IPI | Guilherme Barros

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Posts com a Tag IPI

terça-feira, 13 de dezembro de 2011 Governo | 18:53

Governo deve baixar o IPI do carro nacional

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O governo deve anunciar nos próximos dias novas medidas com o objetivo de estimular a economia.

Uma delas deve ser a redução do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) para os carros nacionais.

Trata-se de mais uma decisão que foi tomada pelo governo durante a crise de 2008 para evitar a recessão no País.

O anúncio deverá ser feito provavelmente na quinta, quando a Fazenda tem reunião marcada com representantes do setor automotivo.

O governo está muito preocupado com os efeitos da crise global sobre a economia, e a redução do IPI sobre os carros foi considerada uma medida muito eficiente para combater a crise de 2008.

Nas últimas semanas, o mercado começou a sentir uma queda nas vendas de carros. O mês de dezembro deste ano deverá registrar uma queda em relação ao mesmo mês de 2011.

A expectativa é de que o governo repita o cardápio de 2008, quando os modelos equipados com motores de até 1 litro, que atualmente pagam 7% de IPI, passam a ser isentos.

Os modelos equipados com motores entre 1 e 2 litros sofreram redução da alíquota. As picapes de até 2 litros também sofreram redução.

Já os carros com motores superiores a 2 litros mantiveram as alíquotas de 25% (gasolina) e 18% (álcool ou flex).

Veja como ficou a tabela, em 2009:

Carros até 1000 cilindradas, a álcool ou gasolina–7% para 0

Carros de 1001 a 2000 cilindradas, a gasolina – 13% para 6,5%

Motores de 1001 a 2000 cilindradas, a álcool ou flex – 11% para 5,5%

Picapes até 1000 cilindradas, a álcool ou gasolina – 8% para 1%

Picapes de 1001 a 2000 cilindradas, a álcool ou gasolina – 8% para 4%

Notas relacionadas:

  1. Governo tem sete desonerações para rever no primeiro semestre
  2. Governo pode usar tarifa de IPI de carro popular para estimular veículo elétrico
  3. Governo pode aumentar imposto de importação de carro
Autor: Guilherme Barros Tags:

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011 Indicadores | 07:04

Isenção do IPI vai colocar inflação no teto da meta em 2011, diz LCA

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O recente anúncio do governo de reduzir o Imposto sobre Produto Industrializado (IPI) vai contribuir para conter o avanço da inflação em 2011.

Segundo projeções da LCA Consultores, o item Artigos de Residência, no Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), vai ter deflação em dezembro, por conta da renúncia fiscal do governo.

Além da deflação em produtos da chamada linha branca, a inflação em dezembro deve esfriar por conta de um desaquecimento no grupo Alimentação e Bebidas, bem como nos gastos com empregado doméstico.

“Com isso, projetamos que o IPCA fechado de dezembro fique em 0,50%”, diz a LCA.

O resultado de dezembro levará a inflação acumulada no ano a 6,50%, o teto da meta estabelecida pelo governo.

Notas relacionadas:

  1. IPCA de 2009 será o sexto ano consecutivo de inflação dentro da meta
  2. Inflação em abril deve ficar acima do teto da meta, prevê LCA
  3. Austin Rating revisa estimativa de inflação de 6,2% para 6,6%, acima da meta do governo
Autor: Klinger Portella Tags: , , , ,

sábado, 17 de setembro de 2011 Indústria | 13:46

Importadores de carro decidem na próxima sexta se entram ou não na Justiça contra o governo

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As empresas importadoras de automóveis decidem na próxima sexta-feria  se entram ou não na Justiça comntra a medida do governo de elevar o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) sobre os carros importados, anunciada na quinta-feira pelo governo.

Segundo José Luiz Grandini, presidente da Associação Brasileira das Empresas de Importadoras de Veículos Automotores (Abeiva), o setor pede pelo menos 90 dias de prazo para o início da cobrança.

“É o mínimo que o governo pode nos atender”, afirmou.

Para ele, a medida é inconstitucional.

Os representantes do setor se reunião na próxima sexta-feira para discutir os próximos passos da disputa.

Eles vão decidir se entram ou não na Justiça contra a medida do governo.

Grandini se disse esperançoso em conseguir avanços, diante da repercussão que o caso tomou.

Sobre a medida violar ou  não as regras da OMC (Organização Mundial do Comércio), não cabe à associação questionar a medida, e sim a governos de outros países.

O problema é que um painel na OMC demora cerca de quatro anos, e a medida vigora até dezembro de 2012.

Notas relacionadas:

  1. Fabricantes de cerveja e refrigerantes se comprometem a dobrar investimento se governo não aumentar impostos
  2. Governo pode usar tarifa de IPI de carro popular para estimular veículo elétrico
  3. Governo pode aumentar imposto de importação de carro
Autor: Guilherme Barros Tags: , ,

sexta-feira, 16 de setembro de 2011 Indústria | 17:34

Fiesp consulta juristas para saber se aumento do IPI sobre importados fere as regras da OMC

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A Fiesp fez hoje uma consulta a vários juristas especializados em comércio exterior para saber se a medida do governo de aumentar o IPI sobre os carros importados fere ou não as regras da OMC.

A ONC determina um teto de 35% de tributo cobrado sobre a importação, o que já é cobrado pelo Imposto de Importação.

A Fiesp ainda não tem a resposta se o aumento de 30 pontos percentuais do IPI pode gerar ou não problemas na OMC para  Brasil.

A Fiesp vai esperar o pronunciamento dos juristas para se manifestar.

Notas relacionadas:

  1. Fiesp cita Banco do Brasil como exemplo
  2. Fiesp e centrais sindicais pedem isenção do IR na participação de lucros e resultados
  3. Brasil Maior não é suficiente para manter parque industrial brasileiro, diz Fiesp
Autor: Guilherme Barros Tags: , ,

quinta-feira, 15 de setembro de 2011 Indústria | 17:24

Governo anuncia hoje mudança no IPI para automóveis

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O ministro da Fazenda, Guido Mantega, anuncia hoje, às 18h, a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) sobre automóveis para fortalecer a indústria local.

Os detalhes da medida foram acertados por Mantega e por Fernando Pimentel (Indústria e Desenvolvimento), em reunião com representantes da Anfavea.

Para terem direito ao benefício fiscal, as montadoras serão obrigadas a ter um mínimo de produção de conteúdo local.

Hoje, não existe essa exigência às montadoras, que podem importar 100% das peças e montar o carro no Brasil.

A ideia do governo é frear a importação de carro e evitar um efeito negativo sobre o crescimento da economia.

Notas relacionadas:

  1. Governo anuncia hoje nova isenção de PIS/Cofins para a compra de motocicletas
  2. Governo anuncia amanhã política de incentivo aos carros elétricos
  3. Montadoras serão obrigadas a ter um mínimo de conteúdo local para terem direito a benefício do IPI
Autor: Guilherme Barros Tags: , ,

Indústria | 16:50

Montadoras serão obrigadas a ter um mínimo de conteúdo local para terem direito a benefício do IPI

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O governo está concluindo hoje as negociações com as montadoras para a adoção de medidas fiscais com o objetivo de proteger a indústria local.

Já está praticamente definido que deverá ser reduzida a alíquota do IPI (Imposto sobre o Produto Industrializado) sobre o carro produzido no país, mas o governo irá impor uma condição às montadoras.

Para terem direito a esse benefício fiscal, as montadoras serão obrigadas a ter um mínimo de produção de conteúdo local, cujo percentual ainda está sendo discutido.

Hoje não existe essa exigência às montadoras. As fabricantes locais podem importar 100 % das peças e montar o carro no Brasil.

O governo decidiu adotar essas medidas para frear a importação de carro para tentar evitar mais um efeito negativo sobre o crescimento da economia.

O setor automotivo tem um peso muito grande na economia e o crescimento da venda dos importados tem sido muito superior a dos produzidos no país.

Notas relacionadas:

  1. Governo pode aumentar imposto de importação de carro
  2. Benefício fiscal do governo não inclui tratores, e sim caminhões-tratores
  3. Governo fecha o cerco aos carros importados
Autor: Guilherme Barros Tags: , , ,

Indústria | 11:00

Governo fecha o cerco aos carros importados

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Preocupado com a recente invasão dos carros chineses no Brasil, o governo vai anunciar nos próximos dias mudanças na cobrança do Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI) sobre os automóveis, com o objetivo de tornar os automóveis produzidos no País mais competitivos.

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, se reúne hoje com representantes da associação do setor, a Anfavea, e das centrais sindicais para apresentar as medidas.

Mantega e Fernando Pimentel, ministro de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, também devem acertar hoje os últimos detalhes das medidas a serem anunciadas em breve.

Quando o governo anunciou o Plano Brasil Maior, em agosto, estava prevista uma redução do IPI para as montadoras que investissem em inovação. A medida precisava, no entanto, ser regulamentada.

O governo decidiu ampliar a abrangência dessas medidas para atender os pedidos das montadoras diante do crescimento acima das expectativas da importação de automóveis, principalmente dos chineses.

Hoje, um quarto dos veículos no Brasil são importados e os carros chineses já representam cerca de 2% dos emplacamentos de automóveis no País.

Enquanto isso, aumenta a quantidade de veículos produzidos no País nos pátios das montadoras. Os estoques de veículos novos atualmente acumulados no Brasil equivalem a 37 dias de vendas. O nível considerado normal está entre 28 e 30 dias, segundo a Anfavea.

Notas relacionadas:

  1. “Por enquanto, a volta do IPI não influenciou a venda de carros”, diz Anfavea
  2. Governo anuncia amanhã política de incentivo aos carros elétricos
  3. Vendas de carros crescem 3,5% nos primeiros dias de abril
Autor: Guilherme Barros Tags: , , ,

quinta-feira, 17 de março de 2011 Governo | 13:59

Mantega anuncia aumento da tributação sobre cerveja e refrigerante

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Em reunião que ocorre agora em Brasília com presidentes das empresas de cervejas e refrigerantes do País, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, informou que o governo irá atualizar a tabela de impostos federais (IPI e Cofins) incidentes sobre as bebidas.

Mantega afirmou que a tabela  não é reajustada desde 2008.

Os fabricantes de cervejas e refrigerantes, no entanto, ainda tentam convencer o ministro a mais uma prorrogação. Eles prometem dobrar os investimentos.

A atualização da tabela deve provocar um aumento estimado entre 8% e 10% no preço das cervejas e dos refrigerantes.

Leia também:
Preços de cerveja e refrigerante vão aumentar, confirma Receita

Notas relacionadas:

  1. Fabricantes de cerveja e refrigerantes se comprometem a dobrar investimento se governo não aumentar impostos
  2. Mantega se reúne com indústria de bebidas para discutir aumento de impostos
  3. Mantega desconversa sobre novo governo, mas o tom de suas declarações indica que ele continua
Autor: Guilherme Barros Tags: , ,

quarta-feira, 2 de março de 2011 Governo | 12:45

Cerveja deve subir preço com aumento previsto de 8% dos impostos federais

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O governo está discutindo com a indústria cervejeira um aumento do IPI e do PIS/Cofins que incidem sobre a cerveja e o refrigerante.

A disposição do governo é aumentar os impostos no mínimo em 8%. O setor está tentando que seja menos, alguma coisa como 7%.

O aumento de impostos, que já está certo, vai implicar em alta na cerveja e no refrigerante.

Notas relacionadas:

  1. Fabricantes de cerveja e refrigerantes se comprometem a dobrar investimento se governo não aumentar impostos
  2. Mantega se reúne com indústria de bebidas para discutir aumento de impostos
  3. Emenda para repasse maior de ICMS aos municípios e aumento do FPM volta a tramitar na Câmara
Autor: Guilherme Barros Tags: , ,

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011 Governo | 06:03

Emenda para repasse maior de ICMS aos municípios e aumento do FPM volta a tramitar na Câmara

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Para a felicidade de prefeitos em todo País, foi desarquivada na Câmara a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 406/2009 que aumenta a participação dos municípios no ICMS. A matéria é de autoria do deputado Alfredo Kaefer (PSDB-PR).

O aumento é um pleito antigo dos chefes dos executivos municipais aos parlamentares – remonta à desoneração do IPI durante a crise de 2008 – e deverá voltar à tona na tradicional Marcha dos Prefeitos, que acontece no mês de maio, em Brasília.

O texto, que já obteve parecer positivo na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), estabelece aumento de 25% para 30% da participação dos municípios no ICMS e de 21,5% para 24,5% de recursos do Fundo de Participação dos Municípios (FPM).

Com a definição do novo presidente da comissão, o que pode ser fechado semana que vem, a CCJ determinará por quais outras comissões deverá passar a PEC. É muito provável que a matéria seja avaliada ainda pela Comissão Mista de Orçamento, por exemplo.

Segundo a Confederação Nacional de Municípios (CNM), o repasse do FPM em 2010 atingiu um montante de R$ 53,3 bilhões.

Logo, o impacto caso a PEC seja aprovada, seria da ordem de bilhões. O governo, que acaba de anunciar um corte de R$ 50 bilhões no Orçamento de 2011, pode não gostar de ter de pagar a fatura.

Mas na avaliação de Erik Franklin Bezerra, professor do Ibmec-DF e advogado tributarista, o aumento não só é necessário, como possível. Para ele, fatores como a estabilidade da moeda, a criação de novas empresas e a possibilidade de mais capital estrangeiro entrando no País dão condições ao repasse maior.

“Em termos de justiça fiscal seria justo. A arrecadação do ISS é ridícula frente ao que se recebe do repasse de ICMS e FPM nos municípios. E o gestor só consegue fazer determinadas obras em virtude desse valor”, afirma o especialista. Por outro lado ele defende a fiscalização do Ministério Público e das controladorias sobre a aplicação dos recursos.

“Na época do fim da CPMF, todo mundo reclamou que o governo deixaria de investir R$ 10 bilhões. Com o aumento da arrecadação tributária, em dois meses a conta já estava equilibrada. O que tem que haver é o controle dos gastos públicos”, afirma.

Notas relacionadas:

  1. Varejistas de São Paulo poderão dividir o pagamento de ICMS de dezembro
  2. Arrecadação do ICMS cresceu 14% nos primeiros dois meses do ano em São Paulo
  3. Governo de São Paulo isenta de ICMS doações para vítimas das enchentes em Alagoas e Pernambuco
Autor: Guilherme Barros Tags: , , , ,

segunda-feira, 5 de julho de 2010 Indústria | 17:43

Resultado das vendas de automóveis afasta de vez o temor de ressaca do IPI

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O mercado automobilístico brasileiro dá sinais cada vez mais firmes de que a ressaca do IPI já passou.

Após o recorde histórico mensal de março, com 353.734 veículos, as vendas caíram em abril e maio, mas no mês passado voltaram a subir. Em junho, foram 262.775 unidades licenciadas, o que significa uma alta de 4,7%.

Aos poucos, ninguém mais fala no tema redução do IPI. O mercado alcança a normalidade e caminha firme para um novo recorde histórico anual, por enquanto estimado em 3,3 milhões de unidades, superando a marca de 2009, com 3,141 milhões.

Notas relacionadas:

  1. Novo recorde de vendas de veículos é de 354 mil unidades em março
  2. “Mercado vive agora a ressaca do IPI”, diz GM
  3. Vendas de automóveis crescem 12% em junho e decretam o fim da ressaca do IPI
Autor: Guilherme Barros Tags: ,

segunda-feira, 28 de junho de 2010 Indústria | 13:05

Fim do IPI resultou em desaceleração do crescimento econômico, diz Serasa

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O fim dos estímulos tributários ao consumo, em março, resultou em desaceleração do crescimento econômico brasileiro, segundo análise do gerente de indicadores de mercado da Serasa Experian, Luiz Rabi

Para Rabi, as quedas de 1,8% do PIB industrial e de 0,9% do consumo das famílias em abril ante março sinalizam que a reversão do pacote anti-crise surtiu efeito. 

“Abril foi o primeiro mês em que o impacto do fim das desonerações do IPI já foi visível, o que mostra que o crescimento será mais lento daqui em diante”, disse.  

Segundo cálculos da Serasa, entre abril e março, o crescimento econômico do País foi de 0,1%. O resultado puxou para baixo a taxa de expansão trimestral do PIB, de 2,7%, no fim do primeiro trimestre, para 2,4%, em abril.

Notas relacionadas:

  1. Mais atingida pela crise, a indústria teve queda de 8,4% no faturamento, diz Serasa Experian
  2. Mais atingida pela crise, a indústria teve queda de 8,4% no faturamento, diz Serasa Experian
  3. LCA projeta desaceleração do crescimento e PIB de 5,8%
Autor: Deco Bancillon, de Brasília Tags: , ,

sexta-feira, 18 de junho de 2010 Governo, Indústria | 19:16

Benefício fiscal do governo não inclui tratores, e sim caminhões-tratores

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Na última quarta-feira, foi divulgado um dado incorreto pelo governo sobre continuidade, até dezembro, da isenção fiscal para alguns veículos. Na verdade, os tratores não estão na lista de modelos automotores que serão agraciados com a prorrogação da alíquota 0 de IPI, e sim caminhões-tratores.

Caminhão-trator é um modelo de caminhão que tem espaço para acoplar um semi-reboque. Ele é muito usado para cargas pesadas que podem chegar a até 45 toneladas e precisam serem carregadas por muito tempo, como cargas de safra, mineração e bebidas.

Uma fonte da multinacional John Deere no Brasil, uma das principais fabricantes de equipamentos agrícolas do mundo, assegurou que a notícia causou estranhamento, uma vez que não houve redução de tributos para tratores. A Anfavea, representante das montadoras de veículos no País, informa que a produção de tratores já está isenta de IPI há mais de 10 anos.

Na verdade, apenas caminhões, caminhões-tratores e reboques é que não terão que pagar tributo por mais seis meses. A renúncia fiscal, ao todo, representará R$ 280 milhões para os cofres da Receita Federal.

Notas relacionadas:

  1. Governo pode usar tarifa de IPI de carro popular para estimular veículo elétrico
  2. Governo pode aumentar imposto de importação de carro
  3. Fazenda e Desenvolvimento prorrogam incentivos para tratores, caminhões e comerciais leves
Autor: Cristiano Zaia, de Brasília Tags:

quarta-feira, 16 de junho de 2010 Governo, Indústria | 19:26

Fazenda e Desenvolvimento prorrogam incentivos para tratores, caminhões e comerciais leves

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O ministro da Fazenda, Guido Mantega, e o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, acabam de anunciar que o governo vai estender até 31 de dezembro as alíquotas de IPI 0% para caminhões, tratores e reboques, e a manutenção de 4% para veículos comerciais leves, como camionetes e picapes.

Segundo Mantega, com a prorrogação desses incentivos, que visam estimular investimentos de bens de capitais, serão provocadas renúncias fiscais de R$ 20 milhões para a linha de tratores, caminhões e reboques, e de R$ 105 mlhões para os comercias leves.

Miguel Jorge também anunciou uma desoneração gradativa dos chamados redutores para peças desses veículos. A intenção é zerar até maio de 2011 o redutor, que está hoje em 40%.

Notas relacionadas:

  1. Fazenda e MDIC discutem medidas para exportadores
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  3. Empresários dos setores siderúrgico, de automóveis e de autopeças participam de reunião no Ministério da Fazenda
Autor: Cristiano Zaia, de Brasília Tags: , ,

terça-feira, 25 de maio de 2010 Governo, Indústria | 06:04

Governo pode aumentar imposto de importação de carro

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O governo estuda a possibilidade de aumentar o imposto de importação de carro, hoje na faixa de 35%, como mais uma medida de alívio para a balança comercial.

A importação de veículos tem crescido em ritmo muito superior ao das vendas no mercado interno.

De acordo com os dados da Anfavea, o licenciamento de automóveis e comerciais leves importados entre janeiro e abril saltou 41,5% na comparação com igual período do ano passado. No total, foram 49,4 mil unidades.

A participação dos importados nos licenciamentos já está em 18%, sendo que no fim de 2009 e 2008 era de 15,6% e 13%, respectivamente.

Os estudos foram conduzidos durante o trabalho que está sendo feito para a elaboração do regime automotivo do setor elétrico, que será anunciado hoje pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega.

Entre as medidas a serem anunciadas hoje, consta a redução do IPI cobrado hoje para a produção do carro elétrico no país.

Hoje, o IPI é de 25%, e o governo pode baixar para 7,5%, o mesmo cobrado para o carro popular, mas o martelo ainda não foi batido.

O benefício fiscal, no entanto, só será concedido aos carros elétricos a serem produzidos no Brasil e não aos importados, como pleiteava o setor.

Os fabricantes acham, no entanto, muito difícil e muito caro a produção do carro elétrico no país.

Notas relacionadas:

  1. Fabricantes de cerveja e refrigerantes se comprometem a dobrar investimento se governo não aumentar impostos
  2. Brasil deve aumentar tarifa de importação de carro dos EUA de 35% para 55%
  3. Governo pode usar tarifa de IPI de carro popular para estimular veículo elétrico
Autor: Guilherme Barros Tags: , ,

sábado, 22 de maio de 2010 Governo, Indústria | 07:29

Governo pode usar tarifa de IPI de carro popular para estimular veículo elétrico

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O ministro da Fazenda Guido Mantega vai se reunir na terça-feira com representantes da Anfavea para discutir o programa de incentivos à produção e desenvolvimento de carros elétricos no País.

No encontro, governo e montadoras vão tratar da redução de impostos para estimular os modelos híbridos, movidos a eletricidade e outro combustível.

O governo estuda reduzir a alíquota do IPI, atualmente de 25%, para o mesmo imposto cobrado nos carros populares, de 7%.

As montadoras querem um IPI ainda mais baixo.

Se o martelo for batido na terça-feira, as montadoras que já fabricam os carros híbridos no mundo poderão começar a trazê-los para o Brasil.

A Ford, por exemplo, vende o Fusion híbrido nos Estados Unidos. O veículo é fabricado no México, por isso teria isenção de tarifa de importação. E, com o IPI reduzido, poderá ser competitivo no mercado nacional.

Notas relacionadas:

  1. Governo tem sete desonerações para rever no primeiro semestre
  2. Fabricantes de cerveja e refrigerantes se comprometem a dobrar investimento se governo não aumentar impostos
  3. Governo decide baixar IPI da cadeia de móveis
Autor: Guilherme Barros Tags: , ,

terça-feira, 18 de maio de 2010 Indústria | 18:13

Vendas de carros caem 28% em maio

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A ressaca do IPI reduzido fez as vendas de automóveis e comerciais leves caírem 28% nos primeiros dias de maio. Na primeira quinzena de abril, ainda sob os efeitos dos incentivos do governo, o mercado crescia 13,5%.

Até ontem, foram licenciadas 107,6 mil unidades. Em relação ao mesmo período do ano passado, o resultado mostra uma queda de 7%.

No acumulado do ano, no entanto, as vendas ainda seguem em alta. As vendas em 2010 totalizam 1,12 milhão de unidades, enquanto no fim de maio do ano passado estavam em 1,1 milhão.

A previsão da Anfavea é de um crescimento de 8% neste ano.

Notas relacionadas:

  1. Indústria automobilística registra o terceiro melhor mês de vendas
  2. Novo recorde de vendas de veículos é de 354 mil unidades em março
  3. Vendas de automóveis batem recorde histórico no ano
Autor: Guilherme Barros Tags: , ,

quinta-feira, 13 de maio de 2010 Governo, Indústria | 12:10

Mantega se reúne com indústria de bebidas para discutir aumento de impostos

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O ministro da Fazenda, Guido Mantega, se reuniu ontem com o secretário da Receita Federal, Otacílio Cartaxo, e com representantes da indústria de cerveja e refrigerantes para discutir a atualização da tabela de impostos federais incidentes sobre bebidas (IPI e Cofins).

Durante o encontro, a indústria apresentou dados mostrando que não houve reajustes de preços nos últimos meses, além de números de emprego do setor.

O ministro ficou satisfeito com os números, mas informou que a elevação dos tributos não está descartada. Em fevereiro, o setor se comprometeu a dobrar o volume de investimentos caso o patamar atual de impostos seja mantido.

A pressão para o aumento dos impostos vem principalmente da Receita Federal.

Notas relacionadas:

  1. Aperto da fiscalização deve elevar autuações da Receita em 2009
  2. Fabricantes de cerveja e refrigerantes se comprometem a dobrar investimento se governo não aumentar impostos
  3. Setor da construção se reúne com Mantega para pedir prorrogação do IPI reduzido
Autor: Guilherme Barros Tags: , , ,

segunda-feira, 10 de maio de 2010 Indústria, Transportes | 12:40

Retomada do IPI reduz tráfego de caminhões em rodovias

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(Foto: Agência Estado)

O tráfego de veículos pesados nas rodovias pedagiadas caiu 1,9% em abril, refletindo a retomada da cobrança do IPI em automóveis e comerciais leves. Os dados são da Associação Brasileira de Concessionárias Rodoviárias (ABCR).

“Viemos de altas muito fortes e um ajuste era esperado, principalmente após a retirada do IPI dos automóveis”, afirmou Bernardo Wjuniski, economista da Tendências. Entre março e abril, a produção de automóveis recuou 7,3%.

Já na comparação com o mesmo mês do ano passado, o fluxo de veículos pesados cresceu 8,6%.

Notas relacionadas:

  1. Previsão é de que as filas terminem antes de abril
  2. Tráfego de caminhões cresceu 13,6% em março, diz ABCR
  3. Para Banco Fator, vendas de caminhões e ônibus foram os destaques de abril
Autor: Guilherme Barros Tags: , , ,

quinta-feira, 6 de maio de 2010 Indústria | 12:05

“Mercado vive agora a ressaca do IPI”, diz GM

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A afirmação foi feita hoje pelo presidente da GM, Jaime Ardila, ao comentar a queda das vendas de automóveis no mês de abril.

Segundo o executivo, a trajetória deverá se repetir em maio. No mês passado, as vendas caíram 22,4% na comparação com o resultado de março, o último mês de IPI reduzido.

Ardila acha que a recuperação virá só em junho. O presidente da GM manteve a previsão da Anfavea para 2010, de um mercado superior a 3,3 milhões de unidades.

Notas relacionadas:

  1. Indústria automobilística registra o terceiro melhor mês de vendas
  2. Boas vendas fazem GM estudar ampliação da produção do Agile
  3. Novo recorde de vendas de veículos é de 354 mil unidades em março
Autor: Guilherme Barros Tags: ,

terça-feira, 4 de maio de 2010 Indústria | 05:59

Vendas de caminhões e ônibus serão recordes em 2010, prevê consultoria

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As vendas de caminhões e ônibus caminham para um novo recorde no País. Segundo análise da consultoria Lafis, as vendas deverão crescer, em 2010, respectivamente, 22,1% e 21,6%.

A Lafis projeta um mercado interno de 134,2 mil caminhões e 27,5 mil ônibus.

O recorde atual foi registrado em 2008, quando foram vendidos 123,3 mil caminhões e 26,3 mil ônibus.

O crescimento das vendas, na opinião da consultoria, seguirá forte até o fim de junho, quando o governo deverá retirar os incentivos à aquisição de bens de capital, como o IPI reduzido e programas do BNDES.

No primeiro trimestre, foram vendidos 31 mil caminhões, o que representou uma alta de 46% na comparação com igual período de 2009. Nas vendas de ônibus, o crescimento foi de 34,2%, num total de 6,4 mil unidades. 

Em abril, as vendas de caminhões foram de pouco mais de 13 mil unidades.

Notas relacionadas:

  1. Vendas de automóveis recuam quase 20% em novembro
  2. Mesmo sem incentivo, vendas de veículos vão crescer 7,4% e bater novo recorde em 2010
  3. Novo recorde de vendas de veículos é de 354 mil unidades em março
Autor: Guilherme Barros Tags: , , ,

terça-feira, 20 de abril de 2010 Indicadores, Indústria | 06:02

LCA projeta desaceleração do crescimento e PIB de 5,8%

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A retomada da cobrança do IPI para automóveis e produtos da linha branca vai desacelerar o ritmo de crescimento da economia brasileira nos próximos meses, segundo análise da LCA Consultores.

Com isso, o PIB deverá encerrar o ano em alta de 5,8% e não na casa dos 6,5% como aposta parte do mercado.

De acordo com as previsões da LCA, o PIB do País deverá desacelerar de uma alta de 1,7%, verificada no primeiro trimestre, para algo em torno de 1% nos próximos trimestres.

“As condições do primeiro trimestre não vão continuar no restante do ano”, disse Bráulio Borges, economista da LCA.

Para ele, além do retorno do IPI, os consumidores ainda irão amargar o reajuste do aço no preço dos produtos e juros mais altos.

“Acreditamos que o Banco Central irá elevar em 75 pontos a taxa básica de juros”, afirmou Borges, ao ressaltar que  a medida é necessária para cumprir a meta de inflação.

Notas relacionadas:

  1. Mantega acredita em crescimento do PIB de 0 a 0,5% este ano
  2. Governo avalia de forma positiva os números do IBGE e projeta crescimento sustentável
  3. Redução do IPI foi responsável pela venda de 320 mil veículos
Autor: Guilherme Barros Tags: , ,

Governo, Indicadores, Indústria | 06:01

Redução do IPI foi responsável pela venda de 320 mil veículos

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A redução do IPI para veículos gerou uma venda adicional de 320 mil unidades entre o fim de 2008 e início de 2010.

Segundo a projeção da LCA Consultores, no segundo trimestre o mercado de veículos brasileiro irá recuar 2,7% na comparação com o primeiro trimestre, totalizando 792 mil unidades.

“O preço do veículo deverá subir entre 11% e 12% com a retomada do IPI e aumento dos custos das montadoras”, afirmou Bráulio Borges, economista da LCA.

Para o terceiro e quarto trimestres, segundo ele, as vendas estão estimadas em 753 mil e 743 mil unidades, respectivamente.

Notas relacionadas:

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sexta-feira, 9 de abril de 2010 Construção, Governo | 07:25

Setor da construção se reúne com Mantega para pedir prorrogação do IPI reduzido

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Representantes da construção civil vão pedir hoje ao ministro da Fazenda Guido Mantega a redução permanente do IPI dos materiais de construção.

O pleito será apresentado durante almoço entre o ministro e entidades do setor, em São Paulo.

Segundo Melvyn Fox, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat), o setor já tem tratado do assunto há alguns meses.

Para ele, a prorrogação por tempo indeterminado ou a permanência do IPI reduzido sobre os materiais de construção terá impactos positivos no PIB e no nível de emprego do País.

“Se for ampliado o prazo em 24 meses, o PIB poderia aumentar 1,34% e o emprego 1,27%. Isso sem falar na arrecadação e no déficit habitacional”, afirmou.

Além da Abramat, estarão presentes no encontro representantes da Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção e do Sindicato da Indústria da Construção Civil.

O PAC 2 e o programa habitacional Minha Casa Minha Vida também fazem parte da pauta da reunião com Mantega.

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  1. Custo da construção paulista sobe 3,57% em 2009
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terça-feira, 6 de abril de 2010 Indicadores | 11:23

Com IPI reduzido, consumo de eletrodomésticos e veículos foi o único que subiu no Rio, diz Fecomércio

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O consumo de bens duráveis na região metropolitana do Rio de Janeiro ficou praticamente estável nos últimos 12 meses. Apenas eletrodomésticos e veículos tiveram alta, impulsionados pela isenção do IPI. A conclusão é da Pesquisa de Consumo Doméstico, realizada pela Fecomércio-RJ. 

O consumo de bens duráveis passou de 45,6%, em março de 2009, para 46,0% no mesmo mês de 2010.

A isenção do IPI para a linha branca e automóveis estimulou o consumo de eletrodomésticos e veículos, únicos grupos que variaram positivamente na comparação de março deste ano com o ano passado, 2,8 e 3,2 pontos percentuais, respectivamente.

“Com parte do orçamento comprometido, o consumidor evitou fazer outras dívidas, o que demonstra uma maturidade financeira conquistada depois de anos de estabilidade e a passagem por períodos de crise. Não é coincidência que a inadimplência em financiamentos tenha caído de 15,8% para 9,3% de março do ano passado para o mesmo mês deste ano”, diz Christian Travassos, economista da Fecomercio-RJ.   

Para os próximos seis meses, subiu a proporção dos que pretendem comprar algum produto durável. Ela foi de 34,6% para 37,8%, na mesma base de comparação, puxada por veículos, que subiu de 22,1% para 25,3%.

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  2. Aumenta a intenção de compra de celular, computador e DVD, diz pesquisa Fecomercio/Ipsos
  3. Intenção de compra de bens duráveis atinge maior patamar dos últimos 14 meses, segundo pesquisa Fecomercio/Ipsos
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quinta-feira, 1 de abril de 2010 Indústria | 12:56

Novo recorde de vendas de veículos é de 354 mil unidades em março

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O último mês de IPI reduzido bateu todos os recordes de vendas da indústria automobilística nacional.

Os dados de emplacamento no País indicam quase 354 mil unidades vendidas em março, o que significa um crescimento de 14,5% sobre o recorde anterior, de 309 mil veículos, registrado em setembro do ano passado.

No acumulado do ano, as vendas foram 18% maiores na comparação com o primeiro trimestre de 2009, totalizando 789 mil unidades.

Entre as principais montadoras, a GM foi a que registrou maior crescimento nas vendas, 27%, com mais de 70 mil veículos emplacados. A montadora responde agora por 21% do mercado nacional.

Notas relacionadas:

  1. Indústria automobilística registra o terceiro melhor mês de vendas
  2. Indústria automobilística próxima do novo recorde
  3. Mesmo sem incentivo, vendas de veículos vão crescer 7,4% e bater novo recorde em 2010
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terça-feira, 30 de março de 2010 Indústria | 06:00

Mesmo sem incentivo, vendas de veículos vão crescer 7,4% e bater novo recorde em 2010

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Mesmo com o fim da redução do IPI, as vendas de veículos leves deverão crescer 7,4% em 2010 e 3,1% no ano que vem, registrando novos recordes, segundo projeções da Lafis. A consultoria também projeta novas marcas históricas de produção nos dois períodos.

Osmar Sanches, economista da Lafis, coloca a expectativa de crescimento da economia brasileira, de 5,2% neste ano e 5,3% em 2011, como principais fundamentos para a evolução das vendas da indústria automobilística.

Para ele, as exportações podem reagir também, na medida em que mercados externos importantes para o setor se recuperam.

“A expectativa é que esta recuperação gire em torno de 10,6% em 2010, chegando a cerca de 500 mil unidades”, disse Sanches.

No caso da produção, a previsão da Lafis para a produção é de 3,4 milhões em 2010 e 3,6 milhões em 2011, números muito próximos da capacidade instalada da indústria na opinião do economista.

“As principais montadoras estão operando no limite da capacidade e partem para um novo ciclo de investimentos, o mais importante desde o final dos anos 1990, quando ocorreu o boom das novas empresas no País”, afirmou.

Notas relacionadas:

  1. Indústria automobilística próxima do novo recorde
  2. Mantega anuncia novas medidas de incentivo para automóveis
  3. Autopeças devem retomar recorde de faturamento em 2010
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sexta-feira, 26 de março de 2010 Governo | 11:31

Governo decide baixar IPI da cadeia de móveis

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O governo decidiu baixar as alíquotas de IPI de todos os produtos da cadeia de móveis para 5%.

A nova alíquota de IPI recai inclusive sobre painéis de madeira, placas e conglomerados.

Antes da desoneração, que vence agora no próximo dia 31, as alíquotas eram de 10%.

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, anuncia daqui a pouco essa decisão.

Notas relacionadas:

  1. Mantega nega isentar IOF nos lançamentos de ações
  2. Mantega obtém apoio à ação conjunta contra a queda do dólar
  3. Fabricantes de cerveja e refrigerantes se comprometem a dobrar investimento se governo não aumentar impostos
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segunda-feira, 22 de março de 2010 Indicadores | 05:58

Volta do IPI deve pressionar indicador nos próximos meses

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Segundo a Fecomercio-SP, o fim do benefício do IPI deverá pressionar o Índice de Preços no Varejo (IPV) nos próximos meses. 

O governo federal concedeu a redução do imposto para combater a crise financeira internacional. Foram contemplados os setores de móveis, veículos e materiais de construção.

Já os combustíveis, bastante impactados pela menor oferta de cana-de-açúcar nos últimos meses, devem começar a retornar aos patamares normais com a proximidade do início da safra.

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  1. Escassez de mão de obra pode pressionar inflação já em 2010
  2. Vestuário, tecidos e calçados tiveram a maior alta de 2009
  3. Nível de utilização da capacidade não vai pressionar inflação, diz LCA
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segunda-feira, 15 de março de 2010 Indústria | 18:40

Vendas de veículos já cresceram 12,5% este ano, diz Anfavea

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A indústria automobilística caminha a passos largos para o melhor ano de vendas da história no País.

As vendas já cresceram este ano 12,5% até sexta-feira passada, em relação a 2009.

No ano passado, até o fim da primeira quinzena de março, foram vendidas 323.159 unidades. 

A informação foi dada hoje pelo presidente da Anfavea, Jackson Schneider, durante evento do setor em São Paulo.

Com o fim da isenção do IPI previsto para este mês, a indústria espera também o melhor mês da história.

Cledorvino Belini, presidente da Fiat, estimou um mercado entre 3,2 milhões e 3,4 milhões de unidades neste ano, o que significaria um crescimento de 6% a 13% na comparação com 2009.

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  1. Indústria automobilística registra o terceiro melhor mês de vendas
  2. Vendas de automóveis recuam quase 20% em novembro
  3. Cledorvino Belini será o novo presidente da Anfavea
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