IPCA | Guilherme Barros

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Posts com a Tag IPCA

domingo, 11 de dezembro de 2011 Indicadores | 07:02

Inflação fecha abaixo do teto em 2011, diz Itaú Unibanco

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O governo vai fazer a queda de braço contra a inflação neste ano, na opinião de Laura Haralyi, economista do Itaú Unibanco.

Em relatório enviado a clientes, o banco projeta que o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) vai fechar dezembro em 0,46% – abaixo do 0,52% de novembro.

Com isso, a inflação no acumulado do ano deve ficar em 6,46%.

“Em sua, a inflação ao consumidor nos últimos 12 meses continua a se reduzir, com algum sinal de alívio também nos índices de difusão”, diz.

Segundo Laura, o resultado do IPCA-15 – uma prévia da inflação oficial – será determinante para observar o comportamento dos preços no mês.

“Itens relevantes e de difícil previsibilidade, como a variação no custo de aluguel e condomínio, nos salários de empregados domésticos e nas tarifas de passagens aérea, tem a inflação observada no resultado preliminar repetida no fechamento do mês.”

Notas relacionadas:

  1. Inflação em abril deve ficar acima do teto da meta, prevê LCA
  2. Queda das commodities ainda não foi sentida no IPCA, diz Itaú Unibanco
  3. Isenção do IPI vai colocar inflação no teto da meta em 2011, diz LCA
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sexta-feira, 9 de dezembro de 2011 Indicadores | 07:04

Isenção do IPI vai colocar inflação no teto da meta em 2011, diz LCA

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O recente anúncio do governo de reduzir o Imposto sobre Produto Industrializado (IPI) vai contribuir para conter o avanço da inflação em 2011.

Segundo projeções da LCA Consultores, o item Artigos de Residência, no Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), vai ter deflação em dezembro, por conta da renúncia fiscal do governo.

Além da deflação em produtos da chamada linha branca, a inflação em dezembro deve esfriar por conta de um desaquecimento no grupo Alimentação e Bebidas, bem como nos gastos com empregado doméstico.

“Com isso, projetamos que o IPCA fechado de dezembro fique em 0,50%”, diz a LCA.

O resultado de dezembro levará a inflação acumulada no ano a 6,50%, o teto da meta estabelecida pelo governo.

Notas relacionadas:

  1. IPCA de 2009 será o sexto ano consecutivo de inflação dentro da meta
  2. Inflação em abril deve ficar acima do teto da meta, prevê LCA
  3. Austin Rating revisa estimativa de inflação de 6,2% para 6,6%, acima da meta do governo
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segunda-feira, 14 de novembro de 2011 Indicadores | 07:01

Inflação retoma alta em novembro, diz LCA

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O desaquecimento da inflação no mês de outubro é passageiro, segundo a equipe de economistas da LCA Consultores.

A alta de 0,43% do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – contra 0,53% de setembro – não significa uma tendência de baixa para a chamada inflação oficial.

Segundo a LCA, grupos como vestuário, despesas pessoais e transportes devem pressionar o índice em novembro.

Na parte de vestuário, diz a consultoria, a pressão é sazonal. Já o grupo despesas pessoais será puxado por forte pressão para gastos com empregado doméstico, enquanto o grupo transportes sofrerá influência de alta nos preços de avião e álcool e gasolina.

“Com isso, projetamos o IPCA fechado de novembro em torno de 0,55%”, diz a LCA.

Notas relacionadas:

  1. IPCA de 2009 será o sexto ano consecutivo de inflação dentro da meta
  2. Inflação em abril deve ficar acima do teto da meta, prevê LCA
  3. ‘Vilões’ da inflação devem desacelerar em outubro, diz LCA
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terça-feira, 8 de novembro de 2011 Indicadores | 09:05

IPCA estoura meta se subir mais que 0,51% até dezembro, diz Rosenberg

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O mercado tem feito as contas para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) não estourar a meta de 6,5% no fim do ano.

Segundo projeções da equipe econômica da Rosenberg & Associados, para não superar o limite estabelecido pelo governo, a inflação oficial deve ter alta média de 0,51% nos meses de novembro e dezembro.

O número está baseado em um projeção de 0,43% de alta para o IPCA em outubro. O resultado oficial será divulgado na sexta-feira.

“O acumulado em 12 meses, que atingiu o pico de 7,31% em setembro, deverá
entrar em trajetória de desaceleração, mas basicamente por conta da saída
da base de cálculo de meses com inflação alta em 2010″, disse a consultoria.

Os economistas apontam que, em novembro, o IPCA deve voltar a acelerar “com a
possível retomada dos preços de alimentação e bebidas”.

Por outro lado, os grupos alimentação e transportes devem arrefecer no mês.

“Com isso, a alta deve ficar em torno de 0,54%. Para o fim do ano, esperamos 6,5%, com
a corda quase no pescoço.”

Notas relacionadas:

  1. IPCA de 2009 será o sexto ano consecutivo de inflação dentro da meta
  2. IPCA deve ter pico de alta em agosto, diz Rosenberg & Associados
  3. Itaú projeta IPCA de setembro para 0,54%
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sábado, 29 de outubro de 2011 Indicadores | 07:01

Decisão de não elevar preço do gás não mexe na inflação, diz Tendências

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A decisão da Petrobras de não alterar o preço do gás natural vendido às distribuidoras não deverá impactar o desempenho do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de forma significativa.

Segundo projeções da Tendências Consultoria, a medida deve gerar uma redução de 0,02 ponto percentual na chamada “inflação oficial”.

“O anúncio evidencia a necessidade de alteração para as regras de reajuste no preço do gás natural”, pontua a consultoria.

Neste mês, a Petrobras confirmou o desconto de 18,6% no preço do gás, que passa a valer em 1º de novembro.

Notas relacionadas:

  1. Solução para Previdência passa por redefinição de regras, diz Tendências
  2. Preço do petróleo dificulta tarefa do BC em conter inflação
  3. Projeções de inflação devem indicar novas altas, diz Tendências
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segunda-feira, 24 de outubro de 2011 Indicadores | 11:14

IPCA deve fechar outubro em 0,37%, diz André Perfeito

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As projeções para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a inflação oficial, no mês de outubro apontam para uma tendência de queda.

Segundo André Perfeito, economista-chefe da Gradual Corretora, as projeções da casa para o IPCA do mês recuaram para 0,37%, “influenciado por um lado na queda de alimentos e transportes, mas também pelo fim do impacto no grupo habitação no tocante a tarifas de água e esgoto”.

O economista pondera que, em um horizonte de curto prazo, o comportamento de preços de ser “mais baixista”, reforçando a queda no acumulado de 12 meses.

Apesar disso, para 2012, o mercado de trabalho deve gerar pressões adicionais à inflação.

“No ano que vem, o crescimento será necessariamente mais modesto e isto se traduzirá em vários canais, até no canal do emprego e conseqüentemente da demanda agregada”, completou Perfeito.

Notas relacionadas:

  1. Inflação: Banco Central ganha queda de braço com mercado, diz André Perfeito
  2. Mercado vai ter de aceitar juros menores, diz André Perfeito
  3. Cenário conspira para a queda da inflação, diz André Perfeito
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terça-feira, 18 de outubro de 2011 Finanças | 15:58

Mercado aposta em queda mais forte dos juros

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O mercado financeiro aposta firme na queda acentuada das taxas de juros, amanhã, na reunião do Copom.

Prova disso é que os papéis do Tesouro com vencimento em maio de 2015 foram vendidos ontem a uma taxa de inflação medida pelo IPCA mais 4,77% ao ano. Hoje, no fim da manhã, o mesmo título derreteu: estava cotado a IPCA mais 3,75%.

Notas relacionadas:

  1. Taxa de juros deverá subir de forma moderada
  2. Octavio de Barros prevê três altas consecutivas de 0,75 ponto nos juros básicos
  3. Austin Rating revisa estimativa de inflação de 6,2% para 6,6%, acima da meta do governo
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segunda-feira, 10 de outubro de 2011 Indicadores | 06:02

‘Vilões’ da inflação devem desacelerar em outubro, diz LCA

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Itens com grande peso na composição do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a chamada inflação oficial, devem desacelerar no mês de outubro.

Segundo projeções da LCA Consultores, IPCA fechado do mês deve ficar no intervalo entre 0,40% e 0,45%.

O grupo Alimentação e Bebidas deve registrar nova desaceleração no mês, recuando dos atuais 0,62% de setembro para “algo próximo” a 0,50%.

O mesmo deve acontecer com o grupo Transportes.

A LCA diz que o desaquecimento nos preços dos transportes se dera “em boa medida pela perda de fôlego do álcool e da gasolina (este último influenciado pela Cide)”.

Além disso, as passagens de avião também devem ter forte desaceleração, baixando de 23,4% para 7%.

“Projetamos que as altas das tarifas de água e esgoto e gás de botijão apresentarão diluição (ainda que parcial), o que contribuirá para taxa mais amena do grupo Habitação.”

A consultoria complica que os gastos com emprego doméstico recuaram de 1% para 0,35% no mês, aliviando o grupo Despesas Pessoais.

Notas relacionadas:

  1. Alimentos seguram a inflação em dezembro, diz Iedi
  2. Inflação em abril deve ficar acima do teto da meta, prevê LCA
  3. IPCA de junho pode ter deflação, diz LCA
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sexta-feira, 7 de outubro de 2011 Política Monetária | 10:50

Resultado do IPCA sentencia corte de 0,5 ponto percentual da Selic, diz André Perfeito

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O resultado de alta de 0,53% do IPCA em setembro, a maior para o mês em 8 anos, indica que deve ocorrer um corte de 0,5 ponto percentual na taxa básica de juros do País, segundo análise de André Perfeito, economista-chefe da Gradual Investimentos.

“Trabalhamos com 3 cortes de 50 pontos-base, fazendo a Selic chegar no início de 2012 em 10,50%”, diz Perfeito.

Para o resultado de setembro, o modelo da Gradual apontava inflação mais modesta, em 0,45%. “O vilão desta vez foram as passagens aéreas, que, segundo o instituto, representaram quase 17% da alta do IPCA este mês. Este impacto deve ser mitigado já em outubro, juntamente com outro grupo que andou estressando o índice, o da habitação”.

Em relação ao mercado, Perfeito diz que as estimativas são de apreciação do real frente ao dólar. Segundo ele, os recentes recordes de arrecadação, somados a contenção de gastos por parte do Governo Federal, irão construir uma situação fiscal que irá diminuir a percepção de risco em relação à economia brasileira.

“Acreditamos como muito provável a elevação da nossa nota por alguma agência de classificação de risco. Isto tudo em conjunto coloca o Brasil de forma fundamental como porto aos recursos perdidos na Europa e nos EUA”, diz.

No entanto, o economista sugere cautela sobre a apreciação da moeda brasileira. “O real se apreciou na esteira de certo bom humor em relação a Europa, mas ainda não foi feito nada substancial. Podemos ver ainda volatilidade nos mercados na próxima semana”.

Notas relacionadas:

  1. Nota curta do Copom abre espaço para qualquer interpretação, diz André Perfeito
  2. BC dá sinal claro de que alta de juros acabou, diz André Perfeito
  3. Vivemos um momento parecido com o ocorrido em 2008, diz André Perfeito
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quarta-feira, 21 de setembro de 2011 Indicadores | 06:12

IPCA deve ficar acima da meta este ano, diz Alex Agostini

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O economista Alex Agostini, da Austin Rating, fez alguns cálculos para o possível comportamento do IPCA neste último quadrimestre com o objetvo de ver se Alexandre Tombini, presidente do Banco Central, vai ter que escrever a carta para o ministro da Fazenda, Guido Mantega, com justificativas para o não cumprimento da meta.

Por enquanto, segundo ele, tudo indica que sim.

“O mais interessante não será ver os motivos que levaram ao não cumprimento da meta deste ano, mas sim quais serão as ações do BC para levar a inflação para a meta em 2012 e, nesse caso, não vale justificar simplesmente com o cenário externo turbulento como ele fez na última reunião do Copom”, diz o economista.

Para tanto, Agostini analisou o comportamento do IPCA-15 no mês de setembro nos últimos cinco anos. A média foi de 0,22% sem incluir o resultado atual de 0,53%, pois, com o resultado atual a média sobe para 0,27%. Ou seja, o IPCA-15 ficou o dobro do valor do seu comportamento padrão e isso preocupa.

Transportando esse mesmo exercício para o IPCA, temos que a média dos últimos 5 anos no mês de setembro foi de apenas 0,30%, mas se o indicador seguir o resultado do IPCA-15 e ficar o dobro do comportamento padrão, o resultado ficará ao redor de 0,6% e muito acima da média das projeções que está em 0,45%.

Para o último trimestre do ano, a média histórica indica variação ao redor de 0,46%. A projeção de Agostini indica uma média um pouco superior: 0,53%.

Caso o IPCA no último quadrimestre do ano fique dentro do seu comportamento padrão, então o IPCA do ano ficará em 6,4% e não terá nenhum problema para o BC.

Mas, caso o IPCA apresente comportamento igual ao do IPCA-15, o IPCA deverá ficar ao redor de 6,6%, que é a projeção de Agostini.

“Bom, isso sem considerar a recente alta do dólar que pressiona as commodities que, por sua vez, tem impacto direto em 8% da composição do IPCA”.

Notas relacionadas:

  1. IPCA de 2009 será o sexto ano consecutivo de inflação dentro da meta
  2. Inflação em abril deve ficar acima do teto da meta, prevê LCA
  3. Austin Rating revisa estimativa de inflação de 6,2% para 6,6%, acima da meta do governo
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terça-feira, 30 de agosto de 2011 Indicadores | 11:03

Redução do etanol na gasolina pode elevar IPCA em 0,10% no ano, diz Octavio de Barros

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A decisão do governo de reduzir de 25% para 20% o teor de etanol anidro na gasolina pode provocar um impacto de 0,10 ponto percentual na inflação deste ano.

Segundo Octavio de Barros, diretor do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos do Bradesco, a elevação no Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) se daria com preço do anidro constante e sem alterações na Contribuição de Intervenção de Domínio Econômico (Cide).

Em fevereiro de 2010, o governo também reduziu a participação do etanol na gasolina, mas a Cide foi reduzida para compensar o aumento que seria dado à gasolina.

No ano passado, o etanol anidro também caiu 30%.

Agora, sem redução da Cide e do etanol anidro, a alta teria um efeito de 0,10% a mais no IPCA do ano.

Notas relacionadas:

  1. Economista avalia que novo IPCA pode indicar menor aperto na próxima Selic
  2. China sobe juros e desaceleração pode ser mais forte, diz Octavio de Barros
  3. IPCA de junho pode ter deflação, diz LCA
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quinta-feira, 11 de agosto de 2011 Indicadores | 10:09

‘Inflação do Dia dos Pais’ é menor do que a oficial, diz FGV

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Os produtos e serviços mais procurados para o Dia dos Pais acumularam inflação média de 5,79% entre agosto do ano passado e julho deste ano, segundo levantamento do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (IBRE/FGV).

A alta foi menor que a inflação acumulada no período, de 6,58%.

A FGV acredita que, com isso, a alta de preços não impedirá a procura pelos presentes, pois a despesa deverá ser facilmente incorporada ao orçamento.

Na lista dos “vilões” dos presentes para os pais, os relógios tiveram a maior alta, com 15,42%, segundo o economista André Braz, responsável pelo levantamento.

Nos serviços, as maiores altas foram restaurantes (8,68%) e teatro (12,74%).

Na outra ponta da tabela aparecem TV (-6,48%), celular (-6,15%) e máquinas de fotografar e filmar (-13,59%), que se beneficiam com a queda do dólar.

Notas relacionadas:

  1. Inflação do carro foi menor que a oficial nos últimos 12 meses, diz FGV
  2. Aluguel e mensalidade escolar vão subir o dobro da inflação oficial em 2011, diz Santander
  3. Preços de brinquedos ficaram abaixo da inflação pelo segundo ano consecutivo, diz pesquisa da FGV
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sábado, 6 de agosto de 2011 Indicadores | 07:05

IPCA deve ter pico de alta em agosto, diz Rosenberg & Associados

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O movimento de alta da inflação no acumulado dos últimos 12 meses deve atingir o pico no mês de agosto, segundo projeções da consultoria Rosenberg & Associados.

Em julho, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – a inflação oficial – saiu de 6,71% para 6,83% no acumulado de 12 meses, se distanciando ainda mais do teto de 6,5% estabelecido pelo governo.

“Em agosto, esperamos que o IPCA acumulado em 12 meses atinja o pico, para, logo em seguida, entrar em trajetória de desaceleração”, disse, em relatório, a equipe de economistas liderada por Thaís Zara.

O índice de 12 meses atingiu o maior valor desde junho de 2005.

Para os próximos meses, o cenário não será benéfico, segundo a Rosenberg.

“Com a volta da pressão de combustíveis e o início da inversão da queda em alimentos ainda neste terceiro trimestre, espera-se uma situação menos favorável para o cenário inflacionário”, completaram os economistas da consultoria.

Notas relacionadas:

  1. Recuo da inflação é transitório, diz Rosenberg e Associados
  2. Leal: com pressão de serviços, IPCA deve ultrapassar 6,90% em julho
  3. Inflação deve completar um ano seguido de alta, diz Santander
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terça-feira, 2 de agosto de 2011 Indicadores | 07:01

Inflação deve completar um ano seguido de alta, diz Santander

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O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – a chamada inflação oficial – deve completar em agosto um ano consecutivo de alta.

A projeção é do Banco Santander.

Nesta semana, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgará o IPCA de agosto.

O banco projeta uma alta de 0,17% frente ao resultado de junho.

“Se a nossa projeção for confirmada, a inflação no acumulado de 12 meses alcançará 6,88%, completando assim um ano ininterrupto de aceleração da inflação”, disse o Santander, em relatório.

O banco projeta que a inflação acumulada em 12 meses supere a marca de 7% em agosto, afastando o IPCA ainda mais do centro da meta de 4,5% estabelecido pelo governo.

“Neste ambiente, a menos que uma crise internacional grave nos moldes da crise de crédito de 2008, o objetivo de convergência da inflação a meta de 4,5% em 2012 só é crível em um cenário de aperto monetário adicional”, completou.

Notas relacionadas:

  1. Para Santander, inflação vai subir nos próximos meses
  2. Deflação não indica alívio permanente nos preços, diz Santander
  3. Santander: diferença de inflação entre 2011 e 2010 levaria IPCA a 7,5%
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sábado, 9 de julho de 2011 Indicadores | 07:01

Santander: diferença de inflação entre 2011 e 2010 levaria IPCA a 7,5%

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A diferença entre a inflação mensal de 2010 e 2010 no primeiro semestre foi de 0,13 ponto percentual, em média, segundo cálculos do departamento de economia do banco Santander.

Caso essa diferença seja mantida até o fim do ano, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) chegaria a 7,5%, um ponto percentual acima do limite da meta estabelecido pelo governo.

“Um cenário muito preocupante para a autoridade monetária”, disse o Santander, em relatório.

Apesar disso, o banco projeta um desaquecimento dos preços no segundo semestre.

Para julho e agosto, o IPCA não deve ultrapassar a casa do 0,20%, “graças a um padrão sazonal favorável da inflação no meio do ano”.

“Além disso, dada a defasagem no mecanismo de transmissão da política monetária para o crescimento da demanda doméstica e, posteriormente, para os preços, acreditamos que a moderação mais importante do consumo das famílias deve reduzir essa lacuna a partir do terceiro trimestre”, completou.

Notas relacionadas:

  1. Aluguel e mensalidade escolar vão subir o dobro da inflação oficial em 2011, diz Santander
  2. Última prévia do IPCA reforça expectativa de alta na Selic para 2011, diz LCA
  3. Deflação não indica alívio permanente nos preços, diz Santander
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quinta-feira, 7 de julho de 2011 Indicadores | 12:00

Leal: com pressão de serviços, IPCA deve ultrapassar 6,90% em julho

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Se o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) desacelerou em junho, ficando em 0,15%, o mesmo movimento não é observado no comportamento dos preços do setor de serviços.

As altas de 4,40% em serviços bancários e de 3,27% em depilação mostram que os serviços ainda continuam pressionados.

“O reflexo disso é que os serviços permanecem praticamente estáveis com relação aos níveis de maio (0,60% contra 0,59%), mesmo com a queda de 0,32 ponto percentual do índice geral, demonstrando que há pressão desse grupo”, diz Luis Otavio de Souza Leal, economista-chefe do Banco ABC Brasil.

Para o mês de julho, Leal acredita que a inflação pode chegar a algo entre 0,20% e 0,25%, “o que levaria o acumulado em 12 meses acima de 6,90%”.

Notas relacionadas:

  1. Para economista, alta do real compensa pressão das commodities sobre preços
  2. Última prévia do IPCA reforça expectativa de alta na Selic para 2011, diz LCA
  3. Queda das commodities ainda não foi sentida no IPCA, diz Itaú Unibanco
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segunda-feira, 4 de julho de 2011 Indicadores | 12:23

Deflação não indica alívio permanente nos preços, diz Santander

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Os próximos dados de preço desta semana devem comprovar a desaceleração na inflação tanto no varejo quanto no atacado, na análise dos economistas do banco Santander.

Em relatório, o banco projeta que o IPCA e o IGP-DI de junho devem apontar deflação de 0,01% e 0,13%, respectivamente.

Apesar disso, ressalta o Santander, os últimos dados divulgados de atividade impedem apostar que o alívio na inflação seja permanente.

“Acreditamos que a desaceleração da inflação é transitória, produto da sazonalidade favorável deste período (melhor clima e redução dos preços de combustíveis)”, apontou o banco.

Para o Santander, os preços devem voltar a acelerar a partir de agosto.  “Portanto, é necessário aperto adicional de política monetária (taxa de juros) para que a inflação convirja para meta em 2012”, completou.

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  1. Aluguel e mensalidade escolar vão subir o dobro da inflação oficial em 2011, diz Santander
  2. Santander reduz projeção de alta do PIB para 3,7% em 2011
  3. IPCA de junho pode ter deflação, diz LCA
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terça-feira, 21 de junho de 2011 Indicadores | 09:03

Recuo da inflação é transitório, diz Rosenberg e Associados

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Para a equipe de economistas da Rosenberg e Associados, o movimento de esfriamento dos preços tem caráter transitório.

Em relatório, os economistas liderados por Thaís Zara destacam que o recuo da inflação é impulsionado por itens de grande volatilidade.

“Dessa forma, a deflação não é sustentável e a inflação deve voltar a subir quando o ciclo de queda dos preços se encerrar”, disseram.

A consultoria espera que o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de junho fique próximo da estabilidade, “podendo inclusive registrar taxa negativa”.

Por outro lado, a Rosenberg destaca que os determinantes da demanda seguem pressionados pelo bom desempenho de mercado de trabalho, crédito e confiança do consumidor.

A tendência é de que a alta de preços siga sustentada por esses fatores.

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  1. Inflação de maio, junho e julho foi menor que em 2009
  2. Cenário para inflação está bem mais tranquilo, diz Octavio de Barros
  3. Economia crescerá abaixo de 4% em 2011 e 2012 dará trégua para inflação, diz Octavio de Barros
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terça-feira, 7 de junho de 2011 Indicadores | 18:11

Cenário para inflação está bem mais tranquilo, diz Octavio de Barros

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Após a divulgação do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de maio, que apontou para desaquecimento da inflação pelo quarto mês seguido, o cenário inflacionário no Pais “está bem mais tranquilo do que o observado há alguns meses”.

A análise é do diretor do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos do Bradesco, Octavio de Barros.

Ele pondera, no entanto, que ainda há “pressões relevantes sobre os preços dos serviços”.

“O comportamento dos serviços e, consequentemente, dos núcleos ainda sugere que as pressões vindas da demanda doméstica não devem ser descartadas”, disse.

Barros acredita que, nos próximos meses, a inflação virá mais aliviada, por conta da sazonalidade mais favorável do período e pela deflação na cadeia de alimentos.

Notas relacionadas:

  1. IGP-M baixo reforça cenário de inflação controlada em 2010, diz Tendências
  2. PIB de 2010 mostra desaceleração e economia este ano deve crescer entre 3,5% e 4%, diz Octavio de Barros
  3. China sobe juros e desaceleração pode ser mais forte, diz Octavio de Barros
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Indicadores | 11:17

Queda das commodities ainda não foi sentida no IPCA, diz Itaú Unibanco

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A queda nos preços das principais commodities no mês de maio deve ser sentida no Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) e nos principais índices de inflação somente nos próximos meses.

Isso porque, segundo o Itaú Unibanco, há defasagens entre o movimento das commodities e o impacto direto nos índices de preços.

“Avaliamos que a queda do preço das commodities no último mês pode representar algum alí­vio na pressão inflacionária advinda do ambiente internacional, mas isso tende a acontecer com algumas defasagens”, disse o banco, em relatório assinado por Laura Haralyi, analista de inflação, e Darwin Dib, economista.

Na análise do ICI-exportação, que considera a composição da pauta exportadora, o Itaú Unibanco constatou variação mais moderada no Brasil que em índices internacionais. A mudança, entretanto, não terá “implicações relevantes o cenário de contas externas” para este ano e para 2012.

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  1. PIB cresce só 3,6% em 2011, segundo Itaú Unibanco
  2. Inflação seguirá em alta na América Latina, diz Itaú Unibanco
  3. Inflação deve ficar perto de zero em junho, diz Itaú Unibanco
Autor: Guilherme Barros Tags: , ,

Indicadores | 10:37

IPCA de junho pode ter deflação, diz LCA

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O movimento de desaceleração da inflação observado nos últimos quatro meses pode se intensificar ainda mais no mês de junho, segundo projeções da LCA Consultores.

A consultoria calcula preliminarmente que o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) pode fechar o mês com deflação de 0,04%. Em maio, o índice ficou em 0,47%, abaixo dos 0,77% do mês anterior.

A tendência de baixa vem pelo grupo Transportes, com estimativa de recuo nos preços do álcool e da gasolina.

O grupo Vestuário também deve manter o movimento de desaceleração de preços, enquanto Despesas Pessoais deverepetir o movimento de recuo no mês – a estimativa é para 0,50% em junho contra 1,14% de maio.

“Estes fatores, somados à relevante desaceleração do grupo Alimentação e bebidas (em resposta às deflações que vem sendo registradas pelos produtos agropecuários no atacado), apontam para um IPCA fechado de junho em deflação”, completou a LCA.

Notas relacionadas:

  1. IPCA de 2009 será o sexto ano consecutivo de inflação dentro da meta
  2. Inflação de maio, junho e julho foi menor que em 2009
  3. Última prévia do IPCA reforça expectativa de alta na Selic para 2011, diz LCA
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quinta-feira, 19 de maio de 2011 Indicadores | 17:01

Alimentos já não pressionam a inflação, aponta Ibre/FGV

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Segundo o economista do Ibre/FGV Salomão Quadros, depois de 14 meses de elevação, percebe-se que os alimentos já não pressionam a inflação e apresentam, em maio, o segundo mês consecutivo de queda.

A afirmação foi feita durante lançamento do Boletim Macro Ibre, nesta quinta-feira. O objetivo é fornecer indicadores que funcionam como um termômetro da economia do País.

Para Quadros, a inflação sempre tem mais de um vilão, ele destaca que o setor de serviços administrados vem apresentando reajustes que ultrapassam os 6%, como a energia elétrica, que nos últimos doze meses encostou nos 9%.

“A taxa esperada para o fim de 2011 deve ficar perto do teto da meta embora haja o risco de superá-la”, ressalta.

A previsão é de uma taxa de 0,70% em maio para o IPCA e inflação no fim do ano entre 6% e 6,5%.

Já o economista Rodrigo Leandro de Moura destacou que há indícios de desaquecimento do mercado de trabalho: “Se houver cortes, eles atingirão mais fortemente os menos qualificados”, alertou.

Segundo o estudo, a tendência de mercado mais fraco já aparecia nos resultados da geração líquida de empregos que, na medida dessazonalizada, caiu de 196 mil para 136 mil de fevereiro para março.

O setor industrial foi um dos que tiveram redução mais acentuada nas contratações líquidas, de 33%, sinalizando que a queda provavelmente continuará no restante do ano.

O Boletim Macro Ibre é um produto direcionado a clientes e ao mercado investidor com informações e análises econômicas, promovendo uma radiografia mensal da Economia brasileira.

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quinta-feira, 12 de maio de 2011 Finanças, Indicadores | 16:23

PIB cresce só 3,6% em 2011, segundo Itaú Unibanco

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Em relatório enviado hoje a clientes, o Itaú Unibanco destacou o movimento de desaceleração da economia brasileira ao longo deste ano. Conforme as projeções traçadas pelo economista-chefe do banco, Ilan Goldfajn, o País deverá crescer 3,6% em 2011, e 3,8%, no ano que vem, bem abaixo das previsões do governo para os dois períodos.

Como base para a revisão, o economista cita sinais incipientes de acomodação em diversos setores, em parte resultado das medidas macroprudenciais, que afetaram a concessão de crédito para pessoas físicas. A retirada dos estímulos fiscais é outro fator de influência na redução do ritmo de expansão da economia.

Em relação à inflação, o Itaú Unibanco elevou de 6,3% para 6,5% a projeção do IPCA em 2011, o que significa o teto da meta estabelecida pelo governo. O banco também elevou a previsão do indicador para o ano que vem, de 5% para 5,3%.

As commodities seguem sendo a principal fonte de pressão da inflação, na opinião de Goldfajn.

Como consequência, o Itaú Unibanco espera pelo menos mais uma elevação de 0,25 ponto percentual da taxa básica de juros, para 12,25% ao ano e encerrando o ciclo de alta.

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segunda-feira, 2 de maio de 2011 Finanças, Indicadores | 15:24

Austin Rating revisa estimativa de inflação de 6,2% para 6,6%, acima da meta do governo

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Os últimos resultados de inflação, somados à Ata do Comitê de Política Monetária, fizeram a Austin Rating revisar para cima sua projeção do IPCA 2011. Segundo o economista-chefe da instituição, Alex Agostini, a previsão para o IPCA passou de 6,2% para 6,6%, acima do limite estabelecido pela meta do governo, de 6,5%.

“Para que o IPCA não “estoure” o limite de tolerância de 6,5% em 2011, a média mensal entre maio e dezembro deverá ser de, no máximo, 0,37%. Porém, nossa estimativa está em 0,39%”, afirmou.

A média mensal verificada no mesmo período do ano passado, de acordo com Agostini, foi de 0,39%.

Para o economista, a leitura da Ata do Copom reforça a estimativa de que a inflação ficará acima da meta. “A Ata diz que o ajuste será prolongado, e, provavelmente, no nível atual de 0,25 p.p. ao menos até agosto”, disse, referindo-se à possibilidade de que os resultados da política monetária levarão mais tempo para serem colhidos.

Para abril, a estimativa é de que o IPCA fique ao redor de 0,9%, elevando o acumulado dos últimos 12 meses de 6,3% para 6,61%. 

Confira abaixo a média mensal do IPCA entre os meses de maio e dezembro nos últimos 12 anos.

2011 = 0,39% – (IPCA Serviços = 9,9%) * Estimativa Austin

2010 = 0,39% – (IPCA Serviços = 7,6%)

2009 = 0,32% – (IPCA Serviços = 6,4%)

2008 = 0,46% – (IPCA Serviços = 6,4%)

2007 = 0,36% – (IPCA Serviços = 5,2%)

2006 = 0,18% – (IPCA Serviços = 5,5%)

2005 = 0,36% – (IPCA Serviços = 6,8%)

2004 = 0,64% – (IPCA Serviços = 6,7%)

2003 = 0,37% – (IPCA Serviços = 7,3%)

2002 = 1,20% – (IPCA Serviços = 5,5%)

2001 = 0,68% – (IPCA Serviços = 4,9%)

2000 = 0,56% – (IPCA Serviços = 3,1%)

1999 = 0,65% – (IPCA Serviços = 1,3%)

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Autor: Guilherme Barros Tags: , ,

quarta-feira, 20 de abril de 2011 Governo, Indicadores | 12:47

Inflação em abril deve ficar acima do teto da meta, prevê LCA

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O IPCA de abril, que mede a inflação oficial no País, deve subir para 0,8%, segundo previsão da LCA Consultoria. Em março, o índice tinha sido de 0,79%.

Com este resultado, de acordo com a LCA, a inflação no acumulado de 12 meses atingiria a marca de 6,59% – índice levemente acima da meta de 6,5% colocada pelo governo.

A análise tem base no resultado do IPCA-15 de abril, que registrou alta de 0,77%, resultado acima do observado nesta mesma prévia em março (0,60%).

Segundo o IBGE, a alta foi puxada pelas passagens aéreas, combustíveis e alimentação.

O resultado de 0,85% projeto pela LCA para abril deverá ser influenciado pelos grupos Alimentação e Bebidas, Vestuário, Saúde e cuidados pessoais e Habitação.

Carnes, leite pasteurizado, aves e ovos devem puxar o item alimentação.

O grupo Vestuário deverá ser influenciado pela pressão sazonal. Reajustes autorizados pela ANVISA é que devem ditar alta em Saúde.

Já o item Habitação sofrerá aumento pela aceleração dos gastos com energia elétrica residencial.

O grupo Transportes deverá mostrar alguma desaceleração entre o IPCA-15 e o IPCA fechado de abril em razão da possível queda no preço do álcool.

A gasolina, no entanto, registrará desaceleração em resposta ao movimento do álcool somente a partir das leituras de maio.

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sexta-feira, 4 de março de 2011 Indicadores | 12:38

Economista avalia que novo IPCA pode indicar menor aperto na próxima Selic

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Para o economista André Perfeito, o tom sobre o viés dos juros na divulgação da nova taxa Selic foi dado pelo IPCA – a inflação de fevereiro veio em 0,80%, ligeiramente abaixo da variação de janeiro que foi de 0,83%.

“O Banco Central deve construir uma ata do Copom sugerindo um aperto menor de juros no País. Argumentos para tanto estão sobrando para isso”, avalia Perfeito. “Revisamos de forma preliminar o PIB para 2011 e alteramos de 4,3% para 3,7%. Semana que vem traremos os números fechados.”

A boa notícia, na avaliação de Perfeito, é o comportamento extremamente benigno do grupo alimentação na margem. O conjunto dos alimentos recuou de 1,16% o mês passado para 0,23 agora e sugerem que depois de ter subindo tanto nos últimos meses agora é vez de certo arrefecimento.

O economista lembra que o IGP-DI, também divulgado hoje, mostrou bons indicadores nos preços ao consumidor. O IPC recuou de 1,27% em janeiro para 0,49% agora e o grupo alimentação também recuou de forma relevante, saindo de 1,36% para 0,12%. O IPC-FIPE também teve comportamento semelhante em fevereiro.

Nos índices divulgados, os grupos que ainda preocupam são os de comportamento sazonal, como Educação, Habitação e Transportes.

Como o cenário era ruim para o grupo alimentação, agora tudo parece relativamente melhor e deverá haver certa revisão para baixo da inflação nas próximas semanas.

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Autor: Daniela Almeida Tags: ,

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011 Finanças, Indicadores | 05:58

Economista já fala em alta de 0,75 ponto do juro na próxima reunião do Copom

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Dados recentes da inflação no Brasil já fazem alguns economistas revisarem suas projeções para a próxima reunião do Comitê de Política Monetária, marcada para os dias 1 e 2 de março.

Na opinião de Alex Agostini, economista-chefe da Austin Rating, o Copom terá de ser mais enérgico para conter a expansão da economia e acalmar as expectativas do mercado. A previsão da Austin é de uma alta da taxa básica de juros de 0,5 ponto percentual, mas Agostini já cogita uma elevação 0,75 p.p.

Segundo o economista, além das previsões para a inflação no fim de 2011 estarem mais altas, o Copom vai encarar um cenário de forte atividade econômica.

Como exemplos, Agostini cita as altas registradas na produção de veículos (+14,8%), vendas de veículos (+6,4%) e expedição de papelão ondulado (+2,0%), na comparação dos resultados do mês passado com janeiro de 2010.

No caso das previsões do mercado financeiro, o economista selecionou três datas para demonstrar a reação pouco otimista dos economistas em relação a medidas recentes do governo para conter a inflação. Veja abaixo.

 3/12/2010 – Anúncio de medidas macroprudenciais

18/01/2011 – Reunião do Copom

11/02/2011 – Último IPCA

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Autor: Guilherme Barros Tags:

terça-feira, 28 de dezembro de 2010 Governo, Indicadores | 16:40

Inflação vai começar 2011 em alta após reajuste da tarifa do ônibus em São Paulo

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O IPCA de janeiro já tem uma alta de ao menos 0,12%. Segundo Alex Agostini, economista-chefe da Austin Rating, esse percentual de inflação está garantido pelo reajuste da tarifa de ônibus anunciado hoje pelo prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab.

“O item ônibus urbano tem peso de 3,2549% em São Paulo e a cidade representa 33,1% na composição do IPCA Brasil”, afirmou Agostini.

O economista ainda ressaltou que as tarifas de integração ônibus-trem e ônibus-Metrô também sofrerão reajustes, o que pressiona mais o indicador.

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Autor: Guilherme Barros Tags: , , ,

terça-feira, 2 de novembro de 2010 Indicadores | 06:04

Bradesco destaca influência das condições climáticas na projeção de inflação em 2011

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Os impactos das mudanças climáticas sobre as commodities agrícolas, que têm influenciado na alta dos preços dos alimentos, serão um dos fatores cruciais para o cumprimento da meta de inflação no ano que vem.

Segundo análise do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos do Bradesco, até que os riscos de baixa produtividade sejam descartados, as pressões sobre os alimentos devem continuar.

O banco concorda que o cenário internacional corrobora a perspectiva de redução da inflação citada pela última ata do Comitê de Política Monetária, mas ressalta que repasses de recentes altas no mercado internacional ocorreram no Brasil.

Assim, ainda que a previsão do Bradesco seja de um IPCA dentro da meta, de 5,3% e 4,8%, em 2010 e 2011, respectivamente, não é possível descartar os riscos climáticos como um fator de desequilíbrio do índice.

No Brasil, a equipe econômica do banco destaca os efeitos do La Niña, que deve reduzir a produtividade das lavouras de milho e soja, que juntas representam 82% da produção nacional de grãos. O mesmo ocorre nos Estados Unidos.

Para ilustrar a questão, o Bradesco relembra o efeito da seca na Índia durante a safra 2009/2010, que levou o preço do açúcar às alturas, impactando diretamente os preços dos combustíveis no Brasil.

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Autor: Guilherme Barros Tags: , , ,

quarta-feira, 20 de outubro de 2010 Indicadores | 18:11

Última prévia do IPCA reforça expectativa de alta na Selic para 2011, diz LCA

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A parcial de outubro do IPCA (índice oficial da inflação no País) surpreendeu o mercado hoje com uma alta de 0,62%. Para o economista da LCA Consultores, Fábio Romão, este resultado é um sinal de que o mês irá terminar com alta de preços de 0,71%, provavelmente a maior do segundo semestre. Assim, o Banco Central deverá mexer na taxa básica de juros (Selic) somente em 2011. 

Romão acredita que, apesar de o IPCA-15 sinalizar uma pressão inflacionária não aguardada, a alta de preços deve continuar sob controle até o fim de 2010. “Estávamos esperando uma taxa salgada para a primeira metade do mês, mas ela veio ainda maior. Isso não afeta a taxa de juros agora, mas sim as decisões para a Selic em 2011.”

A LCA prevê uma inflação de 5,3% para este ano e de 4,7% para o ano que vem. Para outubro, a estimativa de IPCA em 0,68% já foi revista para 0,71%.

Na visão do analista, esse pequeno susto do IPCA-15, apesar de superar para cima as expectativas do mercado, serve apenas para aumentar as dúvidas quanto ao poder regulatório do BC em 2011.

“Todos acham que a possibilidade de o BC mexer na Selic em 2011 é muito maior que neste ano. Nós da LCA, entretanto, avaliamos que os juros serão mantidos no ano que vem, sobretudo porque a nossa projeção de alta dos preços administrados (3,9%) está abaixo da do mercado (4,7%) e os preços dos alimentos devem preder força nos próximos meses”, explica Romão.

Os preços administrados são aqueles ajustados pelo governo como combustível, água e esgoto, tarifa de energia elétrica e de telefone. Compõem 30% do IPCA.

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Autor: Cristiano Zaia, de Brasília Tags: ,

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