PIB | Guilherme Barros - Part 2

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Posts com a Tag PIB

segunda-feira, 8 de agosto de 2011 Indicadores | 17:17

Com crise, Itaú reduz projeção de crescimento do Brasil para 3,7% em 2012

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“O mundo está em crise e o nosso cenário mudou”.

Com essas palavras, o economista-chefe do Itaú Unibanco, Ilan Goldfajn, divulgou um comunicado para os clientes do banco sobre as novas projeções da instituição para a economia.

“Ainda não embutimos no cenário básico uma crise prolongada de proporções maiores, mas acreditamos numa desaceleração maior da economia global em função das dificuldades na Europa e nos EUA”, disse.

Para a economia brasileira,  a projeção de crescimento em 2011 foi mantida em 3,6%, mas teve leve queda de 3,8% para 3,7% em 2012.

“Esse crescimento reflete uma atividade global mais fraca no próximo ano, compensada em parte por uma política fiscal mais expansionista.”

O banco manteve a estimativa para o IPCA em 6,5% para 2011 e 5,3% no ano que vem, com juros em 12,75% ou 12,50%.

Para os Estados Unidos, as revisões foram mais bruscas.

O PIB local teve estimativa de crescimento reduzida de 2,6% para 1,8% neste ano, enquanto, para 2012, os números baixaram de 2,6% para 2,2%.

O crescimento da zona do euro também caiu, com projeção de 1,7% para 2011 (contra 1,8% da estimativa anterior) e 0,6% no ano que vem, contra 1,2% dos dados anteriores.

A China veio na contra-mão e teve a projeção elevada de 9% para 9,1% neste ano.

Notas relacionadas:

  1. Copa e Olimpíadas garantem crescimento de 6,5% da indústria em 2011 e 2012, diz consultoria
  2. Santander reduz projeção de alta do PIB para 3,7% em 2011
  3. Economia crescerá abaixo de 4% em 2011 e 2012 dará trégua para inflação, diz Octavio de Barros
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quarta-feira, 3 de agosto de 2011 Indicadores | 14:28

PIB deverá desacelerar para 0,8% no segundo trimestre, diz Octavio de Barros

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O movimento de desaquecimento da economia brasileira já começou e deverá se intensificar ao longo do segundo semestre, segundo Octavio de Barros, diretor do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos do Bradesco.

Ele projeta que o Produto Interno Bruto (PIB) do segundo semestre tenha um crescimento na margem próximo de 0,8%.

Nos três primeiros meses do ano, a alta havia sido de 1,3% frente ao quarto trimestre de 2010.

“Olhando para os próximos meses, não vislumbramos alteração expressiva, com a indústria ainda mostrando desempenho enfraquecido, levando em conta os estoques ainda elevados em alguns setores e a moderação do consumo doméstico, além da demanda mundial que tem mostrado arrefecimento não desprezível nos últimos meses”, afirmou.

Notas relacionadas:

  1. China sobe juros e desaceleração pode ser mais forte, diz Octavio de Barros
  2. PIB cresceu 1,2% no primeiro trimestre, diz Octavio de Barros
  3. Dados do mercado de trabalho podem prolongar alta dos juros, diz Octavio de Barros
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sexta-feira, 29 de julho de 2011 Indústria | 19:51

Dilma deve adiar lançamento do Programa da Inovação Brasileira

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Inicialmente previsto para ser lançado na próxima terça-feira, dia 2, o Programa da Inovação Brasileira deve ser adiado pela presidenta Dilma Rousseff.

O PIB deverá ser um plano bastante ambicioso que prevê uma série de desonerações para compensar a perda de competitividade da indústria com a desvalorização do dólar.

A nova data de lançamento ainda não foi definida.

Dilma se reúne amanha com os ministros para bater o martelo sobre o programa.

Leia também:

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  1. “É preciso ter cuidado com essa sensação de que tudo já passou”, alerta empresário
  2. Expansão da indústria vai continuar forte, analisa Bradesco
  3. Custos para indústria automobilística são 60% maiores no Brasil que na China
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quinta-feira, 28 de julho de 2011 Indústria | 06:01

Custos para indústria automobilística são 60% maiores no Brasil que na China

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Jaime Ardila (Foto: AE)

Jaime Ardila (Foto: AE)

A indústria automobilística brasileira perdeu a competitividade diante dos novos players globais, principalmente, os asiáticos.

Quem afirma é o presidente da General Motors para a América do Sul, Jaime Ardila.

O executivo citou um estudo realizado pela  PricewaterhouseCoopers (PwC), a pedido das montadoras locais.

O levantamento apontou que os custos para as indústrias do setor no Brasil são 60% maiores que os observados na China.

Segundo Ardila, quando comparado com a Coreia do Sul, o resultado não é diferente.

“Temos uma perda de 40% na competitividade”, disse.

Entre os fatores negativos no Brasil estão a valorização do real frente ao dólar e os custos de mão de obra,

Os dados foram apresentados ao governo para a elaboração do novo plano de política industrial, o Programa de Inovação Brasileira (PIB).

“O governo está interessado em trabalhar pela competitividade da indústria automobilística”, disse Ardila.

O executivo da GM ponderou, entretanto, que, embora o estudo tenha sido bem recebido, ainda não há sinalizações de medidas que serão adotadas no PIB, que deve ser divulgado no início do mês pela presidente Dilma Rousseff.

O setor reivindica incentivos para o desenvolvimento de novas tecnologias e para o aumento da produção.

Leia também:

Governo define nova política indústria, que deve se chamar PIB

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  1. GM já iniciou certificação do Camaro para vendê-lo no Brasil
  2. Dilma anuncia Brasil Maior, novo plano de política industrial, no dia 21
  3. Indústria automotiva entra em nova era no pós-crise, diz E&Y
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quinta-feira, 14 de julho de 2011 Indicadores | 06:01

PIB cresce 0,7% em maio, mas acomoda a partir de junho, diz Itaú Unibanco

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A economia brasileira registrou expansão de 0,7% no mês de maio, segundo dados do PIB mensal Itaú Unibanco.

Para junho, porém, o banco aposta em uma moderação da atividade econômica.

“Avaliamos que as informações reveladas no último mês continuam compatíveis com o cenário de desaceleração moderada da atividade econômica”, diz Aurélio Bicalho, economista do Itaú Unibanco.

Na comparação com maio de 2010, o PIB medido pelo banco cresceu 4,4%. No acumulado de 12 meses, o indicador registrou expansão de 5,5%, abaixo dos 5,9% registrados no mês de abril.

Para junho, o banco projeta um pequeno recuo da produção industrial e estabilidade no comércio varejista.

“Nesse contexto, a prévia do PIB mensal Itaú Unibanco aponta para crescimento de 0,2% em junho na comparação com maio, após ajuste sazonal, e aumento de 3,7% em relação a junho de 2010”, completou Bicalho.

Nos próximos meses, estima o banco, a tendência de moderação da economia deverá ficar ainda mais evidente.

Notas relacionadas:

  1. Itaú Unibanco projeta alta de 1,4% para o PIB no primeiro trimestre
  2. Inflação deve ficar perto de zero em junho, diz Itaú Unibanco
  3. Atividade econômica já está em desaceleração, diz Itaú Unibanco
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quarta-feira, 13 de julho de 2011 Indicadores | 06:02

Principal Global Investors: EUA crescerão 3,25% no segundo semestre

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Na avaliação sobre a economia dos Estados Unidos, o economista-chefe da Principal Global Investors, Bob Baur, pontua que o Produto Interno Bruto (PIB) deve voltar à tendência de crescimento de 3% a 3,25% entre os meses de julho e dezembro. “Com potencial para aceleração em 2012.”

“Há poucos sinais de recessão, mas desequilíbrios globais podem abrir espaços para erros de política”, disse.

Baur ressaltou que os Estados Unidos tiveram desempenho econômico suave nos últimos dois anos.

Ele prevê que a taxa de juros nos EUA feche o ano em 3,75%.

Notas relacionadas:

  1. O PIB é resultado do passado, diz Mantega
  2. PIB cresce só 3,6% em 2011, segundo Itaú Unibanco
  3. Economia desaquece apenas no segundo semestre, diz R&A
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terça-feira, 5 de julho de 2011 Finanças | 09:24

Crédito chegará a 60% do PIB em 2015, prevê Igeoc

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O setor de crédito deverá chegar a 60% do PIB brasileiro até 2015, segundo projeções do Igeoc – instituto que reúne as principais empresas especializadas em recuperação de crédito no Brasil.

A entidade prevê, ainda, forte crescimento do crédito imobiliário nos próximos anos, estabilidade dos índices de inadimplência, entrada de players internacionais no mercado brasileiro e fusões entre companhias da área, com bancos concentrando os negócios, em detrimento das empresas especializadas.

O presidente do Igeoc, Jair Lantaller, diz que os financiamentos para veículos seguirão como a principal alavanca do setor, “com um aumento significativo de unidades vendidas e um novo recorde, inclusive de financiamentos”.

As projeções do Igeoc serão debatidas nesta manhã no 9º Congresso Latino-americano de Crédito e Cobrança, que acontece na Argentina.

Notas relacionadas:

  1. Crédito imobiliário cresce 50% em um ano e passa financiamento de veículos
  2. Políticas de crédito menos rígidas criam riscos para 2011, diz Moody’s
  3. Expansão do crédito pode criar vulnerabilidades na América Latina, diz FMI
Autor: Guilherme Barros Tags: , , ,

quinta-feira, 30 de junho de 2011 Indicadores | 07:10

Para Ibef, PIB cresce 4,7% por mais dez anos

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Os membros do Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças de São Paulo (Ibef) apostam em um crescimento sustentável da economia brasileira por, pelo menos, mais dez anos.

Em evento na Ilha de Comandatuba, na Bahia, na semana passada, a previsão comum era de que o País crescerá a uma taxa média de 4,7% ao ano por uma década.

A preocupação maior é com a inflação, que deve oscilar entre 4% e 6% no período.

Notas relacionadas:

  1. Para Mantega, PIB potencial dos próximos anos é de 5,7%
  2. Itaú Unibanco projeta crescimento da economia brasileira entre 4% e 5% ao ano até 2020
  3. PIB cresce só 3,6% em 2011, segundo Itaú Unibanco
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segunda-feira, 13 de junho de 2011 Indicadores | 09:03

Economia crescerá abaixo de 4% em 2011 e 2012 dará trégua para inflação, diz Octavio de Barros

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As pressões inflacionárias devem dar uma trégua nos próximos meses por conta de uma perspectiva de crescimento menor no quadro global e do desaquecimento da economia brasileira, segundo projeções de Octavio de Barros, diretor do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos do Bradesco.

“Com uma política econômica mais apertada e um crescimento mais moderado do mundo, o crescimento do PIB brasileiro não deverá ultrapassar 4% neste ano e no próximo ano”, diz Barros.

Com perspectiva de crescimento menor, o economista reviu suas projeções para inflação em 2011 e 2012.

Para este ano, Octavio de Barros reduziu a estimativa o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 6,3% para 6,1% (com algum viés de baixa) neste ano “e convergirá para próximo ao centro da meta (4,5%) em 2012, assegurando boas perspectivas de crescimento para o médio prazo”.

No curto prazo, ressalta Barros, o balanço de riscos tornou-se mais favorável para o cenário de inflação.

“A política econômica adotada desde o fim do ano passado coloca as variáveis de política econômica em posição restritiva e certamente servirá para acomodar as pressões inflacionárias observadas no início do ano.”

Com isso, diz o economista, o segundo semestre de 2011 não repetirá o movimento inflacionário e a alta da atividade observados em igual período do ano passado.

Por outro lado, Barros alerta que o esfriamento da inflação no segundo semestre não indica que o índice vai convergir para a meta no ano que vem. “O próximo ano estará repleto de pressões que podem colocar em risco o cenário inflacionário.”

No lado externo, o risco é uma aceleração de demanda nos países desenvolvidos, enquanto, no quadro interno a pressão inflacionária pode vir pela elevação de quase 14% do salário mínimo, pela necessidade da aceleração das obras de infraestrutura e pelas eleições municipais.

Notas relacionadas:

  1. Octavio de Barros prevê três altas nos juros em 2011
  2. PIB de 2010 mostra desaceleração e economia este ano deve crescer entre 3,5% e 4%, diz Octavio de Barros
  3. Cenário para inflação está bem mais tranquilo, diz Octavio de Barros
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quarta-feira, 8 de junho de 2011 Indicadores | 10:08

Atividade econômica já está em desaceleração, diz Itaú Unibanco

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Desde o fim do primeiro trimestre, a atividade econômica apresenta sinais de desaceleração, na avaliação de Aurelio Bicalho, economista do Itaú Unibanco.

“Os dados revelam que há menos indicadores em expansão na margem, e isto costuma antecipar uma moderação da expansão da economia”, diz Bicalho.

Entre os números citados pelo banco estão emprego, renda, confiança do empresário, confiança do consumidor, crédito, gastos do governo, transferências fiscais, vendas no comércio, produção na indústria e consumo de energia elétrica.

Segundo o economista, o processo de desaceleração da economia “tende a se intensificar no segundo semestre”.

“Na nossa avaliação, a desaceleração deve ser moderada, pois os níveis  de taxas reais de juros, os apertos nas condições de crédito, o ajuste fiscal que está em andamento e os níveis de confiança de empresários e consumidores são compatíveis com um crescimento um pouco abaixo do potencial.”

Para o fim do ano, o economista espera que o PIB desacelere para 3,6%.

Notas relacionadas:

  1. PIB cresce só 3,6% em 2011, segundo Itaú Unibanco
  2. Itaú Unibanco projeta alta de 1,4% para o PIB no primeiro trimestre
  3. Economia dá sinais de desaquecimento e fecha o ano em 3,6%, diz Itaú Unibanco
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Energia | 06:02

Consumo de gasolina cresce o dobro do PIB no primeiro trimestre

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O consumo de gasolina encerrou o primeiro trimestre com crescimento de 7,5% frente a igual período do ano passado. A alta é praticamente o dobro da expansão de 4,2% do Produto Interno Bruto (PIB) no período.

Foi a segunda vez na história que o consumo de gasolina cresceu mais que a atividade econômica.

Em 2010, a demanda por gasolina havia crescido 18%, contra 7,5% do PIB. Os derivados cresceram, em média, 16% no período.

Nos três primeiros meses deste ano, o consumo de diesel saltou 6%, enquanto o de óleo combustível caiu. Na média, os derivados de petróleo tiveram alta de 5%.

Segundo Paulo Roberto Costa, diretor de abastecimento da Petrobras, os dados refletem a melhoria de renda da população nos últimos anos. A tendência, diz ele, é que os números permaneçam em trajetória de alta.

Notas relacionadas:

  1. Maior produção de gasolina poderá inibir consumo de biocombustíveis
  2. Consumo de gasolina bate recorde e volta a se aproximar de etanol
  3. Petrobras já perdeu quase R$ 1 bilhão por manter o preço da gasolina, diz Adriano Pires
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segunda-feira, 6 de junho de 2011 Indicadores | 11:14

Economia dá sinais de desaquecimento e fecha o ano em 3,6%, diz Itaú Unibanco

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O crescimento de 1,3% do Produto Interno Bruto (PIB) nos três primeiros meses do ano confirma a expectativa de uma desaceleração da economia em 2011. Segundo Aurélio Bicalho, economista do Itaú Unibanco, a economia brasileira encerrará o ano com crescimento de 3,6%. “Os sinais de moderação do crescimento tendem a ficar mais claros ao longo dos próximos trimestres.”

“Acreditamos que as medidas de contenção ao crédito (livre e direcionado), o aumento da taxa de juros real e o ajuste fiscal que está sendo implementado pelo governo devem contribuir para que o crescimento do PIB desacelere, passando de 7,5% em 2010 para 3,6% em 2011”, disse.

Analisando os números do primeiro trimestre, o economista ressalta que o crescimento da demanda esfriou, puxada pelo consumo (que baixou de 2,3% para 0,5%) e pelas exportações.

Do ponto de vista da oferta, no entanto, o movimento foi contrário. “De fato, os componentes da oferta aceleraram em relação aos trimestres anteriores”, diz Bicalho.

Notas relacionadas:

  1. Itaú Unibanco projeta crescimento da economia brasileira entre 4% e 5% ao ano até 2020
  2. PIB cresce só 3,6% em 2011, segundo Itaú Unibanco
  3. Itaú Unibanco projeta alta de 1,4% para o PIB no primeiro trimestre
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sexta-feira, 3 de junho de 2011 Indicadores | 17:21

PIB da construção deverá crescer até 6% em 2011, diz SindusCon

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O crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) da construção no primeiro trimestre reforçou as expectativas de que o setor crescerá entre 5% e 6% neste ano, segundo Sergio Watanabe, presidente do SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção no Estado de São Paulo).

“Estes dados confirmam o nível de atividade expressivo da construção em 2011, que já havíamos captado pelos números que mostraram a contratação de mais 86,2 mil novos empregos com carteira assinada, no primeiro trimestre, resultado 10,9% superior ao acumulado pelo setor de janeiro a março de 2010”, disse.

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o PIB da construção cresceu 2% no primeiro trimestre (acima do 1,3% registrado pelo PIB geral). Frente a igual período do ano passado, a alta foi de 5,2%, enquanto, no acumulado de 2011, o setor tem crescimento de 9,2%.

Notas relacionadas:

  1. Para consultoria, PIB pode crescer 6,1%
  2. PIB pode crescer até 6% em 2010, diz Fecomercio-SP
  3. Custo com mão de obra preocupa o setor, diz Sinduscon-SP
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Indicadores | 12:31

Mantega aposta em PIB de 4,5% para este ano

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Guido Mantega (Foto: Agência Brasil)

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, acha que a economia está desacelerando agora, depois de ter se expandido 1,3% no primeiro trimestre.

Apesar desse número do primeiro trimestre apontar para um crescimento de 5,5%, Mantega aposta numa expansão de 4,5% para este ano.

A boa notícia, a seu ver, é que essa desaceleração significa uma menor pressão sobre a inflação.

Notas relacionadas:

  1. Mantega acredita em crescimento do PIB de 0 a 0,5% este ano
  2. Fazenda revê crescimento para 6,5% este ano
  3. Mantega prevê crescimento de 6,5% do PIB em 2010
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Indicadores | 11:55

Economia desaquece apenas no segundo semestre, diz R&A

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O crescimento de 1,3% do Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro trimestre pode se repetir nos próximos três meses, segundo avaliação da consultoria Rosenberg & Associados.

Segundo Thaís Zara, economista-chefe da R&A, o PIB deverá continuar elevado no segundo trimestre, “desacelerando de forma mais perceptível apenas na segunda metade do ano”.

Thaís apontou que o resultado dos três primeiros meses não sofreu os impactos das medidas macroprudenciais e da política monetária adotada pelo governo. “O pacote de medidas de aperto monetário – cujo foco principal, agora, são as medidas tradicionais de política monetária -, ainda estão em curso e vão levar um tempo para desacelerar a economia.”

A consultoria manteve a projeção de crescimento de 4,5% para este ano, com viés de baixa.

Notas relacionadas:

  1. LCA projeta alta de 7,7% no PIB deste ano
  2. PIB de 2010 mostra desaceleração e economia este ano deve crescer entre 3,5% e 4%, diz Octavio de Barros
  3. PIB cresceu 1,2% no primeiro trimestre, diz Octavio de Barros
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quinta-feira, 2 de junho de 2011 Contas públicas | 17:42

Economia encerra trimestre com crescimento de 1,1%, diz Banco Fator

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Segundo projeções do Banco Fator, o Produto Interno Bruto (PIB) encerrou os três primeiros meses de 2011 com crescimento de 1,1% frente ao último trimestre de 2010.

“Estamos entre as projeções mais baixas, mas, mesmo assim, esperamos ainda variações de consumo, investimento e importações acima do crescimento do PIB e governo e exportações bem abaixo”, diz José Francisco de Lima Gonçalves, economista-chefe do banco.

De acordo com José Francisco, a tendência é que a taxa de crescimento do consumo desacelere em um ritmo um pouco maior que a de investimento.

Os números oficiais do PIB serão divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira.

Notas relacionadas:

  1. Meta fiscal de 2010 será fácil de ser atingida, diz consultoria
  2. Sucessor de Lula pode ter de frear crescimento
  3. Novo boletim da Fazenda prevê crescimento de 7,5% do PIB para 2010
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quarta-feira, 25 de maio de 2011 Indicadores | 14:05

PIB cresceu 1,2% no primeiro trimestre, diz Octavio de Barros

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A economia brasileira cresceu 1,2% no primeiro trimestre contra os últimos três meses de 2010, segundo projeções de Octavio de Barros, economista-chefe do Bradesco. Em relação ao primeiro trimestre do ano passado, por sua vez, a alta foi de 4,3%.

A expansão no trimestre foi puxada pelo investimento, com crescimento de 3,5% na margem, embora o consumo das famílias deva ter um ritmo menor de alta, com 1%. O consumo do governo, por outro lado, deve recuar 0,6% no período.

Apesar da aceleração frente aos 0,74% observado no último trimestre do ano passado, o economista-chefe do Bradesco ressalta que a economia não está aquecida. “Muito pelo contrário: temos vários indicadores mostrando uma inequívoca desaceleração, salvo na rubrica investimentos que, mesmo no segundo trimestre, deverá acelerar em relação ao primeiro.”

Para o segundo trimestre de 2011, o Bradesco projeta alta aproximada de 0,80% no PIB. No fim do ano, a economia deverá crescer 3,8%, segundo estimativas de Octavio de Barros, com investimentos em alta de 10,5%.

Notas relacionadas:

  1. PIB pode subir 6,4% neste ano, diz Octavio de Barros, do Bradesco
  2. PIB de 2010 mostra desaceleração e economia este ano deve crescer entre 3,5% e 4%, diz Octavio de Barros
  3. Para Credit Suisse, indicador do BC reforça aposta em crescimento de 1% no PIB do primeiro trimestre
Autor: Guilherme Barros Tags: , , ,

terça-feira, 24 de maio de 2011 Indicadores | 18:38

Itaú Unibanco projeta alta de 1,4% para o PIB no primeiro trimestre

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O Itaú Unibanco acaba de divulgar estimativa de crescimento de 1,4% para o PIB do primeiro trimestre em relação ao quarto trimestre, após ajuste sazonal.

A projeção se deve a alguns fatores, entre eles, o fato de o PIB mensal Itaú Unibanco (PIBIU) ter apresentado forte alta em março.

Destacou-se a contribuição do setor de serviços, em especial das atividades de comércio e transporte, e também a produção da indústria de transformação.

Já a prévia do PIB mensal de abril pela instituição aponta para moderação do crescimento na margem.

“Avaliamos que, apesar do forte crescimento esperado para o PIB no primeiro trimestre, existem sinais de moderação do crescimento da atividade econômica”, avalia o economista do banco, Aurélio Bicalho.

Na avaliação da instituição, os impactos das medidas de restrição ao crédito, a elevação da taxa de juros e as medidas de contenção fiscal devem continuar contribuindo para a redução do ritmo de expansão da economia ao longo deste ano.

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  1. Classe C crescerá por pelo menos dez anos, prevê Itaú Unibanco
  2. Itaú Unibanco projeta crescimento da economia brasileira entre 4% e 5% ao ano até 2020
  3. PIB cresce só 3,6% em 2011, segundo Itaú Unibanco
Autor: Guilherme Barros Tags: , ,

quinta-feira, 12 de maio de 2011 Finanças, Indicadores | 16:23

PIB cresce só 3,6% em 2011, segundo Itaú Unibanco

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Em relatório enviado hoje a clientes, o Itaú Unibanco destacou o movimento de desaceleração da economia brasileira ao longo deste ano. Conforme as projeções traçadas pelo economista-chefe do banco, Ilan Goldfajn, o País deverá crescer 3,6% em 2011, e 3,8%, no ano que vem, bem abaixo das previsões do governo para os dois períodos.

Como base para a revisão, o economista cita sinais incipientes de acomodação em diversos setores, em parte resultado das medidas macroprudenciais, que afetaram a concessão de crédito para pessoas físicas. A retirada dos estímulos fiscais é outro fator de influência na redução do ritmo de expansão da economia.

Em relação à inflação, o Itaú Unibanco elevou de 6,3% para 6,5% a projeção do IPCA em 2011, o que significa o teto da meta estabelecida pelo governo. O banco também elevou a previsão do indicador para o ano que vem, de 5% para 5,3%.

As commodities seguem sendo a principal fonte de pressão da inflação, na opinião de Goldfajn.

Como consequência, o Itaú Unibanco espera pelo menos mais uma elevação de 0,25 ponto percentual da taxa básica de juros, para 12,25% ao ano e encerrando o ciclo de alta.

Notas relacionadas:

  1. Itaú Unibanco promove encontro sobre macroeconomia
  2. Itaú Unibanco projeta crescimento de 6% em 2010
  3. Classe C crescerá por pelo menos dez anos, prevê Itaú Unibanco
Autor: Guilherme Barros Tags: , , , , , ,

domingo, 8 de maio de 2011 Finanças, Indicadores | 06:39

Itaú Unibanco projeta crescimento da economia brasileira entre 4% e 5% ao ano até 2020

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Com mais investimentos e ganhos recentes de produtividade, a economia brasileira deverá crescer entre 4% e 5% ao ano até 2020. A estimativa foi feita há poucos dias pela equipe do economista-chefe do Itaú Unibanco, Ilan Goldfajn, e enviada a clientes da instituição.

Pela análise, o Brasil irá investir mais do que no passado, sendo financiado principalmente por poupança externa, o que, aliado aos ganhos de produtividade, permitirão o País manter tal ritmo de crescimento.

Goldfajn cita ainda o início da exploração do petróleo do pré-sal como outro fator de impulso à expansão do PIB brasileiro. “A exploração do pré-sal requer volume significativo de gastos ao longo dos próximos anos. E o País ainda tem necessidade de melhorias na infraestrutura em diversas áreas, como energia e transporte”, afirma o economista.

No caso dos investimentos, a previsão do Itaú Unibanco é de que a taxa de investimentos chegue a patamares próximos a 22,5% do PIB. O salto a partir dos atuais 19,3% se deve, diz a análise, à redução da razão dívida/PIB e à manutenção da estabilidade macroeconômica, o que permite uma redução dos juros.

“Esse processo abre espaço para aumento da taxa de investimento para patamares próximos a 22,5% do PIB”, estima, antes de ressaltar outros fatores como Copa do Mundo de 2014 e Olimpíadas de 2016 como alavancadores da taxa de investimentos.

Em relação às projeções para o câmbio e inflação, a instituição vê certa estabilidade na comparação com os patamares atuais. No caso do câmbio, a estimativa é de que o dólar chegue em 2020 cotado a R$ 1,62. Já para a inflação, a taxa média prevista é de 5% ao ano.

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  1. Itaú Unibanco promove encontro sobre macroeconomia
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Autor: Guilherme Barros Tags: , ,

sexta-feira, 22 de abril de 2011 Indicadores | 06:15

Taxa de investimento deve atingir 25% em 2050, diz estudo da UFRJ

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A previsão feita no início do ano pela PrincewaterhouseCoopers de que o PIB brasileiro será próximo de US$ 10 trilhões em 2050 embute um desafio e tanto para o País.

Segundo estudo da UFRJ, a taxa de investimento terá de avançar de 23% para 25% do PIB, para, assim, manter um ritmo de crescimento entre 4% e 5% ao ano.

Aliado a isto, o estudo ressalta que os progressos na educação, gastos públicos, segurança, sistema tributário, saneamento básico, estratégia da política cambial e qualidade da infraestrutura geral precisam ser latentes.

Só assim o PIB chegará aos US$ 10 trilhões, quase cinco vezes maior que o atual, e o que representaria um PIB per capita de US$ 45 mil, muito próximo ao nível dos países desenvolvidos.

Os economistas da UFRJ, no entanto, questionam a possibilidade de elevar a taxa de investimento, abrindo espaço para os estrangeiros.

“Diante da relativa baixa taxa da poupança interna, será fundamental contar com uma importante complementação da poupança e do investimento vindos do exterior”, acrescenta o estudo, que será divulgado na semana que vem na Carta do Instituto Brasileiro de Economia, da Fundação Getúlio Vargas.

Tarefa difícil, mas não impossível, como os próprios economistas citam.

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Autor: Guilherme Manechini Tags: , , , , ,

quinta-feira, 14 de abril de 2011 Indicadores | 06:05

Para Credit Suisse, indicador do BC reforça aposta em crescimento de 1% no PIB do primeiro trimestre

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A divulgação do Índice de Atividade Econômica pelo Banco Central, alta de 0,3% na comparação de fevereiro com o mês anterior, reforçou a previsão do banco de investimentos Credit Suisse de um crescimento de 1% do PIB do primeiro trimestre.

Em relatório enviado a clientes, o Credit Suisse afirmou que o resultado da economia entre janeiro e março foi mais consistente do que nos trimestres anteriores.

Segundo a instituição, além da sequência de resultados positivos, contribuem para a percepção de uma alta expressiva no PIB a retomada da atividade industrial no País.

“Esse elevado carregamento estatístico e a contínua recuperação da atividade industrial nos últimos meses nos sugerem que o crescimento da atividade econômica no primeiro trimestre será, provavelmente, mais elevado”.

O banco também ressaltou o desempenho do Índice de Atividade Econômica, com o ritmo de expansão frente ao mesmo período do ano passado de 5,1% em janeiro, para 7%, em fevereiro, como exemplo do aumento da atividade econômica do País.

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Autor: Guilherme Barros Tags: , , ,

terça-feira, 29 de março de 2011 Indicadores | 06:00

Para Austin Rating, previsão do Banco Central e indicadores de atividade estão em descompasso

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A sinalização do Banco Central e de parte do mercado financeiro de que o crescimento da economia está perdendo força, na opinião da Austin Rating, ainda está difícil de ser detectada nos indicadores de atividade e no próprio Boletim Focus.

Segundo o economista-chefe da Austin, Alex Agostini, indicadores como vendas do varejo, veículos e papel ondulado mostram que a atividade econômica segue em alta no País.

“Muitos dizem que há desaceleração da atividade nesse primeiro trimestre, mas praticamente todos os indicadores mostram o contrário”, afirmou.

Para Agostini, a percepção de redução das pressões inflacionárias é outra fonte de dúvidas no momento.

 “A estimativa de inflação para qualquer medida [para o ano ou 12 meses à frente], continua subindo. Já as estimativas de PIB, produção industrial e taxa de juros foram reduzidas. Ou seja, parece que o discurso está em descompasso com a realidade”.

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quinta-feira, 3 de março de 2011 Indicadores | 17:22

Santander reduz projeção de alta do PIB para 3,7% em 2011

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Mais um banco revisou a projeção de alta do PIB em 2011. Após o resultado divulgado hoje pelo IBGE, a equipe econômica do Santander revisou para baixo suas previsões para 2011 e 2012.

Para este ano, a alta do PIB estimada pelo Santander passou de 4,5% para 3,7%. Já para 2012, o banco reduziu o crescimento previsto em meio ponto percentual, passando de 4,5% para 4%.

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Autor: Guilherme Manechini Tags: ,

Indicadores | 12:53

Após divulgação do PIB, site do IBGE sai do ar

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O site do IBGE está fora do ar. A provável causa é o grande número de acessos aos dados do PIB de 2010. A assessoria do instituto informa que o suporte técnico busca uma solução, mas que ainda não há previsão de retorno.

(Atualização às 15h38: O IBGE informou que o site saiu do ar por um problema da Embratel. A previsão é de que retorne ao normal ainda hoje à tarde)

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Autor: Guilherme Manechini Tags: ,

Governo, Indicadores | 12:28

Febraban: resultado do PIB foi inflado por recuperação da crise de 2009

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A Febraban recomenda: é preciso moderar na comemoração do desempenho do PIB de 2010. Para Rubens Sardenberg, economista-chefe da instituição, o resultado do ano passado deve-se em boa parte ao reflexo da recuperação da crise econômica mundial de 2009.

Por isso mesmo, na avaliação do especialista, é natural que o crescimento a taxas chinesas não se repita em 2011.

“De fato, na margem, a economia não vai crescer tanto como cresceu em 2010”, avalia. “Independentemente de uma desaceleração mais forte, esse número vai mesmo cair. Os mais otimistas falam em uma elevação de 5% neste ano.”

Na opinião de Sardenberg, este patamar representa, na verdade, o ritmo de crescimento real da economia, que é de 4,5% ou 5% na média.

Em cenários mais pessimistas, a estimativa é de que o crescimento de 2011 chegue aos 4%.

Segundo o economista, no entanto, ainda é cedo para falar em desaceleração da economia.

“Alguns indicadores podem mostrar isso, mas os sinais não são conclusivos. Se por um lado temos a desaceleração no crédito em pessoa física, o que tem muito a ver com a sazonalidade do mês de janeiro, o resultado recorde nas vendas de carro mesmo sem a isenção de IPI, por exemplo, apontam certa recuperação em fevereiro.”

A movimentação do Banco Central ao longo do ano, aposta Sardenberg, será uma combinação da manutenção dos juros com a adoção de novas medidas macroprudenciais.

“O BC vem sinalizando isso desde antes da elevação da Selic. O comunicado apenas reforçou isto. A combinação está no cardápio. E é muito razoável”, afirma.

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Autor: Daniela Almeida Tags: , , ,

Indicadores | 12:27

Brasil deve superar a Itália como 7ª economia do mundo, diz Austin Rating

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O Brasil passará a ser a 7ª economia do mundo, segundo Alex Agostini, economista-chefe da Austin Rating. Atualmente o País ocupa a 8ª posição no ranking mundial.

“Segundo dados do FMI, a Itália tem PIB de US$ 2,023 trilhões contra US$ 2,088  trilhões do Brasil com os resultados atuais”, afirma.

A mudança do posicionamento do Brasil só não é certa, segundo ele, porque os dados para a Itália são preliminares. Mas para este ano, Agostini considera que o País subirá de posição.

“Para 2011, é praticamente certo que o Brasil ultrapassa a Itália, principalmente pela dinâmica da taxa de crescimento do PIB.”

Veja abaixo o ranking feito pela Austin Rating, a partir dos dados do FMI e  com as dez maiores economias do mundo até o final de 2010, segundo levantamento do Banco Mundial:

Posição no ranking País PIB (em bilhões de dólares)
Estados Unidos 14.624,2
China 5.745,1
Japão 5.390,9
Alemanha 3.305,9
França 2.555,4
Reino Unido 2.258,6
Brasil 2.088,9
Itália 2.036,7
Canadá 1.563,7
10º Rússia 1.476,9

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Autor: Guilherme Barros Tags: , ,

Indicadores | 10:17

PIB de 2010 mostra desaceleração e economia este ano deve crescer entre 3,5% e 4%, diz Octavio de Barros

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Com a divulgação do PIB de 2010, o economista Octavio de Barros, do Bradesco, considera que os sinais de desaceleração seguem cada vez mais claros. 

“À primeira vista, revisaremos o PIB de 2011 para algo entre 3,5% e 4%”, diz Octavio de Barros.

Para ele, isso sugere que com a desaceleração do consumo no Brasil, não se pode descartar que a política monetária do Banco Central possa interromper desde já o aperto monetário.

“As pressões inflacionárias contam uma história que já ficou para trás. No máximo, uma nova rodada de aumento de juros faria algum sentido com as informações que dispomos hoje. Nem tenho convicção que isso ocorrerá”.

Com relação aos dados divulgados hoje, chama a atenção de Octavio de Barros o comportamento dos componentes da demanda.

Em primeiro lugar, o governo continua puxando a desaceleração da demanda doméstica.

Além disso, com a desaceleração do crédito e o desaquecimento do mercado de trabalho, o consumo das famílias deve perder fôlego. 

Pelo lado do investimento, a saturação dos “pequenos” investimentos como renovação de frotas deve induzir a uma desaceleração da formação bruta de capital fixo (investimento).

Vale ressaltar, no entanto, que investimentos em infraestrutura e alguns setores localizados como petróleo e mineração devem garantir um crescimento de dois dígitos da taxa de investimento.

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Autor: Guilherme Barros Tags: ,

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011 Empresas, Indicadores | 11:01

Bradesco projeta crescimento do PIB de 7,6% para 2010

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O departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos do Bradesco projetou hoje, em seu boletim diário, um crescimento de 1% do PIB brasileiro no quarto trimestre de 2010. O resultado seria sugerido pelo desempenho mais fraco dos  indicadores já conhecidos do período.

Segundo a avaliação de Octavio de Barros, diretor de Pesquisas e Estudos Econômicos do Bradesco, em linha com os resultados já divulgados das vendas do varejo e da produção da indústria mais fracos do que os esperado, referente a dezembro, o índice de atividade econômica do Banco Central, o IBC-Br, divulgado ontem reforçou a nossa expectativa que a economia brasileira encerrou 2010 em um ritmo mais moderado de crescimento.

De acordo com o relatório, com a expansão do IBC-Br de dezembro de 0,1% em relação a novembro, após alta de 0,3% em novembro, o crescimento do PIB deverá ser de 7,6% em 2010.

O PIB do quarto trimestre somente será divulgado dia 3 de março pelo IBGE.

O boletim avaliou ainda que a aprovação pela Câmara do salário mínimo em R$ 545 reforça a expectativa do banco de que a postura de maior austeridade fiscal prometida pelo governo para este ano será cumprida.

“Em nossa visão, mesmo levando em conta que este projeto deverá ainda ser votado pelo Senado na próxima semana, a fixação de R$ 545 para o salário mínimo deste ano além de sinalizar o comprometimento com a redução dos gastos públicos, tenderá a beneficiar as contas da Previdência Social e deverá reduzir os estímulos à atividade ao longo desse ano. Diante disso, mantemos nossa visão de continuidade do ciclo de aperto monetário, combinado com a política fiscal contracionista”, afirma Barros.

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Autor: Guilherme Barros Tags: , ,

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010 Indicadores | 06:08

LCA projeta alta de 7,7% no PIB deste ano

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A revisão do PIB do ano passado pelo IBGE, de 0,2% negativo para uma retração de 0,6%, aumentou a previsão para o resultado deste ano. Segundo a LCA Consultores, a previsão deverá ser revista para cerca de 7,7% neste ano.

A consultoria ressalta que mesmo que o PIB tenha variação nula no quarto trimestre, o crescimento da economia seria de 7,4%. Para o último trimestre, a projeção da LCA é de uma expansão de 1%.

No terceiro trimestre, o PIB avançou 0,5% sobre o resultado do trimestre anterior, conforme os dados do IBGE.

O resultado, segundo a LCA, aliado a vários indicadores em tempo real, sugerem que a economia brasileira embora venha crescendo, definitivamente perde o vigor observado nos últimos meses.

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