece incentivos fiscais para para pessoas físicas e jurídicas que façam doações financeiras a fundos públicos de geração de emprego, ocupação e renda.

A matéria é de autoria do senador Gim Argello (PTB-DF).

O projeto lei funcionará nos moldes da Lei Rouanet, que institui politicas públicas para a cultura nacional, como o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac).

O texto estabelece que 80% dos recursos aplicados por pessoas físicas podem ser deduzidos na declaração do IR, e 40% para pessoas jurídicas.

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quarta-feira, 11 de maio de 2011 Governo | 11:52

Renda do trabalhador aumentou 2,6% no ano passado, segundo a Rais

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A renda média do trabalhador brasileiro teve uma alta de 2,57% entre dezembro de 2009 e dezembro de 2010, de acordo com os dados da Rais.

Em dezembro de 2009, a renda média era de R$ 1.698,35, e passou para R$ 1.742 em dezembro de 2010.

No período de 2003 a 2010, a alta no rendimento médio foi de 21,29%.

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terça-feira, 25 de maio de 2010 Eleições | 10:01

Renda per capita brasileira precisa crescer 4,5% ao ano, diz CNI

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O por enquanto presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Armando Monteiro Neto, disse agora há pouco que o Brasil precisa caminhar para dobrar a renda per capita a cada 15 anos.

Monteiro Neto abre a sabatina da confederação com os principais candidatos à Presidência da República, Dilma Rousseff, Marina Silva e José Serra, em Brasília.

“Vivemos um momento marcado por crescimento. Mas temos que crescer mais, e a renda per capita deve crescer 4,5% ao ano para que superemos os obstáculos da economia”, disse Monteiro Neto.

 O presidente ainda reforçou que o setor privado precisa se aliar mais ao público para que a economia brasileira continue em reta ascendente de crescimento econômico.

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domingo, 22 de novembro de 2009 Infraestrutura | 06:39

Mobilidade social dependerá de investimentos em infraestrutura

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A previsão de que mais de vinte milhões de brasileiros das classes D e E migrem para as classes B e C até 2030 pode criar um problema sério no trânsito das metrópoles. A combinação entre o aumento de renda da população e a demanda reprimida por bens de consumo, principalmente por automóveis, é o que levará a este cenário, avalia Fernando Arbache, professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV) especializado em logística.

Para ele, o impulso dado ao consumo durante a crise exemplifica bem o cenário que está por vir, pois mesmo com o consumidor reticente em relação ao futuro, as vendas de automóveis deverão crescer mais de 5% em relação ao ano passado.

“Se associarmos a demanda reprimida com o possível aumento do crédito automotivo, passamos a ter um cenário de extrema complexidade, porque a cidade vem sofrendo com o crescimento do número de automóveis, sem combater sua causa principal, que é o transporte público”, disse, ao citar a situação de São Paulo.

As consequências do crescimento das vendas de automóveis nos próximos anos viriam na forma de pressões inflacionárias e na redução de competitividade do País. “Custos logísticos acima de patamares aceitáveis trarão redução em nossa capacidade competitiva, tornando nosso mercado mais lento na oferta de produtos e serviços, além de acarretar em um aumento da inflação”, afirmou.

Arbache acredita que a inflação poderá corroer a renda, levando a um retrocesso na transição das classes sociais se o volume de investimentos em infraestrutura não for acelerado significativamente. Antes deste estágio, porém, as metrópoles estarão intransitáveis, podendo causar danos aos sistemas de educação e saúde das grandes cidades.

Atualmente, a relação de automóveis por habitante no Brasil é de um para oito, o que faz do mercado nacional um dos mais promissores em nível mundial. A Argentina, por exemplo, tem uma proporção de um automóvel para cada seis habitantes.

As conclusões fazem parte da primeira etapa de um estudo realizado pela FGV em parceria com o ITA sobre a mobilidade social da população até 2030. Confira abaixo o cenário previsto pelas instituições.

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Autor: Guilherme Barros Tags: , , , ,

quarta-feira, 28 de outubro de 2009 Finanças | 10:41

Baixa renda distante do acesso ao crédito

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Pesquisa recente da consultoria Quorum indica que menos de 20% da população com renda entre 3 salários mínimos e 4 salários mínimos pega empréstimos com instituições financeiras. Nas faixas de rendimentos inferiores, de 1 a 2 e de 2 a 3 mínimos, o hábito é ainda menor, 5% e 12%, respectivamente. Para a equipe que realizou o levantamento, esta faixa da população prefere recorrer aos amigos quando o assunto é empréstimo.

Por outro lado, a cultura de segurar os gastos para poupar, mesmo que pouco, é recorrente para mais de 40% do público pesquisado. O levantamento foi realizado em São Paulo, em setembro.

Autor: Guilherme Barros Tags: , ,