Produção | Guilherme Barros

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domingo, 16 de outubro de 2011 Indústria | 07:02

Setor calçadista cresce 5,8% em 2011

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O setor calçadista brasileiro acumula crescimento de 5,85% na produção deste ano, em relação a igual período de 2010.

Segundo dados do índice IAPC, em setembro, a produção do setor cresceu 1,56% frente a agosto.

O destaque do segmento foi para os calçados masculinos, que tiveram elevações de cerca de 8%.

Notas relacionadas:

  1. Setor de componentes para calçados quer crescer até 5% neste ano
  2. Exportações de calçados para o México crescem 21% até agosto
  3. Produção da indústria têxtil cai 11,6% em janeiro
Autor: Klinger Portella Tags: , ,

terça-feira, 5 de julho de 2011 Indicadores | 11:01

Produção do setor privado desacelera a menor nível desde novembro de 2010, diz HSBC

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A produção do setor privado brasileiro caiu em junho para o patamar mais baixo desde novembro de 2010, segundo dados do Índice Consolidado de Produção HSBC. No mês, o índice ficou em 51.1 pontos, contra 53.0 de maio.

Apesar da desaceleração, a produção do setor privado ainda se mantém acima dos 50 pontos – o que indica crescimento do indicador.

Foi o 23º mês consecutivo de expansão da produção privada do País.

O resultado foi puxado pelo setor de serviços, cujo índice fechou junho em 52.1 pontos, contra 53.3 do mês anterior.

Já a indústria pesou negativamente, encerrando o período de expansão que começou em novembro de 2010.

Na análise sobre o nível de emprego, houve alta marginal no mês. A pesquisa apontou para criação de empregos moderada no setor de serviços, enquanto, na indústria, houve perda de postos pela primeira vez em quase dois anos.

“A abertura do PMI de Serviços também traz boas notícias com relação à inflação: houve retração do Índice de Custos, enquanto que o Índice de Preços Cobrados retornou ao seu menor patamar desde julho do ano passado”, diz André Loes, economista-chefe do HSBC Brasil.

“Mesmo assim, o Índice de Preços Cobrados manteve-se ligeiramente acima da marca de 50.0, indicando que a inflação de serviços permanece positiva”, completa.

Notas relacionadas:

  1. Setor de serviços desacelera em junho e registra pior nível em onze meses
  2. Indústria sustenta o crescimento do setor privado em dezembro, diz HSBC
  3. HSBC: produção do setor privado cresce moderadamente
Autor: Klinger Portella Tags: , , ,

segunda-feira, 4 de julho de 2011 Indústria | 06:01

Indústria ainda patina em patamares pré-crise, diz Iedi

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Se a produção industrial retomou a trajetória de alta em maio, o movimento ainda não pode ser considerado como tendência para os próximos meses, segundo o Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi).
 
“O que estamos observando é uma oscilação da produção na indústria, seja ao nível de suas categorias de uso, seja ao nível dos seus segmentos”, disse o Iedi.
 
O instituto minimizou o fato de a produção ter atingido o maior nível da série histórica. “Ele está somente 0,7% acima do patamar de produção de setembro de 2008, mês em que ocorreu o agravamento da crise internacional.”
 
“Ou seja, passaram-se dois anos e oito meses para a indústria retomar, com um ligeiro aumento, o nível de produção pré-crise”, completou o Iedi.
 
A entidade destaca que, na análise da taxa de variação média móvel trimestral – que minimiza os movimentos oscilatórios dos índices – é possível identificar a desaceleração da produção.
 
Na indústria geral, diz o Iedi, a taxa de variação média móvel trimestral desaqueceu entre março (0,9%), abril (0,4%) e maio (0,2%).

Notas relacionadas:

  1. Indústria vai sair da crise no começo de 2010, diz IEDI
  2. Para IEDI, é melhor para a economia brasileira que a indústria produza menos
  3. Emprego na indústria deve fechar o ano abaixo do nível pré-crise
Autor: Klinger Portella Tags: , ,

sexta-feira, 3 de junho de 2011 Indicadores | 12:13

HSBC: produção do setor privado cresce moderadamente

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A produção do setor privado manteve um ritmo moderado de expansão no mês de maio, segundo o Índice Consolidado de Produção HSBC. O indicador encerrou o mês com 53 pontos (a leitura acima de 50 significa crescimento). No mês anterior, o índice havia sido de 52,5.

A produção cresceu tanto no setor industrial – que está em expansão desde novembro do ano passado – quanto no de serviços.

“O índice de gerentes de compra (PMI) HSBC de serviços acelerou-se levemente, de 53,2 em abril para 53,3 em maio, sinalizando que o setor de serviços segue em expansão robusta. Trata-se do 22º mês consecutivo de expansão do setor”, disse o economista-chefe do HSBC, André Loes.

O nível de emprego no setor privado, por sua vez, cresceu solidamente no mês de maio, segundo a pesquisa do HSBC. A criação de empregos tem crescido desde agosto de 2009.

“O índice de emprego apresentou forte recuperação após a desaceleração dos últimos meses, e sugere que as empresas de serviços estão contratando no ritmo mais forte desde março de 2010”, completou Loes.

Já os preços dos insumos mantiveram a trajetória de alta e fecharam maio com o 22º mês consecutivo de elevação.

Por conta disso, as empresas também elevaram os preços no mês. O setor industrial puxou a alta – atingindo o maior nível em quatro meses. Já os preços nos serviços cresceram para o maior patamar em três meses.

Notas relacionadas:

  1. Setor de serviços cresce pelo décimo sétimo mês, aponta pesquisa do HSBC
  2. Indústria sustenta o crescimento do setor privado em dezembro, diz HSBC
  3. Índice de produção industrial do HSBC aponta o maior crescimento mensal desde fevereiro de 2010
Autor: Guilherme Barros Tags: , , ,

terça-feira, 26 de abril de 2011 Commodities, Energia, Governo | 06:00

Brasil vai dobrar produção de etanol em dez anos, diz Ometto

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O governo trabalha na elaboração de um plano para dobrar a produção brasileira de etanol em dez anos. A informação é do empresário Rubens Ometto, principal nome do setor hoje no País.

Segundo ele, a estratégia para elevar a produção está sendo traçada em conjunto com a União da Indústria da Cana-de-Açúcar e com o BNDES.

O objetivo é acompanhar o crescimento do uso do etanol como principal combustível dos automóveis e evitar o encarecimento do produto em épocas de entressafra.

Atualmente, o Brasil produz cerca de 27 bilhões de litros do combustível por ano. Para dobrar o volume, seria necessário também dobrar a área de cultivo.

Pelas contas da Unica, a cana-de-açúcar ocupa cerca de 1% das terras cultiváveis do Brasil, o que significa algo em torno de sete milhões de hectares.

A ampliação também reduziria o volume de importações do combustível. Neste início de ano, com a entressafra, o Brasil importou 200 milhões de litros de etanol dos Estados Unidos.

O plano deve ser apresentado nos próximos dias.

Notas relacionadas:

  1. Preço do etanol deve se normalizar a partir de março, avalia Unica
  2. Preço do etanol começa a cair e oscilação será menor daqui para a frente, diz Rubens Ometto
  3. Brasil importou dos Estados Unidos 12 dias de produção de etanol por ano
Autor: Guilherme Barros Tags: , , , ,

quinta-feira, 10 de março de 2011 Indicadores, Indústria | 18:53

Produção da indústria têxtil cai 11,6% em janeiro

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A produção nacional de têxteis, um dos setores que mais sofre com a concorrência das importações da China, registrou em janeiro uma queda de 11,6% na comparação com igual período do ano passado, e de 1,4% em relação ao resultado de dezembro.

Ainda assim, sob os efeitos positivos do aumento de 3,3% da produção de vestuário, foram gerados seis mil novos postos de trabalho no setor. Os dados são da Abit, entidade que reúne a indústria, com base nas estatísticas do IBGE.

No caso dos preços, a Abit informa que o segmento registrou ligeira alta de 0,04% no IPC e de 0,12% no IPCA.

Notas relacionadas:

  1. Indústria têxtil homenageia José Alencar
  2. Indústria têxtil está próxima de zerar as perdas da crise
  3. São Paulo sedia principal fórum da indústria têxtil
Autor: Guilherme Manechini Tags: , , ,

sábado, 7 de agosto de 2010 Indicadores, Indústria | 06:36

Para IEDI, baixa de 0,6% em São Paulo mostra que recuo da produção industrial poderia ter sido menor

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Os dados da produção industrial por estados, divulgado ontem pelo IBGE, mostraram que o recuo do setor verificado em junho poderia ter sido menor se não fossem fatores como a Copa do Mundo e paradas de determinados segmentos que contavam com estoques elevados.

Rogerio Cesar de Souza, economista do IEDI, acredita que a queda de 0,6% da produção industrial paulista reforça esta percepção. “Com uma base industrial mais diversificada, São Paulo recuou 0,6%, enquanto a produção no País caiu 1%”, disse.

Assim, para o economista, confirma-se a previsão de crescimento para o segundo semestre, mas a taxas menores do que as registradas nos três primeiros meses do ano. 

“Se não fossem as reduções de jornadas por conta da Copa, a queda em São Paulo teria sido ainda menor”, acrescentou Souza.

No primeiro semestre, a expansão da produção industrial foi de 16,7%. A estimativa do IEDI para o ano é de um avanço de 10%, o que mostra um ritmo menor de crescimento nos próximos meses.

Na comparação de junho com maio, as maiores quedas aconteceram em Goiás (–9,2%) e Bahia (–6,0%), seguidos pela região Nordeste (–3,5%), Minas Gerais (–3,3%), Pernambuco (–2,3%), Santa Catarina (–2,1%) e Paraná (–1,7%).

Além de São Paulo, Pará (0,3%) e Rio de Janeiro (0%) ficaram com desempenhos melhores do que a média nacional. Já o Espírito Santo (+4,9%), Amazonas (+2,4%), Rio Grande do Sul (+1,5%) e Ceará (+0,7%) apresentaram desempenhos positivos no mês.

Notas relacionadas:

  1. Juro menor pode compensar queda da produção industrial, diz IEDI
  2. Recuo da indústria em abril minimiza risco de gargalos, diz IEDI
  3. Para IEDI, é melhor para a economia brasileira que a indústria produza menos
Autor: Guilherme Barros Tags: ,

segunda-feira, 26 de outubro de 2009 Empresas | 12:38

J.Macêdo prepara investimento em MG

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A J.Macêdo, uma das maiores empresas de alimentos do País, vai investir R$ 34 milhões na expansão e modernização da unidade de produção de massas alimentícias Chiarini, em Pouso Alegre, no Sul de Minas, adquirida em janeiro de 2009. Desde o início do ano, a produção já foi ampliada de mil toneladas para 2,5 mil toneladas mensais e, com os novos investimentos, o objetivo é chegar a quatro mil toneladas. Entre as principais marcas da J.Macêdo estão: Dona Benta, Petybon e Sol.

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