Instituto Análise | Guilherme Barros

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Posts com a Tag Instituto Análise

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011 Política | 10:06

Fernando Pimentel dificilmente cairá, diz Alberto Almeida

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Fernando Pimentel (Foto: Agência Estado)

O ministro Fernando Pimentel (Desenvolvimento) dificilmente fará parte da lista de demitidos do governo Dilma Rousseff, segundo Alberto Almeida, cientista político do Instituto Análise.

Almeida compara a situação do ministro do Desenvolvimento com a de Antonio Palocci, ex-ministro da Casa Civil, o primeiro a cair no governo.

“O tratamento que ele (Pimentel) e Palocci tiveram foi bem diferente da grande exposição que os demais ministros não-petistas tiveram quando foram atingidos por denúncias”, diz.

O cientista político destaca que nem Palocci nem Pimentel tiveram de dar explicações públicas na Câmara ou no Senado.

“Por todos esses fatores, acreditamos que Pimentel fique”, reforça.

“Ainda sim, há tendência que fique como ministro enfraquecido, devedor do apoio de todos que o vem protegendo”, completa.

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  2. Novas denúncias de corrupção devem chegar, diz Alberto Almeida
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terça-feira, 13 de setembro de 2011 Política | 11:56

Nada mudará com a regulamentação da Emenda 29, diz Alberto Almeida

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A Regulamentação da Emenda 29 tende a ser votada e aprovada, mas nada irá mudar. A opinião é do cientista político Alberto Almeida, do Instituto Análise.

A Emenda 29 prevê mais recursos para a saúde em todo o País.

Segundo Almeida, o governo decidiu que não haverá uma nova fonte de recursos para a saúde. “Sendo assim, mesmo que a regulamentação da Emenda 29 resulte em aumentos de gastos, eles não serão feitos porque há vinculação entre gastos novos e nova fonte de receita.”

O cientista político afirma também que a regulamentação da Emenda 29 pode significar redução de gastos na saúde em função do cálculo previsto pela nova lei.

“Eis mais um exemplo de solução tipicamente brasileira: muda-se alguma coisa para não mudar nada”, diz Almeida.

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Autor: Guilherme Barros Tags: , , ,

terça-feira, 26 de julho de 2011 Infraestrutura | 07:05

Empresários de Campinas elegem transporte como foco de investimentos, diz Amcham

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Os empresários da região de Campinas, em São Paulo, listaram os setores mais significativos para o aporte de investimentos nos próximo anos.

O campeão da lista foi os modais de transporte, com 36% do total.

Os dados fazem parte de uma pesquisa da Câmara Americana de Comércio Brasil-Estados Unidos (Amcham), em parceria com o Instituto Análise.

O segundo lugar ficou com grandes obras de construção civil exceto habitação (35%), seguida por petróleo e gás (27%), indústria automobilística (24%) e habitação urbana (19%).

Turismo e entretenimento, material eletrônico de comunicação e comércio em geral foram citados por 16% dos entrevistados.

Para 12% educação e energia elétrica deveriam ser as prioridades de investimentos.

Quando perguntados sobre os setores que mais deveriam contar com apoio governamental e privado, a educação e formação profissional encabeçou as respostas, com 32%.

Modais de transporte, desta vez, foi o segundo colocado, com 27%.

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Autor: Klinger Portella Tags: , , ,

quinta-feira, 21 de julho de 2011 Política | 11:46

Novas denúncias de corrupção devem chegar, diz Alberto Almeida

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Os casos de corrupção no Ministério de Transportes não devem ter sido os últimos do governo Dilma Rousseff. Segundo Alberto Almeida, cientista político do Instituto Análise, novas denúncias devem chegar em algum momento futuro.

“Dilma está determinada em diminuir a corrupção em seu governo”, disse Almeida.

O especialista relata, entretanto, que a presidente terá de arcar com os custos dessa operação: “mais denúncias em algum momento futuro, mais crise, perda de alguns votos na Câmara, etc”.

“O cobertor é curto. Ou se combate a corrupção e perde-se apoio político, ou não se combate a corrupção e mantém-se o mesmo nível de apoio de hoje”, completou.

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Autor: Guilherme Barros Tags: , ,

quarta-feira, 20 de julho de 2011 Política | 12:19

Lula dá força a insatisfeitos e começa a prejudicar Dilma, diz Alberto Almeida

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Ao demonstrar preocupação com a forma como a presidente Dilma Rousseff conduziu a crise no Ministério dos Transportes, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva começa a enfraquecer o governo.

A opinião é do cientista político Alberto Almeida, do Instituto Análise.

“Pela primeira vez desde que começou o governo Dilma, Lula deu uma declaração bastante prejudicial ao governo”, disse.

O ex-presidente se disse preocupado com a possibilidade de Dilma perder apoio da base aliada.

“De alguma maneira ao dar essa declaração, Lula se colocou como líder aglutinador desses possíveis insatisfeitos”, completou Almeida.

O cientista político disse que a posição de Lula é “extremamente preocupante”. “Caso o ex-presidente insista nesse caminho, ele poderá, de fato, vir a enfraquecer o governo Dilma.”

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quinta-feira, 14 de julho de 2011 Infraestrutura | 05:43

Obras em aeroportos puxarão negócios no Paraná, diz Amcham

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Os investimentos nos aeroportos trarão os maiores impactos para os negócios no Paraná, segundo a Pesquisa de Competitividade Regional da Amcham, realizada em parceria com o Instituto Análise.

Para 78% dos executivos ouvidos, as obras relacionadas aos aeroportos terão os maiores reflexos nos negócios da região.

74% disseram que o crescimento das indústrias e novas tecnologia será o fator de maior impacto no Paraná.

A Copa do Mundo, por sua vez, foi citada por 71% dos entrevistados.

Pela sondagem da Amcham, os três setores mais promissores para investimentos no Estado são construção civil (42%), modais de transporte (39%) e turismo e entretenimento (37%).

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quinta-feira, 7 de julho de 2011 Governo | 18:04

Aproximação de Dilma a FHC pode angariar votos de tucanos, diz Análise

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Para Alberto Almeida, cientista político do Instituto Análise, a aproximação da presidenta Dilma Rousseff com o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso pode garantir ao governo alguns votos da oposição em projetos específicos.

“Os sucessivos acenos de Dilma a FHC indicam que ela gostaria de contar com votos de parlamentares tucanos no parlamento”, diz Almeida.

“Isso é mais um indicador de que Dilma pretende apresentar propostas legislativas que possam não ter o apoio integral de sua base”, completa.

Segundo o cientista político, ao se aproximar do PSDB, Dilma não fica “totalmente refém” de uma base fisiológica. “Ela acredita que agradando FHC poderá contar, em momentos específicos, com a simpatia de parlamentares tucanos para algumas de suas propostas.”

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  1. Queda de Erenice Guerra não derrubará Dilma nas pesquisas, diz Instituto Análise
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  3. Dilma não tem autoridade ‘natural’ sobre o PT, diz Alberto Almeida
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terça-feira, 21 de junho de 2011 Governo | 08:29

Dilma não tem autoridade ‘natural’ sobre o PT, diz Alberto Almeida

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Dilma Rousseff (Foto: AE)

Dilma Rousseff (Foto: AE)

As disputas internas no PT têm revelado uma diferença entre a gestão da presidenta Dilma Rousseff e de seu antecessor, Luiz Inácio Lula da Silva.

Segundo Alberto Almeida, cientista político do Instituto Análise, Dilma não tem “autoridade moral ‘natural’ sobre o PT”, já que não é ex-operária nem fundadora do partido.

“Durante o governo Lula, o ex-operário e presidente de honra do partido era temido por todos. Por isso, as divergências internas não apareciam”, diz.

Além disso, pontua o cientista político, o PT ganhou mais força, ao assumir a segunda maior bancada de senadores e a maior de deputados estaduais no País. Conta a favor do partido o fato de o PT ter elegido o presidente da República por três vezes consecutivas.

“Essa enorme força faz com que o PT passe a concentrar muito mais energia na disputa de cargos do que na adoção e implementação de estratégias para permanecer no poder”, completa Almeida.

Para solucionar o problema, o Instituto Análise diz que Ideli Salvati, nova ministra das Relações Institucionais, terá papel central “no que ela mesma denominou de organização da fila”.

“A fila para obter cargos e recursos é longa, muito longa considerando-se o tamanho da aliança de apoio ao governo, por isso é preciso organizá-la de forma a minimizar as insatisfações. Zerá-las é impossível”, diz Almeida.

Notas relacionadas:

  1. Articulação política de Dilma é bem superior à de Lula no inicio do governo, diz Análise
  2. Gleisi jamais foi do primeiro time de Lula, diz Alberto Almeida
  3. Dilma forma governo teuto-italiano contra aliança luso-nordestina do Congresso, diz Alberto Almeida
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quarta-feira, 8 de junho de 2011 Governo | 11:41

Gleisi jamais foi do primeiro time de Lula, diz Alberto Almeida

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Gleisi Hoffmann (Foto: Agência Estado)

A escolha de Gleisi Hoffmann para assumir a Casa Civil no lugar de Antônio Palocci foi “tão boa quanto surpreendente”, na análise de Alberto Almeida, cientista político do Instituto Análise.

Gleisi Hoffmann só deve lealdade a Dilma. Ela jamais foi do primeiro time de Lula”, diz Almeida.

O cientista político pondera que a troca de comando na Casa Civil marca uma separação da presidenta Dilma Rousseff e do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “Se antes, Lula podia ligar no celular do Palocci e ser atendido a qualquer momento, agora, isso não acontecerá mais.”

Almeida acha que Gleisi será uma espécie de “muro de separação” entre os dois presidentes.

Com a chegada de Gleisi, diz Almeida, Dilma Rousseff traz o governo mais para o seu controle.

“A escolha de Gleisi Hoffmann mostra também que Dilma está começando a ficar mais à vontade na Presidência. Nesse sentido, Dilma sairá mais segura da crise”, completou Alberto Almeida.

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  1. Relatório cita Palocci e Coutinho, e diz que Temer vai liderar ministérios de grande orçamento
  2. Depois da guerra do Código Florestal, agora será a vez do Código Mineral
  3. Palocci pode cair a qualquer momento, diz Análise
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quinta-feira, 2 de junho de 2011 Governo | 14:39

Palocci pode cair a qualquer momento, diz Análise

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Antonio Palocci (Foto: Agência Estado)

Antonio Palocci (Foto: Agência Estado)

As chances de o ministro-chefe da Casa Civil, Antonio Palocci, não permanecer no governo são grandes, segundo Alberto Almeida, do Instituto Análise. “A partir de hoje, Palocci pode deixar o cargo a qualquer momento”, diz.

Na avaliação do instituto, o ministro perdeu apoio dentro do próprio Partido dos Trabalhadores (PT). “A presidente não o defende de forma enfática, a senadora Gleisi Hoffman já pediu a sua saída, Palocci também foi criticado publicamente pelo governador da Bahia, Jacques Wagner, pelo senador baiano Walter Pinheiro e por vários outros líderes do PT”.

Caso Palocci se sustente no cargo, diz Almeida, “ele permanecerá no governo como um zumbi político”.

Notas relacionadas:

  1. Nome de Palocci volta a ser cogitado para a Casa Civil
  2. Chances de Palocci cair são cada vez menores, diz ‘Quedômetro’
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sábado, 28 de maio de 2011 Governo | 07:04

Mantega sairá da crise mais fortalecido, diz Análise

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(Foto: Agência Brasil)

A crise envolvendo o ministro-chefe da Casa Civil, Antonio Palocci, deverá fortalecer o ministro da Fazenda, Guido Mantega. A opinião é do Instituto Análise.

Em relatório, o instituto diz que Mantega está “habilmente quieto”, em meio às acusações de aumento de patrimônio e tráfico de influência de Palocci.

“Isso não significa necessariamente mudanças na política econômica, porém, como poder de barganha do ministro da Fazenda irá aumentar ele terá mais condições de negociar com a presidente a execução das diretrizes que ele acredita serem as mais adequadas”, disse o Análise.

Notas relacionadas:

  1. “Os países europeus não podem sair da crise a nossa custa”, diz Mantega
  2. Mantega pede mais criatividade ao BNDES
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quarta-feira, 25 de maio de 2011 Governo | 11:47

Chances de Palocci cair são cada vez menores, diz ‘Quedômetro’

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Segundo cálculos do Instituto Análise, as chances de o ministro-chefe da Casa Civil, Antonio Palocci, perder o cargo estão cada vez menores. Os últimos números do “quedômetro” – como o indicador é chamado – apontam para 25% de chances, contra 30% da medição anterior.

“Assumimos que na ausência de fatos novos a chance de queda diminuirá e na divulgação de um fato novo de grande impacto a chance de queda poderá aumentar rapidamente”, disse o Análise.

O cálculo é feito com base em episódios anteriores da política nacional, considerando a importância do cargo, o quanto o superior é dependente da pessoa acusada, a gravidade das denúncias, a cobertura da imprensa e a força da oposição.

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  1. Relatório cita Palocci e Coutinho, e diz que Temer vai liderar ministérios de grande orçamento
  2. Mantega na Fazenda, Tombini no BC e Miriam Belchior no Planejamento
  3. Palocci diz que seu patrimônio consta de sua declaração de renda
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sexta-feira, 13 de maio de 2011 Commodities, Governo | 11:58

Depois da guerra do Código Florestal, agora será a vez do Código Mineral

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Passada a batalha travada pelo governo federal em torno do Código Florestal, no Congresso, chegou a vez da presidenta Dilma Rousseff costurar o Código de Mineração.

O novo texto, com previsão para julho, foi um compromisso anunciado por Dilma na cidade de Ouro Preto (MG), nas comemorações de 21 de abril. O Código de Mineração em vigor foi instituído por decreto-lei em fevereiro de 1967.

De acordo com comentário de Alberto Almeida, cientista político do Instituto Análise, a discussão dos royalties acontece no Ministério da Fazenda.

A preocupação geral no governo, segundo Almeida, é não criar amarras que afetem a competitividade das empresas do setor. “O mercado aguarda o desfecho desse processo com desconfiança”, afirma o comentário.

O projeto do governo deve abranger três temas: o marco regulatório da mineração, a criação de uma agência reguladora para o setor e a fixação de novas alíquotas para o pagamento de royalties ou Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais, que revertem para União, estados e municípios.

Durante seu discurso, em Ouro Preto, Dilma afirmou não ser justo que os recursos minerais sejam retirados do País sem que haja o que chamou de “devida compensação”.

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  1. Em crise, madeireiros fazem lobby por aprovação do Novo Código Florestal
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quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011 Governo, Indicadores | 21:02

Pesquisa mostra 50% de popularidade de Dilma nos primeiros 45 dias

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Saiu a primeira pesquisa de popularidade de Dilma Rousseff, após 45 dias de governo.

A pesquisa foi feita pelo Instituto Análise, de Alberto Almeida, entre sábado e hoje, e abrangeu mil entrevistas em todo o País.

A pesquisa mostra que o novo governo é considerado ótimo ou bom por 50% da população.

Apesar do índice de aprovação ser 20 pontos percentuais abaixo da última pesquisa de Lula, o resultado foi considerado positivo.

O índice é semelhante ao registrado por Lula em 2006, quando ele foi reeleito para o segundo mandato.

Notas relacionadas:

  1. Lula bate recorde de aprovação e confiança da população
  2. Queda de Erenice Guerra não derrubará Dilma nas pesquisas, diz Instituto Análise
  3. Corte de R$ 50 bilhões representa começo do governo Dilma
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sábado, 9 de outubro de 2010 Eleições | 06:07

Promessas de Dilma e Serra deixarão próximo governo sob a mira de elevadas expectativas do eleitorado

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Tantas são as promessas assumidas por Dilma Rousseff e José Serra neste segundo turno eleitoral que o analista político Alberto Almeida, do Instituto Análise, acredita que, independentemente de quem vença, o próximo governo já assumirá sob elevadas expectativas do eleitorado.

“É uma estratégia racional (a de fazer promessas), sem dúvida, mas essa escalada de promessas poderá ter impacto negativo sobre o início do próximo governo”, diz.

Outro ponto levantado pelo analista diz respeito aos motivos que levaram à constituição de um segundo turno, que, para Almeida, se deu pelo fato de o eleitor menos escolarizado ter anulado o voto sem querer que daria a Dilma Rousseff.

Dilma não venceu no primeiro turno porque as pessoas muito pouco escolarizadas que declararam nas pesquisas que iriam votar nela acabaram errando e anulando (o voto) ou deixando o voto em branco”, diz Almeida, que acredita que esse fenômeno não deve se repetir no segundo turno.

Os motivos são: 1) a baixa quantidade de votos brancos e nulos em eleições presidenciais que vão ao segundo turno, em função da menor incidência de erro do eleitor diante da urna; 2) o volume de brancos e nulos é particularmente menor nos estados onde não há segundo turno para governador. E nesta eleição, a maioria dos estados do Nordeste onde Dilma é mais forte que Serra encontram-se nesta situação; e 3) a transferência de votos anulados para Dilma, que deve garantir pelo menos dois pontos percentuais a mais nos votos válidos à candidata de Lula. “Assim, ela (Dilma) não parte de 47%, mas de 49%”, reforça Almeida.

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  1. Queda de Erenice Guerra não derrubará Dilma nas pesquisas, diz Instituto Análise
  2. Para Instituto Análise, confusão nas urnas pode garantir ao PT votação surpreendente para deputado estadual
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terça-feira, 5 de outubro de 2010 Eleições | 11:54

Para Instituto Análise, Partido Verde passa a ser referência de oposição nas eleições

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José Serra (PSDB) e Marina Silva (PV) em debate

Segundo o Instituto Análise, de Alberto Almeida, a importância do Partido Verde (PV) no primeiro turno da eleição presidencial desbanca o PSDB do posto de principal referência de oposição para os eleitores do País. Para o instituto de pesquisa, com a expressiva votação do grande eleitorado jovem em Marina Silva, o partido tucano deixa de ser a primeira opção de alternativa ao PT nas urnas.

“Quem abandonou Dilma (Rousseff) por conta da (hipótese de) corrupção não quis votar em (José) Serra, mas em Marina. Trata-se de um eleitor mais jovem e mais escolarizado. Isso é uma péssima notícia para o PSDB, que passa a não ser mais a principal referência aos mais jovens”, ressalta a análise.

O Instituto Análise ainda reforça a ideia de que o índice de votos de quase 20% para a candidata da “onda verde” foi a pior derrota do PSDB.

Ontem o IG antecipou que o candidato Serra e o PSDB já articulam uma aproximação com o PV e a própria Marina. Entende-se que o apoio do PV na reta final das eleições 2010 é a última cartada para quem busca ultrapassar a candidata petista nas votações. O candidato derrotado ao governo do Rio de Janeiro, Fernando Gabeira (PV), vem sendo cotado para substituir o vice de Serra e o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso já conversou com figuras do PV em São Paulo.

(Guilherme Barros e Cristiano Zaia)

Notas relacionadas:

  1. Queda de Erenice Guerra não derrubará Dilma nas pesquisas, diz Instituto Análise
  2. Marina Silva surpreende na reta final e pode gerar segundo turno, diz Instituto Análise
  3. Serra precisaria de mais um caso Erenice para se tornar presidente, diz Instituto Análise
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segunda-feira, 4 de outubro de 2010 Eleições | 19:54

Serra precisaria de mais um caso Erenice para se tornar presidente, diz Instituto Análise

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Para que o candidato do PSDB à Presidência, José Serra, reverta a votação do primeiro turno e ganhe as eleições, ele precisa ganhar 17 pontos percentuais no segundo turno. Na visão do Instituto Análise, de Alberto Almeida, esse quadro só aconteceria com a revelação de outro escândalo político como o Caso Erenice, “igual ou pior do que este”.

“A nossa previsão é de vitória da Dilma (Roussef) com uma vantagem sobre Serraem torno de 10 p.p”, avalia o relatório. Além do mais, pesa conta o candidato tucano, conforme análise do instituto, o agravante de que, na história das eleições com segundo turno no Brasil, 70% dos candidatos vencedores no primeiro turno acabaram eleitos ao fim da disputa.

O agora senador por Minas Gerais, ex-governador do estado, Aécio Neves (PSDB), poderia ser muito útil na tentativa de transferir votos para Serra, mas o Instituto Análise considera o grande desejo futuro do mineiro em se tornar presidente e o fato dele ser o grande nome do partido daqui a quatro anos as principais razões que desaprovariam um apoio declarado de Neves ao ex-governador de São Paulo para o segundo turno.

(Guilherme Barros e Cristiano Zaia)

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  1. Queda de Erenice Guerra não derrubará Dilma nas pesquisas, diz Instituto Análise
  2. Caso Erenice não deve abalar Dilma nas pesquisas, diz diretor do Sensus
  3. Marina Silva surpreende na reta final e pode gerar segundo turno, diz Instituto Análise
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terça-feira, 28 de setembro de 2010 Eleições | 17:20

Marina Silva surpreende na reta final e pode gerar segundo turno, diz Instituto Análise

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Em previsão recente feita pelo Instituto Análise, de Alberto Almeida, a candidata do Partido Verde à Presidência, Marina Silva, conseguiu provocar um “fato novo e completamente inesperado”, na reta final da campanha eleitoral: a ex-ministra de Lula cresceu nas últimas pesquisas de intenção de voto e pode romper a vantagem de 15 a 20 pontos percentuais que vinha apontando Dilma Rousseff (PT) como potencial vitoriosa no primeiro turno frente a José Serra (PSDB).

O Instituto Análise ainda compara esse inesperado crescimento de Marina ao de outros candidatos de disputas anteriores, que também concorriam pela primeira vez e representavam uma terceira via de opções junto ao eleitorado: Ciro Gomes (à época no PPS) em 1998, e Anthony Garotinho (então PSB) em 2002. Ambos tiveram aproximadamente 12% dos votos no primeiro turno, patamar em que o Análise acreditava, no início da campanha deste ano, que iria se repetir com Marina.

A recente subida da candidata acreana, porém, mudou o cenário: “Com o crescimento inesperado de Marina a eleição caminha para o segundo turno”, diz Almeida.

(Guilherme Barros e Cristiano Zaia)

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  1. Cientista político antecipou em um ano resultado das pesquisas da eleição presidencial
  2. Queda de Erenice Guerra não derrubará Dilma nas pesquisas, diz Instituto Análise
  3. Para Instituto Análise, confusão nas urnas pode garantir ao PT votação surpreendente para deputado estadual
Autor: Guilherme Barros Tags:

Eleições | 17:18

Para Instituto Análise, confusão nas urnas pode garantir ao PT votação surpreendente para deputado estadual

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Ainda segundo a última previsão do cenário para as eleições do próximo domingo, dia 3 de outubro, o Instituto Análise avalia que o fato de, neste ano, a opção para Presidente da República aparecer por último na urna eletrônica pode confundir os eleitores. Isso fará com que eles votem na primeira opção (deputado estadual) como se fosse para presidente.

Segundo Alberto Almeida, do instituto de pesquisa, com essa possibilidade de engano, “eleitores de baixa escolaridade do PT irão digitar o número 13 na urna no primeiro voto pensando que estão votando para presidente”.

Não necessariamente dessa forma, mas erros como esse, ainda considerando a anulação do voto de última hora ou digitação incorreta, fizeram o candidato Luiz Inácio Lula da Silva ficar 3 pontos percentuais abaixo do que previam as pesquisas de intenção antes das eleições de 2002. Em 2006, Lula foi superestimado pelas pesquisas em 4 p.p.

“O voto nulo praticamente não existe. A maioria desses votos são porque o eleitor errou na hora de votar. As pesquisas apontam que a maioria dos voto nulos e brancos vêm de populações mais baixas”, diz Almeida. “Como a escolarização cresceu no Brasil nos últimos anos, espero que esse índice caia de 8% dos votos em 2006 para 6% em 2010.”

(Guilherme Barros e Cristiano Zaia)

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  2. Cientista político antecipou em um ano resultado das pesquisas da eleição presidencial
  3. Queda de Erenice Guerra não derrubará Dilma nas pesquisas, diz Instituto Análise
Autor: Guilherme Barros Tags:

terça-feira, 21 de setembro de 2010 Eleições, Indicadores | 16:14

Alckmin aumenta a vantagem sobre Mercadante

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Geraldo Alckmin (Divulgação)

Circula entre empresários tracking do Instituto Análise, de Alberto Almeida, que mostra uma pequena ampliação da vantagem do candidato tucano ao governo de São Paulo, Geraldo Alckmin, sobre o candidato petista, Aloizio Mercadante.

Se as eleições fossem hoje, Alckmin venceria no primeiro turno com uma vantagem expressiva sobre Mercadante.

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  1. Vamos chamar Ciro para conversar, diz Mercadante
  2. João Doria oferece jantar a Alckmin
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Autor: Guilherme Barros Tags: , ,

quinta-feira, 16 de setembro de 2010 Eleições, Governo | 13:10

Queda de Erenice Guerra não derrubará Dilma nas pesquisas, diz Instituto Análise

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A queda da ministra-chefe da Casa Civil, Erenice Guerra, anunciada há instantes, não afeta em nada a posição da candidata à Presidência da República, Dilma Rousseff (PT-SP), nas pesquisas eleitorais. Essa é a avaliação de Alberto Almeida, do Instituto Análise.

Segundo ele, o governo agiu rápido para evitar que mais problemas se instalassem no centro do poder executivo federal. Almeida lembra que, em episódio semelhante, dos Aloprados, em 2006, o então candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva, manteve-se com 50% de intenção de votos na pesquisa Ibope. Seu candidato direto,Geraldo Alckmin (PSDB-SP), é quem subiu, conseguindo levar a disputa para o segundo turno.

“Agora é diferente. O governo agiu com rapidez. A única conseqüência para o governo é que, caso a Dilma se eleja, a Casa Civil terá que ser disputada entre PT e PMDB”, considera Almeida.

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  1. Cientista político antecipou em um ano resultado das pesquisas da eleição presidencial
  2. CNT/Sensus de amanhã vai captar reação do eleitor com caso Erenice
  3. Miriam Belchior deve ser a substituta de Erenice Guerra
Autor: Guilherme Barros Tags: , , ,

terça-feira, 14 de setembro de 2010 Eleições | 12:26

Mercadante e Netinho pararam de crescer em São Paulo

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Circula entre empresários da capital paulista tracking do Instituto Análise, que mostra que os candidatos ao governo de São Paulo, Aloizio Mercadante (PT-SP), e ao Senado, Netinho de Paula (PCdoB), pararam de crescer. O tracking foi realizado ontem.

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  1. Mercadante defende BNDES paulista em encontro com empresários
  2. PT já fala em Marta e Netinho para o Senado
  3. Netinho se aproxima de Marta e Aloysio sobe forte na corrida para o Senado em São Paulo
Autor: Guilherme Barros Tags: , ,

segunda-feira, 30 de agosto de 2010 Eleições | 20:08

Campanha de Serra é reflexo da falta de diagnóstico para o País, diz cientista político

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O cientista político Alberto Carlos Almeida, do Instituto Análise, concorda com a avaliação do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso de que, até o momento, o marketing do candidato tucano, José Serra, está no caminho errado.

“Está parecendo uma campanha municipal ou estadual, com promessas de cirurgias de catarata, varize”, afirmou o cientista político, ao ressaltar a falta de um projeto amplo para o País.

“A campanha é inapropriada porque o candidato simplesmente não tem um diagnóstico para o País”, concluiu Almeida.

Notas relacionadas:

  1. Serra sobe 17,64% e mantém liderança em Bolsa de Valores Políticos
  2. Cientista político antecipou em um ano resultado das pesquisas da eleição presidencial
  3. FHC critica o fato de Serra ter aparecido ao lado de Lula na campanha
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segunda-feira, 23 de agosto de 2010 Eleições | 12:03

Cientista político antecipou em um ano resultado das pesquisas da eleição presidencial

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O cientista político Alberto Almeida, do Instituto Análise, está sendo chamado no mercado financeiro de polvo Paul, o molusco que acertou todos os seus palpites na Copa do Mundo. 

Desde maio do ano passado, Alberto Almeida tem mostrado a banqueiros pesquisas e simulações praticamente dando como certa a vitória de Dilma Rousseff no primeiro turno. Bastava, segundo ele, que Lula conseguisse transferir 60% de sua popularidade para a sua candidata. 

Em suas simulações, Almeida dizia que Dilma ganharia de Serra com uma margem de cerca de 20 pontos. Ele acha que a diferença deve se estabilizar nesse patamar, com uma margem de erro de três pontos. 

O cientista político fez diversas simulações. Numa delas, ele próprio se apresentava como candidato numa fotografia abraçado a Lula numa disputa contra Serra no segundo turno. E ele perdia por apenas 12 pontos de diferença.

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Autor: Guilherme Barros Tags: , , , ,

quinta-feira, 17 de junho de 2010 Eleições | 18:53

Políticos buscam informações sobre redução da carga tributária

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O sociólogo Alberto Almeida, diretor do Instituto Análise de pesquisas de opinião, acaba de chegar em Palmas, no Tocantins, onde vai, a convite da deputada pelo PR, Nilmar Ruiz, reunir-se com políticos, empresários e representantes da comunidade local.

Almeida foi convidado para apresentar os resultados de suas pesquisas sobre os benefícios da redução da carga tributária.

Desde que lançou o livro “O dedo na ferida – menos impostos, mais consumo”, o ritmo do sociólogo tem sido alucinante.  Nos últimos nove dias, é o décimo quarto encontro em seis estados. Falou para grupos ligados à base política de Dilma, Serra e Marina.

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