Octavio De Barros | Guilherme Barros

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Posts com a Tag Octavio de Barros

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011 Política Monetária | 06:01

Brasil voltará a ter juros de um dígito em abril de 2012, diz Octavio de Barros

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O Banco Central deverá manter sua política de corte moderado na taxa básica de juros ao longo de 2012.

O diagnóstico é do Diretor do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos do Bradesco, Octavio de Barros.

Para ele, a autoridade monetária reforçou a estratégia no Relatório de Inflação, divulgado ontem.

Segundo Barros, o BC deverá dar continuidade aos cortes de 0,5 ponto percentual na Selic.

Neste ritmo, o Brasil voltará a ter taxa de juros de um dígito em abril de 2012, com a Selic chegando a 9,5%.

A única vez que o País teve juros abaixo de 10% foi em junho de 2009, em meio à crise mundial, quando o BC de Henrique Meirelles cortou a Selic em 1 ponto percentual, para 9,25%.

A taxa seguiu abaixo dos 10% por um ano.

“Acreditamos também que a velocidade de recuperação da economia será elemento fundamental a ser monitorado nos próximos meses, para possíveis calibragens na condução da política monetária”, afirmou o economista.

Autor: Klinger Portella Tags: , , , , ,

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011 Comércio | 09:22

Varejo volta a crescer 0,2% em novembro, projeta Octavio de Barros

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O desaquecimento da demanda e o esfriamento das vendas do varejo ficaram restritos ao terceiro trimestre do ano, na opinião do diretor do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos, Octavio de Barros.

Para ele, as medidas de estímulo adotadas pelo governo – como a redução de juros, a reversão parcial de medidas macroprudenciais e isenções tributárias – devem reverter a tendência de desaceleração do varejo.

“Justamente com os impactos positivos do aumento do salário mínimo e da ampliação do programa de investimentos públicos”, diz. “Todo esse quadro é respaldado pela confiança do consumidor, que se mantém em patamar elevado.”

Segundo Barros, as vendas do varejo – que ficaram estáveis em outubro – devem fechar novembro com alta de 0,2%.

Já o varejo ampliado, que considera venda de veículos, peças e material de construção, deve crescer 1,5%.

“Com isso, avaliamos que o vale do atual ciclo de desaceleração tenha ficado para trás, no terceiro trimestre.”

Autor: Guilherme Barros Tags: , ,

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011 Indicadores | 10:07

Indústria ainda segura PIB do quarto trimestre, diz Octavio de Barros

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A estagnação da atividade econômica ficará restrita ao terceiro trimestre, na opinião do diretor do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos do Bradesco, Octavio de Barros.

Para ele, os dados já divulgados em outubro “sugerem que o PIB do quarto trimestre está apresentando uma recuperação”.

Por outro lado, o economista aponta que a retomada da economia ainda está limitada pelo fraco desempenho da indústria, “ainda com estoques elevados”.

O Bradesco projeta alta de 0,3% para o PIB do quarto trimestre, que, se confirmado, resultará em crescimento menor de 3% no acumulado do ano.

“Entretanto, acreditamos que os dados de novembro (como as vendas de veículos) e dezembro deverão compensar esse início fraco do trimestre.”

O banco reduziu as projeções de crescimento para o ano de 3,2% para 3%.

Segundo Barros, para os próximos trimestres, a retomada econômica deve ser mais evidente, por conta dos estímulos dados pelo governo.

Autor: Klinger Portella Tags: , ,

quarta-feira, 30 de novembro de 2011 Finanças | 16:20

Octavio de Barros fala sobre crise em conferência para tesoureiros

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O diretor do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos do Bradesco, Octavio de Barros, será um dos palestrantes da 5ª Conferência Anual sobre Gestão de Tesouraria Internacional para Empresas no Brasil.

Ele falará sobre alternativas para o Brasil se manter no caminho do crescimento, em meio às turbulências internacionais.

A palestra será no dia 5 de dezembro.

Autor: Klinger Portella Tags: , ,

segunda-feira, 28 de novembro de 2011 Política Monetária | 11:10

Copom deve cortar juros em 0,50 ponto e pode aumentar cortes em 2012, diz Octavio de Barros

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O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central anuncia na quarta-feira o rumo da taxa básica de juros (Selic) da economia brasileira.

Para o diretor do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos, Octavio de Barros, o cenário global teve riscos ampliados desde o último encontro do Copom, o que aumenta a pressão sobre um corte maior na taxa.

O economista acredita que o Banco Central vai cortar os juros em 0,50 ponto percentual, reduzindo a Selic para 11% ao ano, no último encontro de 2011.

Por outro lado, Barros enxerga a possibilidade de uma intensificação no ritmo de corte a partir do ano que vem.

“Não descartamos que o comunicado pós-decisão (ou a ata) deixe as portas abertas para aumentar o ritmo de queda da Selic nas reuniões subsequentes, condicional ao cenário”, disse.

O economista disse que a inclusão de termos como “monitorar atentamente” podem indicar a possibilidade de o BC ampliar o ritmo de corte dos juros.

“Incorporando os riscos atuais, revisamos a nossa expectativa de Selic para 2012, de 10% para 9,5%, nível que deve ser alcançado em abril, em princípio, em passos de 50 pontos base”, completou.

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quinta-feira, 3 de novembro de 2011 Indicadores | 12:11

Indústria brecará crescimento do PIB no terceiro trimestre, diz Octavio de Barros

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A retração da produção industrial em setembro confirmou que a indústria terá uma contribuição negativa para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do terceiro trimestre, segundo o diretor do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos do Bradesco, Octavio de Barros.

O setor caiu 0,8% no trimestre. “Para o próximo mês, esperamos uma ligeira variação positiva, limitada principalmente pela indústria automotiva, cujos indicadores antecedentes apontam nova queda em outubro”, disse Barros.

O economista alerta, por outro lado, que não há projeções de reversão de tendência de desaceleração da produção industrial.

O Bradesco espera que o setor feche 2011 com crescimento de 1,3% frente ao ano anterior.

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segunda-feira, 31 de outubro de 2011 Indústria | 06:03

Mercado projeta queda de até 2% para produção industrial

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A produção industrial brasileira pode ter um forte recuo no resultado de setembro, que será divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) amanhã.

No mercado, as projeções para a queda do indicador chegam a até 2% em relação a agosto.

Octavio de Barros, diretor do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos do Bradesco, projeta queda de 1,3% da produção industrial em setembro, frente ao mês anterior.

Na análise em relação a setembro de 2010, a queda esperada por Barros é de 1%.

Já a LCA Consultores acredita em um recuo menos acentuado da indústria no mês, com baixa de 0,9% frente a agosto, e alta de 1% frente a setembro do ano passado.

O economista-chefe da Gradual Corretora, André Perfeito, por sua vez, aposta em queda de 0,20% na produção industrial em setembro.

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segunda-feira, 17 de outubro de 2011 Indicadores | 07:01

PIB terá crescimento perto de 3% neste ano, diz Octavio de Barros

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O resultado do índice de atividade do Banco Central (IBC-Br) referente ao mês de agosto – que teve recuo de 0,53% – indica que a economia terá um crescimento menor no acumulado de 2011.

Segundo projeções do diretor do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos do Bradesco, Octavio de Barros, o PIB deste ano deve crescer cerca de 3%.

“Este resultado impõe um viés de baixa para a projeção do PIB do próprio terceiro trimestre, bem como para o ano todo, cuja estimativa hoje em 3,5% deverá ficar mais próxima de 3%”, disse.

De acordo com o economista, além do IBC-Br, vários outros indicadores já apontam para a desaceleração do PIB.

Entre eles, estão vendas no varejo, produção industrial e “diversas sondagens”.

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segunda-feira, 10 de outubro de 2011 Finanças | 09:44

Europa endereça soluções, mas crise ainda ganha proporções, diz Octavio de Barros

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A crise que domina a economia europeia ainda deve deixar os mercados cautelosos e voláteis, mesmo com o empenho dos governos locais em procurar saídas para a situação.

A avaliação é do diretor do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos do Bradesco, Octavio de Barros.

Segundo o economista, os líderes europeus anunciaram no fim de semana “diversas intenções favoráveis” para a solução da crise.

Ele lista os esforços de Alemanha e França para garantir a recapitalização dos bancos europeus e a aprovação do plano de resgate do Banco Dexia, “que deverá sustentar uma melhora dos mercados”.

“Sem abrir muitos detalhes sobre o que foi decidido ou quantos bancos europeus serão recapitalizados, o sinal é de que algum acordo decisivo será alcançado antes da cúpula dos 27 líderes da União Europeia”, disse Barros.

O economista pondera, no entanto, que, “mesmo com essas soluções endereçadas, o problema vem ganhando proporções maiores nas últimas semanas”.

Barros destaca a necessidade de programas de resgates dos bancos, que reforçam a fragilidade do sistema financeiro da região. “Além dos problemas soberanos, que seguem em curso.”

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sexta-feira, 7 de outubro de 2011 Agronegócio | 10:21

Preços de grãos devem permanecer em patamares elevados, diz Octavio de Barros

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O 1º levantamento da safra de grãos 2011/12, divulgado ontem pela Conab, indicou que a produção brasileira de grãos deverá recuar 2,6% na safra 2011/12. Diante da retração esperada para a produção da próxima safra, os preços domésticos de grãos devem permanecer em patamares elevados, segundo o diretor do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos do Bradesco, Octavio de Barros.

“Por ser tratar do primeiro levantamento da safra, os fatores climáticos podem ainda influenciar a produção tanto para cima, como para baixo, resultados que serão refletidos nos próximos levantamentos”.

Barros comentou hoje também sobre a decisão do Banco Central Europeu (BCE) pela manutenção dos juros em 1,5%. “A entidade sinalizou que somente uma deterioração adicional dos indicadores de atividade poderia gerar um corte de juros, deixando a porta aberta para as próximas reuniões, ressaltando que esta decisão não foi unânime”, afirma.

Sobre as tendências do mercado para esta sexta-feira, o economista acredita que a bolsa de valores brasileira registre ligeira baixa. No mercado doméstico de juros futuros, o departamento espera que o resultado do IPCA, que veio em linha com a expectativa do mercado, “imponha certa estabilidade aos contratos mais curtos, e ligeira abertura para os contratos mais longos”.

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terça-feira, 4 de outubro de 2011 Finanças | 10:12

Novas preocupações com a Europa deixam mercado mais cauteloso, diz Octavio de Barros

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Com a questão grega ainda sem solução e ainda pior após a declaração do governo do país de que as metas fiscais não serão cumpridas neste ano, novas notícias sobre os bancos europeus, em especial do banco franco-belga Dexia, mantêm os mercados com viés de baixa, segundo o diretor do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos do Bradesco, Octavio de Barros.

“Ainda que as manifestações de suporte ao banco tenham vindo do governo da Bélgica e da França, a postergação da ajuda à Grécia e o cancelamento da reunião de ministros europeus que estava agendada para o próximo dia 13 de outubro não deverão aliviar os mercados”, afirma.

Segundo o economista, a atividade industrial mundial, que seguiu enfraquecida em setembro, deve agravar a situação. O índice PMI global, elaborado pelo Depec, mostrou uma ligeira queda de 0,1 ponto em setembro, alcançando o patamar de 50,6 pontos.

Sobre as perspectivas para hoje, Barros afirma que a bolsa de valores brasileira deve operar mais um dia no campo negativo. “No mercado de câmbio, o movimento de maior aversão ao risco impõe mais um dia de valorização para o dólar, o que acreditamos que influencie e resulte em um pregão de depreciação do real”, diz.

Já no mercado doméstico de juros futuros, o departamento espera fechamento tanto para os vencimentos mais curtos, respondendo ao resultado da produção industrial de agosto, que ainda se mostrou enfraquecida, quanto para os vencimentos mais longos, influenciados pela contínua deterioração do cenário internacional.

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segunda-feira, 3 de outubro de 2011 Finanças | 15:48

Real sobe mais que cesta de moedas ligadas a commodities, diz Octavio de Barros

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O movimento de alta do real é superior ao observado nas principais moedas atreladas às commodities.

Segundo levantamento do diretor do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos do Bradesco, Octavio de Barros, a cotação da moeda brasileira de R$ 1,898 é superior à cotação da cesta de moedas commodities ampla, que está em R$ 1,785.

Na cesta de moedas estão dólar australiano, dólar canadense, dólar da Nova Zelândia, peso chileno, rand sul-africano, coroa norueguesa, peso colombiano e o rublo.

Segundo Barros, a cotação ideal do real seria próxima à casa do R$ 1,79, em linha com a cesta de moedas ligadas a commodities.

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quinta-feira, 29 de setembro de 2011 Copa do mundo | 15:15

Assista aos vídeos do debate “Macroeconomia global: O Brasil da Copa e das Olimpíadas”

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O portal iG promoveu ontem debate com o tema Macroeconomia global: O Brasil da Copa e das Olimpíadas.

O evento fez parte da programação do iG Digital Day, realizado na capital paulista no evento Digital Age.

Participaram da discussão o economista-chefe do Bradesco, Octavio de Barros, e José Márcio Camargo, professor da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ) e economista da Opus Investimentos.

Assista aos vídeos do debate:

iG Digital Day (parte 1)

iG Digital Day (parte 2)

iG Digital Day (parte 3)

iG Digital Day (parte 4)

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quarta-feira, 28 de setembro de 2011 Finanças | 10:10

Discurso de Tombini sinaliza redução de juros, diz Octavio de Barros

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Em audiência pública ontem na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, o presidente do Banco Central (BC), Alexandre Tombini, sinalizou que o balanço de riscos para a inflação abre espaço para continuar reduzindo juros, mas não apresentou senso de urgência em relação a eventuais mudanças no ritmo dessa queda, segundo o diretor do Departamento de Pesquisa e Estudos do Bradesco, Octavio de Barros.

Segundo ele, o discurso de Tombini foi compatível com a continuidade do ciclo de redução dos juros.

“Por ora acreditamos que, no próximo encontro, o Copom reduzirá a Selic em mais 50 pbs, ainda que não descartemos uma aceleração diante de um possível agravamento da crise internacional”, afirma Barros.

Sobre as tendências de mercado hoje, o economista acredita que o movimento de alta das principais bolsas da Europa deva influenciar positivamente a bolsa brasileira. Já no mercado de câmbio, a previsão é de que o real apresente leve apreciação ou mantenha-se estável.

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sexta-feira, 23 de setembro de 2011 Finanças | 09:59

Real poderá ter mais um dia marcado por intervenções do BC, diz Octavio de Barros

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As Bolsa de Valores de São Paulo deve seguir a baixa nas bolsas europeias nesta sexta-feira e, no mercado de câmbio, o dólar ganha valor frente às demais moedas hoje e poderá pressionar o real, que poderá ter mais um dia marcado por intervenções do Banco Central.

A análise é do diretor do Departamento de Pesquisa e Estudos do Bradesco, Octavio de Barros.

Segundo ele, declarações mais pessimistas de líderes adicionaram ontem preocupações aos mercados financeiros. “Diante desse cenário conturbado e com difíceis soluções de curto prazo à vista, parece que há espaço para que os mercados sigam tensos e, com isso, inevitavelmente os mercados continuarão voláteis, com viés de baixa”, afirma.

Sobre a taxa de desemprego ter se mantido na mínima histórica em agosto, o diretor diz esperar sinais de moderação no mercado de trabalho nos próximos meses.

“Avaliamos que o mercado de trabalho mantém-se aquecido, contribuindo para manter a confiança do consumidor em patamar elevado, apesar dos sinais de moderação nesse indicador”, diz.

De acordo com Barros, a taxa de desemprego na mínima histórica continua sendo fator de risco para reduzir as pressões inflacionárias em um contexto no qual a demanda doméstica cresce mais do que a oferta.

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domingo, 18 de setembro de 2011 Indicadores | 07:01

IBC-Br perderá força em agosto, diz Octavio de Barros

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O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) deverá perder força na medição de agosto, segundo o diretor do Departamento de Pesquisa e Estudos do Bradesco, Octavio de Barros.

O indicador, que é visto pelo mercado como uma antecipação para o PIB, teve alta de 0,5% em julho, frente ao mês anterior, depois de ter recuado 0,3% em junho.

Segundo Barros, a alta no mês pode ser atribuída ao setor de serviços, “uma vez que o desempenho da indústria foi fraco em julho”.

No entanto, a queda na produção industrial e no comércio varejista devem fazer com que os dados de agosto do IBC-Br apresentem uma leitura fraca.

“O IBC-Br e outros dados mais recentes reforçam a expectativa de desaceleração do crescimento econômico neste terceiro trimestre, após a alta de 0,8% registrada pelo PIB entre abril e junho, na comparação com o período imediatamente anterior”, completou Octavio de Barros.

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quinta-feira, 8 de setembro de 2011 Política Monetária | 10:01

Banco Central deve reduzir juros a 10,50%, diz Octavio de Barros

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O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central deu sinais de que seguirá com a política de redução na taxa básica de juros nos próximos encontros.

Após a divulgação da ata da reunião da semana passada, o diretor do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos do Bradesco, Octavio de Barros, destaca que “a estratégia de ajustes moderados no nível da taxa básica está praticamente assegurada”.

Para ele, a autoridade monetária deverá promover novos cortes de 1,50 ponto percentual na Selic, que deverá começar 2012 em 10,50% ao ano.

Contribuem para as projeções, a deterioração do cenário externo, com o desaquecimento da economia global ainda mais fragilizada, e o enfraquecimento das pressões inflacionárias sobre a economia brasileira.

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terça-feira, 30 de agosto de 2011 Indicadores | 11:03

Redução do etanol na gasolina pode elevar IPCA em 0,10% no ano, diz Octavio de Barros

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A decisão do governo de reduzir de 25% para 20% o teor de etanol anidro na gasolina pode provocar um impacto de 0,10 ponto percentual na inflação deste ano.

Segundo Octavio de Barros, diretor do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos do Bradesco, a elevação no Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) se daria com preço do anidro constante e sem alterações na Contribuição de Intervenção de Domínio Econômico (Cide).

Em fevereiro de 2010, o governo também reduziu a participação do etanol na gasolina, mas a Cide foi reduzida para compensar o aumento que seria dado à gasolina.

No ano passado, o etanol anidro também caiu 30%.

Agora, sem redução da Cide e do etanol anidro, a alta teria um efeito de 0,10% a mais no IPCA do ano.

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terça-feira, 23 de agosto de 2011 Finanças | 10:18

Castro foi o pensador mais instigante do desenvolvimento brasileiro, diz Octavio de Barros

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Para o economista-chefe do Bradesco, Octavio de Barros, Antônio Barros de Castro foi um “grande mestre” e “o pensador mais instigante do desenvolvimento brasileiro”.
 
O ex-presidente do BNDES morreu no último domingo (21), após o desabamento da laje de seu escritório em sua casa no Humaitá, zona sul do Rio de Janeiro.
 
Veja a seguir a nota de Octavio de Barros:
 
Antônio Barros de Castro dedicou a sua vida a pensar caminhos ótimos para o desenvolvimento, desprezando os atalhos perigosos tão atrativos aos incautos.
 
Castro foi um grande mestre que tive e que me ensinou a necessidade de “sairmos da caixa” e irmos em busca da compreensão das coisas sem dogmas e sem arrogância.
 
Quantas vezes discutimos possibilidades e tendências duradouras na nova economia brasileira em um mundo sinocêntrico. Sempre foi um pesquisador e professor como se deve ser e que honra genuinamente a profissão de economista. Estudou muito. Leu muito. Ensinou muito. Educou muito.
 
Para mim, que tive um convívio intelectual rico com ele em diferentes momentos da minha vida, guardarei na memória a figura honesta, íntegra e apaixonada pelas ideias construtivas. Sua sede de conhecimento era impressionante.
 
Castro nos deixa no auge de uma das reflexões mais profícuas de sua vida que é a relação da China com o mundo emergente e com o Brasil em particular. Certamente nos ajudaria a buscar caminhos para lidar com esse imenso desafio das próximas décadas. A pesquisa em economia do desenvolvimento talvez nunca mais seja a mesma, sem as ideias vibrantes e instigantes do Castro.
 

Autor: Guilherme Barros Tags: , , ,

sábado, 20 de agosto de 2011 Indicadores | 07:02

Desemprego deve subir no segundo semestre, diz Octavio de Barros

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A taxa de desemprego deve sofrer pressão de alta no segundo semestre deste ano, segundo o economista Octavio de Barros, diretor do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos do Bradesco.

“Já é possível notar o início de uma desaceleração mais clara da geração de emprego no País com as informações de junho e julho”, disse.

Na média dos três últimos meses, a geração de empregos foi de 148 mil vagas em julho.

Segundo Octavio de Barros, em agosto, o saldo deve cair para “algo próximo de 100 mil, indicando uma pressão altista na taxa de desemprego neste segundo semestre”.

Na avaliação sobre a crise econômica, o diretor do Bradesco diz que a China deve ter um papel diferente do observado em 2008.

“Esta mudança de postura resulta inicialmente da avaliação das condições e dos riscos correntes. Além disso, os graus de liberdade para uma reação ultra expansionista da China neste momento são muito menores quando comparados com três anos atrás.”

O economista manteve as projeções de desaceleração gradual da economia chinesa no segundo semestre, fechando o ano com expansão entre 8,5% e 9%.

“Ainda assim, não devemos descartar o viés de baixa – mesmo que pequeno – para essas taxas de crescimento, na hipótese de um agravamento da crise em relação à nossa avaliação atual, a saber, uma expansão próxima a 8,5% em 2011 e 8% em 2012.”

Autor: Klinger Portella Tags: , , ,

domingo, 7 de agosto de 2011 Finanças | 08:56

Rebaixamento dos EUA vai gerar debate sobre ‘privilégio exorbitante de julgamento’ das agências, diz Octavio de Barros

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O rebaixamento da nota de crédito dos Estados Unidos pela Standard & Poor’s trará uma mudança relevante no papel das agências de classificação de risco, na análise do economista-chefe do Bradesco, Octavio de Barros.

“Hoje, elas são percebidas como exercendo um verdadeiro ‘privilégio exorbitante de julgamento’, sem que tenham necessariamente competências extraordinárias para que sejam consideradas infalíveis ou acima do bem e do mal”, disse.

Barros acredita que, a partir de agora, a atuação das agências passará por um amplo debate.

Na análise sobre o impacto do rebaixamento na economia brasileira, o economista diz que o País “seguirá experimentando um importante ciclo de investimentos”.

A onda favorável só mudaria se a crise global atingir contornos mais graves.

Octavio de Barros diz, ainda, que o Brasil deveria aproveitar a situação favorável da dívida como proporção do PIB para melhorar ainda mais a posição fiscal.

“Isso, definitivamente, nos diferenciaria dos demais países, pensando na necessidade de confiança global na economia para um crescimento sustentado”, completou.

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quarta-feira, 3 de agosto de 2011 Indicadores | 14:28

PIB deverá desacelerar para 0,8% no segundo trimestre, diz Octavio de Barros

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O movimento de desaquecimento da economia brasileira já começou e deverá se intensificar ao longo do segundo semestre, segundo Octavio de Barros, diretor do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos do Bradesco.

Ele projeta que o Produto Interno Bruto (PIB) do segundo semestre tenha um crescimento na margem próximo de 0,8%.

Nos três primeiros meses do ano, a alta havia sido de 1,3% frente ao quarto trimestre de 2010.

“Olhando para os próximos meses, não vislumbramos alteração expressiva, com a indústria ainda mostrando desempenho enfraquecido, levando em conta os estoques ainda elevados em alguns setores e a moderação do consumo doméstico, além da demanda mundial que tem mostrado arrefecimento não desprezível nos últimos meses”, afirmou.

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segunda-feira, 1 de agosto de 2011 Política Monetária | 15:03

BC deve interromper alta de juros em agosto, diz Octavio de Barros

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O ciclo de elevação da taxa básica de juros (Selic) está próximo do fim, segundo Octavio de Barros, economista-chefe do Bradesco.

Após a divulgação da ata do último encontro do Comitê de Política Monetária (Copom), o Banco Central “reduziu bem a probabilidade” de uma alta adicional da Selic, segundo Barros.

“A supressão do termo ‘suficientemente prolongado’ – que vinha sendo utilizado anteriormente para fazer referência à estratégia de implementação do ajuste monetário – ocorreu em um contexto no qual o BC aparenta já não estar mais tão incerto em relação ao ritmo de moderação da expansão do crescimento econômico, ao mesmo tempo em que avalia que houve deterioração adicional no quadro externo”, afirmou.

O economista ponderou, no entanto, que o documento não descarta completamente a possibilidade de uma nova alta de juros, mas as chances de isso acontecer estão bem menores.

Diante disso, o Bradesco revisou a expectativa de juros, de 12,75% para 12,50% para este ano.

“Acreditamos que o evento mais provável será o de manutenção em agosto”, completou Octavio de Barros.

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sábado, 23 de julho de 2011 Entretenimento | 14:59

Amy Winehouse foi a melhor coisa da música dos últimos 10 anos, diz Octavio de Barros

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Apaixonado por música, Octavio de Barros, economista-chefe do Bradesco, assistiu ao show de Amy Winehouse quando ela esteve no Brasil em janeiro deste ano.

Segundo ele, a cantora foi a melhor coisa que a música mundial produziu nos últimos 10 anos, e ela ficará para a história, como Billlie Holiday ficou.

Morreu um mito da música mundial.

Segue a declaração de Octavio de Barros:

“Amy Winehouse foi a melhor coisa que a música mundial produziu nos últimos 10 anos. Foi autora e intérprete de cerca de 10 obras-primas que ficarão para sempre na memória dos que gostam de um jazz moderno. Quando fui  ao seu show em São Paulo, comentei que parecia que estávamos assistindo a um dos últimos shows dela. Me lembrava Janis Joplin. Brilhante, magnífica e com um destino que parecia traçado, infelizmente.

Sinto muito pelo fato de que o meu vaticínio estava certo. Não esqueceremos jamais canções de sua autoria como Tears dry on their own, Back to black, Love is a losing game e o classico Rehab. Ficará para a história da música como Billie Holiday ficou.”

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quinta-feira, 21 de julho de 2011 Política Monetária | 10:08

Nova alta de juros parece bastante provável, diz Octavio de Barros

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Para o diretor do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos do Bradesco, Octavio de Barros, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central ainda pode promover novas altas de juros, após a decisão de ontem de aumentar a Selic em 0,25 ponto, para 12,50% ao ano.

“Parece bastante provável que isso ocorra diante da manifestação reiterada, por parte do BC, de atingir a meta de 4,5% em 2012”, disse.

Barros diz que o Banco Central deixou para a ata o papel de esclarecer os próximos passos da política monetária.

Ele considera que a retirada da expressão “suficientemente prolongado” do comunicado divulgado após a reunião de ontem não significa que o ciclo de aperto monetário acabou.

“Tampouco sugere que já esteja decretada uma nova alta na próxima reunião, agendada para o fim de agosto.”

“Assim, a ata, a ser divulgada na semana que vem, deverá esclarecer melhor sobre a probabilidade de mais uma rodada de aumento antes do encerramento do ciclo de ajuste, que deverá ser condicionada a novos dados a serem conhecidos nas próximas semanas”, completou Octavio de Barros.

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quarta-feira, 20 de julho de 2011 Agronegócio | 17:12

Emergentes puxarão consumo de suco de laranja no mundo, diz Octavio de Barros

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Os países emergentes serão os principais responsáveis pela demanda por suco de laranja no mundo, nos próximos anos.

A avaliação é de Octavio de Barros, diretor de Pesquisas e Estudos Econômicos do Bradesco.

Em relatório, Barros destaca que o consumo mundial de suco de laranja caiu, em média, 1% ao ano nos últimos sete anos.

Os países desenvolvidos responderam por 1,9% da baixa, com destaque para Japão e Estados Unidos, onde os recuos foram ainda maiores: de 3,1% e 2,2%, respectivamente.

“Em sentido contrário, nos emergentes o consumo cresceu em média 3,7% no período”, disse o economista.

No período, os emergentes ganharam participação no consumo, que saltou de 15% em 2003 para 20% em 2009.

“A demanda de suco de laranja nos mercados consolidados – EUA, Europa Ocidental e Japão – ainda deverá se manter contida, como efeito da lenta retomada econômica nesses países e também da concorrência com outros tipos de bebidas, como águas aromatizadas, isotônicos, energéticos e outros sucos”, afirmou Octavio de Barros.

Atualmente, o Brasil destina cerca de 85% de sua produção de laranjas para a indústria de suco. Os principais mercados para o produto brasileiro são Europa (72%), EUA (12%) e Japão (3%).

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segunda-feira, 18 de julho de 2011 Política Monetária | 06:02

Copom deve elevar juros mais duas vezes neste ano, diz Octavio de Barros

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O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central deverá elevar a taxa básica de juros da economia brasileira nas próximas duas reuniões, segundo o diretor do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos do Bradesco, Octavio de Barros.

Para o encontro que acontece amanhã e quarta-feira, o economista acredita que a autoridade monetária elevará a Selic em 0,25 ponto percentual, para 12,50% ao ano.

Esse era o patamar que o banco projetava até o fim do ano.

Entretanto, diz Octavio, o Banco Central deve prolongar o processo de alta de juros.

“Se, por um lado, o cenário global continua apresentando um quadro bastante volátil e de perda de dinamismo, por outro, ainda há um grau relevante de incerteza em relação à magnitude da desaceleração da atividade doméstica”, disse.

Com isso, o Bradesco revisou a expectativa de Selic para 12,75%, com uma nova alta de 0,25 ponto para o encontro de agosto do Copom.

Octavio destaca que o BC tem como argumentos para um prolongamento da alta de juros o aumento da velocidade de convergência da inflação à meta, o compromisso junto à opinião pública e aproximar o fim do aperto do ciclo com o momento dos dissídios salariais, em setembro.

“Diante da eventualidade de uma deterioração mais pronunciada do cenário global (por exemplo, uma crise bancária na Europa), o Copom poderá reavaliar sua estratégia, encerrando o ciclo de aperto em 12,50%”, completou Octavio.

Autor: Klinger Portella Tags: , , , ,

domingo, 26 de junho de 2011 Indicadores | 07:02

Dados do mercado de trabalho podem prolongar alta dos juros, diz Octavio de Barros

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Os sinais vindos do mercado de trabalho podem fazer com que o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central prorrogue o processo de elevação da taxa básica de juros para além da reunião de julho.

A análise é do diretor de Pesquisas e Estudos Econômicos do Bradesco, Octavio de Barros.

No cenário do banco, o Copom encerra o ciclo de alta com uma elevação da Selic em 0,25 ponto percentual na próxima reunião.

Mas, os resultados da Pesquisa Mensal de Emprego divulgados pelo IBGE na semana passada indicaram que o mercado de trabalho segue aquecido.

“Contudo, ainda que não coloquemos em dúvida que o mercado de trabalho continua aquecido, é importante considerar que há alguns sinais que apontam para moderação nesse mercado”, diz Barros.

Ele destaca que, no segundo semestre, as negociações salariais ocorrerão sob um ambiente de desaceleração econômica, que vai limitar os ganhos reais.

“Continuamos acreditando em desaceleração da economia brasileira nos próximos meses, refletindo tanto a política econômica mais apertada”, afirma o economista.

“A despeito da inflação acumulada em 12 meses em aceleração até agosto, o ambiente macroeconômico no qual as negociações salariais ocorrerão no segundo semestre deverá impor restrições para uma nova rodada de aceleração do rendimento”, completou.

Autor: Guilherme Barros Tags: , , ,

sexta-feira, 17 de junho de 2011 Política Monetária | 10:04

Brasil é o segundo país do mundo que mais gasta com juros

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As despesas com o pagamento de juros em proporção ao Produto Interno Bruto (PIB) aumentaram neste ano.

Segundo Octavio de Barros, diretor do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos do Bradesco, os gastos com juros devem chegar a 5,5% neste ano, contra 5,3% de 2010.

O resultado mantém o Brasil como o segundo país que mais gasta com juros do mundo.

A liderança da lista é ocupada pela Grécia, com 9% do PIB. No ano passado, os gregos gastavam 8,2% do PIB com juros.

Na terceira posição da lista aparece a Itália (4,3%). O top 10 conta, ainda, com Irlanda, Bélgica, Portugal, Reino Unido, Turquia, Índia e França.

Os Estados Unidos, com 1,4%, aparecem na 21ª posição.

Autor: Guilherme Barros Tags: ,

quarta-feira, 15 de junho de 2011 Indicadores | 06:01

Pela primeira vez na história, risco Brasil é menor que risco EUA

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Pela primeira vez na história, os investidores enxergam mais risco de calote dos Estados Unidos que do Brasil.

O Credit Default Swap (CDS) de um ano – instrumento de proteção contra o risco de um devedor não cumprir suas obrigações – do Brasil tem sido negociado abaixo do norte-americano.

“Ainda que circunstancial, trata-se de algo inédito na história ou mesmo um fato impensável que pudesse ocorrer em algum momento”, diz o diretor do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos do Bradesco, Octavio de Barros.

No dia de ontem, o CDS do Brasil estava em 41,2 pontos-base, enquanto o norte-americano estava em 49,7 pontos.

“As dificuldades enfrentadas pela economia americana e as tensões no Congresso americano em relação ao teto para o endividamento que será atingido em julho geram incertezas nos mercados”, completou Octavio de Barros.

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Autor: Guilherme Barros Tags: ,

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