Mercado | Guilherme Barros

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Posts com a Tag mercado

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011 Política Monetária | 16:02

Mercado reage mal à decisão do Banco Central Europeu

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O mercado está reagindo de forma bastante negativa hoje, ao se dar conta de que o Banco Central Europeu (BCE) não vai monetizar dívida ou colocar um teto nas taxas de retorno dos papeis europeus.

O mais provável é que a autoridade monetária até monetize a dívida, comprando papéis europeus sem limite, mas isso só deve acontecer depois que os líderes políticos cheguem a uma solução para o problema fiscal da região.

Se o BCE agisse agora, tiraria a responsabilidade de os políticos chegarem a um acordo para o ajuste fiscal.

O que soa estranho é o fato de o mercado ter precificado esse movimento do BCE para a reunião de hoje, onde foi definido o corte de 0,25 ponto na taxa de juros.

O mercado parece estar operando mais na esperança que no racional.

Notas relacionadas:

  1. Vivemos um momento parecido com o ocorrido em 2008, diz André Perfeito
Autor: Guilherme Barros Tags: , , ,

terça-feira, 18 de outubro de 2011 Bolsa de Valores | 06:01

Ibovespa tem o segundo pior desempenho das Américas, diz Economatica

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O índice Ibovespa – a principal referência da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) – tem o segundo pior desempenho entre os índices de bolsas da América Latina e dos Estados Unidos no acumulado de 2011. 

Segundo levantamento de Einar Rivero, da Economatica, a bolsa paulista tem perdas de 22,21% neste ano. 

Somente o índice Merval, de Buenos Aires, tem desempenho pior, com desvalorização de 24,02%. 

O índice Nasdaq, da bolsa de Nova York, tem perdas de 1,43% no acumulado do ano, o melhor desempenho no mercado das Américas, segundo a Economatica. 

No mês de outubro, o índice Merval tem a maior valorização, com alta de 8,66%, seguido por Nasdaq (8,26%) e S&P (6,14%). 

O Ibovespa, da bolsa de São Paulo, tem apenas o sétimo melhor desempenho – em uma lista de nove índices -, com alta de 3,03% no mês.

Notas relacionadas:

  1. Empresa de Alencar teve o pior desempenho do governo Lula na Bolsa
  2. Nenhuma ação do Ibovespa opera em alta hoje
  3. Com ganhos de 20,63%, Usiminas lidera grupo de sete ações que driblaram a crise, diz Economatica
Autor: Klinger Portella Tags: , , ,

quarta-feira, 28 de setembro de 2011 Finanças | 10:36

Mercados acionários encontram boas desculpas para avançar, diz André Perfeito

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Este início de semana os mercados acionários encontraram boas desculpas para avançar, segundo o economista-chefe da Gradual Investimentos, André Perfeito. “A percepção de que os líderes europeus entenderam o recado criou certo ânimo nos investidores que forma as compras fazendo a bolsa francesa avançar 2,97% e a alemã 4,08% nos últimos cinco dias. Os mercados norte-americanos e brasileiro amargam quedas neste mesmo período”, diz ele.

Segundo o economista, o argumento que animou as bolsas é frágil, “afinal não foi feito nada de concreto, apenas temos a promessa de que eventualmente – quem sabe – Angela Merkel e Nicolas Sarkozy podem, ou não, fazer alguma coisa”.

O “bom humor” na Europa para ele, é porque a maioria dos ativos considerados seguros e líquidos chegaram ao máximo da sua valorização.

“Talvez [o mercado] volte a ficar de bom humor nos próximos dias, não porque haja motivos para comemorar, mas antes de tudo porque não tem como piorar. Nada está certo na Europa, mas tudo já foi corrigido no preço dos ativos”, afirma Perfeito.

Notas relacionadas:

  1. Calote dos EUA deixaria Brasil em situação delicada, diz André Perfeito
  2. Após meses de apatia, a Europa se movimenta, diz André Perfeito
  3. Investidores que operam dívida pública parecem ter perdido o juízo, diz André Perfeito
Autor: Guilherme Barros Tags: , ,

quarta-feira, 21 de setembro de 2011 Finanças | 16:14

Mercado reage mal ao anúncio do Fed

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O  mercado reagiu muito mal ao plano de socorro de US$ 400 bilhões anunciado há pouco pelo Fed, o Banco Central americano.

Segundo investidores externos, o pior é que o Fed deu o que o mercado queria, que era a injeção de dólares na economia com a compra de títulos do Tesouro americano.

A percepção do mercado, no entanto, é de que só essa medida não será suficiente para ajudar o crescimento a tomar fôlego, e isso explica o aumento da aversão ao risco.

O reflexo é imediato: dólar em alta, Bolsa em queda e juros futuros também em elevação.

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  1. Mercado abre na expectativa da decisão de Meirelles
  2. Dólar fica abaixo de R$ 1,55 em dia de tensão no mercado
  3. Indefinição do Fed pode preocupar o mercado, diz Banco Fator
Autor: Guilherme Barros Tags: ,

segunda-feira, 25 de julho de 2011 Finanças | 11:10

Dólar fica abaixo de R$ 1,55 em dia de tensão no mercado

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(Atualizada às 14h39)

O dólar segue em franca trajetória de queda frente ao real, já perdendo o patamar de R$ 1,55.

Por volta das 14h12, a moeda norte-americana era negociada a R$ 1,538 para venda.

O mercado vive mais um dia de tensão. A desvalorização da moeda é reflexo do impasse envolvendo as contas públicas dos Estados Unidos.

Em meio ao pessimismo externo, o dólar caminha a passos largos para R$ 1,50.

Com isso, aumenta a tentação de o governo adotar novas medidas para conter a queda da moeda.

Veja também:

Cotação do dólar retorna a período de câmbio semi-fixo, diz Agosntini

Declaração de Dilma impacta cotação do dólar, diz economista

Dólar cai de novo e pode atingir R$ 1,50

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  2. BC pode atuar no mercado futuro para conter derretimento do dólar
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Autor: Guilherme Barros Tags: , ,

terça-feira, 21 de junho de 2011 Bolsa de Valores | 10:13

Acionistas e mercado perderão com novo plano de negócios da Petrobras, diz Adriano Pires

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Para Adriano Pires, diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE), o novo plano de negócios da Petrobras não deverá privilegiar os acionistas e o mercado financeiro. Isso porque, segundo ele, o passado e o presente da estatal não dão esperanças de que haverá mudanças na postura do governo com relação à empresa.

Pires aponta que há dois motivos que preocupam o mercado com relação ao corte no plano de investimentos da Petrobras para os próximos cinco anos.

O primeiro é a manutenção por parte do governo da atual política de preços da gasolina e do diesel, que respondem por 60% da receita da estatal com derivados.

“Essa redução no caixa deverá determinar cortes no investimento”, diz.

Além disso, completa Pires, a Petrobras seguirá sendo usada como instrumento da política de ajuste fiscal do governo.

“Nos dois mandatos do presidente Lula a Petrobras sempre foi usada como instrumento político para atender os projetos do governo, causando grandes perdas aos acionistas minoritários da empresa”, afirma.

O diretor do CBIE afirma que a manutenção de preços de combustíveis na refinaria afeta os resultados dos balanços da estatal, prejudicando o acionista minoritário e o caixa da empresa.

“Não bastasse tudo isso, algumas semanas atrás, o governo declarou que vai transformar a Petrobras num grande produtor de etanol, para que assim a estatal possa regular o preço desse combustível.”

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Autor: Guilherme Barros Tags: , , ,

terça-feira, 7 de junho de 2011 Governo | 18:52

Juros no mercado futuro sobem com a queda de Palocci

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A taxa de juros no mercado futuro registrou uma alta perto do fechamento, logo depois do anúncio da queda de Palocci.

A taxa de juros dos contratos com vencimento em janeiro de 2017 tinha caído hoje, durante o dia, sete pontos, refletindo a possível permanência de Palocci.

Com a saída de Palocci, a curva inverteu perto do fechamento e a queda ficou em quatro pontos.

A tendência é de os juros subirem amanhã.

Segundo investidores internacionais, essa tendência só deve ser quebrada se o Banco Central mantiver a expressão “por um período prolongado” no comunicado depois da reunião do Copom.

Se o BC não mantiver, o mercado pode ficar mais pessimista.

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Governo | 15:39

Mercado acha que Palocci é a maior garantia de ajuste fiscal

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Antonio Palocci (Foto: Agência Estado)

O mercado financeiro está de olho em uma eventual queda do ministro-chefe da Casa Civil, Antônio Palocci.

Em meio às denúncias de multiplicação do patrimônio do ministro, a curva de juros de longo prazo acentua a trajetória de alta.

Em contato com a coluna, um investidor estrangeiro destacou que o mercado “está duvidando, sim, do ajuste fiscal sem o Palocci”.

“Quando vimos a especulação sobre a saída do Palocci, a parte longa da curva subiu. Temos juros no chão no mundo todo e o nosso longo está na casa dos 12,25%, altíssimo para padrões internacionais”, disse. “Hoje que falam que ele fica, a parte longa da curva está desmontando.”

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quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011 Governo | 16:14

Investidores de fora reagiram muito melhor ao corte do que o mercado interno

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Enquanto no Brasil o mercado reagiu com bastante ceticismo ao corte anunciado ontem pelo governo, investidores externos se mostraram muito mais otimistas. Os investidores externos estão dispostos inclusive a aumentar a aposta no Brasil.

A maior prova do ceticismo do mercado doméstico é de que as taxas de juros no mercado futuro aumentaram, o que demonstra que internamente há mesmo dúvidas se os cortes serão ou não executados.

Segundo um grande investidor de um importante fundo norte-americano com forte presença no Brasil que prefere não se identificar, o mercado financeiro doméstico está sendo injusto com o governo, já que, desde o dia primeiro de janeiro, o governo Dilma tem demonstrado sinais de austeridade e de seriedade fiscal.

Na avaliação desse grande investidor, não há motivo para o mercado demonstrar tanto pessimismo e, em pouco tempo, os resultados dessa política fiscal vão começar a aparecer.

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sexta-feira, 24 de setembro de 2010 Empresas | 08:40

Mercado de cosméticos orgânicos projeta crescimento de 7% até 2012, diz instiuto

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Pesquisa do instituto Euromonitor International, o Brasil tem potencial para expandir em 7,4% o mercado de cosméticos orgânicos, nos próximos dois anos. O levantamento aponta que o País possui o terceiro maior mercado de cosméticos do mundo, sendo o primeiro entre os exportadores de matéria-prima.

A Beraca, empresa exportadora de insumos amazônicos, por exemplos, aumentou seu faturamento ligado a empresas de beleza em 76%. Ainda em 2010, a companhia pretende alavancar o crescimento médio de 14% ao ano e o faturamento de R$ 100 milhões.

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quinta-feira, 1 de abril de 2010 Finanças | 08:56

Mercado abre na expectativa da decisão de Meirelles

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O mercado financeiro está na expectativa da decisão de Henrique Meirelles de permanecer ou não no Banco Central.

Havia a expectativa de Meirelles divulgar uma nota no site do Banco Central, mas nada ocorrreu até agora.

Nas mesas de operações, já se começa a medir o risco de, no caso de Meirelles sair do Banco Central, a sucessão não ser tão tranquila com a indicação de Alexandre Tombini para a presidência do banco, que seria o Plano A.

Já se começa a avaliar o risco de o sucessor ser Nelson Barbosa, secretário de Política Econômica da Fazenda, um nome que enfrenta muitas resistências por parte do mercado financeiro. O receio do mercado é de ele interferir na política monetária.

Ontem à noite, quando começou a circular a informação de que Nelson Barbosa poderia suceder Meirelles, já houve uma subida na curva das taxas futuras de juros. O movimento foi pequeno, mas já foi uma indicação de qual seria a reação do mercado no caso de nem Meirelles nem Tombini ficarem a frente do BC.

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